Início Site Página 886

    Resident Evil: Franquia terá série pela Netflix

    0

    Quase dois anos atrás, a Constantin Films anunciou planos para desenvolver uma reboot de sua franquia Resident Evil, com James Wan a bordo como produtor. Johannes Roberts assinou contrato para escrever e dirigir o filme no mês passado. Mas agora, parece que o estúdio está planejando adaptar a popular série de videogames da Capcom para um meio diferente.

    De acordo com o site Deadline, a Constantin está trabalhando em uma série de TV de Resident Evil para Netflix.

    Ao que tudo indica, o estúdio está atualmente procurando por um showrunner para a série. Aparentemente, seu objetivo é “expandir o universo de Resident Evil e aprofundar a mitologia”. A nova série vai lançar luz sobre o “funcionamento interno” da Umbrella Corporation, a empresa farmacêutica corrupta que lançou o T-virus no mundo e se transformou incontáveis ​​seres humanos em zumbis.

    Não está claro como a série afetará a reinicialização do filme de Roberts ou se os dois projetos serão definidos no mesmo universo. Paul W.S. Anderson dirigiu os seis primeiros filmes de Resident Evil, que estrelou Milla Jovovich como Alice de 2002 até 2016. Embora seu personagem tenha sido criado especificamente para os filmes, Alice interagiu com vários rostos familiares dos videogames. Em suas viagens, Alice encontrou Leon Kennedy, Jill Valentine e os irmãos Redfield. Os filmes renderam mais de US $ 1 bilhão nas bilheterias. Por causa disso, tornou-se a franquia de filmes de maior sucesso baseada em uma propriedade de videogame.

    Enquanto isso, os videogames continuam fortes. O remake em alta definição de Resident Evil 2 da Capcom está chegando ao PlayStation 4, Xbox One e PC nesta sexta-feira. O jogo renovado está atualmente ganhando as melhores notas dos críticos.

    E aí, o que acha de uma série de TV de Resident Evil?Deixe suas impressões na seção de comentários abaixo!

    CRÍTICA – A Favorita (2019, Yorgos Lanthimos)

    0

    A Favorita é o novo longa de Yorgos Lanthimos e estrelado por Emma Stone, Olivia Colman e Rachel Weiss. Conta a história da rainha Anne e duas damas que competem por sua atenção e posição na corte.

    Criador de obras como A Lagosta e O Sacrifico do Cervo Sagrado, A Favorita é talvez o filme mais palatável de Lathimos, apresentando uma narrativa mais linear. Mesmo assim os traços do trabalho dele são facilmente percebidos nos enquadramentos pouco comuns, nos diálogos ácidos e na trilha sonora excruciante.

    Entre as melhores coisas de A Favorita está a interação entre as protagonistas. As três são personagens de morais duvidáveis, mas a atuação  envolvente e charmosa das atrizes faz a relação doentia entre as personagens ser puro entretenimento.

    No aspecto técnico o design de produção é um espetáculo a parte. Os figurinos das protagonistas modifica conforme suas sagas durante o filme, e as composições da cena da festa e da reunião de parlamento são ostensivas e claustrofóbicas, oferecendo uma sensação de excessos e decadência, com pitadas de um surrealismo que se vê presente em especial na dança moderna e nas maquiagens grotescas. O excesso de uso da lente fish eye as vezes incomoda pela falta de propósito, mas o filme compensa com um timing perfeito na comédia  e absurdo.

    A Favorita, foi indicado a diversos prêmios da Academia incluindo melhor filme e indicação de atuação  para Colman, Stone e Weiss é um filme que equilibra absurdos e apesar de possuir personagens nada carismáticas, oferece muito em entretenimento desastroso, naquele clássico estilo “não consigo parar de olhar”.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Oscar 2019: Veja a lista completa dos indicados

     

     

    Confira o trailer legendado:

    A Favorita chega hoje (24) aos principais cinemas do país.

    CRÍTICA – Creed II (2019, Steven Caple Jr)

    A fábrica de Hollywood não para. Quando produtores e estúdios vislumbram a possibilidade de iniciar uma nova franquia com um filme que deu certo, não há dúvidas de que o farão. Esse é exatamente o papel de Creed II, a continuação do filme de 2015 dirigido por Ryan Coogler e spin-off de Rocky.

    Com roteiro escrito por Juel Taylor e Sylvester Stallone, e direção do estreante Steven Caple Jr., os personagens Rocky e Adonis (Michael B Jordan) retornam às telonas com a missão de apresentar um enredo redondo, interessante e emocionante como o do primeiro filme da franquia Creed.

