A série vencedora do Emmy 2022, Abbott Elementary, está disponível no Star+. O seriado traz em seu elenco os atores Tyler James Williams, Quinta Brunson, Sheryl Lee Ralph, Lisa Ann Walter, Chris Perfetti e Janelle James.
Confira nossa crítica da série.
SINOPSE
Em Abbott Elementary, um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo – são reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida.
ANÁLISE
Desde do fim The Office estamos órfãos de uma série que seguisse exatamente a mesma vibe caótica em um ambiente de trabalho.
Com isso, para suprir essa ausência estreou em 2021 Abbott Elementary, que segue o estilo mockumentary, mas aqui em um ambiente escolar. Acompanhamos o cotidiano dos cinco professores: Jannie Teagues (Quinta Brunson), Barbara Howard (Sheryl Lee Ralph), Gregory Eddie (Tyler James Williams), Melissa Schemmenti (Lisa Ann Walter) e Jacob Hill (Chris Perfetti) na escola pública da Filadélfia.
Desse modo, a primeira temporada segue 10 excelentes episódios com diversas situações cômicas, e muitas vezes constrangedoras, da vida dos personagens. Será inevitável não fazer comparações com The Office, visto que os produtores também trabalharam na série clássica.
Abbott Elementary explora diversas situações com temáticas atuais, principalmente com a influência das redes sociais na vida dos estudantes. Por outro lado, esses professores não estão tão atualizados com a modernidade para o ensino dos alunos ou mesmo para se conectarem com a classe e as gírias da internet.
Toda essa 1ª temporada não apresenta nenhum episódio que fique abaixo da média, pois todo o elenco é muito carismático e possuem uma excelente sintonia. Destaque para o ator Tyler James William que trabalhou na série Todo Mundo Odeia o Chris e já possui uma imensa experiência com produções que se passam em ambiente escolar.
Aqui ele interpreta o sensato professor provisório Gregory Eddie que, de início, fica surpreso com as atitudes surreais de seus colegas de trabalho, mas que aos poucos vai se adaptando. O personagem do Tyler seria equivalente ao Jim Halpert de The Office.
Abbott Elementary possui 10 episódios de 20 minutos, permitindo que a maratona aconteça de forma rápida e fluida. O seriado é excelente e aproveita de maneira exagerada, e engraçada, como é caótico ser professor em uma escola pública.
VEREDITO
Enfim, Abbott Elementary supre a ausência de The Office com a mesma qualidade e se torna uma excelente escolha de entretenimento. Além de ser surpreendente com seu humor ácido e divertido.
Nossa nota
5,0 / 5,0
Assista ao trailer:
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Ace Combat 7: Skies Unknown é um jogo de ação e simulação de combate aéreo lançado pela Bandai Namco em 2019 para PC, PlayStation 4 e Xbox One. Confira nosso review a seguir.
SINOPSE
O jogo se passa no mundo de Strangereal no ano de 2019 durante a Segunda Guerra Continental Useana, também conhecida como Guerra do Farol. Baseia-se em um conflito armado entre a Federação de Osea e Reino de Erusea. O jogador controla um piloto de uma Unidade Penitenciária de Osea denominada Spare, um esquadrão militar formado por pilotos delituosos/malfeitores que são enviados em missões perigosas como forma de punição.
ANÁLISE DE ACE COMBAT 7: SKIES UNKNOWN
Nesse ano de 2022 a franquia Ace Combat completou 27 anos e segue dominando os ares a cada novo lançamento.
Ace Combat 7: Skies Unknown apresenta uma temática semirrealista junto de uma jogabilidade arcade. Isso acaba sendo uma porta de entrada para os novos jogadores, visto que a franquia tem um público bem de nicho. Com isso, AC7 oferece grandes desafios e um nível aprendizagem moderado.
Apesar do jogo ser uma ótima porta de entrada para iniciantes, o mesmo não se propõe em apresentar uma jogabilidade tão fácil. Isso porque no início ele apenas te ensina o essencial, e os demais comandos você terá que descobrir por conta própria.
