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    CRÍTICA – Inventei Você? (2017, Francesca Zappia)

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    Inventei Você? é o romance de estreia da autora americana Francesca Zappia. Lançado no Brasil pela Editora Verus, o livro apresenta a vida de uma adolescente americana que sofre com esquizofrenia. Retratando de maneira leve com momentos tristes e situações que fazem o leitor duvidar juntamente com a protagonista o que é real e o que não é.

    “Alex está no último ano do ensino médio e trava uma batalha diária para diferenciar realidade de ilusão. Armada com uma atitude implacável, sua máquina fotográfica, uma Bola 8 Mágica e sua única aliada — a irmã mais nova —, ela declara guerra contra sua esquizofrenia, determinada a permanecer sã o suficiente para entrar na faculdade. E Alex está bem otimista com suas chances, até se deparar com Miles. Será mesmo aquele garoto de olhos azuis com quem ela compartilhou um momento marcante no passado? Mas ele não tinha sido produto da sua imaginação? Antes que possa perceber, Alex está fazendo amigos, indo a festas, se apaixonando e experimentando todos os ritos de passagem tipicamente adolescentes. O problema é que ela não está preparada para ser normal. Engraçado, provocativo e emocionante, com sua protagonista nada confiável, Inventei você? vai fazer os leitores virarem as páginas alucinadamente, tentando decifrar o que é real e o que é invenção.”

    Alexandra, ou Alex como prefere ser chamada, sofre com esquizofrenia. Ela foi expulsa de sua antiga escola e vai começar o seu último ano do ensino médio em uma nova escola, realizando serviço comunitário e com seu emprego em uma lanchonete. Alex que usar essa mudança para fazer amigos e ter uma vida normal, tentando esconder a sua esquizofrenia. Mas mesmo escondendo a sua doença, a nova vida no novo colégio é complicada sendo a novata com o cabelo vermelho.

    Como Alex não sabe diferenciar o que é real e o que é alucinação, ela tem o costume de tirar fotos de tudo o que acha estranho, para poder ver depois se o que ela viu era real ou não. Ainda com as suas chamadas “verificações de perímetro” para checar se há algo de errado nas redondezas, ela tenta levar a sua nova vida com as suas inseguranças de sempre.

    Junto com as inseguranças que a sua esquizofrenia traz, Alex ainda tem que lidar com a dúvida de não saber o que será a sua vida após a formatura: irá para a universidade ou para uma clínica psiquiátrica?

    O livro apresenta alguns clichês básicos, como os populares zoando os alunos novos, neste caso Miles, um garoto o qual Alex tem suas dúvidas se é o seu primeiro amigo que conheceu quando tinha 7 anos em um tanque de lagostas em um supermercado e que Alex nunca mais viu depois desse dia. Ele conquista o leitor, e Alex, pela sua personalidade de bad boy e pela sua história emocional e familiar.

    Com o passar do livro, lendo-o pelos olhos de Alex entendemos como sua cabeça funciona, porém quando a leitura avança o leitor se questiona se tudo o que leu realmente aconteceu dessa forma ou se realmente aconteceu.

    Com um final simples e aberto para conclusões própria, Inventei Você? vai prender a sua leitura do início ao fim e talvez partir o seu coração em alguns momentos.

    Confira abaixo a capa e os detalhes:

    Título: Inventei Você?
    Autora: Francesca Zappia
    Editora: Verus
    Ano de Publicação: 2017
    Páginas: 346

    Avaliação: Excelente

    E aí, já leu Inventei Você?? Ficou curioso? Nos conte a sua opinião aqui nos comentários! Se achou legal, compartilhe com os seus amigos nas redes sociais:

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    Homem-Aranha no Aranhaverso | Veja Hailee Steinfeld como a Spider-Gwen

    Homem-Aranha no Aranhaverso estreou esse mês no Brasil e foi muito bem recebido pela crítica e o grande público, e se tornou um grande sucesso em arrecadação. Uma sequência recebeu luz verde, assim como vários spinoffs – incluindo um com a Spider-Gwen como protagonista.

