Também chamado de Wyrm de Sangue e Verme Sangrento, Caraxes foi o dragão montado pelo Príncipe Aemon Targaryen durante o reinado do Rei Jaehaerys I Targaryen e, mais tarde, pelo Príncipe Daemon Targaryen durante a Dança dos Dragões.
Caraxes passou a juventude no Fosso dos Dragões, onde se destacou pela ferocidade, que lhe valeu o apelido de Wyrm de Sangue, dado pelos Guardiões de Dragão. Em 72 d.C. (Depois da Conquista), o Príncipe Aemon se torna o cavaleiro de dragão de Caraxes, o Verme Sangrento.
A data em que Daemon reivindicou Caraxes é desconhecida.
APARÊNCIA
Ele era vermelho, imenso e magro. Em batalha era formidável, temível e experiente; durante a Dança dos Dragões, Caraxes tinha metade do tamanho de Vhagar. Famoso por sua ferocidade, ele era esguio e de cor vermelho-sangue.
Com o passar dos anos, ele se tornou cada vez mais formidável e experiente.
CAVALEIROS
Os cavaleiros que montaram Caraxes foram:
Príncipe Aemon Targaryen;
Príncipe Daemon Targaryen.
FEITOS
Em 129 d.C., o Rei Viserys I Targaryen morre, desencadeando a Dança dos Dragões, a guerra entre os Negros de Rhaenyra Targaryen e os Verdes de Aegon II Targaryen. Sendo Daemon o consorte de Rhaenyra, Caraxes é um dragão ainda mais precioso, além de ser um dos dragões vivos mais experientes. No entanto, príncipe Daemon Targaryen é cauteloso, recusando-se a correr o risco de colocar os dragões dos Negros contra os dragões dos Verdes, já que resultado de tal combate seria muito incerto.
Ele desenvolve uma estratégia, onde os dragões serviriam menos como armas do que como meios. Daemon então organiza a assalto a Harrenhal, a fim de fornecer a seus aliados um ponto de encontro seguro.
Daemon parte para as Terras Fluviais rumo à Harrenhal, onde pousa em Torre da Pira do Rei, onde Sor Simon Strong, castelão da fortaleza, sem desejar sofrer o destido de Harren, o Negro, entrega o castelo ao príncipe sem resistência.
MORTE
Durante a Dança dos Dragões, a chegada de Caraxes à Harrenhal fez fugir muito dos intrusos que povoavam o castelo desde o abandono de Daemon. Após treze dias de espera, Aemond voa montado em Vhagar.
Daemon ganha os céus em busca de Aemond com seu dragão. Mais leve e mais rápido, Caraxes sobe rapidamente até as nuvens, onde se esconde de Vhagar, quando finalmente se lança sobre ela, sibilando e cuspindo fogo.
Vhagar rasga a barriga de Caraxes com suas garras enquanto seus dentes arrancaram uma das asas.
No fim, Caraxes e Vhagar estavam atracados um no outro enquanto caíam em uma queda mortal; até que os dois dragões caem nas águas do Olho de Deus. É dito que Daemon saltou de sua sela, mergulhando sua espada valiriana, Irmã Negra, no olho de seu sobrinho assim que os dragões tocaram o água, que devido a força do impacto dos dragões atingiu a altura da Torre da Pira do Rei, a mais alta em Harrenhal.
Vhagar não sobreviveu a força da queda, já Caraxes de alguma forma sobreviveu o suficiente para sair da água e ir até a margem mesmo com sérios danos, mas ele acabou morrendo em frente as muralhas de Harrenhal.
A série A Casa do Dragão, spin-off de Game of Thrones chega ao catálogo da HBO Max no dia 21 de agosto.
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Para Sempre Felicidade (Happiness Ever After) é um filme sul-africano lançado pela Netflix. O longa é uma continuação de 2016,dirigido por Thabang Moleya, roteirizado por Ayanda Halimana e produzido por Bongiwe Selane.
No elenco estão Renate Stuurman, Khanyi Mbau e Nambitha Ben-Mazwi; mas o elenco também tem novidades, como Nambitha Ben-Mazwi, Yonda Thomas, Daniel Effiong e Loyiso MacDonald.
