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    CRÍTICA – Monster Hunter Rise: Sunbreak (2022, CAPCOM)

    Monster Hunter Rise: Sunbreak é a nova expansão do jogo base Monster Hunter Rise; que foi lançada no dia 30 de junho para Nintendo Switch e PC.

    SINOPSE

    A expansão conta com jogabilidade aprimorada e novas mecânicas de combate ainda mais ágeis, novos monstros e locais de caça e um novo nível de dificuldade com as Missões do Ranque Mestre.

    Na pele do caçador que salvou Kamura da calamidade, você deve se aventurar pelas terras distantes de Elgado, um posto próximo a um Reino assolado por um novo inimigo sinistro, o dragão ancião Malzeno!

    A Caçada Começa em uma Terra Distante…

    A aldeia Kamura está finalmente em paz depois de sobreviver a inúmeros ataques de monstros conhecidos como O Frenesi.

    Com a inesperada aparição do monstro lupino Lunagaron nas Ruínas do Templo, a paz duramente alcançada é perdida.

    Nas Ruínas do Templo, o caçador encontra Fiorayne, uma cavaleira da Ordem Real. Fiorayne pede ajuda ao caçador para descobrir a razão dos monstros do Reino se tornarem agressivos e invadirem outros territórios, incluindo Kamura. Unidos em uma missão, eles partem para o distante posto de Elgado.

    ANÁLISE

    A mais nova expansão Monster Hunter Rise: Sunbreak é simplesmente sensacional e traz novamente muitas horas de caçadas dinâmicas e empolgantes. Com a inclusão de novas armas, monstros e personagens.

    Desse modo, essa nova caçada vai ser muito divertida, mas que ainda segue a fórmula básica de toda franquia Monster Hunter. Ainda que a história de Monster Hunter Rise: Sunbreak mantenha o jogador envolvido, a expansão segue demorando para engrenar e entregar uma jogabilidade frenética. Visto que leva um tempo para o jogador se adaptar as mais diversas armas distintas para realmente pegar uma arma que se adapte ao seu estilo de jogo.

    Esse ponto pode acabar sendo frustrante para jogadores que estão em busca de um game que irá entregar toda a diversão logo de imediato; algo que infelizmente é diferente na franquia Monster Hunter. Onde o jogador levara horas de progressão para que assim realmente esteja pronto para uma caçada sem frustação.

    No entanto, conforme for progredindo as recompensas ao completar suas caçadas são realmente satisfatórias.

    Ao longo de cada caçada é possível coletar diversos recursos que serão crucias para melhoria de seus equipamentos. Por isso, quando estiver em um campo de caçada esteja sempre atento aos recursos de cada arena, pois serão indispensáveis para melhorar o desempenho de cada um deles.

    Os gráficos de Monster Hunter Rise: Sunbreak são realmente incríveis, pois a equipe de designer teve o cuidado de elaborar cenários e novos monstros memoráveis. Além disso, o desempenho gráfico no Nintendo Switch é ótimo.   

    VEREDITO

    Monster Hunter Rise: Sunbreak é uma experiência desafiadora e sensacional, tornando-se uma porta de entrada para novos jogadores que ainda não conhecem o imenso potencial da franquia monstruosamente agradável.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer de lançamento:

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    CRÍTICA – Prisioneiro da Madrugada (1ª temporada, 2022, Netflix)

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    Com muitas séries de sucesso em seu catálogo e com Prisioneiro da Madrugada (La Noche Más Larga) confirma o que já era esperado: que a Netflix nos apresentaria uma nova série como aposta para conquistar os fãs de La Casa de Papel, Vis a Vis e outras produções espanholas.

    Com direção de Óscar Pedraza e Moises Ramos; e roteiro de Xosé Morais e Victor Sierra; o elenco conta com nomes como Alberto Ammann (Narcos), Luis Callejo, Bárbara Goenaga, Daniel Albaladejo, Luis García Pérez, Roberto Álamo, Jean Cruz, Sabela Arán e Cecilia Freire.