    Gwen Stacy foi interpretada pela multitalentosa Hailee Steinfeld – que atua, canta e pode dublar incrivelmente bem. O famoso artista digital BossLogic literalmente deu vida à Spider-Gwen – imaginando como seria uma versão live-action da personagem, onde ela continua com seu design icônico, mas com a aparência de Steinfeld.

    Confira a arte do BossLogic:

    O que acha de Hailee Steinfeld como a Gwen Stacy? Já imaginou um Aranhaverso no UCM?

    Confira a nossa crítica do filme:

    CRÍTICA – Homem-Aranha no Aranhaverso (2018, Bob Persichetti, Peter Ramsey, Rodney Rothman)

    CRÍTICA – Titãs (1ª temporada, 2019, Netflix)

    Os Jovens Titãs foi uma animação norte-americana que teve 5 temporadas e 65 episódios, foi transmitida aqui pelo Cartoon Network Brasil de 2003 a 2008 e também pelo SBT. Em seguida a DC Comics lançou uma série de histórias em quadrinhos inspiradas pelo desenho, publicadas no Brasil pela Panini Comics. Em 2013, o desenho ganhou um reboot chamado Os Jovens Titãs em Ação (Teen Titans Go!). No ano passado o longa metragem Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas levou esses heróis para as telonas. Agora é a vez de eles darem as caras em live-action.

    Titãs é o primeiro produto original do DC Universe – serviço de streaming que ainda não está disponível no Brasil. Distribuído aqui pela Netflix, o programa acompanha a equipe homônima dos quadrinhos formada pelo Robin (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Crofit), Estelar (Anna Diop) e Mutano (Ryan Potter). A série é de autoria de Greg Berlanti, produtor de Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow, e também conta com Akiva Goldsman (Star Trek: Discovery) e Geoff Johns na equipe de roteiristas.

    Na trama, Dick Grayson (Robin) está trabalhando na polícia de Detroit, até que o caso da Rachel Roth (Ravena) – uma jovem com poderes sobre os quais não tem controle – cai em suas mãos. Eles se juntam à alienígena Kory Anders (Estelar) e ao amável Garfield Logan (Mutano) e acabam no meio de uma conspiração que envolve seres de outra dimensão.

    Da esquerda para a direita: Mutano (Ryan Potte), Ravena (Teagan Crofit), Robin (Brenton Thwaites) e Estelar (Anna Diop).

    Fica claro logo nos primeiros episódios que o foco dessa temporada está em Robin e a Ravena. Os motivos que levaram à ruptura da parceria de Dick com Bruce, assim como seu descontrole quando está combatendo o crime, e tudo que envolve o mistério em torno da Rachel irá impulsionar toda a narrativa da série.

    O roteiro faz um ótimo trabalho, principalmente ao criar a relação entre esses dois personagens; sendo muito interessante acompanhar seus desenvolvimento.

    Titãs acerta em cheio nas motivações de Robin, onde toda a subtrama envolvendo a morte da sua família e seus conflitos com Batman, seu antigo mentor, faz com que nós telespectadores, fiquemos instigados, para saber mais sobre os problemas entre eles e que acabou resultando em uma forte crise de identidade no Garoto Prodígio; influenciando assim, também na maneira como ele se relaciona com demais personagens.

