Sorte de Quem? é o mais novo sucesso da Netflix e traz alguns rostos conhecidos em seu elenco. Confira aqui quem faz parte do suspense da vermelhinha do streaming:
JASON SEGEL – NOBODY
O eterno Marshall de How I Met Your Mother é Nobody, um ladrão que busca ter um pouco do que os ricos desfrutam em suas vidas, invadindo a casa de veraneio do CEO vivido por Jesse Plemons.
Segel é ator, roteirista e diretor, ele realmente teve maior destaque na tv na série de comédia que mostra a vida amorosa de Ted Mosby (Josh Radnor), se transformando em um dos grandes ícones da cultura pop da época. Seus outros trabalhos de destaque foram Ressaca do Amor (2008) e Professora Sem Classe (2011).
LILY COLLINS – ESPOSA/WIFE
A atriz britânica é uma das queridinhas de Hollywood atualmente e protagoniza outro projeto da Netflix, Emily In Paris.
Na trama de Sorte De Quem? ela é a esposa do CEO, uma mulher condescendente e que está infeliz no casamento.
Lilly Collins vem tendo algum destaque e atuando em diversos filmes como, por exemplo, Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos (2013), Tolkien (2019), Mank (2020) e algumas séries de TV.
JESSE PLEMONS – CEO
O indicado ao Oscar por seu papel em Ataque dos Cães é um dos protagonistas de Sorte De Quem?.
Plemons é um CEO arrogante e que apenas vê valor em suas conquistas materiais, não se importando com as pessoas ao seu redor. Agora ele luta por sua vida nas mãos de Nobody que não tem nada a perder.
O ator possui uma carreira consolidada e tem feito muitos projetos diferentes. Seus papéis de destaque foram em Breaking Bad (2012) e El Camino: Um Filme de Breaking Bad (2020) como Todd, em Fargo (2015) e atualmente em filmes como Judas e o Messias Negro (2021) e Ataque dos Cães (2021).
Confira o trailer do filme abaixo:
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Vic (Ben Affleck) e Melinda (Ana de Armas) são um casal que não é nada usual, pois ela tem relacionamentos extraconjugais e seu marido tem uma postura passivo-agressiva.
As coisas ficam mais estranhas quando ele começa a ter comportamentos estranhos que proporcionam momentos sinistros na vida deles.
ANÁLISE
Adrian Lyne é um cineasta que gosta muito dessa atmosfera erótica que tem no suspense sua base de gênero, tentando misturar o sensual com o misterioso.
Assim como em Proposta Indecente, filme dirigido por Lyne, Águas Profundas busca na estranheza e sensualidade ser diferente, uma vez que as situações são intrigantes, mesmo que de forma bastante negativa em alguns momentos.
O roteiro é confuso, visto que os personagens possuem comportamentos artificiais e a atuação de Affleck prejudica muito o longa.
Como ator, Ben Affleck é extremamente limitado e em vários momentos irrita o espectador. Ora ele é frio e vazio, com a mesma cara impassível, ora muda até a entonação de forma brega para mostrar que é um bom pai com sua filha. Ele não consegue se soltar fisicamente, travando a fisicalidade dos seus personagens.
Já Ana de Armas faz um excelente trabalho, todavia, o texto raso de sua femme fatale se resume a mero objeto sexual, que tem apenas uma motivação: tentar enciumar seu marido.
O filme tenta fazer uma crítica ao americano médio, pois mostra como as famílias consideradas tradicionais ocultam seus segredos, além de criticar a própria estrutura da monogamia que se baseia muito na questão da posse. Por mais que Vic não se importe com as relações de Melinda, seus calos são apertados quando envolve um sentimento, algo que pode ser incoerente em alguns momentos de Águas Profundas.
No fim, o filme acaba nos deixando confusos e constrangidos ao seu final, visto que seu roteiro brega só traz um pouco de constrangimento pelo que vemos em tela.
VEREDITO
Com um a proposta que tenta ser inovadora, mas que soa de forma completamente ultrapassada, Águas Profundas é um conto erótico de duas horas. Todavia, a obra não consegue atingir seu principal objetivo, trazendo um longa esquecível apenas.
2,3/5,0
Confira o trailer de Águas Profundas:
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Baseado na série de livros bestsellers de Julia Quinn, Bridgerton é ambientada no competitivo e luxuoso mundo da alta sociedade de Londres. De salões de baile reluzentes de Mayfair aos palácios aristocráticos de Park Lane e além, a série revela um mundo sedutor repleto de regras e dramáticas lutas de poder, onde ninguém está realmente seguro.
No centro da série está a poderosa família Bridgerton. Composta por oito irmãos muito unidos, este grupo engraçado, ousado e inteligente deve navegar pelo mercado do casamento em busca de romance, aventura e amor.
