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    Demolidor: Saiba tudo sobre o Homem Sem Medo

    Demolidor é um dos vigilantes mais queridos e importantes da Marvel, pois tem uma história de superação e inclusão por ser um herói cego.

    Recentemente vários rumores tem sido jogados ao vento, uma vez que ele pode ter uma aparição em Homem-Aranha Sem Volta Para Casa, deixando os fãs exaltados. Confira agora tudo sobre o Homem Sem Medo.

    ORIGEM E HISTÓRIA DO DEMOLIDOR

    Criado em 1964 por Stan Lee e Bill Everett, Matt Murdock ganhou sua primeira história em quadrinhos com o nome Demolidor #1.

    O nosso herói teve uma origem trágica, pois sofreu um acidente com produtos químicos na adolescência ao salvar um senhor de um atropelamento. Os produtos o cegaram, mas aguçaram seus outros sentidos.

    Filho de um boxeador que tinha ligações com o mundo do crime, perdeu o pai após ele vencer uma luta na qual deveria entregar, sendo assassinado pelos criminosos. Com sede de justiça, Matt começa a treinar e na vida adulta, se forma em Direito, se tornando um advogado criminal e, também, nas sombras combate o crime com seu traje com a alcunha de Demolidor.

    Como principais aliados, o Homem Sem Medo tem seu melhor amigo Fogg Nelson e sua amada e problemática Elektra Nachios, uma assassina letal da Mão, um grupo místico muito poderoso que deu muita dor de cabeça ao herói, além do jornalista Ben Ulrich.

    PODERES E HABILIDADES

    Por mais que Matt não tenha a visão, seus outros sentidos foram aprimorados, conseguindo ter super audição, olfato, paladar e um senso de localização parecido com um sonar. Além disso, suas habilidades físicas são ímpares, uma vez que ele teve um treinamento intenso com Stick, seu mentor que aprimorou as técnicas de luta e o corpo de Matt, deixando tão apto quanto atletas olímpicos.

    Contudo, seus poderes podem ser um fardo por conta da hipersensibilidade adquirida junto com eles, deixando Demolidor vulnerável em diversas situações como sons muito altos e fortes odores, por exemplo, que podem causar uma confusão em seus sentidos.

    GRUPOS DOS QUAIS FEZ PARTE

    O Demolidor já fez parte de diversos grupos de personagens da Marve, sendo um membro dos Defensores, Vingadores e Marvel Knights.

    APARIÇÕES 

    O Homem Sem Medo já teve diversas participações dentro do universo da Marvel, sendo sempre um personagem importante em diversos arcos.

    As suas aparições mais marcantes são na série da Netflix, estrelada por Charlie Cox no papel de protagonista onde foram rodadas três temporadas.

    Além disso, o herói teve um filme solo, estrelado por Ben Affleck, que foi considerado um fracasso pela crítica especializada em 2003.

    O personagem também já fez parte da animação do Homem-Aranha dos anos 90, em um episódio duplo e uma participação horrorosa no péssimo O Julgamento do Incrível Hulk, longa de 1989.

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    TBT #141 | Os Bad Boys (1995, Michael Bay)

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    O TBT dessa semana relembra o começo de carreira de famosos astros de Hollywood, Os Bad Boys de 1995 foi o primeiro filme do diretor Michael Bay (Transformers) e também o primeiro grande papel de Will Smith (Um Maluco no Pedaço) nas telas. Além disso, o filme conta com Martin Lawrence e Tea Leoni

    SINOPSE 

    Os policiais Mike Lowrey (Will Smith) e Marcus Burnett (Martin Lawrence) são encarregados de encontrar um carregamento de heroína que foi roubado. Uma testemunha liga para a delegacia dizendo ser capaz de identificar o ladrão. O pacato Burnett finge ser Lowrey para não perder o caso e acaba tendo que proteger a mulher, enquanto seu parceiro cuida de sua família.

    ANÁLISE

    Os Bad Boys com certeza foi um marco no cinema de Hollywood. Não somente por apresentar ao público as características do cinema de Michael Bay e o talento de Will Smith, mas também por realçar alguns cliques de ação que viriam a marcar o gênero para sempre. Sendo assim, o longa é o típico filme que vai além das telas e mostra que o cinema de ação tem seus prazeres. 

