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    Mostra Cinema em Movimento traz filmes com Direitos Humanos como temática

    Foi dada a largada para o Cinema em Movimento – Circuito Universitário Rio. Após uma semana de intensa capacitação, estudantes de nove municípios fluminenses deram início à produção da mostra de filmes, cujas exibições e debates serão realizados pelas redes sociais até o início de agosto, sob orientação do Instituto Cultura em Movimento (ICEM).

    A temática dos filmes é Direitos Humanos e o objetivo é fomentar a reflexão sobre questões de interesse nacional e histórico abordadas nas obras.

    Os quatro filmes selecionados para esta edição são:

    • Castanhal, de Marques CasaraRodrigo Simões Chagas;
    • Ilegal, de Raphael Erichsen e Tarso Araujo;
    • Prefiro Que Me Xinguem, de Marcos Warschauer e Levi Guimarães Luiz;
    • Sobre Sonhos e Liberdade, de Marcia Paraíso e Francisco Colombo.

    O projeto é produzido pelo ICEM e tem apoio do Fundo Nacional de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

    SOBRE O CINEMA EM MOVIMENTO

    Criado em 2000 pela produtora MPC Filmes e executado em conjunto com o Instituto Cultura em Movimento, o Cinema em Movimento é hoje o maior projeto de difusão do cinema nacional no Brasil.

    Organiza circuitos de exibição gratuita de filmes de longa, média e curta-metragem da recente produção audiovisual brasileira nas 27 unidades da federação. Com sessões ao ar-livre  ou em espaços fechados, o projeto atua por meio de três circuitos: Circuito Praça, Circuito Escola e Circuito Universitário.

    LEIA TAMBÉM | Cinema Nacional: 25 filmes para você assistir e parar de criticar

    Mais do que uma simples exibição de filmes, o Cinema em Movimento é um espaço de ampla comunicabilidade, constituindo-se em um eficaz instrumento de divulgação e possibilitando agregar outras atividades culturais e sociais.

    A iniciativa promove capacitação profissional de produtores culturais para atuar em seus municípios, atua nas universidades estimulando o debate e realiza oficinas de iniciação à criação cinematográfica para jovens, com o intuito de despertar o interesse pela produção audiovisual.

    SINOPSE DOS FILMES SELECIONADOS

    Castanhal

    No Sul do estado do Amazonas, a coleta dos frutos das castanheiras perdura por gerações de extrativistas. A riqueza da floresta é também o sustento das famílias que habitam as margens dos seus rios.

    Assim, enquanto o progresso do agronegócio insiste em derrubar e queimar, quem cuida das árvores centenárias teme pelo futuro da Amazônia brasileira – e da própria vida.

    Direção: Marques Casara e Rodrigo Simões Chagas | Brasil | 2020 | 25 min

    Temática: Direito ao trabalho digno / Direito das populações tradicionais

    Ilegal

    Ilegal aborda a frustração e o desespero de mães que não conseguem tratar as raras e incuráveis doenças de seus filhos, como a epilepsia, uma vez que o remédio que aliviaria seus sintomas é derivado da Cannabis Sativa e, portanto, proibido no Brasil.

    O filme mostra a luta dessas famílias pela regulamentação da maconha medicinal no país e seu confronto com a burocracia da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com o atraso social que o preconceito com a maconha causa.

    Contando com relatos de médicos, pacientes, políticos e cientistas, o filme traça os pequenos avanços que foram feitos no decorrer de alguns meses, porém também relata a triste realidade de grande parte dessas famílias: os pacientes têm pressa, e o sistema é – dolorosamente – lento.

    Direção: Raphael Erichsen e Tarso Araujo | Brasil | 2014 | 90 min

    Temática: Direito à Saúde

    Prefiro que me xinguem

    Quantas margens tem a sua cidade? “Eu sou Eric”: com essa assinatura nas mensagens escritas nos muros da cidade, o desenhista em situação de rua Eric Batista chama atenção para a vida com a arte nas ruas e nos faz refletir sobre a desigualdade, a invisibilidade e os preconceitos vividos pelas pessoas à margem da sociedade.

