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    TBT #170 | Nosferatu (1922, Friedrich Wilhelm)

    Diferente do que muitas pessoas pensam, o filme Drácula (1931), não foi a primeira produção cinematográfica sobre vampiros a ser lançada. Antes mesmo do clássico da Universal Studios, o diretor alemão Friedrich Wilhelm Murnau já havia produzido uma obra semelhante, em 1922. Considerado um ícone do expressionismo alemão, o filme Nosferatu inovou técnicas cinematográficas e inspirou gerações futuras de cineastas.

    Um dos maiores filmes do expressionismo alemão, ao lado de O Gabinete do Dr.Caligari (1920), a obra de F. W. Murnau é uma adaptação não oficial do romance de Bram Stoker, já que os realizadores não conseguiram os direitos do livro.

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    SINOPSE

    O misterioso Conde Orlok (Max Schreck) convoca Thomas Hutter (Gustav von Wangenheim) para seu remoto castelo nas montanhas da Transilvânia, onde o misterioso Orlok procura comprar uma casa perto de Hutter e sua esposa, Ellen (Greta Schroeder). Depois que Orlok revela sua natureza de vampiro, Hutter luta para escapar do castelo, sabendo que Ellen está em grave perigo. Enquanto isso, o servo de Orlok, Knock (Alexander Granach), se prepara para que seu mestre chegue em sua nova casa.

    ANÁLISE

    Os cenários impressionam, mesmo sendo uma produção do início do século XX, há uma grande variação em matéria de locação. Outro fator que chama a atenção é o quão forte é a maquiagem das personagens femininas, que miravam parecer mais condizentes com o padrão de beleza da época, evocando maturidade e não jovialidade.

    Curiosamente, a personagem de Orlock tinha uma aparência cuja tonalidade tinha semelhanças com o feminino, com diferenças fundamentais claro, já que suas feições eram mais fortes, com um nariz protuberante e sobrancelhas grossas. Mas sua maquiagem era forte, suas unhas tão afiadas que lembravam as garras de um animal selvagem, além é claro dos dentes alongados – os dois da frente, ao invés dos caninos, como seria comum pós Drácula de 1931.

    A personagem Ellen, desde o início, demonstra ter maus presságios sobre a tarefa do marido. Durante o filme, ela aparece sempre em transe, sonâmbula e pensativa. Murnau coloca a figura feminina como mais sensível e propensa às influências do vampiro Orlok.

    Nosferatu também traz contribuições significativas para a mitologia dos vampiros: a fraqueza a luz solar foi primeiro estabelecida aqui. Mas também há diferenças notáveis ao mito dos sugadores de sangue, já que Orlock matava as vítimas ao invés de transformá-las em seres mortos-vivos como ele.

    O cineasta conduziu uma obra seminal, visualmente agressiva, e que é tão acertada graças a entrega que Schreck exerce. Sua movimentação é muito diferente, particularmente assustadora, seus movimentos básicos evocam os de um animal sorrateiro e venenoso. Até quando não é cercado por ninguém, quando não é observado, ele age de maneira estranha e desconfiada, visto que não consegue ver os homens como pessoas que merecem sua estima, e por isso, ele faz tudo sozinho.

    VEREDITO

    Nosferatu é um filme que instituiu um manual no gênero. A presença do perverso, das sombras. A monstruosidade tácita, a construção do horror através da iluminação e dos cenários preparando para a entrada do animal. O amor como catalisador desse mal, como se sua essência dependesse disso, e que resultará no viciar e no condenar.

    A obra cita esses elementos mostrando a circularidade dos processos da existência, como se aquele monstro fosse mais um em busca de objetivo comum com métodos não aceitos por nós. Uma praga viva. Nosferatu é um caçador, matador, uma fera, uma doença, tal qual nós mesmos já fomos. E ainda não o somos?

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    CRÍTICA – Sonic 2: O Filme (2022, Jeff Fowler)

    Após dois anos do lançamento de seu primeiro filme, o ouriço azul favorito do mundo todo retorna às telonas com sua nova produção, intitulada Sonic 2: O Filme.

    Dirigida por Jeff Fowler e roteirizada por John Whittington, Josh Miller e Pat Casey, a sequência do grande sucesso da Paramount é marcada por uma maior duração e pela apresentação de mais personagens clássicos.

    No elenco de narração estão Ben Schwartz, Idris Elba e Collen O’Shanussy, e traz o retorno dos atores Jim Carrey, James Marsden, Tika Sumpter e Natasha Rothwell. A dublagem brasileira conta com os nomes de Manolo Rey, Vii Zedek, Ronaldo Júlio, Tatá Guarnieri e Raphael Rossatto.

