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    CRÍTICA – Ascensão do Cisne Negro (2021, Magnus Martens)

    Ascensão do Cisne Negro é um longa original da Netflix e tem a direção de Magnus Mertens. O elenco conta com alguns rostos famosos como o de Ruby Rose (Batwoman), Tom Hopper (The Umbrella Academy), Hannah John-Kamen (Homem-Formiga e Vespa), Andy Serkis (The Batman) e Sam Heughan (Outlander)

    SINOPSE

    Um agente das forças especiais viaja de Londres para Paris com sua namorada quando um grupo de mercenários armados sequestra o trem. Eles fazem exigências e ameaçam a vida de todos. Assim, cabe a ele deter os criminosos.

    ANÁLISE

    A Ascensão do Cisne Negro é um filme de ação que tem muitos problemas, pois traz todos os clichês do gênero e ainda consegue apresentar de forma irregular algumas temáticas bem complexas.

    O longa se inicia mostrando as porcentagens de psicopatia e como ela é evento raro na humanidade, por exemplo. Certamente esse ponto será abordado novamente, fazendo com que a previsibilidade do roteiro seja veemente.

    Aliás, previsível é uma palavra que define muito bem a obra Ascensão do Cisne Negro, uma vez que no primeiro ato já temos uma boa ideia do que vai acontecer até o último segundo. Para piorar, o protagonista, Sam Heughan tem o carisma e personalidade de uma porta. O ator entrega uma atuação sofrível, mesmo que os demais tentem com toda a força terem boas atuações, embora o roteiro não permita isso.

    De fato, Ascensão do Cisne Negro traz uma trama entediante e que em alguns momentos não tem pé nem cabeça. O texto tem decisões muito equivocadas, principalmente quando os vilões estão agindo, com decisões no mínimo controversas e pouco inteligentes.

    As cenas de ação são medianas, uma vez que são picotadas e com coreografias fracas de luta, um problema que vai na conta da direção.

    VEREDITO

    Com um roteiro fraco, uma direção ineficaz e um protagonista sofrível, Ascensão do Cisne Negro é um filme para esquecer.

    Por mais que o catálogo da Netflix seja lotado de boas e más opções, o longa acaba sendo marcante pelo lado negativo, por exemplo, gerando quase duas horas de um longo constrangimento e tédio.

    1,5/5,0

    Confira o trailer de Ascensão do Cisne Negro:

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    Conheça os dez anéis do Mandarim

    Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, chega aos cinemas na próxima quinta-feira e as expectativas dos fãs estão aumentando cada vez mais, principalmente quando se trata de um dos elementos principais da trama: o vilão Mandarim.

    Nos quadrinhos, o vilão prevalece até hoje como o maior inimigo do Homem de Ferro, cujos poderes são dados a ele por seus 10 anéis. Os objetos não possuem origem na Terra, sendo na verdade, dez cápsulas extraterrestres que aprisionam a alma de um guerreiro cósmico em um estado fantasmagórico. Mandarim acaba encontrando os anéis nas ruínas de uma nave especial, pertencente a uma criatura Makluana, uma raça alienígena com aparência de dragões. O gigantesco vilão da Marvel, Fin Fang Foom, é dessa raça e era ele que tinha posse dos anéis antes do Mandarim.

    Obcecado pelo poder que ali pressentia, o Mandarim continuou a estudar os segredos da nave e dos anéis. Ele construiu uma casa no Vale dos Espíritos para continuar seus estudos, afinal, ali era, um local misterioso na China. Ele foi acumulando conhecimento e poder o suficiente para matar todos os líderes de vilarejos próximos, se tornando um verdadeiro ditador. Seu primeiro inimigo foi ninguém menos do que o Homem de Ferro de Tony Stark.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Mandarim: Conheça o vilão possuidor dos Dez Anéis

    Mas afinal, o que são os 10 anéis? Cada um recebe um nome especial, conheça a seguir as principais características de cada um:

    ZERO – EXPLOSÃO DE GELO

    O anel do dedo mindinho esquerdo é chamado Explosão de gelo ou “Zero“, e permite que o Mandarim diminua drasticamente a temperatura do ambiente ou mesmo de outro ser vivo. Ele pode também criar paredes de ar congelante ou aprisionar seus inimigos em blocos de gelo.

