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    CRÍTICA – Sekiro: Shadow Die Twice (2019, FromSoftware) 

    Sekiro: Shadow Die Twice é um jogo de ação e aventura desenvolvido pela FromSoftware e publicado pela Actvision em 2019.

    O jogo foi o vencedor do Game Awards 2019 nas categorias Jogo do Ano e Melhor Jogo de Ação e Aventura; o game encontra-se disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

    SINOPSE

    Trilhe o caminho da vingança nesta aventura inédita da FromSoftware, os criadores da série Dark Souls. Em Sekiro: Shadows Die Twice, você é o “lobo de um braço só”, um guerreiro desfigurado, resgatado da beira da morte. Destinado a proteger um jovem senhor descendente de uma antiga linhagem, você é alvo de muitos inimigos cruéis, incluindo o perigoso clã Ashina. E, após a captura do jovem senhor, nada impedirá sua jornada arriscada para retomar sua honra, nem mesmo a morte.

    ANÁLISE

    Sekiro foi o grande vencedor do Game Of The Year 2019 e segue sendo o jogo da década com uma história linear, bela estética e jogabilidade única. Ainda assim, o mesmo tem elementos de outros jogos da franquia Soulsborne.

    No entanto, o jogo é um ponto fora da curva e acaba sendo o jogo mais desafiador e punitivo até o momento. Lembro de estar com muito hype no ano de seu lançamento, mas infelizmente acabei “dropando” o jogo por imaginar que nunca iria concluí-lo. Diante das incontáveis mortes que sofri nos inimigos que não eram nem os chefes principais, isso acabou me afastando completamente do jogo.

    Apesar de minha frustração com elevado nível de punição, eis que em 2023 tomei a decisão de superar os desafios de Sekiro: Shadow Die Twice e zerá-lo. Amigos, essa foi uma das experiências mais épicas e de muita dor e sofrimento que já tive com os jogos de Hidetaka Miyazaki. Sério, jogos como Dark Souls, Bloodborne e Elden Ring são um mar de rosas perto da linha de dificuldade de Sekiro. Tanto que felizmente nesse ano eu consegui concluir essa “pendência” depois de 184 horas de “masoquismo” e muita adrenalina.

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    Sekiro, apresenta uma história que se passa no Japão durante o período Sengoku com misto de fantasia. Diferente de outros jogos da FromSoftware, aqui temos uma narrativa linear que é entendível, narrativa essa que sempre foi uma ambiguidade em outros jogos, mas ainda assim diversos pontos da narrativa você terá que conversar com NPCs para ficar mais claro o que ocorreu no passado desses personagens.

    Como havia dito no início, minha experiência com Sekiro: Shadow Die Twice foi sofrida, mas apesar de toda a dificuldade o jogo se tornar recompensador e fantástico após cada chefe derrotado, pois diante das minhas falhas pude notar que o erro não estava na dificuldade do jogo em si e sim mim por não ter ainda aprendido a movimentação dos inimigos. Com isso, o jogo vai exigir muita atenção do jogador para aprender a analisar cada inimigo.

    Embora o jogo exige muita paciência para aprender o ritmo de batalha de cada inimigo, o resultado de cada batalha se torna magistral e cinematográfico. Sekiro apesar de classificado como um game de ação e aventura, também possui elementos de RPG; como, por exemplo, uma árvore de habilidades que pode ser desbloqueada com a compra de brasões espirituais ou derrotando determinados chefes.

    Esse ponto do RPG é diferente de outros jogos Soulsborne, aqui não temos mais aquela gama de planilhas com cada ponto de habilidade liberado.

    COMBATE E SISTEMA DE POSTURA

    Em Sekiro: Shadow Die Twice temos um combate baseado na realidade de uma batalha entre samurais. Essas batalhas envolvendo espadas são simplesmente épicas e dignas de terem saído das páginas do mangá Vagabond ou mesmo dos filmes do lendário diretor Akira Kurosawa.