    Precisamos lembrar que antes mesmo de estrear, Titãs foi alvo de muitas críticas. Quando foram divulgadas as primeiras fotos de bastidores, os fãs ficaram enlouquecidos pelo fato dos personagens não estarem tão fieis ao material base, que são as HQs. E quando a DC soltou o primeiro trailer da série, os comentários ficaram ainda mais pesados principalmente por causa da escolha do elenco que apontaram supostas mudanças étnicas de personagens. Com isso, muita gente se dedicou a fazer discurso de ódio por conta da escolha de uma atriz negra para viver a Estelar – mesmo ela sendo uma alienígena laranja originalmente (saiba mais). Felizmente, a série provou que não é a escolha de um atriz não-branca que vai destoar do que a heroína é nos quadrinhos. Anna Diop se encaixou perfeitamente no papel de sua personagem, dando vida a uma heroína com um visual muito incrível, com personalidade e muito carisma.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Titãs: Atriz que interpreta Estelar responde críticas de fotos vazadas do set

    Mutano foi outro personagem duramente criticado. Alguns fãs queriam vê-lo na cor original, assim como na animação, mas isso não aconteceu (ainda) – o que é bom, pois cria uma sensação de evolução do garoto até ele virar mesmo um ser completamente verde.

    Um dos principais problemas de Titãs é o CGI (imagens geradas por computador), muito provavelmente pelo curto orçamento, e um dos mais afetados por isso é o próprio Mutano. Nas cenas em que ele se transforma em um tigre os efeitos são bem problemáticos. No entanto, Ryan Potter injeta no jovem herói um carisma tão grande que nos faz esquecer momentaneamente os problemas da pós-produção.

    Titãs acerta também em estabelecer a relação entre os heróis. A química entre os quatro é muito boa, e vai sendo construída gradativamente, não tentando forçar uma amizade; e quando finalmente eles estão todos juntos acreditamos que ali não é apenas um grupo de pessoas com habilidades e que querem salvar o mundo, existe também instinto de proteção entre eles.

    Ponto alto é a maneira como o roteiro não evita fazer de Titãs uma série de super-heróis, e que não tem vergonha disso, o que coloca a série em um patamar acima das produções da CW como Arrow e The Flash que inicialmente sentiam a necessidade de fazer algo distante do que está nas páginas dos gibis.

    O programa tem sim um ar mais “sombrio e realista”, uma semelhança gritante ao estilo estabelecido por Zack Snyder no cinema, mas isso não impede Titãs de ao mesmo tempo ser colorida e divertida, muito pelo contrário. Isso aliado às cenas de ação, que são bastante violentas – às vezes até demais –, cria uma experiência que os fãs muito provavelmente vão gostar.

    Personagens secundários também ganham importância na trama de Titãs, como Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly), que apesar de terem trajes bem questionáveis, é muito bom vê-los em ação. Além deles a Moça-Maravilha (Conor Leslie) também aparece. Teria sido legal se tivessem mostrado mais dela, mas infelizmente não aconteceu, com certeza ela terá mais espaço na próxima temporada.

    Jason Todd (Curran Walters) faz uma participação e junto com o Dick  Grayson rendem cenas engraçadas e bem escritas.

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    Essa primeira empreitada da DC no streaming pode começar a ditar uma nova formula a ser adotada pelo estúdio e também é um excelente começo para quem não tinha tanta familiaridade com os Titãs. Mesmo com um desfecho anti-climático que serve basicamente para ser um cliffhanger desnecessário para nos deixar ansiosos para a próxima temporada, vale muito a pena conferir os onze episódios. E aguarde o final dos créditos, pois tem uma cena adicional.

    E você, o que achou da série?

     

    Confira o trailer legendado:

    Titãs está disponível na Netflix, corre lá para assistir e depois comenta aqui embaixo o que você achou.

    #52filmsbywomen 41 – Across The Universe (2007, Julie Taymor)

    The Beatles é a maior banda de todos os tempos. Qualquer pessoa que pense em contrariar essa frase deve repensar com cuidado seus conhecimentos de vida, pois não há banda que tenha influenciado tantas gerações como o quarteto de Liverpool. Conhecendo o poder de suas músicas – e de seu público – a diretora Julie Taymor (de Frida, 2002) abraça o poder das referências na construção do musical Across The Universe.

