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    Blasphemous: Game ganha uma data de lançamento oficial

    O game da The Game Kitchen e da Team 17, Blasphemous foi anunciado há alguns meses e apesar de não ter tido uma data de lançamento há algum tempo, o trailer revelava que ele seria lançado em breve.

    Hoje, a desenvolvedora finalmente revelou que o game será lançado para PlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox One e PC em 10 de Setembro.

    Vale a pena mencionar que essa informação foi revelada durante a apresentação da Nintendo Indie World, onde foi revelado que Blasphemous será lançado em 26 de Setembro e não no dia 10, então os jogadores do Nintendo Switch terão que esperar um pouco mais para o lançamento do título; a menos que isso seja um erro, é claro.

    Confira o trailer de lançamento abaixo:

    “Prepare para descer pela escuridão nesse Metroidvania punitivo, onde um mundo com ritmo rápido, e que combate rápido é combinado com uma narrativa central evocativa. Você jogará com O Penitente, o único sobrevivente do massacre do ‘O Sofrimento Silencioso’. Explorando o pesadelo que é o mundo de Cvstodia e liberando segredos infernais, apenas você pode libertá-lo de um destino conturbado e chegar até a origem do seu tormento.”

    Percorrendo um mundo complexo repleto de criaturas e almas atormentadas por uma religião distorcida, travaremos batalhas contra chefes titânicos e inimigos macabros, fazendo uso de combos devastadores e movimentos especiais.

    Como não podia faltar, Cvstodia terá dezenas de itens secretos para serem desvendados, entre relíquias, contas de rosário e orações que podem ser equipados e invocam os poderes dos céus para nos ajudar na campanha e livrar “O Penintente” da condenação eterna.

    Blaspehmous será lançado para PlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox One e PC em 10 de setembro.

    Mortal Kombat: Filme escala Raiden, Jax, Mileena e Liu Kang

    Hoje, mais cedo, surgiram notícias de que Ludi Lin estava em negociações para dar vida ao Liu Kang na adaptação da Warner Bros. e da New Line Cinema, o filme Mortal Kombat. Agora, diversos atores foram confirmados no projeto – segundo uma notícia recente do The Hollywood Reporter.

    Tadanobu Asano é mais conhecido por dar vida ao personagem Hogun no filme Thor, e ele dará vida ao icônico personagem Raiden.

    Mehcad Brooks é mais conhecido por dar vida ao personagem James Olsen na série de TV Supergirl, e ele dará vida à Jax.

    E por último, a novata Sisi Stringer, que dará vida à personagem Mileena em seu primeiro trabalho.

    Ludi Lin é mais conhecido por dar vida ao Ranger Preto em Power Rangers de 2017, e como mencionado acima, ele dará vida a Liu Kang.

    Então, segundo fontes, outro ator já confirmado para o reboot de Mortal Kombat é Joe Taslim, que é mais conhecido por estrelar o filme The Raid, e dará vida ao Sub-Zero. O roteirista do filme revelou que a lista de personagens no filme não será muito extensa, mas mais personagens serão anunciados em breve.

    O filme originalmente está previsto para estrear em 5 de Março de 2021, e será primeiro filme dirigido por Simon McQuoid. James Wan está ligado ao projeto como produtor e Greg Russo está responsável pelo roteiro do filme.



    Sinopse: Mortal Kombat é uma série de jogos criados pelo estúdio Midway Games. Em 2011, depois da falência da Midway, a produção de Mortal Kombat foi adquirida pela Warner Bros, tornando-se em seguida na Netherealm. A Warner detém atualmente os direitos da série.

    A produção do primeiro jogo foi baseada na ideia original que Ed Boon e John Tobias tinham em fazer um jogo em que participasse Jean-Claude Van Damme, mas a ideia foi deixada de parte, e em vez disso foi criado Mortal Kombat, um jogo de luta com temas de fantasia e ciência, lançado em Outubro de 1992.

    O jogo original, gerou muitas sequências, vários jogos de ação-aventura, filmes (animados e live-action) e séries de televisão (animadas e live-action).

    A série é conhecida pelos altos níveis de violência sangrenta, incluindo mais notavelmente, os Fatalities (movimentos finalizadores, que requerem uma sequência de botões e movimentos para serem executadas). Os Fatalities, em parte, levaram à criação da ESRB, o sistema norte-americano que classifica os vídeo-games.