    O combate é tão bom, que se tornou influente para outros grandes jogos como Nioh e Ghost of Tsushima. Além do combate incrível, outro destaque vai para o sistema de postura que é simplesmente sensacional.

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    O sistema de postura funciona da seguinte forma: cada vez que você ataca o seu inimigo, uma barra de postura vai enchendo da cor amarela até ficar vermelha. Caso essa linha chegue no vermelho, automaticamente você finaliza o seu oponente com um golpe mortal.

    Vale ressaltar que esse sistema de postura serve para você também. Por isso, é bom sempre ficar atento com sua postura além da barra de vida.

    Alguns chefes eu consegui derrotá-los quebrando a postura sem finalizar a barra de vida do inimigo. No entanto, como nada é fácil nesse jogo, para quebrar a barra de postura você terá que ser agressivo e partir pra cima com agilidade e precisão para quebrar essa barra de postura. Caso você venha a se afastar do inimigo essa barra irá diminuir e você terá que recomeçar tudo do zero.

    Outro ponto que vale ressaltar, é a mecânica de parry que torna recompensador cada ataque defendido. Com parry é possível também quebrar a barra de postura e é muito satisfatório derrotar inimigos apenas com parry.

    GRÁFICOS, DESIGN E SONOPLASTIA

    Os gráficos do mundo de Sekiro são simplesmente lindos e memoráveis. Diferente dos mundo de Dark Fantasy aqui temos gráficos mais voltados para ambientação do período Sengoku. Em diversos momentos me peguei admirando os gráficos e cada detalhe desse mundo bem polido. Destaque também para as cutscene que são extraordinárias.

    Em relação ao design, cada personagem tem um design repleto de pequenos detalhes e são muito elegantes. Em destaque para o design do Sekiro que com sua prótese fica ainda mais legal.

    A sonoplastia é outro ponto incrível que torna a experiência de gameplay ainda melhor, afinal o seria de um jogo de samurais sem poder ouvir o tilintar do encontro das espadas e lanças em batalha?

    VEREDITO

    Definitivamente Sekiro: Shadow Die Twice é para mim um dos melhores jogos da década que será sempre reverenciado e influente para outros jogos. Confesso que achei que nunca iria conseguir terminar o game, pois no último chefe passei duas semanas travado, tentando aprender a movimentação e o tempo certo para atacar. Eu realmente pensei que esse inimigo estava além da minha capacidade, mas felizmente após morrer mais de duas vezes como diz o subtítulo do jogo zerei essa obra-prima da FromSoftware.

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

    Sekiro: Shadow Die Twice está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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    REVIEW – Gulikit KingKong2 Pro (2023, Gulikit)

    Desde que comprei o Nintendo Switch, tive problemas com o drift de seus Joy-Con. Sendo assim, quando descobri o lançamento do novo KingKong 2 Pro com seus analógicos eletromagnéticos, fui atrás. E para a minha surpresa, eles nos enviaram o KingKong 2 Pro. O controle é tudo que um jogador hardcore precisa, e sem o drift que acabava por ocorrer graças à fragilidade do Joy-Con, a minha experiência frente ao console mudou completamente.

    Sendo assim, o KingKong 2 funciona como incrível controle Pro possuindo um custo-benefício muito maior do que o controle Pro do Nintendo Switch.

    O controle é compatível com o Nintendo Switch, dispositivos Android, iOS e PC.

    ANÁLISE

    Um dos grandes problemas que enfrentei durante a experiência jogando The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Pokémon Violet/Scarlet, sofri com os drifts, que levavam tanto a mira para longe do alvo tão rápido quanto rapidamente nos tirava da experiência de imersão dos games.

    O mundo dos games e suas experiências estão diretamente ligadas à forma como precisamos estar imersos nos mundos em que estamos inseridos. Mas não apenas isso. Os controles precisam fazer sentido para os jogadores e o ideal é que eles abracem e insiram em si, essa lógica. O KingKong 2 Pro faz com que fiquemos imersos e nos permite focar apenas nas gameplays.

