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    Call of Duty: Warzone | Localização dos bunkers da Segunda Guerra Mundial da Temporada 6

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    Com a última atualização de Call of Duty: Warzone, novos bunkers foram abertos por toda Verdansk. E apesar dessa ser a última temporada do Battle Royale no adorado mapa, estamos curiosos para saber qual a função deles em um vindouro futuro. Mas diferente dos antigos bunkers – até a temporada passada, fechados -, 3 novos bunkers estão abertos por toda Verdansk. Conforme o lançamento de Vanguard se aproxima, e o lançamento da Temporada 6, descobrimos novos bunkers com uma ambientação da Segunda Guerra Mundial.

    Ainda precisamos descobrir se alguns dos antigos bunkers foram abertos, mas se você clicar nesse link, encontrará a localização de todos os antigos bunkers do Warzone (que precedem o lançamento de Cold War), e todas as senhas para acessá-los.

    BUNKERS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NA TEMPORADA 6

    Três novos bunkers da Segunda Guerra Mundial apareceram por Verdansk com o lançamento da Temporada 6. Você não precisa de códigos específicos para acessá-los dessa vez e eles não oferecem tantas recompensas como os antigos, além de alguns itens medianos e caixas de suprimentos.

    Abaixo está a lista da localização dos bunkers, e logo depois, o mapa:

    • A noroeste da Radar Array;
    • Norte da área de Manutenção do Aeroporto;
    • Norte dos silos dentro de Boneyard.

    Cada um desses bunkers parecem ter duas entradas. Uma delas pode ser encontrada dentro de um container vermelho encontrado em cada um desses locais – o que nos ajuda a identificá-los de maneira fácil. Você poderá ver no chão, cabos que te permitirá descer ou subir do bunker. A segunda entrada é via uma das fissuras que foram abertas por Verdansk.

    Confira o mapa abaixo:

    Clique na imagem para abrir a imagem em alta resolução

    A temporada 6 de Call of Duty: Warzone e Black Ops Cold War foi ao ar no dia 6 de Outubro de 2021. A temporada 6 trouxe o fim do conflito entre Adler e Stitch. Enquanto nos aprofundamos nas memórias de Adler, três novos mapas foram liberados, assim com os bunkers da Segunda Guerra Mundial por toda Verdansk.

    Confira o trailer de Call of Duty: Vanguard:

    Call of Duty: Vanguard é produzido pela Sledgehammer e será lançado no dia 5 de Novembro para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.

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    CRÍTICA – Pokémon, o Filme: Segredos da Selva (2020, Tetsuo Yajima)

    Pokémon, o Filme: Segredos da Selva finalmente está disponível no Brasil. Após um lançamento limitado no Japão em 2020, o mais recente longa da franquia pode ser conferido oficialmente na Netflix.

    A plataforma já é a casa de vários outros filmes e séries de Pokémon, e há indícios de que essa parceria ainda irá durar por bastante tempo.

    SINOPSE

    Zaza cresce na floresta com um solitário Zarude. Ao conhecer Ash e Pikachu, ele descobre o mundo dos humanos – e um plano que ameaça seu lar!

    ANÁLISE

    Pokémon, o Filme: Segredos da Selva é, basicamente, uma releitura do clássico Tarzan dentro da franquia Pokémon. Ao encontrar um bebê na floresta, Zarude embarca em uma jornada para levar a criança de volta aos seus pais. Sua escolha faz com que ele se afaste de seu bando, que não entende por que um Pokémon deve doar sua existência para ajudar um ser humano.

    Paralelamente, Ash está em mais uma jornada com seu fiel escudeiro Pikachu, dessa vez explorando a floresta onde Zaza vive. É difícil saber qual o nível de experiência de Ash nesse longa, pois a linha do tempo não é muito clara.

    Apesar de trazer sempre o mesmo início de história, e mesmo a gente sabendo que o Ash será humilhado em algum momento, as histórias de Pokémon possuem um charme próprio e especial que nos fazem querer assistir a todos os lançamentos.

    Nesse filme, a sensação não é diferente. Mesmo se tratando de uma premissa um pouco batida, Zaza é um personagem cativante, e existe essa oportunidade de conhecermos melhor como se comportam os míticos Zarude.