    Neste segundo filme, Adonis é o atual campeão dos peso-pesados. Com Rocky ao seu lado como seu treinador, e com toda a experiência e fama que Adonis conquistou, o céu é o limite. A longa jornada do filho de Apollo Creed chega ao seu ápice de glória, trazendo todo o foco da mídia – e dos adversários – para ele. É neste momento que um novo competidor surge, querendo uma grande luta para reivindicar o cinturão de vencedor: Viktor Drago (Florian Munteanu), filho de ninguém menos que Ivan Drago (Dolph Lundgren), o homem responsável pela morte de Apollo em Rocky IV.

    O desafio vem como forma de mostrar que Ivan Drago perdeu tudo quando não conseguiu vencer Rocky em sua luta na Rússia (durante os eventos de Rocky IV): ele perdeu o respeito das pessoas em seu país, e sua mulher o abandonou – nenhuma menção a ele ter assassinado uma pessoa no ringue, mas vida que segue.

    Todo esse rancor foi passado para o seu filho, que na base do ódio foi transformado num monstro pronto para descarregar todas as suas frustrações nas lutas. Ser pugilista não é um sonho – nem uma realização – para Viktor. É a forma de “fazer justiça” à “humilhação” sofrida pelo pai.

    Creed II não deixa de ser uma releitura dos acontecimentos da franquia Rocky. Uma tentativa de transformar a representação da Guerra Fria existente em Rocky IV em algo diferente, algo novo. É difícil encaixar essas referências no contexto da nova franquia sem cair no clichê da vingança e do orgulho masculino.

    Falta nesta produção um pouco da alma e até da ingenuidade do primeiro filme, quando Adonis tentava descobrir quem era e o que gostaria de representar, em busca de criar seu próprio legado. É difícil justificar a necessidade de um segundo filme quando o primeiro entregou um roteiro coeso, uma boa construção e um fechamento perfeito.

    A primeira metade dessa produção é morna e um pouco entediante. Adonis parece mais marrento do que antes, mostrando que o personagem não “cresceu” muito de seu último desafio até aqui. Até seu relacionamento com Bianca (Tessa Thompson) parece diferente, não sendo mais uma “troca” como no filme anterior.

    Vemos aqui que Bianca carrega os problemas do homem sem que esse se interesse pelos problemas dela. Há pouco espaço na narrativa para as mulheres do filme, concentrando no que “importa” para o entretenimento: o treinamento e a luta.

    Ainda está na nostalgia o elemento chave de Creed II. Os ensinamentos de Rocky e sua presença em tela continuam sendo o coração do filme. As conversas no cemitério junto ao túmulo da esposa, as tentativas de ligar para o filho e o conflito interno de ser um “peso” na vida de outras pessoas. Momentos que enchem os olhos de lágrima e deixam um aperto no coração.

    Rocky consegue demonstrar como as escolhas erradas que fez trouxeram arrependimentos para vida toda, e é esta sabedoria que ele tenta, muitas vezes sem sucesso, repassar para um Adonis mais cabeça dura e orgulhoso do que nunca.

    Falando no personagem, Michael B. Jordan parece bem menos inspirado neste segundo filme, entregando uma atuação não tão brilhante em boa parte da história, mas que melhora do meio para o final. Falta em Adonis a leveza e a motivação do primeiro filme, muito provavelmente porque essa produção só existe para fazer bilheteria, e não por um propósito maior.

    Creed II não é um filme ruim, mas peca em vários momentos de seu roteiro, mostrando que não é só o herdeiro de Apollo que está procurando um motivo para lutar/existir. O plot com a família Drago é um tanto quanto forçado, tornando seu desenrolar difícil e custoso. A finalização é satisfatória, mas longe do ótimo legado deixado pelo primeiro filme. Ainda assim, é um bom entretenimento – com ótimas cenas de luta –  para quem não tem muitas expectativas.

    Assista ao trailer:

    Creed II estreia hoje (25) nos principais cinemas do país. Lembre-se de após assistir, voltar aqui e compartilhar conosco sua opinião e se curtiu a crítica, compartilhe com seus amigos! 😉

    Sandra Bullock produzirá filme que adaptará quadrinho de Mark Millar

    Seguindo o sucesso de Birdbox, Sandra Bullock se juntará novamente à Netflix para adaptação de um quadrinho.

    De acordo com a EW, a atriz se juntará ao diretor Chris McKay para um novo filme baseado no quadrinho Reborn, de Mark Millar e Greg Capullo. Bullock está na cadeira de produtora ao lado de Millar, Roy Lee, e Miri Yoon, mas há possibilidade de que a atriz interprete a personagem central.

    Reborn conta a história de Bonnie Black, uma mulher de 80 anos que morre e se encontra renascida em Adystria, uma terra repleta de seres mágicos e dragões. Ela está novamente jovem, e encontra todas as pessoas que ama em Adystria, exceto seu marido falecido. A fim de encontrá-lo, ela precisa se tornar uma heroína.