    O documentário Prefiro que me xinguem acompanha o artista nos faróis e revela um personagem rico e complexo.

    Direção: Marcos Warschauer e Levi Guimarães Luiz | Brasil | 2020 | 14 min

    Temática: Direito da população em situação de rua

    Sobre sonhos e liberdades

    O apagamento do protagonismo negro foi uma constante no processo que culminou com a canetada em 13 de maio de 1888, oficialmente a data de libertação dos escravizados no Brasil. Um ato de silenciamento que pôs fim aos projetos de liberdade de uma maioria da população brasileira – acesso à terra, à educação, ao trabalho, aos direitos civis. Passados mais de 100 anos, a luta pela igualdade e liberdade permanece a mesma.

    Direção: Marcia Paraiso e Francisco Colombo | Brasil | 2020 | 70 min

    Temática: Diversidade religiosa / Direitos da população afrodescendente

    Perfis onde serão exibidos os filmes e os debates, por região:

    • Amanda Naima Alli

    Estudante de Jornalismo (Unicarioca)

    Instagram: @dinhanaima

    • Ana Beatriz Rangel

    Estudante de Jornalismo (UVA)

    Instagram: @ana_rangell

    • Ana Maria Rocha

    Estudante de Direito (Cândido Mendes)

    Instagram: @anaalves_ss

    • Joyce Blois

    Estudante de Direito

    Instagram: @joyceblois

    • Laura Ludugerio

    Estudante de Direito (FEAP)

    Instagram: @lauraludugerio

    • Luis Fellipe Vieira

    Estudante de Direito na UFF – Macaé

    Instagram: @luiskuf

    • Marcelle de Araújo

    Estudante de Direito (Universidade Lusófona)

    Instagram: @marcelle03120

    • Melissa da Silveira

    Estudante de Direito (Unigranrio)

    Instagram: @melissasilveirw

    Estudante de Comunicação da UNIASSELVI

    Instagram: @sammymatheus

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    PRIMEIRAS IMPRESSÕES – Cruel Summer (1ª temporada, 2021, Amazon Prime Video)

    Cruel Summer é a nova série teen da Amazon Prime Video que estreia no dia 6 de agosto. Criada por Bert V. Royal, o seriado investigativo é protagonizado por Olivia Holt e Chiara Aurelia. Nós tivemos acesso aos três primeiros episódios da produção, que apresentam um thriller instigante.

    SINOPSE

    Em uma pequena cidade do Texas, a popular adolescente Kate (Olivia Holt) é sequestrada. Paralelamente, uma garota chamada Jeanette (Chiara Aurelia) deixa de ser doce e estranha para se tornar a garota mais popular da cidade. Entretanto, sua popularidade dura pouco, e ela se torna a pessoa mais desprezada da América.

    ANÁLISE

    Cruel Summer possui uma premissa pouco convencional: situada em três anos diferentes, a história aborda o desenrolar do desaparecimento de Kate, além da ascensão e declínio de Jeanette. A trama é situada, em um primeiro momento, no dia 21 de junho dos anos de 1993, 1994 e 1995.

    Conforme avançamos no tempo, percebemos como a vida de Jeanette é modificada por acontecimentos externos. O design de produção e a montagem do seriado refletem exatamente esses sentimentos, passando de um verão ensolarado e feliz de 1993 para um verão cinzento e obscuro em 1995.

    Cruel Summer possui quatro roteiristas e três diretores. Entretanto, os episódios conseguem manter uma unidade consistente, sem perder a identidade visual criada para retratar cada um desses períodos de tempo. Os três primeiros capítulos que tivemos acesso foram apresentados na perspectiva de personagens diferentes.

    Com cada personagem contando o seu lado da história, e como entenderam os acontecimentos fatídicos naqueles três verões, o espectador é desafiado a acreditar na palavra e nas memórias apresentadas em tela. É fácil contestar todos os envolvidos na trama, uma dinâmica bem comum em seriados de investigação.

