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    Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw | Novo trailer chega cheio de ação

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    Universal Pictures acaba de lançar o segundo trailer de Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw (Fast & Furious Presents: Hobbs & Shaw) – que traz Dwayne Johnson e Jason Statham como protagonistas. A prévia apresenta mais ação, uma intensificada parceria entre os personagens e ainda introduz parte de suas famílias.

    Assista abaixo o trailer legendado:

    Filmada em Londres e Samoa, a produção é um filme independente da série Velozes e Furiosos – uma das franquias mais queridas e conhecidas do cinema de ação.

    Com roteiro de Chris Morgan e direção de David Leitch de Atômica e Deadpool 2, o novo longa apresenta uma história a parte e introduz novos personagens.  

    A dupla Luke Hobbs (Dwayne Johnson) e Deckard Shaw (Jason Statham) aparece em uma parceria inesperada. Os protagonistas, rivais em Velozes & Furiosos 7 em que foram alvo de criticas positivas por conta das cenas de luta – agora se aliam contra Brixton, interpretado por Idris Elba.

    Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw chega aos cinemas brasileiros em 1º de agosto.

    Mano, tá muito zoada essa franquia. Meo deos!

    CRÍTICA – A Maldição da Chorona (2019, Michael Chaves)

    O universo de Invocação do Mal ganha mais um spin off com uma família atormentada por assombrações de espíritos amaldiçoados. A Maldição da Chorona, de Michael Chaves, entrega um enredo fraco e já desinteressante, além de uma entidade visualmente saturada no gênero.

    Dá para perceber um esforço técnico do diretor, mas, novamente, temos aqui um filme que só serve para aumentar a lista do terror dessa geração.

    A Maldição da Chorona conta a história da assistente social Anna Tate-Garcia (Linda Cardellini), uma viúva que cria seus dois filhos sozinha e, ao mesmo tempo, investiga um caso sobrenatural sobre a entidade La Llorona.

    Os atores: Roman Christou, Linda Cardellini e Jaynee-Lynne Kinchen

    A maldição conta a história de uma mulher que afogou seus próprios filhos e depois comete suicídio, se debulhando em lágrimas antes de morrer – condenando-a a chorar eternamente, capturando as crianças de outras famílias para substituir sua prole.

    Por tratar-se de um filme do universo compartilhado de James Wan, A Maldição da Chorona possui diversas semelhanças em seu enredo: uma família desconstruída em uma década na qual as mulheres ainda são vistas como o elo fraco da relação – com uma mãe solteira que precisa lidar com a perda do marido, seja por meio de um divórcio complicado, como no segundo filme da franquia Invocação do Mal, ou seja por uma morte inesperada.

    Um dos poucos acertos do longa é a questão da psique dos personagens – que sempre fica entre a loucura e a sanidade. E por se passar nos anos 70, o diretor Michael Chaves sucede ao não utilizar aparelhos eletrônicos que poderiam auxiliar os protagonistas a provarem a existência real da entidade. Essa foi uma forma interessante de trabalhar as aparições, justamente pela família não saber se aqui era uma alucinação ou não.

    Outro ponto positivo – mas que ainda assim não salva o longa -, são as técnicas utilizadas pelo diretor. Em determinada cena, observamos um plano sequência que situa muito bem o espectador dentro da casa (aqui, temos mais uma referência ao clássico de Wan que utiliza a mesma técnica, com a mesma finalidade). Além disso, Chaves faz um ótimo jogo de luz e sombra, adicionando visualmente a técnica à história do filme.

    Infelizmente, paramos por aí…

    O longa falha em diversos momentos, desde as características dos personagens, até as questões de roteiro, tornando-se pouco relevante. A protagonista Anna Garcia, interpretada pela atriz Linda Cardellini, é a única que se salva em alguns momentos, uma vez que consegue nos passar o desespero da mãe que, a todo o momento, pode perder seus filhos.

    O elenco infantil é fraco, assim como o pior personagem do filme, o ex-padre Rafael Olvera (Raymond Cruz), que deveria ser o herói e alívio cômico da trama. Contudo, não tem carisma e fica deslocado com piadas fora do tom e uma atuação mecânica e preguiçosa.

