Início Site Página 721

    Sin City: Série de TV em desenvolvimento; Frank Miller em negociação

    Há uma nova interação de Sin City em desenvolvimento para uma série de TV pela Legendary, com Frank Miller e Robert Rodriguez em negociação para retornar a franquia como produtores executivos. Até o momento, é incerto se eles também serão os co-diretores como fizeram no primeiro filme.

    De acordo com a Deadline, o acordo certamente garantiria a primeira temporada da série, sendo suficiente para a série ser comprada por algum serviço de streaming. Há também uma série animada +18 sendo desenvolvida.

    Uma série de Sin City, de Glen Mazzara foi anunciada em 2017 com Len Wiseman junto do projeto como diretor, mas o projeto citado acima, parece ser um projeto inteiramente novo.



    Até o momento, não sabemos se a nova série readaptará o quadrinho de Frank Miller, ou contará uma história completamente nova, mas a antiga tentativa de fazer a série acontecer, seria uma:

    “Interação completamente distante os filmes, apresentando personagens originais e linhas do tempo dentro do universo de Sin City.”

    E aí, gostaria de ver uma nova adaptação de Sin City? Deixe seus comentários abaixo!

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Netflix: Ted Sarandons comenta sobre concorrência e chegada do Disney+

    O chefe de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, minimizou as preocupações das pessoas sobre a empresa após o lançamento da Disney+, que bateu 10 milhões de assinantes em suas primeiras 24 horas.

    De acordo com o The Hollywood Reporter, em um evento em Nova Iorque, nesta quinta-feira, Sarandos disse sobre o lançamento da concorrência:

    “Para nós, nada realmente muda. Eles são ótimos no que fazem, são ótimos contadores de histórias. É ótimo ter concorrência.”

    A Disney revelou na quarta-feira que a Disney+ havia conquistado mais de 10 milhões de inscrições desde seu lançamento no dia anterior, tornando-a instantaneamente um dos maiores serviços de streaming de assinatura nos EUA.

    Os executivos da Netflix, incluindo Sarandos e o CEO, Reed Hastings, há muito minimizam a ameaça da Disney+, argumentando que uma maré crescente de serviços de streaming elevará todos os barcos. Em uma conferência no início deste mês, Hastings disse que planejava se inscrever no Disney+, chamando-a de “empresa incrível”.

    Na quinta-feira, Ted Sarandos também abordou a mudança do serviço do conteúdo da biblioteca para os originais, reconhecendo que os programas adquiridos compõem uma parte considerável da audiência da Netflix. E, acrescentou que programas como Friends e The Office possuem centenas de episódios:

    “Há muita visualização proveniente de conteúdo licenciado de outras pessoas, porque existe muito e, durante algum tempo, era tudo o que tínhamos.”

    Por fim, no entanto, a empresa está planejando um futuro em que quase todo o conteúdo do serviço seja original.

    “Acho que, de um jeito ou de outro, nós acabaríamos chegando nesse ponto.”

    Confira nosso vídeo sobre a Netflix e os serviços de streaming:

    Prince of Cats: Spike Lee irá dirigir adaptação dos quadrinhos

    O vencedor do Oscar, Spike Lee (Infiltrado na Klan), continua sua saga cinematográfica baseada em histórias no bairro Brooklyn com seu mais recente projeto Prince of Cats, uma adaptação do quadrinho de Ron Wimberly.

    O projeto é descrito como uma versão de hip-hop dos anos 80 de Romeu e Julieta de Shakespeare, com a trágica história de amor atravessada vista pelos olhos de Tybalt, primo zangado e apaixonado por Julieta.

    A Legendary está produzindo o novo filme, que segue a perspectiva de Tybalt e seus irmãos Capulet, que navegam na República Popular do Brooklyn, onde duelos de espadas subterrâneos – incluindo katanas – com o rival Montagues florescem em um mundo vibrante. Esse mundo inclui itens essenciais do hip-hop, como DJ, dança, break e graffiti.