    O que mais me chama atenção no KingKong 2, é como ele se comporta e sua estrutura, ou seja: ele foi feito para durar e garantir sempre uma melhor experiência para seus usuários.

    KINGKONG 2 PRO E SUA EXPERIÊNCIA

    KingKong

    O KingKong 2 Pro acabou por me proporcionar uma experiência muito melhor do que eu imaginava. Com seu grip que adere à palma das nossas mãos e dão também um melhor torque no que diz respeito ao contato, o controle ganha um destaque se comparado à seus concorrentes. Indo além, algo que citei anteriormente, vem dos analógicos eletromagnéticos. E isso com certeza renderá bem mais de um parágrafo.

    Os analógicos eletromagnéticos, por meio de uma tecnologia patenteada garantem um movimento muito mais preciso e sem contato, o que remove completamente o problema de drift da equação. Minhas primeiras horas de imersão em Breath of the Wild – que posteriormente migrou para Tears of the Kingdom -, me deram algumas horas a fio de diversão sem qualquer tipo de preocupação.

    Além da fidelidade de movimentos que o KingKong 2 Pro pode oferecer com a falta de drifts, seus botões oferecem aos jogadores uma maior vida útil. Com botões que tem garantem uma vida “ultra longa”, os botões do controle podem ser apertados até 50 milhões de vezes antes de apresentar problemas.

    Outro elemento que chama atenção no controle, é seu botão “Special AI”, que permite que os jogadores gravem sequências de ação de até 10 minutos. E ele não para aí. O giroscópio do controle garantem uma experiência brilhante quando o assunto é utilizá-lo in-game. Com games como Breath of the Wild e Mario Kart 8 para o Switch, em que o giroscópio possui uma função clara, como mirar ou movimentar, ele se destaca até mesmo em relação ao Joy-Con.

    Já no PC, em games FPS como Call of Duty e Fortnite, o giroscópio auxilia no que diz respeito à forma de mirar. Garantindo um reflexo mais rápido aos usuários.

    Com uma bateria interna de lítio de 1000mAh, garante ao controle cerca de 25 horas de uso contínuo com apenas duas horas de carga. E isso é incrível. Pois mesmo jogando por algumas horas além das 25, o controle conseguiu comportar bem esse uso.

    VEREDITO

    Sendo assim, o KingKong 2 Pro é potente em tudo que se propõe e acaba entregando mais do que o esperado. Funcionando de maneira robusta, ele nos apresenta features esperadas de controles high-end, mas seu custo benefício e sua longa útil pode fazê-lo se sair ainda melhor do que um. Indo tão longe quanto esperado, o KingKong 2 é capaz de nos levar por incríveis aventuras, mostrando que é possível sim nos sentirmos ainda mais imersos sem os incômodos e chatos drifts.

    Agradeço mais uma vez à Gulikit por nos ter enviado um exemplar do controle para que ele fosse testado.

    5,0 / 5,0

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    Spider-Punk: Conheça Hobart Brown, um dos aranhas de Aranhaverso 2

    A Columbia Pictures junto com a Sony Pictures Animation confirmaram ano passado a presença do personagem Spider-Punk na continuação de Homem-Aranha no Aranhaverso, a nova animação intitulada Homem-Aranha Através do Aranhaverso, estreia no dia 01 de junho aqui no Brasil.

    O herói da Terra-138 é um renegado que segue os ensinamentos de anarquia e liberdade da cultura punk. Ele luta contra um sistema corrupto dos Estados Unidos, regido com punho de ferro pelo presidente Norman Osborn.

    Saiba tudo sobre o personagem!