    Triste, pois essa é uma realidade completamente diferente do que já foi apresentado pelo ator em Breaking Bad, quando ele interpretou Tuco, o traficante completamente insano.

    A maior consideração a se fazer, no entanto, é sobre o ser que leva seu nome ao filme. A própria Llorona não é um personagem ruim de todo, mas tem muitos problemas em sua direção, que não se decide se ela é apenas uma assombração ou se possui o estilo slasher.

    A maquiagem mal-feita nos mostra um visual tosco, fazendo com que o espectador fique incomodado e até constrangido em cenas estranhamente longas da assombração.

    Os inúmeros jump scares, decisões erradas dos protagonistas e um terceiro ato arrastado, tornam o filme cansativo, mesmo que ele tenha apenas uma hora e meia de duração.

    Os personagens mudam de ideia facilmente, mostrando que tem pouca personalidade. De um todo, a história é muito simplista: um fantasma que aparece e desaparece a todo o momento até a hora do real enfrentamento – técnica muito utilizada e já batida em filmes do gênero de terror.

    Michael Chaves ficou preso a nova fórmula de terror e, apesar do esforço, não conseguiu se distinguir dos demais. A Maldição da Chorona até tinha algum potencial, mas com atuações ruins, um roteiro raso e pouca inspiração, o filme entra na lista dos terrores esquecíveis. É um bom divertimento para um domingo à noite, mas nada além disso.


    Confira o trailer legendado:

    A Maldição da Chorona chega hoje aos principais cinemas do país. E aí, está disposto a encarar “essa assombração”? Se for, lembre-se de voltar aqui e deixar sua avaliação 😉


    Crítica escrita em conjunto com Dyessica Abadi
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    The Gifted: Série derivada dos X-Men é cancelada na FOX

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    The Gifted trouxe aos fãs uma nova visão do universo dos X-Men nos últimos dois anos, mas parece que a jornada da série está chegando ao fim.

    De acordo com o The Hollywood Reporter, a Fox optou por não renovar The Gifted para uma terceira temporada.

    O drama live action está entre os primeiros cancelamentos da recém-independente rede da Fox Entertainment, junto com a série de comediantes Rel. Ambas as séries são feitos pela 20th Century Fox Television, que agora pertence a Disney após a compra histórica dos ativos da Fox pela empresa.

    A série, que estreou em 2017, segue a família Strucker, cuja vida é virada de cabeça para baixo quando eles descobrem que seus filhos têm habilidades mutantes. Os Struckers logo se tornam parte de uma rede subterrânea de mutantes, quando são lançados em uma guerra que não esperavam.

    O produtor Derek Hoffman comentou anteriormente sobre a série:

    “Nós realmente tentamos descobrir que eles não são muito diferentes de você e eu, e que, esperamos, as experiências deles sejam relacionáveis ​​com o público, que eles passem por coisas relacionadas ao público.”

    Enquanto parece que The Gifted está em espera por enquanto, o Deadline diz “há uma chance” de que a série possa encontrar um novo lar dentro da família Disney, seja através da Freeform ou do Hulu.

    Para os fãs da série X-Men, esta certamente será uma notícia desagradável, especialmente considerando como terminou a segunda temporada.

    A atriz Emma Dumont, que interpreta a mutante Polaris, brincou sobre o que teria por vir:

    “Há 100 por cento de angústia, mas não é o que as pessoas pensam. Talvez uma nova dimensão? Talvez um novo mundo? Talvez uma nova facção? Talvez um novo personagem de quadrinhos? Literalmente, é a torção mais louca. Ficamos todos chocados, tipo, ‘O que é isso?’.”

    O que você acha do cancelamento de The Gifted? Tem acompanhado a série? Deixe seus comentários abaixo!

    Jason Momoa se despede de Drogo, Aquaman e raspa sua barba por um bom motivo

    Jason Momoa, o ator mais conhecido por interpretar o papel principal em Aquaman, assim como Khal Drogo em Game of Thrones, recentemente fez uma grande mudança de vida: ele raspou a barba que ele tem por sete anos.