    CRÍTICA - Pokémon, o Filme: Segredos da Selva (2020, Tetsuo Yajima)

    Além de Ash e Pikachu, a Equipe Rocket também está presente na produção. Apesar de serem personagens clássicos, aqui eles são tratados como meros coadjuvantes de luxo, tendo toda a atenção do roteiro voltada para o estabelecimento de Zaza no universo da franquia, e seu conflito sobre ser um humano e um Pokémon.

    A animação de Pokémon, o Filme: Segredos da Selva é muito bonita e com gráficos que lembram os filmes clássicos. Entretanto, há uma certa estranheza em alguns pontos da trama, principalmente nas inserções de elementos em 3D. O 3D utilizado possui um acabamento que chama muito a atenção, deixando o objeto completamente deslocado do cenário e personagens.

    Naturalmente, o excesso de atenção dado para o recurso acaba atrapalhando a concentração do espectador. Por vezes me peguei prestando mais atenção em como aquele elemento estava ruim na cena do que, de fato, nos acontecimentos da trama. Esses momentos acabam nos desconectando da produção, o que eu acredito ser um ponto muito negativo.

    CRÍTICA - Pokémon, o Filme: Segredos da Selva (2020, Tetsuo Yajima)

    O vilão da história, e todo o desenrolar de seu plano, são também previsíveis. Existem muitos momentos que necessitam de explicação, mas que as respostas não são encontradas durante a produção.

    Entretanto, mesmo com os pontos negativos, Pokémon, o Filme: Segredos da Selva é uma história sensível e positiva, sendo uma boa adição ao catálogo da Netflix e à franquia Pokémon em geral.

    VEREDITO

    Pokémon, o Filme: Segredos da Selva é um bom entretenimento para toda a família. Trazendo elementos clássicos e apresentando mais sobre Pokémon pouco explorados, o longa é uma divertida e espirituosa animação.

    3,5/5,0

    Assista ao trailer

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    CRÍTICA – What If…? (1ª temporada, 2021, Disney+)

    Jack Kirby e Steve Ditko são elementos indispensáveis quando o assunto é quadrinhos. Seus traços e histórias mudaram a forma de encararmos as HQ’s. Ambos, ao lado de Stan Lee, ressignificaram o conceito Marvel. E com o intuito de homenageá-los, a série animada What If…? chegou ao Disney+ baseada nos populares quadrinhos homônimos, apresentando diferentes destinos para seus personagens.

    Através dos quadrinhos, por exemplo, o Homem-Aranha tornou-se parte do Quarteto Fantástico nessa reinvenção de ideias, e assim como o Wolverine matou o Hulk ou até o Magneto dominou a América. Na série animada, outras alternativas são abordadas utilizando o Universo Cinematográfico Marvel (MCU) como base, trazendo personagens de toda a extensão Marvel para reconstruir de um novo modo histórias já vistas até então, porém em linhas temporais alternativas.

    A animação conta com quase todos os atores que passaram por produções do MCU, independente se os personagens estão mortos nos filmes ou não. Nomes como Tom Hiddleston, Sebastian Stan, Paul Rudd, Mark Ruffalo, Michael B. Jordan entre outros estão presentes na produção. Além disso, o ator Chadwick Boseman, que faleceu em 2020, também participou de What If…?, sendo esse um dos últimos trabalhos dele.

    SINOPSE DE WHAT IF…?

    Narrado pelo ator Jeffrey Wright (Westworld) como Uatu, o Vigia, a produção abre as portas para as infinitas possibilidades do Multiverso Marvel, ponderando a pergunta que dá título à série animada, “E se…?”. Com isso, exploramos diferentes linhas do tempo, nas quais os principais momentos do Universo Cinematográfico Marvel ocorreram de forma diferente.

    ANÁLISE 

    A animação What If...? estreou no Disney+ em 11 de agosto e contou com 18 episódios, lançados semanalmente, na primeira temporada

    A.C. Bradley é showrunner, roteirista e produtor, enquanto Bryan Andrews é responsável pela direção. O designer de produção Paul Lasaine revelou um pouco sobre o processo de elaborar a arte da série: as animações são renderizadas em 3D, depois ganham o aspecto 2D porque os layouts e as pinturas são finalizadas à mão pela equipe, processo semelhante ao de grande parte das animações 2D realizadas atualmente, em que os destaques ficam em relação ao visual dos cenários de toda a série.

