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    De God of War até Ghost of Tsushima: Como os exclusivos do PlayStation aprenderam a atingir a grandeza

    Quando a Sony comprou a Insomniac Games no ano passado, algumas coisas foram ditas na festa de boas-vindas dos estúdios do PlayStation. A Naughty Dog tuitou que estava “mais do que animada pela Insomniac Games ter se juntado a família PlayStation Worldwide Studios.” O co-fundador da Guerrilla Games, Hermen Hulst disse que “não conseguia pensar em um irmão melhor para a nossa família PlayStation”, enquanto a Sony Santa Monica continuou com frases de amor: “Vocês sempre foram da família.”.

    A timeline do Twitter nesse dia parecia uma reunião de leitura do roteiro do último Velozes e Furiosos.

    Por mais desconcertante que possa parecer para entidades corporativas falar com as outras como irmãos mais velhos, ou falar sobre a colocar sob suas asas como uma criança; pois essa é a atmosfera familiar é exatamente o que a PlayStation Worldwide Studios vem cultivando entre os estúdios first-party por décadas. Eu também diria que essa é uma das razões pelas quais o PlayStation vem nos dando alguns dos melhores exclusivos das últimas décadas.

    PlayStation

    A SIE Worldwide Studios, o guarda-chuva no qual todos os desenvolvedores first-party do PlayStation foram colocados e parceiros externos são coordenados, se descreve como “rede de desenvolvimento global”, uma rede de desenvolvimento de sucesso e estúdios de desenvolvimento de games apaixonados, e acima de tudo, um lar para os talentos criativos.

    É fácil ver um isolamento por parte dos estúdios first-party, desenvolvedores diferentes que, por acaso, estão criando jogos para uma mesma plataforma, mas eles se auto-rotulam como (“hub”, “rede”, “casa”) e falam com seus interdependentes, sobre vínculos de relacionamento entre todos os criadores do PlayStation.

    O antigo presidente da SIE Worldwide Studios, Shawn Layden, explicou em uma entrevista em 2019 ao The Hollywood Reporter:

    “Nós estamos em um lugar agora, onde todas as nossas equipes estão trocando tecnologias e técnicas de inovação pelos estúdios a fim de se tornarem melhores e mais fortes. Eu acho que não existe nada mais natural que isso.”

    ESTÁ NA FAMÍLIA PLAYSTATION

    PlayStation

    A fim de ajudar a Sony Santa Monica a criar um companheiro crível, como foi com Atreus para God of War, o engenheiro da Naughty Dog, Max Dyckhoff visitou o estúdio e falou com a equipe de desenvolvedores como os desenvolvedores de The Last of Us transformaram Ellie, em algo que os jogadores realmente se preocupavam.

    POST RELACIONADO | CRÍTICA – The Last of Us (2013, Naughty Dog)

    Hayato Yoshidome, chefe de tecnologia de mecânica de combate da Sony Santa Monica revelou em uma recente entrevista:

    “O que realmente ficou em mim, foi que Max disse que tratou Ellie como se fosse sua própria filha… que esse foi o ponto de partida.”

    No dia seguinte, Yoshidome colocou a foto de Atreus em sua própria mesa, como se o filho de Kratos fosse seu próprio. O resto, como eles dizem, é história.

    Esse é apenas um exemplo de como a disseminação de ideias acontece dentro da estrutura de estúdios first-party do PlayStation. Enquanto o marketing da Sony pode ter feito você acreditar que PlayStation lembra uma nação, ela é algo mais parecido com uma federação regional, o que faz cada estúdio first-party ser algo como o representante de um estado-membro. As fronteiras entre eles são deliberadamente abertas e difusas, permitindo ideias, recursos, e as pessoas podem ir de um lugar para o outro livremente.

    PlayStation

    Essas vantagens se estendem não apenas pelos estúdios comprados pela Sony, mas também para aqueles que trabalham na SIE Worldwide como parceiros de desenvolvimento externo, evidenciado mais recentemente pela colaboração do PlayStation com a Hideo Kojima Productions.

