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    CRÍTICA – Colônia Dignidade: Uma Seita Nazista no Chile (2021, Netflix)

    Colônia Dignidade: Uma Seita Nazista no Chile é uma produção documental da Netflix divida em seis episódios e foi realizada em conjunto com a Alemanha.

    Dirigida por Wilfried Huismann e Annette Baumeister, produzida por Gunnar Debio, Regina Bouchehri e Daniela Bunster.

    SINOPSE

    Uma colônia de alemães cristãos comandada por um líder carismático e manipulador se estabelece no Chile e se torna cúmplice da ditadura no país.

    ANÁLISE

    É extremamente difícil acreditar em todas as atrocidades que aconteceram na Colônia Dignidade. A história de um vilarejo de colonos alemães perto das Cordilheiras dos Andes, no Chile, que operava como uma seita nazista parece até uma história de ficção, mas foi real para os alemães e até mesmo chilenos que conheceram Paul Schäfer.

    Nesse sentido, o documentário da Netflix traz momentos inéditos da história por trás da Colônia Dignidade ao contextualizar a vida de Schäfer e como o mesmo foi parar no Chile com dezenas de imigrantes alemães. Ao final da Segunda Guerra Mundial e com a derrota do nazismo, Paul Schäfer chegou a construir um lar para jovens na Alemanha, mas foi acusado de violência sexual e em 1961 fugiu para outros países até chegar no Chile, onde foi recebido de braços apertos pelo governo chileno.

    Logo, ele fundou a Colônia Dignidade, uma comunidade agrária utópica que mantinha seus membros em constante vigilância e disciplina. Schäfer era extremamente religioso e constantemente pregava com um megafone em cima de seu cavalo para os colonos, enquanto estes trabalhavam na terra.

    Como essa população decidiu por seguir esse homem ainda é um mistério, mas é preciso levar em conta o cenário político social que Alemanha passava no pós guerra, com muitas famílias ficaram sem nenhum dinheiro ou até mesmo casa. A imigração era a única solução e assim o nazismo correu para a América Latina, infiltrado nessas famílias de imigrantes.

    Dessa forma, o documentário da Netflix expõe de forma nua e crua todo o processo horrendo que essas pessoas passaram com Paul Schäfer. Quando chegavam à colônia, as famílias eram separadas, bem como meninos e meninas também. Assim, Schäfer pôde submeter os colonos a alienação parental, lobotomia, manipulação psicológica, trabalho escravo e especificamente com as crianças, houve tortura, sequestros e estupros. Segundo uma das vítimas, o líder da colônia queria criar um “paraíso pedófilo”.

    Para contar essa trágica história, Colônia Dignidade: Uma Seita Nazista no Chile utiliza de um extenso arquivo em vídeo e fotos da colônia, mesclando com entrevistas e algumas cenas simuladas. Desde o início da colônia, um cineasta a documentou mostrando uma visão feliz das pessoas, uma fachada que foi transformada em propaganda para atrair mais participantes. Paul Schäfer chegou a construir um hospital comunitário para a população chilena que desconfiava de suas ações e dessa forma, também sequestrou dezenas de crianças chilenas.

    O documentário relata com uma riqueza de detalhes o início e fim da Colônia Dignidade, ao passo que entrevista vítimas dos processos de desumanização cometidos pelo líder Schäfer. É uma história surreal e trágica, mas que finalmente chega à tona como uma forma de expor as atrocidades cometidas em Colônia Dignidade e honrar a memória daqueles que sofreram nas mãos de Paul Schäfer.

    VEREDITO

    Colônia Dignidade: Uma Seita Nazista no Chile relata em mínimos detalhes as atrocidades da seita nazista comandada pelo alemão Paul Schäfer. O documentário tem um grande material em vídeo e fotos que dão luz aos acontecimentos, mas são as entrevistas das vítimas que enfatizam os traumáticos acontecimentos.

    Após fugir, Schäfer foi preso em 2005 na Argentina, julgado e condenado; e morreu em uma prisão chilena em 2010.

    4,0 / 5,0

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    CRÍTICA – Diana: O Musical (2021, Christopher Ashley)

    Diana: O Musical é uma peça teatral filmada na Broadway que relata a turbulenta vida de Diana Frances Spence, conhecida como Princesa Diana na corte da família real britânica. Diana tem música e letra de David Bryan e Joe DiPietro e é dirigido pelo vencedor de um Tony, Christopher Ashley. No elenco estão Jeanna de Waal, Erin Davie e Roe Hartrampf.

