Com apenas dois anos de existência, o Choque de Cultura é uma fenômeno da internet, com direito a visualizações na casa dos milhões e muitos memes e bordões espalhados pela rede. O formato é simples: uma websérie em que quatro típicos motoristas de van fazem crítica de cinema de um modo bem peculiar. Agora os maiores nomes do transporte alternativo nacional chegam à literatura com o livro: 79 filmes para assistir enquanto dirige, que chegou da gráfica esta semana e estará nas livrarias em novembro pela editora Galera.
O livro é uma coletânea de 79 críticas hilárias (seriam 80, mas o Julinho não entregou o texto sobre “Se eu fosse você 2”, explica a apresentação), além de perfis dos quatro motoristas escritos pelos próprios e um glossário de termos cinematográficos explicados por Maurílio. Caíto Mainier, Leandro Ramos, Daniel Furlan e Raul Chequer – intérpretes, respectivamente, de Rogerinho do Ingá, Julinho da Van, Renan e Maurílio dos Anjos – assinam os textos ao lado dos outros quatro roteiristas do Choque: Juliano Enrico, Pedro Leite, David Benincá e Fernando Fraiha.
Rogerinho diz que os filmes criticados vão desde Edward Mãos de Tesoura e comenta:
“Esse filme já começa errado, porque é um filme de terror para criança, e todo mundo sabe que, pra assustar uma criança, você só precisa se esconder atrás da porta e dar um grito quando ela passar que ela já começa a chorar.”
Até Laranja mecânica, que de acordo com Julinho:
“É na verdade, tipo uma novela Carrossel que o SBT convidou o tal do Stanley Kubrick para dirigir.”
A lista tem ainda Feitiço do Tempo que para Maurílio:
“É sobre um cara que fica preso no mesmo dia e faz tudo sempre igual, perde sua humanidade e se torna um pálido reflexo do que um dia foi. Resumindo, é tipo um stories do Instagram.”
Já Renan avisa que também tem Ghost: Do Outro Lado da Vida e comenta:
“Quem, assim como eu, for assistir a esse filme achando que o Patrick Swayze é um androide vindo do futuro para ajudar a Demi Moore a encontrar uns assassinos, vai se surpreender.”
Além das bem-sucedidas duas temporadas na internet, a turma do Choque de Cultura estreou recentemente na TV aberta. Desde o fim de setembro, eles comentam os filmes da Temperatura Máxima, exibidos no domingo à tarde, na TV Globo.
E aí, o que acha do Choque de Cultura? Nós do Feededigno já tivemos a oportunidade de esbarrar com essa galera durante o Game & Geek Rio Festival e podemos dizer que os caras são demais!
O terceiro ano de Demolidor é focado no arco dos quadrinhos intitulado A Queda de Murdock, escrito por Frank Miller e sem dúvida uma das melhores histórias do Demônio de Hell’s Kitchen.
O futuro da parceria entre a Marvel e a Netflix tem se tornado cada vez mais incerto. Com o cancelamento de Punho de Ferro e de Luke Cage – que ocorreram no intervalo de uma semana –, as outras séries que resultaram desse acordo também ficaram ameaçadas de serem encerradas sem um final definitivo. Felizmente, após essa excelente temporada que vem arrancando elogios da crítica especializada e dos fãs, é muito pouco provável que Demolidor entre nessa lista.
Dessa vez quem assume o cargo de showrunner é o americano Erik Oleson, conhecido por seu trabalho em Arrow. Aqui, ele decide nos apresentar um Matt Murdock (Charlie Cox) quebrado, tanto fisicamente quanto psicologicamente, também temos um roteiro repleto de questionamentos religiosos, cenas de lutas épicas, ótimos personagens e uma trama adulta que é desenvolvida com precisão.
Ainda muito abalado e carregando sequelas após os acontecimentos de Os Defensores, o herói é abrigado e recebe cuidados no local onde passou toda a sua infância. Quando o vilão Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), após um acordo feito com o FBI, é colocado em prisão domiciliar e passa a manipular os agentes federais para retomar o controle de Hell’s Kitchen, Matt precisa voltar à ação – e parar o Rei do Crime.
