Início Site Página 573

    CRÍTICA – Alive (2020, Il Cho)

    0

    Alive é o novo longa sul-coreano da Netflix e já é um dos grandes sucessos de 2020 no catálogo da gigante do streaming.

    SINOPSE

    Alive

    Oh Joon-woo (Yoo-An-In) é um jovem sul-coreano que tem uma vida normal. Todavia, após sua cidade ser infectada com um vírus mortal que transforma as pessoas em zumbis, ele agora deve lutar para sobreviver.

    ANÁLISE

    Alive é mais um filme de zumbis no já desgastado gênero de terror. Entretanto, o que o diferencia dos demais é sua forma de contar a história.

    Ao apresentar um protagonista confinado, o longa mostra que se baseia mais na lógica, uma vez que na maioria dos filmes os personagens se aventuram em perigos insanos.

    Oh Joon-woo e Kim Yoo-bin (Park Shin-hye) são pessoas comuns que foram assoladas por uma pandemia, ou seja, Alive também conversa muito pelo nosso cenário atual do Novo Coronavírus (Covid-19).

    Não há grandes loucuras por parte deles, pois eles estão lutando para sobreviver como podem e a medida que as esperanças vão se esvaindo, os dois ficam cada vez mais paranoicos e esgotados mentalmente, algo muito crível dentro da proposta.

    As atuações da dupla são boas, visto que conseguem nos passar o desespero da convivência com uma situação alarmante com muita verdade.

    Outro ponto positivo é o uso da tecnologia como uma aliada pelos protagonistas, pois normalmente não temos o recurso como uma opção em filmes do gênero e Alive o usa com muita frequência.

    A trama dá algumas patinadas com facilitações de roteiro, pois existem diversas vezes que os protagonistas contam com a sorte para resolverem seus problemas, algo que pode ser difícil de digerir para algumas pessoas.

    DIREÇÃO 

    A direção de Il Cho é muito eficaz, pois mistura diversas técnicas de filmagem. Misturando planos sequência com tomadas aéreas e temos também a câmera tremida para apresentar urgência nas cenas, por exemplo.

    As coreografias dos mortos-vivos são excelentes, pois lembram muito o longa de sucesso Invasão Zumbi, uma marca já estabelecida na Coréia do Sul com movimentos rápidos e disformes.

    A fotografia mistura diversos tons sóbrios com coloridos, deixando a obra muito bonita visualmente.

    VEREDITO

    Com um filme bastante intimista e que consegue dosar ação e drama, Alive é uma excelente pedida para quem gosta de filmes de zumbis e de sobrevivência.

    As atuações e direção são muito efetivas e conseguem emular muito bem a nossa situação atual, pois mostra que pandemias destroem nosso psicológico e nos tornam desesperados por sobrevivência.

    Confira o trailer de Alive:

    E você, gostou de Alive? Comente e deixe sua nota!

    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    The Flash: “Reinicia tudo e não se esquece de nada”, de acordo com produtora

    O hype está crescendo ao redor de um certo super-herói da DC, e eles conseguiram isso ao fazer certas escolhas fazendo o filme reconhecer os erros do universo estabelecido e fazê-lo seguir em frente. Entretanto, a natureza inerente dos universo cinematográficos significam que você nunca pode realmente jogar fora os erros do passado no lixo, mas se você for da DC, você pode convenientemente abandonar esses erros de cálculo e colocá-los em uma Terra alternativa, como aparentemente a Warner Bros. pretende fazer em The Flash.

    Isso definitivamente parece ser o caso do novo filme The Flash, do diretor Andy Muschietti que segundo alguns confirmaram que elementos do arco Ponto de Ignição serão implementados.

    O arco de 2011 que mudou para sempre o Universo DC quando Barry Allen volta no tempo para salvar sua mãe da morte pelas mãos do Flash-Reverso.

    Além de contar com o Barry Allen de Ezra Miller, o filme já escalou Michael Keaton para dar vida ao Batman de Tim Burton, junto do Morcego de Gotham de Ben Affleck. Apesar de estar envolvido em algumas controvérsias com a Warner Bros. no momento, o Ciborgue de Ray Fisher também está em negociação para fazer uma aparição.

    Durante a sessão do FanDome Fan Q&A, Barbara Muschietti (irmã de Andy e produtora do filme) revelou um detalhe interessante que os leitores da DC Comics estão especulando há semanas. A roteirista de Mama e produtora de IT – Capítulo 2 revelou que:

    “Bem, eu quero que vocês vejam isso, então não vou te contar muito. Mas eu vou contar que é uma viagem. Será divertido e incrível e contarão com muitos personagens da DC Comics. Flash é o super-herói desse filme, pois ele é a ponte entre todos os personagens e linhas do tempo. E de alguma forma, ele recomeça tudo, mas não se esquece de nada.”