    POST RELACIONADO | CRÍTICA – Death Stranding (2019, Kojima Productions)

    A empresa de Kojima continua independente, mas costuma ser confundida como um dos estúdios do PlayStation, e não é difícil ver a razão. Por um lado, o famoso autor começou seu último projeto visitando todos os estúdios do PlayStation ao redor do mundo, antes de montar a estrutura corporativa Kojima Productions, e ela foi criada como a Media Molecule; pequena, íntima e diversa.

    Não apenas Death Stranding foi criado usando a Decima Engine da Guerrilla Games – uma parte proprietária da tecnologia usada originalmente para criar Horizon Zero Dawn – mas mais de 70 membros da equipe do estúdio holandês emprestou seu tempo e talento para lançar o último game de Hideo Kojima. De fato, a Guerrilla deu nome a sua engine em homenagem a essa colaboração, inspirado em parte pela Dejima Island; uma estação da Holanda no Japão durante o século XVII. Se a metáfora não se fez clara sobre como os estúdios do PlayStation valoriza suas relações de trabalho, eu não sei o que vai.

    ONDE A GRAMA É MAIS VERDE

    Isso não quer dizer, é claro, que a Microsoft não encoraja o mesmo tipo de relação entre suas equipes de desenvolvimento, mas o fato é que a companhia tem um histórico fraco no que tange a gerência desses estúdios com o mesmo cuidado que sua competição.

    Muitos desenvolvedores, da Bungie até a Lionhead, tem sido “conscientemente desacoplados” do Xbox ou completamente desligadas, o que significa que – até sua recente tentativa de se manter líder sob a gerência de Phil Spencer – o portfólio da Microsoft de estúdios first-party e parceiros continuam decepcionantemente escassos. É difícil conseguir uma atmosfera de colaboração entre seus filhos quando:

    1. Tem tão poucos,
    2. Suas relações com seus pais não são exatamente de convívio.

    Dito isso, o guarda-chuva da Xbox Games Studios, agora com 15 membros, começa a corrida da próxima geração em uma forte posição, finalmente dando a Microsoft a chance de iniciar a política de “um por todos e todos por um” uma mentalidade que o PlayStation tem exemplificado, e consiga entregar exclusivos no mesmo nível dos mesmos dos de seus adversários.

    Quem sabe? No espírito de colaboração, talvez na próxima a Sony possa oferecer ajuda a eles.

    Publicação original escrito por Alex Avard da Games Radar UK: From God of War to Ghost of Tsushima: How the best PlayStation exclusives learn from each other to achieve greatness



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    [RUMOR] Shang-Chi & a Lenda dos Dez Anéis: Fin Fang Foom deve ter sua estreia no filme

    Será que vamos ver a incrível presença de Fin Fang Foom no filme Shang-Chi & a Lenda dos Dez Anéis? Esse é o mais novo rumor vindo de Daniel Richtman (via Full Circle Cinema).

    Fin Fang Foom é um Makluan – criaturas que evoluíram de répteis na Galáxia de Andromeda. Apesar de serem em sua maioria pacíficos e nobres, um número de Makluans partiram de seu planeta natal, Kakaranthara, em busca de mundos para conquistar. Essas criaturas metamorfas, lembram em suas formas originais os dragões chineses. Após pousarem na Terra, na antiga China, a equipe usou suas habilidades naturais de se transformarem em forma humana, a fim de se infiltrar na sociedade e ganhar tempo antes de começar sua conquista. O navegador da nave, Foom foi eleito como reforço em caso de algo dar errado, e foi colocado em uma tumba e ingeriu uma erva que o colocaria em um sono profundo, para que ele pudesse repousar enquanto sua equipe entrava no mundo humano.

    Fin Fang Foom de alguma forma despertou antes do tempo, no Século VIII, e retornou ao sono após a segunda aplicação da erva. Ele consequentemente entrou na Lenda Chinesa – cujo nome, foi dificilmente traduzido para “Aquele cujos membros partem montanhas e cuja costas encostam no sol”. Um grupo de humanos foram colocados como guardas fora de sua tumba, passando seu trabalho para seus descendentes. A região ao redor da tumba passou a ser conhecida como Vale do Dragão Dormente.

