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    Homem-Aranha: Longe de Casa | Filme atinge a marca de US $ 1 bilhão

    Sabíamos que era apenas uma questão de tempo até Homem-Aranha: Longe de Casa atingir a marca de US $ 1 bilhão em arrecadação ao redor do mundo. E como muitos previam, o mais recente filme da parceria Sony Pictures e Marvel Studios agora se tornou o primeiro filme do Cabeça de Teia a atingir a marca de 1 bilhão de dólares.

    O filme dirigido por Jon Watts e sequência de Homem-Aranha: De Volta ao Lar, – que também serviu como um epílogo de Vingadores: Ultimato – agora passou a arrecadação de US $ 333 milhões só dentro dos Estados Unidos, e US $ 672 milhões ao redor do mundo. Vale apontar que o filme teve estreia simultânea em quase todos os países que costumam ter uma arrecadação de bilheteria significativa, assim como a China.

    A sequência de Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o segundo filme da Sony a bater a marca de 1 bilhão de dólares, atrás apenas de 007: Skyfall de 2012, que arrecadou US $ 1,1 bilhão.



    E é claro, que esse feito, faz Homem-Aranha: Longe de Casa ser o filme com maior arrecadação de todos os tempos do Amigão da Vizinhança, e isso sem dúvida garante que a pareceria entre Sony Pictures e Marvel Studios continue por pelo menos mais uma sequência.

    Segundo Richard Rushfield do /Film:

    “O acordo original sobre o Homem-Aranha da Sony/Marvel para co-produzir estes filmes estabeleceram que se este filme do Teioso ultrapassasse US $ 1 bilhão, a Marvel poderia produzir um terceiro. Senão, o controle total reverteria para Sony.”

    No longa, Peter Parker (Tom Holland) está em uma viagem de duas semanas pela Europa, ao lado de seus amigos de colégio, quando é surpreendido pela visita de Nick Fury (Samuel L. Jackson). Que sem os Vingadores, convoca o Homem-Aranha para mais uma missão heroica, onde ele precisa enfrentar vários vilões elementais que surgem em cidades-símbolo do velho continente, como Londres, Paris e Veneza, e também a aparição do enigmático Mysterio (Jake Gyllenhaal).

    Também fazem parte do elenco Zendaya, Jacob Batalon, Marisa Tomei, Cobie  Smulders e Jon Favreau.

    Conta pra gente nos comentários, o que vocês acharam de Homem-Aranha: Longe de Casa?

    CRÍTICA – Homem-Aranha: Longe de Casa (2019, Jon Watts)

    Superman: Roteiristas de Ultimato revelam o que fariam de certo no filme

    Os roteiristas de Vingadores: Ultimato contaram com uma longa lista de personagens do Universo Cinematográfico Marvel, então como eles consertariam o Superman? Em uma nova entrevista, eles revelaram que não “sujariam” o Homem de Aço.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA – Martelada #9 | Vingadores: Ultimato – O maior encontro de todos!

    James Gunn pulou para o Universo Estendido DC após ser demitido da Marvel Studios – e algum tempo depois ser recontratado -, o diretor será responsável pelo novo Esquadrão Suicida, antes de voltar a trabalhar no novo Guardiões da Galáxia Vol. 3, mas será que os roteiristas de Vingadores: Ultimato serão os próximos a pular para um universo dos quadrinhos diferente?

    Em uma entrevista que aconteceu durante a San Diego Comic Con, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus revelaram que o Superman é um personagem que adorariam trazer para as telonas, e apontaram que os filmes do Capitão América são prova de que há uma formas de trazer personagens icônicos para as telonas – com uma tentativa falha em Superman: O Retorno (2006) e Homem de Aço (2013), que recebeu críticas mais diversas.

    McFeely explicou:

    “Eu certamente acho que o Capitão América mostra que há formas de fazer um filme do Superman muito bom nos dias de hoje. Você sabe, você não precisa sujá-lo. Você não precisa se livrar da sua retidão. O Superman do Christopher Reeve é um dos meus filmes favoritos, e é um dos que mais nos inspiramos para escrever.”

    É difícil pensar em alguém melhor para a árdua tarefa de fazer um filme solo excelente para o Superman, mas ao ver que a Warner Bros. deixou de lado as ideias de Christopher McQuarrie, parece que o herói não é mais uma prioridade para o estúdio agora. Tenha em mente que a Warner está desenvolvendo um filme da Supergirl.

    Confira os comentários no vídeo abaixo:

    Sonic: Filme parece ter sido atrasado de novo

    Sonic agora será lançado em março de 2020, ao invés de 14 de fevereiro. Pelo menos de acordo com o Twitter oficial do filme.

    O primeiro trailer do filme live-action do Sonic foi lançado em abril, e imediatamente, a internet se encheu de comentários negativos. O personagem icônico dos vídeo-games ganhou um visual bem estranho e os fãs ficaram bem incomodados com isso.

    Após um trailer ser lançado, ele recebeu 700.000 dislikes no Youtube; Jeff Fowler, o diretor do filme rapidamente foi as redes sociais para anunciar que o personagem ganharia um redesign, mas dessa vez seria mais fiel ao visual do Sonic.