    SINOPSE

    O  musical feito em homenagem a Diana (Jeanna de Waal), Princesa de Gales conta a história de sua breve e fascinante vida. Filmado antes da estreia original na Broadway, a produção foi gravada no Longacre Theatre em Nova York durante a pandemia COVID-19.

    ANÁLISE

    O musical da Broadway em homenagem a Princesa Diana reafirma a incrível mulher que Diana foi ao relatar toda sua tragédia e também alegrias dentro da família real. De certa forma, a produção também relembra seu legado e impacto no mundo, ao mesmo tempo que deixa evidente que Diana foi muito mais que um “rosto bonito” na corte.

    Nesse sentido, o musical busca retratar todo o assédio, pressão e injustiças cometidas contra a princesa e o quanto Diana precisou ser forte para sempre dar a volta por cima. Por se tratar de um musical em formato de peça é inegável o poder de síntese da atriz e cantora Jeanna de Waal que dá vida a Diana. Suas expressões, gestos e mudanças de comportamento quando uma cena acaba e outra começa demonstram seu talento e uma exímia representação de Diana.

    Diana O Musical

    Da mesma forma que Roe Hartrampf assume perfeitamente todas as características do Príncipe Charles. Logo, a dinâmica conflituosa entre Diana e Charles é exposta de maneira crua e nua no musical e somados a Erin Davie como Camilla Sand (amante e atual esposa de Charles) configuram uma trama regada a traições e desgosto. Dessa forma, o musical dirigido por Christopher Ashley compreende seu potencial, ainda que nunca o explore totalmente.

    Visto que, por mais que o espectador saiba que Charles, Camilla e a família real são culpados pelos abusos cometidos em Diana, o show nunca assume essa questão. Todavia, preferindo por uma abordagem mais cínica e cria um amor incondicional entre Charles e Camilla. Ainda que o musical não coloque Diana como uma pedra no caminho é evidente que a mesma estava atrapalhando o casal.

    Por isso, ao invés de levantar teorias a peça opta por tratar o acidente de Diana como uma fatalidade e enfatizar que a princesa estava livre de suas funções na corte e também como esposa. É uma visão mais racional que deixa a figura de Diana em vida brilhar mais que sua morte. Dessa forma, todas as ações realizadas por Diana mostram o quanto ela era inteligente e sagaz, a mulher que enfrentou a família real britânica e será para sempre amada por todos.

    Acerca da peça teatral é evidente que pandemia pois em cheque as apresentações na Broadway, ao mesmo tempo que abriu margem para que esse tipo de produção fosse explorado em outros formatos e chegassem a outros públicos. O impacto que Hamilton teve na Disney é também um dos responsáveis por Diana: O Musical chegar tão bem na Netflix.

    Logo, o musical abusa de lindos figurinos e um cenário interativo que muda de forma a cada ato. Ainda que as músicas sejam imemoriais, há um tom dramático e verdadeiro em cada canção que a sua maneira expressa cada sentimento e intenção dos personagens.

    VEREDITO

    Diana: O Musical tem potencial, mas este não é completamente explorado. As músicas situam o espectador no momento da cena, mas logo se tornam cansativas. Para além, a atuação de Jeanna de Waal e Roe Hartrampf são o que verdadeiramente dá o tom certo ao filme.

    3,0 / 5,0

    Confira o trailer do musical:

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    CRÍTICA – A Cidade dos Amaldiçoados (2021, Diário Macabro)

    A Cidade dos Amaldiçoados é uma obra escrita por John Wyndham e é distribuída no Brasil pela editora Diário Macabro.

    SINOPSE

    Em uma pacata cidade do interior da Inglaterra chamada Midwich, um misterioso apagão ocorre e todas as mulheres férteis da cidade engravidam da noite para o dia.

    Agora, os cidadãos de lá além de intrigados, vivem com medo, pois não sabem de onde vem a possível ameaça que faz parte do ventre de suas famílias.

    ANÁLISE

    A Cidade dos Amaldiçoados é uma obra de ficção que faz diversas alegorias para retratar realidades bastante incomodativas, mas que fazem parte de uma paranoia de um veterano de guerra.

    De fato, o início onde somos apresentados há uma problemática bastante incomum nos faz pensar na vida dos cucos, assim como os próprios personagens divagam sobre. O fato de um predador colocar sua prole no meio de uma espécie inocente pode remeter, e muito, às mulheres que são abusadas sexualmente e que por pressão e culpa, criam os filhos dos seus agressores, seja por conta de crenças de uma sociedade hipócrita, seja porque há algum afeto ou até mesmo muito medo.

