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    Mortal Kombat: Filme live-action será +18, e contará com fatalities

    O novo filme live-action Warner Bros. e da New Line Cinema de Mortal Kombat parece estar sendo desenvolvido tranquilamente. Já que o filme não será lançado até Março de 2021, o estúdio está revelando lentamente novos detalhes acerca da tão esperada adaptação da série de games de luta.

    Essa não será a primeira vez que a série receberá uma adaptação live-action, o primeiro filme de Mortal Kombat, foi lançado em 1997, e até hoje, o filme é um dos poucos games de adaptação que é considerado bom – apesar do filme ter chegado apenas ao status de cult, então o fato dele ser bom, é mais subjetivo do que tudo.

    Uma das limitações que o estúdio teve ao fazer o filme em 1997, foi que a Warner Bros. tinha a intenção de atingir público mais jovens – que honestamente, é onde a maior parte do público dos games está – e isso significa que alguns sacrifícios precisaram ser feitos; sendo necessária a retirada de tudo que era considera ‘muito violento’, que é na verdade um dos maiores acertos da franquia Mortal Kombat.



    Essa semana, Greg Russo – roteirista do novo filme de MK – oficialmente confirmou que o novo filme contará com uma classificação +18; e contará com fatalities pela primeira vez nas telonas – apesar dele não querer entregar quais fatalities nós vamos ver.

    Esse novo live-action de Mortal Kombat ainda vai levar um tempo até ser lançado, independente da qualidade do filme, eles finalmente poderão mostrar algumas cenas sangrentas que são a marca registrada da franquia.

    Confira, abaixo, o tuíte de Greg Russo:

    “Já que isso foi revelado por outros membros da equipe, eu vou me pronunciar. MK terá classificação +18 e pela primeira vez, Fatalities estarão presentes nas telonas (e eu não vou dizer quais). Você terá que esperar pelo filme para ver!”

    Mortal Kombat chegará aos cinemas no dia 5 de Março de 2021.

    Leia também, nossa crítica do game mais recente da franquia:

    CRÍTICA – Mortal Kombat 11 (2019, NetherRealm Studios)

    Cyberpunk 2077: CDPR sugere que Keanu Reeves não é a única estrela no game

    Indiscutivelmente o melhor e o mais surpreendente momento da E3 desse ano, foi a presença de Keanus Reeves no novo trailer de Cyberpunk 2077. Ao final do último trailer, o ator apareceu no palco, o que gerou um dos momentos mais icônicos da E3 2019, quando o ator declarou que “Você é de tirar o ar!“.

    Baseado em uma entrevista recente do VGC, parece que a CD Projekt Red pode ter mais alguns momentos de “tirar o ar” escondido na manga. Alvin Liu, um porta-voz da produtora polonesa, explicou que Reeves não foi uma escolha aleatória, mas foi escolhido pelo fato da equipe acreditar que o ator é perfeito para o mundo de Cyberpunk 2077.

    “Eu vou dizer que a CDPR é antes de tudo, uma companhia de games, então é importante fazer isso funcionar. Se fosse uma celebridade aleatória que não funcionaria em nossa franquia, como Britney Spears ou algo do tipo, nós não iríamos atrás dessa oportunidade. Então para nós, seguimos esse caminho pois é um encaixe perfeito para o game, e não uma meta que queríamos atingir para alcançar um público diferente.”

    Liu já descartou a possibilidade de Britney Spears de estar presente no game. Entretanto, a representatividade da CDPR sugere que Cyberpunk 2077 pode pegar mais alguns atores emprestados de Hollywood, não apenas Keanu Reeves.

    E quando Alvin Liu foi perguntado a respeito de que outras estrelas aparecerão no game, ele falou:

    “É… bem, eu não posso comentar sobre isso! Vocês terão que esperar para ver.”

