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    Call of Duty: Warzone | Game aparentemente terá versão mobile

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    Uma nova lista de empregos da Activision aparentemente confirmou o desenvolvimento de uma versão móvel do Call of Duty: Warzone.

    A editora está procurando um produtor executivo em uma “nova franquia AAA FPS móvel”. Essa linguagem faz com que pareça um jogo novo, mas no título do cargo, a empresa lista “WZM”, que provavelmente significa Warzone Mobile.

    O resto da lista também faz várias referências a Call of Duty: Warzone. Até que a Activision anuncie algo concreto, os fãs não devem ficar muito animados, e como esta é uma lista recente, o jogo ainda pode estar distante. Dito isso, parece quase certo que Warzone está chegando ao celular!

    Ainda na descrição do cargo, a Activision afirma que o produtor executivo deve “adaptar e entregar os recursos essenciais do Warzone nos consoles e PC em sua melhor instanciação móvel”. Da lista, não está claro se o jogo seria ou não uma versão separada do Call of Duty: Warzone baseada no jogo atual, ou se seria uma versão que permitisse o jogo cruzado com as plataformas existentes.

    As listagens de contratação se tornaram uma ótima maneira para os fãs descobrirem dicas sobre os próximos jogos. Novas listas de contratação da Crystal Dynamics revelaram recentemente que o desenvolvedor de Marvel’s Avengers também está trabalhando em um novo título AAA, com um componente PvP.

    As listagens online se tornaram uma ferramenta inestimável para desenvolvedores e editores recrutarem para novos jogos, mas também deram aos jogadores uma janela para o processo de desenvolvimento que antes não estava disponível.

    Call of Duty: Warzone, foi lançado em Março, e em 10 dias, o jogo tinha 30 milhões de jogadores. A popularidade do jogo só continuou desde então, então não é tão surpreendente ver uma expansão para dispositivos móveis.

    Ainda não se sabe como o jogo será executado em dispositivos iOS e Android, mas a perspectiva por si só deve ser emocionante para os fãs de Warzone. Até que algo oficial seja anunciado pela Activision, os fãs terão apenas que desfrutar do jogo em suas plataformas atuais.

    Call of Duty: Warzone está disponível no PlayStation 4, Xbox One e PC.

    E você, gostaria de ver Call of Duty: Warzone em dispositivos móveis? Deixe-nos saber nos comentários.

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    Jump Force: Game adiciona Hiei de Yu Yu Hakusho

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    O 2º Passe de Personagens de Jump Force inclui o já lançado personagem Shoto Todoroki de My Hero Academia, o próximo personagem Meruem de Hunter x Hunter; além de Hiei, a nova adição a galeria de personagem; e também incluirá um personagem de Bleach e JoJo’s Bizarre Adventure – ainda não divulgados.

    Jump Force Deluxe Edition, a versão Nintendo Switch do jogo, foi lançada em 28 de Agosto nas Américas e na Europa, e no Japão e na Ásia em 27 de Agosto. A versão Switch permite co-op local com dois consoles conectados e batalhas offline que permitem que até seis pessoas joguem com um console.

    A versão do Switch inclui todos os nove personagens do 1º Passe de Personagem do jogo, e o 2º Passe de Personagem do jogo também está disponível separadamente.

    Spike Chunsoft desenvolveu o jogo, que foi lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam em Fevereiro de 2019 nas Américas, Europa e Japão.

    Jump Force é um game de luta focado em personagens de animes e há vários personagens de diversos animes, como: My Hero AcademiaDragon Ball Z, Yu-Gi-Oh!, Hunter x Hunter, Naruto, Bleach, entre outros.

    Os conjuntos de DLC incluem trajes e habilidades de avatar junto com novos personagens. No primeiro Passe de Personagem do jogo trouxe 9 novos personagens ao game.



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    CRÍTICA | The Boys – Vol. 5: Herogasm (2020, Devir)

    The Boys – Vol. 5: Herogasm é uma nova edição dos criadores Darick Robertson e Garth Ennis e sua distribuição no Brasil é feita pela editora Devir.

    O texto abaixo contém spoilers; leia por sua conta em risco!

    SINOPSE

    The Boys

    The Boys – Herogasm é uma sequência direta dos acontecimentos do Vol. 4: Hora de Partir na qual os G-Men foram exterminados pelo Conglomerado e Os Sete se tornaram a maior fonte de renda dos empresários, uma vez que são o principal grupo.