    ORIGEM

    A primeira aparição do Spider-punk aconteceu na HQ Amazing Spider-Man Vol. 3 #10, publicada em 2015. O personagem foi criado por Dan Slott e Olivier Coipel e tem sua origem na Terra-138. Por lá, seu alter ego é Hobart Brown, e seus poderes surgiram após ter contato com uma aranha radioativa, resultado do lixo tóxico despejado pelo presidente daquela realidade, Norman Osborn.

    Por enquanto não há detalhes se essa história será seguida na nova animação.

    CARACTERÍSTICAS DO PERSONAGEM

    Uma das características mais marcantes do Spider-Punk é a sua personalidade rebelde e seu desafio às autoridades opressivas. Ele é um defensor dos direitos dos cidadãos e usa sua música e atitude punk para inspirar as pessoas a resistirem. Além disso, Spider-Punk é retratado como um habilidoso combatente e estrategista, utilizando sua guitarra como uma arma improvisada.

    INFLUÊNCIA CULTURAL E RELEVÂNCIA

    O Spider-Punk incorpora elementos da cultura punk em seu design, personalidade e narrativa. A sua rebelião contra uma corporação corrupta e seu uso da música como uma forma de expressão e protesto ressoam com os ideais do movimento punk. Através do Spider-Punk, os leitores podem explorar temas como resistência, individualidade e a luta contra a opressão.

    Além dos quadrinhos, o Spider-Punk também se tornou popular em outras mídias, como jogos eletrônicos e adaptações para o cinema e televisão. Sua aparência única e atitude cativante o tornaram um personagem favorito entre os fãs, gerando uma base de admiradores leais.

    PRINCIPAIS QUADRINHOS

    Na edição Edge of Spider-Verse #2 (2014), é a primeira aparição do Spider-Punk, onde sua história é apresentada como parte do evento Spider-Verse, que envolve várias versões alternativas do Homem-Aranha.

    Já na minissérie Spider-Verse (2014-2015), abrange várias edições e explora o multiverso do Homem-Aranha. O Spider-Punk tem um papel significativo nesse evento e interage com outras versões do herói aracnídeo.

    Na série Ghost Spider (2019-2021), embora não seja edição solo do Spider-Punk, ele aparece em várias edições dessa série também conhecida como Spider-Gwen. A história apresenta a personagem Gwen Stacy, que também é uma versão alternativa do Homem-Aranha, e Spider-Punk faz parte de seu universo.

    É importante ressaltar que as aparições do Spider-Punk podem se estender além dessas histórias específicas, já que ele é um personagem popular e ocasionalmente pode ser encontrado em crossovers e eventos especiais dentro do universo Marvel.

    Homem-Aranha Através do Aranhaverso tem estreia prevista para 1 de junho de 2023. Um terceiro filme, intitulado Beyond the Spider-verse, está planejado para 29 de março de 2024.

    Assista ao trailer legendado:


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    Marvel Comics: Conheça alguns personagens da editora

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    Mortal Kombat 1: WB Games anuncia novo título da franquia

    A Warner Bros. Games anunciou hoje Mortal Kombat 1, o novo título da aclamada franquia Mortal Kombat, que já vendeu mais de 80 milhões de cópias desde sua estreia há mais de 30 anos. Desenvolvido pelo premiado NetherRealm Studios, o próximo jogo apresentará um universo renascido de MK, que foi criado pelo Deus do Fogo Liu Kang, apresentando versões reimaginadas dos personagens icônicos como nunca vistos antes. 

    Mortal Kombat 1 tem lançamento previsto para 19 de setembro de 2023, nas plataformas PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC.

    O Modo História da NetherRealm, que redefiniu o gênero, retorna com uma narrativa cinematográfica e imersiva, reimaginando rivalidades clássicas e apresentando inéditas histórias de origem dos personagens. O jogo traz um amplo elenco de lutadores lendários, incluindo Scorpion, Sub-Zero, Raiden, Kung Lao, Kitana, Mileena, Shang Tsung, Johnny Cage e muitos outros. 

