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    Poor Things: Mark Ruffalo se junta ao elenco em filme de Yorgos Lanthimos

    Segundo o Collider, Mark Ruffalo entrou para o elenco de Poor Things, vindoura adaptação do romance homônimo assinado por Alasdair Gray.

    O astro se junta aos previamente confirmados Emma Stone (Adoráveis Mulheres), que dará vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por um cientista excêntrico, mas brilhante; e Willem Dafoe (O Farol), cujo papel não foi revelado.

    Dirigido pelo aclamado diretor Yorgos Lanthimos (A Favorita), o longa reproduz uma paródia da literatura vitoriana e uma reimaginação de Frankenstein, clássico atemporal de Mary Shelley, na qual o monstro é substituído por uma jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de uma criança.

    Confira a sinopse oficial abaixo:

    Uma das criações mais brilhantes de Alasdair Gray, Poor Things é uma revisão pós-moderna de Frankenstein que traz, no lugar do monstro tradicional, Bella Baxter, uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.

    Lembrando que Stone já trabalhou com o cineasta na aclamada cinebiografia A Favorita, que lhe rendeu uma terceira indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

    Lanthimos e Tony McNamara assinam o roteiro. O filme ficará a encargo da Searchlight Pictures e começa a ser rodado ainda este ano com previsão de lançamento em 2022.

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    Batgirl: Diretores de Ms. Marvel irão comandar o filme

    Após oficializar o filme da Batgirl em 2017 com Joss Whedon, e posteriormente, colocar o mesmo no limbo, a Warner Bros. Pictures decidiu reviver a produção da heroína. A informação é do The Hollyood Reporter.

    Bilall Fallah e Adil El Arbi, de Ms. Marvel, irão comandar a obra que até o momento, não possui data de lançamento. Christina Hodson será a roteirista.

    A produtora do filme, Kristen Burr, falou sobre a contratação de Fallah e El Arbi, afirmando que eles foram a melhor escolha para o projeto:

    “Com Batgirl, esperamos levar o público a um passeio divertido e ver um lado diferente de Gotham. O roteiro de Christina [Hodson] está repleto de espírito. Bilall [Fallah] e Adil [El Arbi] têm uma energia entusiasmada e alegre que é contagiante, tornando-os os cineastas perfeitos para este Batprojeto. E estou empolgada por fazer parte do universo DC, o que é muito legal.”

    Descrita como a filha comissário de polícia de Gotham, James Gordon, Barbara Gordon estreou em Detective Comics #359, intitulado The Million Dollar Debut de Batgirl!, em 1967 pelo escritor Gardner Fox e o desenhista Carmine Infantino. Como Batgirl, a personagem atua principalmente em Gotham, aliando-se com Batman e o primeiro Robin, Dick Grayson, bem como outros heróis proeminentes no Universo DC.

    A princípio, Batgirl será produzido exclusivamente para a HBO Max.

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    League of Super Pets: The Rock será a voz de Krypto, o Supercão

    A nova animação da DC, DC’s League of Super Pets, ganhou uma adição de peso em seu elenco. Segundo o Deadline, Dwayne “The Rock” Johnson irá dar voz a Krypto, o Supercão, no filme. Ele também irá produzir o filme através de sua produtora Seven Bucks.

    Essa é a segunda propriedade da DC na qual The Rock atua, com a primeira sendo o personagem titular em Adão Negro. Ele também já trabalhou com animações antes, interpretando Maui em Moana.

    O filme, que será dirigido por Jared Stern (Feliz Aniversário de Casamento) e Sam Levine (da série Penn Zero: Quase Herói), com produção de Patty Hicks (Next Gen), trará um grupo de animais de estimação de alguns dos principais heróis da DC, como Batman, Superman e Mulher-Maravilha.

    Krypto teve sua primeira aparição na edição da HQ Superboy Adventure Comics #210, em março de 1955. Essa história foi publicada no Brasil em 1967.

    Apesar da raça de Krypto nunca ter sido especificada nas HQs, ele sempre foi desenhado como sendo um cão branco de pedigree genérico.

    DC’s League of Super Pets tem estreia prevista para 20 de maio de 2022.

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    CRÍTICA – Zoey’s Extraordinary Playlist (2ª temporada, 2021, NBC)

    A 2ª temporada de Zoey’s Extraordinary Playlist chegou ao fim, deixando algumas pontas soltas para uma terceira temporada que pode nunca chegar. Ainda que o showrunner da produção, Austin Winsberg, tenha deixado o final da série em aberto, a NBC ainda não considerou a renovação de Zoey’s.