    Originalmente apresentado nas páginas de Strange Tales, o dragão alienígena é um adversário do Homem de Ferro, mas ele tem ligações com o vilão do Shang-Chi. Nos quadrinhos, o personagem rouba os dez anéis do túmulo de Foom, se torna o Mandarim, que será vivido por Tony Leung no filme.

    Richtman afirma que também confirmou um rumor anterior de que o Mestre do Kung Fu (Simu Liu) entrará em um torneio a fim de ganhar os poderosos anéis.

    O quão provável é que isso aconteça? Ele diz que é 50/50. A fonte tem dando alguns furos certeiros no passado, mas ele também revelou algumas coisas que foram derrubadas. Apesar da aparição de Fin Fang Foom fazer sentido, é melhor ficar com um pé atrás em relação a isso.

    Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis tem estreia prevista para o dia 11 de Fevereiro de 2021.



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    Os Novos Mutantes: Conheça Cecilia Reyes

    A mutante Cecilia Reyes foi criada por Scott Lobdell e Carlos Pacheco e sua primeira aparição foi no quadrinho X-Men #65, em Junho de 1997.

    ORIGEM

    Cecilia cresceu e foi criada no Bronx mas nasceu em Porto Rico. Ela decidiu se tornar médica quando era criança e presenciou a morte do pai, que foi morto a tiros e ela não conseguiu fazer nada para ajuda-lo. Ao crescer Cecilia Reyes se tornou médica especializada em cirurgia de trauma.

    Os anos passaram e os X-Men descobriram que Cecilia era mutante e até tentaram recrutar ela, mas a mesma não tinha interesse em ser uma super-heroína. Quando um supervilão chamado Bastion inventou a Operação: Tolerância Zero, Cecilia Reyes se juntou ao Homem de Gelo e outros mutantes para escapar de Nova Iorque e rastrear o vilão.



    PODERES E HABILIDADES

    Cecilia Reyes além de ser uma ótima médica tem o poder de gerar campos de força. Em sua primeira aparição, esse poder foi descrito como um bio-campo psioplasmático ao redor de seu corpo, que fornece resistência a ataques físicos e energéticos, podendo a mutante moldá-lo ou expandi-lo para proteger aqueles que estão próximos; no entanto, os impactos no campo de força causavam dor a Cecilia.

    Ao passar do tempo e após alguns eventos seus poderes foram crescendo e ela era capaz de moldar o seu campo de força em várias formas. Mas esse campo de força a deixa vulnerável quando é exposta a algum tipo de gás.



    EQUIPES

    Depois de muita negação, Cecilia decidiu finalmente se juntar aos X-Men. Na sua primeira missão Reyes tinha que salvar Ciclope de uma nanotecnologia que estava dentro de seu corpo, que ameaçava matá-lo, Cecilia Reyes e os outros mutantes salvaram a vida de Scott, apesar de não terem nenhum equipamento e suprimento médico.

    Cecilia Reyes já ficou presa em um campo de concentração mutante chamado Neverland, nesse campo, Reyes tentou usar seu conhecimento médico para ajudar os outros prisioneiros. Quando um agente destruiu o campo, houve boatos que Cecilia estava morta, mas tudo foi desmentido algum tempo depois.

    Reyes já lutou ao lado de X-23, Gambit e Psylocke. Além dos X-Men fez parte também dos Novos Mutantes e Arma X.



    CURIOSIDADES

    Cecilia foi raptada por um grupo de vilões chamado Neo, eles alegavam ter evoluído além do nível de outros mutantes, Reyes ficou presa na fortaleza deles em Nova Iorque e usou uma droga chamada Rave que tornou seus poderes mutantes mais destrutivos e a ajudou a sobreviver.

    Mais tarde Cecilia foi resgatada pelos X-Men e Charles Xavier a ajudou no tratamento contra essa droga, que a deixou viciada.



    APARIÇÕES

    Infelizmente Cecilia Reyes não é uma mutante tão conhecida mas terá sua primeira adaptação em live-action no filme Os Novos Mutantes que chega aos cinemas no dia 2 de Abril. A personagem será vivida por Alice Braga.

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    CRÍTICA – One Punch Man: A Hero Nobody Knows (2020, Bandai Namco)

    One Punch Man foi criado pelo artista digital One, e foi publicada originalmente via webcomic em 2009. A série rapidamente se tornou um fenômeno viral. E em 2012, passou a ser ilustrado por Yusuke Murata, que junto de One, continuou roteirizando o mangá, e ganhou um espaço ainda maior e passou a ser lançado em versão física, não apenas no Japão, mas como no mundo todo.

    Em 2020, One Punch Man ganhou a sua primeira adaptação para os games, em One Punch Man: A Hero Nobody Knows. Desenvolvido pela Spike Chunsoft e publicado pela Bandai Namco – empresa responsável por publicar a maior parte dos games adaptados de animes e mangas, como Naruto, Dragon Ball, One Piece e Boku no Hero Academia.

    One Punch Man: A Hero Nobody Knows, conta com uma premissa simples: Criamos um personagem, que assim como Saitama – o personagem central da história do mangá – resolveu se tornar um herói. Em um mundo em que ameaças podem surgir a qualquer momento, indo desde alienígenas, até mutantes, que vão de ameaças separadas por categorias entre os níveis Deus, Dragão, Demônio, Tigre e Lobo Associação de Heróis foi criada a fim de preservar a raça humana, e separou seus heróis de acordo com as categorias de dificuldade que seus oponentes ofereciam. Com suas categorias sendo definidas de acordo com os testes de aptidão e a prova escrita, os possíveis heróis foram colocados nas categorias que são: ABC e S.

    Muito poucos heróis conseguem de fato subir nas categorias, sendo necessário realizar missões que vão desde fazer entregas, até mesmo proteger vítimas de monstros que colocam em risco a sociedade.

    One Punch Man: A Hero Nobody Knows nos leva ao mundo criado por One, e como supracitado, o personagem criado por nós, assim como Saitama, precisa cumprir as missões mais diversas a fim de subir de categorias e ir da Categoria C para as posições mais altas do ranking de heróis.

    A nossa história no game, se mistura com a de Genos, um aprendiz do One Punch Man, Saitama.

    HISTÓRIA

    Para os alheios àquele mundo, fiquem tranquilos, o game faz questão de explicar os mínimos detalhes, ou seja, explicando desde a razão para que a Associação de Heróis fora criada, até mesmo como aquela sociedade funciona de acordo com o mundo conturbado que a cerca.

    No game, os primeiros arcos da história do anime, nos é apresentado, assim como o primeiro vilão que Saitama enfrenta, o Canirante, um vilão com aparência de caranguejo, mas muito maior. Uma das coisas interessantes do mundo de One Punch Man, é como aquele mundo faz questão de deixar claro quem são os vilões, e mostrando como eles são tomados por uma intensa fúria quando confrontados e questionados acerca de suas ações destrutivas.

    A história do nosso personagem e a de Genos, se mistura no game, e a desenvolvedora parece ter encontrado o lugar certo para introduzir a premissa de “um personagem desconhecido”, que é o nosso guia e o nosso “protagonista”.

    JOGABILIDADE

    O personagem criado por nós, se faz imensamente importante e relevante na história, ao nos permitir as mais diversas adaptações, sendo possível escolher o visual, desde o modo de batalha, até mesmo as habilidades que serão utilizadas por nós diante dos mais diversos adversários e missões.

    Quando encontramos Saitama, durante as batalhas, entendemos a razão dele ser chamado de “One Punch Man“.

    Confira abaixo como o game é bem balanceado:

    No que tange a jogabilidade, o game pode ser considerado um “Dragon Ball Budokai like“, pois não inova muito. Sendo possível realizar as habilidades pressionando uma combinação de botões, o game inova apenas no modo como conduz a história.

    As escolhas de roteiro assim como o desenvolvimento, se mostram por vezes incongruentes, e a ambientação e a trilha sonora, se faz sem sentido. Nos fazendo ficar maravilhados na mesma velocidade que nos decepciona, a trilha sonora nos deixa inquietos, após cortes secos na trilha nos causarem um incômodo tremendo.

    VEREDITO

    One Punch Man

    One Punch Man: A Hero Nobody Knows cumpre com louvor ao nos ambientar no mundo repleto de monstros, criaturas e heróis. A sociedade que os rodeia, parece se mostrar inútil e ineficaz, ao colocar o poder nas mãos de uma organização criada por um milionário que regula o bem-estar da sociedade ao seu bel prazer. Em um mundo em que o simples fato de você adorar comer caranguejo pode te transformar em um artrópode, pode se mostrar difícil de se viver, e aqui vemos que o game é ainda mais difícil de ser jogado, ao nos apresentar personagens criados por meio de um “Randomizer“.

    Apresentados a personagens que não foram vistos ou citados no anime ou mangá, a Spike Chunsoft não inova em muita coisa, apenas na quantidade de acessórios customizáveis.

    Muitas coisas não fazem sentido no que se refere as escolhas criativas, ou até mesmo os rumos de roteiro, mas ele se mostra um bom divertimento se você não sabe nada da história, ou do mundo que nos é apresentado.

    Confira o trailer do game:

    One Punch Man: A Hero Nobody Knows foi lançado no dia 27 de Fevereiro de 2020 para PlayStation 4, Xbox One e PC.

    Você já teve a oportunidade de jogar One Punch Man: A Hero Nobody Knows? Conta pra gente o que achou do game abaixo e dê sua nota!



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    Metal Gear Solid The Board Game já está disponível em pré-venda

    Mais um clássico dos videogames vai virar jogo analógico em breve: a Konami em parceria com a IDW Games está lançando o jogo Metal Gear Solid The Board Game.

    Com o game design de Emerson Matsuuchi (criador da série de jogos Century) o jogo será um jogo sandbox de 1 a 4 jogadores que usaram táticas stealth para vencer os 12 cenários cooperativos do jogo.

    Os chefes do jogo vão contar com decks especiais de ações para controlar sua AI. A linha narrativa do jogo vai seguir a história do primeiro Metal Gear e o jogo vai ter um tabuleiro modular o que garante a re-jogabilidade do jogo garantindo que jogar uma missão na segunda vez não seja exatamente igual.

    A caixa contém 29 miniatura (incluindo o Metal Gear Rex), 123 cartas comuns e 8 de chefes, 4 tabuleiros de heróis, 1 livro de campanha e 1 missão VR.

    Acompanhe o vídeo do canal oficial do Board Game Geek e veja como ficou o jogo (sem legendas):

    Para comprar na pré-venda e saber mais sobre o projeto acesse página oficial (em inglês).

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA: Wolfenstein pode ganhar uma versão em jogo de tabuleiro com miniaturas 



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    Thor: Christian Bale será o vilão e listamos alguns possíveis personagens

    Thor: Love and Thunder ainda está muito longe, mas muitos detalhes já foram revelados sobre a sequência de Thor: Ragnarok, de Taika Waititi. E agora Christian Bale será o vilão do novo filme do Deus do Trovão!

    Outros detalhes que já sabíamos era que Natalie Portman irá repetir o papel de Jane Foster para se tornar a Poderosa Thor, enquanto Valquíria encontrará sua Rainha depois que o Deus do Trovão a nomeou o “Rainha” de Nova Asgard.

    Agora, durante a premiere de Westworld, a atriz Tessa Thompson em entrevista ao Entertainment Tonight, confirmou que leu o roteiro de Love and Thunder, e confirma que o ex-Batman, Christian Bale (Ford vs Ferrari) será o grande vilão do filme.

    “Teremos muitos rostos familiares e alguns novos. Christian Bale vai interpretar nosso vilão, o que será fantástico. Sim, vai ser bom.”

    A teoria predominante entre os fãs até agora é que ele deve interpretar o monstruoso Dario Agger (que foi uma grande parte de O Poderoso Thor, de Jason Aaron, uma série de quadrinhos que claramente inspirou o retorno de Waititi ao Universo Cinematográfico Marvel).

    Enquanto o papel de Chistian Bale não é confirmado oficialmente, listamos alguns dos possíveis personagens que o ator poderá dar vida em Thor: Love & Thunder.

    SENHOR HYDE

    Provavelmente você não esperava ver esse cara aqui, certo? Inspirado no famoso romance O Estranho Caso do Dr Jekyll e Mr Hyde, de Robert Louis Stevenson. Calvin Zabo inventou uma fórmula semelhante e o uso repetido disso destruiu sua sanidade e o transformou em uma criatura esquizofrênica selvagem e ele lutou com todos, de Thor aos Vingadores, ao longo dos anos (ele também serviu como membro dos Thunderbolts por um tempo).

    Por um lado, Christian Bale seria desperdiçado em um personagem como este, mas por outro, ele poderia fazer algo realmente diferente e único com esse vilão peculiar.

    CUL, DEUS DO MEDO

    Introduzido na decepcionante história A Essência do Medo (Fear Itself, título original) como “A Serpente”, Cul é o irmão de Odin e foi trancado pelo rei de Asgard há eras atrás para proteger o mundo.

    O artista Jason Aaron deu ao personagem uma espécie de repaginada, no entanto, e como governante de fato de Asgard, ele provou ser um verdadeiro espinho para o Thor de Jane Foster.

    Enquanto Asgard foi destruída em Thor: Ragnarok, Cul poder retornar agora que Odin está morto; faz sentido e ele seria um primeiro inimigo formidável para Jane e um legítimo desafiante ao governo de Valquíria.

    É fácil imaginar Bale se divertindo com um personagem como esse, pois ele veria as excentricidades de Cul, enquanto também assumia um papel em quadrinhos muito diferente de Bruce Wayne.



    BALDER

    Balder foi esquecido no Universo Cinematográfico Marvel desde o início, mas já era hora do meio-irmão de Thor ter a chance de brilhar.

    Ele é outro personagem que poderia desafiar a reivindicação de Valquíria ao trono e explorar sua dinâmica com o Deus do Trovão seria uma subtrama divertida, já que o foco principal será em Jane Foster.

    Se você está procurando alguém capaz de mais do que se manter ao lado de Chris Hemsworth, então Bale é uma escolha perfeita para dar vida a um personagem que definitivamente precisaria ser aprimorado e renovado para a tela grande.

    TROVEJANTE

    Nos quadrinhos, Eric Masterson era um arquiteto ligado a Thor depois que o herói foi punido por matar Loki.

    Quando Thor foi finalmente libertado, Eric recebeu uma maça encantada por Odin como agradecimento por seu serviço e passou a chamar a si mesmo de Trovejante, como o nome da arma.

    Tudo isso provavelmente teria que ser alterado para a tela grande, mas esse é um personagem com algum potencial. Afinal, embora ele não seja exatamente um personagem popular, ele era um membro da Corporação Thor ao lado de Beta Ray Bill e ver esse grupo na tela poderia ser incrível.

    Bale interpretando um rival de Thor não é a possibilidade mais emocionante para este filme, mas é aquele que poderia funcionar se fosse tratado corretamente.



    BETA RAY BILL

    Após a notícia de que Christian Bale potencialmente se juntará ao elenco de Thor: Love & Thunder, Beta Ray Bill começou a ser tendência, e isso é porque os fãs estão desesperados para ver esse herói em uma adaptação live-action.

    O ator assumindo um papel como esse não seria uma coisa ruim, e essa seria definitivamente uma decisão de elenco que ninguém jamais consideraria.

    Se Taika Waititi pode encontrar espaço para Bill em Thor: Love & Thunder é outra questão, mas seria muito divertido ver esse alienígena enfrentar os novos e antigos Deuses do Trovão. E assumir a sua arma: a Rompe Tormentas!

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Stormbreaker – Conheça a arma de Thor em Vingadores: Guerra Infinita

    Claro, ele é um personagem muito estranho, mas isso faz parte do seu charme e ele definitivamente merece uma estréia no UCM. Principalmente depois do seu easter-egg em Thor: Ragnarok.

    MINOTAURO

    De todos os personagens listados aqui, Bale dando vida ao CEO da Roxxon Energy Corporation, Dario Agger parece mais provável.

    Agger também tem a capacidade de se transformar no Minotauro e é um indivíduo desprezível, que não se esquiva de fazer o que ele bem entender para aumentar sua riqueza (incluindo fazer uma barganha com Malekith, o amaldiçoado).

    Um dos principais vilões nas páginas de Thor nas mãs de Jason Aaron, Christian Bale seria capaz de canalizar seu personagem Patrick Bate, do filme Psicopata Americano (2000), para esse papel e interpretar um vilão cruel e odioso. Principalmente por Bate parecer com o Agger – pelo menos a parte humana -, então não fique chocado se isso acabar acontecendo em Thor: Love and Thunder.



    HÉRCULES

    Havia rumores de que Hércules seria introduzido em Eternos como o primeiro super-herói abertamente gay do UCM, mas não houve indicações de que haja planos para o personagem.

    Além disso, sempre será complicado usar uma figura mitológica estabelecida como Hércules, especialmente quando vimos tantas iterações do semideus grego em filmes ao longo dos anos.

    É reconhecidamente um pouco difícil imaginar Bale usando uma “roupa” semelhante à acima, mas a Marvel Studios reinventa os personagens com frequência e poderíamos ver o ator trabalhando um personagem mais cômico com Hércules. Além disso, ele poderia chutar um monte de bundas ao lado do Deus do Trovão!

    GALACTUS

    Quão legal isso seria? Sabemos que os X-Men não estão incluídos no atual plano quinquenal da Marvel Studios, mas conceitos e personagens desse mundo e do Quarteto Fantástico claramente aparecerão antes disso. Isso deixa muito espaço para o Devorador de Mundos fazer sua presença ser sentida no Universo Cinematográfico Marvel, começando com Thor: Love and Thunder

    É difícil dizer exatamente qual o papel que ele poderia desempenhar no processo, mas colocar Christian Bale nesse processo não seria algo ruim, principalmente porque significaria que ele estaria interpretando o próximo grande vilão do UCM. Substituir Josh Brolin e seu Thanos não será tarefa fácil, mas vale a pena ficar empolgado com Bale como Galactus.



    GORR, O CARNICEIRO DOS DEUSES

    Thor: Christian Bale é confirmado como o vilão e listamos alguns possíveis personagensTão poderoso quanto Galactus, o único objetivo na vida de Gorr é destruir todos os deuses no Multiverso, pois ele acredita que eles são inerentemente cruéis e não são dignos de governar.

    Taika Waititi deu alguns de seus poderes a Hela (Cate Blanchett) em Thor: Ragnarok (até certo ponto), mas não há realmente nenhuma razão para ele não aparecer aqui para aterrorizar o Deus do Trovão e tentar acabar com Asgard de uma vez por todas.

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    Você precisa de alguém tão talentoso como Bale para interpretar um personagem como esse, pois ele tem que ser mais do que apenas outro destruidor que procura derrubar Thor, porque ele se sente prejudicado de alguma forma (veja como o Malekith foi desapontador por esse motivo).

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    MEFISTO

    Thor: Christian Bale é confirmado como o vilão e listamos alguns possíveis personagensEmbora seja definitivamente surpreendente que Mefisto ainda não tenha aparecido no Universo Cinematográfico Marvel, também é difícil imaginar onde ele poderia ter aparecido antes.

    Doutor Estranho no Multiverso da Loucura é uma possibilidade, é claro, mas Pesadelo parece um candidato muito mais provável para esse filme e, portanto, Thor: Love and Thunder é talvez o próximo melhor lugar para ele.

    Nos quadrinhos, Jane Foster se torna Thor depois que Odinson é considerado indigno de usar o Mjolnir. E se, no UCM, ela fizer um acordo com Mefisto para se salvar do câncer que a está matando e roubar os poderes do filho de Odin no processo? Isso parece muito com a barganha de um demônio, e você só sabe que Christian Bale roubaria os holofotes como essa versão do personagem.

    Como já é de costume, o artista BossLogic não perdeu tempo e imaginou Bale na pele do vilão:

    Thor: Christian Bale é confirmado como o vilão e listamos alguns possíveis personagens

    O que você acha dessas sugestões para o possível papel de Christian Bale em Thor: Love & Thunder? Deixe seus comentários abaixo!



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