Início Site Página 663

    Scott Pilgrim: Michael Cera revela seu real interesse por uma sequência

    Na década em que chegou aos cinemas, Scott Pilgrim Contra o Mundo fez com que os fãs de cultura pop ficassem ainda mais apaixonados; atualmente com uma variedade de serviços de streaming o filme de Edgar Wrigth conseguiu que novos públicos o descobrissem.

    Em entrevista recente, a estrela Michael Cera confirmou que ele estaria interessado em participar de uma sequência para o filme, por nenhuma outra razão senão como uma desculpa para passar um tempo com todos que colaboraram para dar vida ao filme original.

    Baseado nos livros de Bryan Lee O’Malley, o diretor Edgar Wright entregou ao público um dos filmes de quadrinhos mais inventivos de todos os tempos, cujas realizações os filmes contemporâneos de super-heróis não conseguiram igualar.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #16 – Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010, Edgar Wright)

    Quando perguntado pelo ComicBook se ele estaria interessado em retornar à franquia ou se ficaria nervoso por revisitar esse poço de idéias e não capturar a mesma magia do filme original, Cera admitiu:

    “Para mim, um segundo filme significaria apenas estar ao redor daquele grupo novamente. Foi um grupo tão bom. Felizmente, todos nós nos reunimos e realmente era como uma grande banda ou algo assim, e todos nós amamos estar juntos e isso acontece, obviamente, cada vez menos, mas quando o filme estava em produção e, mesmo alguns anos depois, estávamos todos saindo bastante.”

    Ele acrescentou:

    “Bill Pope, que é o diretor de fotografia, fazia brunches regularmente com sua esposa Sharon. Parecia mesmo uma família extensa. Dez anos depois, obviamente a vida mudou para todos e acabou nos afastando. Eu adoraria [um novo filme], se isso significasse fazer com que todos passassem um tempo juntos novamente, eu adoraria isso. Espero que com o 10º aniversário do longa, isso nos dê uma desculpa para ficarmos juntos.”

    Embora a razão para retornar à franquia possa não ser continuar a jornada narrativa de Pilgrim, a oportunidade para o elenco e a equipe colaborarem novamente é uma razão tão boa quanto qualquer outra para criar uma sequência.

    Olhar para o elenco do filme e ver o que eles realizaram na última década torna as realizações ainda mais impressionantes, pois em Scott Pilgrim Contra o Mundo também estrelaram Mary Elizabeth Winstead, Brie Larson, Chris Evans, Anna Kendrick, Kieran Culkin, Alison Pill, Aubrey Plaza, Mae Whitman, Brandon Routh, Jason Schwartzman e Ellen Wong, muitos dos quais se tornaram os artistas mais procurados em Hollywood.

    No início deste ano, Winstead – a Caçadora no recente filme das Aves de Rapina – revelou o que queria ver em uma sequência de Scott Pilgrim:

    “Eu ficaria muito curioso para saber o que aconteceu com esses personagens quando eles estavam na casa dos 30 anos, em oposição ao primeiro filme que eles estavam na faixa dos 20. Então eu acho que seria realmente interessante. Nós sempre conversamos sobre uma sequência quando estávamos fazendo isso, mas sempre imaginamos que seria assim, ainda um ano depois. Onde eles estão? Mas acho que é muito mais fascinante saber onde eles estariam 10 anos depois. Eu sou apaixonada por isso.”

    Pensando nisso, o artista conceitual BossLogic não perdeu tempo e fez um pôster da desejada sequência, veja abaixo:

    https://www.instagram.com/p/B_MDS3QJS-9/?igshid=m4j5cq9ic8lb



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion está disponível no Brasil

    Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion já está disponível no Brasil em formato digital.

    As distribuidoras Apple TV, Google Play, Playstation Store e Microsoft iniciaram a venda do filme no dia 16 de Abril. Em 30 de Abril, a animação será disponibilizada também para as plataformas Now, Skyplay, Vivo Play, Oi Play e Looke.

