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    TBT #32 | Jovens Bruxas (1996, Andrew Fleming)

    Seguindo a minha linha de filmes mais obscuros – mas nem tanto -, iniciado com o TBT #27 de Constantine, essa semana abordarei um dos filmes mais icônicos no que se refere à magia e bruxaria: Jovens Bruxas.

    Lançado em 1996, o filme foi indicado a dois prêmios Saturno, nas categorias de Melhor Filme de Terror e Melhor Atriz Coadjuvante. Sendo referenciado até mesmo na animação da Marvel, X-Men Evolution, durante os anos 2000.

    O filme tem uma premissa bem simples: Uma adolescente, Sarah (Robin Tunney), se muda para uma cidade de Los Angeles e conhece um trio de meninas um tanto quanto peculiares. E assim como na natureza, e na história humana, algumas coisas para funcionar, precisam vir em grupos de quatro elementos.

    Assim como os quatro elementos: Terra, Fogo, Ar e Água;

    Os pontos cardiais: Norte, Sul, Leste e Oeste;

    Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse: Peste, Guerra, Fome e Morte;

    Os Quatro Evangelhos;

    As Quatro Estações;

    E também, as Tartarugas Ninjas.

    Brincadeiras a parte, alguns estudiosos dizem que a religião Wicca é a religião mais antiga – desde os anos 70. E o filme, assim como Da Magia a Sedução, lançado dois anos após Jovens Bruxas – e estrelado por Nicole Kidman e Sandra Bullock -, parecem abraçar o lado mais místico do movimento que vinha ganhando muita força na segunda metade dos anos 90.



    Sarah parece encontrar naquele grupo de meninas o pertencimento e uma função naquela sociedade em que não parece se encaixar. No decorrer da história, descobrimos que como o nome do filme aponta, aquelas três meninas parecem abraçar o título de “bruxa” que lhes é dado pelos mais populares da escola.

    Sendo parte importante de um coven que está para nascer, Sarah , Nancy (Fairuza Balk), Rochelle (Rachel True) e Bonnie (Neve Campbell) descobrem a extensão de seus reais poderes, e descobrem que nada é por acaso quando se mexe com o desconhecido.

    Da esquerda pra direita: Sarah, Nancy, Rochelle e Bonnie.

    Sendo guiadas e movidas por forças além de sua compreensão, as quatro precisam se unir a fim de derrotar uma ameaça que as ronda. Abordando temas importante para a época, que filmes com protagonistas femininas não abordavam, como emponderamento e liberdade de expressão, o filme acaba por se provar atual mesmo 23 anos após seu lançamento.


    Assista ao trailer legendado:

    https://www.youtube.com/watch?v=sbjua8RHKus

    Jovens Bruxas está disponível na Netflix. Se você já assistiu, deixe seus comentários e sua avaliação. Caso não faça o seu estilo de filme, lembre-se conferir nossas indicações anteriores do TBT do Feededigno.

    Batwoman: Supergirl poderá aparecer em episódio especial

    Supergirl poderá aparecer na primeira temporada de Batwoman! Kara Zor-El (Melissa Benoist) deverá ter uma participação especial na série da vigilante de Gotham, juntando forças para enfrentar um vilão logo no primeiro ano do seriado.

    O crossover ajudaria a estabelecer relações para a Crise nas Infinitas Terras, que irá acontecer no fim do ano.

    De acordo com a FandomWire, fontes ligadas à CW revelaram que as heroínas deverão voltar a se encontrar, dessa vez em Batwoman. O primeiro contato entre as duas personagens aconteceu durante o crossover Elseworlds, no ano passado.

    O enredo e o número do episódio em que o encontro deverá acontecer não foi revelado. Diferente da relação que mantém com os demais heróis, Kate Kane (Ruby Rose) foi bastante receptiva com a Supergirl, revelando inclusive sua identidade secreta para a kriptoniana.

    Quais são as expectativas para esse reencontro?

    Batwoman estreia dia 6 de outubro.