    Nesse sentido, assistir ao primeiro longa de Bay é sem dúvidas uma catarse. Todos os seus maneirismos estão se formando. Seja a criação de personagens caricatos, seja as conhecidas explosões e close ups com slow motion. Logo, o diretor assume seu próprio estilo, criando uma marca que perdura até hoje em Hollywood. 

    A direção de Michael Bay parece achar o tom certo na atuação de Will Smith e Martin Lawrence, a dupla tem uma dinâmica infalível que cresce a cada interação entre os personagens. Nesse quesito, é fato que o filme perde quando os policiais Mike e Marcus precisam se separar para o filme andar, mas ainda assim, os momentos em que eles contracenam são sem dúvida a cereja do bolo de Os Bad Boys.   

    Isso porque, o longa carrega um tom de comédia, suspense e principalmente ação totalmente caótico que combina com os personagens, apesar de ambos serem totalmente diferentes. Marcus é basicamente um pai de família, mas faz o que é preciso quando se trata de combater o crime. Já Mike sempre quis ser policial e tem o charme a seu favor. 

    Os momentos em que a dupla de policias precisa bancar “o bom e o mau policial” trazem os cliques do gênero. Mas quando há a troca de identidades, vemos uma dinâmica totalmente nova que faz o filme crescer. Já Tea Leoni como Julie é sagaz e carismática. A personagem feminina pode até ser tratada como frágil pelos policiais, mas consegue se desvencilhar e mostrar ser uma mulher independente.

    Além das características marcantes do diretor, Os Bad Boys mostram tanto a Miami ensolarada do dia, quanto a Miami sombria da noite. Logo, os tons de laranja que evidenciam o mormaço da manhã mostram o duro trabalho dos policiais da cidade. Já os tons de azul da noite trazem os melhores momentos de ação com perseguições de carros e troca de tiros em boate. Felizmente, no melhor estilo Michael Bay de ser. 

    VEREDITO

    Os Bad Boys não só é um clássico dos filmes de ação, como trouxe aos holofotes nomes como Michael Bay e Will Smith. Com grandes momentos de ação e um tom cômico na medida certa, o longa se consagra. Não à toa rendeu uma continuação e um terceiro filme quase 25 anos depois.

    3,0 / 5,0

    Assista o trailer:

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    CRÍTICA – Yellow Cab (2021, Pipoca & Nanquim)

    Yellow Cab é mais uma sensacional graphic novel do quadrinista francês Christophe Chabouté baseada no livro escrito por Benoît Cohen. Esse é o primeiro trabalho de Chabouté que está sendo publicado pela editora Pipoca & Nanquim simultaneamente com sua publicação original.

    SINOPSE

    Após vinte anos dirigindo filmes e séries de TV, Cohen sente que precisa de um novo começo. Em 2014, em meio a uma crise criativa, muda-se para Nova Iorque e decide se tornar taxista na tentativa de encontrar inspiração para um novo roteiro cinematográfico, mas o pretenso motorista logo descobre que não será nada fácil conseguir sua tão sonhada licença.

    ANÁLISE

    Em Yellow Cab acompanhamos o cotidiano do roteirista francês Benoit Cohen tentando ser um motorista de táxi em Nova Iorque, uma das mais belas cidades do mundo. Mas não se engane achando que o quadrinho seja desinteressante, pois a trama é bem conduzida ao mostrar a perspectiva de um estrangeiro que precisa ter a experiência de ser motorista de táxi para elaborar o seu roteiro. Assim como Robert De Niro fez para atuar no icônico filme Taxi Driver (1976) de Martin Scorsese.

    Com isso, a trama desenvolve uma narrativa mostrando o processo de escrita de Cohen com seu roteiro, junto com as enormes dificuldades de ser taxista em uma megalópole.

    O maior destaque vai para o maior protagonista da obra que é a própria cidade Nova Iorque, e Yellow Cab impressiona com o grau de detalhes da arte inconfundível do artista francês.

    Dessa forma, Christophe Chabouté faz diversas referências a filmes, literatura e músicas que envolvem a magnifica cidade de Nova Iorque. O mesmo desempenha isso numa sutileza incrível que com certeza vai agradar a todos que amam essa querida cidade mesmo não a conhecendo, mas que sempre esteve tão presente na cultura pop.

    Nesse novo trabalho, Chabouté continua com sua enorme versatilidade ao contar uma nova história de forma simples e brilhante que transita na solidão de um homem que vive em um farol ou mesmo de um banco de praça.