SINOPSE
As amigas preferidas dos fãs estão de volta, sempre em busca do amor, da felicidade e do sucesso, tentando equilibrar carreira e ambições no ambiente dinâmico de Joanesburgo. Esse drama romântico delicioso traz de volta Zaza, Princesa e Zim.
ANÁLISE
Uma continuação direta do filme Happiness Is a Four-Letter Word de 2016, Para Sempre Felicidade repete o sucesso de seu antecessor. O novo longa continua seguindo a vida das amigas Zaza (Khanyi Mbau) e Princesa (Renate Stuurman), mas agora também acompanha Zim (Nambitha Ben-Mazwi) em suas aventuras amorosas.
O primeiro filme fez um enorme sucesso tanto na África no Sul, quanto fora do país com uma linguagem moderna e feminista, o longa mostrou os dilemas de vida dessas três mulheres em Joanesburgo. Já o segundo filme trás mais adversidades para a vida das nossas protagonistas e da mesma forma explora as relações pessoais delas.
Dessa forma, Para Sempre Felicidade é um filme sobre a figura feminina mostrando as decepções amorosas, os problemas familiares e autodescobertas. Na pegada de confort movie, o longa apresenta cenas em ambientes abertos utilizando toda beleza de Joanesburgo. Além disso, a produção luxuosa dispõe de lindos figurinos e grandes casas.
A produção mistura drama com muito bom humor ao apresentar personagens fortes e decididas. Um elenco experiente com uma direção segura que compreende a essência do filme. Isso evidencia o ótimo trabalho das produções sul-africanas que vem ganhando um grande destaque na gigante do streaming.
VEREDITO
Para Sempre Felicidadeé um filme sul-africano sobre os desafios amorosos e familiares vividos por três incríveis mulheres. O filme tem uma ótima produção que explora muito bem a cidade e também seus personagens.
3,5 / 5,0
Assista ao trailer oficial:
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Marighella é um filme biográfico sobre o político, escritor e guerrilheiro Carlos Marighella, sendo também um dos principais organizadores da luta armada contra a Ditadura Militar de 1964.
O longa é uma adaptação do livro Marighella: O Guerrilheiro, de Mário Magalhães, que incendiou o mundo; dirigido por Wagner Moura, roteirizado pelo mesmo e também por Felipe Braga.
No elenco estão Seu Jorge, Bruno Gagliasso, Luiz Carlos Vasconcellos, Humberto Carrão, BellaCamero e Adriana Esteves.
SINOPSE
Neste filme biográfico, acompanhamos a história de Carlos Marighella, em 1969, um homem que não teve tempo pra ter medo. De um lado, uma violenta ditadura militar; do outro, uma esquerda intimidada. Cercado por guerrilheiros 30 anos mais novos e dispostos a reagir, o líder revolucionário escolheu a ação.
ANÁLISE
Falar sobre o Brasil ditatorial é uma tarefa árdua, o passado quase sempre conta uma história que a maioria busca esquecer ou ignorar, mas falar sobre Carlos Marighella é mais difícil ainda. Não só estamos diante de um dos maiores nomes da revolução brasileira, como queremos de toda maneira honrar sua memória.
Nesse sentido, o filme Marighella, escrito e dirigido porWagner Moura, tenta reforçar o legado de Carlos Marighella em um Brasil alheio às atuais transformações políticas. Não à toa, o longa sofreu censura e demorou cerca de dois anos para ser lançado. Isso faz parte de uma constante vigilância do Poder Público, que assim como em Marighella, quer saber todos os pormenores tratados por aqueles considerados “oposição”.
Mas, Marighella de Wagner Moura não é totalmente Carlos Marighella, guerrilheiro, político, escritor e comunista. A começar que a obra do diretor novato precisa ser tratado como uma ficção, longe de ser um documentário. Isso porque, no longa, o espectador não verá a real construção do revolucionário ou compreenderá de todo suas escolhas e trajetórias.
A produção é muito mais subjetivo quando precisa tratar da figura de Marighella, nunca usando demais a palavra “comunista” ou explorando sua personalidade ao máximo. A subjetividade fica também na cor de sua pele, Carlos Marighella era um negro de pele clara. A representação de Seu Jorge do guerrilheiro é sucinta, em muitos momentos chega a ser passivo em meio aos acontecimentos da trama.