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    Tendo como premissa contar a história de amor entre Jude (Jim Sturgess) e Lucy (Evan Rachel Wood), personagens existentes nas letras das músicas Hey, Jude e Lucy In The Sky With Diamonds, a diretora constrói sua narrativa nos embalos dos milhares de hits top 40 do quarteto – a maioria top 10 porque, afinal, estamos falando de Beatles.

    Com o roteiro situado durante os anos 60, em Across The Universe acompanhamos as histórias dos protagonistas Jude e Lucy e seus amigos Max (Joe Anderson), Sadie (Dana Fuchs em uma referência clara à Janis Joplin), Jo-jo (Martin Luther em referência à Jimmy Hendrix) e Prudence (T.V. Carpio). Cada apresentação é acompanhada por alguma música dos Beatles, explicando como todos esses personagens acabam por se encontrar – e se tornar amigos.

    Aqui o mais interessante está mesmo na forma como Taymor utiliza as letras das canções para nos guiar pelos acontecimentos de Across The Universe. Quando conhecemos Jude, sabemos que ele está de partida de sua terra natal (Liverpool) para os EUA em busca de conhecer seu pai. Jude possui uma namorada e, durante esse arco, somos embalados por All My Loving durante a sua despedida. Ao mesmo tempo, Lucy (na época uma não tão conhecida Evan Rachel Wood), se despede de seu amado – que está a caminho da guerra.

    Há também um cuidado de Julie Taymor quanto ao período em que cada música foi composta/lançada. Uma das partes mais interessantes do filme – que possui a participação do músico Bono Vox (U2) – retrata o descobrimento das drogas/substâncias alucinógenas, remetendo à época do The Magical Mistery Tour. É uma construção interessante, pois consegue criar uma narrativa própria utilizando as canções como base, mas, também, consegue fazer uma homenagem ao quarteto mais amado do mundo.

    Apesar do foco da história estar em Jude e Lucy, os personagens secundários possuem espaço para desenvolvimento. Max, Sadie e Jo-jo brilham. E como brilham! O elenco do filme é ótimo – destaque vocal para Dana e Martin -, conseguindo criar novas versões dos clássicos dos Beatles, sem comprometer o resultado final. Para o fã mais fervoroso – e ciumento – não há motivo para chateações: há uma grande preocupação em adaptar as músicas da melhor forma possível, mantendo seu instrumental e sem modificar sua essência.

    Um exemplo disso está na música I Want You (She’s So Heavy). Across The Universe possui uma das cenas mais legais de análise e interpretação desta música, buscando encaixá-la no contexto da história. Com 8 minutos de duração (e apenas 3 frases), a música originalmente teve como inspiração o relacionamento entre Yoko e John Lennon. No filme, por sua vez, ela é utilizada para retratar o recrutamento para a guerra:

    Across The Universe é uma boa produção de entretenimento, com uma história simples, leve e divertida. Seu ponto alto está mesmo na trilha sonora e em seu elenco – que entregam ótimos momentos. Mesmo sendo um filme de 2007, a produção consegue permanecer bem atual, assim como todo o catálogo de músicas do quarteto de Liverpool.  É fácil ficar inebriado pela trilha sonora e deixar um pouco de lado os problemas em alguns momentos do filme – assim como acontece em Bohemian Rhapsody.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Bohemian Rhapsody (2018, Bryan Singer)

    E aí, o que achou da nossa 41ª indicação da campanha 52 Films By Women? Confira também nossas indicações anteriores e caso tenha algum filme que gostaria de ver na nossa campanha, compartilhe conosco nos comentários.

    Young Justice: Fatos que muitos fãs provavelmente não sabem

    Criada por Greg Weisman e Brandon Vietti para o Cartoon Network; Young Justice estreava em 2010, que apesar do título, não é uma adaptação da série de HQ de Todd Dezago e Todd Nauck, mas sim uma adaptação de todo o Universo DC com foco nos super-heróis mais jovens.