    SINOPSE DE SONIC 2: O FILME

    Quando o maníaco Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna à Terra com um novo aliado, Knuckles the Echidna (Idris Elba), Sonic (Ben Schwartz) e seu novo amigo Tails (Collen O’Shanussy) são tudo o que resta para salvar a Terra.

    ANÁLISE

    O primeiro filme do Sonic chegou com grande desconfiança. Afinal, quando o trailer foi lançado, os efeitos foram massacrados e a equipe teve que refazer tudo, criando uma nova estética para o ouriço mais famoso dos videogames. No entanto, a primeira adaptação teve uma ótima recepção do público geral, colocando Sonic como um dos raros casos de filmes sobre jogos de videogame que deram certo.

    Com o ótimo retorno nos cinemas e notas mistas da crítica especializada, Sonic 2 ganhou sinal verde para ser desenvolvido. Jeff Fowler e sua equipe de roteiristas retornam nessa continuação, criando uma produção com 30 minutos a mais do que a anterior.

    É importante lembrar que, em 2021, Sonic completou 30 anos. Em 2022, um grande projeto de comemoração está a todo vapor, com diversas ações realizadas pela Sega – inclusive o lançamento do primeiro jogo de mundo aberto do ouriço e, claro, o segundo filme da franquia. Portanto, o novo Sonic vem com uma proposta de ser maior, mais divertido e mais impactante.

    Nessa nova aventura, Tails, personagem clássico dos jogos e que foi apresentado no primeiro filme, vem à Terra para alertar Sonic de que Knuckles está atrás dele. O equidna vermelho quer se vingar a todo custo e, para isso, se une com o famigerado Dr. Robotnik.

    Sonic, claro, precisa manter a Terra (e o universo) em segurança, pois o maníaco psicopata Dr. Eggman não possui limites em seus planos maquiavélicos. Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) possuem pouco destaque nesse novo filme, servindo mais como uma base moral e parental para o extraterrestre azulzinho.

    Começo dizendo que a maior duração de Sonic 2 pesa bastante no resultado. Com duas horas e dois minutos de rodagem é difícil não se questionar se alguns arcos precisariam realmente ser mantidos no produto final.

    Explorando diversas referências da cultura pop e adaptando acontecimentos já vistos em outras produções do gênero, a produção brinca o tempo todo com sua seriedade, o que acaba facilitando no divertimento. Entretanto, isso não minimiza os problemas de ritmo, que são sentidos devido à longa duração.

    CRÍTICA - Sonic 2: O Filme (2022, Jeff Fowler)

    Com mais espaço para ousar, Jeff Fowler extrai o melhor de seus personagens animados, os mantendo durante grande período em tela. Essa facilidade garante ótimos momentos para a trama, mas também apresenta algumas situações estapafúrdias que não precisariam existir.

    Olhando para trás e comparando com o filme anterior, Sonic 2 faz com que o primeiro Sonic se pareça ainda melhor após dois anos de lançamento, pois seus acertos se sobressaem ao fraco roteiro da segunda produção. Ao utilizar demais alguns elementos que funcionaram no primeiro filme, Sonic 2 soa um pouco forçado e acaba se tornando cansativo em alguns aspectos.

    Vale destacar o ótimo trabalho da produção em prover diversos fanservices dos games ao longo do filme. Ao apostar em pequenos elementos aqui e ali, Sonic 2 capta os adultos pela nostalgia, trazendo diversas surpresas para os espectadores.

    VEREDITO

    Sonic 2: O Filme peca em seus excessos, entregando um resultado aquém do esperado para uma continuação de sucesso. Com uma trama inconsistente e arcos desnecessários, a produção perde um pouco o brilho que havia conquistado junto aos fãs na primeira obra cinematográfica.

    Mesmo assim, a nova aventura de Sonic é um entretenimento para crianças e adultos, trazendo referências à cultura pop e avançando a história do ouriço azul nos cinemas.

    2,7/5,0

    Assista ao trailer de Sonic 2 – O Filme:

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    CRÍTICA – Morbius (2022, Daniel Espinosa)

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    Desde sua primeira aparição nas páginas dos quadrinhos da Marvel Comics, em 1971, Morbius, o vampiro vivo passou de vilão a anti-herói e se tornou um dos personagens mais enigmáticos do Universo Marvel.

    O filme estrelado por Jared Leto conta também com nomes como Matt SmithAdria ArjonaJared HarrisAl Madrigal e Tyrese Gibson.

    A mais nova produção da Sony Pictures no Aranhaverso chega aos cinemas nesta quinta-feira, 31.