    Isso porque, a série vem sofrendo para manter sua audiência nos episódios de estreia. A própria season finale da 2ª temporada teve a pior audiência da produção inteira. Mas, isso não significa que a série seja ruim, apenas que sua invisibilidade faz parte de um sistema televisivo que talvez não funcione mais.  Além disso, Zoey´s fez ótimos números na pós exibição na TV e ainda, Jane Levy recebeu uma indicação ao Emmy 2020 por sua atuação como a protagonista Zoey.

    Ou seja, Zoey’s Extraordinary Playlist é uma série que derrama originalidade, mas que precisa urgentemente ser notada. A produção carrega o estigma de outras séries musicais, como Glee, mas é extremamente empática e sincera sobre sua execução e objetivos. Sua base estilo Broadway é um pretexto para contar uma história muito maior que nas palavras de Winsberg inspira esperança.

    Logo, foi sobre essa sinopse que a segunda temporada do show foi construída. Austin Winsberg optou por não mostrar a pandemia da Covid-19 como uma forma de trazer um alento aos espectadores elaborando um final que não considera o cancelamento. Dessa forma, a decepção pelo final de Zoey’s pode ser muito maior quando se percebe que talvez a série não volte.

    O que não tira de forma alguma o prestígio do segundo ano da produção que conseguiu manter seu equilíbrio apesar de todas as apostas contra. Isso se dá pelo ótimo elenco que a série possui e também, por entender que é preciso abrir mão de certos arcos para criar uma história melhor.

    Zoey’s Extraordinary Playlist é a série que você não sabia que precisava

    Os destaques da 2ª temporada de Zoey’s Extraordinary Playlist 

    No começo da temporada damos adeus a dois personagens essenciais para a construção de Zoey. Seu pai, Mitch, interpretado por Peter Gallagher é um grande desfalque na série, mas faz parte do que move Zoey a novos desafios. Já Joan, interpretada por Lauren Grahan deixou a produção por conta de sua agenda. Dessa forma, a protagonista perde sua mentora e nem um destaque maior para o CEO Danny Michael Davis (Noah Weisberg) supre a falta que Grahan faz na produção.

    Logo, a criação de arcos desnecessários como o envolvimento de Zoey com Aiden e sua banda serve apenas para criar mais conflitos no arco familiar. Uma ideia que não leva a lugar nenhum e é facilmente encerrada sem prejudicar em nada a série. É certo que o espectador já se acostumou com todas as pequenas narrativas de Zoey, como sua família, seu trabalho e o seu triângulo amoroso.

    Mas, na busca por trazer coisas novas à segunda temporada, o melhor de longe é o arco do restaurante criado por Max (Skylar Astin) e Mo (Alex Newell). O que refresca a produção e traz muito mais dinamismo entre os personagens fazendo a história acontecer além da protagonista. De certa forma, o mesmo acontece com o resto elenco, cada um tem seus próprios conflitos que com a ajuda de Zoey são resolvidos ou não.

    Logo, alguns dos melhores episódios é quando o espectador observa mais dos outros personagens, como a depressão pós parto de Emily (Alice Lee), o conflito ético racial que Simon (John Clarence Stewart) passa na empresa e as adversidades dentro da comunidade LGBTQI+ com Mo e Perry (David St. Louis).

    Isso só evidencia que Zoey’s Extraordinary Playlist tem muito a abordar, tratando sobre diversos temas de forma leve e simpática. Consequentemente, se é preciso criticar negativamente alguma coisa é a demora para resolver o triângulo amoroso. Visto que é nítido que a relação de Zoey e Alex sempre irá prevalecer, deixando Simon à deriva. Mas, até isso é entendido no final, dando novos propósitos para o personagem.

    Por último, a produção da série continua maravilhosa sem se abalar com o possível cancelamento. As músicas expressam o melhor dos momentos e dos personagens criando performances belíssimas que evocam simbolismos. Não à toa, a série mostra sua grandiosidade na medida que não precisa de esforços para cativar o público. É só uma questão de dar uma chance a Zoey’s Extraordinary Playlist.

    VEREDITO

    Zoey’s Extraordinary Playlist se mantém uma ótima produção em sua segunda temporada. Abrindo mão de arcos desnecessários e entendo o que realmente funciona na série. As performances musicais continuam perfeitas e o season finale é um grande gancho para uma terceira temporada (por favor, NBC).

