Início Site Página 495

    Homem-Aranha acaba de ganhar um traje Hi-Tech completamente novo!

    A Marvel Comics lançou um traje completamente novo do Homem-Aranha que ele vestirá, nos Estados Unidos, nas edições O Espetacular Homem-Aranha #62 e 63 em março e abril, respectivamente.

    A Marvel mostrou o “novo visual” de Peter Parker nas solicitações de março de 2021. Os fãs tiveram outra chance de ver o novo traje do Homem-Aranha e seu segredo em uma capa de silhueta de O Espetacular Homem-Aranha #62 por Nick Spencer e Patrick Gleason. O traje do Amigão da Vizinhança foi criado por Dustin Weaver, que ilustrou as capas variantes das edições #62 e #63 do quadrinho.

    Homem-Aranha

    Weaver disse em um comunicado:

    “Esse design foi um esforço colaborativo entre Nick Spencer, Nick Lowe e eu. Eles optaram por um lado com detalhes estranhos e mais tecnológicos e ajudaram a criar algo que eu acho simples, mas ao mesmo tempo futurista e clássico. Eu mal posso esperar para ver Patrick Gleason dando vida a isso!”

    O traje parece um remanescente do super traje de Peter Parker no game da Insomniac Games, Marvel’s Spider-Man. Ele abandona o esquema azul e vermelho e escolhe usar um com dourado brilhante no emblema de aranha no peito e olhos.

    As duas capas variantes de Weaver mostra o Teioso balançando pelas ruas de Nova Iorque, enquanto a cidade ganha um fundo dourado para fazer o traje do Homem-Aranha se destacar na capa.

    A capa variante de O Espetacular Homem-Aranha #63 conta com J. Jonah Jameson – o antigo rival e agora, confidente de confiança – perseguindo o Homem-Aranha enquanto um homem e uma mulher tentam filmar o traje através do teto solar de um carro.

    A Marvel revelou as artes com o comunicado:

    “Após os eventos traumáticos de Sin’s Rising, Peter Parker vestirá seu novo traje para enfrentar o Rei do Crime no próximo arco de Nick Spencer. Descubra os mistérios por trás do traje ultra-secreto quando O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA #61 e O ESPETACULAR HOMEM-ARANHA #62 for lançado em março!”

    A HQ O Espetacular Homem-Aranha #62, por Nick Spencer e Patrick Gleason, será vendida em março de 2021, nos Estados Unidos, pela Marvel Comics.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – El Cid (1ª temporada, 2020, Amazon Prime Video)

    0

    El Cid é uma série que aborda a lenda espanhola homônima do século XI e está disponível na Amazon Prime Video.

    SINOPSE

    Rodrigo Díaz Vivar ou Ruy (Jaime Lorente) é um jovem que perdeu seu pai em uma batalha pelo reino de Leão na Espanha. Seu tio Rodrigo (Juan Fernández) o leva para ser pajem e agora crescido, Ruy se destaca aos olhos de todos, pois se tornou um jovem exímio em suas habilidades. Agora ele deve trazer honra para o seu reino e seu nome.

    ANÁLISE

    El Cid tem muitas qualidades e trabalha de forma efetiva na ambientação medieval, uma vez que não mostra de forma glamorosa um dos períodos mais sombrios da humanidade. 

    A trama se organiza em três pilares: tradição, egos e poder. Ao mostrar conflitos baseados nesses aspectos, El Cid consegue apresentar uma qualidade que lembra Game of Thrones em seus tempos áureos.

    O roteiro e direção são competentes ao exemplificar de fato como as coisas aconteciam, visto que utilizam cenários sujos, a força do patriarcado e da igreja, conspirações e os dois lados da moeda da guerra. Quem vence colhe os louros da vitória, entretanto, a série também mostra as consequências dos mortos nas famílias e a pobreza dos vassalos que doam a vida por caprichos da realeza, uma crítica muito pertinente.