    Sinopse: Em 2077, a América está arruinada. Megacorporações controlam a vida em todos os aspectos, do topo de seus arranha-céus até as atividades ilícitas que acontecem nas ruas. O mundo entre esses dois extremos é onde a decadência, sexo e a cultura popular se misturam com crimes violentos, pobreza extrema e a promessa inatingível do Sonho Americano.

    Em um mundo em que você não tem futuro, o que importa é ter controle sob o que você é. Para sobreviver e proteger sua independência, você modifica seu corpo com itens cibernéticos e faça trabalhos que jamais ousaria. Escolha viver livremente, independente de sistemas ou controles – você obedece às suas regras.

    Em Cyberpunk 2077 você joga como V – um assassino(a) de aluguel em ascensão – e você acabou de conseguir seu primeiro contrato sério. Em um mundo de guerreiros aprimorados ciberneticamente, gênios da tecnologia e lifehackers corporativos, você pode dar o primeiro passo para se tornar uma lenda urbana.

    Cyberpunk 2077 será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC no dia 16 de abril de 2020.

    League of Legends: Atualização vai afetar cerca de 30 campeões

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    O tamanho do próximo patch de League of Legends parece continuar crescendo à medida que o lançamento se aproxima, e antes da semana que será lançado, agora temos uma ideia melhor de quantos campeões ele afetará.

    Em uma das postagens ocasionais de Gameplay Thoughts da Riot Games, o diretor de design Riot Meddler disse que a atualização incluirá mudanças para “cerca de 30 campeões”. Isso é apenas parte do que está incluído na atualização, já que o Patch 9.14 terá novos recursos para o Teamfight Tactics, skins e muito mais.

    Os jogadores da liga de League of Legends que acompanharam os desenvolvimentos nos servidores PBE já saberão como a próxima atualização está se tornando um “patch muito grande”, como disse Riot Meddler ao discutir o que seu conteúdo implicará:

    “Um patch bem grande, com vários campeões diferentes trabalhando. A expectativa é que provavelmente façamos uma pequena avaliação de acompanhamento alguns dias depois de laçarmos o patch 9.14, já que com cerca de 30 campeões serão modificados, haverá chances de que pelo menos um precise de alguma correção rápida depois.”

    Como já vimos no passado, os insights da Riot sobre o próximo patch da liga afetarão várias áreas diferentes do jogo. Para os jogadores do Teamfight Tactics, a mudança mais notável é que haverá um modo de classificação adicionado. Isso significa que os jogadores finalmente poderão empregar suas composições de equipe treinadas contra outros jogadores que estão procurando se classificar pelos mesmos níveis e divisões que os jogadores encontram nos modos normais de classificação.



    Não é garantido que o Teamfight Tactics classificado seja lançado logo quando a atualização for disponibilizada, então pode ser que a gente veja essa versão mais tarde no ciclo de atualização.

    As novas skins também estão programadas para sair em algum momento durante este próximo patch. Garen e Lucian estão cada um recebendo uma das skins que são as primeiras do seu tipo, que foram reveladas antes do início do evento Arcade.

    Se você está se perguntando por que o patch ainda não foi lançado, como os jogadores normalmente esperariam do cronograma de patches da Riot, é porque essa atualização se enquadra em um ciclo de três semanas em vez do processo normal de duas semanas.

    O patch 9.14 está programado para ser lançado no dia 17 de julho.

    Big Little Lies: Mudanças internas marcam a 2ª temporada

    Pelo visto a parte interna de Big Little Lies não está às mil maravilhas. De acordo com a Indiewire, tiveram alguns problemas de comunicação, contrato e mudanças bruscas no meio da produção do segundo ano da série.

    Desde o primeiro episódio é notável a diferença de ritmo entre toda a primeira e a segunda temporada. A direção da primeira temporada que tinha ficado por conta de Jean-Marc Vallée foi substituída no segundo ano para a diretora britânica, Andrea Arnold. A HBO queria que ela não apenas dirigisse, mas também passasse pela preparação, produção e pós-produção, dando assim, o seu próprio tom à série.