    SINOPSE

    Uma equipe armada cerca uma prisão psiquiátrica para resgatar um serial killer. Mas a batalha que se segue surpreende a todos.

    ANÁLISE

    A série espanhola Prisioneiros da Madrugada é um thriller de suspense que se passa no Monte Baruca, uma prisão psiquiátrica em plena véspera de Natal, onde as coisas tomam um rumo diferente quando um grupo armado se infiltra na instalação com o objetivo de capturar um serial killer encarcerado chamado Simón Lago (Luis Callejo), antes do recém capturado assassino compareça perante o juiz no dia seguinte. Mas, eles enfrentam a forte resistência do diretor da prisão, Hugo Roca (Alberto Ammann).

    Dessa forma, todos precisam estar preparados para lutar por suas vidas: invasores, guardas e detentos.

    Com seis episódios a produção é ambientada em grande parte dentro da instituição e ao invés do misterioso plano de Simón, grande parte do foco da produção é no caos envolvendo os intrusos armados, os pacientes na enfermaria e os guardas que tentam reprimir a revolta e a violência.

    Dividido entre conter seus detentos e impedir a invasão, o diretor-chefe Hugo se encontra em um beco sem saída ao descobrir que sua filha foi sequestrada por alguém que trabalha para Simón, o serial killer.

    Entre invasão, rebelião e sequestro, a motivação por trás de todas essas maquinações para impedir o psicopata de testemunhar é a grande questão-chave de Prisioneiro da Madrugada.

    VEREDITO

    Apesar de boas cenas de assassinatos, a série falha ao trabalhar suas cenas de ação em seus pequenos cenários. Ao ser ambientada em grande parte em ambientes fechados, Prisioneiro da Madrugada apresenta conflitos armados sem verossimilidade e mal aproveitadas.

    Indiscutivelmente o único acerto da produção é a atuação gélida de Luis Callejo como o serial killer Simón Lago.

    Com um final da temporada terminando com um cliffhanger que levanta mais perguntas do que respostas, parece que esta será uma longa madrugada.

    2,5 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

    A 1ª temporada de Prisioneiro da Madrugada já está disponível na Netflix.


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    CRÍTICA – Marcas da Maldição (2022, Kevin Ko)

    Marcas da Maldição é um filme tailandês adquirido pela Netflix e conta com a direção de Kevin Ko. O longa foi sucesso de bilheteria em seu país.

    SINOPSE DE MARCAS DA MALDIÇÃO

    Li Ronan (Tsai Hsuan-yen), uma jovem aventureira, está com seus amigos em busca de locais assustadores para documentarem e criarem materiais para a posteridade. Entretanto, em uma viagem ela acaba destruindo um artefato amaldiçoado, libertando um mal terrível para todos que fazem parte de sua vida.

    ANÁLISE

    marcas da maldição

    Marcas da Maldição de cara nos lembra muito outras franquias como Atividade Paranormal ou clássicos como A Bruxa de Blair por conta de sua atmosfera aterrorizante e o estilo found footage, que tem como principal benefício o susto mais cru por estarmos quase dentro do filme junto com os personagens.

    O clima de tensão entra e fica até o final, com o espectador sempre pensando no pior em relação ao que pode acontecer. Os cânticos e orações ditas de forma apavorante com uma trilha sonora inquietante que quase corta nossos tímpanos são a cereja do bolo com jump scares bem realizados. As atuações são bastante competentes e trazem sentimentos genuínos dos personagens, levando-se em conta de que o medo fica bem evidente em seus rostos.

    Entretanto, se Marcas da Maldição possui todas essas qualidades, o roteiro deixa a desejar no que se refere a expectativa e entrega, uma vez que a jornada é muito mais impactante que sua conclusão. O longa possui um excelente segundo ato com um clima investigativo, mesclando flashbacks com a linha temporal atual, com causa e consequência muito claros. Essas duas linhas do tempo vão juntas até os créditos praticamente, algo que muitas vezes pode soar negativo, mas aqui funciona muito bem.

    O final de Marcas da Maldição é um pouco genérico e faz o filme perder alguns pontos depois de uma construção tão bem amarrada. Isso não estraga a experiência, mas diminui um pouco o impacto de tudo o que foi feito.