    Os primeiros jogos são reconhecidos especialmente pelos seus sprites realisticamente digitalizados (os jogos contemporâneos usam sprites desenhados manualmente) e o uso extensivo de troca de paleta para criar novos personagens.

    Leia também:

    CRÍTICA – Mortal Kombat 11 (2019, NetherRealm Studios)

    Marvel’s Spider-Man: Insomniac Games é comprada pela Sony

    Uma sequência do aclamado título do PlayStation 4, Marvel’s Spider-Man tem sido esperado há algum tempo, mas até agora não foi anunciada. Agora, com a confirmação de que a Sony adquiriu a desenvolvedora, uma sequência do game de herói mais vendido dos Estados Unidos certamente estará vindo por aí.

    Hoje mais cedo, a Sony anunciou que a Insomniac Games é a mais nova adição aos estúdios do PlayStation ao redor do mundo.

    Confira o tuíte oficial da PlayStation:

    “Grandes notícias: A @InsomniacGames está se juntando a Rede de Estúdios Mundial da PlayStation! Estamos honrados e animados por juntar forças com essa desenvolvedora lendária! Por favor, se junte a nós para parabenizar nossos amigos e parceiros da Insomniac!”

    A Insomniac Games tem sido uma colaboradora da Sony há bastante tempo, desde o lançamento de Disruptor nos anos 90, e os vários games da franquia Spyro para o PlayStation original. A Insomniac também é conhecida por suas franquias exclusivas do PlayStation, Ratchet & Clank e Resistance.



    Mas o que realmente fez a Insomniac um estúdio necessário para a Sony, foi seu trabalho em Marvel’s Spider-Man, o game foi aclamado pela crítica e foi um sucesso comercial, mesmo sendo um exclusivo do PlayStation 4.

    Marvel’s Spider-Man vendeu cerca de 3,3 milhões de unidades nos três primeiros dias de seu lançamento, só nos Estados Unidos, sendo o game AAA mais vendido na história da Sony. Em julho deste ano, ele passou outro marco, se tornando o game de super-herói mais vendido dos Estados Unidos, ao passar Batman: Arkham City.

    Nem precisamos dizer que uma sequência de Marvel’s Spider-Man era quase garantida até o anúncio de hoje. A aquisição basicamente confirma que o estúdio produzirá uma sequência.

    Streets of Rage 4: Nova personagem tem laços com heróis da série

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    A desenvolvedora Dotemu publicou um novo trailer de Streets of Rage 4, a tão esperada continuação da clássica série beat-em-up da Sega. Enquanto trailers anteriores mostraram apenas os personagens Axel Stone e Blaze Fielding de volta às ruas, o trailer da Gamescom 2019 revela um novo personagem: Cherry Hunter.

    Para aqueles que estão acompanhando a tradição de Streets of Rage, o sobrenome “Hunter” pode soar familiar. Isso porque Cherry Hunter é filha de Adam Hunter do primeiro jogo da série. Isso também significa que ela sobrinha, Eddie “Skate” Hunter (irmão mais novo de Adam), que era um personagem jogável em Streets of Rage 2.

    Cherry é descrita como “uma guerreira e guitarrista foda” que foi treinada por seu pai e Axel. A descrição oficial da personagem diz:

    “Cherry aprendeu autodefesa desde cedo. Seu interesse em seguir os passos de seu pai e se tornar uma policial logo desapareceu, substituído por seu amor pela música. Hoje em dia, ela toca com sua banda de rock progressivo eletrônico em alguns dos lugares mais perigosos de Wood Oak City. Ela pode parecer jovem, mas não se engane – ela é uma veterana experiente da música e das lutas.”



    O novo trailer também mostra mais alguns níveis pelos quais os jogadores estarão lutando. Estes incluem telhados, um elevador, hangares de aeroportos, esgotos, entre outros. As expectativas são altas para a trilha sonora que acompanhará as batidas que acontecem nesses estágios. Yuzo Koshiro não é apenas o compositor original da série, fazendo um retorno ao lado do frequente colaborador Motohiro Kawashima, mas vários compositores de vídeo-games aclamados estão se juntando a eles. É um grupo de artistas que trabalham na trilha sonora de Streets of Rage 4.

    A Dotemu também confirmou que Streets of Rage 4 estará disponível para PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch. Uma data de lançamento ainda não foi revelada.