    Mortal Kombat 1 também estreia os Kameo Fighters, um rol único de personagens parceiros que podem ajudar durante as partidas, criando possibilidades expandidas de jogabilidade para os jogadores.

    O presidente da Warner Bros. Games, David Haddad, comentou:

    Com Mortal Kombat 1, estamos trazendo um universo reimaginado para a lendária franquia que cativou os jogadores por mais de 30 anos e continua se superando. A talentosa equipe da NetherRealm Studios continua a impulsionar a série de maneiras ousadas, expandindo consistentemente o nosso público global e acreditamos que Mortal Kombat 1 continuará atraindo novos jogadores assim como arrebatando nossos fãs mais fiéis.

    Já o Chief Creative Officer (CCO) da NetherRealm Studios e co-criador da franquia, Ed Boon, disse:

    Mortal Kombat 1 marca um novo começo para a franquia, e não poderíamos estar mais empolgados em compartilhar com nossos fãs esse enredo original e esta nova abordagem para os personagens clássicos. Também estamos apresentando nosso sistema Kameo Fighter, que introduz um rol único de personagens parceiros, e estamos ansiosos para mostrar em breve esse recurso, bem como outros novos elementos do jogo.”

    A partir de amanhã, 19 de maio, MK1 estará disponível para pré-reserva digital no Brasil:

    • Mortal Kombat 1 Standard Edition, disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC, incluindo Steam e Epic Games Store;

    • Mortal Kombat 1 Premium Edition, disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC (Steam e Epic Games Store) e incluirá todo o conteúdo da Standard Edition, junto com o Pacote de Kombate, acesso antecipado ao jogo a partir de 14 de setembro e 1.250 Dragon Krystals (moeda do jogo).

    Pacote de Kombate traz uma skin do personagem Johnny Cage com a aparência do famoso ator e artista marcial Jean-Claude Van Damme (disponível no lançamento), acesso antecipado a seis novos personagens jogáveis (disponíveis após o lançamento) e cinco novos Kameo Fighters (disponíveis após o lançamento).

    No Brasil, todas as pré-reservas digitais de Mortal Kombat 1 receberão Shang Tsung como um personagem jogável, e aqueles que encomendarem o jogo para PlayStation 5 ou Xbox Series X|S também receberão acesso ao Beta do game, que será disponibilizado em agosto de 2023.

    Assista ao trailer de revelação:

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    REVIEW – Microfone GamerWave (2023, Maono)

    O mais novo microfone da Maono não poderia ter um nome mais apropriado, pois o GamerWave chega ao mercado como um tsunami e provavelmente arrastará uma quantidade absurda de gamers, podcasters e criadores de conteúdo em geral.

    O Microfone Condensador GamerWave da Maono, mesmo com o pouco tamanho chega para desafiar os grandes microfones disponíveis no mercado e para isso conta com muitas características importantes, como:

    • Design elegante;
    • Redução de ruído;
    • Luzes RGB adaptáveis;
    • Conectividade;
    • Comandos com rápida resposta ao toque;
    • Entre outros.

    Ah! e o mais importante: o preço! Com um valor bem abaixo que os mais caros do mercado, o GamerWave promete ser o microfone que deveria ter em seu sobrenome o termo “melhor custo-benefício”.

    Transparência: O Microfone Condensador GamerWave foi enviado pela Maono para fazermos essa análise. O link com desconto disponível no fim do texto não é uma parceria paga com o Feededigno, e sim parte da campanha promocional em vigor. Portanto, a promoção pode mudar ou expirar a qualquer momento sem aviso prévio, sendo de total responsabilidade da Maono.

    ANÁLISE

    Um produto tem que ser bom tecnicamente e fazer bem o que se propõe. Afinal, é triste quando compramos um produto e ele não atende nossas expectativas com o básico, certo? Certo! Mas o Microfone Condensador GamerWaver vai além! A Maono parece ter colocado toda a sua habitual atenção aos detalhes e bom gosto para superar as expectativas ao primeiro olhar de seus consumidores.