    VEREDITO

    Com cenas apavorantes e uma direção muito competente, Marcas da Maldição é uma boa pedida para quem curte found footage. Por mais que a obra seja um pouco lenta, a trajetória é intensa, saindo um pouco daquele conceito de filmes de terror de shopping center.

    4,0/5,0

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    CRÍTICA – Rabbids: Party of Legends (2022, Ubisoft)

    Rabbids: Party of Legends chegou ao ocidente! O jogo da Ubisoft foi lançado globalmente em 30 de junho de 2022 para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e Google Stadia.

    Originalmente, esse título dos gêneros party e board game dos Rabbids foi lançado em 2019 como exclusivo do Nintendo Switch na China pela divisão local Ubisoft Chengdu. Agora global, Rabbids: Party of Legends conta com vários idiomas, inclusive português do Brasil.

    Confira a seguir nossa análise do jogo para Nintendo Switch.

    SINOPSE

    Os Rabbids estão de volta com um novo jogo casual que eleva o caos no multijogador a níveis míticos para agradar a toda a família. Embarque com eles em uma jornada hilariante, repleta de personagens caóticos e coloridos em 50 minijogos absurdamente divertidos!

    Até 4 jogadores podem participar localmente nessa farra hilariante. Escolha o modo 2 contra 2 ou vá de cabeça no todos contra todos! Ajuste a dificuldade e os controles para que todos possam participar da ação. Além disso, monte listas dos seus minijogos favoritos para organizar uma noite de jogos perfeita.

    Jogadores do Nintendo Switch podem desfrutar dos controles de movimento precisos que garantem a imersão durante a festa!

    ANÁLISE DE RABBIDS: PARTY OF LEGENDS

    Rabbids: Party of Legends chegou para mais regiões do mundo mantendo sua essência chinesa. A história, a trilha sonora, os gráficos e os minijogos são baseados na cultura da China, o que agrega visuais com cores vivas e músicas que dão ainda mais vida ao game.

    A história da Rabbids: Party of Legends é bem simples e tem como objetivo ser acessível ao público infantil, fazendo com que não seja tão atrativa para adultos. No entanto, gráficos, músicas e a diversão dos minijogos são universais e engajam toda a família.

    É importante destacar a grande variedade de idiomas que abrange não apenas menus e legendagem, como também a dublagem, tornando a festa mais convidativa para pessoas de todas as idades.

    A qualidade gráfica é incrível! O jogo é muito bem feito, tanto a modelagem 3D dos Rabbids nos minijogos, como o mapa e as cutscenes que são num estilo gráfico de desenho à mão.

    A jogabilidade também é um ponto positivo. Há uma boa variedade de minijogos, fazendo com que a experiência não seja repetitiva. Há alguns que lembram muito ótimos minigames das franquias Mario Party e Pokémon Stadium!

    Além disso, a sincronia com os Joy-Con do Nintendo Switch é bem feita na maioria das atividades – arrisco dizer que ela só é um pouco truncada na fase de dança, estilo Guitar Hero.

    Originalmente disponível apenas na China, Rabbids: Party of Legends foi lançado globalmente em 30 de junho de 2022 pela Ubisoft.

    Entretanto, Rabbids: Party of Legends é um jogo curto, sem multiplayer online e com poucos atrativos após vencer os quatro atos do modo história.

    Sua jornada nesse modo de jogo vai fazendo você ganhar experiência para abrir personagens e fases para serem jogadas no modo festa, que é onde você consegue customizar a experiência para além do nível de dificuldade.

    Acontece que Rabbids: Party of Legends não especifica o que fazer para desbloquear os itens colecionáveis. Ou seja, além de ter poucos atrativos após o curto modo história, também falta um estímulo para que você continue jogando e desbloqueie o que faltar.