Partes do primeiro episódio, Ressurreição, são feitas para nos passar a sensação de desorientação e desconforto de Murdock, que está surdo de um ouvido. Para isso, o diretor Marc Jobst opta por deixar, em certos momentos, o fundo da imagem desfocado. Além disso, é interessante notar também como Jobst deixa a câmera trêmula, fortalecendo ainda mais as sensações do personagem.
A relação de Matt Murdock com a religião sempre foi uma das coisas mais interessantes da série e as cenas em que ele vai à igreja para conversar com o padre Lantom (Peter McRobbie) são sempre muito boas. Nesse ano, os questionamentos religiosos também estão lá, só que mais fortes e com uma carga dramática ainda maior. Uma subtrama específica envolvendo a personagem de Joanne Whalley dá mais intensidade a esse arco.
Outra coisa que sempre foi um dos pontos mais altos de Demolidor: as cenas de ação. O programa coleciona, desde o primeiro ano, excelentes lutas muito bem coreografadas – algumas delas filmadas em um só take. Tivemos, na primeira temporada, a cena do corredor e depois veio a da escada no segundo ano. Dessa vez, a série surpreende mais uma vez com um excepcional plano-sequência com mais de dez minutos onde acontece de quase tudo: pancadaria, explosão, diálogos, câmera entrando em carro, e mais. Não esquecendo, é claro, das lutas do Demolidor contra o Mercenário (Wilson Bethel) – destaque para o primeiro encontro deles e para o embate na igreja.
Outro destaque dessa temporada são os vilões. Temos o retorno de Vincent D’Onofrio ainda mais intimidador como o Rei do Crime – ele nasceu para esse papel. Ao fazer o Matt se questionar se apenas a lei é capaz de parar o antagonista demonstra como o mesmo é eficiente; algo que acaba aumentando o conflito do protagonista. Ademais, a introdução do Mercenário é um dos grandes feitos do programa – é válido ressaltar o ótimo recurso narrativo utilizado para contar a história do novo personagem.
Charlie Cox está cada vez mais se consagrando como um grande ator ao dar vida a um Matt Murdock dividido entre sua crença religiosa, seu trabalho como advogado e sua atuação como vigilante; Deborah Ann Woll e Elden Henson também estão muito bem como Karen Page e Foggy Nelson respectivamente, a química deles continua muito boa. E Wilson Bethel em momento algum decepciona ao encarnar o psicopata Benjamin Poindexter.
Da esquerda para direita: Vincent D’Onofrio, Wilson Bethel, Charlie Cox, Deborah Ann Woll e Elden Henson.
Uma nova adição ao elenco foi o agente Ray Nadeem (Jay Ali). E é muito bom notar que todas as ações dele contribuem para a resolução do problema central da trama, da mesma maneira que todos os outros o fazem nessa temporada, o que é uma ótima escolha do roteiro, pois deixa a trama ainda mais precisa. Todavia, um episódio reservado para contar o passado da Karen Page pode parecer desnecessário, ou até mesmo anticlimático, para alguns.
Uma das coisas que sempre agradou os fãs de Demolidor é a sua qualidade cinematográfica – se no filme de 2003 falta esse aspecto, aqui sobra. Os planos-sequência e a fotografia de algumas cenas são sempre elogiados, não podia ser diferente agora. Personagens banhados em luz vermelha e a boa utilização de locais escuros para criar momentos memoráveis são alguns dos destaques. Os elogios também caem sobre a abordagem adulta do programa. A brutalidade e a sanguinolência marcam presença mais uma vez.
Sim, o futuro d’OsDefensores está ameaçado, mas mesmo se não voltarmos a ver Luke Cage, Punho de Ferro, Jessica Jones e o “Demônio de Hell’s Kitchen” lutando juntos ou individualmente contra o crime, pelo menos de uma coisa poderemos ter certeza, com essa temporada, Demolidor se consagra como a melhor produção da Marvelnão apenas na Netflix, mas também na TV como um todo.