    Em 2012 tivemos a segunda temporada e desde então os fãs pediam para o retorno da série. Até que em 4 de janeiro de 2019, os fãs da DC se regozijaram quando Young Justice voltou às nossas telas pela DC Universe.

    Demorou anos para que o programa amplamente popular voltasse com sua terceira temporada, mas nossas vozes foram finalmente ouvidas e é uma prova de que os criadores ouvem nossas sugestões, gritos e pedidos. Mesmo agora, é quase insondável pensar em como esta série animada foi cancelada.

    Não é frequente que um fandom possa concordar com algo, mas é unânime que Young Justice foi uma série à frente de seu tempo e mereceu mais crédito do que o inicialmente recebido.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Young Justice: Títulos dos novos episódios escondem mensagem sinistra

    O co-showrunner Brandon Vietti disse a Entertainment Weekly antes da estreia da nova temporada:

    “O que é ótimo sobre esses personagens é que são personagens jovens que estão crescendo em um mundo que é formado a partir de nossas duas primeiras temporadas. Nós realmente tivemos um grande arco nas nossas duas primeiras temporadas.”

    Com Young Justice: Outsiders em nossas telas, agora é um bom momento para explorar a história da equipe. Há muitos fatos interessantes e curiosidades sobre esse programa que até os fãs inveterados não sabem. E pensando nisso, fizemos essa lista para preencher essas lacunas.

    AQUALAD NEM SEMPRE FOI KALDUR’AHM  

    Aqualad como um personagem existia desde 1960, servindo como um ajudante de Aquaman. Neste caso, o nome real do Aqualad era Garth.

    Para Young Justice, Greg Weisman, Brandon Vietti e Phil Bourassa decidiram apresentar Kaldur’ahm (voz de Khary Payton no original e Paulo Vignolo na versão brasileira) como o novo Aqualad e ele se tornou um sucesso instantâneo com o público.

    Uma versão do personagem chamado Jackson Hyde estreou nos quadrinhos em Brightest Day #4, por Geoff Johns e pelo brasileiro Ivan Reis. A popularidade resultante deste novo Aqualad garantiu que ele se tornasse um super-herói amado na DC Comics.

    De fato, muitos fãs ficaram indignados por ele não existir na continuidade, em Os Novos 52.

    A CONEXÃO ENTRE SUPERBOY E SUPERMAN

    Sabe aquele meme dos dois Homens-Aranhas apontando um para o outro? Bem, algo semelhante aconteceu em Young Justice. Como todos os fãs da série devem saber, Superboy, também conhecido como Connor Kent, é um clone genomorfo de Superman e compartilha muitas características com o Homem de Aço.

    Outra coisa que eles têm em comum é que Nolan North dubla os dois personagens no programa. É engenhoso quando você pensa sobre isso, já que faria sentido para eles soarem parecidos.

    Já na dublagem brasileira não acontece a mesma coisa. Por aqui, Guilherme Briggs empresta sua voz para Super-Homem e Peterson Adriano dubla Superboy.

    A EQUIPE JÁ APARECEU NAS PÁGINAS DAS HQS

    Enquanto a maioria das pessoas está familiarizada com o programa de TV Young Justice, muitas pessoas não se lembram da série original de quadrinhos. 

    Lançado em 1998 pela equipe criativa de Todd DeZago, Todd Nauck e Lary Stucker, o grupo foi formado para preencher uma lacuna depois que os famosos heróis adolescentes da DC, os Teen Titans, se tornaram adultos e mudaram seu nome para Titãs.

    Os membros fundadores da equipe de quadrinhos da Young Justice eram diferentes dos originais no programa de TV. Por um lado, Superboy era Kon-El, Robin era Tim Drake, e Impulso apareceu em vez de Wally West. Recentemente, a série de histórias em quadrinhos foi revivida por Brian Michael Bendis e Patrick Gleason.