SINOPSE DA SEGUNDA TEMPORADA
Produzido pela Shondaland e criado por Chris Van Dusen, a segunda temporada de Bridgerton conta a história de Anthony Bridgerton, o mais velho irmão e visconde, enquanto ele procura uma esposa. Movido pelo dever se manter o nome de sua família, a busca de Anthony de uma possível esposa que esteja de acordo com seus padrões parece fadado ao fracasso, até que Kate e sua irmã mais nova Edwina Sharma chegam da Índia.
CONHEÇA OS NOVOS PERSONAGENS DA SEGUNDA TEMPORADA DE BRIDGERTON
Edwina Sharma
Vivida por Charithra Chandran, Edwina é tão gentil quanto amável – mas ainda que seja jovem, ela sabe o que quer: um verdadeiro amor. Edwina se encontra repleta de pretendentes e felizmente ela tem sua irmã legal para examinar os possíveis pretendentes. Mas quando Edwina se apaixona por Anthony Bridgerton contra a vontade de Kate, o vínculo entre as duas irmãs é colocado à prova.
Kate Sharma
Vivida por Simone Ashley, é a irmã Sharma mais velha. Ainda que ela esteja no mercado de casamentos, Kate acredita que ela é velha demais para encontrar um marido e usa toda sua energia para encontrar um interesse amoroso para sua irmã mais nova. Mas isso também muda quando ela conhece Anthony Bridgerton.
Theo Sharpe
Vivido por Calam Lynch, ele é um assistente de uma gráfica que é um revolucionário e luta pelo direito de todos.
Edmund Bridgerton
Vivido por Rupert Evans, o personagem era um marido devotado e amoroso, cujo amor com Violet Bridgerton os rendeu oito filhos. Ele também era um pai paciente e amoroso que tinha muito orgulho em guiar seu filho mais velho, Anthony na vida.
Confira o trailer da segunda temporada:
A segunda temporada de Bridgerton será lançada na Netflix no dia 25 de Março de 2022.
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Dawn of Ragnarok é a terceira expansão de Assassin’s Creed Valhalla. Tendo sido chamada de “a expansão mais ambiciosa da Ubisoft”, a expansão do game lançado em 10 de Novembro nos lança por um reino inteiramente novo dentro do game.
Ao longo da campanha principal de Assassin’s Creed Valhalla exploramos mundos como Asgard e Jotunheim, que tiveram uma importância muito grande no arco de Havi e de Eivor, enquanto mostravam os acontecimentos que precediam o Ragnarok.
SINOPSE
Num mundo impressionante da Mitologia Nórdica, invasores do gelo e do fogo ameaçam o destino dos Nove Mundos. O reino dos anões de Svartalfheim está sucumbindo e, em meio ao caos, o filho amado de Odin, Baldr, foi levado como prisioneiro por Surtr, o gigante imortal de fogo.
Em Assassin’s Creed Valhalla: Dawn of Ragnarök, a expansão mais ambiciosa na história da franquia, Eivor precisa encarar seu destino como Odin, o deus nórdico da batalha e da sabedoria. Libere novos poderes divinos enquanto embarca em uma jornada desesperada por um mundo impressionante. Conclua uma saga Viking lendária e salve seu filho do castigo dos deuses.
Uma guerra começa. Um mundo acaba. É o Dawn of Ragnarök.
ANÁLISE
Svartalfheim é um dos lugares mais importantes para a mitologia nórdica. Não apenas por ser habitado pelos anões – em algumas traduções é também chamado de Nidavelir -, que são grandes artesãos e têm papel importante no conflito final do Ragnarok – como a produção da lança de Odin, Gungnir, que nunca erra seu alvo, e o Martelo de Thor, Mjolnir.
Segundo algumas traduções, e diferentes versões da Edda apontam, Svartalfheim está localizado nas profundezas de Asgard.
A expansão, Dawn of Ragnarok nos lança em meio a um conflito que assola o mundo dos anões, mas não apenas isso, mostra como se deu uma aliança entre os Jotun e os Muspelitas para invasão e obtenção de riquezas e criação de adversários que têm intenção de dar início à batalha que ocasionará o fim dos tempos.
A Ubisoft recomenda que os usuários que têm intenção de enfrentar o regente de Muspelheim tenham no mínimo poder 350, pois antes disso, o desafio não será tão satisfatório assim. Enquanto se desenrola, vemos os atos que dão início ao conflito que antecedem o confronto de Havi e Surtr.
Esse que vos escreve levou cerca de 40 horas para chegar ao fim da expansão, mesmo deixando apenas poucos pontos de interesse não explorados no mapa.
