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    CRÍTICA – The Last Kingdom (5ª temporada, 2022, Netflix)

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    A quinta e última temporada de The Last Kingdom já está disponível no catálogo da Netflix, para alegria – e tristeza – dos fãs do épico histórico baseado nos romances de Bernard Cornwell.

    O elenco conta com Alexander Dreymon, Mark Rowley, Arnas Fedaravičius, Cavan Clerkin, Millie Brady, Emily Cox, Ruby Hartley, Caspar Griffiths, Timothy Innes e outros.

    A 5ª temporada de The Last Kingdom chegou ao catálogo da gigante do streaming no dia 9 de março.

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    SINOPSE

    Uhtred (Alexander Dreymon) percebe que seu destino é mais do que apenas Bebbanburg: está ligado ao futuro da própria Inglaterra. Encarregado de treinar Aethelstan (Caspar Griffiths), o filho primogênito do Rei Eduardo (Timothy Innes), como guerreiro; a ambição de Uhtred terá um propósito ainda maior. Mas, para alcançar esse destino, Uhtred terá que enfrentar seu maior inimigo e sofrer sua maior perda.

    ANÁLISE

    Após uma ausência de quase dois anos, a estreia da 5ª temporada de The Last Kingdom traz de volta vários personagens amados e muitas novidades: além de apresentar vários rostos novos, incluindo o primeiro personagem surdo do programa, a temporada traz o protagonista, Alexander Dreymon, estreando na direção e também a confirmação de um filme longa-metragem que complementará a série.

    Como a última temporada se concentra apenas nos livros 9 e 10, isso significa que temos mais três romances que foram deixados intocados pela produção do programa.

    Em relação ao filme complementar, o produtor executivo Nigel Marchant disse em um comunicado:

    Embora a 5ª temporada conclua totalmente a série, sempre houve mais uma história que queríamos contar. Com o apoio brilhante da Netflix e o apetite contínuo dos fãs para ver mais, simplesmente não conseguimos resistir a uma última jornada com Uhtred.”

    Os fãs das Crônicas Saxônicas, romances de Bernard Cornwell em que a série se baseia, sabem que cada temporada tentou abordar aproximadamente 2 livros, onde muitos acontecimentos foram cortados ou levemente alterados e tivemos até mesmo uma participação do autor em um dos episódios; e tais cortes e mudanças são como uma espada de dois gumes: pode alegrar ou irritar alguns fãs.

    Eu como um grande fã da obra original, não gostei de algumas dessas pequenas mudanças ao longo das temporadas, porém nesta quinta e última, mudanças significativas foram feitas e se distanciaram enormemente dos livros; o que me alegrou muito. Temos aqui o fechamento de arcos de personagens de forma muito mais profunda; algo que eu esperava nas páginas dos romances.

    Vale destacar que mudanças são positivas quando realizadas em conjunto: direção e elenco. Diferente de The Walking Dead que optou por se distanciar das HQs desde o início e não agradou aos fãs do original, em sua reta final The Last Kingdom traça o próprio caminho e faz isso de forma eficaz. Cada membro do elenco tem seu tempo de tela para trilhar seu próprio desfecho e a produção conduz de forma certeira, rendendo aos fãs grandes momentos cheios de emoção.

    Me alegrou o coração ver os destinos de personagens marcantes das páginas que tiveram suas conclusões abafadas pela necessidade do autor em focar na incansável busca do protagonista. A série da Netflix aproveita bem a oportunidade e “reescreve as páginas” que Cornwell não nos deu.

    Aethelflaed (Millie Brady), Padre Pyrlig (Cavan Clerkin), Sigtryggr (Eysteinn Sigurðarson), Stiorra (Ruby Hartley) e principalmente Brida (Emily Cox), são os grandes destaques e dão aos fãs momentos alegres e tristes. Com jornadas duras baseadas na fé no Deus cristão e nos Deuses antigos, no amor e até na vingança, cada um deles com suas particularidades têm seus méritos; e no fim, concluem de forma positiva seus arcos.

    VEREDITO

    A conclusão de The Last Kingdom fecha o arco de praticamente todos os personagens e me trouxe sorrisos e lágrimas assim como as páginas das Crônicas Saxônicas, o que me deixou extremamente feliz. Ver em tela o que gostaria de ter lido foi sem dúvidas o grande presente que a produção deu aos fãs da obra original.