    No entanto, isso não foi apenas um barbear comum. O ator fez isso para aumentar a conscientização sobre o alumínio e como as latas são melhores para o planeta do que o plástico.

    Confira o vídeo:

    “Adeus DROGO, AQUAMAN, DECLAN, BABA! Estou tirando essa fera, é hora de fazer uma mudança. Uma mudança para melhor… para meus filhos, para seus filhos, para o mundo. Vamos fazer uma mudança positiva para a saúde do nosso planeta. Vamos limpar nossos oceanos e nossa terra. Junte-se a mim nesta jornada. Vamos mudar para o alumínio que é infinitamente reciclável. Água em latas, NÃO em plástico.”

    No vídeo, Momoa é visto raspando a barba enquanto explica os benefícios do uso de latas de alumínio e comenta:

    “Eu acho que 2012 foi a última vez que eu me depilei. Tchau, Drogo! Adeus, Arthur Curry. Mais importante, eu só quero fazer isso para trazer consciência.

    Os plásticos estão matando nosso planeta e acho que tenho uma solução. Eu não quero reclamar disso. Há apenas uma coisa que pode realmente ajudar nosso planeta e salvar nosso planeta. Enquanto reciclarmos.

    Cerca de 75% de todo o alumínio que já foi usado ainda está em circulação hoje e é 100% reciclável, então você bebe a lata e em cerca de 60 dias, ela estará de volta. 100% infinitamente reciclável.”

    O ator continua explicando que odeia ver garrafas de água de plástico, e é sua missão trazer mais pessoas para o mundo do alumínio.

    “Estou em uma missão. Minha jornada. Eu tenho algo novo que quero mostrar para você. Água de nascente espumante ainda alcalina. Água parada, mas me sinto bem com isso, então vou reciclar isso e saber que podemos reciclá-lo. Pode ser uma lata em 60 dias. Ou uma garrafa plástica pelo resto de sua vida.

    Há uma mudança chegando. É de alumínio. Tenho que me livrar dessas garrafas plásticas. Aquaman está tentando fazer o melhor que pode. Para meus filhos, para vocês crianças, para o mundo.”

    Obrigado por fazer sua parte, Jason Momoa!

    O que você acha do rosto barbeado de Momoa? E quantas garrafas plásticas você utilizou hojoe?

    Já assistiu Aquaman? Confira o que achamos:

    CRÍTICA – Aquaman (2018, James Wan)

    Game of Thrones vai ao ar nas noites de domingo na HBO às 22h. Leia também:

    Martelada #6 | Game of Thrones: Expectativas, teorias e bolão da última temporada

    Payline: Wesley Snipes está novamente interpretando um vilão no cinema

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    Durante sua carreira de décadas como ator, Wesley Snipes interpretou uma variedade de personagens, muitos dos quais foram os mocinhos.

    No entanto, ele ocasionalmente assumiu papéis vilões, mais notavelmente Simon Phoenix em O Demolidor (Demolition Man) de 1993, onde encarou ninguém menos que Sylvester Stallone. Agora, mais de 25 anos depois que o filme dirigido por Marco Brambilla saiu, Snipes está retornando ao papel de antagonista com seu próximo filme, Payline – ainda sem título em português.

    Escrito por Rob Robol e Jay S. BoydPayline é descrito como uma história de cassino no melhor estilho Onze Homens e Um Segredo. O filme é sobre um casino de cidade pequena que se transforma em um campo de batalha depois de dois grupos de criminosos tentarem roubá-lo na mesma noite.

    Além de estar na frente das câmeras, Wesley Snipes também será produtor executivo de Payline ao lado de Alexander Ferguson, enquanto Allan Ungar, Richard Switzer e Jason Cherubini são os produtores.

    Nenhum detalhe específico foi fornecido sobre quem Wesley Snipes está interpretando especificamente. Se eu tivesse que adivinhar, diria que ele é o líder da gangue que está roubando o primeiro grupo de bandidos neste assalto.

