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    Malcolm & Marie: Filme com Zendaya e John David Washington ganha data de estreia

    De acordo com o The Hollywood Reporter, a Netflix está decidida a fazer forte campanha para que Malcolm & Marie seja concorrente no Oscar 2021. O filme preto e branco estrelado por Zendaya e John David Washington foi gravado durante a pandemia, e vendido para o streaming – em uma disputa acirrada com outros distribuidores – por US$ 30 milhões.

    O THR também divulgou com exclusividade uma nova imagem do longa:

    O drama de romance conta a história de Malcolm (Washington), um cineasta que volta para casa com sua namorada Marie (Zendaya) depois da estreia de seu filme, que ele espera ser um grande sucesso de crítica e público. Mas a noite que marcava uma celebração começa a se tornar turbulenta depois que revelações sobre o relacionamento dos dois vêm à tona, testando a força do amor do casal.

    O filme foi escrito, dirigido e produzido por Sam Levinson, criador de Euphoria, estrelada por Zendaya. Os dois se preparavam para gravar a segunda temporada da série quando tiveram que entrar em quarentena, e a atriz então propôs a ideia do projeto. Eles então escolheram Washington, que chamou atenção em Infiltrado na Klan e agora estrela Tenet, de Christopher Nolan.

    O lançamento mundial será feito na plataforma no dia 05 de fevereiro de 2021.



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    CRÍTICA | The Umbrella Academy: Dallas – Vol. 2 (2008, Devir)

    The Umbrella Academy: Dallas é o segundo volume da HQ criada por Gerard Way e Gabriel Bá e é distribuída pela Devir no Brasil.

    SINOPSE

    Depois de evitar o apocalipse, a The Umbrella Academy tenta se reerguer e reconstruir seus laços quebrados. Entretanto, a Temps Aeternalis, corporação da qual o Número Cinco fez parte, envia Hazel e Cha-Cha para eliminar o jovem-idoso.

    ANÁLISE

    Diferente do primeiro volume de The Umbrella Academy, Dallas explora ainda mais os arcos dos outros personagens, visto que em Suíte do Apocalipse temos um enfoque maior em Klaus, Cinco e Vanya.

    Aqui Diego, Luther, Alisson e Cinco têm suas histórias ainda mais elaboradas, trazendo ainda mais intensidade para eles. The Umbrella Academy: Dallas tem um roteiro muito mais consistente e divertido, pois traz personagens ameaçadores como Hazel e Cha-Cha e ainda reconta a morte do presidente norte americano John F. Kennedy de uma forma bastante surpreendente.

    O grande nome sem dúvida é Alisson/Rumor, visto que ela tem uma importância fulcral para a trama e sua personalidade é forte.

    Luther e Diego são as veias cômicas, assim como Klaus que continua sombriamente hilário, funcionando com uma dinâmica muito divertida.

    A ação está nas mãos de Número Cinco que continua com suas acrobacias e golpes letais, afinal temos revelações bombásticas sobre sua estadia na corporação. Vanya fica escanteada em Dallas, pois sua história ainda precisa de continuidade e o segundo volume foca mais na ação.

    The Umbrella Academy: Dallas é engraçada e lida muito bem com o tom aventuresco do grupo mais desajustado dos quadrinhos underground.

    VEREDITO

    The Umbrella Academy

    Com um texto excelente e ilustrações vivas e cheias de energia, por exemplo, The Umbrella Academy: Dallas apresenta uma evolução muito boa em relação ao seu primeiro capítulo.

    Gabriel Bá e Gerard Way conseguem entregar uma história com cenas icônicas e nonsense, visto que conseguem unificar fatos históricos a trama da família mais doida das HQs. Vale demais a leitura!

    5,0 / 5,0

    Editora: Devir

    Autores: Gerard Way e Gabriel Bá.

    Páginas: 186

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    The Mandalorian: Como Ahsoka pode ajudar Mando com o Baby Yoda

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    A apresentação de Ahsoka de The Mandalorian está prestes a acontecer, mas como exatamente ela ajudará Din Djarin em sua missão de reunir o Baby Yoda com os Jedi?

    ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS DO ENREDO DE THE MANDALORIAN A SEGUIR

    A 2ª temporada da série de Star Wars do Disney+ está com três episódios dos oito da temporadas já lançados. E enquanto a série continua, a espera pela estreia de Ahsoka Tano está só aumentando, especialmente desde que ela foi diretamente mencionada no 3º episódio da 2ª temporada da série, intitulado de “A Herdeira“.