    ANÁLISE

    O quinto volume de The Boys talvez seja um dos mais insanos, visto que o intuito maior desta edição é mostrar o quão depravados os supers são.

    Como pano de fundo temos uma invasão alienígena de vilões intergaláticos, contudo, trata-se apenas de uma armação para uma questão maior: uma mega orgia de heróis e vilões num hotel de luxo em uma ilha.

    Na HQ temos cenas de sexo explícito na maior parte do tempo das 140 páginas, além de é claro da violência gráfica.

    O roteiro de Herogasm nos apresenta que os supers fazem o que querem, quando querem e com quem querem, pois ganham drogas, garotos e garotas de programa e locais luxuosos para fazer suas ações nada ortodoxas.

    E isso fica ainda mais evidente na figura do Patriota que começa a mudar sua personalidade para um formato ainda mais segregatório e ditador por conta de um evento específico.

    A HQ de The Boys tem o objetivo de exemplificar ainda mais o quão podres são os nossos “super-heróis”, pois seus limites não existem e há pouco caso pela condição humana.

    Todavia, uma figura importante mostra que o jogo não é tão simples: Stiwell, um homem ambicioso e calculista tem os supers na mão e sabe o que tem que fazer.

    Sua importância é ainda maior em Herogasm e isso é muito interessante, pois vemos que há uma trava por parte dos grupos. Sua importância é grande, mas não a ponto de queimar o Conglomerado que tem como maior ameaça os homens por trás do dinheiro.

    VEREDITO

    Com uma edição pautada pelo exagero e nonsense, The Boys – Vol. 5: Herogasm é talvez a mais absurda até agora.

    Apresentando imagens que deixam algumas hentais no chinelo, a HQ de Garth Ennis nos mostra o lado B dos maiores heróis do Conglomerado, desvirtuando ainda mais seus caminhos.

    Editora: Devir

    Autores: Darick Robertson e Garth Ennis.

    Páginas: 140

    E você, gosta de The Boys? Deixe sua opinião e nota!

    LEIA TAMBÉM:

    CRÍTICA – The Boys:

    Vol. 1, Vol. 2, Vol. 3 e Vol. 4.

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    Lovecraft Country: Ruby vive um momento de o Médico e o Monstro

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    Após Atticus Freeman e seus amigos escaparem dos Filhos de Adão em Massachusetts, Christina Braithwhite e seu constante companheiro, William, partem para Chicago. A bruxa usa sua magia negra e riqueza para manipular Atticus e sua namorada Letitia Lewis. E enquanto Atticus e Leti recebem a companhia do pai de Atticus em uma perigosa expedição fora da cidade para recuperar as páginas perdidas de um texto ocultista, William continuou seu plano contra Atticus e Leti ao seduzir a meia-irmã de Leti, Ruby Baptiste.

    Ao acordar na manhã seguinte na nova casa de Christina e William nos subúrbios de Chicago, Ruby descobre que ela foi transformada em uma mulher caucasiana. Após se orientar, Ruby descobre que ela é capaz de andar por uma vizinhança predominantemente branca sem sofrer qualquer tipo de preconceito, nem ser atormentada pela polícia.

    Entretanto, essa transformação se mostra temporária, com os ossos de Ruby começando a tomar sua forma original. É incrível como a transformação se dá, como se Ruby emergisse de dentro da “pele” caucasiana, enquanto ela se rasga quase que completamente ao seu redor. Isso acontece a tempo dela retornar para a casa de William, deixando um casulo bizarro enquanto ela retorna em sua forma natural para a supervisão de William.

    Ruby

    Apesar de Ruby ficar abalada com sua nova condição, parece existir um fascínio por parte de Ruby em viver em Chicago como uma mulher branca, sem ter que passar por todos os preconceitos que um racismo sistêmico causa por toda a cidade. William facilita a transformação com uma estranha poção que parece ter como seu principal ingrediente, sangue, que Ruby mantém em sua pequena bolsa e sempre que sente que a transformação a sua forma original está prestes a acontecer, ela a bebe.

    Assumindo o nome de Srta. Davenport, Ruby assume uma posição de gerência em uma enorme loja de departamento e aparentemente adora manter uma vida dupla, fascinada pelos privilégios que uma pessoa vive em uma sociedade branca, antes de William a dar uma perigosa missão em troca de continuar dando a ela acesso à poção.