    A saga de Uhtred foi concluída, mas o sonho do Rei Alfredo (David Dawson) de ter os quatro reinos unificados formando a Inglaterra ainda não foi alcançado e a Nortúmbria está agora entre os escoceses e os saxões; e é o último reino a ser conquistado. Uhtred ainda terá que lidar com isso e possivelmente vermos a conclusão no longa, ainda sem data de lançamento.

    E como diz Uhtred de Bebbanburg: “O destino é inexorável“.

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

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    Upload: Resumo com os principais acontecimentos da primeira temporada

    Upload, série original da Amazon Prime Video, terá a sua segunda temporada liberada no dia 11 de março. Com quase dois anos de pausa, o seriado criado por Greg Daniels e estrelado por Robbie Amell antecipou a tendência do metaverso (só que entre os mortos).

    Confira abaixo nosso resumo com os principais acontecimentos da primeira temporada.

    Sinopse de Upload

    Na trama, o jovem Nathan Brown (Robbie Amell) sofre um acidente de carro e morre prematuramente. Antes de seu corpo realmente falecer, ele aceita o contrato para que sua mente, memórias e personalidade sejam preservadas no Upload – mais especificamente no complexo luxuoso de Lake View.

    LEIA TAMBÉM: CRÍTICA – Upload (1ª temporada, 2020, Amazon Prime Video)

    Principais acontecimentos da primeira temporada

    Assim como descrito na sinopse, Nathan sofre um trágico acidente de carro. Ao ser levado ao hospital, o jovem rapaz não parece muito debilitado, mas os médicos e sua namorada Ingrid (Allegra Edwards) o convencem que ele está morrendo e que precisa ter suas memórias preservadas no Upload.

    Completamente sozinho e sem nenhum amparo familiar (sua mãe não consegue chegar a tempo para impedir o procedimento), Nathan é colocado na sala do scan e tem sua cabeça basicamente decepada. Suas memórias e personalidade são levadas para o Lake View, um luxuoso hotel digital onde ele viverá eternamente. Ou, pelo menos, até que alguém pare de pagar a conta da aplicação.

    É importante lembrar também que a namorada de Nathan é de uma família muito, mas muito rica. O fato dela poder prover um ambiente digital para que ele “viva” para sempre é a forma que Ingrid encontra de nunca perdê-lo. Mesmo que essa escolha seja uma grande ilusão.

    A responsável por criar o avatar e fazer upload dos dados de Nathan na plataforma é Nora (Andy Allo). Ela se torna uma guia para Nathan (e para o público), explicando todos os pormenores dessa situação incomum. Desde a falsa sensação de saciedade da comida digital, até os terapeutas em forma de cachorro: em Lake View há uma estrutura completa para que os avatares sejam felizes e plenos por toda a eternidade.

    Quando Nora faz o Upload das memórias de Nathan, ela nota que existem diversos arquivos corrompidos. Ela resolve investigar essas memórias, pois é importante que os avatares sejam criados com a maior autenticidade possível. Essa investigação ocorre ao longo da série.

    Portanto, a cada episódio acompanhamos duas tramas paralelas: Nathan se adequando à sua nova realidade, e Nora dividindo seu tempo entre o trabalho e os cuidados com o seu pai.

    Conforme Nathan começa a entender sua atual situação, e que ele é apenas uma reprodução de sua antiga vida, o personagem passa a desenvolver mais autonomia e tenta descobrir como progredir deste ponto em diante.

    Upload: Resumo com os principais acontecimentos da primeira temporada

    Nora, por outro lado, tem feito tudo o que pode para conseguir uma melhor avaliação como anjo dos avatares (pois já tem um bom desconto como funcionária da empresa), buscando garantir que seu pai consiga ir para Lake View quando a hora chegar. Seu pai não é fã da ideia, mas Nora não abre mão de tê-lo para sempre por perto – e, futuramente, se juntar a ele.

    Nathan e Nora passam a ficar cada vez mais próximos, pois ambos estão deslocados e infelizes. A química entre os dois é evidente, apesar de um estar vivo e outro, morto e com uma namorada ainda viva.

    Além dos dois personagens principais, o seriado também retrata outros moradores de Lake View, mas nenhum deles possui de fato uma trama realmente relevante. Eles servem apenas para facilitar o desenrolar da história de Nathan.