    Durante o 2º episódio da 2ª temporada, Din e a Criança tinham a missão de levar a Lady Frog ao seu marido, em troca de uma nova informação acerca de onde ele poderia localizar outros Mandalorianos.

    Apesar da informação não ter dado em nada, Din ainda encontrou três dos seus que o deram a informação de onde poderiam localizar os Jedi. Bo-Katan Kryze, que fez sua estreia live action de The Mandalorian, contou a localização de Ahsoka em troca de ajuda para roubar uma nave Imperial.

    Bo-Katan revela que Ahsoka está na cidade Calodan no planeta floresta Corvus, fazendo com que Din e a Criança continuem seguindo em frente.

    Após Din conhecer a Togruta, será interessante ver como ela pode ajudá-lo exatamente em sua empreitada. Apesar de Bo-Katan ter a chamado diretamente de Jedi, esse não é exatamente o caso; Ahsoka deixou a Ordem Jedi durante a Guerra dos Clones após ela perder a fé na organização.

    Desde então, ela passou grande parte do tempo atuando independentemente, ajudando aqueles em necessidade e se juntando a aliados em novas aventuras. Independente do seu título real, entretanto, ela pode ajudar o Mando de algumas maneiras diferentes.

    Dado o tempo que ela passou junto a Ordem Jedi, Ahsoka já conheceu o Mestre Yoda – que é da mesma espécie que a Criança. Até agora em The Mandalorian, ninguém parece saber nada sobre a raça dele, o que faz sentido, considerando o quão rara a espécie dele é.

    Ahsoka pode dar a Din algumas informações sobre o que ela sabe sobre o Mestre Yoda, que pode ajudá-lo a entender melhor a Criança, suas necessidades e suas habilidades.

    Enquanto isso, apesar de Ahsoka não mais fazer parte da Ordem Jedi, ela é uma sensitiva da Força, assim como a Criança. É justo dizer que Din não está ciente do que isso significa, já que ele descreve a habilidade do Baby Yoda apenas como “o poder de mover as coisas com a mente”.

    Apesar da armeira relacionar imediatamente a habilidade da Criança com os Jedi, ela também não parece saber como ela funciona exatamente. Com Ahsoka por perto, ela pode não apenas informar o Mando melhor sobre as habilidades especiais do Baby Yoda, como também, pode ensinar a Criança novas habilidades que podem se mostrar úteis.

    Então quais são as chances de Ahsoka realmente levar Mando até os Jedi? É difícil dizer já que não sabemos muito sobre o que a personagem está disposta a fazer nesse ponto da história de Star Wars.

    Como mencionado anteriormente, ela não é tecnicamente uma Jedi, então é possível que ela não se envolva ou não tenha contato com qualquer um na Ordem Jedi.

    Dito isso, dependendo se ela e Sabine Wren localizaram Ezra Bridger, ele pode ser a chave para levar o Baby Yoda até os Jedi, já que ele tecnicamente ainda é um.

    De qualquer forma, é justo dizer que se Din e o Baby Yoda encontrarem Ahsoka nos próximos episódio de The Mandalorian, isso não indica o fim da série.



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    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E1 – The City of Magpies

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    Foi ao ar nesta segunda-feira (16/11) na HBO o primeiro episódio da 2ª temporada de His Dark Materials chamado The City of Magpies. A série é uma produção entre a BBC e a HBO, inspirada na trilogia de mesmo nome do autor Philip Pullman.

    SINOPSE

    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E1 - The City of MagpiesLyra (Dafne Keen) e Will (Amir Wilson) exploram o novo mundo, onde os adultos sumiram e as crianças vivem sozinhas. Sra. Coulter (Ruth Wilson) se junta ao Magisterium para procurar por Lyra. Enquanto isso, uma reunião importante entre os clãs de bruxas põe Lee Scoresby (Lin-Manuel Miranda) em uma missão.

    ANÁLISE

    CRÍTICA | His Dark Materials: S2E1 - The City of MagpiesNos anos 90, Philip Pullman criou uma trilogia fantasiosa para os jovens que discutia temas considerados “tabus” pelos adultos. Deste modo, His Dark Materials sempre foi uma obra complexa para se adaptar, vide o filme A Bússula de Ouro, de 2007, que acabou por ser “apagado” ao ser considerado superficial demais.