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    SINOPSE

    Gravemente enfermo por conta de um estranho distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outras pessoas que padecem do seu mesmo destino, o Dr. Morbius (Jared Leto) arrisca a própria vida em uma aposta desesperada. Embora, a princípio, pareça ser um enorme sucesso, algo tenebroso é desencadeado dentro dele. O bem prevalecerá sobre o mal ou Michael sucumbirá às suas novas compulsões misteriosas?

    ANÁLISE

    Que Jared Leto é um artista versátil, não há dúvidas. De músico premiado do Thirty Seconds to Mars à vencedor do Oscar por O Clube de Compras Dallas (2013), Leto não tem emplacado grandes sucessos na sétima arte nos últimos anos; e com o seu polêmico Coringa de Esquadrão Suicida (2016), o longa Morbius sofreu com uma grande preocupação por parte dos fãs sobre como seria essa nova atuação no gênero de filmes de super-heróis.

    Para acalmar esses mesmos fãs preocupados, a produção apostou em um cast conhecido do grande público com nomes que estiveram presentes em produções de sucesso, como por exemplo: Matt Smith de Doctor Who, The Crown e a aguardadíssima série House of the Dragon, o veterano Jared Harris que ganhou ainda mais holofotes depois de Chernobyl e também com Tyrese Gibson, sempre presente nas franquias Transformers e Velozes & Furiosos.

    Infelizmente, aqui o elenco é mal aproveitado e todos parecem estar flutuando ao redor de Morbius (Jared Leto) e Milo (Matt Smith), incapazes de intercederem em algo quase sobrenatural; e apesar de contarem com o habilidoso Matthew E. Butler da Digital Domain que criou os efeitos visuais para Vingadores: Ultimato (2019), a experiência em dar vida a personagens digitais da Marvel, o CGI não é suficiente para fazer de Morbius um filme inesquecível.

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    VEREDITO

    Não há forma melhor de dizer do que sendo direto e reto: é ruim.

    Se tratando de roteiro, com uma trama e diálogos criativos, o mais recente filme do Aranhaverso da Sony Pictures está mais para os filmes do Venom que para os filmes do Homem-Aranha de Sam Raimi. E, além da direção fazer com o elenco seja algo superficial para o desenvolvimento da trama, o uso do CGI apesar de trazer inovação com as cenas em que Morbius “sente/identifica” as correntes de ar, não nos apresenta uma sensação de novidade.

    Com um CGI extremamente borrado em cenas de ação mais rápidas, as cenas de luta lembram os combates em CGI visto em Blade 2 (2002) e os saltos dos vampiros remetem muito aos efeitos vistos em Noturno (Alan Cumming) no longa X-Men 2 (2003); agora note que estou falando de filmes de duas décadas atrás.

    Após a sessão de imprensa de Morbius, concluí que:

    Se uma andorinha não faz verão, dois vampiros não fazem um bom filme de vampiros; quem dirá de super-heróis“.

    Importante: Morbius conta com 2 cenas pós-créditos. Relevantes? Até são, mas não salvam o filme. E se pensar muito, pode até irritar mais (meu caso) que alegrar os fãs.

    1,5 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    PRIMEIRAS IMPRESSÕES – Cavaleiro da Lua (1ª temporada, 2022, Disney+)

    Cavaleiro da Lua é a mais nova série da parceria Disney+ e Marvel e tem Oscar Isaac (Duna) no papel principal.

    SINOPSE DE CAVALEIRO DA LUA

    Steven Grant (Oscar Isaac) é um vendedor de souvenires em um museu de Londres e tem uma vida bastante pacata. Entretanto, ele sofre com sonambulismo e sua condição tem sido um grande problema. Ele descobre que na verdade tem dupla personalidade, uma vez que seu novo alter ego, Marc Spector, um mercenário largado à sua sorte em uma expedição, deve fazer as vontade de Konshu, o Deus da Lua, se tornando o Cavaleiro da Lua.

    ANÁLISE

    A nova série da Marvel chama a atenção já em seus primeiros momentos por não se parecer em nada com os demais produtos do MCU, uma vez que sua proposta é bastante séria e lembra em alguns momentos apenas por algumas pílulas de humor e uma violência mais “clean” em relação à sanguinolência.

    De fato, Cavaleiro da Lua aborda temas pesados, quase se tornando um terror psicológico com um misto de aventuras no maior estilo Indiana Jones. Doenças como esquizofrenia são abordadas aqui de forma inventiva, visto que a confusão mental do protagonista é passada aos espectadores por meio de flashes repentinos e mudanças de comportamento e cenários com cortes muito bem realizados na montagem das cenas.