    Selwyn Sefyu Hinds escreveu o roteiro inicial para a adaptação da graphic novel que se originou na Vertigo, da DC Comics, e foi reeditada pela Image Comics. O conhecimento de Hinds sobre o mundo do hip-hop deriva de seu tempo como editor-chefe da revista The Source. Selmyn Sefyu Hinds também atua como escritor de quadrinhos, tendo escrito um episódio da atualização de Jordan Peele para The Twilight Zone.

    Inicialmente, o ator Lakeith Stanfield (Atlanta) estava cotado pra protagonizar o longa. Entretanto, por motivos desconhecidos, ele não está mais envolvido no projeto.

    Prince of Cats foi originalmente publicado pela Vertigo da DC Comics antes de passar para a Image Comics. Spike Lee, Wimberly e Hinds estão elaborando o roteiro. Janet e Kate Zucker, da Zucker Productions, estão juntas na produção, com Jon Silk e Ali Mendes supervisionando.

    The Witcher: Conheça Kaer Morhen, a Fortaleza da Escola do Lobo

    “De lá eles podiam ver as ruínas de Kaer Morhen amontoada contra as pedras dos precipícios – o trapézio recém-demolidor da parede defensiva, o que restava das paredes exteriores e do portão, a grossa e brusca coluna da masmorra.”

    Kaer Morhen é um antigo refúgio usado pelos bruxos para treinar. O nome é uma “corrupção” da Língua Antiga, Caer a’Muirehen, que significa “Fortaleza do Mar Antigo”, nomeado pela presença de fósseis de criaturas marinhas, com que as fortalezas fora construída. É localizada nas montanhas do reino de Kaedwen, a direita do Rio Gwenllech, e lar da Escola do Lobo dos Witchers.

    Em tempos mais remotos, bruxos treinaram e passaram por mutações ali, mas fanáticos consideravam os bruxos abominações e atacaram a fortaleza, matando a maioria de seus alunos e estudantes. Vesemir foi o último bruxo conhecido a viver na fortaleza, apesar de outros terem passado algum tempo por lá, geralmente no inverno, antes de seguirem seus caminhos.

    O castelo tem acesso apenas pela “Trilha Witcher”, que é fácil de se perder, e rodeia a fortaleza. Ganhou o apelido de “A Matadora” de jovens bruxos.

    *O conteúdo a seguir é canônico, e pode contradizer os livros de Andrzej Sapkowski.

    Em 1270, Kaer Morhen era uma ruína do que já foi um dia, com apenas alguns poucos bruxos residindo na fortaleza. Durante essa época, Triss Merigold residia lá com os poucos bruxos quando um Geralt inconsciente foi encontrado próximo a Fortaleza. Pouco depois de recuperar a consciência, a fortaleza foi atacada por uma organização criminosa, a Salamandra, e a escola que guardava tão bem as ervas antes usadas no Teste das Ervas foram roubadas, e Leo – um jovem aprendiz de Bruxo – foi assassinado. Após Leo ser enterrado fora de Kaer Morhen, os bruxos partiram em direções diferentes a fim de descobrir mais sobre o grupo que orquestrou a invasão à Fortaleza e recuperar os ingredientes.

    Alguns anos depois, em 1272, os bruxos da escola se encontram mais uma vez e descobrem que Ciri retornara, mas estava sendo seguida pela pela Caçada Selvagem. Yennefer chegou antes de Geralt a fim de iniciar as preparações, e ela queria usar a primeira parte do Teste das Ervas em Uma, uma estranha criatura que era a única ligação deles com Ciri. Após uma transformação completa, Geralt partiu e retornou com Ciri.

    *Fim do conteúdo canônico. Parte dos acontecimentos, foi omitida, a fim de garantir uma maior imersão do jogador na história, não revelando spoilers.




    The Witcher (PC)

    O prólogo do game é em Kaer Morhen. Na sequência de abertura, Geralt está inconsciente e sofrendo de amnésia do lado de fora da fortaleza. Tendo mal se recuperado de seus ferimentos misteriosos, o Bruxo se encontra sob ataque junto de seus companheiros. A gameplay é restrito a Kaer Morhen através do prólogo.