NOVAS HABILIDADES E OPORTUNIDADES
Ao explorar Svartalfheim, ganhamos diferentes habilidades e diferentes possibilidades de aproximação diante dos desafios. Dependendo da forma como os mesmos se apresentam, seja diante de desafios de exploração, ou até mesmo em combates corpo-a-corpo, podemos usar habilidades recentemente adquiridas.
Nossa recém-adquirida habilidade de capturar “hugr“, ou essência, – que no fim se resume em “roubar” as habilidades de nossos inimigos, nos permitem diferentes maneiras de infiltrações em campos inimigos, nos permitindo camuflar em plena vista.
Os Jotun e os Muspelitas possuem um vasto leque de habilidades, permitindo que nos transformemos tanto em um muspelita – que não se fere quando caminha por sobre superfícies em chamas -, como também permitindo que os jogadores se teleportem, se transformar em um corvo branco, e também nos dando a habilidade de nos transformar em Jotuns.
Ou seja, as mais diversas possibilidades de infiltração estão por conta dos jogadores.
VEREDITO
A profundidade do arco contido na expansão continua a história de Eivor e Havi que parecia ter chegado ao fim ainda no modo campanha. Ignorando completamente todo o conflito final entre os dois personagens – que ocasiona na libertação de um personagem que pode ter uma grande importância no futuro da franquia -, a expansão nos permite controlar o Sublime que tem intenção de ir até os confins daquele mundo na busca por seu filho.
O embate entre Surtr ainda que decisivo, muda os acontecimentos que trarão o Ragnarok. A expansão coloca ao nosso lado personagens que em qualquer outra ocasião posariam como inimigos, mas à todo momento, a máxima de “O inimigo do meu inimigo é meu amigo”, insiste em nos rodear.
Enquanto transitamos atualmente entre 4 diferentes reinos – se considerarmos Midgard, Assassin’s Creed Valhalla é atualmente o maior game da franquia não apenas em tamanho físico, mas por lançar as nossas expectativas e as possibilidades à um patamar inteiramente novo.
4,5 / 5,0
Dawn of Ragnarok foi lançada no dia 10 de Março de 2022 para todos o consoles nos quais o game está disponível.
Confira o trailer da expansão:
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Yüsuke Kafuku (Hidetoshi Nishijima) é um ator e diretor de teatro e tem um relacionamento com sua amada Oto (Reika Kirishima).
Tudo ia muito bem até ela traí-lo e depois de uma tragédia, a namorada do nosso protagonista acaba falecendo. Para superar o luto, Yüsuke agora vai dirigir uma peça em busca de novos ares para superar esse trauma.
ANÁLISE
Drive My Car é uma obra que busca trabalhar o luto e a dor, pois nossos traumas influenciam na nossa forma de viver.
Com um ar bastante contemplativo, o longa se baseia muito na filosofia e no legado que as pessoas, queridas ou não, deixam nos que ficam, uma vez as memórias podem ser dolorosas ou nos trazer conforto, dependendo da perspectiva na qual as enxergamos.
O ritmo do filme é bastante lento, visto que Ryusuke Hamaguchi leva o tempo que for preciso para desenvolver seus personagens e trama, o que pode tornar as três horas meio maçantes para quem espera algo mais dinâmico.
Sobre os atores do enredo, Yüsuke e Misaki Watari (Tôko Miura) são os mais importantes e tem as histórias mais intensas. O primeiro por ter tantos problemas em um período de dois anos, sofrendo de enfermidades do corpo e da alma, tentando buscar um sentido para viver e criar uma história para ser apreciada por todos. Já Misaki tenta conviver com escolhas duras de um ponto doloroso de sua vida, jogando tudo para seu interior, se mostrando uma mulher fria e de poucos sentimentos. As atuações dos dois são convincentes e contidas, com Hidetoshi Nishijima se soltando mais no ápice do longa em uma cena emocionante.
Sobre a direção, Hamaguchi gosta de ampliar os horizontes com longas tomadas de paisagens e cenários, mostrando como podemos ser pequenos dentro de um vasto mundo de solidão. Os takes belíssimos nos fazem pensar na vida e tudo que ela já foi e que ainda pode ser. A batida da trama é quase sempre a mesma, com poucas viradas que chacoalhem o espectador, todavia, a proposta justamente é essa, então Drive My Car é uma obra bastante honesta.
VEREDITO
Drive My Car é uma terapia em grupo para quem assiste e seus personagens que querem superar a dor e o medo de seguir em frente. Com uma proposta bastante honesta, o longa japonês está merecidamente sendo reconhecido pelos seus feitos.
De fato, a longa duração pode apavorar os mais imediatistas, mas a recompensa pode ser muito boa no final.