    Em seu funeral, Nathan encontra Fran (Elizabeth Bowen), uma prima sua. Ela está investigando o acidente e diz que o carro dele (que é um carro inteligente e digital) teve parte das memórias apagadas. Nathan diz que também não tem se lembrado de algumas coisas, o que acaba deixando toda a situação bem estranha.

    Em certo ponto da história, descobrimos que Nathan trabalhava com tecnologia e tinha um sócio chamado Jamie (Jordan Johnson-Hinds). Eles estavam desenvolvendo juntos um sistema revolucionário, que poderia atrapalhar os negócios de outras empresas. Nora segue investigando as memórias e se questiona se elas tem a ver com o projeto.

    Os próximos episódios mantêm a investigação em paralelo, com Fran descobrindo pequenas pistas sobre Nathan ter sido assassinado. Na história principal, Nathan e Nora estão cada vez mais apaixonados, mas Ingrid segue firme e forte como “dona” de Nathan, ameaçando deletá-lo se ele fizer algo errado.

    Nora acaba se envolvendo com um homem que ela conhece via aplicativo de paquera (um Tinder do futuro). Apesar de só pensar em Nathan, ela acaba se permitindo ter algum contato humano de “verdade”, por assim dizer.

    Ainda em busca de pistas, Fran descobre imagens de uma câmera de segurança que mostram Ingrid mexendo no carro de Nathan antes do acidente. Após essa descoberta, e parecer estar cada vez mais perto da verdade, o carro de Fran se tranca sozinho e se joga no mar com ela dentro.

    No episódio 6, Nora pergunta a Nathan se ele lembra algo sobre o projeto Beyond, que ele e o seu sócio não queriam vender. Ela também explica a ele que algumas memórias estavam corrompidas durante o upload. Nathan passa a questionar se Jamie poderia tê-lo traído. Nora baixa algumas informações do computador de sua supervisora sobre venda de memórias em um mercado paralelo.

    Com a aproximação dos dois, Nora acaba sendo punida por sua supervisora. Com isso, a supervisora finge se passar por ela e trata Nathan mal. Ele decide que quer ir embora para outro céu e pede que sua mãe o leve para ver outros locais.

    Nora, então, toma a iniciativa de ir até Ingrid e conta que Nathan está saindo de Lake View. As duas vão atrás dele, e Nora desconfia que elas estão sendo seguidas. Ao conversarem com Nathan e convencerem ele a retornar, um homem estranho derruba em uma fonte o disco rígido que ele acredita conter os dados de Nathan. Por sorte, Nora estava com o HD real, evitando que tudo fosse perdido.

    No episódio 9, o penúltimo da temporada, Nathan finalmente entra em contato com Jamie para entender a situação do projeto Beyond. Jamie afirma que não matou Nathan, mas diz que o estava evitando porque teve um affair com Ingrid.

    Após isso, na festa de inverno, Nathan diz a Ingrid que seus sentimentos mudaram e que ele quer terminar. Ela afirma que precisa protegê-lo por causa das informações que ele possui, o que faz Nathan desconfiar que Ingrid sabe que ele foi assassinado. Ela fica chateada e desliga a conexão.

    Ao término da competição de inverno, uma nova atualização de Lake View será implementada. Nora tem a ideia de manter Nathan acordado durante a atualização e dá a ele uma chave de exposição de código, para que ele possa trabalhar em customizações do hotel. Antes da atualização acontecer, Nora explica que as memórias de Nathan serão restauradas e ele pode não lembrar mais dela. Eles se beijam e a atualização acontece.

    No episódio final, descobrimos que, na verdade, Nathan traiu Jamie e vendeu o código do Beyond. Ele foi de fato assassinado e o responsável é o pai de Ingrid. Nora fica chocada com o que vê nas memórias de Nathan e ele fica envergonhado de ter sido daquela forma em vida.

    Ele vai para o plano pré-pago das almas (o 2gig), um espaço que os dados não duram muito tempo e que não há conforto. É como um inferno para as almas digitais. Lá ele e Nora conversam, mas, durante a ligação, um homem entra no apartamento de Nora e tenta matá-la. Nathan usa a ferramenta de exposição de código para acessar câmeras de segurança, rastrear Nora e dar instruções para ajudá-la a fugir do homem.

    Nathan hackeia um elevador em que o assassino está e acaba dando cabo do homem. Quando Nora tenta contato novamente com Nathan e se declara, os planos de dados de Nathan já estão esgotados. Ela se sente mal e vai embora com o namorado do Tinder.