    É certo dizer que essa nova graphic novel não fica abaixo da média de suas outras obras já publicadas.

    VEREDITO

    Por fim, Yellow Cab é um quadrinho fascinante que mostra um dos maiores centros culturais do mundo de uma forma brilhante e empolgante. Dessa forma, mesmo os que não são apaixonados por essa cidade que é tão querida e tem uma grande importância dentro cultura pop irão curtir bastante a obra como um todo.

    Eu estava com uma grande expectativa com esse novo trabalho de Christophe Chabouté e que foi atingida com sucesso, visto que o mesmo sempre explora os mais variados gêneros dentro de seus quadrinhos e até o momento não apresentou nenhum trabalho que seja abaixo da média.

    5,0 / 5,0

    Autor: Christophe Chabouté

    Editora: Pipoca e Nanquim

    Páginas: 172

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    Call of Duty: Vanguard | Tudo que você precisa saber sobre o Beta

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    Call of Duty: Vanguard foi revelado após meses de rumores e vazamentos. A revelação oficial confirmou que muitos dos rumores são verdadeiros, incluindo a ambientação da Segunda Guerra Mundial.

    O trailer de revelação de Call of Duty: Vanguard revelou o trailer que mostrará a campanha single player que levará os jogadores para todos os quatro frontes da Segunda Guerra Mundial, contando com quatro protagonistas diferentes em cada um desses lugares.

    Entretanto, a desenvolvedora Sledgehammer Games tinha mais para mostrar. Não apenas o game contará com um modo campanha, mas também um modo multiplayer, com uma integração do Call of Duty: Warzone, e o modo Zumbis que muitos jogadores já esperam. Também foi revelado que a Treyarch será a desenvolvedora do modo Zumbis do Call of Duty: Vanguard.

    A Sledgehammer deixou claro que o multiplayer também será algo novo enquanto tenta animar os fãs do modo, pois usará a mesma engine que Call of Duty: Modern Warfare, e anunciou que os fãs podem esperar o beta que está chegando para testar o modo.

    COMO JOGAR O BETA DE CALL OF DUTY: VANGUARD

    Call of Duty Vanguard

    Diferente do alpha que ficou disponível apenas para jogadores do PS4 e PS5, o beta de Call of Duty: Vanguard estará disponível para todas as plataformas, incluindo PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S. O beta aberto está disponível para todos os jogadores em todas as plataformas do dia 18 de setembro até o dia 20.

    O primeiro final de semana do beta vai do dia 10 de setembro até o dia 13, e estará disponível apenas para os jogadores que já compraram o game na pré-venda. Entretanto, os jogadores de PlayStation que não fizeram a compra na pré-venda, ainda poderão jogar o game no dia 16 de Setembro poderão jogar ininterruptamente até o dia 20 de setembro.

    O beta vem após o os jogadores de PlayStation terem acesso a um alpha limitado de Call of Duty: Vanguard, intitulado Champion Hill, um modo multiplayer.

    MODOS DE JOGO DISPONÍVEIS NO BETA DE CALL OF DUTY: VANGUARD

    Call of Duty Vanguard

    Segundo fontes apontaram, o beta aberto contará com muito mais do que o alpha. O beta contará com Mata-Mata em Equipe, Dominação e Morte Confirmada, com Procurar e Destruir estando disponível apenas do dia 16 até o dia 20.

    Para os que ficaram de fora do alpha, o Champion Hill conta com uma estrutura de torneio de esquadrões que se enfrentam em pequenos mapas até sobrar apenas um esquadrão. Entre rounds, jogadores podem comprar equipamentos e armas com o dinheiro que ganharem durante as partidas, baseado em sua performance.

    O novo modo que será apresentado no Call of Duty: Vanguard é Patrulha. Patrulha é uma evolução do modo Dominação, que conta com times que lutam uns contra os outros pelo controle de uma área específica do mapa afim de acumular pontos.

    No modo Patrulha, a área ficará se movendo constantemente pelo mapa, forçando que os jogadores se movam e se adaptem constantemente. Call of Duty: Vanguard também confirmou mapas que estarão disponíveis durante o beta, que contam com Champion Hill, Hotel Royal, Gavutu e Estrela Vermelha. O Eagle’s Nest será um mapa que poderá ser jogado apenas a partir do dia 16.