    Entrada do diário:

    Kaer Morhen é uma fortaleza na montanha inacessível, que tem sido o quartel-general dos bruxos por séculos. O nome vem da língua dos elfos – do original Caer a’Muirehen traduzido como A Fortaleza do Mar. O tempo de grandeza do castelo passou, as ameias e os fossos do castelo deterioraram, e o vento sopra através de paredes espaçosas. Atualmente, apenas um punhado de bruxos moram lá, mas uma vez, muitos jovens passaram por terríveis treinamentos junto da “Manopla” perto de Kaer Morhen.

    Residentes de Kaer Morhen

    Entre os residentes de Kaer Morhen estão os mais diversos personagens, entre eles, alguns por um longo período de tempo, outros de usam a Fortaleza como refúgio. Entre esses residentes estão Eskel (Bruxo com grande cicatriz no rosto), Lambert (Bruxo com uma língua ferina), Leo (Jovem bruxo em treinamento), Triss Merigold (Velha amiga de Geralt), Vesemir (Bruxo experiente, treina outros bruxos em Kaer Morhen).




    The Price of Neutrality (DLC)

    “The Price of Neutrality” se passa ao redor de Kaer Morhen. O pátio exterior da fortaleza, é onde Dreide Ademeyn, uma princesa supostamente infectada pela Maldição do Sol Negro, se refugiou; ela é socorrida pelos bruxos que passaram o inverno lá: Vesemir, Lambert e Eskel. Devido presença deles, seus captores não podem simplesmente entrar no castelo e capturá-la.

    Entrada do diário:

    Kaer Morhen é uma fortaleza na montanha inacessível, que tem sido o quartel-general dos bruxos por séculos. O nome vem da língua dos elfos – do original Caer a’Muirehen traduzido como A Fortaleza do Mar. O tempo de grandeza do castelo passou, as ameias e os fossos do castelo deterioraram, e o vento sopra através de paredes espaçosas. Atualmente, apenas um punhado de witchers moram lá, mas uma vez, muitos jovens passaram por terríveis treinamentos junto da “Manopla” perto de Kaer Morhen.

    Anos atrás, uma horda de fanáticos, seu ódio foi incitado por várias publicações difamatórias sobre os bruxos, que fizeram um cerco à Kaer Morhen. Esses incitadores não teriam capturado a fortaleza ou a feito em ruínas sem a ajuda de magos. Praticamente todos aqueles que estiveram presente na Velha Fortaleza do Mar pereceram durante o ataque. Mesmo aqueles bruxos que chamavam Kaer Morhen de lar, apenas alguns poucos sobreviveram ao massacre, meramente pois eles estavam em Missão na época. Os ossos dos mortos continuam no fundo dos fossos que cercam a fortaleza, deixado lá como um lembrete do massacre que nasceu do ódio direcionado contra mutantes.




    The Witcher 3: Wild Hunt

    A fortificação de Kaer Morhen e o vale ao redor são bem exploráveis em The Witcher 3. Conhecido como a Fortaleza do Mar de Yore, ela aparece primeiro em um sonho. Geralt está perturbado por Yennefer, que conjura um crustáceo para seu banho; Geralt mais tarde conta a Vesemir que no mundo real, Yennefer nunca esteve em Kaer Morhen. A armadura que Geralt está usando no começo é chamada de armadura Kaer Morhen.

    Ele então vai ver Ciri, que tem negligenciado seus estudos para treinar no pêndulo, e acorda Vesemir de sua soneca. Após disciplinar Ciri, eles treinam com espadas com Lambert e Eskel. Ciri consegue derrubar um capacete Nilfgaardiano treinando com um boneco, e parte para buscar o capacete. Geralt encontra um rosto de verdade no boneco, e se volta para a fortaleza e a vê sendo tomada pela Geada Branca, incapacitando a todos. A Caçada Selvagem então aparece, e o Rei da Caçada Selvagem declara que ele tem esperado há algum tempo enquanto um de seus guerreiros se movem para capturar Ciri, com Geralt sem poder fazer nada.