    No final da temporada, Ingrid dá 1gb para Nathan. Ela explica a Nathan que ela se carregou no upload e Nathan fica instantaneamente com raiva, perdendo o 1gb imediatamente.

    A segunda temporada de Upload estreia na Amazon Prime Video no dia 11 de março. Confira o trailer:

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    TBT #167 | O Corvo (2012, James McTeigue)

    O Corvo é um filme de 2012 que conta a história de Edgar Allan Poe. Enquanto precisa mudar completamente sua vida, Poe se vê como o suspeito número 1 em diversos casos de assassinato, o escritor então precisa se juntar à polícia a fim de descobrir quem está cometendo crimes inspirado em seus contos.

    Ainda que o filme aborde um dos detalhes mais importantes da vida do escritor, ele o faz de maneira respeitosa e nos leva por um filme tão poético quanto contundente.

    SINOPSE

    Na Baltimore do século XIX, um assassino está cometendo crimes inspirados nas apavorantes histórias do famoso escritor Edgar Allan Poe. O autor une forças com um detetive da polícia para evitar que seus contos se tornem realidade.

    ANÁLISE

    O Corvo

    “Em 7 de Outubro de 1849, Edgar Allan Poe foi encontrado quase morto em um parque em Baltimore, Maryland. Seus últimos dias de vida continuam sendo um mistério.”

    Com uma frase de abertura contundente, temos início com uma expectativa: Poe estará morto ao fim desta trama.

    Enquanto romantiza acerca dos últimos dias de vida de Poe, o diretor e o elenco encaminham essa trama e lançam Edgar Allan Poe (John Cusack) em uma viagem em direção ao que parece ser um dos maiores mistérios de sua vida, um assassino que se inspira em seus contos para cometer assassinatos.

    Como um suspense investigativo, O Corvo coloca John Cusack em uma das suas melhores atuações, fugindo de atuações mais cartunescas como em Conexão Mortal, Batalha dos Impérios e Obsessão.

    Enquanto presta uma homenagem ao trabalho da vida de Poe, o filme omite fatos como a adicção do escritor ao ópio, e escancara seu alcoolismo. O brilhantismo do filme se dá por meio de seu fator poético, louvando os aspectos mais obscuros da persona do escritor e sua depressão.

    VEREDITO

    O Corvo

    A ambientação do filme nos lança de cabeça à Baltimore do século XIX. Com Luke Evans, Alice Eve o filme nos apresenta as diversas interações que passarão a definir quem Poe é diante das dificuldades que ele irá enfrentar ao longo da trama.

    De maneira poética, o filme nos faz entender as dores e a vida que Poe levou enquanto nos aproximamos de seus últimos dias.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    CRÍTICA – O Projeto Adam (2022, Shawn Levy)

    O Projeto Adam é o novo longa original da Netflix e tem na direção Shawn Levy (Free Guy) e Ryan Reynolds (Deadpool) como protagonista.

    SINOPSE DE O PROJETO ADAM

    Em 2050 o mundo está um caos e Adam (Ryan Reynolds) quer mudar o futuro indo para o passado, regressando para 2018. Entretanto, ele acaba voltando acidentalmente para 2022 e acha seu eu com 12 anos. Agora, eles devem unir forças para derrotar a temível Maya Sorian (Catherine Keener) e impedir a criação da viagem do tempo por seu pai, Louis (Mark Ruffallo).

    ANÁLISE

    O Projeto Adam é um filme que tem duas faces: na primeira, ele é divertido, irreverente e dinâmico, na outra, chato, sem timing cômico e extremamente clichê, com personagens estereotipados e sem personalidade.

    De positivo, temos um primeiro ato frenético, que consegue ser interessante e criar boas relações de personagens. Ryan Reynolds e Walker Scobell tem muita química, pois trazem muito carisma para as versões adulta e jovem do protagonista. Por mais que seja expositivo demais, o roteiro até que se consagra nos primeiros 30 minutos de O Projeto Adam.

    As cenas de ação são legais, uma vez que são bem executadas, com uma coreografia inventiva e gagdets que funcionam em tela. A direção consegue passar cenas de impacto, mesmo que em alguns momentos use a bengala do “blip” como recurso de tela. Por fim, a trilha sonora é bem executada, pois traz um encaixe muito bom com a montagem da obra.