    Disney+: Anunciada datas internacionais de lançamento e preço

    Esse ano a Walt Disney Company está procurando superar completamente o cenário de streaming com o lançamento do altamente aguardado serviço Disney+.

    O serviço de streaming chegará com um incrível preço modesto e a biblioteca mais cobiçada de talvez qualquer outra opção no mercado. Será um concorrente direto para a atual “gigante do streaming“, Netflix e da Amazon, e agora temos algumas notícias sobre outros territórios que terão acesso ao Disney+.

    O serviço Disney+ será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos, e agora foi confirmado que dois outros mercados serão lançados no mesmo dia. O Canadá e a Holanda terão o serviço de streaming da Casa do Mickey disponível também no dia 12 de novembro, alinhando-se com a estréia nos Estados Unidos. Uma semana depois, em 19 de novembro, o serviço será lançado na Austrália e na Nova Zelândia.

    Quanto ao resto dos principais territórios globais, incluindo o Brasil (#sad), ainda não houve uma data de lançamento anunciada até o momento. Dito isso, a Disney espera se lançar pelo resto do mundo em algum momento nos dois primeiros anos do serviço.



    O Disney+ custará US $ 6,99 por mês nos EUA, ou por uma assinatura anual de US $ 69,99 por ano. O serviço custará 8,99 dólares canadenses por mês no Canadá ($ 89,99 por ano), 6,99 euros por mês na Holanda (€ 69,99 por ano), 8,99 dólares australianos por mês na Austrália ($ 89,99 por ano) e 9,99 dólares neozelandês por mês na Nova Zelândia ($ 99,99 por ano).

    No lançamento, o Disney+ estará disponível para transmissão e assinatura em vários dispositivos diferentes. A Disney divulgou um comunicado para a imprensa relacionando em quais dispositivos o serviço poderá ser utilizado:

    • Apple (iPhone, iPad, iPod touch e Apple TV, e totalmente integrado ao aplicativo da Apple TV; os clientes podem se inscrever na Disney+ por meio de uma compra no aplicativo);
    • Google (telefones Android, dispositivos Android TV, dispositivos integrados Chromecast e Chromecast do Google);
    • Microsoft (Xbox One);
    • Sony/Sony Interactive Entertainment (PlayStation 4 e todas as TVs Sony baseadas em Android);
      Roku (players de streaming Roku e modelos Roku TV).

    Você está ansioso para o lançamento do Disney+? Deixe-nos saber nos comentários!

    CRÍTICA – Era Uma Vez em… Hollywood (2019, Quentin Tarantino)

    Quentin Tarantino é um diretor renomado, talvez um dos maiores das últimas gerações. Filmes como Pulp Fiction, Kill Bill, Bastardos Inglórios, Cães de Aluguel e Django Livre são memoráveis para todo cinéfilo de carteirinha. Era uma Vez em… Hollywood tenta ser do mesmo time que todos os outros citados, entretanto, o longa se perde ao longo de suas duas horas e quarenta e cinco minutos, não sendo tão sólido quanto seus antecessores.

    Vamos falar dos pontos positivos: as atuações são espetaculares! Leonardo DiCaprio e Brad Pitt beiram a perfeição em seus papéis. DiCaprio é Rick Dalton, um ator em decadência que teme ficar no anonimato num universo perverso que é o do ramo do cinema – algo tratado com eficácia por Tarantino. A forma sutil de trabalhar um aspecto determinante para galãs em filmes de ação – como o de envelhecer e ficar datado – é um acerto e Leonardo DiCaprio encarna muito bem isso no personagem, nos dando momentos de emoção e nos garantindo boas risadas.

    Já Brad Pitt é o dublê de Dalton, Cliff Booth, um homem simples e reservado, mas com um histórico bizarro: Cliff se safou da polícia após, até onde se sabe, matar sua própria esposa. O boato precede seu nome, tornando-o uma lenda macabra entre os profissionais de Hollywood. O personagem é uma espécie de faz-tudo, tanto para Rick, quanto para o próprio filme, cumprindo a função de amarrar os diversos arcos da narrativa.