    VEREDITO

    Rabbids: Party of Legends é um divertido jogo dos gêneros party e board game que encanta principalmente pela variedade de minijogos e pelo visual. No entanto, a nova aventura dos Rabbids peca por ser curta e não oferecer multiplayer online nem atrativos que mantenham as pessoas interessadas por muito tempo.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer de Rabbids: Party of Legends

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    Elvis: Curiosidades sobre o filme do Rei do Rock

    O visionário cineasta Baz Luhrmann, indicado ao Oscar, dirige o drama Elvis, da Warner Bros. Pictures, estrelado por Austin Butler e Tom Hanks, ator vencedor do Oscar.

    O longa estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de julho.

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    DESIGN DE PRODUÇÃO

    Para levar o público de volta no tempo através da vida de Elvis, as designers de produção Catherine Martin e Karen Murphy se concentraram em combinar referências históricas com a narrativa visual exuberante do diretor Baz Luhrmann. Com exceção de algumas locações externas, as filmagens foram realizadas nos enormes espaços de sets do Village Roadshow Studios em Gold Coast, Austrália.

    Catherine Martin tem dado forma à visão de Baz Luhrmann desde sua estreia no cinema. E o diretor comenta:

    Trabalhamos da mesma maneira há muito tempo, não tem segredo, temos praticamente nossa própria língua. Eu começo com meus rabiscos, rascunhos, colagens e um monte de palavras, e sei que são praticamente ilegíveis, mas me permitem transmitir como eu vejo as coisas. E ela tem muitos dons, mas um de seus dons extraordinários é pegar toda essa confusão e executá-los com uma qualidade rara. Participo do processo o tempo todo, sou obsessivo a ponto de conferir da bainha de um figurino às cores da parede de um set. Somos realmente parceiros — temos uma conexão espiritual e criativa especial. Desde que nos conhecemos, tem sido um diálogo contínuo.”

    GRACELAND

    Para criar o exterior de Graceland, foram dez semanas de trabalho de construção inicialmente. No entanto, com o isolamento da pandemia, o set ficou envolto em plástico por quase um ano. Por incrível que pareça, em meros dez dias já estava tudo pronto para as filmagens. Todas as vegetações e plantas tiveram que ser realocadas e armazenadas, regadas e cuidadas durante o intervalo, assim como a grama e os gramados ao redor da mansão e nas vias de acesso. A locação era bastante especial, pois tinha que estar próxima do estúdio, ter a posição geográfica correta e opções de iluminação adequadas. 

    Graceland existe nos dias de hoje e foi preservada para fãs e turistas conferirem como era durante a vida de Elvis. Mas foi preciso recriar Graceland, em seus períodos específicos, o mais fielmente possível. Todos os detalhes arquitetônicos foram baseados em plantas que foram obtidas com o Graceland Estate, com o apoio e dedicação, da chefe de arquivos Angie Marchese e sua equipe. Graceland era o símbolo e a evidência do sucesso de Elvis. No filme a vemos, por fora e por dentro, quando Elvis traz seus pais, logo depois de comprá-la.

    Embora todas as locações externas tivessem requisitos muito específicos, um dos mais importantes era ter privacidade. Guanaba, uma área semirrural, e o Aterro Suntown, em Arundel, garantiam essa privacidade.

    BEALE STREET

    No filme, Elvis (Austin Butler) às vezes vai de encontro ao conforto dos amigos e da música ao vivo em clubes da Beale Street, em Memphis. Este set todo de exteriores, criado em locação em Suntown Landfill, foi um dos maiores e de logística mais complicada.

    As referências para a famosa Beale Street foram todas históricas, e um dos primeiros requisitos era que a rua fosse construída em uma encosta, como era na época do filme. Devido aos ajustes para a ação nas filmagens, no entanto, foi necessária uma compressão geográfica, e alguns prédios foram construídos mais separados, como a loja Lansky Bros. e o clássico Club Handy.

    No total, mais de sessenta veículos, incluindo vários modelos de caminhões, picapes, sedãs e cupês foram usados na Beale Street nos dois períodos em que ela é vista no filme, a maioria obtidos com colecionadores locais. Muitos foram adesivados com vinil, e alguns até fisicamente alterados para torná-los historicamente corretos.