    A primeira aparição da personagem foi em uma história do Batman na revista Detective Comics #233, de 1956. Kathy Kane (batizada em homenagem ao criador do Batman, Bob Kane), era uma ex-acrobata de circo que, ao ficar rica, decidiu combater o crime sob o codinome de Batwoman. Embora tenha aparentemente se aposentado ao final de sua primeira história, ela voltou a aparecer nas histórias do Batman até 1964.

    Após algumas versões, em 2006 a DC Comics trouxe de volta a Batwoman na forma de Kathy “Kate” Kane, na minissérie Novos 52. O nome é uma clara homenagem à Batwoman da Era de Prata. E essa “nova” Batwoman teve seu visual criado pelo famoso desenhista Alex Ross.

    Mulher-Maravilha: Bloodlines | Animação ganha trailer com vários vilões

    A DC Entertainment divulgou hoje o primeiro trailer do novo filme animado do DC UniverseWonder Woman: Bloodlines. A produção vai recontar a história de Diana, desde sua infância entre as amazonas até suas batalhas como Mulher-Maravilha. E a prévia já nos mostra que veremos muitos vilões clássicos!

    A trama do filme vai acompanhar a heroína tentando ajudar uma jovem que se envolveu com uma mortal organização de bandidos chamada Villainy,Inc. Entre seus membros, estão alguns dos principais inimigos de Diana, como Mulher-Leopardo, Tigresa, Cisne Prateado, Doutora Veneno e Giganta.

    Assista abaixo ao trailer oficial (sem legenda):

    A heroína é dublada (pela sexta vez) por Rosario Dawson (Demolidor). A direção ficou por conta de Sam Liu (Reign of the Supermen) e Justin Copeland (Batman: Hush), com roteiro de Mairghread Scott (Justice League Action, Guardians of the Galaxy animated series).

    Confira capa da animação:

    Mulher-Maravilha: Bloodlines será lançada direto em home-video e ganhará sua versão digital em breve. O Combo Ultra HD 4K e e Blu-ray deve ser lançado mais para o final do ano.

    Sua primeira aventura foi na revista All Star Comics #8 de dezembro de 1941, escrita por William Moulton Marston e desenhada por HG Peter.

    A história tem continuação direta em Sensation Comics #1 de janeiro de 1942. Com o sucesso alcançado, ela ganhou sua própria revista em quadrinhos em maio de 1942, Wonder Woman #1, que foi transferida exclusivamente para a DC Comics em 1944.

    Apesar de sua história de origem ter sofrido alterações com o passar dos anos e dos diferentes uniformes, é possível dizer que a essência da personagem permaneceu a mesma desde sua criação. A Mulher-Maravilha é a princesa e embaixadora das Amazonas da ilha paradisíaca Themyscira e filha da rainha das amazonas, Hipólita. Ela foi mandada ao “mundo dos homens” para propagar a paz, sendo a defensora da verdade e da vida na luta entre os homens e o firmamento, entre os mortais e os deuses. Possuindo habilidades super-humanas e seu laço da verdade.

    The Sims 4: Pacote em parceria com Moschino tem data anunciada

    A fama da série The Sims é inegável por todo o mundo, não é? E agora é a vez da marca Moschino – um dos maiores nomes da indústria da moda – ficar acessível no seu mundo único de simulação de vida, The Sims 4.

    Para os fashionistas de plantão, um trailer foi lançado com algumas novidades do Pacote de Objetos. Entre elas:

    • Looks icônicos diretamente das coleções oficiais da Moschino;
    • Nova carreira: Fotógrafo de moda autônomo, podendo estar em capas de revistas e levando um estilo de vida luxuoso, flexível e 100% seu;
    • Novo ambiente: Estúdio, onde você pode decorar como quiser com seus objetos profissionais e estilosos, deixando seu trabalho de fotógrafo com sua personalidade.

    Confira o trailer abaixo:

    O Pacote de Objetos: Moschino estará disponível para PC pelo Origin em 13 de agosto, e para Xbox One e PlayStation 4 em 3 de setembro.