    A violência é um dos pontos positivos, pois o anti-herói é um dos mais brutais nos quadrinhos e mesmo que seja um pouco mais soft, a pancadaria em Cavaleiro da Lua é algo louvável. Todavia, são poucas as cenas de ação, com a série sendo mais focada no mistério e em diálogos.

    Sobre as atuações, tanto Oscar Isaac quanto Ethan Hawke mandam bem em seus papéis, apesar do segundo ser um vilão super genérico que quer dominar o mundo por meio de um deus ancestral nos primeiros quatro episódios iniciais.

    De negativo, temos um CGI extremamente artificial, deixando o traje de Marc sem peso e com uma textura esquisita. A roupa do nosso herói é muito legal, mas a artificialidade lembra muito o uniforme de Pantera Negra e do Homem-Aranha no filme Guerra Civil, deixando tudo muito falso.

    VEREDITO

    Cavaleiro da Lua: você não precisa conhecer o MCU para assistir ao seriado

    Até o momento, Cavaleiro da Lua nos deixa com um misto de sentimentos, uma vez que sua confusão é algo proposital, mas que tira a fluidez da trama. Os ganchos deixados nos primeiros quatro episódios são empolgantes, todavia, são muitas pontas soltas para a season finale que acontecerá no sexto. A curiosidade e expectativas são altas, tomara que seja épico!

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    Confira o trailer de Cavaleiro da Lua:

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    Conheça Mary MacPherran, a Titânia

    Mary MacPherran, também conhecida como Titânia é uma personagem da Marvel Comics que foi criada por Jim Shooter e Mike Zeck, tendo sua primeira aparição foi na HQ Guerras Secretas #3, que foi publicada em julho de 1984.

    ORIGEM

    Nascida no subúrbio de Denver, no Colorado, Mary sempre foi uma garota de baixa estatura e magra, por causa disso ela era chamada de skeeter na escola (uma gíria americana que se refere a mosquito) por uma uma menina rica e popular chamada Vanessa Ashwood.

    Devido ao lullying MacPherran cresceu com o pensamento que seria aceita pelos colegas se a mesma tivesse superpoderes e se fosse uma super-heroína.

    Mais tarde, Marsha, sua amiga, vê certa semelhança entre Mary MacPherran e a segunda Mulher-Aranha (Julia Carpenter) pelas duas terem cabelos loiros e convencida sobre isso, Mary diz para Marsha que ela atua como a Mulher-Aranha secretamente e Marsha se torna a responsável por espalhar esse falso boato que chega até os ouvidos de Vanessa. Com isso, ela rapidamente conquistou uma popularidade crescente e chegou a ser convidada para uma festa de Vanessa, da qual ela participou junto de Marsha.

    No meio da festa, Denver inteira foi arrancada da Terra pelo Beyonder. A Mulher-Aranha surgiu para resgatar as garotas que estavam em perigo, mas ao ver a heroína Vanessa e as outras convidadas da festa atacaram Mary e Marsha, descobrindo que as duas haviam mentido. Fugindo para uma floresta, as meninas foram encontradas por Doutor Destino, que as recrutou para o seu exército de super vilões, oferecendo poderes para elas.

    PODERES E HABILIDADES

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    MacPherran passou por alterações genéticas misturadas com radiação que lhe forneceram super força e outros atributos ligados a isso. Por conta de seus músculos, ela também possui super durabilidade, o que significa que tiros não conseguem machucá-la, assim como quedas de grandes alturas. Golpes poderosos de outros personagens da Marvel também não causam muito impacto nela. Além disso, Titânia consegue aguentar mudanças bruscas de temperaturas, sobrevivendo do calor intenso ao frio extremo.

    Ela também possui super estamina o que lhe impede de se cansar; é uma incrível lutadora no combate corpo-a-corpo e possui várias técnicas de luta. Uma de suas fraquezas é o medo de aranhas, em inúmeras histórias a personagem precisa fazer um esforço descomunal para conseguir enfrentar o Homem-Aranha, por exemplo.

    EQUIPES

    Na maior parte das suas histórias, Titânia agia conforme a vontade do Doutor Destino e na maioria das vezes enfrentava a Mulher-Hulk (She-Hulk, no original) porque em sua consciência ela precisava provar que era mais forte que Jennifer Waters, porém, Jennifer sempre sai vitoriosa pelo fato de pensar rápido em estratégias de combate.

    Titânia já trabalhou para o Homem-Absorvente e já fez parte dos Mestres do Mal, um grupo formado por ninguém menos que o Barão Zemo.