    Um ponto à parte são os personagens. Não há apenas o preto no branco, uma vez que todos possuem camadas. Ruy busca a honra de ser um herói, mas também abre mão de seus desejos para seguir um código de conduta. A família real tem diversos problemas e a todo o momento esquece o próprio sangue pelos privilégios do trono. A igreja também tem um papel crucial nas tomadas de decisão e trabalha sorrateiramente, algo que é feito de forma muito natural.

    Como maior destaque temos a atuação de Alicia Sanz que dá um show. A atriz mostra versatilidade ao apresentar diversas facetas de sua personagem que ora é vilã, ora é mocinha, algo que o roteiro e direção acertam muito bem, mas o grande mérito é dela.

    VEREDITO

    El Cid mostra uma qualidade incrível e representa de forma bastante fidedigna a era medieval. Sem muitos rodeios e pompa, a série tem tudo para ser memorável se manter as boas escolhas de seu primeiro ano. Vamos aguardar pela renovação, pois seu final possui excelentes ganchos para o futuro.

    4,0 / 5,0

    Confira o trailer:

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Assassin’s Creed Valhalla: Bug faz Eivor carregar bêbado

    0

    Uma das novas funções adicionadas a franquia em Assassin’s Creed Valhalla permitem Eivor ficar bêbado. Como um viking, beber é uma importante parte de seu personagem e isso faz muito sentido. Tipicamente isso acontece como resultado de um concurso de beber, que pode ser encontrado em quase todos os vilarejos da Inglaterra e o efeito é cortado pouco tempo depois, mas um bug recente está tornando essa função muito mais dominante.

    O que começou com um detalhe legal para mostrar os efeitos do álcool no foco de Eivor se tornou uma grande dor de cabeça, pois esse bug de Assassin’s Creed Valhalla faz Eivor ficar bêbado toda vez que o jogador carrega um jogo salvo. Apesar disso parecer inofensivo a princípio, há algumas repercussões negativas.

    Enquanto bêbado, a tela se move sozinha como se o mundo estivesse girando, tornando nossa vida no incrível mundo do game muito mais difícil. E um dos detalhes mais importantes, pode ser que os jogadores não consigam travar a mira enquanto estão bêbados, então se um jogador tiver salvado o game antes de uma luta difícil, cada vez que eles carregarem o game após morrer na luta, será ainda mais difícil, já que a função de trava de mira está desativada.

    Apesar de não estar confirmado, esse bug parece ter início por causa do concurso de bebida em Ravensthorpe, um dos muitos eventos adicionados com o evento Festival Yule. Esse evento trouxe um número de bugs inconvenientes, incluindo um que faz a aljava dos jogadores ter menos flechas do que realmente tem, e até agora, não possui uma solução. Isso significa que, infelizmente, os jogadores terão que lidar com o bug por enquanto. Temos que dar graças a Deus pois esse bug não é daqueles que estragam o game, mas pode ser chato por um tempo.

    Dito isso, há uma forma dos jogadores contornarem esse bug, como fazendo viagem rápida, meditando, ou até esperando até Eivor ficar sóbrio novamente. Basicamente, qualquer evento que cause uma passagem de tempo, fará os efeitos acabarem.

    Apesar de ser divertido pensar que Eivor está bebendo enquanto os jogadores não estão vendo o personagem, é definitivamente compreensível querer que esse bug e alguns outros de Assassin’s Creed Valhalla seja corrido assim que possível. Já que é tão recorrente, esperamos que a Ubisoft se manifeste em breve.

    Os jogadores precisam tomar cuidado quando entram em uma luta enquanto bêbado, pois a função trava da mira pode ser bem mais útil do que muitos pensam. É difícil saber quantos bugs e quais são os que chegaram junto da atualização do Festival de Yule, mas participe das festividades e colete todas as recompensas que o festival tem a oferecer!