    The Sims 4 (Os Sims 4, em Portugal) é o quarto título da franquia de jogos eletrônicos de simulação de vida The Sims, desenvolvido pela Maxis e The Sims Studio, e publicado pela Electronic Arts. A quarta interação do game foi originalmente anunciado em 6 de maio de 2013, e lançado na América do Norte em 2 de setembro de 2014, para o Microsoft Windows. Uma versão compatível com macOS foi disponibilizada mundialmente para download digital em 17 de fevereiro de 2015. Em 24 de Julho de 2017, foi descoberto que será lançada uma versão do jogo para Xbox One, por meio de um link da Microsoft Store. Em 14 de Novembro de 2017 The Sims chega ao PlayStation 4 e Xbox One.

    Desde o seu lançamento, The Sims 4 tornou-se o jogo mais vendido para PC em 2014 e 2015, comercializando mais de 5 milhões de cópias em todo o mundo, sendo o primeiro jogo para computador a liderar os gráficos de vendas de jogos em todos os formatos em dois anos. Entretanto, o jogo recebeu avaliações mistas por meio da crítica especializada. O jogo ajuda engenheiros e arquitetos.



    O quarto game da franquia The Sims tem o mesmo conceito que todos os seus antecessores, onde os jogadores controlam seus Sims em várias atividades e devem estabelecer relações de uma forma semelhante à vida real. Como os demais jogos base da série, não tem um objetivo final definido, ou seja, possui uma jogabilidade não-linear, Ele está disponível atualmente em 17 idiomas.

    O jogo recebe novidades todo mês, seja em forma de atualização ou conteúdos pagos, como Pacote de Jogo, Pacote de Expansão e Coleção de Objetos.

    Saiba mais sobre The Sims 4.

    Alice 3: Os preparativos para a continuação da saga de American McGee

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    Uma história que ultrapassou idades, gêneros e gostos. Até hoje, Alice no País das Maravilhas não é esquecido, e sempre fazem algo novo baseado no universo de Lewis Carroll – e American McGee não é uma exceção.

    Por onde andamos vemos peças infantis contando a história de Alice, adaptações hollywoodianas, musicais na Broadway, contos independentes baseados na garota, e até mesmo animes! O Japão é um enorme fã da personagem e sempre há uma referência em suas obras. Como eu disse, um pouco de País das Maravilhas para todo público, mas o American McGee foi mais fundo e nos mostrou um lado da Alice que estava além da terra encantada de sua imaginação: sua loucura.

    Com muitos recursos visuais intensos e macabros, American McGee reconta a história de Alice após o falecimento de seus pais e de sua irmã, após seu internamento em um manicômio, e após sessões intensas de terapia que fazem o País das Maravilhas se tornar um enorme e perigoso campo de batalha que poderá devolver as memórias queridas de Alice ou afundá-la em desespero e loucura.

    O primeiro jogo, American McGee’s Alice, foi lançado em 2000 e já chamou muita atenção – obviamente não 100% boa – por trazer essa corrupção ao conto infantil. Em 2011, McGee apostou novamente e acertou em cheio com Alice: Madness Returns, jogo que se tornou um ícone hack and slash, atraindo um público enorme por ser inovador e, bom, muito mais sanguinário que o primeiro jogo.



    Atualmente, desde 2018, seu estúdio está pedindo apoio para os fãs que consigam ajudar a promover a continuação que contará um pouco mais da estadia de Alice no manicômio – Alice: Asylum.

    No site oficial (http://americanmcgee.com) você encontrará 4 etapas que McGee diz que os ajudará muito:

    https://www.instagram.com/p/B0zZhOjD4fJ/?utm_source=ig_web_copy_link

     

    1. Colocar seu e-mail para receber notícias atualizadas do desenvolvimento do jogo;
    2. Segui-los no Twitter, Facebook, Instagram e YouTube;
    3. Contribuir com o jogo no Patreon através do link http://patreon.com/americanmcgee, onde você também vê notícias e imagens conforme a produção aument;
    4. Visitar a loja Mysterious, onde há itens oficiais da equipe de McGee, e o dinheiro ajuda no desenvolvimento do game: http://mysterious.americanmcgee.com.

    Inclusive se alguém quiser me pedir em namoro, qualquer item dessa loja eu vou amar mais do que aliança. Mas é pra ter aliança também, porque acho fofo.