    O QUE ESTARÁ DISPONÍVEL NO BETA

    O beta também contará com conteúdo inédito e grande parte do que os jogadores podem esperar quando Vanguard for lançado. Isso conta com loadouts únicos, com os jogadores de PlayStation tendo acesso para 12 slots, enquanto os jogadores de Xbox e PC terão 10 slots.

    Os jogadores também serão capazes de melhorar suas armas o level 30 e ver algumas das melhorias e elementos do armeiro em Call of Duty: Vanguard que vazaram no mês passado. Os jogadores também serão capazes de escolher seis operadores diferentes no beta, cada um deles, com um golpe finalizador único.

    O beta também dará aos jogadores a mais nova função intitulada Ritmo de Combate. Isso permite que os jogadores selecionem a intensidade que querem que suas partidas sejam jogadas, desde Táticas, Assalto e Blitz. Tático contará com os modos de jogos tradicionais 6v6 que oferecem um intervalo entre encontros. Assalto contará com partidas de 20-28 jogadores que dão um intervalo com muita ação.

    Por fim, Blitz oferece ação sem intervalo, com lobbies de 28-48 jogadores. A função Ritmo de Combate que deve ajudar os jogadores a dar ao game a experiência que eles querem ter no multiplayer de Vanguard.

    Vanguard será lançado a fim de bater de frente com o lançamento de Battlefield que será lançado no dia 22/10, apesar dos dois games contarem com diferentes ambientações e histórias.

    Apenas o tempo dirá quão bem recebido o game será pela base de jogadores durante seu beta, mas esperamos que os vários modos de Vanguard sejam capazes de oferecer algo satisfatório para os fãs da série.

    Call of Duty: Vanguard será lançado em 5 de Novembro para PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.

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    CRÍTICA – JJ+E (2021, Netflix)

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    A Netflix trouxe para seu catálogo mais um filme de drama/romance adolescente, JJ+E, que é uma adaptação moderna do aclamado romance sueco Vinterviken de Mats Wahl, publicado pela primeira vez em 1993.

    O longa apresenta Elsa Öhrn, uma atriz sueca que ficou mais conhecida pelo filme Diário de Bert (2020). Ela interpreta Elisabeth, enquanto Mustapha Aarab interpreta John-John.

    O elenco também conta com Magnus Krepper, Loreen, Marika Lagercrantz, Albin Grenholm, Otto Hargne, Simon Mezher, Jonay Pineda Skallak e Elsa Bergström Terent.

    SINOPSE

    JJ+E é ambientado em Estocolmo, em 2021; e gira em torno da história de amor entre John-John e Elisabeth. Apesar de morarem na mesma cidade, os dois adolescentes vivem muito distantes, separados por barreiras econômicas, sociais e culturais. Mas tudo isso muda quando eles começam a estudar na mesma turma na escola.

    ANÁLISE

    Com um primeiro ato mal construído, o longa apresenta os personagens e suas dramatizações com muitas pontas soltas em seus arcos como se a trama precisasse ser desenvolvida o mais breve possível.

    O roteiro é algo já visto em outros filmes como a “princesa que se apaixona pelo plebeu”, entretanto, as atuações dos estreantes protagonistas são boas e bem conduzidas apesar de não terem muitos diálogos interessantes entre si.

    A parte do elenco “esquecida do churrasco” certamente foi o núcleo da escola. Sem conexão com os personagens principais, talentos ali não foram aproveitados devido a um roteiro fraco e com baixo desenvolvimento.

    A partir do segundo ato, quando o personagem passa pelas transformações e situações inesperadas, JJ incorpora o típico adolescente que não tem diálogo e toma decisões erradas e inadequadas para resolução de problemas, bem como seu par romântico, Elisabeth.

    O terceiro ato é aquele momento em que muitas vezes um plot twist salva a produção e a transforma em uma história potente, mas com a narrativa baseada na trajetória dos personagens principais e secundários, nada acontece. Fiquei: “como assim acabou?”.

    VEREDITO

    Embora, ao assistir o trailer, eu tenha simpatizado logo de cara com o elenco, infelizmente a produção deixou a desejar em vários momentos.

    Juro que torci para que JJ+E tivesse um bom desenvolvimento porque se tem alguém que gosta de filme de adolescente, essa pessoa sou eu!

