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    CCBB-RJ recebe Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência

    Já se imaginou sendo campeão de break dance, mesmo sem as pernas e os braços? Pilotar um avião pelo mundo, mesmo sem a visão? Ou ainda receber os aplausos depois de sua apresentação no Theatro Municipal de São Paulo, sendo você a primeira mulher negra cadeirante a subir no palco? Se não conseguiu imaginar, vai poder conhecer os personagens reais dessas e de outras histórias contadas nos curtas, médias e longas-metragens da nona edição do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. Realizado no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ) de 23 de outubro a 4 de novembro – depois segue para Brasília e São Paulo – o evento reúne 38 produções de 20 países participantes.

    Além da exibição de filmes, serão promovidos quatro debates com temas como inclusão pela arte, família e estímulo, autismo e moradia assistida e duas oficinas. Toda a programação tem entrada franca. A realização é do CCBB, patrocínio do Banco do Brasil através da lei de incentivo a cultura, com produção da Cinema Falado Produções.

    Lara Pozzobon, uma das curadoras do festival, comenta:

    “Estamos muito felizes ao anunciar mais uma edição do festival. Selecionamos filmes que formam um painel rico e plural das questões mais atuais das pessoas com deficiência em diferentes culturas. As produções refletem uma nova condição das pessoas com deficiência, que hoje recebem mais atenção da mídia e da sociedade. Mesmo nos filmes vindos de países com estrutura social mais precária, podemos notar que as pessoas com deficiência estão conquistando mais visibilidade e mostrando que batalhar pela inclusão é fundamental para a garantia da cidadania no mundo todo.”

    Foram 1064 inscrições de diversos lugares. A seleção de 2019 contará com obras da Alemanha, Bélgica, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Canadá, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Índia, Irã, Israel, Itália, Nigéria, Noruega, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido, Rússia e Suécia.



    Os países com maior número de produções – cinco cada – são Brasil, Itália e Nova Zelândia. Estados Unidos e Reino Unido serão representados com três filmes cada e, da Índia e da Rússia virão dois. Os outros participam com uma obra cada entre os curtas, médias e longas-metragens. Os temas são variados – amor, esporte, arte, entre outros – reunindo histórias e experiências de e sobre a pessoa com deficiência.

    Depois do Rio, festival segue para os CCBBs de Brasília, entre 12 e 24 de novembro, e São Paulo, entre 27 de novembro a 9 de dezembro.

    O Assim Vivemos é o primeiro festival de cinema no Brasil a oferecer acessibilidade para pessoas com deficiência visual (audiodescrição em todas as sessões e catálogos em Braille) e para pessoas com deficiência auditiva (legendas inclusivas nos filmes e interpretação em LIBRAS nos debates). As sedes dos CCBBs são acessíveis para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida.

    Serão oferecidos cinco prêmios do júri e um do público, destinado ao filme escolhido nas três cidades. Os membros do júri são pessoas com deficiência, artistas e profissionais ligados ao tema e, em cada edição, o júri cria novas categorias de prêmios, a fim de destacar as qualidades específicas dos filmes premiados. O troféu foi criado pela artista cega Virginia Vendramini. A direção geral do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência é de Graciela Pozzobon.



    Além de exibir filmes nacionais e internacionais inéditos, o festival é conhecido por seus debates, sempre com convidados, que trazem novas perspectivas aos temas retratados nos filmes. As discussões promovidas pelo evento já foram apontados como uma quebra paradigmática ao deslocar para um espaço cultural um debate que antes se restringia aos ambientes de saúde e serviço social.

    O festival exibe documentários, filmes de ficção e animações que mostram a pessoa com deficiência como protagonista, colaborando para quebrar preconceitos que ainda são obstáculos para a realização de sua cidadania plena. O festival teve sua primeira edição em 2003 no CCBB do Rio de Janeiro e de Brasília.

    A programação completa poderá ser consultada no site bb.com.br\cultura

    Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência

    Local: Centro Cultural Banco do Brasil – RJ
    Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro

    Data: 23 de outubro a 4 de novembro de 2019

    Horário: Quarta-feira a segunda-feira, 9h às 21h

    Ingresso: Gratuito

    Marvel’s Avengers: Capitã Marvel existe no universo do game

    Na semana passada, foi revelado pela Crystal Dynamics que Kamala Khan, também conhecida como a Ms. Marvel será um personagem jogável no mais novo game intitulado Marvel’s Avengers. Apesar dessa encarnação da personagem parecer estar ligada aos Vingadores, ela parece ser uma grande fã da Capitã Marvel.