Avaliação: Excelente
Confira o trailer legendado de lançamento:
Demolidor estreou este mês na Netflix. E aí, já maratonou a 3ª temporada? Em qual episódio está?? Conta pra gente aqui nos comentários o que está achando e se ainda não começou: o que está esperando!? 😉
Seja bem-vindo às Ilhas Gregas! Assassin’s Creed Odyssey é o 11º primeiro jogo da franquia principal que nasceu lá no longínquo ano de 2007, e é idealizado e produzido pela Ubisoft Quebec.
Pela primeira vez, o game conta com a opção de selecionar seu protagonista, mudando ligeiramente o background deles. Pode-se jogar como Alexios ou Kassandra, que mudam a perspectiva do jogador conforme a progressão. Ambos os personagens têm força o suficiente para segurar o título, porém Kassandra é a primeira protagonista feminina da franquia principal –se você não levar em conta Shao Jun, titular do título Assassin’s Creed Chronicles: China, que é basicamente uma experiência 2.5D – e que é mostrada como uma personagem forte, o que as jogadoras da franquia sempre pediram, e enfim a Ubisoft atendeu.
O game resgata elementos que foram apresentados no início da franquia e inova ao trazer mecânicas de RPGs, e parece ter bebido diretamente da fonte de outros games.
Combinando elementos visuais e mecânicos, o game que conta com um enorme fandom, apresenta algo de extrema importância nos RPGs de mesa e digitais. E pela primeira vez, temos a chance de escolher qual será o final do jogo e como seremos conhecidos pelos habitantes das Ilhas Gregas.
História
Quando lançados na história do game, temos um vislumbre da Batalha das Termópilas, também conhecida como a Batalha dos 300. O game nos permite controlar por um curto período de tempo o lendário Rei Espartano, Leônidas, na sua tentativa de parar o ataque do enorme exército Persa.
Ao fim da batalha, somos apresentados ao core da trama de Assassin’s Creed, e às Memórias Genéticas. Nos dias atuais, vemos um grupo “rebelde” da Abstergo, que ao encontrar a lendária lança de Leônidas (que é o equivalente a Lança do Destino), encontra dois filamentos de DNAs nos permitindo assim, escolher entre os dois protagonistas.
As primeiras 4-7 horas, passamos na Ilha de Cefalônia – e o início da Guerra do Peloponeso – lar dos nossos protagonistas, mas não se prenda àquele lugar, pois ele é apenas a porta de entrada do enorme mundo de Assassin’s Creed Odyssey.
O game inova ao trazer mecânicas de RPG, e altera elementos antigos da franquia, apresentados na primeira edição há 11 anos atrás.
A primeira que espanta e nos encanta, é o número de personagens em tela, assim como o primeiro game da franquia nos impressionou, a Ubisoft não poupa seus NPCs e põe até 300 em tela durante alguns momentos tensos do game.
Como era de se esperar, a tão requisitada mecânica de RPGs trouxe novos ares ao game, impressionando em sua variedade, mas peca por não inovar, seguindo o caminho já trilhado por games do mesmo gênero.
Por se tratar de um game de mundo aberto, Assassin’s Creed Odyssey nos dá uma enorme liberdade de viajar pelas ilhas gregas, durante sua Era de Ouro, visitando Esparta, Atenas, e outras icônicas cidades, conhecendo personagens icônicos como Herótodo, Péricles e até mesmo Sócrates.
Sendo possível escolher de qual lado da guerra você ficará – se Espartano ou Ateniense -, o game conta com uma incrível árvore de habilidades que lhe permite aprimorar o personagem afim de te preparar para o que está por vir, desde ameaças comuns, como um exército Espartano ou Ateniense, à uma Górgona, ou o Minotauro.
Gráficos
Assassin’s Creed Odyssey possui uma beleza singular, sendo ainda mais impressionante que o seu predecessor Assassin’s Creed Origins, lançado há apenas um ano atrás.