Ace Combat 7: Skies Unknown é frenético e apresenta 20 excelentes fases bem desenvolvidas e diversificadas. No entanto, apesar da quantidade de fases, em alguns momentos temos fases divididas em três atos. O que é bom e acaba sendo mais desafiador, mas ao mesmo tempo pode se tornar desgastante e cansativo, seja pelo extenso tempo da fase ou pela quantidade excessiva de inimigos em tela que às vezes fica difícil de se localizar mesmo que você já tenha experiência.
Contudo, conforme você pega a jogabilidade, a gameplay segue sendo incrível e passa a física precisa e o peso de cada aeronave quando está em ação ou sendo danificado. É bastante visível o rico nível de detalhes que a equipe de produção realizou na produção de AC7.
Outro ponto que merece destaque é a possibilidade de modificar as aeronaves com peças novas, o que melhora o desempenho na hora do combate.
Com relação à parte visual, Ace Combat 7: Skies Unknown tem gráficos maravilhosos e com grande nível de detalhes absurdos. Outro destaque vai para a trilha sonora do compositor Keiki Kobayashi que é simplesmente fenomenal. A maneira que cada composição deixa as fases emocionantes é fantástica.
Contras
Ace Combat 7: Skies Unknown de fato é um excelente jogo, mas nem por isso não deixa de apresentar alguns contras. O principal é a imensa quantidade de informações que têm em tela. Isso em alguns momentos me deixou confuso e eu simplesmente ignorei os diálogos de meus companheiros, pois ficava inviável não ter foco em outras aeronaves que estavam me atacando.
Outro ponto que pode causar dor de cabeça para quem tem enxaqueca é a câmera em primeira pessoa que causa bastante tontura. Eu mesmo joguei poucas vezes nesse modo, mas conforme fui avançando as dores de cabeça foram sumindo.
Assim como a história principal do jogo vai ser bastante confusa para quem não tem vasto conhecimento da franquia, visto que o jogo tem ligação com Ace Combat 4: Shattered Skies (2001) e Ace Combat 5: The Usung War (2004), ambos lançados para PlayStation 2. Apesar disso, o enredo principal de AC7 é compreensível, o que não torna a experiência tão confusa.
Esse foi meu segundo contato com a franquia Ace Combat. O primeiro foi com Ace Combat X: Skies of Deception (2006) no PSP, mas não havia jogado tanto assim. O que foi a chave de virada agora foi que em AC7 eu realmente tive foco em finalizar e ter uma experiência completa.
VEREDITO
Ace Combat 7: Skies Unknown é um jogo frenético, empolgante e desafiador. Mesmo tendo sido lançado em 2019, o jogo segue recebendo atualização de DLCs e Skins, sendo a última skin lançada relacionada ao filme Top Gun: Maverick (2022).
Em suma, AC7 é um excelente jogo para todos os fãs de aviação e acaba sendo uma porta de entrada para quem ainda não desbravou os céus desconhecidos de Ace Combat 7: Skies Unknown.
Nossa nota
5,0 / 5,0
Assista ao trailer de Ace Combat 7: Skies Unknown
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Soccer Manager 2023 é um jogo mobile de simulador de futebol onde você pode gerenciar os clubes como treinador e gerente. O SM está disponível de forma gratuita para Android na Play Store e iOS na App Store.
ANÁLISE DE SOCCER MANAGER 2023
Desde que o Football Manager encerrou as vendas do game no Brasil, ficamos um pouco órfãos de jogos de futebol com uma maior complexidade, pois as diversas opções trazem normalmente conceitos diferentes ou rasos da experiência de treinar um time.
Soccer Manager veio para ser um dos mais próximos em relação a jogabilidade, visto que possui muitas semelhanças com o famoso FM e ainda roda em diversos smartphones por aí.
As principais mudanças estão na estrutura e layout, uma vez que agora a tela está muito mais limpa e intuitiva, deixando o jogo mais dinâmico no pré e pós-partidas. Se antes havia alguma dificuldade de escalar os jogadores nas posições e funções certas sendo necessária a troca incessante de telas, agora você recebe as informações de como seus comandados preferem jogar e como posicioná-los.
As táticas ficaram mais complexas, abrindo a possibilidade de usar formatos pré-definidos de marcação, podendo subir as linhas, pressionar o adversário, ou colocando o “ônibus na frente da área”, podendo ser bem criativo na variedade de estilos de jogo, criando formações diversas ofensivas e defensivas.