    Assista abaixo o teaser trailer:

     

    Estamos muito ansiosos por esse lançamento e torcendo para que dê certo. E coincidentemente, essa semana, vi também o lançamento da edição de colecionador de Alice no País das Maravilhas da DarkSide Books.

    Como eu disse, o pessoal não cansa de lançar novidades para Alice, e eu espero que não parem de lançar, mesmo! Tem até livro para bebê, gente! Vou comprar pros meus gatos.

    CRÍTICA – Rainhas do Crime (2019, Andrea Berloff)

    Buscando diversificar suas produções baseadas em quadrinhos, a Warner Bros optou por adaptar para as telonas a série Rainhas do Crime (The Kitchen), antigamente distribuída pelo selo adulto Vertigo da DC Comics. Dirigido e roteirizado por Andrea Berloff e protagonizado por três atrizes do alto escalão de Hollywood – Melissa McCarthy, Elisabeth Moss e Tiffany Haddish -, Rainhas do Crime chega aos cinemas com grandes expectativas.

    O longa conta a história de Kathy (Melissa McCarthy), Claire (Elisabeth Moss) e Ruby (Tiffany Haddish), três mulheres que vivem à sombra de seus maridos. Com papéis bem definidos na estrutura familiar, as mulheres não possuem nenhum direito que não se refira a ficar em casa e cuidar dos filhos. No caso de Tiffany, há ainda toda a questão do preconceito racial envolvendo o seu casamento com um homem branco irlandês.

    As famílias fazem parte de um grande esquema de trabalho ilegal no bairro de Hell’s Kitchen. Eles coletam dinheiro dos comerciantes em troca de proteção contra bandidos de fora da região – bem no estilo milicianos. Quem se opõem a trabalhar dessa forma é convidado a se retirar do bairro e da vida na terra.

    A história muda quando os maridos de Kathy, Claire e Ruby são presos, deixando as três mulheres de mãos atadas e sem dinheiro para alimentar suas famílias. A partir disso, as Rainhas do Crime passam a tomar conta dos negócios de seus maridos e se tornam as chefonas do crime organizado local.

    O grande destaque do filme é, sem dúvidas, Melissa McCarthy. Com uma atuação impecável, Melissa transita entre o humor e o drama e domina boa parte das cenas. Ela é uma líder natural para o grupo, conquistando a simpatia do comércio local. Elisabeth Moss, que teria tudo para ser um dos destaques, acaba presa a um arco ruim e pouco inspirado que impede que a atriz demonstre todo o seu potencial – já tão conhecido em séries como The Handmaid’s Tale. O gargalo está na presença em cena de Tiffany Haddish: apesar de ótima atitude, deixa a desejar na entrega ao papel.

     

    Ao longo de seus 103 minutos de duração, Rainhas do Crime parece um pêndulo, dando passos para frente e para trás quase que constantemente. Em certo momento são retratadas tantas cenas de funerais que parece que você está assistindo ao mesmo desenrolar da história repetidas vezes. O grande problema do roteiro é a falta de tempo para desenvolver a trama das três personagens principais, deixando seus dramas, dilemas e ambições mal explicados. É aquele caso de colocar muitas histórias em um projeto curto quando, na verdade, poderia ser melhor desenvolvido em uma série com 8 ou 10 episódios.

    O trabalho de direção de Andrea também não é dos mais inspirados. Cortes abruptos e tons de filme diferentes que parecem não se conectar entre si atrapalham a fluência da trama. Andrea, que também é responsável pelo roteiro, não amarra pontas soltas, coloca inúmeros personagens em tela e não aprofunda a motivação de quase nenhum deles. O desfecho do longa é a pior parte, deixando um gosto de amargo de algo que poderia ser muito, muito melhor.

    Rainhas do Crime tem como seu principal trunfo o trabalho de Melissa McCarthy. Se você vai ao cinema esperando boas cenas de ação ou um daqueles suspenses de máfia maravilhosos… é melhor procurar outro filme.

    Assista ao trailer:

    E você, já assistiu vai assistir Rainhas do Crime? Deixe seus comentários e lembre-se da sua avaliação