    Se no primeiro ato o longa funciona, do segundo em diante, O Projeto Adam vira um desastre! O filme fica enfadonho, a trama empaca e as atuações dos demais atores que entram são completamente no automático. Zoe Saldana e Mark Ruffalo parecem desinteressados em estar ali, entregando performances bem automáticas. A participação de Jennifer Garner é de uma coadjuvante de luxo.

    O roteiro é bastante furado, algo inerente em filmes de viagem no tempo, visto que a todo o momento ele se contradiz. Em dado momento, um dos acontecimentos é esticado ao extremo, pois tem que entregar uma cena emocionante, mas que não tem nenhum sentido para existir. A vilã é extremamente genérica, sendo apenas uma empresária gananciosa em busca de dinheiro.

    VEREDITO

    O Projeto Adam poderia ser uma farofa sem pretensão de ser um grande longa, todavia, entra numa espiral de clichês e problemas que jogam muito para baixo a experiência de assistir ao filme.

    De fato, se houvesse um pouco mais de capricho no roteiro e de interesse do elenco em participar da trama, a obra poderia ser mais legal, contudo, os problemas são muito visíveis para quem está assistindo, uma pena para quem buscava um entretenimento de qualidade.

    2,5/5,0

    Confira o trailer de O Projeto Adam:

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    Vikings: Valhalla | Curiosidades dos bastidores da série

    Situado há mais de mil anos no início do Século XI, Vikings: Valhalla narra a aventuras heroicas de alguns dos vikings mais famosos que já viveram: o lendário explorador Leif Eriksson (Sam Corlett), sua impetuosa e obstinada irmã Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson) e o ambicioso príncipe nórdico Harald Sigurdsson (Leo Suter).Como as tensões entre os vikings e a realeza inglesa atingem um sangrento ponto de ruptura e enquanto os próprios vikings se chocam com crenças cristãs e pagãs conflitantes, esses três vikings iniciam uma jornada épica que os levará através dos oceanos e campos de batalha, de Kattegat à Inglaterra e além, enquanto lutam pela sobrevivência e glória.

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    Vikings: Valhalla, é ambientado mais de cem anos após o fim da série original Vikings e é uma nova aventura que combina autenticidade histórica e drama com ação corajosa e imersiva. Com Jeb Stuart como showrunner e produtor executivo, Valhalla também é produzido por Morgan O’Sullivan, Sheila Hockin, Steve Stark, James Flynn, John Weber, Sherry Marsh, Alan Gasmer, Paul Buccieri e também pelo criador da série original Michael Hirst.

    Além de Sam Corlett, Frida Gustavsson e Leo Suter, o elenco conta com nomes como Bradley Freegard, Jóhannes Haukur Jóhannesson, Caroline Henderson, Laura Berlin e David Oakes.

    Sem muitas delongas, vamos às curiosidades do backstage!

    1. Para preparar seu papel como Harald Sigurdsson, o ator Leo Suter, leu vários livros e também estudou os poemas épicos anglo-saxões Beowulf e The Battle of Maldon;
    2. A pulseira que Harald usa na série é a mesma do personagem Rei Harald Finehair, interpretado por Peter Franzin, usado na série original Vikings;
    3. Frida Gustavsson também leu vários livros e mitos para se preparar para seu papel como Freydis, especialmente um livro chamado Valkyrie: The Women of the Viking World do autor J. Friðriksdóttir;
    4. Gustavsson era fã da série original Vikings e é amiga íntima do ator Edvin Endre, que interpreta o personagem Erlendur. Ela também é uma amazona entusiasta e adorava andar a cavalo na série;
    5. O pai e o irmão da vida real de Frida Gustavsson se chamam Erik e Leif, assim como na série, e seu apelido na vida real é “Freydis”;
    6. David Oakes, que interpreta o personagem Godwin, anda a cavalo desde os cinco anos de idade e fez todas as suas cenas de cavalgada para a série;
    7. Sam Corlett é vegano, então a figurinista Susan O’Connor Cave criou uma armadura de couro vegano para que o ator utiliza-se em seu papel como Leif;
    8. Cave também trabalhou na série original Vikings, e manteve grande parte do tom de figurino original da série. Porém ela trabalhou nos detalhes de figurino para refletir a transição dos vikings para o cristianismo;
    9. O figurino dos groenlandeses foi o que levou mais tempo para ser feito, já que todas as peças pretendem refletir uma conexão com a terra e o ambiente natural;
    10. Os vikings, da mesma forma, têm um visual mais orgânico com muitas lãs, linhos e peles. O figurino dos saxões contrasta com muitos veludos, sedas e brocados com embelezamento pesado;
    11. Os vestidos de gola alta de Emma da Normandia, vivida por Laura Berlin, são feitos para refletir sua realeza, e também atuar como sua armadura;
    12. O traje de Jarl Kåre, vivdo pelo ator Asbjørn Krogh Nissen, deve espelhar a forma de uma batina, uma peça de roupa clerical;
    13. O estilo de luta de cada personagem é específico para sua personalidade e arco de história. Exempo disso é o caso de Leif, que não quer ser como seu pai e por isso usa o cabo do machado quando para que seus golpes não sejam letais;
    14. John McKenna, o armeiro tanto na série original Vikings quanto em Vikings: Valhalla, foi o responsável por tornar os equipamentos de batalha e armamentos tão historicamente precisos quanto possível. Ele também manteve tudo em Valhalla no mesmo tom escuro e envelhecido, seguindo o mesmo tom visual ao período apresentado na série original;
    15. Jóhannes Haukur Jóhannesson, que deu vida ao personagem Olaf Haroldson, é um chef talentoso, e trazia assados deliciosos como forma de mimos para a equipe de dublês sempre que ele ensaiava.