O game aposta na verossimilhança, te fazendo se sentir como se voltasse à uma terra conhecida – se você é um fã da cultura greco-romana – quando chega a pontos como o Partenon em Atenas, ou à alguns templos como os de Atena, Zeus e outros.
Pode contar que ao jogar Odyssey, você perderá umas belas horas apenas vagando para admirar detalhada versão da Grécia pela Ubisoft.
Veredito
Assassin’s Creed Odyssey que vinha sendo produzido por três anos, é o ponto mais alto da franquia nos últimos anos, mas não chega a sobressair em relação aos games originais, que teve Altaïr Ibn-La’Ahad como o primeiro protagonista e posteriormente Ezio Auditore em Assassin’s Creed 1 e 2, respectivamente.
O novo game da Ubisoft expande ainda mais a lore da franquia, apresentando novos elementos, que se contados aqui, estragarão sua experiência ao entrar na odisseia de Alexios ou Kassandra.
Avaliação:
Confira o trailer dublado de lançamento:
A Ubisoft nos fez uma bela surpresa ao nos apresentar com o melhor game da franquia na atual geração, e certamente renderá muitas horas de diversão e interação na Grécia Antiga.
Assassin’s Creed Odyssey foi lançado este mês e está disponível para PlayStation 4, Xbox OneNintendo Switch e PC.
E aí, curtiu essa crítica? Já está jogando o game? Deixe seu comentário e lembre-se de nos acompanhar nas principais redes sociais.
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Estamos na Youtube transmitindo gameplays semanais de jogos para os principais consoles e PC. Por lá, você confere conteúdos sobre lançamentos, jogos populares e games clássicos todas as semanas.
Para todos os fãs que esperam ver Namor na tela grande do Universo Cinematográfico da Marvel, parece realmente teremos essa chance em breve.
Na quinta-feira, Erick Weber participou de uma exibição de prêmios de Pantera Negra, da Marvel, e ele foi ao Twitter antes do evento para perguntar se alguém tinha perguntas para o diretor da Marvel Studios, Kevin Feige, que estaria presente. Quando a exibição terminou, Weber voltou a ficar online para revelar algumas das respostas que recebeu do produtor.
“OK, aqui vamos nós com 3 perguntas rápidas e suas respostas diretamente da boca de Kevin Feige:
1) Teremos um trailer de Vingadores 4 antes do final do ano?
‘Sim. Teremos.’
2) Teremos Namor no UCM?
‘Namor PODERIA fazer uma aparição, ainda estamos decidindo SE e quando.’
3) Qual o status de Guardiões da Galáxia Vol.3?
‘Em pausa’.”
É claro que a chegada do trailer de Vingadores 4 é uma grande notícia, embora muitos previssem que o trailer sairía em algum momento de 2018. O comentário sobre Guardiões da Galáxia Vol.3 permanecer pausado também não é uma surpresa, considerando a ausência de um diretor após a demissão de James Gunn.
A presença de Namor no UCM, no entanto, é uma grande notícia.
Nos 10 anos de Marvel Studios, Namor O Príncipe Submarino (basicamente o Aquaman da Marvel) nunca foi sequer citado nos filmes do estúdio. Muitos fãs amam o personagem, mas sua história complicada com mutantes e inumanos torna sua situação um pouco difícil. Seus direitos há muito pertenciam à Universal, assim como o Hulk.
No início deste ano, Feige abordou os direitos de Namor, dizendo que eles não eram tão fáceis de conseguir quanto os outros personagens.
“É. Eu acho que há uma maneira de provavelmente conseguir, mas não é tão fácil quanto a maioria dos outros personagens.”
O presidente do estúdio levantou a questão dos direitos dos personagens em um ponto, dizendo que a maioria dos personagens da Marvel que não pertenciam à Disney eram da Fox ou da Sony. No entanto, ainda havia alguns outros estúdios que complicam as coisas.