As outras funções continuam iguais as da versão anterior, assim como os gráficos continuam bastante simples, rodando tranquilamente em celulares mais fracos. A trilha sonora é a cereja do bolo para que Soccer Manager seja uma ótima opção para todos os amantes de futebol.
De negativo, quem é jogador de primeira viagem, vai encontrar muita dificuldade nos enfrentamentos, pois Soccer Manager 2023 é extremamente complicado para quem é treinador de nível baixo, fazendo com que tenha que se adquirir muita experiência para vencer as partidas. Mesmo começando com times mais fortes, as equipes inferiores são bem armadas e difíceis de bater. Além disso, se trata de um jogo freemium, ou seja, se você não abrir a mão, prepare-se para ver propagandas o tempo inteiro.
VEREDITO
Mantendo a tradição de uma boa proposta de diversão, Soccer Manager 2023 joga no seguro e aposta em melhorias básicas, mas que fazem diferença na vida de quem é fã da franquia. Com fluidez e simplicidade, com certeza o jogo promete um tempinho de entretenimento que é uma recompensa pela dedicação dos seus players.
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Mon Mothma teve um importante papel junto da Aliança Rebelde desde a primeira trilogia Star Wars, quando ainda era vivida por Caroline Blakinston em Episódio VI – O Retorno de Jedi. Ao longo dos anos, a personagem passou a ganhar mais profundidade, estando presente em uma cena deletada de Episódio III – A Vingança do Sith e até mesmo Rogue One, onde ganhou vida por Genevieve O’Reilly.
Enquanto a conhecemos no passado como uma imponente e inspiradora líder da Aliança Rebelde, na série Andor, vemos o papel que a personagem desempenha. Atuando como uma forte simpatizante e financiadora dos rebeldes dentro do Senado Intergaláctico – mesmo cercada de inimigos e com espiões a vigiando a todo tempo.
Ao longo do episódio 4 da série, temos algumas surpresas odiosas, e vemos que sua janela de oportunidade para fugir do Império está cada vez mais próxima de se fechar – de uma vez por todas.
Com encontros esporádicos com Luthen Rael (Stellan Skarsgard) que atua em sua loja de fachada como um marchant, essa parceria entre os dois personagens tem mais história e mais substância do que a série parece mostrar. Nos faz entender que os dois possuem uma relação mais antiga do que a série mostra, e nos permite entender que os dois atuam auxiliando a Aliança Rebelde que ainda parece engatinhar em determinados planetas e sistemas – auxiliando-os até mesmo na liberação de algumas células da Aliança pela galáxia.
Entendemos que o problema de Mon Mothma tem início dentro de sua própria casa, em que seu marido não parece saber o que ela faz em seu tempo livre – tentando liberar a galáxia da opressão do Império – e convida inimigos reais da causa pela qual ela acredita para jantares e reuniões, colocando quase sempre Mothma em perigo.
A relação de Mon Mothma com o Império sempre foi de desprezo, enquanto atuava como uma espiã e defensora da causa Rebelde por trás das cortinas – fornecendo janelas de oportunidades para os combatentes. Entender como sua relação a Aliança Rebelde se dá de maneira próxima como testemunhamos em Rogue One e no Episódio VI – quando Mothma é colocada como Líder Rebelde – é importante para o aprofundamento da personagem e deve se dar ao longo do fim da primeira temporada e início da segunda, onde deve haver um rompimento das funções de Mothma no Senado, quando os espiões do Senador finalmente descobrirem quem ela é.
A Disney nos permitiu assistir Andor antes de seu lançamento; confira o que achamos clicando aqui.
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Alguns personagens são tão cheios de maldade que sua impopularidade transcendem as telas e atingem seus intérpretes, algumas vezes de forma positiva, como aqueles que amamos sua vilania; e infelizmente alguns casos de forma negativa, quando vilões são tão terríveis que só de olhar para a figura de seu interprete nosso cérebro “buga”. E nos piores casos os fãs perdem a noção e criticam, ofendem e perseguem os atores e atrizes simplesmente por terem feito seu trabalho de forma magistral.