    Vamos ficar na torcidas para as próximas produções da gigante do streaming, pois sabemos que tem muita coisa boa vindo por aí.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer dublado:

    JJ+E já está disponível no catálogo da Netflix. O que vocês acharam do filme? Deixe seus comentários abaixo!

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    CRÍTICA – Lucifer (6ª temporada, 2021, Netflix)

    Lucifer desde sua primeira temporada nos deixou na beirada da cadeira, não apenas pelo fato de nos mostrar um elemento que sempre distanciou o personagem do que conhecemos do cristianismo.

    A série originalmente da CW, e posteriormente da Netflix, chegou ao fim. Sua sexta temporada mostra o caminho percorrido pelo Diabo em sua missão de se redimir e se tornar alguém melhor não apenas para o mundo, mas também para seu grande amor, Chloe Decker (Lauren German).

    A 6ª temporada estará disponível na Netflix no dia 10 de setembro. Confira a nossa crítica, sem spoilers, da produção.

    SINOPSE

    O próprio diabo se tornou Deus… quase. Mas por que ele está hesitando? E à medida que o mundo começa a se desfazer sem Deus, o que ele fará em resposta? Portanto, junte-se a nós para dizer um adeus agridoce a Lucifer, Chloe, Amenadiel, Maze, Linda, Ella e Dan. Além disso, ‘traga lenços’.

    ANÁLISE

    A última temporada de Lucifer teve início com grandes repercussões da batalha final que se deu ao longo do season finale da 5ª temporada, e entregou muito mais do que era esperado por esse que vos escreve.

    Lucifer

    Com um tom de adeus, a última temporada de Lucifer nos remete aos cinco anos em que a série esteve no ar, revisitando não apenas antigos elementos de roteiros, mas também aprofundando imensamente seus personagens ao nos mostrar os caminhos trilhados por eles durante esse período.

    Por meio de repercussões tardias e nem um pouco cuidadosas, a última temporada da série conta com um mote inesperado, um desfecho interessante e atuações emocionantes.

    Ao longo da última temporada é onde os personagens de apoio tem um maior aproveitamento e maior liberdade, não apenas diante das câmeras, mas também na narrativa.

    Seja por falta de criatividade, ou de recursos já utilizados anteriormente, a sexta temporada de Lucifer nos leva por caminhos já vistos antes, e ao longo de seus dez episódios, os utiliza de modo divertido ao subverter o que era esperado de alguns personagens, os levando por caminhos tão emocionantes, quanto incríveis.

    Lucifer

    Tendo em sua grande parte uma Profecia Autorrealizável – um evento que ao se tornar uma crença, provoca a sua própria concretização -, a última temporada da série da Netflix a faz tão próxima quanto o final de uma novela da Globo.

    O grande destaque da temporada vai para as atuações de Tom Ellis, Lauren German, Kevin Alejandro e D.B. Woodside que trazem os elementos mais imponentes e emocionantes da última temporada, que se despede com tantos clichês, quanto só a despedida de Lucifer é capaz de proporcionar.

    VEREDITO

    Longe de ser uma das séries favoritas desse que vos escreve, Lucifer se tornou para mim, um guilty pleasure. Uma série divertida, com elementos dramáticos que se estendem por tempo demais, mas que no fim, parece saber onde quer chegar.

    Caso a série tivesse se encerrado quando a CW a descartou há alguns anos – pouco antes dela ter os direitos comprados pela Netflix -, não veríamos alguns ótimos elementos de roteiro que presenciamos da quarta temporada em diante.

    Com Tom Ellis na produção executiva da série desde que ela foi para a Netflix, vemos a liberdade que o personagem obteve, enquanto se envereda para se tornar o mais grandioso possível.

    Cuidado, esmero, e um pouco de cara de pau, permearam a produção de todas as temporadas da série Lucifer. Ao longo de seis anos, um cancelamento e alguns escândalos – tuítes sedentos em relação ao protagonista -, a série se torna mais uma das que provavelmente terão uma grande sobrevida na locadora vermelha.

    Como uma ode ao que foi feito no passado, que teve início na CW, e só engrandeceu ao passar para a Netflix, Lucifer chega ao fim de forma emocionante, nos mostrando que até mesmo o Diabo pode te surpreender – para o bem, é claro.

    3,0 / 5,0

    Confira o trailer da série:

    A 6ª e última temporada de Lucifer estreia na Netflix no dia 10 de setembro de 2021.

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