    Além disso, a obra de Wyndham também fala sobre como as crianças podem afetar o dia a dia de famílias que veem na maternidade um fardo, principalmente as matriarcas que são diretamente afetadas. Cada linha reforça e muito bem como o destino de uma criança não está em nossas mãos e que muitas vezes o processo de ter uma família nem sempre é prazeroso e feliz, algo que muitas vezes é relatado de forma bastante equivocada.

    O livro tem como principal característica personagens homens que tem muitas camadas, mas mulheres que não acrescentam muito à trama, um equívoco enorme, pois são elas as principais afetadas por tal invasão. O ponto de vista de um homem na trama não ajuda muito no desenvolvimento da história que seria muito mais rica pela experiência de uma das mulheres que fazem parte daquele lugar.

    De mais positivo, temos decisões bastante ousadas e uma narrativa que nos faz imergir pelo espetáculo e, principalmente, pelo incomum, uma vez que histórias que fazem alusão à ficção científica são sempre muito bem-vindas e A Cidade dos Amaldiçoados com certeza é uma dela, visto que tem uma proposta muito interessante.

    VEREDITO

    Com um conteúdo bastante rico e personagens bons, mas com o viés errado, A Cidade dos Amaldiçoados é uma obra que vale muito a pena ler. Para quem gosta de historias curiosas e que nos deixam bastante atentos, o livro de John Wyndham é um prato cheio aos leitores mais assíduos por um bom enredo.

    4,0/5,0

    Editora: Diário Macabro

    Autor:  John Wyndham

    Páginas: 288

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    CRÍTICA – Heroínas (2021, Editora Corvus)

    O livro Heroínas, produzido pela editora Corvus, está disponível nos formatos e-book e físico, o segundo o qual tivemos a oportunidade de recebê-lo, contém 200 páginas, com vários contos com uma proposta bastante diferente do que costumamos acompanhar no mercado literário.

    Organizado pela Clara Madrigano, Heroínas conta com o trabalho de autoras como Ana Cristina Rodrigues, Anna Martino, Deia Klein, Fabiana Ferraz, G. G. Diniz, Geovanna Ferreira, Karen Alvares, Mariana Madellin, Thais Rocha e The Wolf.

    Estas convidadas reinventaram a trajetória de mulheres importantes da história mundial devido a sua marcante luta por liberdade, amor e, principalmente, por direitos iguais.

    ANÁLISE

    Confesso que ao saber com antecedência do que se tratava a obra Heroínas, fiquei bastante receosa, por estar saturada do mercado de livros, só abordarem a história de algumas personalidades mulheres, ignorando ou não desconhecendo a existência das que não são tão populares assim.

    E segundo, por acreditar que a narrativa é muito romantizada e clichê, fugindo por vezes da verdade e essência daquela pessoa que realmente existiu e que mesmo sendo uma mulher extraordinária, continua sendo uma humana com suas particularidades e defeitos.

    Felizmente, Heroínas fugiu das minhas expectativas, pois apresentou uma ficção de mulheres como Frida Kahlo, Cléopatra, Joana D’arc, Dandara dos Palmares, mais conhecidas e que muita gente escolher para serem suas musas.

    Porém, quebrou a minha visão por falar daquelas que são apagadas pelo machismo de suas épocas e da nossa também, como Leila Diniz, Camille Claudel, Nancy Wake, Maria Callas, Zacimba Gaba, a última e não menos importante recebe o esquecimento não apenas pelo seu gênero, mas por sua cor, pela sua luta que foi constante em libertar o povo negro.

    Portanto, a nova produção da Editora Corvus, me cativou por me conceder a oportunidade de conhecer mais mulheres incríveis, fugindo do clichê e usando o talento das escritoras para criar perspectivas por vezes até mais bondosas que a sociedade foi para com essas mulheres.

    Mas, alguns contos não são agradáveis devido uma certa urgência em passar sua história, parece que houve um receio de não conseguir transmitir tudo que queria e optaram por acelerar a narrativa e a construção do personagem principal.

    Também não gostei da capa, apesar de ter gostado das pequenas ilustrações que marcam cada começo de capítulo, acredito que o trabalho da capa é ótimo, mas não conversa com o que o livro quer passar.

    Entretanto, gostaria de destacar o meu conto favorito,  o “Toda batalha deve ser lembrada”, da Mariana Madelinn, que reinventou Zacimba Gaba. Este foi totalmente comovente, causando aqueles arrepios de emoção na espinha, um perfeito equilíbrio de força, luta, enquanto abriu espaço para compaixão, lealdade, amizade, ternura e religiosidade.

    Fugindo do padrão da cultura pop, que tem a péssima mania de mostrar mulheres fortes, mas que são frias e indiferentes as relações e sentimentos humanos. 