    Desde que vimos pela primeira o vídeo de gameplay intitulado “A-Day“, que revelada a missão prólogo, muitos pensaram que a Capitã Marvel existia dentro do universo de Marvel’s Avengers simplesmente pela presença de Kamala Khan. Entretanto, nós não tínhamos uma confirmação até agora.

    Durante a New York Comic-Con, o site comicbook.com perguntou ao presidente da Crystal Dynamics se a Capitã Marvel existia dentro do universo do game. Scot Amos simplesmente respondeu o seguinte:

    “Bem, vamos pensar assim, Kamala não pode ser uma fã de alguém que não existe.”

    A designer de narrativa Hannah McLeod também mencionou a existência da Capitã Marvel enquanto descrevia as habilidades e feitos de Kamala Khan, como pode ser visto abaixo.

    “Falando sobre esses poderes polimorfos, os poderes de Kamala tem a ver com esticar e transformar seu corpo em formatos loucos. Ela também pode ficar incrivelmente alta, ou como ela chama “Ficar maior”. Esses poderes apresentam um elemento completamente novo ao nosso jogo, e faz nosso combate e exploração completamente únicos. E antes de você perguntar, Kamala ainda escreve fan fiction. Ela ainda sabe tudo sobre os Vingadores e sim, a Capitã Marvel ainda é a sua favorita. Isso é algo que ela e nossos jogadores tem em comum. Eles amam esses heróis.”

    O estúdio confirmou que nós teremos ainda mais heróis para jogar após o lançamento do game – tal como Hank Pym, também conhecido como o Homem-Formiga, e Clint Barton, também conhecido como Gavião Arqueiro. Apesar da confirmação de que a Capitã Marvel existe dentro do universo do game, isso não necessariamente significa que ela se tornará uma personagem jogável, mas você pode esperar que a Crystal Dynamics não deixará essa oportunidade passar.

    Marvel’s Avengers começa no Dia-A, onde o Capitão América, Homem de Ferro, Hulk, Viúva Negra e Thor estão revelando a tecnologia do quartel general dos Vingadores em São Francisco – incluindo a revelação de seu aeroporta avião que é alimentado por uma fonte de energia elemental. A celebração ganha outro caminho quando acidentes catastróficos resultam em uma enorme destruição. Se culpando pela tragédia, os Vingadores se separam. Cinco anos depois, com todos os super-heróis se escondendo, e com o mundo em perigo, a única esperança é reunir os Heróis Mais Poderosos da Terra.

    Marvel’s Avengers estará disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Stadia no dia 15 de Maio de 2020.

    Gárgulas: Disney confirma animação em seu serviço de streaming

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    É oficial: Gárgulas (Gargoyles) está confirmado para o próximo serviço de streaming da Disney.

    No Twitter, a Disney+ divulgou uma longa lista de programas e filmes que estarão disponíveis para transmissão quando o serviço for lançado no próximo mês. Além de várias propriedades da Marvel, como X-Men: A Série Animada; Gárgulas foi confirmado para com um tweet com o título da série, data de lançamento e logotipo, juntamente com a animação do Quarteto Fantástico. Veja abaixo:

    Co-criado por Greg Weisman, Gárgulas focou em um clã de gárgulas místicas que se transformavam em pedra durante o dia, mas que ganhavam vida à noite. O desenho animado durou 61 episódios entre 1994 e 1996 e estrelou Keith David, Salli Richardson-Whitfield, Jeff Bennett e Frank Welker.

    No Brasil o desenho foi transmitido pelo SBT e eu era MUITO fã! E sempre pedia a minha mãe para gravar em fita VHS enquanto eu estava na escola (sim, sou velho kkkk).

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    The Last of Us Part II | Neil Druckmann revela há quanto tempo pensa na história da continuação

    O primeiro The Last of Us foi revelado em 2013 para a loucura dos fãs e críticos, mas a sequência não foi anunciada até 2016. Então, quando exatamente os desenvolvedores pensaram no arco da história de The Last of Us Part II? Bem, de acordo com o diretor Neil Druckmann, ele tinha a ideia básica de como seria a história há algum tempo…

    Durante uma recente entrevista ao PlayStation Blog, Druckmann revelou que ele tinha uma ideia geral de onde a sequência iria desde 2013, quando foi liberada a DLC Left Behind em que podemos jogar com Ellie, que foi vivida pela atriz Ashley Johnson.