    O Universo Estendido DC certamente tem seus apoiadores, e se a Warner Bros. quiser seguir em frente com seus atuais personagens, enquanto remove alguns elementos de seu passado negativo, isso é importante para o estúdio e para os fãs. Isso também significa que Flash pode ser um dos filmes mais importantes da DC até hoje.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA | Estranhos no Paraíso: Admirável Mundo Novo – Vol. 4 (2020, Devir)

    Estranhos no Paraíso é uma história em quadrinhos sobre relacionamento, amor e amizade. Suas três personagens principais vivenciam angústias, alegrias e desencontros num pano de fundo digno das melhores histórias policiais ou de suspense.

    Com essa mistura diferente de tudo o que você já viu, o criador, Terry Moore, escreve e desenha uma história com personagens surpreendentemente reais.

    Neste volume, o FBI está vigiando Katchoo enquanto alguém quer assassiná-la como parte de um plano doentio de vingança. Se ela conseguir passar por mais essa crise, talvez tenha de enfrentar o maior desafio de sua vida: o casamento de Francine!

    São histórias repletas de sentimento que se entrelaçam numa trama sobre amor e amizade apresentando duas das mais incomuns heroínas dos quadrinhos!

    ANÁLISE

    É impressionante como Terry Moore nos apresenta uma evolução a cada novo número de Estranhos no Paraíso. Tanto em narrativa como na arte em si. Seus personagens são carismáticos, de personalidade única e irresistíveis. É impossível não se evolver e torcer por Katchoo, Francine e David, até mesmo os personagens coadjuvantes têm muita relevância.

    Em mais de uma ocasião Moore disse que, a princípio, sua trama destacava Francine e tinha Katchoo como coadjuvante. Não demorou muito, porém, para que ele percebesse que sua personagem anárquica era, na verdade, a linha condutora da história. É notável perceber essa mudança e também a rapidamente superada dificuldade de elencar essa alteração de perspectiva, algo sentido mais fortemente quando temos informações soltas, mas não suficientes.

    Aliás, o roteiro e a arte de Terry Moore novamente adotam a simplicidade como sua maior característica e permanece utilizando detalhes para espaços fortemente humanizados ou para delineação dramática de personalidades.

    VEREDITO DE ESTRANHOS NO PARAÍSO

    Admirável Mundo Novo – Vol. 4 permanece com qualidade nas mãos de Terry Moore. Por sua história, que ainda tem muito a revelar sobre o destino dos personagens na próxima, e principalmente pela sua narrativa que instiga o leitor a acompanhar a diferente saga desse trio inesquecível.

    Editora: Devir

    Autor: Terry Moore

    Páginas: 400

    E você, já leu a HQ? Deixe sua opinião e nota!

    Leia também as críticas das edições anteriores de Estranhos no Paraíso:

    CRÍTICA | Um Sonho de Você – Vol. 1;

    CRÍTICA | Ama-me Com Ternura – Vol. 2 e

    CRÍTICA | Santuário – Vol. 3.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    The Walking Dead: 11ª temporada será a última e teremos 2 novos spin-offs

    0

    A longa série da AMC, The Walking Dead, terminará com a 11ª temporada, mas os mortos-vivos continuarão. A rede anunciou não um, mas dois novos spin-offs ambientados no mundo pós-apocalíptico criado por Robert Kirkman.

    Confira abaixo os detalhes dos spin-offs, bem como as notícias sobre a última temporada de The Walking Dead.

    DARYL & CAROL

    Os fãs do TWD ficarão entusiasmados em saber que um dos spin-offs anunciados apresentará rostos familiares. Os melhores amigos de longa data Daryl Dixon (Norman Reedus) e Carol Peletier (Melissa McBride) terão sua própria série.

    Ainda não temos muitos detalhes sobre o spin-off ainda sem título. Este é um prequel? Ou seguirá os eventos da série principal? (Se o último for o caso, acho que podemos assumir que ambos sobreviverão à 11ª temporada do The Walking Dead).

    O relacionamento de Daryl com Carol sempre foi meu relacionamento favorito no programa (desculpe, Rick), disse Norman Reedus em um comunicado:

    “Eu amo a forma como esses personagens interagem e se relacionam uns com os outros em tantos níveis que mal posso esperar para ver o que acontecerá a partir daqui.”