    De qualquer forma, já que este é o primeiro papel de vilão de Snipes desde O Demolidor, esta é certamente uma ocasião importante para ele. 

    O ator fez um comunicado sobre o Payline:

    “Nós da Maandi House Studios, juntamente com nossas empresas-irmãs e parceiros estratégicos, estamos extremamente entusiasmados por trabalhar com a Dawns Light Media no tipo de filme de ação que não é visto há anos. Este é um veículo para demonstrar a próxima geração de filmes indie em um mundo com 5G. Nosso objetivo é mostrar como uma produção de 100% de Energia Renovável Certificada pode demonstrar amor pelo meio ambiente, pela comunidade e ainda produzir um filme de pipoca chocante.”

    Embora ele esteja retornando como vilão depois de quase três décadas, Wesley Snipes provavelmente será mais conhecido por seu tempo como super-herói, tendo interpretado Eric Brooks, também conhecido como Blade, em três filmes de 1998 a 2004.

    Snipes expressou interesse inúmeras vezes ao longo dos anos em reprisar Blade para um quarto filme, embora ainda não haja nenhuma indicação de que isso irá acontecer. Em qualquer caso, Payline permite que ele mais uma vez opere no lado da corrupção em vez da justiça.

    Nos últimos anos, Wesley Snipes apareceu em alguns filmes sendo o mais marcante: Os Mercenários 3; e também na série de TV The Player.

    Junto com Payline, seus outros projetos futuros incluem o filme da NetflixDolemite Is My Name, onde ele interpreta D’Urville Martin ao lado de Rudy Ray Moore, interpretado por Eddie Murphy; o drama da RZA, Cut Throat City, que também é estrelado por Terrence Howard; e a série de TV Paper Empire.

    A data de lançamento do Payline ainda não foi anunciada, mas traremos os detalhes conforme forem surgindo.

    TBT #16 | Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010, Edgar Wright)

    O ano era 2010, e Edgar Wright lançava mais uma de suas obras: Scott Pilgrim Contra o Mundo (Scott Pilgrim vs The World). O que era pra ser mais um filme adaptado de quadrinhos, sem grande hype, se tornou um dos supra-sumos da minha rotina e é considerado, por mim, uma das adaptações mais divertidas e interessantes de quadrinhos (e nada mais importa além da minha opinião).

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    Em 2010 eu trabalhava em uma locadora em Porto Alegre. Todos os dias nós precisávamos deixar um filme “rodando” na loja enquanto os clientes passeavam pelas prateleiras escolhendo qual gostariam de assistir no conforto de seu lar; E Scott Pilgrim estava presente todos os dias, desde o seu lançamento, em todas as telas da locadora.

    A trilha sonora – desenvolvida em parceria com o cantor Beck, posteriormente vencedor do Grammy de álbum do ano em 2015 – dava o tom para as cenas engraçadas e cheias de efeitos especiais produzidas por Wright.

    A música é uma marca registrada dos filmes do diretor, como pode ser constatado em Todo Mundo Quase Morto e Baby Drive. O uso da trilha como fio condutor dos acontecimentos, acompanhando outros sons presentes em cada cena e a montagem da trama, torna o trabalho do diretor algo primoroso e especial.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Em Ritmo de Fuga: Confira os seis minutos iniciais do filme

    Essa versão é um cover da banda Metric.

    Scott Pilgrim Contra o Mundo é a adaptação dos quadrinhos homônimos escritos por Bryan Lee O’Malley e conta a história do menino Scott, que vive em Toronto, no Canadá (vocês também conseguem ouvir a voz do narrador quando escrevem essa frase?). Ele conhece uma menina chamada Ramona Flowers e se apaixona instantaneamente. Para ficar com Ramona ele precisa derrotar os seus 7 ex-namorados do mal.

    Como um bom filme da sessão da tarde – deveria estar na grade todas as semanas ao lado de A Lagoa Azul e K-9 Um Policial Bom Pra CachorroScott Pilgrim Contra o Mundo tem tudo o que um bom hit adolescente precisa para hitar: personagens coadjuvantes engraçados, nenhum adulto responsável por perto, bons efeitos especiais, piadas de humor americano que nem sempre funcionam e, claro, um herói desajustado.