“Há alguns personagens com alguns outros estúdios envolvidos que teriam que ser negociados. Então, é claro, o Homem-Aranha ainda está com a Sony, independente do nosso acordo em fazer os filmes juntos. Mas a maioria deles está em casa agora. Se essa coisa da Fox acontecer, sim, teremos a maioria.”
Aquaman, o mais novo filme da parceria Warner Bros. e DC,está chegando aos cinemas ainda este ano, e a Marvel Studios pode estar pronta para lançar sua própria aventura subaquática em breve, embora ainda seja um mistério quando isso acontecerá.
E você, o que acha de termos Namor no Universo Cinematográfico Marvel? Conte-nos qual versão gostaria de ver uma versão clássica ou a mais recente do herói. Deise xeu comentário! E lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos!
Vampyr continua sendo um dos jogos favoritos de muita gente. É difícil e é certamente um jogo B, mas as ideias e o mundo que ele tem a seu favor são maravilhosos.
O Vampyr está pronto para chegar a um novo público em breve. Através de um relatório trimestral de investidores (via ResetEra), a editora Focus Home Interactive revelou que o jogo foi um sucesso entre PC, PlayStation 4 e Xbox One. No entanto, acrescentou que Vampyr estará recebendo uma versão do Nintendo Switch em algum momento no futuro. Em um comunicado, Focus disse:
“Após o impressionante sucesso do jogo no PC, Xbox One e PS4, será a vez da Nintendo Switch receber o título para alcançarmos um público ainda maior.”
Mais detalhes sobre a versão não foram compartilhadas, então não sabemos exatamente quando podemos esperar o jogo. Parece que temos que esperar pela revelação oficial.
Estamos curiosos para ver o quão bem o Vampyr roda em um Nintendo Switch. É um jogo intensivo, então ver o desempenho do console será a chave para o sucesso do game.
E aí, já jogou Vampyr? O que achou do game? Conte pra nós deixando seus comentários abaixo. E lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos que possuem o Nintendo Switch!
La Casa de Papel é certamente a série de idioma que não seja o inglês mais assistida da gigante do streaming. E agora a 2ª temporada (ou terceira parte) está entrando em produção e adicionou novos personagens ao elenco. E ontem a Netflix lançou um primeiro comemorando a ocasião.
Produzido diretamente pela Netflix e pela Vancouver Media, a série criada por Alex Pina e Esther Martínez Lobato, teve sua terceira parte de anunciada originalmente em abril. Muito pouco era então conhecido sobre o seu enredo, além de que “o professor planejará novos assaltos, que serão revelados em 2019”, disse a companhia, e que grande parte do elenco original retornaria.
A Netflix anunciou nesta quinta-feira:
“O bando está de volta. Desta vez, será mais do que um assalto e, com novos membros, as apostas serão elevadas.”
Ao som da música de Bella Ciao, o novo vídeo sugere mais personagens para a Parte 3, além de mostrar o reencontro do elenco principal. Liderados por Alvaro Morte (O Professor) e Úrsula Corberó (Tóquio) entram alegremente no estúdio para uma leitura de roteiro conduzida por Pina e o diretor Jesús Colmenar.
Os novos membros do elenco são Hovik Keuchkerian (Bogotá), Najwa Nimri (Alicia), Fernando Cayo (Tamayo) e o já anunciado Rodrigo de la Serna (O Engenheiro).
O elenco principal visto no vídeo são Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo) Kiti Mánver (Mariví) Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).
Apesar de morrer no clímax da Parte 2, Berlin (Pedro Alonso) aparece no final do vídeo, o que irá estimular a especulação sobre o tipo de papel que ele pode ter na Parte 3, se vai ter flashbacks, por exemplo. Todos, sem dúvida, serão revelados, pouco a pouco, em outros vídeos.
Confira o vídeo:
A Atresmedia da Espanha e a Vancouver Media produziram La Casa de Papelpara ser transmitida na Espanha, mas após lançada na Netflix, tornou-se fenômeno global.