    É um pouco difícil precisar se o seriado é bom ou não, pois até agora só pudemos assistir a três episódios. Entretanto, o que foi apresentado até aqui demonstra que as duas meninas principais conseguem atuar muito bem. Destaque para Chiara Aurelia, cuja personagem Jeanette transita entre ingenuidade e depressão sem parecer forçado.

    Apesar de tratar de assuntos sérios, Cruel Summer também abre espaço para alguns questionamentos, principalmente pelas motivações das duas personagens principais. Tratando de assuntos tão graves e sensíveis, como o que ocorre com Kate, é curioso termos umas motivações adolescentes tão banais em alguns momentos da trama.

    PRIMEIRAS IMPRESSÕES - Cruel Summer (1ª temporada, 2021, Amazon Prime Video)

    Os produtores de Cruel Summer são os mesmos de The Sinner, uma série bem popular da Netflix. Com uma ótima avaliação de público e crítica, The Sinner era uma antologia que se aprofundava em investigar homicídios.

    Pelo que pude avaliar nos três primeiros episódios de Cruel Summer, a série segue um ritmo bem instigante e inteligente, semelhante ao da produção da Netflix. Com a confirmação de que ela será renovada para uma segunda temporada pelo canal Freeform, sabemos que podemos esperar uma interessante condução dessa história.

    VEREDITO

    Os primeiros episódios de Cruel Summer são instigantes e muito bem produzidos, com destaque para as atuações de Olivia Holt e Chiara Aurelia. Estou ansiosa para assistir ao restante da temporada e acredito que vá agradar a audiência da Amazon Prime Video.

    4,0/5,0

    Assista ao trailer de Cruel Summer:

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    TBT #135 | As Patricinhas de Beverly Hills (1995, Amy Heckerling)

    O TBT dessa semana relembra um clássico dos anos 90 e da famosa Sessão da Tarde. As Patricinhas de Beverly Hills moldou as adolescentes da época e inspirou clássicos contemporâneos como Meninas Malvadas (2004). Seu legado ajudou a criar as comédias românticas para adolescentes que tanto amamos.

    O longa dirigido e roteirizado por Amy Heckerling e, estrelado por Alicia Silverstone e Paul Rudd ganhou até mesmo uma adaptação em musical para a Broadway. As Patricinhas de Beverly Hills está disponível no Telecine.

    SINOPSE

    As Patricinhas de Beverly Hills

    Em Beverly Hills, a adolescente Cher (Alicia Silverstone), filha de um advogado (Dan Hedaya) muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai, Josh (Paul Rudd), muda tudo.

    ANÁLISE

    Os anos 90 foram essenciais para acrescentarem os adolescentes as tramas cinematográficas, tanto em filmes de terror como em filmes de comédias, os jovens passaram a estar nas telas. Logo, Hollywood conquistou um público fiel que adorou ver suas atitudes e estilos sendo retratadas nas mais diferentes formas.

    Em As Patricinhas de Beverly Hills não poderia ser diferente, fruto de sua época, o longa carrega todo o significado do que é ser adolescente em um bairro rico nos anos 90. Mais do isso, o que é ser uma garota adolescente. Todo o drama que gira em torno de Cher é bem simples e certamente já vimos um milhão de vezes, mas o interessante é o quanto esse filme consegue ser emblemático.

    Seja no figurino dos personagens, na trilha sonora ou até mesmo nas falas, As Patricinhas de Beverly Hills se tornou um símbolo ao longo de gerações. A começar pela personagem Cher, interpretada incrivelmente por Alicia Silverstone, é impossível imaginar outra atriz para a garota apaixonada por moda. Cher tem tudo para ser uma personagem detestável e fútil, mas é extremamente divertida e generosa.

    Já Paul Rudd como Josh é impetuoso tanto com as palavras como com os olhares. A relação entre Cher e Josh é provocativa, o que leva a tirar o melhor de ambos os personagens em cada cena conjunta.