    O filme será o primeiro de uma série de propriedades da Millarworld que será adaptada para o serviço de streaming, incluindo a série de TV baseada em O Legado de Júpiter e American Jesus, junto de filmes dos quadrinhos Imperatriz, Huck e Sharkey: O Caçador de Recompensas.

    Os Garotos Perdidos: CW dá sinal verde para episódio piloto da série

    0

    De acordo com a Variety, o roteirista original, Rob Thomas estava ocupado com o revival de Veronica Mars pela Hulu, mas uma nova escolha trouxe Heather Mitchell (Scandal e Grey’s Anatomy) para a emissora, e assumirá a cadeira de roteirista. Thomas continuará abordo do projeto como Produtor Executivo junto com Dan Etheridge da Spondoolie Productions, assim como Mike Karz Bill Bindley da Gulfstream Television. Rebecca Franko da Spondoolie irá produzir.

    A Spondoolie e a Gulfstream produzirão em associação com a Warner Bros. Television.

    No filme Os Garotos Perdidos (1988) – com uma das melhores trilhas sonoras do cinema -, os irmãos Michael (Jason Patric) e Sam (Corey Haim) se mudam com sua mãe (Dianne Wiest) para uma pequena cidade no norte da Califórnia. Enquanto o jovem Sam encontra novos amigos com os nerds Edward (Corey Feldman) e Alan (Jamison Newlander) conhecidos como “Os Irmãos Frog”, o angustiado Michael se apaixona por Star (Jami Gertz), mas ela parece já ter um envolvimento com o bad boy David (Kiefer Sutherland), líder de uma gangue local de vampiros. 

    Sam e seus novos amigos devem salvar Michael e Star dos mortos-vivos chupadores de sangue, e sua mãe de seu suposto pretendente, que pode ou não ser o pai da raça local de vampiros.

    TBT #4 | De Volta Ao Jogo (2014, Chad Stahelski, David Leitch)

    0

    Com o recente primeiro trailer de John Wick: Capítulo 3 – Parabellum lançado, nada mais justo que assistir mais uma vez aos filmes anteriores para chegar no cinema, dia 17 de Maio, com a história do “Baba Yaga” (“Bicho Papão”) fresquinha.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | John Wick: Capítulo 3 | Confira o primeiro trailer

    Você deve estar se perguntando: “Sério? Um filme sobre o Bicho papão?“. Não. John Wick (Keanu Reeves) é um assassino profissional, e tão letal que seria capaz de assustar o próprio Bicho Papão.

    O longa De Volta Ao Jogo (John Wick, título original) tem uma grande curiosidade. Ser um encontro de ex-colegas de set de filmagens. Os diretores Chad Stahelski e David Leitch – que foram responsáveis pelas coreografias de lutas na franquia Matrix; que consagrou Keanu Reeves –, o filme também traz no elenco Daniel Bernhardt (que atuou como Agente Johnson) e Randall Duk Kim (que interpretou o Chaveiro), ambos em Matrix Reloaded (2003).

    Parece que a ideia de trazer algo do sucesso de Matrix deu certo. De Volta Ao Jogo foi lançado de forma despretensiosa, com um orçamento de apenas US $ 20 milhões e arrecadou mais de US $ 88 milhões; garantindo assim a sequência John Wick: Um Novo Dia Para Matar (orçamento: US $ 40 mi – arrecadação: US $ 171 mi) e agora seu terceiro e aguardadíssimo John Wick: Capítulo 3 –  Parabellum.

    De Volta Ao Jogo é o típico filme de vingança “sangue nos olhos”. Onde temos um primeiro ato apresentando a motivação de John Wick e confirmação de sua fama para o espectador. Já o segundo e terceiro ato são retos e óbvios como um headshot de um sniper. Wick nos mostra toda sua habilidade em matar. Cabe a nós curtir o passeio nessa bala viajando até a cabeça de seu alvo no fim do filme.

    Os diretores Stahelski e Leitch administram bem as cenas de tiros e de luta corpo a corpo, mas pecam ao não desenvolverem personagens de grandes atores como Wiston vivido por Ian McShane, Marcus interpretado por Willem Dafoe e Aurelio do colombiano John Leguizamo, bem como o próprio Hotel Continental que por si só deve ser cheio de histórias de fundo.

    As cenas são bem construídas e algumas cenas aéreas nos dão uma visão singular de Nova York. Mas se de um lado temos boas cenas de ação, de outro temos uma excelente trilha sonora caminhando de mãos dadas, o que mantém a tensão e os olhos atentos para cada detalhe nas muitas mortes no rastro de sangue deixada por John Wick.

    Avaliação: Bom

    Confira abaixo o trailer legendado:

    De Volta Ao Jogo está disponível na Netflix.

    Curtiu nossa indicação? Não deixe de conferir as anteriores em nossa campanha TBT! E lembre-se de deixar seu comentário e compartilhar com seus amigos 😉