Recentemente, a série A Casa do Dragão (House of the Dragon), da HBO, apresentou a versão adulta da Rainha Alicent Hightower, interpretada por Olivia Cooke (Jogador Nº1) que já em sua estreia no episódio 6 fez a internet ficar em polvorosa por suas recentes ações contra Rhaenyra Targaryen, interpretada em sua versão adulta por Emma D’Arcy.
Conheça alguns personagens do cinema e TV que marcaram os fãs e consequentemente a vida de seus interpretes!
A lista abaixo segue a ordem cronológica das produções, afinal, é difícil definir os mais odiados.
CARL
Ator: Tony Goldwyn
Filme: Ghost: Do Outro Lado da Vida (1990)
A maioria das pessoas se lembra de Ghost: Do Outro Lado da Vida por suas cenas românticas entre Molly (Demi Moore) e Sam (Patrick Swayze) principalmente manuseando uma argila de cerâmica; mas para o ator Tony Goldwyn, que interpretou o amigo de Sam, Carl, o filme levou a anos de sentimentos machucados porque as pessoas eram más com ele em público.
Ele disse em uma entrevista de 2017 que uma vez visitou um restaurante durante um intervalo de ensaio para uma peça que estava fazendo em Nova Iorque, mas a garçonete estava sendo muito má comigo, muito rude, e precisava comer algo antes voltar aos ensaios.
Ela então perguntou se ele era um ator. Quando Goldwyn disse que sim, ela perguntou se ele era o cara do Ghost. Quando ele disse sim novamente, a mulher se desculpou:
“Eu sabia que te odiava por alguma coisa. Achei que você fosse um cara com quem eu dormi, mas não consegui entender.”
Olha que louco!
CAL
Ator: Billy Zane
Filme: Titanic (1997)
Além da porta em que Rose (Kate Winslet) flutuou – sem o Jack (Leonardo DiCaprio), nada é mais detestado em Titanic do que o personagem Cal, vivdo por Billy Zane. O ator interpretou o noivo super egoísta de Rose, deixando ainda mais claro que Jack era o homem para ela.
Billy Zane disse em entrevista à revista People que ele recebe tanto amor quanto ódio de fãs que não suportam seu personagem:
“Eles adoram odiar o Cal. E depois há um pequeno exército daqueles que simpatizam e entendem que ele era apenas um produto da alta sociedade da época. Você ouve tudo. Desde ‘Como você pode?’ até ‘Pobre Cal’.“
VOLDEMORT
Ator: Ralph Fiennes
Filme: franquia Harry Potter (2005 à 2011)
Voldemort é o inimigo de Harry Potter, é um vilão que é fácil de odiar. O ator Ralph Fiennes, lembrando das visitas de crianças ao set dos filmes de Harry Potter, disse em uma matéria da Newsweek que elas deveriam ter medo do personagem:
“Às vezes, as crianças vinham ao set, e eu podia vê-las olhando para mim ansiosamente. Certa vez, passei pelo filho de um supervisor de roteiro e ele caiu em prantos. Eu me senti muito bem comigo mesmo.”
Fiennes também acha que as pessoas deveriam ter um pouco mais de empatia por Aquele Que Não Se Deve Nomear:
“O jovem Voldemort era órfão e foi negado de qualquer tipo de afeição ou amor dos pais, então ele tem sido uma figura isolada desde muito jovem. Mas eu sempre acho que tem que haver a possibilidade do bem em alguém também. Pode ter sido erodido, reprimido, suprimido ou de alguma forma distorcido dentro dele… Alguns atores gostam de sinalizar o mal em personagens chamados ‘bandidos’, mas você quer ser um ser humano antes de tudo. Todo mundo tem o potencial de ser corrompido. Todos.”
NEGAN
Ator: Jeffrey Dean Morgan
Série: The Walking Dead (2010-em andamento)
Embora a vilania de Negan tenha aparentemente suavizado ao longo do tempo em The Walking Dead, o personagem de Jeffrey Dean Morgan tem sido um vilão detestável desde sua primeira aparição no programa. Ele disse à Entertainment Weekly que durante o hiato entre o final da 6ª temporada e a estreia da 7ª temporada – no qual ele estava no processo de bater com Lucille (seu taco de baseball) em um dos integrantes do grupo de Rick (Andrew Lincoln) – uma mulher o surpreendeu enquanto ele estava com o co-estrela Norman Reedus, que interpreta Daryl.