    Parece que a ideia aqui foi: “Temos que fazer com que o nosso cliente sinta amor à primeira vista”.

    Se essa foi, de fato, a ideia inicial da Maono; parabéns! vocês conseguiram.

    Visualmente o GamerWave é incrível!

    Com três cores disponíveis (branco, rosa e preto) o microfone tem um design elegante; uma aparência robusta, mas discreta graças ao seu tamanho (11,5cm ou 18cm com a base); botões – de fácil acesso – sensíveis ao toque que não precisam de pressão para acioná-los, controle de volume para headset prático, além de pop filter, suporte anti-choque e antiderrapante.

    Que se faça luz

    Se ao abrir a caixa fiquei encantado com o visual do GamerWave, quando ligado ele é um espetáculo à parte.

    Com 7 cores fixas e 3 modos distintos, o RGB é sem dúvidas aquele “algo a mais” que todo consumidor espera ao comprar um produto. Mesmo em ambientes claros a nitidez das cores são bonitas de se ver e em um ambiente de meia-luz ou escuro o Microfone Condensador GamerWaver certamente irá roubar a cena.

    Seu verde, rosa, azul escuro, azul claro, verde, amarelo e laranja podem ficar fixos ou alterando de forma dinâmica, bem como a opção de dinâmico gradiente multicolorido. Se é de RGB que você gosta, aqui você tem “pra dar e vender”!

    Seja gentil

    Com botões sensíveis ao toque no topo, o usuário do GamerWave mal precisará tocá-lo para mudar as opções do RGB, acionar a redução de ruído ou o mudo do microfone da Maono. Ao tocá-los com a ponta dos dedos, a sensação que fica é que quase não se encosta nos botões para que eles sejam acionados.

    Como dito anteriormente, o Microfone Condensador GamerWaver é muito elegante e um manuseio bruto não faria sentido aqui, então ao nos forçar a ter um manuseio elegante foi, sem dúvida, uma sacada de mestre da fabricante.

    Rápido e eficiente

    Com sua função plug-and-play basta conectá-lo que o microfone da Maono já está totalmente pronto para uso. Sem distorção e com baixo consumo de energia.

    Uma das coisas mais gratificantes dos microfones dedicados é a capacidade de isolar sua voz e cancelar o ruído de fundo; e o que é tão impressionante sobre o GamerWave é que você pode ouvir sua voz mesmo que você tenha ruídos externos no mesmo nível; isso é possível graças ao poder do microfone equalizar a voz.

    Esta é uma tecnologia capaz colocada em um microfone econômico e que você com certeza irá se impressionar com a qualidade que a Maono desenvolveu para seu mais recente lançamento.

    VEREDITO

    Sobre fazer o que se propõe: o Microfone Condensador GamerWaver da Maono possui uma fantástica qualidade de som e amplo cancelamento, isolamento e equalização de ruído e funciona quase tão bem quanto um microfone 5 vezes mais caro.

    Ele é bonito, capaz e com um bom custo-benefício. É perfeito? Quase! Minha única crítica negativa é em relação ao seu conector do cabo USB que fica em sua parte traseira e por conta do suporte torna a tarefa de conectar e desconectar um teste de paciência. Para as gamer girls (minha esposa por exemplo tem unhas longas) o teste será nível hard.