    Vikings: Valhalla chegou ao catálogo da Netflix no dia 25 de fevereiro de 2022.

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    Besouro Azul: Tudo sobre o Escaravelho e as versões do personagem

    Após um anúncio eletrizante de que Bruna Marquezine dará vida ao interesse amoroso de Jaime Reyes (Xolo Maridueña) em Besouro Azul, acreditamos que será interessante complementar nosso artigo anterior com maiores elementos da história e de diferentes iterações do Besouro Azul desde a criação do personagem.

    O Besouro Azul tem se destacado nos últimos anos por suas participações não apenas no game Injustice 2, mas também Young Justice: Invasion, quando o personagem fez sua estreia na série animada que até o momento conta com 4 temporadas disponíveis na HBO Max.

    Ainda sem data de estreia, o filme do Besouro Azul contará como a segunda versão live action do personagem, tendo sido a primeira em Smallville, onde ele ganhou vida pelo ator Jaren Brandt Bartlett. A importância da representatividade em uma trama como Besouro Azul, que lançará os holofotes sobre um protagonista com ascendência mexicana, é enorme. Temos visto isso no movimento cultural de contar tramas diferentes, fora do mainstream, com realidades e dinâmicas diferentes. Obras como Pantera Negra, Lovecraft Country, Raya e o Último Dragão e Encanto fogem de um embranquecimento das tramas, e do eurocentrismo, fazendo com que os espectadores se vejam representados nos personagens daquelas tramas.

    ORIGEM

    Besouro Azul

    Khaji Da, também conhecido Escaravelho do Besouro Azul é uma tecnologia alienígena com inteligência artificial criado pelos Reach, uma raça alienígena de conquistadores intergalácticos. O Besouro foi encontrado por Dan Garret, que foi capaz de acessar apenas uma pequena porção dos poderes do escaravelho, se transformando assim, no super-herói Besouro Azul. 

    Nos primórdios da DC Comics, a tecnologia alienígena foi apresentada ao grande público como um artefato místico. Mas essa era uma mentira, conjurada por feiticeiros para esconder a verdadeira natureza do escaravelho. Após um longo tempo, Kelex revela que o artefato é na realidade Xenotecnologia Oculta, e mais tarde, é revelado que o Escaravelho é um artefato de tecnologia Reach, que mais tarde foi imbuído com poder mágico.

    Alguns dos poderes do Escaravelho do Besouro Azul envolvem seu cérebro computadorizado, tecnocinese, metamorfose, absorção de energia e projeção de energia.

    DAN GARRETT

    Besouro Azul

    Dan Garrett foi o primeiro Besouro Azul que atuou durante a Era de Ouro. O personagem criado pela Fox Comics (que mais tarde teve seus direitos vendidos para a Charlton Comics e depois para a DC Comics) e teve sua primeira aparição no quadrinho Mystery Man Comics #1 em 1939. O personagem foi um vigilante que obteve seus poderes através da vitamina 2X, e lutou contra o crime ao lado de um ajudante, Sparky.