    Do mesmo modo que o roteiro de Amy Heckerling é simples e leve. A diretora se inspirou no romance Emma de Jane Austen para criar As Patricinhas de Beverly Hills. Uma adaptação mais contemporânea que carrega todos os ótimos aspectos do romance afim de criar uma história para adolescentes. Os grandes feitos do longa não param por aí, já que mais tarde, o próprio filme inspirou Meninas Malvadas de Tina Fey.

    Mas, as diferenças são grandes. Enquanto em Meninas Malvadas as garotas populares são más, em As Patricinhas de Beverly Hills o interesse é contar como uma garota rica que sempre foi cupido dos outros acaba em uma positiva história de romance. É a principal e mais interessante trama do longa, ainda que vacile quando Cher descobre do nada que está apaixonada por Josh.

    As Patricinhas de Beverly Hills

    Nesse mesmo sentido, a narrativa em voice over é muito bem utilizada no filme para entendermos quem de fato é Cher, ainda que alguns personagens ao seu redor não saibam. É um elemento necessário para o filme e que combina com a proposta de focar cem por cento na personagem.

    O que evidencia outros pontos negativos, como o filme tem bastante personagens, a maioria entra em cena quando Cher necessita deles. O que falta é um melhor desenvolvimento de suas próprias amigas, Dionne (Stacey Dash) e Tai (Brittany Murphy), que tal como Cher são cheias de carisma. Outro ponto, é o quanto o filme se torna repetitivo em certos momentos, ainda que seja um filme curto, por vezes perde sua força.

    Porém, ainda assim, é um clássico ideal para reviver os anos 90 trazendo todos os aspectos da época. Além disso, As Patricinhas de Beverly Hills apresenta ótimas sacadas no quesito comédia e um encantador romance. A comédia romântica para adolescente têm muito a agradecer a esse filme que  virou livros, peça musical, série e até mesmo inspirou moda.

    VEREDITO

    As Patricinhas de Beverly Hills é um clássico dos anos 90 ajudando a formar um gênero que se mantém até hoje. A diretora e roteirista Amy Heckerling construiu um longa leve e divertido, tudo que uma garota precisa naqueles dias de cão.

    3,5 / 5,0

    Confira o trailer:

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    CRÍTICA – Sky Rojo (2ª temporada, 2021, Netflix)

    Para quem estava com saudades das três amigas pode comemorar! A segunda temporada de Sky Rojo, série original da Netflix, já está disponível em seu catálogo.

    SINOPSE

    A série acompanha a fuga de Wendy (Lali Espósito), Gina (Yany Prado) e Coral (Verónica Sánchez). Cansadas da opressão do mundo da prostituição, elas rebelam contra seu cafetão Romeo (Asier Etxeandia).

    Desesperadas pela liberdade e com desejo de vingança, Coral, Wendy e Gina continuam a enfrentar seus inimigos, que começam a se voltar uns contra os outros.

    ANÁLISE DE SKY ROJO

    Com o formato de 8 episódios com cerca de 30 minutos cada, a primeira temporada de Sky Rojo foi mais introdutória, mostrando a história de cada um e explicando o motivo que levaram as três amigas a se prostituírem.

    Esse formato foi uma sacada de mestre e se repetiu nesta segunda temporada, que está muito mais agitada.

    Quem acompanhou a primeira temporada e ficou com o coração na boca de ansiedade e felicidade, acreditando que a Coral conseguiria resolver tudo com o cafetão Romeo, agora viverá um novo turbilão de emoções. Isso porque a perseguição frenética de Romeo contra Coral e suas amigas se estende aos irmãos Moisés (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer).

    Eles continuam acatando as ordens do Romeo, enquanto se questionam se tudo não faz mais parte da gratidão, e sim de ser capacho de um homem mais louco e ganancioso que eles.

    A dualidade dos irmãos Moisés e Christian, por vezes, é favorável às ex-prostitutas, o que dá um toque a mais à trama, porque nunca sabemos até que ponto essa violência desenfreada pode chegar.

    Não podemos esquecer que Coral está viciada em drogas e homens não aceitam perder, não é mesmo?

    Assim, a dúvida se estende em Coral, que tenta jogar com sua inteligência e com a fraqueza que Moisés sente por ela. Apesar de tomar atitudes erradas devido ao seu vício, ela mostra que continua conseguindo persuadir.