    CURIOSIDADES

    Titânia com seus planos mirabolantes para derrotar a Mulher-Hulk adquiriu a Joia do Poder para utilizar contra a heroína, porém, Jennifer foi mais esperta e fingiu que havia morrido durante o ataque, foi nesse momento que Mary percebeu que não teria mais propósito de vida já que não teria mais a heroína para atormentar. Aproveitando-se da situação, a Mulher-Hulk rouba a joia da vilã e a derrota com apenas um soco.

    OUTRAS MÍDIAS

    Titânia aparece nos jogos Marvel Future Fight e em Homem de Ferro e X-O Manowar no Heavy Metal. A vilã já apareceu em vários episódios dos desenhos animados Hulk e os Agentes da SMASH e Os Vingadores Unidos.

    Rumores indicam que a personagem está inserida na série She-Hulk do Disney+ e será interpretada pela atriz Jameela Jamil que atuou recentemente no longa de Case Comigo (2022), estrelado por Jennifer Lopez.

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    Morbius: Saiba tudo sobre o novo longa da Sony

    Um dos personagens mais fascinantes e ambivalentes do Universo de Personagens Marvel da Sony Pictures chega às telas dos cinemas com o vencedor do Oscar, Jared Leto se transformando em um enigmático anti-herói, Michael Morbius.

    Gravemente enfermo por conta de um estranho distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outras pessoas que padecem do seu mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca a própria vida em uma aposta desesperada. Embora, a princípio, pareça ser um enorme sucesso, algo tenebroso é desencadeado dentro dele. O bem prevalecerá sobre o mal ou Michael sucumbirá às suas novas compulsões misteriosas?

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    O filme será lançado no Brasil em 31 de março de 2022.

    O ELENCO

    Dirigido por Daniel Espinosa e produzido por Avi Arad, Matt Tolmach e Lucas Foster; o filme estrelado por Jared Leto conta também com nomes como Matt Smith, Adria Arjona, Jared Harris, Al Madrigal e Tyrese Gibson.

    Jared Leto (Michael Morbius)

    Suas duas décadas de trabalho como ator abrangem uma variedade de desempenhos intensos e transformadores. Por sua atuação como o paciente transgênero com AIDS, Rayon em O Clube de Compras Dallas (2013), Jared Leto recebeu os prêmios de Melhor Ator Coadjuvante de várias associações de críticos. Foi nomeado Melhor Ator Coadjuvante pela New York Film Critics Association, Los Angeles Film Critics Association e pela Broadcast Film Critics Association. Leto recebeu suas primeiras indicações ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao Screen Actors Guild Award com o papel, tendo vencido todos esses prêmios.

    Leto vem atualmente cativando a crítica e o público com sua transformação no seu desempenho em Casa Gucci (2021), dirigido por Ridley Scott e coestrelado por Lady Gaga, Adam Driver e Al Pacino. A seguir, irá coestrelar com Anne Hathaway em WeCrashed, uma série limitada da Apple TV+ que retrata a ascensão e queda da WeWork; Leto também é produtor executivo do projeto.

    Além de O Clube de Compras Dallas, seus demais créditos dentre vários projetos no cinema incluem Prefontaine: Um Nome Sem Limites (1997), Além da Linha Vermelha (1998), Clube da Luta (1999), Psicopata Americano (2000), Quarto do Pânico (2002), O Senhor das Armas (2005), Alexandre (2004), Os Fugitivos (2006), Sr. Ninguém (2009), Esquadrão Suicida (2016) e Blade Runner 2049 (2017).

    Jared Leto com sua banda de rock, Thirty Seconds to Mars, possui inúmeros discos de platina. Ele é o vocalista, guitarrista e compositor da banda, que inclui seu irmão Shannon Leto.  

    O Thirty Seconds to Mars lançou cinco discos de estúdio, incluindo America, de 2018, e trabalha atualmente no seu sexto álbum. Seus sucessos nas rádios incluem as músicas “Walk on Water“, “This Is War“, “Kings and Queens” e “The Kill“. A banda já viajou por todo o mundo em turnês com shows esgotados, realizando mais de 300 apresentações em quase 60 países, em seis continentes, para 3 milhões de pessoas, quebrando o recorde mundial do Guinness da turnê mais longa de shows de uma banda de rock; e vendeu mais de 10 de álbuns em todo o mundo e seus videoclipes tiveram mais de 350 milhões de visualizações no YouTube.

    Matt Smith (Milo)

    Um dos atores mais dinâmicos e talentosos do Reino Unido na atualidade, Matt Smith é mais conhecido por sua atuação única como o Doutor na série seminal, Doctor Who. Sua interpretação recebeu tanto elogios da crítica quanto uma indicação ao BAFTA.