    A primeira série animada da Marvel Studios entrega esta temporada com bastante êxito em sua proposta. No entanto, no seu desenvolvimento é possível encontrar falhas no momento em que o material possui potencial quase infinito, mas não chega a ousar. Com isso, cada episódio possui uma história paralela, fazendo com que a série se torne uma antologia até seus momentos finais.

    Em episódios específicos, os roteiros se perdem e tentam buscar o gancho em soluções simplistas e ágeis, devido à sua duração. As trajetórias dos personagens são deixadas de lado em prol do que deve e tem que acontecer. Há limitações também em como o multiverso ocorre em si, pois se limita a saídas simples, deixando de lado a complexidade existente nessa teoria.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | What If…?: Conheça Steve Rogers, o Homem de Ferro

    Apesar das falhas, What If…? não é dispensável. O seriado é necessário para se ter uma melhor ideia do conjunto de universos e como ele funciona com o seu multiverso, até para nos preparar para o quem está por vir nos próximos filmes do MCU. A série consegue ter um arco, mesmo com os seus médios trinta minutos por episódio.

    Além disso, vale ressaltar a atenção que selecionaram sobre a importância que serão os poderes de Doutor Estranho nesse combate com as anomalias do multiverso nesta nova fase do MCU, onde será explorada elementos sobrenaturais e místicos.

    A animação What If...? estreou no Disney+ em 11 de agosto e contou com 18 episódios, lançados semanalmente, na primeira temporada

    Não dá para acusar de falta de criatividade visual, já que tivemos por exemplo uma Nebulosa estilizada, além de uma alusão ao clássico filme familiar Querida, Encolhi as Crianças (1989), também dirigido por Joe Johnston. Porém, insuficiente como forma de lazer.

    VEREDITO

    What If…? possuía muito mais material para ousar em diversos aspectos. Alguns episódios se tornaram cansativos com características cansativas e clichês. Já outros ganharam destaques por arriscar e aplicar referências às HQ’s.

    De forma geral, a série serviu como fator mercadológico e também para a realização de testes com o intuito de ver como o público reage a certas abordagens de seus heróis. Assim, a produção estuda melhor a perspectiva da aceitação e/ou rejeição que elas causam, prospectando uma margem do que os espectadores querem ver ou não com Doutor Estranho, Homem-Aranha e companhia.

    3,0 / 5,0

    Todos os episódios da 1ª temporada de What If…? estão disponíveis no Disney+.

    Assista ao trailer:

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    CRÍTICA – Madres: Mães de Ninguém (2021, Ryan Zaragoza)

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    Madres: Mães de Ninguém é um dos quatro filmes do projeto “Bem-Vindo a Blumhouse”, parceria da Blumhouse com a Amazon Prime Video.

    SINOPSE

    Beto (Tenoch Huerta) e Diana (Ariana Guerra) são um casal mexicano-americano. Eles estão prestes a ter um filho e ele recebeu uma boa proposta de emprego em uma pacata cidade dos Estados Unidos.

    Todavia, esse lugar guarda segredos sobre o grande índice de mortes de bebês, algo que amaldiçoa o lugar. Será que o filho do casal terá o mesmo destino?

    ANÁLISE

    Madres: Mães de Ninguém é um longa que mistura elementos sobrenaturais com uma história real. O longa tem um ritmo bastante lento e é bem sonolento em diversos momentos.

    A construção dos personagens é ruim e os dilemas iniciais sobre a cultura e pertencimento não são bem trabalhados. A ideia de ter uma mulher branca salvadora é colocada em xeque aqui, mas logo é esquecida, pois o filme faz justamente isso.

    Os momentos de horror são risíveis por conta da atuação ruim de Ariana Guerra, que sofre bastante para ser a protagonista do longa. O trabalho de Tenoch Huerta (Uma Noite de Crime 5: A Fronteira) é bem competente, fazendo com que torçamos por ele.

    O terceiro ato de Madres salva o filme, pois aborda muito bem questões como racismo, xenofobia e como  a justiça pode ser cega e sem escrúpulos aos mais necessitados. Essa parte da história demora demais a chegar, o que prejudica bastante a fluidez do longa que foca mais em sustos baratos e um desenvolvimento bem aquém de uma trama que poderia ter sido muito melhor aproveitada pela equipe de roteiristas e direção.