    Assassin’s Creed Valhalla está disponível para PC, PS4, PS5, Stadia, Xbox One e Xbox Series X | S.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Bridgerton: Nova série da Netflix é um show de figurino

    Shonda Rhimes (Grey’s Anatomy, Scandal, How to get Away with Murder) finalmente chegou à plataforma de streaming mais famosa do mundo, é claro que estamos falando da Netflix. A série, dividida em oito episódios, apresenta um amor juvenil protagonizado por uma novata inglesa de beleza encantadora: Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor).

    Apesar de um enredo aparentemente trivial, o seriado parece particularmente promissor por vários motivos: do elenco estelar aos protagonistas masculinos com físico escultural; além da direção notória de Shonda Rhimes e dos trajes deslumbrantes feitos por Ellen Mirojnick.

    Adaptada da saga de romances homônimo de Julia Quinn, Bridgerton foi uma forte inspiração para a conhecida designer Ellen Mirojnick, que conseguiu criar uma mistura perfeita do estilo Regency com o gosto moderno. O estudo, realizado em colaboração com a roteirista, deu resultados que vão deixar você sem palavras!

    Foram mais de 7.500 vestidos feitos à mão para a série! Só a protagonista Daphne Bridgerton usa 104 roupas em oito episódios.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Bridgerton (1ª temporada, 2020, Netflix)

    Quem é Ellen Mirojnick?

    Ellen MirojnickSeu talento criativo se esconde por trás de estilos icônicos e colaborações com diretores do calibre de Steven Spielberg.

    A ela devemos o look de Angelina Jolie em Malévola: Dona do Mal e de Meryl Streep em A Lavanderia, que fez os figurinos para o musical com Hugh Jackman, O Rei do Show e assim por diante.

    Vencedora de um Emmy de figurino, envolveu personalidades de destaque na área de figurinos.

    O conjunto da obra

    Bridgerton: Nova série da Netflix é um show de figurinhoOs corsets da série foram criados pela conhecida corsetist Sra. Pear, enquanto Marc Pilcher se encarregou de embelezar os penteados com detalhes meticulosos.

    O nível dos figurinos também é alto graças à escolha das cores e às modernas técnicas de fabricação.

    A família Bridgerton, por exemplo, ao longo da série usa tons de azul, enquanto outros personagens, como a Rainha Charlotte (Golda Rosheuval), não seguirão um estilo específico.

    Curiosidade: A personagem de Rosheuval não está presente nos livros de Julia Quinn.

    As técnicas de costura utilizadas são modernas, mas fixadas em 1.800 silhuetas. O resultado obtido é notável não só pela qualidade artesanal das roupas, mas pelo rigor histórico e pela expertise nos detalhes.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – Soul (2020, Pete Docter)

    0

    Soul é o mais novo filme do estúdio Pixar que está disponível no Disney+. O longa é dirigido por Pete Docter que tem no currículo animações como Monstros S.A. (2001) e Divertida Mente (2015). No elenco estão Jamie Foxx, Tina Fey e Graham Norton.

    SINOPSE

    Soul acompanha Joe (Jamie Foxx), um pianista que está prestes a realizar o seu sonho. Contudo, um incidente faz com que Joe fique entre a vida e a morte, levando sua alma para os reinos cósmicos. No Antes Da Vida ele conhece 22 (Tina Fey), uma alma que tem medo de ir para a Terra.

    ANÁLISE

    A cada novo filme da Pixar, o estúdio deixa para trás o estigma de que as animações são somente para crianças. Assim como os outros filmes do estúdio, Soul tem uma abordagem sentimental que busca dialogar com os adultos e divertir as crianças. Com relação a temática é o filme mais ambicioso, já que o longa faz uma análise extremamente profunda sobre o sentido da vida.

    Na história, Joe (Jamie Foxx) é um pianista de jazz que se sente fracassado, visto que sua carreira musical parece nunca acontecer. Mas, é quando Joe ganha a oportunidade da sua vida que um acidente leva sua alma para o além. Logo, Joe planeja voltar para o seu corpo, já que está entre a vida e a morte. Em sua jornada, ele conhece 22 (Tina Fey), uma alma que não encarnou por não ver um propósito na Terra.