    Smith pode ser visto atualmente no thriller psicológico Noite Passada em Soho (2021), em 2022 Smith irá interpretará o personagem Príncipe Daemon Targaryen na prequel de Game of Thrones, House of the Dragon. Além das séries Doctor Who e a vindoura House of the Dragon, Matt Smith também está presente na segunda temporada de The Crown, a popular série da Netflix sobre a família real britânica; o ator dá vida ao Príncipe Philip.

    No cinema, além de diversos outros projetos, Smith pode ser visto em produções como Rio Perdido (2014), Orgulho e Preconceito e Zumbis (2016), Paciente Zero: A Origem do Vírus (2018), Segredos Oficiais (2019) e O Que Ficou Para Trás (2020).

    Adriana Arjona (Martine)

    Um dos talentos em ascensão mais promissores de Hollywood, Adriana Arjona concluiu recentemente as filmagens do aguardado remake de O Pai da Noiva, filme contará a história de um pai diante do casamento iminente da filha através do prisma de relacionamentos múltiplos numa grande família cubano-americana.

    No cinema Adriana também é creditada em outros trabalho que incluem Círculo de Fogo: A Revolta (2018), Esquadrão 6 (2019) e Justiça em Família (2021).

    A atriz fará sua estreia no Disney+ na tão esperada série Andor (2022); uma prequel de Star Wars: Rogue One; outras séries de Arjona incluem True Detective, da HBO e Narcos, da Netflix.

    Jared Harris (Nicolas)

    Indicado ao Globo de Ouro e ao Emmy e vencedor dos prêmios SAG e BAFTA, Jared Harris é um ator de teatro de formação clássica e ex-membro da famosa Royal Shakespeare Company de Londres, cuja prolífica carreira ilustra continuamente sua capacidade de se transformar facilmente de um personagem a outro e o mantém na companhia de alguns dos talentos mais criativos da atualidade no cinema e na televisão.

    A extensa carreira de Harris no cinema e na televisão inclui a premiada minissérie da HBO, Chernobyl; a série da AMC que definiu uma década, Mad Men; a série de enorme popularidade da Netflix, The Crown; no cinema seus trabalhos incluem O Curioso Caso de Benjamin Button (2008), Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras (2011) e até o momento, sua carreira abrange mais de setenta filmes e produções de televisão.

    Al Madrigal (Rodriguez)

    Sendo um dos comediantes mais bem-sucedidos da atualidade, quebrando barreiras para os latinos na indústria, Al Madrigal também expandiu sua atuação para se tornar escritor, produtor e empresário.

    Seu fascínio por super-heróis e sua determinação em aumentar a representação de histórias, personagens e vozes latinas levou Madrigal a criar e escrever a série de quadrinhos Primos para a editora AWA. A história reúne três primos distantes, unidos por sua antiga linhagem maia espacial ao histórico Rei Janaab, com um propósito profundamente especial: salvar o mundo como eles o conhecem. A primeira série de quadrinhos tem seu lançamento programado para 2 de fevereiro de 2022.

    Al Madrigal e o comediante Bill Burr cofundaram a All Things Comedy (ATC) e nos últimos cinco anos, a ATC criou com sucesso uma plataforma de vídeo digital, podcasts originais, uma produtora, um selo fonográfico de comédia, uma distribuidora de televisão e longas metragens e uma consultoria de mídia social e agência de conteúdo de marca. Atualmente, é a principal rede de podcasts de comédia com shows apresentados por alguns dos melhores comediantes da indústria e tem mais de 15 milhões de ouvintes e mais de 50 shows.

    Os créditos cinematográficos de Madrigal incluem Operação Supletivo: Agora Vai! (2018) e O Caminho de Volta (2020).

    Sua carreira de stand-up decolou quando ele ganhou um prêmio do júri de Melhor Comediante de Stand-up no U.S. Comedy Arts Festival, depois de ganhar o prêmio, ele assinou um contrato de reserva de talentos com a CBS que acabou levando ao seu especial, Comedy Central Presents. Madrigal completou seu primeiro especial de uma hora, Why Is the Rabbit Crying? O especial estreou no Comedy Central e foi eleito um dos 10 melhores especiais de comédia de 2013 pelo Westword e pelo The Village Voice. Em 2017, seu especial de uma hora aclamado pela crítica, Shrimpin’ Ain’t Easy, estreou no Showtime e também foi incluído na lista dos 10 melhores da Decider e Vulture naquele ano.

    Em um artigo intitulado “The Best Standup TV Right Now“, a revista Rolling Stone declarou:

    O ex-integrante do The Daily Show é um veio de ouro de comédia.”