    Melissa McBride também expressou seu entusiasmo em continuar trabalhando com Reedus:

    “Claro, sempre gostei de trabalhar tão próximo de Norman ao longo dessas muitas temporadas. Ao interpretar Carol, e como uma espectadora da série, eu também estou intrigada com Daryl e Carol. Sua história compartilhada é longa, e a luta pessoal de cada um para sobreviver, ainda mais – o aspecto mais óbvio do que os manteve próximos e leais. Mas há também um aspecto um tanto misterioso em sua afeição um pelo outro que eu gosto.”

    TALES OF THE WALKING DEAD

    The Walking Dead: Teaser começa contagem para retorno da série

    Além da série centrada em Daryl & Carol, o universo TWD terá novos rostos contra os mortos. A AMC também anunciou Tales of the Walking Dead, uma série de antologia episódica.

    Este spin-off ambientado no universo de The Walking Dead seguirá um novo conjunto de personagens em cada episódio. Novamente, não temos muitos detalhes sobre a série ainda. Mas o chefe de TWD, Scott Gimple, deu a entender que podemos revisitar alguns rostos familiares aqui também.

    Gimple disse que a série envolverá “personagens novos ou existentes, histórias de fundo ou outras experiências independentes”.

    THE WALKING DEAD

    Negan em The Walking Dead

    Embora a pandemia de Covid-19 tenha atrasado a produção de The Walking Dead, a série retornará às nossas telas de TV em Outubro.

    O final da 10ª temporada originalmente planejado agora irá ao ar como um episódio especial em 4 de Outubro. Durante a Comic-Con, a AMC anunciou planos para expandir a temporada em mais 10 episódios.

    Eles irão ao ar em 2021. Então, a 11ª e última temporada irá ao ar com 24 episódios ao longo de um período de dois anos, terminando em 2022.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    Teen Titans: Mutano ganha nova forma de transformação em HQ

    0

    Esta publicação contém spoilers para Teen Titans: Beast Boy, de Kami Garcia, Gabriel Piccolo, Rob Haynes, Dave Calderon e Gabriela Downie.

    No Universo DC, de vários quadrinhos a desenhos animados e, é claro, a série de TV Titãs, quando Garfield Logan se transforma como Mutano, ele literalmente se transforma em vários animais – algo que também lhe rendeu o nome de “Changeling“.

    Obviamente, é um uso bastante direto de seus poderes, embora ele mantenha sua pele verde e características secundárias de criatura quando não está se transformando.

    Mas, a fim de renovar o personagem para leitores modernos e dar aos fãs da velha guarda uma visão nova do personagem, Teen Titans: Beast Boy deu a ele uma nova maneira de exibir suas habilidades e se transformar.

    Sua história segue a mesma e tradicional da DC. Garfield foi cobaia de seus pais na África Ocidental depois de contrair um vírus mortal. Eles lhe deram remédios depois para suprimir as mudanças imprevisíveis que iriam evoluir, mas seu DNA agora pode se adaptar para imitar o de vários animais. No entanto, Gar não se transforma realmente nesses animais, pelo menos, na maior parte.

    Em vez disso, ele desenvolve características-chave de modo que basicamente age como o animal alvo por dentro, mas ainda permanece um homem por fora. Acontece primeiro quando ele está perto do gato de um vizinho preso na árvore e seu corpo se adapta, permitindo que ele escale e desça o gatinho. Mais tarde, ele se torna um  esquilo, capaz de comer pimenta picante, o que o torna o adolescente mais popular da Geórgia. Ele desenvolve o apelido de Mutano e, como o Flash, ganha apetite aumentado. Ele também fica forte durante a noite, o que significa que seu DNA está finalmente se soltando.

    Conforme ele passa pela puberdade instantânea, Gar incorpora um puma e brilha na queimada; ele se torna um macaco para escalar e entrar furtivamente em uma escola rival para roubar seu mascote; ele tem visão noturna para ver como um lêmure, e sua essência também assume a forma de um lobo alfa para resgatar cães de um abrigo canino.

    Pesando tudo isso, ele realmente parece semelhante a outro herói da DC: Vixen. Mas fique tranquilo, ele oferece o que os fãs de antigamente estão clamando quando ele se transforma em um urso verde na fogueira da escola para salvar seus amigos de um bando de coiotes selvagens.

    É incerto quanto do modo furtivo de fera ele ainda tem, mas ele definitivamente vai querer um equilíbrio de ambos para que possa manter as feras domadas por dentro. Seria uma ótima maneira de permanecer incógnito se ele pudesse continuar disfarçado porque manterá sua verdadeira identidade e talvez até mesmo continue usando aquela máscara de gorila como um superstar e influenciador online.