    Devido a necessidade de reanimar o personagem, basicamente do início; Fowler anunciou que o lançamento do filme foi mudado para o dia 14 de fevereiro de 2020. Entretanto, de acordo com a conta oficial do Twitter do filme (via @Wario64), nós agora teremos que esperar um pouco mais para ver o velocista azul correr nas telonas.

    A bio do Twitter mencionado acima, foi alterado e agora consta que o filme chegará aos cinemas em março de 2020. Não é uma mudança drástica, mas obviamente vale uma notinha aqui.

    “Sonic: O Filme foi atrasado para março de 2020 (antes era 14 de fevereiro de 2020), de acordo com bio oficial no Twitter.”

    Atualização: Seguindo a atenção que foi recebida por essa mudança; a conta oficial no Twitter agora voltou a ser como era. A menos que os planos da Paramount de anunciar oficialmente a mudança de lançamento daqui um tempo; parece que Sonic será lançado em fevereiro de 2020.

    Gears of War: Terry Crews gostaria muito de fazer um filme com Dave Bautista

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    Há um filme em andamento há anos que é baseado na popular série de tiro Gears of War. Infelizmente, não se falou muito sobre o filme da Universal Pictures, mas houve uma coisa que aparece o tempo todo, e esse é o fato de que Dave Bautista quer fazer parte do projeto. Não só ele quer, mas os fãs da série e do ex-lutador/ator também querem isso. Dito isso, outro ator popular falou sobre seu interesse em fazer o filme, e não é outro senão Terry Crews.

    Enquanto Bautista, obviamente, assumiria o papel de Marcus Fenix, Terry Crews poderia ser perfeito para o papel de Augustus Cole, mais carinhosamente conhecido como Cole Train.

    Quando o ator Stephen Ford trouxe isso em seu Twitter, Terry Crews respondeu:

    “Droga. Eu gosto disso. Eu gosto muito disso.”

    Ele então seguiu com um tweet separado que continha uma foto dele e de Bautista juntos, apenas aumentando seu interesse em fazer um filme de Gears of War com ele.

    Não é difícil de imaginar como os fãs ficaram loucos com a ideia de Terry Crews e Dave Bautista estrelando um ao lado do outro em uma adaptação cinematográfica de Gears of War. E já fizeram até uma montagem de Crews:

    Atualmente é desconhecido quem estará no filme de Gears of War, ou até mesmo quando ele será feito. De qualquer forma, parece que temos dois atores escolhidos para seus papéis – pelo menos escolhidos pelos fãs -, mas agora basta o estúdio fazer isso acontecer. Só o tempo irá dizer.

    Quanto ao que vem a seguir, Gears 5 será lançado em 10 de setembro para Xbox One e PC.

    O que você acha sobre tudo isso? Você adoraria ver essas duas estrelas no filme Gears of War? Deixe seus comentário abaixo.

    TBT #30 | Crianças Lobo (2012, Mamoru Hosoda)

    Com o longo nome de Ōkami Kodomo no Ame to Yuki na versão orignal, Crianças lobo, no Brasil, é uma belíssima obra de Mamoru Hosoda, lançado em 2012.

    O filme conta a história de uma estudante que se apaixona por um homem-lobo. Juntos eles tem dois filhos meio lobisomens, Ame e Yuki. Após o nascimento, seu pai desaparece inesperadamente e Hana o encontra morto em forma de lobo – calma, não precisa me xingar que isso acontece logo no início, e cá entre nós, não é nem 1% da alma do filme -, após a morte do amado, e tendo problemas com a crianção de crianças lobo no meio urbano, Hana decide então se mudar para uma cidade rural, onde pretende sozinha cuidar de seus dois filhos longe dos olhares de curiosos.

    Num primeiro momento o título pode nos remeter a uma história fantasiosa e misteriosa a respeito de duas crianças meio humanas, meio lobos, mas engana-se, pois é uma belíssima história sobre a maternidade. Tentarei ter a árdua tarefa de em palavras expressar meus sentimentos e empatia ao ver essa obra maravilhosa.

    A mulher humana é o centro do enredo, ser deixada com duas crianças já é uma tarefa árdua para qualquer mulher, imagine então crianças meio humanas meio lobo, nos pouco mais de 12 anos retratados na história, temos
    uma visão pessoal sobre a vida dessa família hibrida, mas principalmente e especialmente sobre Hana.

    Assim como na vida real, Hana é constantemente questionada em suas ações de mãe, ao abandonar o emprego para cuidar dos filhos, ao decidir não matricular os filhos na pré-escola, chegando ao conselho tutelar que sob alegação de que as crianças não haviam sido vacinadas, tentam retirar a guarda de seus filhos.

    Hana vive com a certeza de que Ame e Yuki pertencem a dois mundos, e ao crescerem cada um se fortalece em suas personalidades, trazendo à mãe o sofrimento de tentar entender sozinha a respeito de lobos, suas vidas e seus folclores.