    Mais de 20 anos depois, a história que fala desde fanatismo religioso a perda de inocência ganha uma adaptação para série a sua altura. Não que a produção da BBC em conjunto com a HBO não tenha suas falhas. A primeira temporada pecou em não dar tanto tempo de tela aos daemons, quando claramente os carismáticos animais fazem total parte da trama.

    Contudo, quase um ano se passou e a segunda temporada de His Dark Materials começa exatamente de onde parou. Após a morte de seu amigo, Lyra passa para um outro mundo indo atrás de seu pai. A cidade litorânea de Cittàgazze se assemelha muito com as descrições feitas por Pullman no segundo livro.

    Um ponto positivo, a série tem a proeza de caracterizar muito bem seus cenários e personagens. Não só isso, o roteiro de Jack Thorne é fiel aos detalhes mais importantes vistos na trilogia. Ainda que seja irritante essa história de fidelidade aos livros é de admirar o quanto Thorne consegue externar as ideias de Pullman.

    Nesse quesito, Lyra e Will se encontram pela primeira vez na cidade abandonada. A garota estranha que Will não tenha um daemon e Will se apavora ao ver um animal falante. A dinâmica entre ambos começa a ser desenvolvida sem pressa, primeiro é preciso ganhar confiança.

    Logo, eles formam uma aliança para ajudarem um ao outro. Lyra está atrás do “Pó” e no mundo de Will ele pode ser a ajuda necessária. Já Will vem de um passado conturbado fugindo de seus perseguidores.

    Tanto Dafne Keen como Amir Wilson são ótimos nos papéis. Mesmo que Keen aposte em uma Lyra mais séria ao invés de impulsiva; já Wilson tem o aspecto responsável e moral de Will dos livros. Consequentemente, os jovens ficam sabendo que Cittàgazze está deserta porque os adultos fugiram ou foram pegos pelos Espectros.

    Com a explicação de que somente as crianças ficaram na cidade já que os Espectros só atacam os adultos, His Dark Materials caminha para sua elucidação tratando de assuntos mais delicados. Já que, à medida que as crianças crescem e recebem o Pó perdem a inocência e ficam suscetíveis aos pecados.

    O interessante será assistir como a série irá inserir temas complexos em uma produção que tende muito mais para o lado da fantasia e aventura.

    Magisterium e Sra. Coulter

    No mundo de Lyra os acontecimentos são de pura tensão. Em uma reunião entre as bruxas, Serafina Pekkala (Ruta Gedmintas) e Ruta Skadi (Jade Anouka) sentem que o mundo está prestes a mudar com a profecia de Lyra se cumprindo. Portanto, mandam Lee Scoresby (Lin-Manuel Miranda) em busca da garota. 

    Sra. Coulter interpretada brilhantemente por Ruth Wilson inspira sua eloquência e frieza ao manipular o Magisterium ao seu favor. A igreja que detém todo o poder em questões políticas, sociais e religiosas sente-se ameaçada pela existência de outros mundos.

    Logo, Sra. Coulter não poupa esforços para torturar uma bruxa em busca de informações de Lyra. Desta forma, ela descobre que sua filha tem outro nome que determina a profecia. Antes que Sra. Coulter conseguisse mais confissões, a bruxa Ruta Skadi aparece para dar fim ao sofrimento da companheira e como forma de aviso ataca os clérigos do Magisterium.

    Sendo assim, Sra. Coulter aproveita o momento para se firmar perante os homens da instituição e se fazer indispensável. É impressionante ver a desenvoltura e crescimento dessa personagem ao longo da série, assustadora e fascinante Sra. Coulter rende uma ótima antagonista.

    VEREDITO

    Ao contrário da primeira temporada, o segundo ano de His Dark Materials aponta que veremos mais os daemons; tão importantes para o desenvolvimento da história.

    O episódio com cara de continuação também é uma introdução a um novo mundo e novos temas que prometem render ao longo da temporada.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer de His Dark Materials:



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    Call of Duty Black Ops Cold War | As 5 melhores armas no multiplayer

    O mais recente lançamento da Activision, Call of Duty Black Ops Cold War, já está sendo muito debatido pela comunidade desde o início da incrível campanha, ou melhor dizendo, do evento de divulgação do novo game da franquia.

    Disponível para PCPS4PS5Xbox One e Xbox Series X; muitas já são as análises e dicas para o jogo. Baseado nestas, ou mais especificamente na percepção do produtor de conteúdo e streamer TheXclusiveAce, trazemos aqui uma lista de sugestões com as 5 melhores armas para o modo multiplayer do game Call of Duty Black Ops Cold War.