    TURNÊS DE CARNAVAL

    Um dos sets vistos logo no início e vital para a história é o do show da turnê de carnaval em que o Coronel Tom Parker (Tom Hanks), já tendo visto antes o efeito de Elvis na multidão em Shreveport, no Louisiana Hayride, se aproxima de Elvis para ser seu empresário.

    O set também teve duas versões distintas na história: para o show noturno na Flórida e, no Texas, para o show vespertino. Com apenas um dia para transformar o set noturno no diurno, a equipe do departamento de arte ainda enfrentou chuvas torrenciais, granizo e até tempestade durante o trabalho.

    Todos os elementos, incluindo a sinalização, as tendas de camarim, os shows paralelos, estandes de atrações, shows de horrores, o Hank Snow Show, as barracas de comida, os vagões e as carruagens, o palco de Madame Zeena, e ainda muito mais, foram projetados e construídos dentro do departamento de arte. Apenas a roda gigante, o carrossel e a cadeira de balanço foram embelezados pela equipe de arte.

    INTERNATIONAL HOTEL

    No filme, Parker garante uma extensa temporada para Elvis em Las Vegas, no novo Hotel Internacional, o que demandou a construção de um luxuoso set, abrangendo tanto um grande palco de performance quanto a área do público.

    A decoradora Beverly Dunn comenta sobre um dos elementos mais importantes, para ela:

    Tínhamos uma incrível cortina dourada enorme, que deveria ser totalmente operacional. Quando começamos a trabalhar no set, falava-se que ela teria um efeito visual imponente, por ser tão grande. Foi maravilhoso conseguir o tecido adequado, depois de muita pesquisa, fazer o tingimento de dourado, importá-lo para costurá-lo, tudo em menos de oito semanas! Mas valeu a pena, porque possibilitou que os atores interagissem com a peça, essa imensa cortina, e que a equipe de produção montasse a cena com todo o seu esplendor.”

    FIGURINOS

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    É difícil imaginar um artista cujos figurinos sejam mais emblemáticos do que os de Elvis. Além disso, o filme abrange pelo menos três décadas, nas quais a moda evoluiu radicalmente. No longa, o ator Austin Butler, que fica bem com tudo, tem mais de noventa mudanças de figurino!

    Nenhum filme com tantas performances célebres de Elvis estaria completo sem uma vasta gama de seus famosos macacões. Há muitos deles no filme, aliás, mas para Butler, a verdadeira descoberta veio com os trajes “cotidianos” do artista, bem como alguns designs surpreendentes:

    Eu nunca usei tantas camisas com laços! Eu adorava usá-las, bem como aquelas jaquetas-bolero. O terno todo azul dos anos 1950, com a camisa de renda azul, eu realmente gostei muito desse traje.”

    Mas voltando aos macacões… Catherine Martin e sua equipe tiveram o privilégio de colaborar com Kim e Butch Polston, da B&K Enterprises, de Charlestown, em Indiana, que recriou fielmente os icônicos trajes de palco dos anos 1970 de Elvis, com a permissão expressa do figurinista de longa data de Elvis, Bill Belew. Com os Polston, a figurinista conseguiu não apenas encomendar macacões para o filme, feitos segundo o mesmo processo e exatamente como os originais, mas também com o espetacular e complexo bordado em ponto de corrente, feito por Jean Doucette, a artista que bordou, pessoalmente, os macacões de Elvis.

    MAQUIAGEM

    O filme começa com a apresentação de seu narrador, Coronel Tom Parker, já próximo do fim de sua vida, para o público. Assim, para retratá-lo ao longo dos mais de quarenta anos abordados no filme, Tom Hanks passou muitas horas na cadeira de maquiagem, todos os dias, sob o olhar atento e criativo do supervisor de efeitos de maquiagem, Jason Baird, e sua equipe de artistas.