    MENTIROSO – MENTO-INTENSIFICADOR

    No dedo anelar esquerdo temos o Mento-Intensificador, também conhecido como “Mentiroso“, uma peça assustadora que aumenta a energia psíquica latente do Mandarim. Isso permite que ele controle as mentes de seus oponentes, paralisando-os ou ordenando que cumpram suas ordens. Ele também pode evocar visões aterrorizantes e alucinações. Muito perigoso, embora felizmente ele só funcione de perto.

    RELÂMPAGO – EXPLOSÃO ELÉTRICA

    O anel no dedo médio esquerdo do Mandarim é o Explosão Elétrica, ou “Relâmpago“. Este, obviamente, permite que ele atire rajadas de energia elétrica. Curiosamente, o poder elétrico desse anel depende das habilidades de cada usuário, e pelo que sabemos, não existe limite.

    INCANDESCENTE – EXPLOSÃO DE CHAMAS 

    Em seu dedo indicador esquerdo, Mandarim usa o anel Explosão de Chamas, também conhecido como “Incandescente”. Como o nome evidencia, o poder do anel é disparar fogo e criar grandes explosões. E esse anel torna o Mandarim realmente perigoso, já que ele é capaz de causar danos até mesmo na armadura do Homem de Ferro.

    DEMONÍACO – LUZ BRANCA 

    O polegar esquerdo do Mandarim carrega o anel Luz Branca, também chamado de “Demoníaco”. Esse anel permite ao usuário manipular vários tipos de energia através do espectro eletromagnético. Com ele, o Mandarim pode cegar seus oponentes, levitar objetos, projetar hologramas, e até mesmo interferir na gravidade.

    NOCTÍGENO – LUZ NEGRA

    Agora na outra mão, no mindinho direito o Mandarim retém o anel Luz Negra, ou “Noctígeno”. Esse anel usa energia das trevas para criar uma área de pura escuridão, absorvendo toda a luz ao seu redor. Muito útil para se aproximar sorrateiramente de seus oponentes.

    ESPECTRAL – FEIXE DE DESINTEGRAÇÃO 

    No dedo anelar direito temos o anel do Feixe de Desintegração, também chamado de Espectral. Esse é outro anel com um nome bastante óbvio, já que ele serve para destruir as ligações entre átomos e moléculas, fazendo com que os objetos… bem, se desintegrem. A desvantagem é que ele precisa de 20 minutos para recarregar entre um disparo e outro. Mas tudo bem, é para isso que o Mandarim tem outros nove anéis.

    RODOPIO – FEIXE DE VÓRTICE 

    O dedo médio direito traz o anel Feixe de Vórtice, também chamado de Rodopio. Com ele, o Mandarim cria um poderoso vórtice de ar, podendo erguer pessoas e objetos, criar pequenos furacões e até mesmo voar.

    INFLUENTE – FEIXE DE IMPACTO

    O indicador direito do Mandarim carrega o anel Feixe de Impacto, que também é conhecido como “Influente”. Esse anel dispara rajadas poderosas de força concussiva ou sônica e é um acessório ideal para causar impacto.

    RECRIADOR – REORGANIZAÇÃO DE MATÉRIA 

    E por último, porém não menos importante, o polegar direito, que traz o anel Reorganização de Matéria, que tem ainda o nome de “Recriador”. Esse anel dá ao Mandarim o poder de manipular matéria em nível atômico e molecular. Entre outras coisas, ele pode transformar o ar em gás ou em material sólido que possa prender os seus oponentes.

    A verdadeira versão do vilão conhecido no filme como Wenwu, dessa vez interpretado pelo ator Tony Leung.

    Como comumente ocorre, o Mandarim e seus 10 anéis no Universo Cinematográfico Marvel serão bem diferentes dos quadrinhos. Isso já fica claro pelo próprio design dos anéis, que são usados pelo vilão em seus braços e, pelo menos pelo trailer, não parecem ter poderes específicos separadamente. Resta esperar para ver.

    Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis estreia no dia 2 de setembro e é dirigido por Destin Daniel Cretton.

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    Lobisomem: HQ da Marvel terá uma adaptação especial para a Disney+

    Segundo informações do site TheWrap, a Marvel Studios está desenvolvendo um especial de Halloween para o serviço de streaming Disney+, que teria como protagonista o Lobisomem.

    O site afirma ainda que o estúdio está em busca de um ator latino na casa dos 30 anos para estrelar o especial, que começaria a produção no início de 2022. Além disso, pessoas próximas ao projeto dizem que ele será inspirado na clássica HQ Werewolf by Night.

    Nos quadrinhos, dois personagens já assumiram a alcunha de Lobisomem. O primeiro foi Jack Russell, que apareceu pela primeira vez em uma edição de 1972 da Marvel Spotlight, recebendo posteriormente a sua própria HQ. Descendente de uma linhagem de licantropos, Russell eventualmente ganha a capacidade de se transformar em lobisomem sem a necessidade de uma lua cheia.

    A segunda encarnação do personagem é Jake Gomez, um jovem de 13 anos que também descobriu que era capaz de se transformar em lobisomem sem a influência da lua cheia. Gomez fez a sua estreia no ano passado na HQ Werewolf by Night #1 – Vol. 3.

    O rumor do interesse da Marvel em desenvolver um projeto do Lobisomem não é exatamente novo, mas essa é a primeira vez que temos informações mais concretas sobre esse especial. Anteriormente, foi especulado que o personagem apareceria no filme do Blade ou na série do Cavaleiro da Lua.

    Além disso, caso o projeto vá para frente, esse seria o segundo especial da Marvel na Disney+, já que em 2022 teremos o especial de final de ano dos Guardiões da Galáxia.

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    Only Murders in the Building: Conheça a nova série do Star+

    O Star+, novo serviço de streaming da Disney, chega ao Brasil no dia 31 de agosto. Na plataforma estarão disponíveis diversos títulos originais Hulu, além de séries e filmes clássicos da antiga Fox e do canal FX. Um dos títulos originais é Only Murders in the Building, seriado de comédia estrelado por Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez.

    Only Murders in the Building terá um total de 10 episódios com média de 35 minutos de duração cada. Nós tivemos acesso ao episódio piloto e trouxemos algumas informações interessantes para quem está curioso sobre a produção!

    SINOPSE

    Das mentes de Steve Martin, Dan Fogelman e John Hoffman, surge uma série cômica de mistério e assassinato. Only Murders in the Building segue três estranhos (interpretados por Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez), que compartilham uma obsessão por podcasts de true crime. Entretanto, mal sabiam eles que, subitamente, estariam envolvidos em uma investigação de assassinato.

    Quando uma morte horrível ocorre dentro do luxuoso prédio de apartamentos Arconia, no Upper West Side, o trio suspeita que pode ser um homicídio e emprega seu conhecimento para investigar os fatos.

    Enquanto gravam um podcast próprio para documentar o caso, os três desvendam os complexos segredos do local, que transcendem gerações.

    LEIA TAMBÉM | Only Murders in the Building: Quem é o assassino? Veja nossa aposta! 

    PERSONAGENS

    Charles / Steve Martin

    Only Murders in The Building: Conheça a nova série do Star+

    Conhecido como o detetive Brazzos, um dos personagens favoritos da TV Americana nos anos 1990, Charles viveu no condomínio de luxo da Arconia por quase 30 anos. Entretanto, por ser muito reservado, ele não conhece quase ninguém no prédio.

    Com poucas oportunidades de trabalho na área da atuação, Charles transformou sua natureza meticulosa em uma obsessão por true crime, documentando cuidadosamente as pistas de diversos casos que escuta em seu podcast favorito.

    Ansioso por uma amizade e à procura de um propósito, Charles é impactado quando uma morte incomum no Arconia surge em seu caminho.

    Oliver / Martin Short

    Only Murders in The Building: Conheça a nova série do Star+

    Oliver é um notório diretor de teatro que criou alguns dos maiores sucessos da Broadway e, também, um de seus maiores fracassos. Um showman perene, seu apartamento em Arconia era um salão para o público de teatro mais prestigioso da cidade, mas agora é uma cápsula do tempo para seu passado.

    Oliver busca seu próximo triunfo enquanto idolatra seu amado bulldog, Winnie, e tenta se reconectar com sua família distante. Quando a morte de um vizinho se prova misteriosa, Oliver percebe uma chance de redenção ao iniciar um podcast com Charles e Mabel (Selena Gomez), dois vizinhos improváveis ​​que se tornaram amigos.

    Mabel / Selena Gomez

    Only Murders in The Building: Conheça a nova série do Star+

    Um mulher estilosa, Mabel é cheia de contrastes e mistérios. Ela mora sozinha em um amplo apartamento em Arconia que não deveria ser capaz de pagar. Ela fala esporadicamente sobre seu passado, velhos amigos e arrependimentos – mas sempre fica um pouco claro o que é real ou mentira.

    Embora ela confessadamente tenha problemas para se relacionar com as pessoas, a paixão de Mabel por true crimes a leva a uma parceria com Charles e Oliver para resolver a curiosa morte de seu vizinho. Seus instintos aguçados e inteligência a tornam uma detetive sofisticada.

    PRIMEIRAS IMPRESSÕES

    O piloto de Only Murders in the Building, chamado True Crime, apresenta muito bem os três personagens e como o mistério do prédio Arconia acaba por uni-los em uma missão comum.

    Além de apresentar o caso de homicídio e os personagens principais, o inteligente roteiro de Steve Martin e John Hoffman divide sabiamente os 34 minutos de duração entre os três protagonistas, dando espaço para explorar as fragilidades, segredos e personalidades de cada um deles.

    Martin Short certamente será o alívio cômico da produção, ao passo que Selena e Steve irão encabeçar as investigações do homicídio. A personagem Mabel é perspicaz, mas transparece uma personalidade inocente ao mesmo tempo, enquanto Charles busca por algum sentido para a sua vida.

    A direção de Jamie Babbit extrai o melhor dos três atores, criando uma química interessante entre o improvável grupo de amigos. Entretanto, Oliver é o personagem que mais se desenvolve já de largada, mesmo que Charles possua um monólogo interessante sobre a sua vida.

    Diversos ganchos interessantes são deixados já no primeiro episódio, o que cria grandes expectativas sobre o caminho que o seriado irá tomar.

    Mesclando elementos clássicos e modernos tanto na decoração, quanto na trilha sonora, Only Murders in the Building possui uma identidade visual coesa e interessante.

    TÍTULOS DOS QUATRO PRIMEIROS EPISÓDIOS

    A Hulu já divulgou os quatro primeiros títulos e sinopses de Only Murders in the Building. As informações já indicam o caminho que a série irá trilhar.

    S1E1: True Crime 

    Os vizinhos do Upper West Side, Charles, Oliver e Mabel, compartilham o amor pelo true crime. Quando um colega residente morre em seu prédio, o trio decide resolver o mistério e gravar um podcast sobre o caso.

    S1E2: Quem é Tim Kono?

    O grupo começa a pesquisar a vítima. Enquanto isso, o passado secreto de Mabel começa a ser desvendado.

    S1E3: O quanto você conhece os seus vizinhos?

    Oliver emprega suas habilidades de diretor de teatro para analisar o caso. Charles e Mabel questionam um apaixonado por gatos.

    S1E4: The Sting

    Acreditando que o assassino pode ser um residente famoso de difícil acesso, o grupo busca o conselho de um renomado apresentador de podcast.

    DATA DE LANÇAMENTO E TRAILER

    No Hulu, os três primeiros episódios de Only Murders in the Building serão lançados dia 31 de agosto. O restante dos episódios serão liberados semanalmente.

    Por sua vez, o Star+ informou apenas a data de lançamento (31 de agosto), sem detalhar quantos capítulos e qual será a periodicidade.

    Confira o trailer da produção:

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    CRÍTICA – Post Mortem: Ninguém Morre em Skarnes (1ª temporada, 2021, Netflix)

    A mais nova série da Netflix, Post Mortem: Ninguém Morre em Skarnes, conta a história de uma família na pacata cidade Norueguesa de Skarnes, onde estranhos eventos começam a se desenrolar nos dias que sucedem a estranha morte e o retorno da jovem Live Hallangen (Kathrine Thorborg Johansen).

    SINOPSE

    A trama de Post Mortem começa quando a protagonista Live Hallangen é declarada morta. Horas depois, ainda na mesa de autópsia, a jovem acorda e sente uma repentina sede de sangue.

    ANÁLISE

    A história de Post Mortem se passa em diversas frentes de forma lenta, mas rapidamente pega um ritmo que nos encaminhará para uma trama por vezes confusa, perturbadora e desapontadora.

    Os dois primeiros episódios de Post Mortem se desenrolam de maneira extremamente promissora, nos levando por caminhos curiosos, colocando uma pulga atrás das nossas orelhas a cada curva que toma.

    Post Mortem

    Os atores principais da trama, ou melhor, o núcleo que compõe a principal família da história, os Hallangen, são convincentes e nos fazem desenvolver um certo vínculo/elo com eles desde o momento em que a história tem início.

    O começo da trama, e o desenvolvimento do arco da morte de Live e seu retorno, permeiam toda a trama, e ainda que testemunhemos uma das cenas mais perturbadoras de uma série de tv, não parece ser necessária para que criemos um vínculo com a personagem central da trama, mas sim com seu irmão, Odd (Elias Holmen Sørensen).

    O cuidado que a direção de arte tem com a série é visto em momentos escassos, e torna possível uma comparação da série com outra série de TV da própria Netflix como Santa Clarita Diet e até mesmo o filme lançado em julho, Céu Vermelho Sangue.

    Os maiores elementos referentes ao cuidado de roteiro, e repetição de ciclos dentro de uma mesma trama, tornam o ritmo da série tão cansativo quanto ineficaz.

    VEREDITO

    Post Mortem

    Com um roteiro que foca nos elementos errados, nas horas erradas, Post Mortem nos faz focar em personagens que não parecem levar a trama para lugar nenhum. Com uma trama que passa a ficar confusa de seu quarto episódio em diante, e parece ser perder perto de seu encerramento no sexto episódio.

    A nova série da Netflix parece ter mirado nas estrelas em grandes séries de suspense, mas parece ter acertado na dramédia pastelão, que em seus primeiros episódios possuía tanto potencial, mas acabou descambando na primeira oportunidade.

    2,0 / 5,0

    Post Mortem: Ninguém Morre em Skarnes estreou na Netflix no dia 25 de agosto.

    Confira o trailer da série:

     

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    CRÍTICA – O Quinto Set (2021, Quentin Reynaud)

    O Quinto Set é um filme francês original da Netflix que é dirigido por Quentin Reynaud e estrelado por Alex Lutz e Ana Girardot (Encontros).

    SINOPSE

    Um tenista veterano que caiu no ranking tenta retomar a sua carreira jogando em uma das competições mais disputadas do esporte: o Roland Garros.

    ANÁLISE

    O Quinto Set é o longa para apaixonados por esporte, pois traz questões muito importantes sobre alto desempenho e o sofrimento do qual os atletas possuem em sua jornada.

    Ao trazer um tenista em decadência, interpretado por Alex Lutz de forma seca e realista, o longa mostra as dores de vencer e lutar. A forma intimista na qual O Quinto Set trabalha a dor de ver seu corpo se destruindo e não poder fazer mais o que ama é certeira e apresenta muito bem como o medo do fracasso pode nos prejudicar.

    A dicotomia que existe entre os dois atores principais da trama é interessante, uma vez que Eve (Ana Girardot) é uma jovem que abdicou de sua carreira por seu marido e esperava o mesmo por parte dele, todavia, não foi correspondida e remói tudo. Já Thomas (Alex Lutz) vê seu corpo definhar e tenistas mais jovens serem ovacionados, enquanto ele recebe apenas desconfiança por conta de uma derrota do passado. 

    O longa tem um ritmo mais lento e as partidas de tênis são entediantes, até, claro, o ato final que mostra um jogo empolgante à sua maneira. 

    A direção usa muita câmera tremida, o que causa estranhamento em alguns momentos, contudo, em diversos outros é mais que justificado. 

    VEREDITO

    Com boas sacadas, atuações e uma história realista, O Quinto Set é uma parada obrigatória para quem ama tênis, ou até mesmo outros esportes.

    Ao mostrar uma carreira em declínio e que podemos nos superar quando chegamos no fundo do poço, o filme mostra que é possível lutar pelos nossos sonhos, mas que sacrifícios devem ser feitos nesse processo. árduo.

    4,0/5,0

    Confira o trailer de O Quinto Set:

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