    Tyrese Gibson (Stroud)

    Originado de Watts, um bairro de Los Angeles, aos 16 anos Tyrese Gibson foi descoberto depois de ser escalado para um comercial da Coca-Cola. Um álbum de estreia autointitulado rapidamente se seguiu, assim como um American Music Award para Novo Artista Favorito de Soul/R&B. Desde então, Gibson lançou mais cinco álbuns de estúdio e recebeu seis indicações ao Grammy. Seu álbum de estúdio mais recente, Black Rose, estreou em primeiro lugar na parada da Billboard de Álbuns de R&B e contou com o single “Shame“, que ficou em primeiro lugar na parada da Billboard de Canções Adultas de R&B por 16 semanas consecutivas. 

    Este ano marca o 20º aniversário de Baby Boy – O Rei da Rua (2001), o ator também está presente em outras produções do cinema como O Voo da Fênix (2004), Quatro Irmãos (2005), Ruas Sangrentas: O Acerto Final (2006), Corrida Mortal (2008), Legião (2010), Black Nativity: Uma Jornada Inesquecível (2013), Policial em Apuros 2 (2016), Cores da Justiça (2019) e Refém Rebelde (2021).

    Tyrese Gibson também está presente em grandes franquias do cinema como Velozes & Furisosos e Transformers.

    CRIANDO O MONSTRO

    Quando Morbius funde seu DNA com o de um morcego vampiro, ele ganha poderes sobre-humanos – mas também se transforma em um monstro hediondo. Ele não apenas ganha força e agilidade, mas também o poder de usar a ecolocalização – a capacidade dos morcegos de “enxergar” no escuro, confiando nas ondas sonoras ao seu redor. No entanto, ele também desenvolve o focinho arrebitado de um morcego, bochechas afundadas e uma boca cheia de presas afiadas.

    Quanto ao próprio personagem, Jared Leto e o diretor Daniel Espinosa concordaram que o visual viria de efeitos visuais, e não de próteses e maquiagem. Leto comentou:

    Quando você coloca um personagem na tela pela primeira vez, tem uma ótima oportunidade de criar algo. Fiz questão, desde o início, do uso da tecnologia para aprimorar e ajudar na transformação, principalmente do próprio Morbius, porque achava que assim teríamos menos limitações. Existe um potencial ilimitado usando algumas dessas novas tecnologias, então, é interessante fazer parte disso e ir além.”

    Matthew E. Butler, que, como parte da equipe da Digital Domain que criou os efeitos visuais para Vingadores: Ultimato (2019), tem experiência em dar vida plena a personagens digitais da Marvel e disse:

    Os efeitos visuais nunca são uma resposta única para nada – tentamos usar a ferramenta certa para o trabalho, e cada trabalho é um pouco diferente. Em Morbius, os vampiros atuam, têm diálogos e expressão, e eles precisam olhar, sentir e cheirar como o ator. Jared Leto e Matt Smith precisam transparecer através de suas formas vampíricas. Tentamos manter o máximo de suas características, para que você pudesse olhar para essa criatura e pensar, sim, esse é o Jared – mas partimos de um homem bonito para fazer esse personagem horrível.”

    Outro desafio foi a mudança de humano para vampiro e vice-versa.

    O Morbius pode ‘florescer’ de sua versão humana para a versão vampírica, mas ele não fica continuamente nessa fase. Ele pode entrar e sair dela – normalmente por raiva. Ele precisava ser capaz de se transformar em diferentes expressões; uma solução é filmá-los como são e manipular o rosto. Isso pode funcionar, mas, às vezes, chegamos muito longe do original e ainda precisamos capturar todas as idiossincrasias, as sutilezas, os indícios familiares de quem é essa pessoa e suas características, mesmo que a criatura seja bem diferente na sua geometria. Então decidimos que os atores filmariam o desempenho no platô, e nós refilmaríamos esse desempenho com uma série de pontos marcados em seus rostos e câmeras de capacete que pudessem capturar todas essas sutilezas. O software pode traduzir essa atuação no desempenho de uma criatura completamente diferente. Isso é algo que fizemos muito bem com o Thanos.”

    VISUALIZANDO OS PODERES DO MORCEGO

    Todos os desafios – o visual da criatura e a manifestação de seus poderes – ficariam a cargo do supervisor de efeitos visuais Matthew E. Butler. Trabalhando com Espinosa, Butler criaria uma linguagem cinematográfica que levaria o público às percepções sensoriais de Morbius. Era um desafio que Matthew E. Butler estava especialmente apto a enfrentar.