    A 2ª temporada de Sky Rojo continua a contar a história de Coral, Wendy e Gina, que enfrentam inimigos em busca de liberdade e vingança

    Porém, apesar de ser ótimo assistir à genialidade de Coral e a capacidade que Wendy tem de se controlar mesmo com tantos traumas, Gina fica totalmente apagada nessa temporada. Sua personagem fica mais de apoio caso as outras precisem de cuidados.

    Enquanto a segunda temporada de Sky Rojo não se preocupa em trabalhar com todo o potencial que Gina tem, a trama acaba focando muito em um antigo cliente da Wendy. Em alguns momentos, a narrativa fica entre mostrar que ele é um abusador, e em outros tenta apelar para o emocional, como uma tentativa de justificar suas atitudes.

    Apesar de Sky Rojo não ter bem definidos os arcos de seus personagens, o seriado faz questão de seguir no foco dos perigos da prostituição, indo contra a recente maré de glamourização e expressando que não há justificativas para que homens considerem mulheres como produtos.

    VEREDITO

    O primeiro ano de Sky Rojo foi excelente, pois teve o perfeito equilíbrio de drama e ação. Isso não aconteceu agora na segunda temporada, que está mais centrada em cenas eletrizantes de perseguição.

    Portanto, não é ruim, mas não possui a mesma maestria na direção que a primeira temporada teve. Mesmo assim, deixo aqui meus parabéns por ter um bom ritmo ao longo da temporada, não permitindo que Sky Rojo seja entediante e repetitiva.

    E, claro, Sky Rojo conseguiu obter a minha curiosidade para saber se, enfim, as meninas serão riquíssimas e livres.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

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    Os 4 filmes de pôquer mais premiados do cinema internacional

    O acesso à Internet e a utilização em massa de dispositivos móveis significa que milhões de pessoas podem conectadas à rede de qualquer lugar do mundo, em qualquer dia e a qualquer hora, as pessoas podem entrar em contato com amigos, consumir todo tipo de conteúdo e se divertir através da Internet.

    O recente progresso tecnológico em matéria de jogos de pôquer e muitos outros jogos de azar, gerou mudanças nas formas de consumo de produtos e serviços online relacionados com o lazer e o entretenimento.

    Uma das tecnologias mais populares atualmente é o streaming, uma modalidade de entretenimento disponível diretamente em casa.

    No passado as pessoas tinham que ir ao cinema ou à locadora para desfrutar de um filme. Hoje em dia só precisamos baixar o aplicativo de serviços como Netflix, Telecine, Paramount+, Disney+ ou HBO Max em smartphones e através de uma assinatura e conexão à Internet podemos ver filmes em alta resolução e a melhor qualidade.

    Mas estas vantagens não se limitam ao mundo do cinema, também se estenderam ao âmbito do jogo de casino. Os fãs de jogos de mesa como pôquer podem desfrutar de uma boa partida online a partir do conforto de sua casa ou em qualquer outro lugar.

    Esta revolução tecnológica no campo do entretenimento virtual permite que grandes massas de jogadores acessem as diferentes plataformas para desfrutar de seus jogos de cassino favoritos.

    Se você é um aficionado do cinema e um fiel jogador de pôquer, combine ambos os hobbies desfrutando dos melhores filmes com muita ação e histórias de tirar o fôlego.

    Confira a seguir os quatro filmes sobre pôquer mais laureados do cinema mundial.

    007: Cassino Royale (2006)

    TBT #84 | 007: Cassino Royale (2006, Martin Campbell)Casino Royale é uma interessante história baseada no romance de Ian Fleming e estrelado pelo famoso espião com licença para matar, James Bond, personagem interpretado por Daniel Craig. Este filme de ação dirigido pelo afamado diretor Martin Campbell foi um sucesso de bilheteria e se tornou um dos mais laureados a nível internacional.