    VEREDITO

    Madres: Mães de Ninguém é um desperdício de uma boa história e que conta com uma protagonista ruim.

    Se o filme focasse mais nas questões levantadas em seu terceiro ao, com certeza seria muito melhor desenvolvido e poderia trazer bons apontamentos reflexivos, uma pena para um grande potencial desperdiçado.

    2,7/5,0

    Veja o trailer de Madres:

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    CRÍTICA – Tem Alguém na Sua Casa (2021, Patrick Kack-Brice)

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    Tem Alguém na Sua Casa é o mais novo filme de terror slasher da Netflix que conta com a direção de Patrick Kack-Brice.

    SINOPSE

    Um assassino em série começa a matar vários adolescentes com segredos obscuros em uma cidade dos Estados Unidos.

    Agora todos devem temer por sua vida, pois lá no fundo nós temos algo que nos assombra e esse assassino sabe e vem para cobrar o preço.

    ANÁLISE

    Tem Alguém na Sua Casa é mais um filme de assassinos em série, todavia, traz elementos bem contemporâneos e, consequentemente, uma nova roupagem para o gênero, uma vez que agora a tecnologia é uma aliada para os antagonistas.

    A ideia do longa é a seguinte: quanto vale um segredo obscuro? Essa premissa começa de forma bastante interessante no primeiro ato, pois apresenta o lado sombrio das vítimas. 

    Entretanto, do segundo ato em diante, o roteiro mostra diversas falhas e não sustenta sua narrativa. Pior do que isso, o filme começa a entrar nos clichês mais básicos possíveis como, por exemplo, mostrar um matador implacável que não é tão mortal assim dependendo do grau de importância do personagem. 

    Contudo, o maior problema está no terceiro ato, pois além de decepcionante a revelação do serial killer, algumas coisas param de fazer sentido, tornando Tem Alguém na Sua Casa uma obra genérica e que só se salva pela violência extrema apresentada ao longo do tempo.

    VEREDITO

    Com uma ideia inicial interessante, mas com escorregões gigantescos do segundo para o terceiro ato, Tem Alguém na Sua Casa é um filme que poderia ser épico, mas se torna esquecível.

    Com boas atuações, mas uma direção confusa e sem propósito, o filme se perde nas aleatoriedades e previsibilidade, jogando todo seu potencial no lixo.

    Todavia, sua violência macabra e boas cenas de terror salvam o que poderia ter sido um grande desastre.

    3,5/5,0

    Confira o trailer de Tem Alguém na Sua Casa:

     

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    CRÍTICA – A Mansão (2021, Axelle Carolyn)

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    A Mansão é um filme que faz parte do projeto Bem-Vindo a Blumshouse, parceria entre a Blumhouse e Amazon Prime Video que existe desde 2020.

    SINOPSE

    Judith (Barbara Hershey) é uma idosa que chegou ao seus 70 anos e teve um derrame em sua festa. Ela decide ir para uma casa de repouso de idosos para não dar trabalho aos seus parentes, mas o que  Judith não sabe é que coisas estranhas acontecem naquele lugar misterioso.

    ANÁLISE

    A Mansão é um filme que tem como proposta um terror mais psicológico, muito diferente de Bingo Hell e Negra Como a Noite. Com o intuito de mostrar as agruras da velhice e de como nosso corpo para de funcionar aos poucos, o longa acerta em sua assertividade e ideia.

    A atuação de Hershey é segura e mostra que a atriz domina sua personagem, pois Judith tem muito a perder e a viver, mesmo que tenha seus 70 anos.

    O roteiro possui uma barriga em seu segundo ato e os jump scares não funcionam. O longa em si não é assustador, contudo nos faz refletir a respeito do horror de não ser mais donos de nós mesmos, tampouco ter o respeito dos que são mais jovens.

    Além disso, o terceiro ato traz uma virada interessante e nos dá uma decisão ousada, mas que faz total sentido dentro do que nos feito apresentado. Um grande ponto para Axell Carolyn.

    VEREDITO

    Com uma ideia interessante e uma boa construção de horror, A Mansão é um filme que mistura bem suspense e terror psicológico.

    Com alguns problemas de direção, o longa perde alguns pontos, todavia, intriga e faz refletir, algo muito positivo para obras do gênero.

    4,0/5,0

    Confira o trailer de A Mansão:

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