    PERSONAGENS COADJUVANTES

    Considerando a riqueza e profundidade do Universo DC, seria impossível caracterizar cada personagem. Talvez através de várias temporadas, mas em algum lugar alguém vai ficar de fora. Dito isso, a  Young Justice fez o melhor que pôde para acomodar todos os rostos familiares (e desconhecidos) possíveis.

    Em alguns casos, porém, esses heróis e vilões apareceram, mas não conseguiram falar. A razão para isso, conforme revelado por Greg Weisman em entrevistas subsequentes, foi reduzida a exigências orçamentárias. 

    Muito simples: os showrunners não tinham dinheiro para pagar os dubladores por todas essas aparições, então eles mostravam os personagens em segundo plano.

    HÁ MALES QUE VEM PARA O BEM

    Devemos a Geoff Johns e Tony S. Daniel nossos agradecimentos por criar Miss Marte em 2006. Ela foi criada depois que DC não deixou a equipe utilizar Supergirl em Teen Titans. Desde então, M’gann M’orzz tornou-se uma personagem favorita dos fãs tanto dos Teen Titans quanto em Young Justice.

    A série se mostrou como a estreia de Miss Marte, onde ela foi estabelecida como protagonista na série.

    Sendo apresentada como sobrinha do Caçador de Marte, M’gann também fez parte de um romance com Superboy que encantou os fãs. 

    Na última temporada, os dois pombinhos ficaram noivos.

    Miss Marte é dublada por Danica McKellar, na versão original e por Lhays Macêdo na versão nacional.[td_smart_list_end]

    E você, é fã de Young Justice? As duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix, já a 3ª está em andamento no serviço de streaming DC Universe. Tem alguma curiosidade interessante para acrescentar? Então deixe nos comentários logo abaixo 😉



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    Criminal Minds: 15ª temporada será a última

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    Um das mais longa série atualmente na televisão, Criminal Minds da CBS está chegando ao fim, mas não antes de começar um capítulo final. A rede renovou o drama policial para uma temporada de 10 episódios. A série, que atualmente está filmando o final de sua 14ª temporada de 15 episódios, permanecerá em produção contínua, gravando os 10 episódios adicionais durante a temporada de transmissão de 2019-20.

    Em 15 temporadas, Criminal Minds se igualarão às da ER da NBC e da CBS, com apenas Gunsmoke, L&O, L&O: SVU, NCIS Grey’s Anatomy atualmente à frente na lista dos dramas mais antigos de todos os tempos. 

    Criminal Minds,  que é estrelado por Joe Mantegna, vai finalizar com 325 episódios, chegando ao Top 20 de todos os tempos das maiores séries de TV.

    De fato, Criminal Minds tem sido uma grande atração nas reprises de cabo básico, e tem se saído muito bem na Netflix, além de fortes vendas internacionais. (A CBS compartilhou a receita das vendas da série com a Disney, cuja ABC Studios co-produz com a CBS TV Studios.)

    A decisão de fazer uma temporada final foi tomada, quando produtora executiva de longa data da Criminal MindsErica Messer, estava trabalhando nas histórias para os episódios finais da 14ª temporada e buscou orientação para fazer a season finale com um cliffhanger. Ou um final da série.

    Todas as partes envolvidas, CBS, ABC Studios e CBS TV Studios, se uniram e decidiram estender a série para dar um final adequado.

    Messer comentou sobre a temporada final:

    “Olhando para os últimos 10 episódios, acho que todo mundo vai ficar muito triste, e eu sei que esse elenco é tão afeiçoado um ao outro que eles se tornaram realmente uma família. Sempre que algo chega ao fim, há tristeza, mas isso é o fim de uma era. Desde 2005, e isso é muito tempo na vida e carreira de qualquer pessoa. Então, acho que todos ficaremos tristes por um tempo. Estamos tristes por isso ter acabado, mas também agradecidos por ter acontecido.”

    E aí, você é fã de Criminal Minds? O que acha da série estar caminhando para o seu término?? Deixe seu comentário e lembre-se de compartilhar essa notícia com seus amigos 😉