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    O elenco envolvido na produção é inacreditável. Tirando Michael Cera (que dá vida ao Scott), todos os principais antagonistas e coadjuvantes trilharam ótimos caminhos no cinema.

    Brie Larson (Envy Adams) ganhou um Oscar e hoje está prestes a atingir 1 bilhão de bilheteria com Capitã Marvel.

    Chris Evans (Lucas Lee) esta há 10 anos derrotando vilões interpretando o Capitão América.

    Mary Elizabeth Winstead (Ramona) é aclamada por Fargo e agora estará em Aves de Rapina, próxima produção da DC Comics.

    Anna Kendrick possui uma franquia extremamente sólida (Pitch Perfect) e concorreu ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por Up in The Air.

    E o melhor ator do filme, Kieran Culkin (Wallace), foi indicado ao Globo de Ouro 2019 por Succession. Eu não sei o que mais eu preciso dizer para esse filme ser taxado como: Hino.

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    A grande chave para Scott Pilgrim Contra o Mundo ser considerado um filme tão cativante está no humor e em sua montagem. As piadas bobas, e que podem não parecer tão relevantes na primeira vez que você assiste, fazem toda a diferença conforme você revisita a obra. Acredite, eu devo ter assistido umas 75 vezes!

    A montagem e os efeitos utilizados na concepção do longa também são um ponto alto: o uso da linguagem de videogames durante os duelos ou em momentos simples – como ir ao banheiro – tornam a trama mais atrativa e dão um ritmo fluido ao longa.

    A forma como uma cena é “cortada”, lembrando a troca de tirinhas de um quadrinho, também faz toda a diferença. Existem quadros em que você pode reparar todos os coadjuvantes simplesmente parados ao fundo da cena, exatamente como acontece em um gibi. A fidelidade na adaptação feita por Edgar Wright para as telonas é inacreditável.

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    Obviamente existem pontos a serem melhorados, principalmente quando falamos da representação feminina.

    Knives (Ellen Wong), Kim (Alison Pill), Envy Adams e a própria Ramona mereciam mais. A condensação de todos os quadrinhos em uma única adaptação – ao todo são 6 edições – acabou afetando o desenvolvimento dessas personagens, que não são aproveitadas corretamente.

    No resumo, Scott Pilgrim Contra o Mundo não é um filme de Oscar (ou de premiações), mas ele é memorável nos seus detalhes. Há muita experimentação de câmera, de takes, até plano sequência durante as lutas você encontra por aqui.

    Provavelmente você não vai ver um vilão cantando e dançando em um filme da Marvel ou da DC, então aproveite essa permissão num filme como esse.

    Em um mundo onde todo o blockbuster de herói precisa seguir uma fórmula para dar certo, é engraçado – e interessante – encontrar um filme que misture referências visuais de séries, filmes, quadrinhos e animação, usando o humor sem ser apelativo e buscando “debater”, por assim dizer, alguns temas importantes como relacionamento abusivo e depressão.

    Seria até ingenuidade achar que um filme de ação/comédia com um enredo bobinho e muita cena de luta poderia abordar profundamente assuntos como esse, mas é interessante como ele pincela as formas de relacionamento e mostra como nossas atitudes insensatas podem destruir o emocional de outra pessoa.

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    Eu poderia ficar horas falando do quanto eu gosto desse filme e o quanto acredito que ele é uma pérola de edição, storytelling e bom humor. E apesar de não ter uma cena tão legal quanto Don’t Stop Me Now com zumbis em Todo Mundo Quase Morto, acredito que é uma das melhores produções do Edgar Wright.

    Imagina só se a Marvel Studios tivesse deixado ele em Homem-formiga, né?


    Confira abaixo o trailer legendado:


    E aí, curtiu nossa indicação? Deixe seu comentário e lembre-se de conferir as indicações anteriores do TBT do Feededigno.