Isso porque, o filme roda ao redor do protagonista, muito pouco em decorrência dele. A organização fundada por Carlos Marighella, Ação Libertadora Nacional, é retratada por seus companheiros que tão bem aparecem para dar o peso dramático à história à medida que cada um é pego pela Ditadura Militar. A Marighella cabe expectativa de esperar também pelo seu fim, algo que é apresentado nas fitas gravadas por ele para o filho.
Da mesma forma, não é nítido para onde Wagner Moura quer levar seu filme, se o intuito é contar a história de Carlos Marighella há tempo perdido com a falta de rumo do personagem. Por outro lado, também é um retrato do Golpe de 1964, aqueles 21 anos que o Brasil resolveu esquecer e são nessas cenas, entre torturas e censuras, que o diretor expõe o espectador. Além do desconforto, há a indignação e o medo.
Logo, o filme captura muito bem o que foi um período terrível no Brasil, mas que O Que É Isso Companheiro? (1997) e Batismo de Sangue (2006) soube fazer melhor. Mas, Marighella chega em um momento oportuno, no qual talvez os discursos polarizados possam finalmente se encontrarem através desse filme.
Visto que, existe um debate muito explícito sobre o poder e a vontade do povo. Marighella e seus companheiros ressaltam a todo momento que a população irá se juntar a eles quando a censura cair, quando for possível entender o que está acontecendo, quando o povo não tiver mais medo. O sentimento ao final do filme é de uma carta aberta, tanto para Carlos Marighella, mas principalmente para o Brasil de 2022.
VEREDITO
Marighella é um filme de ação, a direção deWagner Moura coloca a todo momento o espectador no centro do conflito, utilizando de cenas de pura tensão para dar um tom de urgência para o filme. Com isso, temos um longa que conta quatro anos da vida e a morte de um dos maiores nomes do Brasil, Carlos Marighella, de forma catártica e efervescente.
4,0 / 5,0
Assista ao trailer:
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O Príncipe Daemon Targaryen era um membro da Casa Targaryen, sendo o filho mais novo do Príncipe Baelon Targaryen com sua irmã-esposa, a Princesa Alyssa Targaryen; e neto do Rei Jaehaerys I Targaryen.
Daemon era o guerreiro mais experiente de seu tempo e empunhava a espada de aço valiriano Irmã Sombria; e também era um cavaleiro de dragão cujo dragão era Caraxes; Daemon Targaryen se declarou o Rei dos Degraus e do Mar Estreito. Durante a Dança dos Dragões, ele foi um defensor proeminente de sua esposa, Rhaenyra.
Grande parte da vida de Daemon foi escrita pelo Arquimeistre Gyldayn.
O primeiro casamento de Daemon foi com a senhora Rhea Royce, mas ele nunca gostou dela ou do Vale de Arryn. Durante o Grande Conselho de 101 d.C. (Depois da Conquista), Daemon apoiou a reivindicação do Príncipe Viserys, já que isso faria dele próprio o herdeiro atrás do irmão mais velho.
Durante seu primeiro casamento, Daemon virou amigo de uma prostituta de Porto Real chamada Mysaria que se tornou sua “mestre dos sussurros” nas ruas da Baixada das Pulgas, com o tempo, Mysaria tornou-se amante de Daemon e veio a engravidar.
Daemon queria dar para ela um ovo de dragão, porém um enraivecido, e agora rei, Viserys I Targaryen exigiu que Daemon devolvesse o ovo e retornasse para sua esposa, Rhea, no Vale. Daemon enviou Mysaria para Lys, mas quando o navio foi pego numa tempestade no meio do mar estreito, Mysaria perdeu o filho. Isso só fez aumentar a inimizade entre Daemon e seu irmão, o Rei Viserys I.
Após a morte de Rhea devido a uma queda de cavalo, Daemon Targaryen começou a cortejar Laena Velaryon, a bela filha do seu amigo o Lorde CorlysVelaryon. Após matar o prometido de Laena, o filho do Senhor do Mar de Bravos, Daemon pediu para Corlys a mão de sua filha. Enquanto alguns afirmavam que Daemon se apaixonou por Laena a primeira vista, muitos afirmam que o que ele queria era, na verdade, entrar para a poderosa Casa Velaryon para aumentar seu próprio poder, já que, com o Rei Viserys I tendo dois filhos homens com seu segundo casamento, fez com que Daemon se afastasse ainda mais da linha de sucessão.