    Para Parker, havia três versões diferentes: de meados dos 40 anos, sua idade quando descobriu Elvis, na meia-idade, nos seus 60 anos, e com 87 anos. O supervisor de efeitos visuais explica as diferenças no processo de maquiagem para o personagem de Hanks:

    A versão dos 60 anos era um pouco mais gorda no pescoço, então esculpimos uma seção extra de garganta, e houve um pouco de ajustes no queixo. Aos 87 anos, ele era muito pálido e doente. A cabeça de Tom foi totalmente coberta com próteses para essa versão de Parker, e nós adicionamos uma peruca diferente, com mais cabelos brancos e finos, um conjunto de próteses dentárias e mais manchas de sol e de pele. Para aplicar as duas versões, dos 40 e 60 anos, levávamos até três horas e meia. Já a versão mais velha e fantasmagórica, consumia cerca de cinco horas. De vez em quando, Tom até ‘parecia’ tirar uma soneca ou fazia uma pausa para esticar as pernas.”


    Assista ao trailer legendado:

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    O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | O meteorito

    No mais recente teaser da série Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, do Prime Video, é mostrado um meteorito – fragmento de meteoro – cortar os céus enquanto muitos personagens, incluindo os Elfos Gil-galad, Galadriel e Elrond, que o acompanham a trajetória do corpo celeste sem imaginarem o que viria a ser e o que resultaria tal evento.

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    O METEORITO

    No livro Os Filhos de Húrin, há uma menção indireta a meteoritos, ou de algo que nos faz lembrar deles, quando Beleg, diante do Rei Elu Thingol, pede uma espada valorosa para ir em busca de Túrin nos ermos. Diante desse pedido e desejando que Túrin retornasse a Doriath e aceitasse seu perdão, Thingol concede a Beleg, a Anglachel; e essa era uma espada de grande valor e tinha esse nome porque fora feita de ferro que caíra do céu como estrela cadente.

    Nas obras de J.R.R. Tolkien duas espadas foram forjadas desse meteorito.

    AS ESPADAS

    ANGLACHEL

    De acordo com Melian, a Anglachel é uma espada forjada com destroços “ferro que caiu do céu como uma estrela flamejante”, mas também que possui características de seu ferreiro, Eöl, o Elfo Negro.

    Há malícia nesta espada. O coração sombrio do ferreiro ainda habita nela. Não amará a mão que serve, nem permanecerá com você por muito tempo.

    Anglachel parece ter um certo nível de consciência senciente, imbuída por Eöl, que era feroz e sanguinário, bebendo o sangue daqueles que derrotava. Algo que surpreendeu até mesmo Túrin depois de vê-lo ileso e banhado no sangue escaldante do dragão Glaurung. No entanto, o sangue inocente deixou uma mortalha terrível de dor na espada, e ela se lembrou, quando falou com Túrin, citou especialmente dois cujo sangue inocente havia bebido:

    Beleg, morto por acaso e Brandir, morto injustamente.

    No final da história de Túrin Turambar, Anglachel até fala. E ela conhece o seu poder mortal em batalha:

    Regozije-se“; quando desembainhada na guerra.

    Seu nome significa “Ferro Flamejante“.

    ANGURIEL

    Anguriel foi uma das duas espadas forjadas por Eöl a partir de um meteorito de ferro. juntamente com Anglachel, que foi dada a Thingol.

    Diferente de sua espada-irmã, Anguriel foi mantida por Eöl como sua arma, mas mais tarde a espada foi roubada por seu filho Maeglin. Presume-se que Maeglin tenha roubado Anguirel quando ele e sua mãe Aredhel fugiram para Gondolin.

    Pouco – ou quase nada – se sabe do paradeiro de Anguriel deste então.

    Seu nome teria um significado próximo a “Ferro da Estrela de Fogo“.

    [ATUALIZAÇÃO]

    O ESTRANHO

    Na série, o meteorito visto no trailer nos apresenta O Estranho (Daniel Weyman), que é encontrado por Elanor “Nori” Brandyfoot, uma das Pés-Peludos.

    O personagem foi criado para a série O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder e por isso não é canônico (até que alguma revelação mude isso).

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    [FIM DA ATUALIZAÇÃO]


    Assista ao teaser lançado ontem:

    O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder chega ao serviço de streaming Prime Video no dia 2 de setembro de 2022.

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