    O agente secreto James Bond terá de desmantelar uma perigosa rede de terroristas, liderados por Le Chiffre (Mads Mikkelsen), um banqueiro privado que deve ser detido por seus vínculos com terroristas, mas para isso Bond deve participar de um arriscado jogo de pôquer no Casino Royale de Montenegro.

    Este filme obteve diversos prêmios, como:

    • Art Directors Guild Award de Melhor Design de Produção;
    • BMI Film Music Award;
    • Empire Award de Melhor Newcomer;
    • Evening Standard British Film Award de Melhor Ator;
    • National Movie Award de Melhor Filme de Ação e Aventura;
    • Phoenix Film Critics Society Award de Melhores Acrobacias;
    • Prêmio BAFTA de Melhor Som;
    • Prêmio Empire de Melhor Filme;
    • Prêmio Empire de Melhor Ator (Daniel Craig);
    • Prêmio Saturn de Melhor Filme de Ação ou Aventura;
    • Taurus World Stunt Award de Melhor Coordenador de Acrobacias e/ou Diretor de Segunda Unidade: Sequência de Ação;
    • Taurus World Stunt Award de Melhor Nível de Trabalho;
    • VES Award de Efeitos Especiais Excepcionais;
    • World Soundtrack Award de Melhor Canção Original.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #84 | 007: Cassino Royale (2006, Martin Campbell)

    Golpe de Mestre (1973)

    Golpe de Mestre é uma divertida comédia americana onde se misturam o crime, a ambição pelo dinheiro, assassinato e claro, o pôquer. O filme foi dirigido pelo cineasta George Roy Hill e protagonizado por um elenco de atores de alto nível como Paul Newman e Robert Redford.

    O longa é ambientado nos anos 30 e se desenrola na cidade de Chicago, onde dois vigaristas se unem para vingar a morte de um velho amigo, assassinado por um conhecido mafioso chamado Doyle Lonnegan (Robert Shaw). Para punir o culpado do crime, decidem executar um plano bem elaborado com a ajuda de seus conhecidos, o filme recebeu 10 nomeações para o Oscar e ganhou 7, um deles na categoria de Melhor Filme.

    • Oscar de Melhor Design de Vestuário;
    • Oscar de Melhor Direção Artística;
    • Oscar de Melhor Diretor;
    • Oscar de Melhor Filme;
    • Oscar de Melhor Montagem;
    • Oscar de Melhor Roteiro Original;
    • Oscar de Melhor Trilha Sonora.

    O Aventureiro de Cincinnati (1965)

    O Aventureiro de Cincinnati é um verdadeiro drama americano clássico dirigido por Norman Jewinson. A narrativa centra-se na década dos anos 30 em Nova Orleans, onde Steve Mc Queen encarna uma jovem promessa com talento para o pôquer. O rapaz viaja com grandes ambições a vários lugares para testar suas habilidades no jogo de mesa.

    No caminho participa de várias partidas de pôquer, mas para provar seu valor como jogador assume o desafio de um jogo de alto risco de aposta contra um jogador experiente nesta atividade.

    O protagonista decide enfrentar uma figura lendária do pôquer, o campeão Lancey Howard, personificado por Edward G. Robinson, campeão reinante nas mesas de pôquer.

    Esta magnífica obra ganhou os seguintes prêmios:

    • Festival del film Locarno;
    • Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante;
    • National Board of Review de Melhor Atriz Coadjuvante.

    Onze Homens e Um Segredo (2001)

    Onze Homens e Um Segredo reuniu um elenco de atores famosos como George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Andy Garcia e Julia Roberts.

    Danny Ocean (George Clooney), um carismático criminoso, e seus dez cúmplices especialistas em diferentes tipos de crimes conspiram um plano para roubar três grandes casinos de Las Vegas: o Bellagio, o Mirage e o MGM Grand, propriedades de Terry Benedict (Andy García).

    O filme reúne ação e comédia sob a direção de Steven Soderbergh. Depois de sua estreia, conseguiu vários prêmios e múltiplas nomeações em concursos internacionais.

    • BMI Film and TV Awards de Melhor Música para Cinema;
    • Bogey de Ouro;
    • Prêmio ALMA de Melhor Ator Secundário.