    CRÍTICA – Soul (2020, Pete Docter)

    Ao longo do filme, Joe e 22 embarcam em uma aventura para que o pianista consiga realizar seu sonho e de certa forma, 22 acaba criando uma empatia pela Terra. Desse modo, Soul apresenta dois personagens opostos que se complementam e crescem de forma sútil. Boa parte dessa construção é graças ao dinamismo entre a dupla Foxx e Fey. Ambos são conhecidos como atores de comédia e conseguem dar ritmo aos seus personagens com o humor certo.

    Consequentemente, o filme ganha com sua incrível ambientação. Enquanto no Pós-vida, a esteira que leva as almas carrega um ar enigmático. No Antes Da Vida, as cores pastéis com personagens abstratos em 2D se assemelha a um sonho lúdico.

    Sendo assim, nada mais poético do que o salto de fé que as almas precisam dar para encarnar na Terra. Afinal de contas, cada atitude que tomamos em nossas vidas é um momento de incerteza, mas nem por isso, deixamos de agir.

    Da mesma maneira, Nova Iorque se revela encantadora em Soul. Os aspectos de iluminação do filme (que foram feitos já na pandemia com os animadores em casa) relevam as cores quentes do outono na cidade. Tal efeito casa com o roteiro de Kemp Powers, chamado pelo diretor Pete Docter a fim de retratar da melhor maneira possível a comunidade negra.

    CRÍTICA – Soul (2020, Pete Docter)

    Sendo assim, Powers fala sobre racismo estrutural e institucional nos pequenos detalhes como a conversa na barbearia. Na qual, Dez comenta que queria ser veterinário, mas para ser barbeiro não precisava de um diploma.

    Dessa forma, Soul faz uma relação muito intimista com assuntos atuais que rondam a sociedade. Além disso, apresentar o primeiro protagonista negro da Pixar como um homem de meia idade é dar uma certa visibilidade atrasada para uma geração inteira que nunca foi representada nas animações.

    Soul é belo de uma forma silenciosa que pode não arrancar lágrimas, mas cativa e transborda. Acima de tudo é sincero quanto às expectativas sobre a vida: propósito não é algo que se busca, mas que se encontra quando estamos preparados, no tempo certo. Essa combinação se estiliza com uma incrível trilha sonora que coloca o jazz como um terceiro protagonista.

    VEREDITO

    Pete Docter cria com Soul uma experiência sensorial transformadora. O filme é apresentado de forma despretensiosa, mas passa a crescer ainda mais quando refletido. Dessa maneira, Soul não só é divertido, como também é intenso.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição

    CRÍTICA – O Mundo Sombrio de Sabrina (Parte 4, 2020, Netflix)

    A quarta e última parte de O Mundo Sombrio de Sabrina chega à Netflix no dia 31 de dezembro. Inspirada nas HQs homônimas, o seriado de Roberto Aguirre-Sacasa finaliza a jornada da bruxinha que foi iniciada em 2018.

    SINOPSE

    Ao longo dos oito episódios, a Parte 4 do seriado traz como ameaça Os Terrores do Sobrenatural. O Coven deve lutar contra cada ameaça terrível, uma por uma até a chegada d’O Vazio, que é o fim de todas as coisas.

    LEIA TAMBÉM: CRÍTICA | O Mundo Sombrio de Sabrina – Vol. 1 (2019, Geektopia)

    ANÁLISE

    Quando o cancelamento de O Mundo Sombrio de Sabrina foi anunciado, o que mais se via na internet eram pessoas reclamando de mais um cancelamento na Netflix. Porém, no caso específico dessa produção, a escolha de encerrar nesta temporada foi extremamente acertada.