    Ruby, em sua forma natural, uma mulher afro-americana trabalha como uma garçonete em um evento, que mais tarde se mostra como um evento de de gala do Departamento de Polícia de Chicago.

    Incumbida de plantar uma misteriosa pedra na mesa do chefe de polícia como parte da guerra entre a Christina e a polícia, Ruby é forçada a se esconder em um armário quando o chefe e seus soldados mais confiáveis retornam para o escritório para uma rápida mudança de roupa.

    Dentro, Ruby é surpreendida ao descobrir que o chefe tinha alguém amarrado e mutilado, quase morto com sua língua cortada para evitar que ele pedisse ajuda. Com o tronco do chefe exposto enquanto ele trocava de roupa, ele parece estar colhendo pele e partes do corpo de outros e colocando nele mesmo, como parte de sua odiosa agenda.

    Por horas e por uma dose de poção, Ruby ganhou a habilidade de viver o que é o privilégio branco ao viver uma vida como uma mulher branca. A história é uma clara alusão ao clássico de Robert Louis Stevenson de 1886, O Estranho Caso do Doutor Jekyll e do Senhor Hyde, com o título sendo uma clara referência ao título do livro. Mas ao invés de apenas se transformar e manter sua forma física, a metamorfose de Lovecraft Country mostrou na série uma das imagens mais tenebrosas até o momento, com Ruby emergindo de dentro de uma forma caucasiana por várias vezes ao longo do episódio.

    William levou Ruby mais ainda dentro da história, a colocando em um conflito com a polícia. A meia-irmã de Leti é puxada cada vez mais para dentro dos terríveis planos do culto contra Atticus Freeman, e ela pode acabar se tornando a mais perigosa ameaça, até então.

    LEIA TAMBÉM:

    Lovecraft Country | Análises e referências:

    Episódio 1: Sundown

    Episódio 2: Whitey’s on the Moon

    Episódio 3: Holy Ghost

    Episódio 4: A History of Violence

    Episódio 5: Strange Case



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    Superman é o protetor do Necronomicon na DC Comics

    Muitos itens mágicos estão por aí no Universo DC Comics. A Lança do Destino, o Elmo de Nabu, o Laço da Verdade da Mulher-Maravilha, entre outros. Não é de se imaginar que alguns dos itens mágicos mais poderosos são dados à mortais comuns. E é estranho o fato de alguns dos itens mágicos mais poderosos terem ido parar nas mãos de meros mortais; mas o Necronomicon, só pode ser confiado a apenas um homem: o Superman.

    O Necronomicon foi criação do escritor de horror clássico, H.P. Lovecraft. Sua primeira aparição foi no conto “The Hound“, apesar de ser imensamente referenciado em “A Cidade Sem Nome“.

    No conto, dois homens roubam um túmulo e encontram um amuleto de jade. E eles “lêem muito no Necronomicon de Alhazred sobre as propriedades do amuleto”.

    Ele foi mencionado de forma bem diferente no Universo DC. Em DC Comics Presents #18, o Superman estava imaginando o porquê ele, de todas as pessoas, ter uma vulnerabilidade tão grande quando o assunto é magia.

    Apenas duas coisas podem machucar o Superman: kryptonita e magia. Procurando uma razão para sua fraqueza na Fortaleza da Solidão, o Homem de Aço procura por respostas no antigo livro que está apenas ali, largado, o Necronomicon. Com o livro, ele supõe que pode se proteger de ataques mágicos.

    Necronomicon

    Mas Kal-El não procura no livro por respostas. Ao invés disso, ele usa um espectrômetro para ver se o livro está emitindo qualquer tipo de radiação. Ele vê que o livro está emanando uma energia que ele nunca viu antes. Então faz o que qualquer homem de ciência faria: recalibra o espectrômetro para atirar um raio daquela energia diretamente nele, esperando se imunizar contra magia.

    Mas Superman faz isso exatamente no momento em que Zatanna está tentando abrir um portal para a “dimensão da magia”, de onde toda a magia vem.

    A explosão de poder tira todos os poderes de Zatanna e os dá ao Superman. O resto da edição mostra Superman e a Zatanna se reunindo para dissipar o fluxo de magia na nossa dimensão e lutando com um mágico de palco que tem inveja de magos de verdade.