“Foi uma loucura! Estivemos andando de moto o dia todo e estávamos no meio do nada e paramos para tomar um café. E esta senhora, provavelmente de uns 80 anos, vem e me dá uma surra e diz: ‘Foda-se!’ E Norman caiu da cadeira, de tanto rir.”
Imagine como teria sido a reação dessa “afetuosa” idosa se o encontro com o ator tivesse sido depois do episódio em que vemos Negan explodir a cabeça de Glenn (Steven Yeun)?
JOFFREY BARATHEON
Ator: Jack Gleeson
Série: Game of Thrones (2011-2019)
Em Game of Thrones, Jack Gleeson interpretou JoffreyBaratheon, um idiota terrível e poderoso que os fãs adoravam odiar. Ele era tão desprezível que até mesmo o autor das Crônicas de Gelo e Fogo na qual a série se baseava, George R.R. Martin, temia que o papel fosse o ímpeto por trás de Gleeson parar de atuar completamente em seus 20 e poucos anos.
Em entrevista à Entertainment Weekly, Martin comentou:
“Ele criou alguém que todo mundo odeia, e todo mundo adora odiar, e isso é um feito considerável de atuação. Eu me sinto um pouco culpado por ele estar parando de atuar agora. Espero que interpretar Joffrey não o tenha feito querer se aposentar da profissão, porque ele tem um grande dom para isso.”
Jack Gleeson disse que decidiu sair puramente por motivos pessoais. Mas andar por aí parecendo o cara de GoT que todo mundo quer dar um soco pode não ser algo fácil de se lidar.
CERSEI LANNISTER
Atriz: Lena Headey
Série: Game of Thrones (2011-2019)
Quase todo mundo em Game of Thrones estava lutando por seu próprio interesse pessoal, e talvez ninguém mais do que Cersei Lannister, interpretada por Lena Headey. Embora sua personagem às vezes pudesse ser simpática, ela era amplamente odiada pela maioria dos fãs, o que Headey notou quando o elenco estava promovendo a série.
Lena Headey disse em 2012 que ela foi surpreendida pelos fãs na San Diego Comic-Con:
“Eu estava sentado entre Peter [Dinklage] e Emilia [Clarke], que são os personagens mais queridos da série. Eu literalmente fui ignorada. As pessoas davam os livros a Peter para autografar e se afastavam de mim como se eu fosse amaldiçoá-los ou algo do tipo.”
Parece que a SDCC daquele ano tinha mais fãs de Daenerys que de Cersei.
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Recentemente fiz uma lista aqui no Feededigno com 10 filmes para conhecer o universo de Stephen King para celebrar os 75 anos do Mestre do Terror. O autor já tem 65 obras publicadas em sua carreira (sendo Conto de Fadas a mais recente, publicada agora em setembro), e dezenas delas foram adaptadas para o cinema.
Agora, trago esta lista com 5 livros para você conhecer o mundo dessa mente tão brilhante do terror e suspense.
Lembrando que essa lista é pessoal e não estranhe caso não tenha algum clássico do autor na lista, pois evitei incluir livros que fossem colossais, focando em trazer livros menores e que podem ser uma porta de entrada para conhecer outros clássicos do mestre Stephen King.
Também priorizei indicar livros fáceis de encontrar. O momento é bom para começar a ler Stephen King, pois a editora Suma vem realizando um excelente trabalho editorial e de publicação, principalmente em obras que estavam fora de catálogo.
Confira a seguir minhas indicações e saiba por onde começar a ler Stephen King hoje mesmo!
O Iluminado (1977)
Créditos: Divulgação / Editora Suma
O Iluminado é um clássico absoluto do mestre e sempre está presente na lista de melhores livros de Stephen King. De fato o livro é muito bom e acaba sendo uma excelente porta de entrada. No entanto, será inevitável não fazer comparações com o filme do diretor Stanley Kubrick.
Ambas as obras são excelentes em suas propostas, mas o livro acaba desenvolvendo bem melhor o passado de Jack Torrance, seu alcoolismo e seu relacionamento com a família antes de ir para o hotel Overlook, visto que no filme fica bastante em aberto seu passado.