    VEREDITO

    Como expliquei, alguns contos possuem uma narrativa muito acelerada, transformando em algo esquecível, sem carisma, ou seja, bem fraco, o que foi responsável por arrancar alguns pontos no momento de avaliação.

    Porém, outros fugiram da curva de abordar apenas as mulheres mais famosas, apresentando para o público aquelas cuja sociedade tenta esconder em seus porões dos preconceitos.

    Dentro desses que mais cativam, a narrativa e o perfeito gosto de força e característica de uma mulher que mesmo sendo uma heroína, continua sendo humana, e isso, as autoras conseguiram transparecer um trabalho mais fiel e sem romantizações forçadas.

    3,5/5,0

    Editora: Corvus

    Diversas autoras

    Páginas: 200

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    CRÍTICA – The Addams Family: Mansion Mayhem (2021, Outright Games)

    Depois de 20 anos sem nenhum jogo lançado, A Família Addams voltou ao mundo dos games em 24 de setembro de 2021. The Addams Family: Mansion Mayhem foi lançado para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC (via Steam).

    Neste artigo você confere nossa análise do jogo para Nintendo Switch.

    SINOPSE

    Eles são esquisitos e pirados, e agora um visitante misterioso quer tomar a pavorosa mansão deles! Só você e seus amigos podem ajudar Wandinha, Feioso, Gomez e Mortícia a salvar a mansão da Família Addams nessa nova aventura de plataforma 3D hilária para até quatro jogadores.

    Explore como nunca as profundezas e os mistérios mágicos da mansão para descobrir segredos e salvar esse casarão lendário.

    Use as habilidades especiais desses personagens icônicos, como o Sabre Mazurca do Gomez ou Sócrates, o polvo de estimação da Wandinha, para resolver quebra-cabeças e encontrar relíquias que revelam o passado cabeludo da mansão. Jogue com amigos e contra eles em minijogos multiplayers que vão despertar o seu lado competitivo.

    ANÁLISE DE THE ADDAMS FAMILY: MANSION MAYHEM

    O vilão Kyle está tentando forçar A Família Addams a deixar a sua mansão, alegando que irá comprá-la de maneira legítima. Para tanto, ele exige que a assustadora família deixe o lar em até 48 horas.

    Como forma de evitar isso, Gomez, Mortícia, Wandinha e Feioso devem vasculhar os aposentos e o terreno da mansão em busca de registros que possam impedir o despejo.

    A solução: com uma magia da Vovó, os Addams encolhem para vasculhar caldeirão de comida na cozinha, mesa de jantar e outros tantos móveis e objetos espalhados pela mansão. Também controlamos os personagens em outros ambientes do terreno, como um cemitério.

    A história simples é contada por meio de ilustrações e legendas em português no início do jogo e à medida que você conclui cada fase. Isso é um bom atrativo, especialmente considerando que The Addams Family: Mansion Mayhem é focado no público infantojuvenil.

    Os gráficos não são perfeitos, com um acabamento sem muito primor na ambientação das fases. Eventualmente há presença de serrilhado nos personagens e em recursos da trama, com os dobrões que é preciso coletar nas fases. Por vezes também o mapa se perde enquanto renderiza à medida que você progride em cada fase.

    No entanto, esses aspectos visuais não chegam a ser problemas graves e não prejudicam a gameplay.

    The Addams Family: Mansion Mayhem é um jogo de plataforma 3D lançado em 24 de setembro de 2021. Confira a análise para Nintendo Switch

    Um ponto negativo é a duração de cada fase. Independentemente de você explorá-las em busca de concluir os três objetivos de uma só vez, ou apenas seguir no caminho indicado, certamente será preciso no mínimo 10 minutos para superar cada uma.

    As fases são mais longas do que deveriam. Alguns objetivos não são tão fáceis de entender, pois são apenas uma frase. Por exemplo: prato de porco penado. Isso acaba não dizendo nada, e alguns elementos visuais da ambientação podem contribuir para um entendimento errado, tornando sua exploração desnecessariamente mais longa.

    Apesar de ser um tanto negativo, o jogo não é punitivo. Cada jogador(a) tem três corações como vida, mas se perder todas você renasce da mesma forma. Ou seja, não precisa retomar seu progresso, até porque não há checkpoints nas fases.

    Jogando sozinho isso rapidamente torna The Addams Family: Mansion Mayhem monótono. No entanto, em multiplayer você não se sente tanto a duração das fases, pois o jogo é mais dinâmico. Ter que lidar com a movimentação da câmera à distância desse jogo 3D de plataforma com dois ou mais players pode ser caótico, mas mesmo assim um desafio agradável.