    É claro que o Superman e Zatanna conseguem derrotar o inimigo, devolver a magia a sua dimensão correta e salvam o dia.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Conheça Zatanna Zatara, uma das magas mais poderosas da DC

    É estranho, pois o Necronomicon apareceu algumas vezes ao longo de 40 anos. Um artefato de imenso poder seria sem dúvida um dos itens mais desejados por usuários de magia, como John Constantine.

    LEIA TAMBÉM:

    Constantine: Conheça as melhores histórias do Hellblazer

    Talvez o pessoal da DC Comics seja inteligente o suficiente para não escrever sobre algo que eles não têm esperança de entender tão cedo.



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    CRÍTICA – Bill & Ted: Encare a Música (2020, Dean Parisot)

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    Após 30 anos, o terceiro filme de Bill & Ted trás os atores Alex Winter e Keanu Reeves de volta aos seus personagens tão queridos. No elenco Samara Weaving e Brigette Lundy-Paine também são os destaques. O filme está disponível em on demand

    SINOPSE

    Após anos tentando escrever a melhor música de todos os tempos que irá unir a humanidade, Bill (Winter) e Ted (Reeves) estão desiludidos. Seus casamentos vão de mal a pior e suas carreiras como astros do rock não prosperam. Em dúvida se devem esquecer o sonho e encararem a vida adulta da meia idade, Bill e Ted recebem uma visita do futuro e descobrem que apenas a música criada por eles irá salvar a realidade (e o mundo) como conhecemos. 

    ANÁLISE

    Em uma época tão conturbada e ainda por cima em um ano pandêmico são poucos os filmes que se propõem a ser alegres como Bill & Ted: Encare A Música. O fato é: há muito tempo já não existem mais produções que misturam aventura, comédia, ficção científica ; até musical de forma leve e simples.

    Nesse sentido, o terceiro filme de Bill e Ted é um respiro para os millenials e um suspiro para os noventistas. O primeiro filme lançado, Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica, em 1989, foi um grande sucesso inesperado; a produção meio tosca e super divertida ganhou fãs e uma sequência Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo (1991).

    Ambas as tramas dos dois primeiros filmes certamente não funcionariam atualmente, apesar do humor no-sense, Bill e Ted sempre tiveram um tom quase iludido. O terceiro filme carrega as mesmas qualidade dos antecessores e vai além com uma produção mais elaborada. 

    Nessa maneira, a volta de Alex Winter e Keanu Reeves também é agradável. Logo no começo do filme pode ser estranho assistir Reeves em uma comédia, visto o grande astro que o ator se tornou. Porém, aos poucos acabamos nos familiarizado e revivendo Bill e Ted mais uma vez. 

    Uma história igual, mas diferente

    Nessa nova aventura, nossos protagonistas precisam salvar a realidade que está colapsando já que eles ainda não criaram a música que irá unir o mundo. Ao serem chamados para o dever, eles visitam algumas de suas versões do futuro. Já suas filhas, Thea (Weaving) e Billie (Lundy-Paine) decidem ir para o passado juntar os maiores músicos para ajudar os pais. 

    Com grandes referências aos dois primeiros filmes, como a velha cabine telefônica de viajem no tempo (e espaço), robôs assassinos, ir parar no inferno e a maravilhosa Morte interpretada mais uma vez por William Sadler; o filme cativa e diverte. 

    Logo, a dinâmica entre Weaving e LundyPaine também chama a atenção, a dupla carrega o espírito do primeiro filme e garante bons momentos. Sendo assim, Bill & Ted: Encare A Música é um filme que não foge a sua receita original de tanto sucesso, mas acrescenta novas perspectivas e uma trama mais engajada.

    Dessa forma, o filme é uma ótima pedida em tempos tão desgastantes e traz um calor aos nossos corações. O ato final, por exemplo, com seu plot twist é admirável. Logo, para além dos acontecimentos malucos da história, o terceiro filme de Bill e Ted gira em torno de um ensinamento poderoso: mais empatia em tempos estranhos. 

    VEREDITO

    Bill & Ted: Encare A Música é o raro caso onde o terceiro filme é o melhor. Não só por isso, o filme passa uma mensagem de união com muito humor, afinal como diria Bill: “Be excellent to each other“. Consequentemente, a estranheza de ver Winter e Reeves mais uma vez nos papéis que fizeram ainda muito jovens seja o que difere o filme. Contudo, como diria Ted: “Party On!“.

    Assista ao trailer:

    E você, é fã da dupla de roqueiros mais querida do cinema? Já assistiu ao filme? Deixe sua avaliação e seus comentários!



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