    Lembrando que a melhor arma varia muito conforme o seu estilo de jogo, então estas são sugestões com base em uma mainstream. Desta forma, apesar das sugestões, encorajamos que você teste ao máximo as várias armas que o jogo oferece e escolha a que melhor se adapta à sua gameplay.

    Os três principais fatores decisivos para esta lista serão:

        • Time-to-kill (TTK): ou seja, o tempo que leva para derrubar um oponente;
        • Recoil: o recuo da arma, e;
        • Handling: manuseio em geral, como tempo para mira e movimentação.

    Começando da quinta e partindo para a primeira colocação, temos o rifle Type 63, o fuzil AK-47 (não é a faca), a SMG AK74U, os rifles táticos M16/AUG e a SMG MP5.

    Veja também:

    Call of Duty: Black Ops Cold War | Como jogar o modo zumbi solo?

    Call of Duty: Black Ops Cold War – Veja a campanha dos Zumbis

    TYPE 63

    Cold War

    Um rifle tático semi-automático que também funcionou muito bem para quem testou nas fases alfa e beta do jogo. Com esta arma, caso consiga um tiro na cabeça ou no corpo, provavelmente conseguirá uma eliminação com 2 tiros.

    Apesar de não ser uma arma full auto, é uma excelente opção pelo seu TTK, e ainda pode se tornar melhor caso use um acessório que aumente sua taxa de disparos.

    Somado à isso, seu ótimo manuseio e a boa precisão fazem desta uma excelente escolha de médio-longo alcance. Ela pode também ser útil para o combate curto, mas você precisará de muita habilidade para se sair bem.

    AK-47

    Cold War

    O famoso fuzil de assalto soviético é o que possui um dos melhores TTK base do jogo (300ms). Ainda que tenha sido adicionado um pouco mais de recuo nos disparos desde o beta, ainda é bastante fácil controlá-lo.

    Apesar disto, a AK-47 possui uma das mais baixas velocidade de projéteis (o que pode ser consertado com alguns acessórios) e a velocidade de mira é um pouco baixa, também.

    Apesar dos pesares, com a adição dos acessórios corretos, ela ainda pode ser um dos melhores fuzis de assalto do multiplayer.

    AK74U

    Não falo do fuzil, mas sim da SMG agora. A SMG com melhor TTK entre todas as full auto SMGs (250ms), e ainda possui uma excelente velocidade de projétil.

    A velocidade que esta arma proporciona permite uma troca muito mais confiante, principalmente em curtas distâncias, mas também com um pouco mais de alcance.

    Ainda assim, ela acaba sendo um pouco mais lenta que as outras SMGs quando se trata de velocidade de mira.

    Claro, alguns acessórios podem ajudar neste caso, como nos anteriores, mas é um ponto contra. Mas não se apavore – ela ainda é a terceira neste ranking, então pode valer a pena testá-la em jogo e ver se vai se sair bem com ela.

    M16/AUG

    Cold War

    Mas como assim? Duas armas no segundo lugar? Sim.

    Os rifles táticos M16 e AUG são muito semelhantes, e por isso, merecem dividir a posição. Elas são ambas armas com rajadas de 3 tiros e até então tem a mesma taxa de disparos na rajada, ainda que a da AUG tenha um delay um pouco menor que o da M16.

    Ainda, a AUG possui melhores números falando sobre o alcance da arma. Porém, em comparação, a M16 possui um padrão de recoil muito mais simples e bem menos horizontal, o que facilita eliminações com apenas uma rajada.

    Com isto, você conseguirá eliminar um oponente em até 150ms, o que é praticamente a metade do tempo de quase qualquer outra arma automática no jogo.

    Combinando este TTK, o bom alcance, a excelente velocidade de disparo e o ótimo controle de recuo, temos aqui duas das melhores armas do jogo.

    No entanto, elas não estão na primeira posição por um simples motivo. Caso você erre essa primeira rajada, e o oponente for ao menos razoável, você já era.

    Erre a primeira rajada e seu TTK se tornará inferior ao da grande maioria das armas automáticas, e você provavelmente estará morto.

    Sem falar que para combates curtos, elas talvez não sejam as melhores. Mas ainda assim são excelentes armas.

    MP5

    Chegamos ao topo do nosso pódio. Provavelmente, esta é a melhor arma para o multiplayer do Call of Duty Black Ops Cold War.