    Durante a Era de Prata, o personagem ganhou uma nova origem. Nessa época, os direitos do personagem já estavam com a Charlton Comics, que mudou a história de origem do personagem. Agora, Garret era um arqueologista que ganhou seus poderes após encontrar um antigo Escaravelho Azul encontrado na tumba do Faraó Kha-ef-re. Após recitar a frase “Kaji Dha,” Garret ganhava habilidades metahumanas incluindo super força, voo e projeção de energia. Seu corpo também ganhava uma armadura azul que poderia resistir tiros de baixos calibres. 

    Dan Garrett foi criado por Will Eisner e Charles Nicholas.

    TED KORD

    Ted Kord foi o segundo herói a se chamar de Besouro Azul, sucessor e aluno de Dan Garrett. Garret foi seu mentor e ele jurou assumir o legado de luta contra o crime, apesar dele se ver incapaz de ativar os poderes do Escaravelho do Besouro Azul, ele se tornou um mestre em artes marciais e um brilhante cientista.

    Kord é considerado um dos homens mais inteligentes do Universo DC, e ofereceu as tecnologias criadas por ele ao grande público através da Kord Enterprises. O personagem já foi membro da Liga da Justiça Internacional, o grupo chamado de L.A.W. (Living Assault Weapons) e das Aves de Rapina. Sua parceria mais duradoura foi com o Gladiador Dourado

    As aventuras do Besouro Azul e do Gladiador Dourado nos quadrinhos sempre tiveram um tom mais cômico do que dramático, e isso geralmente se dava em grande parte pela imaturidade dos dois. Mas infelizmente, a época de Kord como o Besouro Azul chegou ao fim de maneira trágica. Durante os eventos da Contagem Regressiva para Crise Infinita, Kord se mostrou como um herói melhor do que todos imaginavam que ele fosse; descobrindo uma conspiração mundial liderada por seu antigo amigo Maxwell Lord. Louco de poder após ganhar poderes, Lord rapidamente deixou de ser um homem de negócios egocêntrico e se tornou um super vilão. Quando teve a chance de se juntar a seu antigo amigo e agora vilão ou morrer, Ted Kord simplesmente mandou o vilão “Apodrecer no inferno,” e logo depois levou um tiro na cabeça.

    Ted Kord foi criado por Steve Ditko para a Charlton Comics, e sua primeira aparição foi no quadrinho Captain Atom #83 em 1966.

    JAIME REYES

    Besouro Azul

    Jaime Reyes é o atual Besouro Azul, e um dos personagens mais queridos dos fãs dos quadrinhos nos dias de hoje, em grande parte pelo que o personagem representa. Sua primeira aparição foi no quadrinho Crise Infinita #3 em 2006, Jaime acidentalmente esbarrou com o Escaravelho durante o caos causado pela colisão de várias Terras – incluindo uma invasão de nano drones do OMAC, que só foi possível por causa do Irmão Olho, e a destruição da Pedra da Eternidade. Após levar o escaravelho para casa, a tecnologia alienígena se prendeu à coluna vertebral de Jaime durante a noite. Sem saber o que havia acontecido, Jaime descobre pelo amigo de Ted Kord, Gladiador Dourado que sua vida havia mudado para sempre.

    Com a ajuda do Gladiador Dourado, Jaime teve um papel de extrema importância na derrocada do Irmão Olho e dos nano drones do OMAC.

    Como revelado anteriormente, muitos pensavam que o Escaravelho era um talismã muito antigo, de origem mágica, mas ele se mostrou muito mais que isso. Após se prender à um hospedeiro, o Escaravelho eventualmente reescreveria o DNA de sua vítima, apagando sua mente. Apesar de seu hospedeiro ganhar muito poder, eles não seriam nada mais que uma ferramenta utilizada pelo Reach para subjulgar seus próprios planetas. 

    Entretanto, a história do Escaravelho Azul é diferente. Por passar muito tempo na Terra, a tecnologia enfraqueceu, e ao invés de influenciar Jaime, o jovem influenciou o escaravelho. Através de Jaime, o escaravelho se infectou de humanidade, ao invés de conquistar a Terra, e agora auxilia na sua proteção.

    Ainda sem data de estreia, Besouro Azul conta com Xolo Maridueña e Bruna Marquezine em seu elenco. O filme tem direção de Angel Manuel Soto.

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