    Roberto Aguirre-Sacasa, showrunner e roteirista da série, havia planejado 5 partes para o seriado, inclusive um crossover com Riverdale (que será abordado nos quadrinhos). Porém, se a ideia era desde o início seguir a premissa dessa temporada e terminar em uma próxima parte, talvez o cancelamento tenha vindo para o bem.

    Após o estranho final da terceira parte, que deixou muitas pessoas sem entender o que realmente aconteceu, a quarta parte inicia como se tudo estivesse às mil maravilhas. Cada uma das Sabrinas, interpretadas por Kiernan Shipka, estão vivendo suas vidas nas realidades que escolheram.

    Sabrina Estrela da Manhã está governando o inferno ao lado de seu pai e de Caliban (Sam Corlett), o mesmo personagem que tentou matá-la ao longo dos 9 círculos na temporada anterior. Por sua vez, Sabrina Spellman segue sua vida tranquila no colégio mortal e na academia.

    Como Spellman é uma personagem extremamente insatisfeita com tudo o tempo todo, a vida pacata que ela tanto sonhava já não a agrada mais, visto que ela não tem um namorado — o que parece ser um requisito para que ela se sinta completa. Sua infelicidade obviamente causa problemas a todos, mais uma vez.

    Além desses problemas causados por Sabrina Spellman, todos os bruxos e mortais precisam lidar também com Os Terrores do Sobrenatural, uma série de criaturas invocadas por Padre Blackwood (Richard Coyle) para, novamente, destruir a humanidade e conceder a ele poderes inimagináveis. Cada terror possui uma característica, sendo que todos eles levam ao “final boss” chamado O Vazio; que como o próprio nome já diz, é simplesmente o fim de tudo o que existe.

    Como causa e salvadora de todos os acontecimentos da série, acompanhamos Sabrina Spellman e Sabrina Estrela da Manhã atuando contra Os Terrores do Sobrenatural um por um. A certa altura da temporada, o ritmo acaba ficando maçante e deveras repetitivo, pois parece que cada episódio é um ciclo simplesmente igual.

    Os melhores momentos da temporada são quando os Terrores O Perverso e O Infindável aparecem, quebrando um pouco a lógica repetitiva. Há também a participação de Caroline Rhea e Beth Broderick, atrizes do clássico sitcom de 1996 Sabrina, Aprendiz de Feiticeira, o que traz um certo ar nostálgico para a produção.

    O elenco continua sendo a melhor parte de O Mundo Sombrio de Sabrina. Mesmo com um desenvolvimento menor nessa nova temporada, ainda há espaço para novos desdobramentos nas histórias de Roz (Jaz Sinclair), Harvey (Ross Lynch) e Theo (Lachlan Watson). Ambrose (Chance Perdomo), como em todas as temporadas, possui papel fundamental de guia para o telespectador, explicando cada acontecimento e suas consequências na história.

    Entretanto, nem o ótimo elenco consegue manter um grande patamar nesta última temporada da série. É perceptível o quanto o roteiro sofreu pela falta de ideias e infelizmente não há muitos pontos positivos a serem destacados na Parte 4.

    O Mundo Sombrio de Sabrina parece ter perdido todo o ar “sombrio” da primeira temporada ao longo de suas renovações. Dessa forma, se tornou muito mais um dramalhão do que, de fato, uma série sobre magia e suas consequências.

    Vale ressaltar que todo o arco final faz completo sentido para o desenvolvimento dessa última temporada e foi uma ótima escolha do showrunner. Simples e coerente, a opção de finalização foi a melhor possível, principalmente quando levamos em consideração o histórico da personagem Sabrina ao longo dos anos.

    VEREDITO

    O Mundo Sombrio de Sabrina é o famoso guilty pleasure que vai deixar saudades, mas que infelizmente se encerra sem grandes vitórias e realizações neste último capítulo da saga.

    Mesmo assim, o desfecho foi o mais respeitoso e coerente possível para a bruxinha que ganhou o coração dos espectadores da Netflix.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição