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    CRÍTICA – Assassin’s Creed Valhalla (2020, Ubisoft)

    A franquia Assassin’s Creed desde seu lançamento tem gerado um enorme burburinho por si só. Seja por seus games controversos, ou até mesmo pela mudança no protagonismo do game, nos levando a tempos imemoráveis para contar histórias tão lúdicas quanto fantásticas, mas que os fãs acabam optando por deturpar uma mensagem clara passada pela Ubisoft. Assassin’s Creed Valhalla é o 12º game da franquia a ser lançado e continua a história dos Ocultos, e se passa algum tempo depois de Assassin’s Creed Odyssey.

    O CONTROLE ABSOLUTO É PERIGOSO, OS OCULTOS PRECISAM AGIR

    Valhalla

    Diferente de Odyssey, em que somos apresentados ao Credo dos Assassinos ou algo análogo ao que ele viria a ser no futuro apenas em uma DLC, Valhalla mergulha de cabeça no mythos do Credo, quebrando alguns costumes, regras, tradições do grupo secreto e vai além. Optando por trazer importantes elementos da franquia que haviam sido deixados de lado, AC Valhalla se aproxima mais dos jogos de Ezio Auditore da Firenze do que os games pós-trilogia do famoso assassino italiano.

    Por meio da história real, somos apresentados a icônicos personagens que nos fazem sentir mais imersos na história, e familiarizado se você é um fã da história viking, ou da mitologia nórdica.

    Ainda que se aproxime imensamente dos games originais, Assassin’s Creed Valhalla se distancia ao nos dar pela primeira vez a opção de definir as dificuldades de Exploração, Combate e Furtividade, permitindo que os jogadores mais experientes, ou os que gostam de explorar, um maior desafio in-game.

    SE PREPARE PARA ATRAVESSAR A BIFROST E CONQUISTAR OS 9 REINOS

    Eivor é a/o personagem central do game, que assim como Odyssey, te permite escolher o gênero do seu personagem, mas também te permite jogar com um personagem de gênero fluído, mudando para o gênero masculino ou feminino dependendo da situação.

    O cuidado que a Ubisoft teve com o desenvolvimento do game, é absurdo seja para a geração de consoles atual (PS5 e Xbox Series X/S), como a anterior, não deixando-o a desejar em nada em relação a nova geração.

    Assassin’s Creed: Valhalla retrata um importante período histórico, fruto de enormes elucubrações, mas também de fatos, como a exploração marítima por parte dos daneses que aportaram em terras ao leste de onde habitavam a fim de se estabelecer, e sobrepujar qualquer força militar que os tentasse expulsar.

    O game não mudou muito a forma de adaptar a história do mundo real, romantizando alguns acontecimentos e incluindo um personagem original do game que tem a função de nos tornar protagonistas da história, enquanto costura toda a trama com personagens reais, como Sigurd, Ubba, Ivar e até mesmo Björn.

    QUEM PERDE A GUERRA, NÃO TEM O DIREITO DE CONTAR SUA HISTÓRIA

    Valhalla

    Apesar de conhecermos muito da história das incursões vikings, por serem considerados pagãos, grande parte de seus feitos foram destruídos pela história e por aqueles que controlavam que rumo o mundo tomaria na época.

    Assim como em grande parte do mundo, a Igreja Católica tinha um papel extremamente importante na Europa no que se refere a guardar a história do mundo, assim como escolher como ela seria contada.

    Dado o fato dos daneses serem considerados pagãos por não louvarem ao Deus católico, ainda que tenha tido um enorme sucesso ao conquistar parte da Europa na época das incursões, a história acabou por mitigar seus esforços, e onde a história não chega, AC Valhalla continua.

    SOPREM SEUS CHIFRES, VAMOS REALIZAR INCURSÕES!

    A gameplay de Assassin’s Creed Valhalla se mostra uma mistura dos games originais, e dos últimos games da franquia. Com habilidades físicas presentes no botão R2 (no PlayStation) ou RT (no Xbox), e os botões de ação.

    Diferente de Odyssey e Origins, as habilidades não mais estão presentes nas árvores de habilidades e sim espalhadas pelo mundo, ou seja, as gameplays podem ser as mais diversas possíveis, dependendo da sua forma de jogar.

    As incursões ainda que incríveis e quase cinematográficas, podem se mostrar extremamente frustrantes caso você tente realizar uma em que o poder recomendado é acima do seu. Mas com cautela – e precaução – uma rápida análise, seguida de uma limpeza de área podem se mostrar recompensadoras na obtenção de Matérias Primas para fazer com que seu assentamento progrida e traga cada vez mais vantagens para sua gameplay.

    A exploração do game te dará imensas recompensas, mas vá com cuidado, por mais que você tente, alguns itens, ou áreas só podem ser exploradas conforme você progride na história e recebe itens para acessar certas áreas.

    Elementos como o diálogo pós-Execução, em que a derradeira face dos nossos inimigos é mostrada, eram um importante elemento narrativo nos primeiros games na franquia – que por alguma razão com o desenvolvimento e crescimento da série, foram deixados de lado, e agora retornam com merecido destaque.

    Valhalla traz também a jogabilidade stealth, que foi brilhantemente utilizada em games como os primeiros da franquia, até Unity e Syndicate, mas em Origins e Odyssey, foram esquecidos.

    O PREDADOR ANALISA SUA PRESA ANTES DE ATACAR

    Valhalla

    Dependendo da dificuldade de exploração que você escolher, Synin, seu confiável corvo não te ajudará muito – me fazendo acreditar que se Odin utilizava Hugin e Munin como seus olhos nas histórias da mitologia nórdica, ele deveria ser bem cego.

    Até mesmo o modo normal de exploração coloca alguma dificuldade ao nos fazer explorar o mundo, entregando pouco, ou quase nada de para onde devemos ir ao aceitar uma missão.

    Synin tem um papel importante no game, e como Senua e Ikaros, possui habilidades únicas. Dedicando tempo o suficiente para aperfeiçoá-las, seu corvo se tornará um aliado valioso quando você for realizar alguma incursão, ou até mesmo bater de frente com algum seguidor da Ordem dos Anciões em níveis acima do seu.

    A DIFERENÇA ENTRE A GRÉCIA ANTIGA E A INGLATERRA DO SÉCULO IX É GRITANTE

    A diferença mais gritante entre Valhalla e Odyssey, é que Valhalla conta de fato a história dos Assassinos que dão nome ao game, mas não apenas por meio de uma DLC.

    O game nos apresenta personagens que introduzem o Credo àqueles que vivem uma realidade tão distante da deles, mas que sofrem o mesmo na mão da Ordem dos Anciões, que é similar ao Culto, visto em Odyssey.

    Se você curte aprender mais sobre o passado da Credo dos Assassinos, ou dos Ocultos, vai se maravilhar, e entender a razão de nenhum game ter contado a história deles na Inglaterra até esse momento.

    Valhalla traz de volta e investe pesadamente em mensagens espalhadas pelo mundo. Fragmentos de histórias que são contadas em bilhetes enriquecem a história tanto do mundo quanto do Credo dos Assassinos e revela o que aconteceu ao grupo que pareceu precisar fugir da Inglaterra alguns séculos antes da chegada de Eivor.

    O SANGUE CORRE VERMELHO E  OS PORTÕES DE VALHALLA NOS ESPERAM

    O forjar de alianças com os primeiros daneses a chegar à Inglaterra torna o Clã do Corvo ainda mais mortal. E as alianças são cruciais, pois aliados espalhados pelo mapa impedirão a progressão da Ordem dos Anciões, assim como um eventual controle absoluto por parte deles.

    O combate se tornou extremamente mais fluído do que era em Odyssey. O equipar de armas, ou escudos na mão principal ou na mão secundária, ou até mesmo uma arma de duas mãos fazem a gameplay ser única para cada jogador.

    O feedback que o game dá ao jogador ao realizar assassinatos aéreos, finalizações, ou até mesmo golpes relacionados à habilidades, é extremamente satisfatório – ainda que seja visualmente gore –, e nos mostra que a Ubisoft não ficou parada no tempo, e parece ter percebido que ouvir os jogadores da franquia é importante, e trouxe de volta a fluidez que combos e finalizações devem ter, se afastando de golpes desconexos, como o que víamos com Alexios e Kassandra.

    VALHALLA NÃO É UMA SKIN PARA ASSASSIN’S CREED ODYSSEY, É UM GAME INTEIRAMENTE NOVO 

    Valhalla

    A história de Layla Hassan que teve início em Origins continua e mostra que os efeitos do Bastão de Hermes Trismegisto teve na personagem vão muito além do que vimos em Odyssey, e traz de volta personagens clássicos.

    Os ex-parceiros de aventura de Desmond Miles, como Shaun Hastings e Rebecca Crane, continuam em sua empreitada de mitigar a qualquer custo os esforços da Abstergo – a atual fachada dos Templários/Culto/Ordem dos Anciões – de dominação mundial.

    Valhalla se tornou uma enorme surpresa para mim, que recebi o game no dia do lançamento pela Ubisoft. Apesar de ter sido pego no hype muito antes do seu lançamento, o game não quebrou a barreira de Expectativa/Realidade. Ele se mostrou muito mais do que esse que vos escreve esperava.

    Com pouco mais de 300 horas de jogabilidade do Odyssey, acho que posso dizer com propriedade que Valhalla vai muito além do que seu antecessor ousou ir, nos deixando boquiabertos com a grandiosidade tanto das missões, como da história que ele se dispõe a contar.

    Habilidades espalhadas, disputas repentinas e qualidade na progressão na história nos tornam mais aptos para querer imergir no mundo do game. Estes fatores também nos deixam preparados para missões de quick-time event, que enriquecem ainda mais a experiência, pois nos mostram como o mundo do game tem vida e precisa de nós para o seu desenrolar.

    Atreva-se a desbravar a antiga Inglaterra, alie-se e conquiste, mas acima de tudo, aproveite a bela obra que é Assassin’s Creed Valhalla. Mas, como diria um famoso escritor, lembre-se: Wyrd bið ful aræd!

    4,5 / 5,0

    Assassin’s Creed Valhalla foi lançado no dia 10 de novembro de 2020 e está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X | S e PC.

    Assista ao trailer de lançamento do game:



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    The Alienist: Protagonismo feminino é destaque na 2ª temporada

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    Quem assistiu a nova temporada da série The Alienist, chamada Anjos da Escuridão, se espantou ao ver a mudança de protagonismo. De fato, o alienista Laszlo Kreizler (Daniel Bruhl) desempenhou um grande papel na temporada. Contudo, ninguém brilhou mais que Sara Howard (Dakota Fanning).

    A série estreou em 2018 sendo produzida pela TNT e distribuída pela Netflix. Após quase dois anos e meio da primeira temporada, The Alienist apresenta uma trama mais madura e promissora. Além de abandonar o formato de dez episódios para sucinto oito, a série traz questões pertinentes à sociedade.

    Ainda que Sara seja uma protagonista difícil de criar vínculos. Seu pragmatismo exacerbado no começo da temporada revela aos poucos que ela deseja se provar como detetive. Se na primeira temporada Sara Howard está trabalhando como secretária do comissário de polícia de Nova Iorque. Agora, ela tem sua própria agência de investigação, sendo a primeira mulher americana a realizar tal feito.

    Se nem 2020 é fácil para as mulheres, imagine em 1897, quando qualquer comportamento desviante dos padrões femininos era considerado um ultraje. Deste modo, Sara representa a coragem feminina do século XIV. Foram aquelas mulheres que lutaram pelo direito de voto, de trabalharem e de serem mais do que somente mães.

    Consequentemente, a série trabalha justo com o tema da maternidade atrelado a misoginia que atravessa épocas. Ao receber o trabalho de investigar o desaparecimento de um bebê, Sara mobiliza Laszlo e o jornalista John Moore (Luke Evans). Logo, os eventos são desencadeados pelas habilidades de Sara o que coloca de vez os companheiros como co-protagonistas.

    Sara e Libby 

    Sara conduz a 2ª temporada melhor que Laszlo na primeira, visto que a detetive se mostra mais expressiva que o alienista; e sua relação com a assassina deixa a trama mais interessante. Após resgatar o bebê desaparecido, Sara descobre que uma mulher chamada Libby Hatch (Rosy McEwen) tem sequestrado e matado várias crianças.

    Nesse sentido, cria-se um laço entre protagonista e antagonista. Sara não tem nenhuma pretensão de ser mãe. Mas, ao mesmo tempo, entende o sofrimento de Libby por ter sido separada de sua filha e dada como louca. Logo, a maternidade sempre foi tratada como essencial para as mulheres. Ainda mais no século XIV, onde só através desse feito as mulheres poderiam ter o mínimo de reconhecimento.

    Sendo assim, Libby é a personificação da pressão social que são impostas às mulheres desde cedo. Apesar de quando menina ser uma criança exemplar, sua mãe não lhe queria e o mesmo aconteceu com Sara. Ainda que as personagens estejam em diferentes lados, ambas fazem parte do mesmo sistema que insiste em menosprezar as mulheres. 

    O vínculo de Sara com Libby não poderia acontecer se fosse Laszlo ou até mesmo John (o mais carismático dos três) na posição da detetive. Para além da maternidade ou ser vítima de misoginia, existe uma força maior que ligam as mulheres: o fato de serem subjugadas quando dizem “não”.

    Isso cria um reconhecimento uma com a outra que atravessa os aspectos sociais. Portanto, ao contextualizar uma época em que se acreditava que mulheres deveriam ter filhos e que eram incapazes de cometer crimes, The Alienist cria um contraste ao apresentar personagens como Sara e Libby que fogem aos padrões sociais.

    A série pode ser um gênero batido, afinal quantas series de investigação e assassinos já não existem? Mas, é extremamente inteligente ao dialogar com o público feminino apresentando personagens complexas e desafiadoras. Afinal de contas, o título The Alienist não significa necessariamente um homem. 



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    The Mandalorian: Quem dá vida aos Mandalorianos no episódio 11?

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    Aqui estão os atores que deram vida aos novos Mandalorianos no episódio 3 da segunda temporada de The Mandalorian.

    ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS DO ENREDO DE THE MANDALORIAN A SEGUIR

    A nova temporada coloca Din Djarin (Pedro Pascal) na missão de encontrar outros Mandalorianos que podem dizer a ele um pouco mais sobre os Jedi para que ele possa devolver a Criança, também conhecida como Baby Yoda aos seus.

    Apesar da segunda temporada contar com a aparição do Boba Fett de Temuera Morrison, o segundo episódio não termina com Din completando a missão, deixando muito em aberto.

    O episódio 3, intitulado A Herdeira, começa com Din, a Criança e a Frog Lady chegando ao destino a gigante lua Trask. O marido da Frog Lady foi então capaz de apontar para Din a posição correta dos outros Mandalorianos, apesar de ser levado erroneamente até um grupo de Quarrens locais que tentaram matá-lo e a Criança.

    Eles foram resgatados por um esquadrão de três novos Mandalorianos, e Din concordou em trabalhar com eles em troca da localização de uma Jedi – que foi revelada como Ahsoka Tano.

    O encontro com outros Mandalorianos foi assustador para Din, já que eles não vivem pelo código no qual ele foi criado, e normalmente removem seus capacetes. Isso permitiu que The Mandalorian mostrasse quem eram os atores e atrizes por baixo dos capacetes. Apesar de dois deles serem dois personagens inteiramente novos na lore de Star Wars, um deles é familiar e você já a viu nas séries animadas da franquia.

    Kate Sackhoff como Bo-Katan Kryze

    The Mandalorian

    Katee Sackhoff dá vida a Bo-Katan Kryze no terceiro episódio da segunda temporada de The Mandalorian. Sackhoff tem uma história em dar vida a Bo-Katan, já que ela dublou a personagem nas animações Star Wars: Clone Wars e Star Wars: Rebels. Essa é a estreia live-action da personagem.

    Apesarde alguns reconhecerem sua voz por sua experiência anterior em dar vida a personagem, Katee Sackhoff é uma atriz de sucesso, que já deu vida a personagem Tenente Kara “Starbuck” Thrace em Battlestar Galactica mas também apareceu em The Big Bang Theory, The Flash e a série original da Netflix, Another Life.

    Sasha Banks como Kosha Reeves

    A estrela do WWE, Sasha Banks dá vida a Kosha Reeves no mais novo episódio de The Mandalorian. Sua inclusão na 2ª temporada foi anteriormente revelada. Então se você procurar por ela nos créditos do episódio você não vai encontrar pelo nome “Sasha”, mas sim pelo nome real dela, Mercedes Varnado.

    Simon Kassianides como Axe Woves

    O último Mandaloriano a aparecer no terceiro episódio da segunda temporada é Axe Woves. Ele é vivido por Simon Kassianides. O ator deu vida a Yusef em Quantum of Solace e foi o personagem recorrente Sunil Bakshi em Agents of S.H.I.E.L.D.; O trabalho mais recente de Kassianides foi como regular na série de drama do USA, Pearson.



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    Call of Duty: Black Ops Cold War | Como jogar o modo zumbi solo?

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    Call of Duty: Black Ops Cold War foi finalmente lançado e vem com uma incrível campanha; um modo multiplayer com diversos mapas, armas e muito mais; além da continuação da interatividade com Warzone; e mais. Para muitos, uma das coisas mais interessantes sobre o novo Call of Duty da Treyarch é a garantia de uma nova experiência com zumbis, e esse é o caso do extremamente bem recebido Black Ops Cold War.

    Jogar os incríveis mapas zumbis de Call of Duty com amigos, explorando seus segredos e comparando suas pontuações é algo que muitos fãs de CoD queriam fazer. Apesar do game ser divertido com amigos, e ter sido feito de muitas maneiras para ser jogado como co-op, muitos preferem a experiência solo do modo Zumbis para descobrir os segredos e tentarem quebrar os recordes. Em Call of Duty: Black Ops Cold War, jogar sozinho é possível, mas não é tão simples quanto era.

    Jogar sozinho em Black Ops Cold War Zombies é possível simplesmente mudando menus de opção. Por agora, simplesmente encontrar a opção solo não é tão fácil quanto nos games anteriores, mas tornar o game privado permitirá que os jogadores aproveitem o modo sozinhos.

    Quando os jogadores dão início ao Call of Duty: Black Ops Cold War, vão querer navegar no modo Zumbi do modo principal. Então, a opção “A Máquina Sem Fim” deve estar selecionada. Os jogadores notarão que a sala estará como “Pública“, mas a opção precisa ser alterada para “Privado“.

    Dentro da aba “Privacidade“, várias opções Solo estarão disponíveis, incluindo “A Máquina Sem Fim“. Selecione a opção e o modo solo estará disponível.

    Cold War

    Alguns aspectos do modo Zumbis precisarão de jogabilidade co-op. Tradicionalmente, easter eggs no modo Zumbis precisarão de times completos, pelo menos nas baseadas na história. Mas é claro, o game pode ser extremamente divertido para um jogador, então é bom saber que isso é possível.

    O Call of Duty lançado no ano passado quebrou recordes, mas Black Ops Cold War deve se sobressair em relação a ele. O esperado título da Treyarch é talvez fruto do contínuo crescimento de diversas formas, tal como através da popularização do Warzone, além da adição de novas funções, e mais.

    Entretanto, o retorno do modo Zumbis é outra razão para ficar por dentro do game, e para aqueles que são fãs do modo Zumbis ficarem ainda mais felizes: é inteiramente possível jogar Call of Duty: Black Ops Cold War no modo solo.

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    A3: Still Alive | Battle Royale chega a 1 milhão de downloads em uma semana

    Uma semana após o lançamento mundial de de A3: Still Alive, o MMORPG que combina ação e mecânicas de Battle Royale da Netmarble foi ranqueado como o principal RPG na App Store e Google Play, além de ultrapassar a marca de 1 milhão de downloads.

    Homenageando os guerreiros que já estão em combate no jogo, a Netmarble lançou uma série de atividades comemorativas: já estão disponíveis aos jogadores Tickets Especiais de 1 Milhão de Downloads, que podem ser trocados por prêmios como um Baú de Acessório Heróico, Luz do Acessório Nível 100, Fragmentos de Equipamento e Éter.

    Hoje também começa o Evento de Agradecimento de Check-in de 7 Dias, no qual os jogadores ganham recompensas por cada dia consecutivo em que logam no game, como Ouro, Essência de Hayren, uma Astralma Rara S★. Novos personagens criados também recebem diversos benefícios, como Pacote de Conveniência de Personagem, Pacote de Conveniência de Espiritualista, e um baú de Arma de Astralma Iniciante. Um novo Pacote de agradecimento também está disponível na loja do jogo.

    A3: Still Alive traz uma experiência mobile que combina diversos dos mais populares gêneros dos games em um único produto: ambientado em um mundo pós-apocalíptico e cheio de magia, esse MMORPG de ação em mundo aberto oferece ainda o combate extremo de um PvP Battle Royale.

    Os aventureiros também podem escolher entre uma série de eventos PvE, incluindo Conquista, Raide, Presença Sombria e conteúdo de Chefe Mundial. Complementado o combate frenético, A3: Still Alive leva gráficos com qualidade de console aos celulares graças à sua excelente otimização da Unity Engine.

    A3: Still Alive já está disponível na App Store e Google Play em 172 países por todo o mundo.