    Uncharted: Filme escala Mark Wahlberg como Victor Sully

    Há quase uma década, Mark Wahlberg foi sondado acerca de dar vida ao personagem Nathan Drake, mas agora a Variety revelou que o ator que se juntou de fato ao elenco, dará vida a um dos personagens mais queridos da franquia Uncharted, Victor “Sully” Sullivan, para aqueles que não conhecem o personagem, ele serve como uma figura paterna do personagem de Nathan Drake, que no longa será vivido por Tom Holland. Sully é um dos personagens que mais influenciaram a forma aventureira e criativa de Nathan Drake pensar, visto que ele mesmo é um caçador de tesouros, um homem de negócios, assim como um amigo e mentor do personagem central da franquia de sucesso dos videogames da Sony Entertainment, que agora passará para as telonas nas mãos da Sony Pictures.

    Vale lembrar que nos games, Victor Sully deve ter aproximadamente 60 anos, e Nathan Drake não mais que 32 no primeiro game da franquia. Dada a escolha para viver Drake, faz sentido que Wahlberg tenha sido escolhido para dar vida à uma versão mais jovem de Sully.

    Travis Knight (Bumblebee; Kubo e as Cordas Mágicas) dirigirá o projeto que contará com um roteiro de Rafe Judkins (Chuck; Agents of S.H.I.E.L.D.) e a equipe de roteiristas de Art Marcum e Matt Holloway (Homem de Ferro; Homens de Preto: Internacional).

    Com o elenco sendo revelado aos poucos, as filmagens devem terá início em breve já que a Sony já tem uma previsão de lançamento para o dia 17 de Dezembro de 2020, mas isso com certeza está sujeito a mudança.



    Uncharted é uma série de jogos desenvolvido pela Naughty Dog e publicada pela Sony Computer Entertainment, e é um game exclusivo da plataforma PlayStation. A série segue as aventuras de Nathan Drake, seu melhor amigo e mentor, Victor Sully, e a repórter Elena Fisher. A série principal conta atualmente com os jogos Uncharted: Drake’s Fortune, Uncharted 2: Among Thieves, Uncharted 3: Drake’s Deception e Uncharted: A Thief’s End. A franquia se popularizou após o lançamento do segundo game da franquia e ganhou os holofotes, a quarta edição do game principal foi lançado no PlayStation 4 com o intuito de mostrar tudo que o console era capaz de fazer pouco depois de seu lançamento.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    TBT #46 | Corpo Fechado (2000, M. Night Shyamalan)

    0

    Antes de a Marvel faturar bilhões com o sucesso de seu universo compartilhado, e antes da DC investir no sombrio e realista nas telonas, M. Night Shyamalan (A Vila e Sinais) já apostava em uma narrativa que viria a se tornar muito importante para o cinema de herói com o aclamado Corpo Fechado (Unbreakable, 2000), o quarto filme do diretor indiano.

    Corpo Fechado conta a história de David Dunn, interpretado pelo Bruce Willis (ator que já havia trabalhado com Shyamalan um ano antes no incrível Sexto Sentido), um homem amargurado cujo casamento está em crise e cujo emprego de segurança em um estádio não parece satisfazê-lo. Certo dia, ao retornar de mais uma entrevista, o trem em que ele se encontra descarrilha e todos os passageiros morrem – menos David, que sobrevive sem nenhum arranhão. Logo depois do ocorrido, ele é procurado por um apreciador de quadrinhos, Elijah Price, vivido pelo Samuel L. Jackson (Pulp Fiction), o qual é portador de uma rara doença genética (osteogenesis imperfecta) que torna seus ossos pouco densos e, portanto, passíveis de fraturas constantes. Impressionado com a história de David, Elijah tenta convencê-lo de que ele tem superpoderes.

    O filme apresenta a seguinte premissa: como seria se os super-heróis existissem no mundo real?

    M. Night Shyamalan pega essa premissa e cria em seu longa uma trama que apresenta uma jornada de autoconhecimento e aceitação. O diretor opta por não utilizar efeitos extraordinários ou cenas de ação megalomaníacas, e foca no desenvolvimento de seus personagens, criação de tensão, movimentos de câmeras invejáveis e em questionamentos constantes sobre o que estamos vendo em tela.