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer original (sem legenda):

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    CRÍTICA – Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition (2021, SQUARE ENIX)

    Eis um jogo que exigiu paciência dos fãs. Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition finalmente chegou a Nintendo eShop brasileira em 10 de maio de 2021. O novo game da franquia é uma versão remasterizada do clássico homônimo lançado para GameCube em 2004.

    Além dos quase 17 anos de espera pelo remake, os fãs brasileiros em especial tiveram que aguardar ainda mais um pouco. Isso porque o jogo foi lançado para Nintendo Switch e Playstation 4 em 27 de agosto de 2020.

    Somente agora, em 2021, que o game foi disponibilizado para o console da Big N na loja digital brasileira.

    SINOPSE

    Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition é um RPG de ação encantador que segue um grupo de jovens, conhecido como Crystal Caravans, numa viagem épica em busca de mirra, um líquido precioso e raro necessário para purificar e preservar um cristal que protege o seu mundo de um gás letal conhecido como miasma.

    ANÁLISE DE FINAL FANTASY CRYSTAL CHRONICLES REMASTERED EDITION

    Não vou esconder de você que lê esta crítica: esta foi a primeira vez que joguei Final Fantasy. Pois é.

    Ao longo da vida convivi com uma galera que jogou diversos clássicos dos anos 1990 e 2000, além de eu mesmo curtir franquias populares, mas por FF passei batido. Isso porque Final Fantasy nunca foi unanimidade entre meu círculo de amizades no passado.

    Então, esse é o motivo pelo qual não tenho nenhuma emoção negativa com essa demora toda relacionada ao lançamento digital para o Brasil. No entanto, me coloco no lugar de quem é fã da franquia e imagino a frustração, especialmente porque o jogo do GameCube não contou com uma mecânica multiplayer muito boa, pelo que pesquisei.

    Pois bem, acredito que a frustração se limite a isso, pois o jogo remasterizado vale ser jogado.

    Como não tinha nenhuma experiência com a franquia, logo de cara fiquei satisfeito com os tutoriais ensinando os comandos básicos para avançar em Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition.

    Foram os ensinamentos, junto com a explicação sobre o miasma, que acabaram com qualquer possibilidade de estranhamento sobre a limitação de área para agir e atacar os inimigos. Não fosse isso, eu certamente esperaria uma jogabilidade típica de jogos tipo Zelda, com muito mais liberdade para ir e vir.

    Tanto a história quanto os comandos são, então, explicados de modo objetivo e fácil de entender.

    Precisa do multiplayer?

    O multiplayer mais uma vez é o carro-chefe de Final Fantasy Crystal Chronicles, tanto no GameCube como agora para Nintendo Switch, Playstation 4 e 5, além das versões mobile para Android e iOS.

    Mas será que precisa mesmo?

    No momento de criar os personagens da caravana, Final Fantasy Crystal Chronicles indica que podemos contar com até 8 personagens de 4 classes diferentes. Mas minha experiência no jogo para Nintendo Switch foi jogando sozinho e fiquei satisfeito.

    Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition chegou à loja digital brasileira do Nintendo Switch em 10 de maio de 2021

    Isso me leva a crer que há a responsabilidade de, agora, oferecer uma experiência multiplayer melhor do que a do passado, mas não é realmente essencial.

    O interessante dessa versão remasterizada é a possibilidade de multiplayer crossplay envolvendo todas as plataformas para as quais Final Fantasy Crystal Chronicles está disponível. Mas, no meu ponto de vista, o divertimento está garantido mesmo sem jogar online com mais pessoas.

    Jogabilidade: O que é bom e o que não é

    Em geral, a jogabilidade de Final Fantasy Crystal Chronicles é agradável. A mobilidade do seu aventureiro é boa, assim como é fácil e divertido enfrentar os adversários enquanto alterna recursos como armas, defesa, cura e magias.

    Entretanto, senti falta da possibilidade de poder mover a câmera enquanto desbravo os cenários. Por vezes você fica praticamente encoberto por uma parte mais elevada do terreno, e não contar com esse recurso atrapalha a experiência um pouco.

    O que realmente precisaria ser diferente é a forma como o jogo carrega as informações. Os carregamentos são excessivos e muito demorados, especialmente nas ações na tela do mapa geral. Seria melhor esperar o jogo carregar muito mais informações ao iniciar do que constantemente ter a jogabilidade interrompida.