    Era uma vez em… Hollywood conta com três linhas narrativas: a de Dalton, a de Booth e a de Sharon Tate, vivida por Margot Robbie. Esta última linha narrativa, infelizmente, foi uma grande decepção, não por culpa da talentosa atriz, e sim, por um roteiro que explora a história de Tate de uma forma muito rasa e desinteressante. Robbie, a atriz indicada ao Oscar por Eu, Tonya, tem pouquíssimas falas e funciona mais como uma pequena homenagem ao legado de Sharon Tate do que, de fato, como uma personagem relevante.

    O enfoque de Era Uma Vez Em… Hollywood está nos dois personagens principais e é em torno deles que toda a narrativa está construída. Os demais atores e atrizes praticamente são figurantes de luxo, incluindo nomes pesados da indústria como Al Pacino, Dakota Fanning, Kurt Russel e Timothy Olyphant. Quentin Tarantino sempre teve boas escolhas de elenco, e aqui não é diferente: mesmo que em pontas, seus personagens funcionam, com exceção de Margot Robbie. Brad Pitt é o grande destaque do longa, uma vez que seu personagem é o mais intrigante, não sabemos o que esperar dele.

    O mais “Tarantino” do filme está nos 30 minutos finais da produção, onde encontramos suas principais características: diálogos rápidos e engraçados, cheios de palavrões e ação desenfreada com boas atuações. Quentin Tarantino faz de Era Uma Vez Em… Hollywood uma grande homenagem ao cinema antigo, retratando o quanto ama e é aficionado por Hollywood, além de tornar a produção um grande apanhado de referências e cenas de seus outros 8 filmes – quase como uma autorreferência.

    Agora falemos dos pontos negativos: sexismo exagerado, uma trama confusa e takes desnecessários em partes dos corpos das atrizes.



    Por se tratarem de três linhas narrativas diferentes – sendo a de Sharon Tate uma que apenas contorna a trama principal – o espectador pode sair confuso da sala de projeção, por vezes não compreendendo onde o roteiro quer chegar, uma vez que são três atos misturados e que, em muitas cenas, não possuem continuidade entre si. A falta de linearidade talvez seja o grande vilão de Era Uma Vez Em… Hollywood, deixando o longa sem pontos que possam nortear o espectador comum.

    O filme muitas vezes empaca e faz com que a história não flua, algo que não justifica sua longa duração. Cenas com longos diálogos que visam mostrar mais da atuação de Leonardo Dicaprio se tornam difíceis de entender quando se coloca todos os arcos do filme em perspectiva. A vontade do diretor e roteirista em colocar tantas referências dentro das 2 horas e 45 minutos de duração acaba criando momentos arrastados e que parecem não ter fim.

    Um arco inteiro de Cliff, por exemplo, depende do fator Charles Manson, mas Manson aparece apenas uma vez em alguns segundos de tela. Não há em nenhum momento uma preocupação em amarrar a cena no Rancho Spahn – outra referência que serve como uma homenagem ao cinema Western – com a narrativa de Rick, servindo apenas para uma “validação” da ação desenfreada do final do filme.

    Tarantino ultrapassou todas os limites possíveis das cenas de pés, coxas e outras partes femininas nessa produção. A forma como Quentin Tarantino trata suas personagens femininas sempre foi um afronte e isso não é uma novidade, mas com o passar do tempo parece que o diretor perdeu mesmo o pouco talento que tinha para representar mulheres em tela.

    Com as mudanças constantes na nossa sociedade e conscientização sobre as violências sofrida pelas mulheres todos os dias, é frustrante ver como o diretor ainda trata personagens femininas com desdém e crueldade desmedida. O castigo para as mulheres pelas mãos dos fortes homens principais é sempre mais pesado e violento, garantindo ao público nas salas de cinemas boas risadas sem nenhuma reflexão.

    Assista ao trailer legendado:

    Era Uma Vez em… Hollywood é um filme com a fórmula que o Academia adora indicar ao Oscar, que entretém, mas não empolga. O filme não é ruim, mas muito aquém do que o renomado diretor poderia entregar, servindo mais como uma homenagem do que um filme que marque sua geração.

    Participamos da pré-estreia exclusiva de Era Uma Vez Em… Hollywood no Praia de Belas Shopping, em Porto Alegre. A ação foi feita pelo GNC Cinemas em parceria com a Espaço Z e Martha Becker Comunicação – que nos convidou para curtir a sessão de cinema antes do filme estrear oficialmente. Agradecemos o convite e curtimos muito a noite Tarantinesca!