    No decorrer da trama fica visível a exaustiva vida da mãe ao tentar dar aos filhos o melhor, com o mínimo que ela tem, podemos acreditar que diretor e escritores quiseram dar à história um tom de homenagem a todas as mães, mas é inegável o cansaço, exaustão e angústia que se sente ao ser empático com Hana no seu papel de mãe.

    Uma história linda que merece ser vista por todos, não bastasse a riqueza na história, a animação não decepciona; tendo lindas paisagens e a trilha sonora deixa tudo mais gostoso de ser assistido. Por si só um filme sobre crianças meio lobo já seria interessante, mas ao fazer um filme sobre crianças lobo tendo a mãe humana como protagonista, surpreende e emociona. Crianças Lobo é certamente é um presente de Mamoru Hosoda.


    Assista ao trailer legendado:

    E você, já assistiu Crianças Lobo? Se ainda não, o filme está disponível na Netflix. Assista e volte para deixar seus comentários e sua avaliação. E lembre-se de conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno.

    CRÍTICA – O Rei Leão (2019, Jon Favreau)

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    Ponto importante: O Rei Leão original de 1994 é um clássico da Disney e eu fui um dos que viveram a época do VHS e tiveram a famosa “fita verde” onde assisti e re-assisti milhões de vezes a grande aventura de Simba e seus amigos.

    Não é preciso dizer que eu estava ansioso pela tão aguardada releitura de Jon Favreau depois da qualidade visual em Mogli: O Menino Lobo (2016). As notícias diziam que a tecnologia de fotorrealismo utilizada para recriar os cenários e animais do remake foi algo totalmente novo no cinema; e se você não estava em Marte, sabe que o primeiro trailer “quebrou a Internet” levando os fãs à loucura.

    Não há dúvidas de que o CGI é o ponto alto dessa repaginada do clássico da Disney. Quando você pensa no que está assistindo, é realmente extraordinário: o vento agitando a crina de Mufasa enquanto ele fica no afloramento rochoso, a caminhada suavemente ameaçadora de Scar, a debandada dos gnus, os raios de sol tocando a planície, etc. O realismo alcançado pelo estúdio de animação e efeitos gráficos Moving Picture Company Vancouver – responsável também por A Vida de Pi, Detetive Pikachu e pelo redesign de Sonic – fez com que eu rapidamente parasse de pensar em “uau” e fui para “sim, são leões reais que falam, cantam e até comem insetos”.

    Resumindo, a experiência visual de O Rei Leão significa ultra-realismo combinado com uma sensibilidade artística atemporal. Algo que só percebi em Avatar, de James Camaron, e A Vida de Pi.



    Por mais lindo que seja este filme, é impossível ignorar o fato de que o longa tem uma história clichê: o príncipe exilado que retorna para exigir seu trono de direito que havia sido usurpado. Mas se não fosse o apego emocional que os fãs da “fita verde” possuem, certamente não choraríamos nos primeiros minutos do filme ao ouvir os primeiros versos da música “Circle of Life” com o seu inesquecível: “Naaaaats ingonyaaaaa ba bagithi Baba” ou dar boas risadas ao cantar: “Hakuna Matata“.

    Felizmente, sua seriedade se dissipa com todas as aparições do suricato Timão (dublado na versão original por Billy Eichner e na versão brasileira por Ivan Parente) e pelo javali Pumba (Seth Rogen/Glauco Marques), os alívios cômicos do filme.

    Pela ligação com o filme original preferi assistir a versão dublada, mesmo sabendo que os dubladores originais haviam sido substituídos e que infelizmente o marcante Pedro de Saint Germain que dublou o Timão original havia falecido, aos 69 anos, em 24 de Abril de 2019.

    Mesmo que as dublagens de Iza (Nala) e Ícaro Silva (Simba) – Donald Glover e Beyoncé, no original – não tenham me agradado, a ligação emocional com o longa foi o ponto chave; e sim, chorei com a morte de Mufasa, ri com as piadas de Timão e Pumba e cantei todas as músicas.

    É certo dizer que O Rei Leão agradou todas as crianças presentes na sala de cinema, e também que foi um grande mergulho na nostalgia para os pais dessas crianças. A sensação de alegria ao sair foi algo maravilhoso e mesmo que Nancir e eu tenhamos saído bastante desidratados após chorarmos copiosamente, ainda prefiro a versão original.

    Este remake é uma potência visual, mas não emocional para os que nunca assistiram ao original. Em parte porque a boca dos animais e suas expressões geralmente não pode sinalizar muita coisa como na versão de desenho animado, principalmente a boca dos leões. Fazendo com que todo o peso da conexão emocional fique nas vozes dos dubladores.

    Acredito que reviver filmes antigos para o público moderno com novas técnicas disponíveis é algo importante. Por isso muitas histórias são repetidas, em diferentes gêneros ao longo do tempo. Espero que um dia alguém tente reiniciar o Jurassic Park, mas desta vez com dinossauros reais. Mas este remake de O Rei Leão, embora perfeito visualmente, certamente não fixou morada nos corações como seu original.

    E você, o que achou do filme? Deixe seus comentários e lembre-se de dar sua avaliação.



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