Com a benção do Rei Viserys I, Rhaenyra prometeu seus dois filhos mais velhos, Jacaerys e Lucerys Velaryon, para Baela e Rhaena, filhas de Daemon e Laena; a segunda esposa de Daemon morreu em 120 d.C., durante o parto de seu terceiro seu bebê, que também morreu.
Daemon se casou novamente, desta vez com sua sobrinha, a Princesa Rhaenyra Targaryen (cujo o marido, Laenor, havia morrido naquele mesmo ano); o casamento aconteceu rapidamente e sem o conhecimento do Rei Viserys I, o que foi um escândalo já que os cônjuges dos dois tinham morrido a pouco menos de seis meses antes.
Daemon e Rhaenyra tiveram dois filhos juntos, os Príncipes Aegon, o Jovem e Viserys; eles também tiveram uma filha natimorta, a Princesa Visenya.
FEITOS
Ele foi feito cavaleiro aos 16 anos e o Rei Jaehaerys I, que lhe entregou sua espada valiriana, Irmã Sombria.
Daemon Targaryen serviu brevemente como Mestre da Moeda de 103 d.C. a 104 d.C. e Mestre de Leis por seis meses logo em seguida. Administração governamental entediava Daemon e o comportamento do príncipe criou uma rivalidade com o Mão do Rei, Sor Otto Hightower, que não suportava a presença de Daemon e pediu para o Rei Viserys I para remove-lo do pequeno conselho.
Daemon foi então apontado como comandante da Patrulha da Cidade de Porto Real, uma posição onde ele se destacou e permaneceu por pelo menos dois anos, para o desapontamento de Sor Otto pois Daemon, com dois mil homens sob seu comando, tornou-se mais poderoso do que nunca.
Daemon Targaryen inspirava lealdade em seus comandados da Patrulha da Cidade, melhorando seus equipamentos e armamentos; ele deu a cada homem um manto dourado (que se tornou o apelido comum da guarda de Porto Real). A criminalidade na cidade caiu durante seu comando, provavelmente devido ao seu amor por infligir punições severas para ladrões e batedores de carteiras.
Daemon também desenvolveu uma reputação sombria nas tavernas e bordéis da capital; apesar dele se auto intitular “Príncipe da Cidade”, ele ficou conhecido como “Lorde da Baixada das Pulgas” entre os residentes de Porto Real.
Em 106 d.C., Daemon, montado em seu dragão Caraxes, liderou um exército na invasão de Passopedra ao sul do Mar Estreito, com apoio de lorde Corlys Velaryon e sua frota. Ele fez vários inimigos na Triarquia (Myr, Tyrosh e Lys) durante suas aventuras em Passopedra. Ele também criou inimizades nos Sete Reinos, incluindo Sor Otto Hightower e os membros da Casa Royce, por seu desrespeito a sua esposa Rhea.
Após conquistar todas as ilhas de Passopedra, à exceção de duas, Daemon se declarou Rei dos Degraus e do Mar Estreito em 109 d.C., sendo coroado por Corlys, a Serpente do Mar. A Triarquia mandou então uma enorme frota, sob comando de Racallio Ryndoon, para retomar as ilhas, com Dorne se juntando a eles para lutar contra Daemon Targaryen. Entediado de governar seu pequeno reino, Daemon retornou para Porto Real em 111 d.C. durante o torneio que deu às facções Verdes e Negros seus respectivos apelidos.
Embora o Rei Viserys I Targaryen tivesse decretado que sua filha mais velha, a Princesa Rhaenyra Targaryen, seria sua herdeira, Sor Criston Cole da Guarda Real coroou Aegon II Targaryen, o filho do rei com sua segunda esposa, a Rainha Alicent Hightower, como o novo monarca após a morte de Viserys I em 129 d.C.; essa questão de sucessão levaria a uma violenta guerra civil conhecida como Dança dos Dragões.
O Príncipe Daemon, marido de Rhaenyra, era o guerreiro mais experiente de Westeros, quando os Negros coroaram Rhaenyra como rainha em Pedra do Dragão; e foi Daemon que colocou a coroa (a de Jaehaerys I) sobre sua cabeça, proclamando-a como Rainha dos Sete Reinos e ele próprio como Protetor do Território.