    “Eu encontrei com Ashley Johnson e contei a ela a ideia para Left Behind. E eu contei a ela que tinha algo mais em que eu estava trabalhando, e eu revelei a ela essa ideia. Então ela estava lá no restaurante chorando, e eu estava pensando ‘Eu espero que as pessoas não pensem que eu estou fazendo algo horrível a ela.’ Mas essa é a primeira vez que eu lembro de ter essas ideias tão intensas.”

    Apesar de Neil Druckmann admitir que tem algo parecido com um “núcleo de uma ideia” para a sequência, ele revelou que isso ocorreu por causa da natureza colaborativa dos videogames e como isso se tornou uma “visão compartilhada” entre ele e seus parceiros desenvolvedores.

    The Last of Us Part II será uma continuação direta da história original, que foca em um homem chamado Joel que escolhe proteger uma garota de 14 anos, Ellie, por uma América pós-apocalíptica destruída por violência e humanos raivosos infectados por esporos parasitas em uma pandemia global. Pelo caminho, a dupla encontra inúmeros sobreviventes que também estão tentando sobreviver nesse mundo brutal, em que muitos parecem ter perdido sua humanidade no meio do caminho.

    The Last of Us Part II será lançado em 21 de Fevereiro de 2020.

    CCXP 2019 terá, a artista brasileira, Laerte no Artists’ Alley

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    A pouco menos de dois meses para o início de sua 6ª edição, a CCXP acaba de anunciar mais uma atração de peso. Laerte, uma das mais completas e renomadas artistas do Brasil, terá uma mesa no Artists’ Alley e será presença garantida em todos os dias do maior festival de cultura pop do planeta, que acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo.

    Autora de trabalhos em revistas que marcaram a história como O Pasquim e O Bicho, ela também participará de painéis e outras atividades que serão divulgadas em breve.

    Laerte concluiu o Curso Livre de Desenho, da Fundação Armando Álvares Penteado, em 1968. No ano seguinte ingressou na faculdade de jornalismo da Universidade de São Paulo, mas não chegou a terminar o curso. O início de sua carreira como desenhista aconteceu em 1970, com o personagem Leão para a revista Sibila. De lá para cá, a artista multifacetada coleciona trabalhos em veículos importantes: além do Pasquim e de O Bicho, ela também assinou charges e tirinhas para o Estado de São Paulo e a Folha de São Paulo, bem como as revistas Piratas do Tietê e Labirinto do Minotauro.

    Na TV, Laerte atuou como roteirista e colaborou para programas de sucesso da TV Globo, entre eles TV Pirata e Sai de Baixo. A artista também contribuiu para o programa infantil que conquistou as crianças dos anos de 1990, a TV Colosso. Como apresentadora, esteve à frente do Transando com Laerte, exibido no Canal Brasil. Já no cinema, participou do curta Vestido de Laerte, de Claudia Priscila e Pedro Marques, e do longa Laerte-se, de Lygia Barbosa e Eliane Brum.



    A CCXP 19 já confirmou importantes quadrinistas do Brasil e do exterior para sua programação. Além de Laerte, outros artistas nacionais como Mike Deotado Jr., Germana Viana, Rebeca Prado, Ju Loyola, André Dahmer, Robson Rocha, Jun Sugiyama e Alexandre Carvalho já foram anunciados. Entre os nomes internacionais estão Neal Adams, Frank Miller, Joëlle Jones, John Romita Jr., Frank Quitely, Eduardo Risso, Lee Bermejo, Alex Maleev, Keith Giffen e Charlie Adlard.

    Ingressos CCXP

    3º lote – de 1º de agosto até 4 de dezembro

    Quinta-feira: R$ 240,00 (inteira), R$ 120,00 (meia) e R$ 140,00 (ingresso social).
    Sexta-feira: R$ 300,00 (inteira), R$ 150,00 (meia) e R$ 170,00 (ingresso social).
    Sábado: (ESGOTADO)
    Domingo: R$ 440,00 (inteira), R$ 220,00 (meia) e R$ 240,00 (ingresso social).
    4 dias: (ESGOTADO)
    Epic: R$ 1.500,00
    Full: (ESGOTADO)
    Unlock (evento voltado para profissionais do mercado de entretenimento): R$ 2.000,00

    CCXP 19

    Datas: de 5 a 8 de dezembro de 2019

    Local: São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, Água Funda, São Paulo – SP)

    Em 2018, o festival recebeu 262 mil visitantes, batendo recorde de público e se estabelecendo mais uma vez como o maior festival de cultura pop do mundo. A CCXP já faz parte do calendário cultural do país e este ano acontecerá entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo.