    Na trama de Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion, Lorde Raiden convoca seus aliados Liu Kang, Sonya Blade e Johnny Cage para representar o Plano Terreno no torneio mais sangrento da Terra, promovido pelo feiticeiro Shang Tsung em Outworld. Scorpion entra para o torneio para vingar seu clã, Shirai Ryu, que foi dizimado pelos Lin Kuei, grupo liderado por Sub-Zero.

    A animação foi dirigida por Ethan Spaulding (Batman: Assalto à Arkham, Liga da Justiça: Trono de Atlântida), com o roteiro de Jeremy Adams (Sobrenatural, Jovens Titãs em Ação!), e baseado no videogame criado por Ed Boon e John Tobias.

    Rick Morales (Batman: O Retorno dos Cruzados da Capa, Batman vs. Duas-Caras) é produtor, e Jim Krieg (Batman: Gotham de Gaslight) é co-produtor.

    O produtor executivo é Sam Register. Já um dos criadores do game, Ed Boon (NetherRealm Studios), foi o consultor criativo.

    Confira o trailer do filme:

    PUBLICAÇÕES RELACIONADAS:

    CRÍTICA – Mortal Kombat 11 (2019, NetherRealm Studios)

    Martelada #29 | Aniversário de Mortal Kombat 11 e retrospectiva da franquia

    Mortal Kombat 11: Personagens que gostaríamos no jogo



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Code 8: Renegados vai virar série no canal de streaming Quibi

    Code 8: Renegados vai virar série de TV. A plataforma de streaming Quibi encomendou um spin-off do novo filme da Netflix, com Stephen e Robbie Amell protagonizando novamente o projeto.

    No filme Code 8: Renegados, Connor (Robbie Amell), um homem com super poderes elétricos entra para um grupo de traficantes para conseguir dinheiro e ajudar sua mãe com uma doença grave. Garrett (Stephen Amell), um dos líderes do grupo, vira tutor de Connor, o ensinando a utilizar seus poderes.

    Code 8: Renegados é um projeto de longa data…

    Em 2016, os primos Robbie e Stephen Amell produziram um curta do projeto, conseguindo angariar 12 milhões de dólares no projeto de crowdfounding IndieGogo, fazendo o longa sair do papel.

    O diretor do filme na Netflix, Jeff Chan, estará de volta na série, assim como o roteirista Chris Paré. Já em relação ao elenco, Laysla de Oliveira (Locke & Key), Sung Kang (Velozes & Furiosos), Kari Matchett (24 Horas) e Greg Bryk (The Handmaid’s Tale) ainda não foram confirmados.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Code 8: Renegados (2020, Jeff Chan)

    Confira o trailer do filme:

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – O Máskara (2020, Pipoca e Nanquim)

    Provavelmente se você cresceu durante os anos 90 e 2000, certamente ligava a TV para acompanhar os excelentes desenhos animados do Bom Dia & Cia e na programação de desenhos totalmente “politicamente incorretos” para os dias de hoje, O Máskara se destacava dos demais por apresentar um personagem maluco, de cabeça verde e com os dentes do tamanho de cartas de baralho.

    Acredito que até hoje o personagem está no coração de diversos nerds que acompanhava cada episódio, aguardando uma nova maluquice desse desenho animado tão divertido.

    Sem dúvidas O Máskara é um dos personagens mais insanos e queridos da cultura pop, juntamente com outros tão malucos quanto ele, como por exemplo o Coringa, Pernalonga, Pica Pau, Lobo e Deadpool.

    O personagem fez um grande sucesso durante os anos 90 por conta da animação e do divertido filme estrelado por Jim Carrey, em 1994, e que foi um sucesso de bilheteria naquele ano (ao contrário do filme de 2005); contundo, o que poucos sabem é que a origem desse personagem tão maluco não foi nas telonas e nem sequer na animação e sim nos quadrinhos.

    O personagem foi criador por Mike Richardson entre os anos 1982 e 1985, o personagem foi reformulado pelo escritor John Arcudi e o artista Doug Mahnke – que estava em início de carreira – e sendo publicado no final dos anos 80 pela editora Dark Horse Comics.