    Dessa forma, ele mantém muito de seu lado humano e permanece bastante compreensível para os leitores jovens adultos desta história em quadrinhos.



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.

    CRÍTICA – I May Destroy You (1ª temporada, 2020, HBO)

    0

    I May Destroy You é uma série autobiográfica escrita, dirigida e estrelada por Michaela Coel (Chewing Gum). A série é uma co-produção entre a BBC e HBO.

    SINOPSE

    Arabella (Coel) é uma escritora londrina de ascendência ganesa que ficou famosa no Twitter. Após seu primeiro livro ser um sucesso, Arabella enfrenta os problemas de fazer um segundo sucesso e para aliviar um pouco a tensão decide ir a um bar com os amigos. No local, ela é drogada e abusada sexualmente. Logo, a medida que a escritora vai rememorando os fatos daquela noite, Bella também precisa lidar com o trauma.

    ANÁLISE 

    Da esquerda pra direita, os atores: Paapa Essiedu, Michaela Coel e Weruche Opia.

    Histórias autobiográficas tendem a serem mais intensas e complexas que algumas obras ficcionais. Isso porque, na medida que nos colocamos na pele dos personagens percebemos o quanto algumas situações só conseguem ser frustrantes. I May Destroy You é esse tipo de história, um total de acontecimentos mostram que a vida tenta por muitas vezes nos quebrar.

    Nesse sentido, Michaela Coel é a alma por trás de I May Destroy You. A série se baseia em uma experiência pessoal de Coel na época que protagonizava a sitcom Chewing Gum na Netflix entre 2015 e 2017. No Festival de TV de Edimburgo em 2018, a atriz revelou que após virar a noite escrevendo um episódio de sua sitcom, ela decidiu fazer uma pausa para beber com alguns amigos.

    No dia seguinte, Coel contou que se viu finalizando o roteiro do episódio com lapsos de memória da madrugada, ela havia sido drogada e violentada. O primeiro episódio de I May Destroy You segue essa linha; por trás da personagem Arabella, Michaela Coel viu a chance de contar sua história com total liberdade criativa. 

    Logo, ao mesmo tempo que I May Destroy You consegue uma narrativa totalmente autoral e única, a série também tem seus tons de ficção misturado com um humor ácido. Sendo assim, Coel cria um roteiro dinâmico, inteligente e extremamente profundo à medida que conhecemos mais sobre Arabella e seus amigos. 

    E aqui, é preciso ressaltar o trio: Michaela Coel, Weruche Opia que interpreta Terry e Paapa Essiedu que atua como Kwame. Os dois melhores amigos de Bella estão tentando ajudá-la a passar pelo trauma, porém, eles próprios acabam se questionando sobre os abusos que sofreram ao longo de suas vidas. É através dessas subtramas que os atores crescem em cena. 

    São nos olhares meio tímido de Kwame; no jeito extrovertido, mas inseguro de Terry; e no choro escondido de Bella seguido do uso excessivo das redes sociais que o espectador percebe o quanto a série é crua. No sentido de: não existe tamanhas alegorias para expressar os sentimentos reais das pessoas. Cada personagem foi de certa forma destruído, mas ao invés da profunda tristeza, há um “que” de conformismo e superação.

    Acima de tudo, I May Destroy You fala sobre um processo de cura. Sem grandes plots ou finais mirabolantes, é sobre como sobreviver em um mundo que continua a te ferir de todas as formas e como fazer comédia sobre isso. Coel como sendo uma das artistas mais completas da nossa geração teve o tato para tratar de assuntos considerados tabu de forma crítica e sem filtros.

    VEREDITO

    I May Destroy You consegue abordar com franqueza o tabu que são os abusos sexuais. Ao longo da jornada de Arabella pelo seu trauma, vemos uma mulher que se reafirma e interioriza suas dores.

    Em 12 episódios, I May Destroy You se consagra como uma das melhores séries de 2020 e certamente é uma forte concorrente para as premiações de 2021.

    Assista ao trailer legendado:

    E você, já assistiu a primeira temporada de I May Destroy You? Deixe sua avaliação e seus comentários!



    Curte nosso trabalho? Que tal nos ajudar a mantê-lo?

    Ser um site independente no Brasil não é fácil. Nossa equipe que trabalha – de forma colaborativa e com muito amor – para trazer conteúdos para você todos os dias, será imensamente grata pela sua colaboração. Conheça mais da nossa campanha no Apoia.se e nos ajude com sua contribuição.