4,0/5,0
Confira o trailer de Drive My Car:
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Que PeterParker é o Homem-Aranha mais famoso dos quadrinhos, nós já sabemos, porém, ele está longe de ser o único. Quem acompanha os quadrinhos ou já está atualizado sobre as novidades da animação Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, sabe que outros personagens além de Miles Morales já assumiram o manto do Amigão da Vizinhança. Um deles é Miguel O’Hara, conhecido como Homem-Aranha 2099 e é considerado uma das versões alternativas mais populares do herói.
O personagem é habitante da Terra-928, realidade do Multiverso da Marvel que se encontra no ano de 2099. Miguel nasceu em Nueva Iorque (o novo nome de Nova Iorque) e era um brilhante geneticista que trabalhava para a corporação Alchemax.
O personagem foi criado por Peter David e Rick Leonardi, em 1992, para a linha de quadrinhos Marvel 2099, e é uma re-imaginação futurista de seu homônimo criado por Stan Lee e Steve Ditko. Sua primeira aparição foi em The Amazing Spider-Man #365 (agosto de 1992, apenas como uma prévia) e mais tarde em Spider-Man 2099 #1 (novembro de 1992, agora de forma completa).
ORIGEM
O’Hara dirige a divisão de engenharia genética da empresa, mas depois de fazer um experimento contra a sua vontade e, como resultado, ver sua cobaia se transformar em uma criatura horrenda e morrer, ele pede demissão.
Querendo obrigá-lo a ficar, seu chefe, Tyler Stone, dá para ele uma droga altamente viciante da própria Alchemax. A ideia era deixá-lo tão sedento por essa substância que ele não teria outra opção que não continuar na empresa para recebê-la. Perspicaz, Miguel O’Hara percebe o plano de Stone e tenta impedir o efeito da droga, reproduzindo em si mesmo o experimento que matou sua cobaia. O que ele não contava era que sua tentativa de se salvar seria sabotada e, consequentemente, seu DNA combinado com o de uma aranha. O DNA de Miguel O’Hara foi reescrito pelo experimento, o que lhe dá os poderes equivalentes aos que Peter Parker possui.
PODERES E HABILIDADES
Força Super-Humana: Miguel possui a força proporcional de uma aranha, que também se estende para suas pernas, permitindo a ele saltar de grandes distâncias;
Velocidade Super-Humana: Ele pode correr e se mover a velocidades que estão além dos limites físicos naturais do melhor atleta humano;
Vigor Super-Humano: A musculatura avançada de O’Hara gera menos toxinas de fadiga durante atividades físicas que a musculatura de um humano normal;
Resistência Super-Humana: Os tecidos de seu corpo estão condicionados a permitir que ele suporte grandes forças de impacto.
Além dos poderes mencionados, nosso aranha futurístico também possui visão acelerada, fator de cura e longevidade. Isso significa que ele envelhece em um ritmo muito lento devido à rápida regeneração dos tecidos e células saudáveis do corpo.
EQUIPE
Desde a sua primeira aparição, Miguel O’Hara só participou da equipe de super-heróis Exilados. A revista trata das aventuras da equipe de mutantes formada por Magnus, Morpho, Pássaro Trovejante, Nocturna, Mímico e Blink, que foram retirados de suas linhas temporais com a missão de consertar as diversas realidades alternativas, incluindo às apresentadas nas séries “Era do Apocalipse”, “2099” e “Heróis Renascem” (publicadas em outras ocasiões e que deixaram algumas “pontas soltas”).
Outros heróis também já fizeram parte da equipe como Solaris, Magia, Namora e Holocausto.
Em 2099: Destino Manifesto, Miguel entrega ao Capitão América uma relíquia de tempos passados, o Mjolnir, o martelo de Thor. Erguendo o martelo, ele descobre que é digno dos poderes do Deus do Trovão e provou esse valor, dando à linha temporal de 2099 a harmonia que ela merecia.
Após o fim da linha de quadrinhos 2099, Miguel O’Hara quase desapareceu dos holofotes, mas isso não durou muito, pois ele voltou a ganhar destaque em Timestorm, uma minissérie que efetivamente reiniciou o Homem-Aranha 2099 para um novo público.
OUTRAS MÍDIAS
Na série animada Ultimate Homem-Aranha, Peter Parker acaba encontrando diversas versões suas de outras realidades e uma delas era o próprio Miguel O’Hara. Já no universo dos games, Miguel garantiu a sua presença nos em títulos como:
Marvel Super Hero Squad (2009);
Spider-Man: Shattered Dimensions (2010);
Spider-Man Unlimited (2014) e
The Amazing Spider-Man 2 (2014).
Em 2021, foi confirmado durante o primeiro trailer da continuação de Homem-Aranha no Aranhaverso, que O’Hara estará presente nas novas aventuras de Miles Morales e as outras versões do Cabeça de Teia. A nova animação chega aos cinemas ainda em 2022 e o Homem-Aranha 2099 será dublado por Oscar Isaac.
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