    Entretanto, a HQ de origem do personagem nunca havia sido publicada no Brasil, apenas a As Aventuras do Máskara, que foi publicada pela editora Mythos durante a década de 90, mas que tinha as histórias voltadas para a série de desenho animado.

    Enfim, esse ano, a editora Pipoca e Nanquim está preenchendo essa lacuna, e está publicando uma edição especial que reúne as três primeiras minisséries:

    • O Máskara;
    • O Retorno do Máskara;
    • O Máskara Contra-Ataca.

    A edição que está sendo publicada e baseada na edição The Mask Omnibus da editora Dark Horse Books, de 2019. A única diferença é que a edição brasileira é com capa dura.

    Aqui acompanhamos uma peculiar máscara de origem desconhecida que dá poderes e habilidades ilimitadas e opera a partir das dinâmicas da personalidade existente e projeta uma persona caótica em quem usa. Com isso o nerd Stanley Ipkiss acaba comprando a peculiar máscara de presente para sua namorada, mas o que ele nem imagina é que a polícia, a máfia e o próprio Stanley estão em uma violenta rota de colisão repleta de caos homicida, loucura e destruição.

    Para quem espera encontrar O Máskara do cinema e do desenho animado nessa HQ, pode tirar o cavalinho da chuva, a imagem do personagem é a mesma claro, contundo a trama tem uma doze de violência extrema e humor ácido.

    Durante a trama outros personagens icônicos surgem, como o Tenente Kellaway e o capanga brucutu Walter.

    O roteiro John Arcudi é ágil e violento e cheio de referências a filmes como e desenhos animados, durante boa parte da HQ O Máskara vai está quebrando a quarta parede assim como é feito no filme de 1994 e tantos outros filmes, quadrinhos e séries que utilizam essa linguagem (Deadpool, House of Cards, Funny Games, entre outros).

    Quanto a arte de Doug Mahnke: é uma maravilha! e cada cena é bem elaborada e dinâmica, não deixando a leitura da arte cansativa; um destaque para cenas de violência que são sádicas e cheio de gore. O traço de Mahnke lembra bastante o traço do Frank Quitely (All Star Superman).

    Por fim, essa HQ é excelente para quem não conhece a origem desse personagem tão querido e divertido que foi imortalizado pelo versátil ator Jim Carrey nos cinema e que a poucos meses falou para impressa que toparia volta para reprisa o papel em uma sequência de O Máskara (como diria o personagem: “Isso seria demais!“).

    Editora: Pipoca e Nanquim

    Autor: John Arcudi

    Arte: Doug Mahnke

    Páginas: 380

    E você, é fã de O Máskara? Já leu a HQ com a origem do personagem? Deixe seus comentários e lembre-se de deixar sua avaliação!



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – Hokuto no Ken (2019, JBC)

    Imagine a fusão de Mad Max, Bruce Lee, kung-fu, gore, personagens brucutus e tudo que há de ruim em um cenário pós-apocalítico, esses foram os ingredientes escolhidos pelos mangakás Buronson e Tetsuo Hara para criarem Hokuto no Ken, um dos mangás shonen mais importantes do Japão.

    Conhecido internacionalmente como Fist of the North Star (Punho da Estrela Polar, no Brasil), foi publicado originalmente pela editora Weekly Shonen Jump, de Setembro de 1983 à Agosto de 1988, sendo concluído em 27 volumes. Com isso a editora JBC trouxe para o Brasil esse aclamado mangá que será concluído em 18 volumes; e atualmente se encontra sexto volume.

    O legado de Hokuto no Ken é tão importante que vai além das páginas dos mangás; a obra estar presentes em diversas outras mídias como animes, OVAs, live action, jogos de videogame, pachinko e claro memes para internet (“omae wa mou shindeiru” quer dizer “você já está morto”), além disso ele foi uma grande influência para outros grandes mangakas como Hirohiko Araki (Jojo: Bizarre Adventure) e Kentaro Miura (Berserk).