    O diretor também trabalha a estética do filme de maneira muito criativa, o uso das cores, por exemplo, é muito inteligente e marcante. Shyamalan, ao caracterizar seus personagens através das cores, fez algo que viria a se tornar muito comum nas séries da Marvel na Netflix, como Defensores. O diretor atribuiu o verde ao David Dunn e o roxo ao Elijah Price, dessa forma ele introduziu quase que discretamente uma espécie de código para que o público identificasse o herói e o vilão do filme. No entanto, a utilização desse recurso é bem sútil, não chega ser explosão de cores como vimos em Thor: Ragnarok, é bem mais contido, até porque, por mais que tenha muita influência dos quadrinhos, estamos falando aqui de uma obra de suspense.

    Por falar em influência dos quadrinhos, podemos observar também outra sacada do diretor – que é assumidamente um grande fã de HQs – quando ele escolheu o nome de seu protagonista, David Dunn. A repetição do “D” lembra personagens da Marvel como Bruce Banner, Peter Parker e Matt Murdock.

    Corpo Fechado não tem apenas acertos, mesmo conseguindo prender o espectador do início ao fim da projeção, colocando sempre novas pistas e mantendo o público instigado, chega um determinado momento no qual a narrativa se torna muito lenta, algo que pode incomodar algumas pessoas.

    Atenção! A partir daqui o texto contem spoilers. Se você ainda não assistiu a nenhum dos filmes que compõem a trilogia de M. Night Shyamalan, continue por sua conta e risco.



    A TRILOGIA DE SHYAMALAN

    Corpo Fechado foi o primeiro longa de uma trilogia composta por mais duas obras: Fragmentado (Split, 2017) e Vidro (Glass, 2019) – confira a nossa crítica clicando aqui. Porém, só foi revelado ao público que se tratava do mesmo universo no plot twist de Fragmentado quando, ao final do filme, o personagem David Dunn aparece. No entanto, o roteiro original de Corpo Fechado já tinha a ideia dos outros longas que compõem a saga de Mr. Glass, A Fera e David.  No painel na CCXP 2018, o diretor e roteirista, M. Night Shyamalan disse:

    “Eu sempre planejei contar essa história, só demorou muito para que eu conseguisse contar tudo o que queria.”

    Falando do motivo que o levou a adiar a conclusão da trilogia por 19 anos, o diretor falou:

    “Sabe, quando estava escrevendo Corpo Fechado, estava pensando em fazer a trilogia. Contudo, Corpo Fechado foi o primeiro do tipo de filme de quadrinhos, e estranhamente, quadrinhos eram considerados uma coisa não muito comercial. E a teoria era que eles [estúdio] pensavam era que apenas pessoas que vão em convenções atrás de quadrinhos veriam esses filmes – o que deixaria esse nicho muito pequeno.”

    Após o sucesso de filmes como a trilogia do Batman de Christopher Nolan e o Universo Marvel ter explodido nas telonas, finalmente o cineasta conseguiu criar Fragmentato e, assim, pôde finalizar sua obra com Vidro.

    “É o final de dois filmes diferentes, de duas gerações diferentes. É uma coisa muito rara. Eu não acho que já tenha acontecido e não acho que vá acontecer novamente. Então nos sentimos muito sortudos de poder terminar essa história e ter todos esses personagens interagindo.”

    Infelizmente, a trilogia não teve um dos melhores desfechos, mas isso não tira o legado, nem a qualidade, de Corpo Fechado, que é uma obra sensacional e merece o devido reconhecimento pela importância para o cinema de herói e para a sétima arte como um todo.

    Veja o trailer legendado abaixo:

    Curtiu a nossa recomendação dessa semana? Já assistiu Corpo Fechado? Conta para a gente aqui nos comentários o que você achou do filme. E se estiver atrás de mais indicações, eu recomendo que você dê uma olhada nos outros TBTs do Feededigno.

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.