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    Marvel’s Spider-Man: Miles Morales | Quem é Phin Mason no game?

    Marvel’s Spider-Man: Miles Morales está na linha tênue entre uma expansão de Marvel’s Spider-Man de 2018 e um título standalone. O game é focado na história de Miles Morales, um dos muitos personagens que assumiram o manto do Homem-Aranha nos quadrinhos da Marvel.

    VALE APONTAR QUE O DAQUI EM DIANTE, HAVERÁ SPOILERS DO GAME!

    Miles apareceu pela primeira vez em Marvel’s Spider-Man como um aliado e protegido de Peter Parker, que se tornou amigo do jovem de 17 anos após a morte de seu pai.

    Apesar dele ser um personagem jogável em algumas partes do primeiro game, Miles assume quem ele realmente é na sequência, tendo poderes similares aos de Peter, mas também outros únicos, que tornam a gameplay bem diferente.

    Como muitos personagens novos foram sido trazidos dos quadrinhos, o novo game conta tabpem com novas adições. Um desses é a amiga de Miles, Phin Mason, mas enquanto a história do game progride, notamos que ela não é tão original quanto parece ser.

    A AMIGA DE INFÂNCIA

    Phin Mason é uma das amigas mais antigas de Miles Morales em Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, e muito possivelmente, interesse amoroso dele. Os dois cresceram em Nova Iorque e se tornaram melhores amigos na escola. Foi lá que eles trabalharam juntos para vencer o Prêmio dos Jovens Pesquisadores Spacebound.

    Phin também tem um irmão mais velho, Rick Mason, que é outro amigo de infância de Miles. E é a morte de Rick pelas mãos da negligente Roxxon que dá início a história de Marvel’s Spider-Man: Miles Morales.

    Ao longo do game, é revelado que Rick descobre os perigosos efeitos do Nuform, a nova fonte de energia da Roxxon, e foi morto enquanto tentava destruir o projeto.

    A fim de se vingar da Roxxon por sua morte, particularmente contra o CEO da Roxxon Simon Krieger, Phin assume a identidade de “Tinkerer“, também conhecido nos quadrinhos como “O Consertador“.

    A TINKERER

    Spider-Man: Miles Morales

    Em seu papel de Tinkerer, Phin cria e constrói uma enorme variedade de poderosos gadgets. Ela cria os gadgets para ela e o Underground, um grupo terrorista altamente tecnológico, que se unem a ela em uma vingança contra a Roxxon.

    É a guerra particular deles contra a companhia de energia que leva Miles até a luta, enquanto sua batalha se espalha pelas ruas da cidade.

    Após descobrir a identidade da Tinkerer, e a razão de sua busca por vingança, Miles precisa enfrentar a difícil missão de acabar com os planos de sua melhor amiga. O plano final de Phin de destruir a Roxxon envolve destruir o recém-construído Roxxon Energy Plaza com um catalisador sobrecarregado de energia Nuform; Provando ao público o quão perigoso o Nuform é.

    Entretanto, o que Phin não sabe é que o vilão clássico Simon Krieger modificou o reator, e seguir em frente com seus planos não destruirá apenas o prédio, mas também todo o Harlem.

    Cegada por raiva, Phin ignora os avisos de Miles e luta contra ele a fim de ativar o Nuform. Entretanto, quando ela percebe que ele estava falando a verdade, ela se sacrifica para destruir o Nuform acima da cidade, salvando o Harlem.

    EM OUTRAS MÍDIAS

    Apesar da Tinkerer, ou o Consertador ser um vilão clássico do Homem-Aranha, a versão de Marvel’s Spider-Man: Miles Morales é bem incomum.

    Para começar, Phin Mason é normalmente Phineas Mason, um inventor mais velho com o mesmo intelecto brilhante e talento para criar armas avançadas.

    Ao invés de lutar diretamente contra o Homem-Aranha, nos quadrinhos o Consertador normalmente possui um papel de bastidores, apenas fornecendo suas invenções para outros vilões.

    O Consertador também apareceu no filme Homem-Aranha: De Volta ao Lar, no qual ele foi vivido por Michael Chernus. No filme, Peter Parker tenta parar o chefe de Phineas, Adrian Toomes, por vender tecnologias alienígenas recondicionadas pelo Consertador. Apesar de seus aliados terem sido derrotados e presos ao final do filme, o destino de Phineas permanece um mistério.

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