    Brasil Game Show 2019: Cobertura do quinto dia

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    Quinto e último dia da Brasil Game Show 2019. Antes de mais nada, gostaria de dizer que não consegui um namorado e nossa missão falhou, amigos. Mas tudo bem, vamos ver o que o futuro está guardando para mim.

    Hoje teve uma coletiva muito bacana com o CEO da BGS, Marcelo Tavares, e foi ressaltado por todos os presentes aquilo que mais amo: as produções independentes do evento (BGS Jam e Avenida Indie). Outro tópico bem interessante foi sobre as diretrizes da Brasil Game Show, que se mantém firmes em atender os gamers de todo o Brasil. As marcas, mesmo sendo do varejo, levam ao evento não só seus produtos, mas experiências. A maior preocupação é em sempre trazer novidades, deixar o público curtir equipamentos de última geração, jogos que acabaram de ser lançados ou que irão lançar, e permitir que as pessoas tenham acesso a coisas que estão fora de sua rotina, como os arcades e pinballs disponibilizados nesta edição (que, inclusive, tem grandes chances de voltar em 2020) e consoles raros e antigos, como o Atari que estava no estande da SAGA.

    As promessas para 2020, segundo o Marcelo, são principalmente em crescer ainda mais. Mais nomes de peso integrando o evento, mais visibilidade para os cosplays, expansão da BGS Jam e área de empresas independentes… De qualquer forma, eu estou muito ansioso para o próximo ano, pois neste já houveram realizações incríveis, como as apresentações da VGO, convidados como Charles Martinet, Yoshinori Ono, John Romero, Al Lowe, Howard Warshaw, e estandes gigantescos das principais empresas (Nintendo, PlayStation, Xbox, Epic Games) e canais que integram a cultura gamer (YouTube, Facebook Gaming, Twitch).

    Sobre a BGS Jam, a equipe vencedora recebeu R$ 6.000,00 pelo Banco do Brasil e um mês de estágio na Skullfish Studio, e este ano (que foi o maior na história da BGS Jam) a equipe vencedora foi a Blackhole Studio, com o jogo The Valiant Warrior, que conta com uma arte muito divertida em 2D e nos faz realmente perder a noção do tempo, por ser simples e engraçado.

    Já na Avenida Indie, os três primeiros receberiam prêmios. R$ 5.000,00 para o primeiro lugar, R$ 3.000,00 para o segundo e R$ 2.000,00 para o terceiro. O grande vencedor foi RIO – Raised in Oblivion, da First Phoenix, um FPS muito bem trabalhado que se passa no Rio de Janeiro. Vale a pena conferir. O segundo lugar ficou com Eternal Hope, da Double Hit Games, e o terceiro com 171, da Betagames Group.

    Foi extremamente divertido e um prazer enorme cobrir o maior evento de games da América Latina. Conversando com a Community Manager da MTG, Annette Escalante, ela disse que o evento era insano e que não tem nada assim no México ou em nenhum lugar que ela tenha visitado, e eu ainda disse “Esse ano tem muita gente dizendo que está fraco, e realmente, quando o brasileiro entra no modo turbo, a coisa fica surreal.” Ela até arregalou os olhos. Se foi a maior ou a melhor Brasil Game Show de toda a história, isso eu não poso dizer. Cada um tem suas próprias impressões e experiências, cada um lembra-se dos eventos por motivos diferentes, dependendo de quem a pessoa conheceu, o que ela vivenciou… Mas posso afirmar que, sim, a equipe se esforçou para fazer um evento incrível e ficou muito bem estruturado, com marcas coerentes, produtos de qualidade e eu, pessoalmente, não vou esquecer tudo que vivi nesses 5 dias.

    Esse ano a Brasil Game Show chegou ao fim. E ano que vem, o evento ganhará uma nova edição. Pode ter certeza que estaremos prontos para ela, trazendo para vocês as melhores notícias do maior evento de games da América Latina.