    A história de Hokuto no Ken se passa no ano 199X, onde o mundo foi envolvido pelas chamas nucleares, os mares secaram e todas as formas de vida pareciam ter desaparecidos da face do Terra, porém a raça humana não foi extinta.
    Nesse mundo pós-apocalítico um homem vaga pelo deserto. Ele é aquele que foi escolhido como o sucessor do estilo assassino terrível, o herdeiro do Hokuto Shin-Ken. Ele é Kenshiro e aqueles que ousarem se interpor em seu caminho sentirão a fúria dos seus punhos.

    Na trama, Kenshiro vai enfrentar o pior que a escoria humana tem a oferecer diante de um cenário pós-apocalítico; desde bandidos, gangues, traficantes de pessoas, nazistas cafetões (Isso mesmo nazistas cafetões!).

    “Omae wa mou shindeiru!“

    Hokuto no Ken apesar de ser um mangá de 1983 a obra continua sendo atemporal, ainda mais agora em tempos de pandemia.

    Os mangakás tiveram uma forte influência sobre o cinema (desde Mad Max aos filmes com o ícone do kung-fu, Bruce Lee), entretanto, posso dizer que a obra de Hokuto no Ken tem seu estilo próprio.

    A arte de Testuo Hara é visceral, principalmente nas páginas onde tem ação; cada golpe que Kenshiro aplica é uma explosão de gore. Sem falar das frases de efeito ao derrotar algum inimigo (dei altas gargalhadas com as frases de efeitos e com inimigos fanfarrões), o nível de exagero com sanguinolência chega a ser engraçado.

    O roteiro de Buronson é basicamente tudo o que temos hoje em dia em diversos mangás shonen jump, tem vários inimigos a serem derrotados um após o outro e um objetivo a ser atingido.

    Com isso Hokuto no Ken é um excelente mangá para quem procura uma boa leitura repleta de ação, pancadaria e gore em excesso e com ótimas frases de efeito.

    Editora: JBC

    Autor: Buronson

    Arte: Tetsuo Hara

    Páginas: 312

    E você, é fã de Hokuto no Ken? Deixe seus comentários e lembre-se de dar sua avaliação!



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – Code 8: Renegados (2020, Jeff Chan)

    Code 8: Renegados é o novo longa de ação e ficção científica da Netflix, estrelado por Robbie Amell (The Flash) e Stephen Amell (Arrow) e dirigido por Jeff Chan (O Mistério de Grace).

    História

    Conor Reed (Robbie Amell) é um homem com super-poderes elétricos. Quando sua mãe, interpretada por Kari Mitchell, está com uma doença grave, Conor entra para o mundo do crime para conseguir o dinheiro para tentar salvá-la, uma vez que se alia a Garrett (Stephen Amell) e um grupo de traficantes.

    Análise 

    Code 8: Renegados é um longa que tem um bom pano de fundo e diversas discussões interessantes, como segregação e vício em drogas, por exemplo. 

    A direção de Jeff Chan é muito eficaz, uma vez que Code 8 é o terceiro filme dele, mostra que Chan soube usar muito bem o CGI e as cenas de ação do filme são muito boas, tudo por mérito dele.

    Já na questão de atuações, Robbie Amell entrega boas cenas, conseguindo colocar em tela todas as nuances do seu personagem. Stephen Amell é eficiente, uma vez que o seu personagem é muito parecido com Oliver Queen, algo que deve ser recorrente na carreira do ator que possui muitas limitações técnicas.

    Confira a crítica completa em vídeo:

    A obra derrapa em alguns quesitos, pois possui muitos clichês. Um traficante de bom coração que está lá por necessidade, um vilão inescrupuloso e estereotipado e uma dupla de policiais que fazem o tira bom e tira mal. Os personagens de Sung Kang (Velozes & Furiosos) e Layla de Oliveira (Locke & Key) são interessantes, contudo, são insuportáveis também, sendo mal aproveitados pelo roteiro. 

    Veredito

    Code 8: Renegados funciona. É um filme que possui bons argumentos e entrega boas cenas de ação e discussões. Se não tivesse tantos clichês dos filmes do gênero, poderia ser um dos grandes longas do até então conturbado ano de 2020.

    Confira o trailer de Code 8: Renegados:

    O filme já está disponível no catálogo da Netflix. E você, já assistiu? Deixe seus comentários e sua avaliação!



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.