    Quando Daniel veio nos ver pela primeira vez, uma das coisas que ele estava particularmente interessado em fazer era visualizar alguns dos poderes especiais incomuns de Morbius, um dos quais é sua capacidade de visualizar vetores de vento para ecolocalização, como um morcego faria. Uma vez que a minha formação anterior era aeroespacial e eu me concentrava em misturas de fluidos computacionais e na visualização do fluxo de fluido, isso me atraiu particularmente. É algo que eu poderia ver como uma maneira legal de visualizar, e não gratuita. Encontramos um modo visualmente emocionante de mostrar a sua habilidade, assim como a sua capacidade de ser hipersensível a vetores de vento.”

    SOBRE AS CENAS DE AÇÃO

    O coordenador de cenas de ação Gary Powell foi encarregado de criar a ação de Morbius. Isso incluiu a criação da sua maneira de lutar, considerando que ele nunca teve forças para treinar dessa maneira antes de adquirir seus poderes.

    Eu conhecia o personagem Morbius, porque costumava ler todos os quadrinhos do Homem-Aranha. É um mundo mais sombrio; ele é um anti-herói. Um pouco mais sombrio do que estamos acostumados no mundo dos super-heróis.”

    Então, o primeiro lugar onde Powell procurou inspiração foi nos quadrinhos.

    As cenas de ação são baseadas no Morbius e no que ele pode fazer. Então, analisamos a HQs, a forças física dele, para ter certeza de que o estávamos honrando corretamente. Lendo os quadrinhos, você vê que ele é muito forte – talvez mais forte que o Homem-Aranha. Além disso, queríamos torná-lo o mais crível possível – mesmo estando em um universo sobre-humano, queremos que o público acredite nele.”

    As experimentações de Morbius com seus poderes revelam uma agilidade incrível. Para essas cenas, Powell chamou Greg Townley, um dos maiores acrobatas do mundo, para ser o dublê do Morbius.

    É fenomenal o que ele é capaz de fazer no ar. Tivemos uma conversa inicial com o Jared, onde ele explicou como o personagem se moveria, e isso nos deu algumas coisas para pesquisar. Observamos os morcegos e como eles atacam uns aos outros.”

    UMA NOVA IORQUE DOS ANOS 1980

    Os espectadores de certa idade podem se lembrar da Nova Iorque dos anos 1980 – pelo menos como era popularmente concebida nos quadrinhos. Cinzenta, dura, sombria – era assim que a cidade aparecia em muitas histórias em quadrinhos que Daniel Espinosa lia no período, e era isso que o diretor queria trazer de volta.

    Foi um pouco mais decadente – eu me inspirei nessas imagens e fiz algo que parecia diferente. Nós poderíamos fazer nossa própria Nova Iorque, assim como os artistas fizeram, como John Romita Jr. fez quando desenhou sua primeira paisagem da cidade.”

    A desenhista de produção Stefania Cella comentou:

    Não queríamos colocar o Morbius na Nova Iorque da Quinta Avenida; ele fica pela área mais periférica – nos becos e ruas laterais – mas não é parte dela. Isso nos deu a liberdade de extrapolar um pouco um desenho de produção para Nova Iorque não especificamente histórico de como ela se parece. Podíamos dar uma base ao filme com a linguagem das ruas, os carros, as placas dos carros e a sinalização, e aí, poderíamos usar de licença com as cores e a arquitetura.”

    Cella diz que o design do filme passa por uma progressão semelhante – uma transformação semelhante à que o próprio Morbius faz à medida que o filme avança.

    Como esta é uma introdução a Morbius, um personagem novo, queríamos contar a história do personagem através dos sets – como ele passa de criança a ganhador do Nobel. Começamos na Grécia, que é ensolarada, feliz, linda e romântica. E aí, entramos no laboratório – branco e estéril. E então, à medida que Morbius se transforma, o mesmo acontece com a aparência do filme – fica mais cinzenta. Noites, becos, locais mais escuros.”

    A produção de Morbius foi filmada no Reino Unido, nos estúdios Pinewood. Este também foi o local do maior e mais icônico set construído para a produção: o Horizon Lab do dr. Michael Morbius, com um viveiro cilíndrico do chão ao teto para os morcegos. Outros cenários foram construídos no Fountain Studios em Wembley.

    As tomadas externas que se passam em Nova Iorque foram rodadas na cidade de Manchester, onde edifícios e armazéns de tijolos vermelhos do século XIX forneceram um substituto impressionante. Uma seção em desuso da estação Charing Cross de Londres foi transformada pela cenografia para servir como os túneis do metrô de Nova Iorque, onde Milo faz uma matança e é confrontado por Morbius.


    O filme será lançado no Brasil em 31 de março de 2022.

    Assista ao trailer:

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