    “Mas por quê?” você me pergunta. Neste modo do jogo, os mapas trazem muitas situações de combate curto. E ainda quando isto não for óbvio, você pode criar situações para que o combate seja em um menor alcance.

    Ainda que a MP5 tenha um TTK um pouco inferior ao da AK74U (280ms), ainda vai ser melhor do que todos os rifles de assalto. Ainda é relevante lembrar que o seu alcance máximo de dano é o dobro da AK74U.

    Assim sendo, mesmo que tenha alguma desvantagem no curtíssimo alcance, em todas as outras situações, a MP5 é mais versátil. Além disto, adicione-se que a MP5 possui um ótimo handling, um recoil bastante fácil de ser controlado e uma excelente taxa de disparos, o que faz com que mesmo que você erre alguns tiros, isso não comprometa tanto seu desempenho.

    Talvez o único maior problema da MP5 é a velocidade dos projéteis. Isso realmente é uma grande desvantagem. Mas mais uma vez, com os acessórios corretos, você se tornará uma máquina de aniquilação.

    Lembrando que o jogo recebe constantes atualizações. Mas até o presente momento, este é o nosso Top 5.

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    CRÍTICA – The Sims 4 Diversão na Neve (2020, EA)

    A EA lançou a sua nova expansão para o já consolidado The Sims 4. Chamado Diversão na Neve, o pacote proporciona uma experiência completamente nova em um mundo inspirado nas belezas do Japão.

    ANÁLISE

    A expansão The Sims 4 Diversão na Neve traz uma proposta bem diversa e inclusiva para o game. Emulando um mundo inspirado no Japão, a modalidade permite customizar não só cenários como também modos de vida dos Sims inspirados nessa cultura.

    Com um mapa completamente novo, a expansão permite que os Sims aprendam esportes radicais, desenvolvam novas habilidades e criem sentimentos novos em relação a seus companheiros de família. A dinâmica do game mantém os jogadores ocupados constantemente, fazendo com que as horas do dia passem sem que você perceba quanto tempo esteve jogando. 

    As novas áreas do Monte Komorebi são divertidas e cheias de atividades. De snowboard e trenó em família até trilhas por áreas perigosas de Senbamachi e Yukimatsu, a versatilidade da expansão agradará aos mais diversos públicos. Você pode curtir uma folga na casa de banho, tirar fotos com o mascote na cidade de Wakaba ou curtir uma noite com os amigos em Izakaya Ippai.

    Nessa expansão a ideia de interação entre Sims é constantemente estimulada. A conversa entre grupos e troca de experiências entre membros da família pode despertar os mais diversos sentimentos que, até então, não estavam contemplados nas outras expansões.

    CRÍTICA – The Sims 4 Diversão na Neve (2020, EA)

    Há também perigos iminentes para a saúde dos Sims quando livres no meio da neve. Algumas atividades podem acarretar em suas mortes ou deixá-los extremamente doentes.  

    Mesmo que funções como snowboarding e alpinismo já estivessem presentes na franquia desde The Sims 3, em The Sims 4 Diversão na Neve elas possuem uma jogabilidade mais aprimorada, tornando tudo mais divertido e interessante. Há realmente bastante coisa para fazer, garantindo entretenimento para muitos dias de game.

    Apesar das diversas possibilidades dentro da expansão, não é tudo tão simples de ser executado. Como na vida real, para completar cada etapa das descobertas é necessário desbloquear habilidades e adquirir equipamentos específicos.

    Em alguns momentos — fora do modo tutorial — pode ser complicado para jogadores iniciantes entenderem o que é preciso ser feito para participar de alguma atividade, o que pode causar uma certa frustração.

    Entretanto, mesmo com as possíveis dificuldades, depois de jogar durante horas construindo sua própria moradia (ou comprando uma já existente) e passeando pela vizinhança, o jogo se torna fluido e extremamente prazeroso. Certamente mais uma grande experiência para quem já é apaixonado por essa franquia. 

    VEREDITO

    The Sims 4 Diversão na Neve é uma ótima expansão e vem para ampliar a ideia de inclusão dentro do game. Com toda a história ancorada na cultura japonesa, jogadores do mundo todo podem conhecer mais sobre seus costumes e apreciar os mais diversos cenários.

    Sendo mais uma ótima adição ao jogo base, as atividades na neve e as diversas moradias previstas nessa expansão valem a pena o investimento, garantindo horas de diversão e descobertas.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer da expansão:

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