    Assista à nossa gameplay comentada no player a seguir:

    Por falar no modo multijogador, esse é o grande trunfo de The Addams Family: Mansion Mayhem. O jogo é muito mais divertido jogando entre duas, três ou quatro pessoas.

    A experiência multiplayer se torna ainda melhor com os minijogos, incluídos gradualmente no avançar do modo história, mas que também podem ser jogados separadamente a qualquer tempo. Os minigames são muito divertidos também solo, mas a competição entre players locais deixa tudo mais atrativo.

    VEREDITO

    The Addams Family: Mansion Mayhem é um jogo com mecânicas sem grandes atrativos e com alguns pontos que poderiam ser melhor explicados. No entanto, esses pontos negativos ficam em segundo plano se você o aproveitar com duas ou mais pessoas, pois o forte do game é o modo multiplayer.

    O modo multijogador é o maior trunfo desse jogo estilo plataforma 3D, tanto nos minijogos, como no modo história (que também conta com minigames ao longo da jornada). Mesmo focado no público infantojuvenil, sem dúvidas esse é um jogo que garante muita diversão para toda a família!

    3,2 / 5,0

    Assista ao trailer de The Addams Family: Mansion Mayhem

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    Injustice 3: Confira os 5 personagens mais interessantes do vazamento [RUMOR]

    Injustice 3 é uma incógnita até agora e muitos rumores estão surgindo em torno de um dos títulos mais amados dos últimos anos.

    Recentemente foi vazada uma lista de diversos personagens do jogo, inclusive com as DLC’s que poderiam ser incluídas, trazendo personagens como Johnny Cage, de Mortal Kombat, e Neo, de Matrix, por exemplo.

    Agora há uma expectativa muito grande em relação à confirmação do game e seu elenco de heróis e vilões da DC, por isso, vamos elencar aqui os nomes mais interessantes que foram vazados.

    Lembrando que se trata apenas de um forte rumor, então, caso não seja confirmado, avisamos aqui de antemão!

    ANTIMONITOR

    Um dos vilões mais poderosos da DC Comics, o Antimonitor seria um personagem de pré-venda, assim como Darkseid foi em Injustice 2.

    Com poderes quase ilimitados, O Antimonitor poderia ser um personagem bastante apelão, podendo usar as alterações de realidade como habilidade especial ou até mesmo a absorção de energia. Além disso, como um dos brutamontes do time, ele pode usar o cenário inteiro para destruir seus oponentes, sendo um dos personagens jogáveis mais difíceis de enfrentar do game.

    HE-MAN

    Mestres do Universo: Salvando Eternia | Conheça os heróis e seus dubladores

    O Príncipe de Grayskull foi uma das maiores surpresas dentro do vazamento, pois sequer imaginávamos que isso poderia acontecer.

    Como o Superman pendeu para o lado da tirania, seria interessante ter um novo panteão da justiça pelos lados da DC Comics, podendo auxiliar o time Batman a vencer as ameaças.

    Por se tratar de um personagem convidado, ele não faz parte do cânone, todavia, seria interessante ver embates do He-Man com heróis e vilões do universo DC em Injustice 3.

    ETRIGAN

    injustice 3

    Agora um dos membros mais poderosos e peculiares da Liga da Justiça Sombria: Etrigan.

    Com poderes como cuspir bolas de fogo, força sobre-humana e uma espada que corta até pensamentos, Etrigan é um dos grandes oponentes. O anti-herói seria um dos personagens mais legais do game, podendo ter um especial bastante inventivo com seus poderes de piromancia e sua mitologia de demônios e magos.

    NEKRON

    Um dos grandes vilões dos Lanternas Verdes e possível antagonista principal em Injustice 3, Nekron é uma excelente possível adição ao elenco do jogo.

    O líder dos Lanternas Negros é um dos personagens mais sombrios e macabros da DC, possuindo o poder de ressuscitar os mortos e com certeza trazer diversos aliados que foram trucidados na batalha entre o Regime e a Resistência.

    Nekron é impetuoso, sanguinário e extremamente letal com seus inimigos e será uma das maiores ameaças e personagens apelões do jogo.

    CONSTANTINE

    John Constantine é talvez um dos mais pedidos de Injustice desde de a criação do jogo.

    Muito querido pelos fãs, o mago beberrão e mais politicamente incorreto da DC tem uma gama imensa de truques na manga com sua magia.

    Os rumores apontam que a mecânica de jogo de Shang Tsung será adotada pelos programadores para que Constantine seja concebido. Agora é torcer para que ele seja confirmado, pois a possibilidade de técnicas é infinita em seu estilo de luta.

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