Os inimigos que Daemon fez durante suas vida passaram a ser seus principais adversários na guerra, como Sor Otto Hightower, agora Mão do Rei de Aegon II, que conseguiu recrutar a Triarquia para reunir uma frota contra os Negros. A Batalha da Goela quebrou o poderio naval da Casa Velaryon e encerrou seu bloqueio a Baía da Água Negra e matou outro enteado de Daemon, o garoto Jacaerys.
Daemon Targaryen voltou para Harrenhal e desafiou o Príncipe Aemond para um combate, esperando ele por treze dias até que Aemond finalmente apareceu. Os dois travaram uma violenta luta conhecida como a Batalha acima do Olho de Deus onde os dois príncipes, e seus dragões, Caraxes e Vhagar, morreram. Daemon tinha 49 anos e seu corpo nunca foi encontrado.
Daemon nunca conseguiu realizar sua ambição de se sentar no Trono de Ferro, mas seus dois filhos Aegon III e Viserys II, o fizeram. Em 170 d.C., a Princesa Daena Targaryen nomeou seu filho bastardo Daemon, em honra do seu avô.
A Casa do Dragão, spin-off de Game of Thrones, chegará ao HBO Max em 2022 e Daemon Targaryen será vivido pelo ator britânico Matt Smith (Doctor Who).
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Com o lançamento de Call of Duty: Vanguard, os jogadores têm procurado os melhores loadouts a fim de ter um maior destaque e melhor combate nas partidas. Grande parte do game se baseia na progressão de suas armas a fim de obter seus melhores acessórios e tornar sua gameplay tão fluída e te dê o máximo de resposta tática possível.
Com a progressão não apenas de armas, como de sua carreira e de seus operadores, o game se tornou ainda mais interessante que seus anteriores, visto que a progressão dos operadores auxiliam na progressão e desbloqueio de acessórios ligado às armas favoritas desses operadores.
Como já é tradição aqui no Feededigno, trazemos hoje um post com os melhores loadouts, dessa vez para o Call of Duty: Vanguard – que esse que vos escreve precisa confessar que acabou se tornando um vício, me fazendo deixar de lado até mesmo o Warzone.
MELHORES LOADOUTS CALL OF DUTY: VANGUARD
STG44
Boca: Silenciador Mercury
Cano: VOD 760MM 05B
Ótico: DE ACORDO COM A SUA PREFERÊNCIA
Coronha: VDD 34S com Peso
Acoplamento: Empunhadura Carver
Carregador: Carregador de 30 Projéteis Russos .30
Tipo de Munição: Munição RM
Cabo: Empunhadura Granulada
Proficiência: Vital
Kit: À Disposição
Esse loadout torna a arma tão poderosa quanto possível. Tenha em mente que essa classe tem como intuito causar o alto número de dano. A Proficiência Vital e o curto carregador permite que você rasgue os inimigos ao meio causando dano significativo no peito. O tipo de munição te permite acertar até mesmo causar dano à inimigos escondidos atrás de proteções.
Tenha em mente, que o tipo de mira é de acordo com a sua preferência.
AUTOMATION
Boca: Silenciador Mercury
Cano: ZAC 600MM BFA
Mira: Refletora Slate
Coronha: ZAC Esquelética
Acoplamento: Hand Stop M1941
Carregador: Sakura 45 Projéteis 6.5MM
Tipo de Munição: Munição RM
Cabo: Empunhadura Granulada
Proficiência: Frenesi
Kit: À Disposição
Essa build é baseada em um menor recuo da arma e uma melhor cadência de tiros. Por causa da proficiência “Frenesi”, toda vez que você eliminar um inimigo, você começa a se curar instantaneamente o que te permite continuar em combate por mais tempo.
MP-40
Boca: Reforço de Recuo
Cano: Krausnick 317MM 04B
Mira: Refletor Slate
Coronha: Krausnick 33M Dobrável
Acoplamento: Empunhadura Carver
Carregador: 64 Projéteis 9MM
Tipo de Munição: Subsônico
Cabo: Empunhadura Pontilhada
Proficiência: Primeiras Precisões
Kit: Rápido
A MP-40 atualmente é a SMT favorita de muita gente no game. A arma garante uma enorme mobilidade e velocidade de movimento, se a arma estiver equipada com o kit Rápido e a empunhadura Krausnick 33M Dobrável. O pente de 64 balas garante que se você for dos jogadores mais agressivos, você terá um maior retorno e a boca com Reforço de Recuo, você terá um maior controle da arma enquanto atira.