    Todos estes títulos relacionados com o mundo do pôquer, depois de seus grandes lançamentos, conquistaram prêmios e a milhões de aficionados ao ramo cinematográfico e jogos de azar.

    E você, tem algum filme favorito que esquecemos de incluir na lista? Deixe nos comentários!

    Pokémon Unite: Melhor Build para Zeraora

    O Zeraora é um Pokémon lendário que pode ser recebido pelos jogadores que instalarem Pokémon Unite no Nintendo Switch até 31 de agosto de 2021. Entretanto, desenvolvedores indicam que ele futuramente será disponibilizado novamente em eventos especiais.

    O Pokémon mítico do tipo Elétrico é um dos mais poderosos e um dos mais desejados entre os jogadores no momento. Com movimentos ágeis, poderosos ataques corpo-a-corpo e habilidades elétricas, Zeraora é uma excelente escolha para os jogadores que tem intenção de se sair bem no game.

    Assim como todo mundo há de encontrar sua melhor forma de jogar e aprimorar seu estilo de jogo, você pode estar se perguntando qual a melhor build do Zeraora. Aqui está a melhor build para esse mítico no Pokémon Unite.

    A MELHOR BUILD PARA ZERAORA

    Itens para segurar (Held Items)

    Muscle Band: Esse item é algo que os jogadores devem obter bem no começo das partidas de Unite e é extremamente útil no kit de Zeraora, garantindo dano extra e uma maior barra de vida.

    Zeraora

    Scope Lens: Quando você desbloquear o segundo slot de item, Scope Lens é um item extremamente necessário. Ele aumentará a chance de Zeraora conseguir encaixar algum golpe crítico, além de aumentar o dano causado.

    Float Stone: Com o estilo de jogar agressivo de Zeraora, a Float Stone é uma boa forma de completar o combo, garantindo bônus de velocidade de movimento e dano nos ataques básicos.

    Itens de batalha

    Zeraora

    Potion: Quando estiver em estágios iniciais do game, você vai querer ter na sua galeria de itens Potion.

    Zeraora

    Fluffly Tail: Quando você desbloquear, Fluffy Tail é o item perfeito para complementar as habilidades ofensivas de Zeraora. Isso permite que o Pokémon cause um atordoamento em inimigos selvagens, assim como aumenta o dando causado a eles. Se você estiver caçando como Zeraora, é um item extremamente necessário para se ter.

    MOVIMENTOS

    LEVEL 1: SLASH

    No primeiro level, você deve preferir usar a habilidade Slash ao invés de Agility. Essa é a melhor forma de causar dano logo no início, o que ajudará quando você encontrar outros jogadores e quando você capturar Pokémon Selvagens no mapa. Essa decisão não deve importante muito, já que você ganhará Agility no Level 3.

    LEVEL 5: SPARK

    Apesar de Volt Switch ser uma grande habilidade com efeitos parecidos, Spark é o melhor movimento para escolher. Spark fará com que Zeraora dê um salto sobre o inimigo, o eletrificando e causando um grande dano. Essa é a habilidade perfeita para encurralar e caçar inimigos que tentarem fugir.

    LEVEL 7: DISCHARGE

    Devido as habilidades ofensivas de Zeraora se basearem quase que completamente a habilidades de curta distância e muitos ataques básicas, Discharge é a habilidade perfeita para se usar. Essa habilidade criará um campo de dano elétrico ao redor do Pokémon, assim como te dará um pequeno escudo.

    LEVEL 9: PLASMA GALE

    No level 9, Zeraora ganhará sua habilidade mais forte, a Plasma Gale. Esse movimento causará um dano a todos os inimigos em uma pequena área e os empurrará para trás. Enquanto dentro da área, Zeraora tem um bônus de alcance de ataque e dano.

    Confira a seguir nossa gameplay com uma build um pouco diferente, mas que nos deu resultados incríveis.

    No começo da nossa experiência em Pokémon Unite estávamos utilizando Leftovers e Wise Glasses como Held Items, e X Attack no lugar de Potion como item de batalha.

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