    4,5 / 5,0

    Informações técnicas

    Peso: 0,47Kg (com filtro pop e suporte anti-choque)

    Tamanho: 11,5cm (sem a base suporte) ou 18cm (com base suporte)

    Cores disponíveis: branco, rosa e preto

    Cores RGB: vermelho, rosa, azul, azul claro, verde, amarelo e laranja

    Modos RGB: fixo, dinâmico e dinâmico gradiente multicolorido

    Padrão polar: Cardióide

    Profundidade de bits/taxa de amostragem: 24 bits/48kHz

    Resposta de frequência: 80Hz-10kHz

    Sensibilidade: -40±3dB

    Dispositivos Compatíveis: Mac OS, Windows, PlayStation 4 e PlayStation 5

    Acessórios:

    • Pop filter;
    • Suporte anti-choque;
    • Cabo USB
    • Adaptador USB-C;
    • Adaptador para braço articulado.

    Compre o Microfone Condensador GamerWave na loja oficial da Maono, clicando aqui.

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    TBT #229 | I Am Mother (2019, Grant Sputore)

    No ritmo do mês das mães, na primeira quinta após a data comemorativa, resolvi trazer I Am Mother para a nossa editoria semanal. Apesar do que o nome indica, o longa da Netflix não é sobre a maternidade que estamos acostumados.

    O elenco conta com Clara Rugaard, Rose Byrne e Hilary Swank (Away).

    SINOPSE

    A humanidade está à beira da extinção, mas uma robô cria uma garota em uma base remota para dar uma segunda chance à humanidade. Isso é o que a jovem acreditava até que outra humana chega no lugar e faz com que ela questione tudo o que acreditava.

    ANÁLISE

    Quem acompanha meus conteúdos por aqui sabe que qualquer produção que passe um pouco a linha do suspense eu já pulo fora, mas o suspense de I Am Mother me cativou. O filme é cheio de referências pontuais que criam a narrativa por meio de indícios. É necessário prestar atenção para entender tudo que Grant Sputore e Michael Lloyd Green (o roteirista) propusera nesta obra.

    Ao longo das quase 2 horas de filme, vemos apenas 3 personagens serem desenvolvidas efetivamente. A Filha, interpretada pela jovem dinamarquesa Clara Rugaard, a Mulher, interpretada pela aclamada Hilary Swank, e a Mãe (Rose Byrne), a inteligência artificial responsável pela recriação da humanidade. Tão poucas personagens poderia causar tédio, mas não teve um momento sequer que eu não tenha ficado na ponta do sofá.

    “Mães precisam de tempo para aprender. Criar um bom filho não é uma tarefa fácil”

    I Am Mother mescla ficção científica, filosofia e ética em uma atmosfera pós-apocalíptica com uma habilidade incrível. A personalidade da Filha é moldada através de vários inputs específicos que a Mãe oferece, mas existem experiências que ela só conseguiria através do contato com outro ser humano.

    A própria inteligência artifical reconhece suas limitações na geração de um ser humano adequado para reconstruir a raça humana. E para isto, não poupa esforços na construção de sua estratégia. O pragmatismo da Mãe pode soar maléfico, mas não passam de atitudes tomadas por uma estrutura sem sentimentos ou moral, voltadas para o único fim de desenvolver uma humanidade funcional.

    Aparentemente a inteligência artificial não leu Aldous Huxley e segue entendendo que os fins justificam, sim, os meios, e toma algumas atitudes bastante arbitrárias a fim de desenvolver a humana mais adequada para ser, de fato, a Mãe da recriação da humanidade.

    VEREDITO

    A soma de elementos, a fotografia, a inteligência com que o longa apresenta a passagem de tempo, a variação em tela dos indivíduos desenvolvidos pela Mãe; tudo é meticulosamente criado.

    I Am Mother surpreende por não ter tido o destaque merecido em seu ano de estreia. Até mesmo a escolha das atrizes é elemento fundamental desta criação. Mais do que falar sobre maternidade, o filme fala sobre a construção moral de indivíduos e da necessidade de socialização para seu completo desenvolvimento.

    Agora, ainda mais, a produção se torna relevante devido a discussão sobre as capacidades e os limites que devem ser impostos às inteligências artificiais. Certamente, a recomendação é forte para quem curte ficção científica e discussões filosóficas.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer de I Am Mother:

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