    Qualidade gráfica

    Embora seja uma versão aperfeiçoada, já no trailer se percebe que a qualidade visual de Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition não aproveita todo o potencial gráfico do Nintendo Switch. Apesar disso, eu não vejo como um problema, e acredito até que isso traga um ar nostálgico positivo para o game.

    Creio também que a versão remasterizada não tenha investido pesadamente na qualidade gráfica por conta do modo multiplayer entre diferentes plataformas, inclusive smartphones. Caso contrário, seria uma discrepância muito grande entre consoles e mobile, o que possivelmente prejudicaria toda a experiência.

    VEREDITO

    Focado em trazer a nostalgia de volta com uma versão aperfeiçoada e alguns novos recursos, Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition é um bom divertimento que se destaca muito mais pela experiência solo do que pelo multiplayer Cross Platform, principal foco da divulgação do título.

    4,0 / 5,0

    Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition está disponível para Nintendo Switch, Playstation 4, Android e iOS.

    Assista ao trailer de Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition para Nintendo Switch:

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    CRÍTICA – Faça um Desejo! (2020, Andy De Emmony)

    Faça um Desejo! chegou nas plataformas digitais para compra e aluguel no último dia 21 de maio. Lançado originalmente em 2020, o longa é baseado nos livros best-sellersFive Children and It”, de Edith Nesbit, e “Four Children and It”, de Jacqueline Wilson.

    SINOPSE

    Em uma viagem à praia, quatro crianças descobrem uma criatura mágica que concede desejos. Elas só não imaginam que o vizinho esquisitão da casa ao lado também está de olho nesses poderes.

    ANÁLISE

    Faça um Desejo! é aquela típica produção para toda a família. Um misto de aventura e comédia, o filme retrata as dificuldades dos relacionamentos entre adultos e como as consequências refletem na vida das crianças.

    Na história acompanhamos o casal Alice (Paula Patton) e David (Matthew Goode) em sua primeira viagem em família. Cada um deles possui dois filhos, então a viagem é uma forma de aproximar as crianças, fazendo com que entendam os próximos passos desse relacionamento.

    As quatro crianças possuem um mesmo trauma: a separação dos pais. Por diferentes motivos, os relacionamentos não deram certo, e as crianças não conseguem aceitar aquela situação. Elas passam boa parte do seu tempo desejando sua vida antiga.

    Durante a viagem à praia elas descobrem uma criatura mágica chamada Psammed (Michael Caine) que concede desejos em troca de uma oferenda – seja ela qual for. Os desejos duram apenas até o pôr do sol, então precisam ser escolhidos sabiamente. A partir daí toda a história se desenrola.

    CRÍTICA – Faça um Desejo! (2020, Andy De Emmony)

    O primeiro arco do longa é divertido, pois além de descobrirem a criatura, as crianças também começam a interagir e criar laços. Entendem os problemas umas das outras e passam a se apoiar. A partir do segundo e terceiro ato, com a inserção do caricato Tristan Trent (Russell Brand), a história fica morna e um pouco arrastada.

    A finalização é a parte mais apressada da história, pois acaba perdendo a chance de desenvolver melhor alguns elementos do pedido de Ros (Teddie-Rose Malleson-Allen). Entretanto, a mensagem é bonita e provavelmente vai agradar o público infantil.

    Por se tratar de um longa de pequeno orçamento, os efeitos especiais são simplórios. Entretanto, era imprescindível que os efeitos fossem melhores por causa dos elementos fantásticos da produção, principalmente quando pensamos em uma história fundamentada no conceito de magia.

    Apesar disso, o carisma das crianças compensa em inúmeros momentos. Elas estão muito bem, e o roteiro de Simon Lewis e Mark Oswin consegue proporcionar algumas risadas, principalmente durante o desejo de Smash (Ashley Aufderheide).

    VEREDITO

    Apesar dos inúmeros acontecimentos absurdos proporcionados pelo monstrinho da areia, Faça um Desejo! é uma aventura familiar que pode cativar o público infantil. Com uma boa “moral da história” e personagens divertidos, é um filme que se encaixa facilmente na grade da Sessão da Tarde.

    3,0/5,0

    Assistir ao trailer:

    Faça um Desejo! é distribuído pela Synapse Distribution e está disponível nas plataformas digitais Claro Now, Vivo Play, Sky Play, iTunes / Apple TV, Google Play e YouTube Filmes para compra e aluguel

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