Sinopse de O Iluminado: Em O Iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família.
Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. É uma sentença de morte. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.
Páginas: 464
A Maldição (1984)
Créditos: Divulgação / Editora Suma
Sem sombra de dúvidas esse livro está no meu Top 3 de melhores livros de Stephen King. O enredo de A Maldição é muito angustiante e te deixará aflito até o seu clímax. A maneira que toda a história vai se desenvolvendo é simplesmente aterrorizante. Ainda mais com seu final que é simplesmente assombroso. Lembro que quando li esse livro fiquei dias pensando no final, e acredito que será impactante para você.
Sinopse de A Maldição: Em A Maldição, Stephen King conta a história de um homem que se vê obrigado a lutar para não desaparecer do mundo. Tudo começou no dia em que, sedento por vingança, um cigano olhou para ele e disse duas palavras: “mais magro”. E então os ponteiros da balança foram descendo cada dia mais…
Provavelmente você já viu o filme, que é sem sombra de dúvidas uma excelente adaptação, e assim como a adaptação para o cinema, o livro também é maravilhoso.
Na obra de Stephen King, temos um final diferente para um determinado personagem, o que é brilhante, e que ainda assim segue sendo um dos melhores trabalhos que o autor já realizou, tanto pelo seu enredo sobrenatural, como pelos icônicos personagens.
Sinopse de À Espera de um Milagre: À espera de um milagre traz a história do condenado John Coffrey e sua relação com o guarda penitenciário Paul Edgecombe. Edgecombe já viu muitas coisas bizarras durante a carreira, mas John Coffrey – um gigante com mente de criança – é uma das figuras mais estranhas que já conheceu.
Acusado de estuprar e matar brutalmente duas garotas, seria o homem a encarnação do mal? Ou algo completamente diferente? O guarda está prestes a descobrir verdades terríveis e assombrosas que desafiarão todas as suas crenças. Originalmente publicado em seis partes, com o título de O Corredor da Morte, o romance é agora lançado em volume único como À Espera de um Milagre.
Páginas: 400
Sobre a Escrita (2000)
Créditos: Divulgação / Editora Suma
Esse livro não é uma ficção, mas sim uma autobiografia feita pelo próprio Mestre do Terror. Sobre a Escrita é excelente para quem quer saber mais como a mente de Stephen King trabalha. Além disso, na obra o autor apresenta diversas dicas para escrever melhor e suas influências desde a infância.
Sinopse de Sobre a Escrita: Ao mesmo tempo um álbum de memórias e uma aula apaixonante, Sobre a Escrita irradia energia e emoção no assunto predileto de Stephen King: literatura. A leitura perfeita para fãs, escritores e qualquer um que goste de uma história bem-contada.
Páginas: 256
Depois (2021)
Créditos: Divulgação / Editora Suma
Depois é um livro recente e que já entrou na minha lista de favoritos. Sei que já vimos um garoto que vê gente morta no excelente filme O Sexto Sentido (1999), mas aqui Stephen King mostra mais uma vez o seu talento em contar uma incrível história e não torna clichê a trama de um garoto que vê gente morta.
Todo o enredo que move a narrativa é repleto de suspense e com pitadas de humor ácido. Além disso, temos um final que vai explodir sua cabeça.
Sinopse de Depois:James Conklin não é uma criança comum: ele vê gente morta. Com que frequência? Jamie não sabe bem; afinal, os mortos em geral se parecem muito com os vivos. Exceto pelo fato de que eles ficam para sempre nas roupas em que morreram, e são incapazes de mentir.
Sua mãe implora para que ele mantenha essa habilidade em segredo, o que não é problema na maior parte do tempo. Pelo menos até Liz Dutton, a companheira de sua mãe e detetive do Departamento de Polícia de Nova York, aparecer na saída da escola e anunciar que precisa de ajuda.
É assim que Jamie embarca em uma corrida para desvendar o último segredo de um falecido terrorista, e começa a jornada mais assustadora de sua vida.
Foto em destaque neste artigo: Arte sobre foto de Stephen King por Francois Mori (AP) e imagem de divulgação da edição de 2012 do livro O Iluminado, publicado pela editora Suma