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A Netflix é uma opção de streaming presente em vários lares brasileiros, se tornando um canal bem importante de entretenimento para uma boa parte da população.
Uma das características mais marcantes da vermelhinha é sua quantidade imensa de títulos, uma vez que sua estratégia é ter um catálogo vasto. Por isso, nós do Feededigno vamos selecionar cinco obras originais de terror para você, querido amigo, possa assistir do jeito que quiser, confira:
1922 (2017, Zak Hilditch)
Abrindo a lista, temos 1922, uma obra adaptada do rei do terror e fantasia, Stephen King.
Na trama, Wilfred James (Thomas Jane) é um fazendeiro casado com uma mulher abastada e os dois passam por uma crise no casamento. Junto com seu filho Henry (Dylan Schmid), os dois cometem um crime grave e agora a culpa os atormenta.
1922 é o tipo de terror psicológico que foca pouco nos sustos, mas que apresenta muitas cenas agoniantes e que vão te fazer ter arrepios. As boas atuações, texto reflexivo e uma direção que sabe o que quer, o longa é poderoso e cheio de momentos de tensão.
VOZES (2020, Angel Gómez Hernandez)
Seguindo a lista de filmes originais da Netflix, temos Vozes, uma obra espanhola que deu muito medo em quem assistiu.
O filme conta a história de Daniel (Rodolfo Sancho) um pai de família dedicado que passa por uma tragédia terrível. Para piorar, agora ele é atormentado por uma força maligna que o faz sofrer ainda mais, destruindo tudo que ele ama.
Vozes é o tipo de obra que trabalha algo que normalmente é um ponto negativo no gênero de terror que é o recurso dos jump scares. A direção sabe o que faz e constrói bem suas cenas e conta com um ótimo elenco que segura muito bem as pontas aqui. Vale muito a pena!
O QUE FICOU PARA TRÁS (2020, Remi Weekes)
Trazendo mais um filme que o terror é especificamente psicológico, mas com toques muito importantes sobre racismo e xenofobia, temos aqui O Que Ficou Para Trás.
Um casal do Sudão foge da guerra que assola seu país e agora tenta uma nova vida na Inglaterra. Entretanto, o lugar no qual agora eles moram não é o que parece, trazendo horrores tão terríveis quanto o do lugar do qual fugiram.
O Que Ficou Para Trás é denso, pois tem em seu roteiro um argumento bastante convincente de como é incômodo não pertencer a um lugar. Com personagens bastante realistas, o longa é um tapa na nossa cara, todavia, ainda consegue assustar, além de fazer a gente refletir muito sobre uma situação bastante banal.
TEM ALGUÉM NA SUA CASA (2021, Patrick Brice)
Agora um terrorzinho slasher bobo, pois ninguém é de ferro.
Em Tem Alguém na Sua Casa, um assassino cruel começa a caçar pessoas com segredos obscuros, matando todos aqueles que não mostram sua verdadeira face.
O novo longa da Netflix é um bom entretenimento, apesar de suas diversas falhas e problemas de direção. Por mais que o filme tenha seus defeitos, há aqui uma violência gráfica bastante visceral e que não deve nada para filmes de terror de grandes orçamentos. Quem busca muita sanguinolência, gore e inventividade nas mortes, veio ao lugar certo assistindo Tem Alguém na Sua Casa!
TRILOGIA RUA DO MEDO (2021, Leigh Janiak)
Por fim, mas não menos importante, uma dica três em um, já que Rua do Medo é um projeto que deve ser assistido de forma completa!
A história começa quando um assassino começa a matar vários jovens, todavia, esses evento não é único na cidade de Shadyside que é assolada por massacres que ocorreram em diversos anos na linha do tempo daquele lugar.
Com uma apresentação inovadora e usando como base diversos longas famosos do gênero como Pânico, A Bruxa e Sexta-Feira 13, Rua do Medo é um dos títulos mais legais e inventivos da Netflix. Com personagens legais, uma atmosfera sombria e descolada e boas sacadas da diretora Leigh Janiak, a trilogia fecha com chave de sangue a nossa lista.
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