    Mas aparentemente algo não foi compartilhado com Arnold, visto que no final de 2018 houveram mudanças bruscas e a direção voltou para o antigo diretor, Vallée, com o objetivo de unificar o padrão da segunda temporada ao da primeira. Ou seja, pegaram todo o trabalho da Andrea Arnold e tentaram colocar no estilo de Jean-Marc Vallée, que ganhou 8 dos 16 Emmys indicados em 2017. Segundo fontes internas, esse sempre foi o plano da HBO com Arnold, contudo ela não sabia/não foi comunicada disso.

    Antes da contratação de Andrea Arnold, o diretor Jean-Marc Vallée estava terminando a produção de Objetos Cortantes, série também da HBO. Porém, o canal resolveu não esperar e contratou a britânica, pois acreditavam que o trabalho dela seria fácil de moldar na pós-produção ao estilo de Vallée.

    Segundo a Indiewire, essa mudança brusca pode ter sido uma má decisão da HBO antes da contratação de Arnold ao pesquisarem seu estilo de direção, principalmente nos filmes Docinho da América e Aquário, por que seu estilo de realismo poético, imediatismo emocional e seu trabalho manual bruto, marca uma grande diferença do trabalho produzido por Vallée anteriormente, que usava uma câmera flutuante pra enfatizar a gravidade das situações. Mas mesmo assim, um erro tão perceptível como esse, não tira o fato da falta de comunicação ocorrida entre os produtores da série e o que eles queiram desde o começo.

    É estranho ao se notar, que mesmo que a HBO já tivesse em mente que eles incluiriam o diretor Jean-Marc Vallée posteriormente, que eles deixaram a também diretora Andrea Arnold tomar conta própria, deixando-a até contratar sua própria equipe de criação, trazendo seu diretor de fotografia, Jim Frohna, com quem trabalhou na série Soloway.

    Apesar de tudo, logo após o fim das filmagens, as atrizes Reese Witherspoon e Nicole Kidman vieram a elogiar o trabalho da diretora publicamente. Kidman chegou até a chamá-la de “líder destímida”.

    Quando Vallée terminou Objetos Cortantes ele logo assumiu o controle da produção novamente. Mudou a produção de Londres para Montreal, sua cidade natal, e agendou 17 dias de refilmagens. E mesmo assim, Arnold esteve presente no set em todo momento.

    Quando questionada sobre a movimentação repentina, a HBO divulgou:

    “Não haveria uma segunda temporada de Big Little Lies sem Andrea Arnold. Nós da HBO e os produtores estamos extremamente orgulhosos de seu trabalho. Como acontece com qualquer projeto de televisão, os produtores executivos trabalham em colaboração na série e achamos que o produto final fala por si.”

    A assinatura de Andrea Arnold vai se perdendo através dos episódios que se procedem. No primeiro podemos sentir que ela está lá, mesmo que a edição de Jean-Marc Vallée deixe-o bagunçado para colocar suas filmagens no meio. Atualmente, no quinto episódio, praticamente vemos apenas o trabalho de Vallée novamente e algo mais próximo à primeira temporada. Atualmente 11 editores são creditados pela temporada.

    É triste quando se para pra pensar que, uma série majoritariamente com um elenco forte feminino, que havia acabado de contratar uma grande diretora, após ser jogada para escanteio, teve que ver de perto seu trabalho ser moldado novamente por um homem. A diretora não quis comentar sobre o ocorrido.

    O sexto e penúltimo episódio será exibido hoje (14) às 22 horas, na HBO.

    Mindhunter: 2ª temporada retorna em 16 de agosto, na Netflix

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    A série Mindhunter está retornando para sua segunda temporada em 16 de agosto de 2019, na Netflix. Anteriormente, Charlize Theron, que é a produtora-executiva da série, já tinha revelado o mês de lançamento, mas o dia era incerto.

    David Fincher também esclareceu especulações e confirmou que os Assassinatos Infantis de Atlanta e Charles Manson são todos integrantes de novos episódios.

    Mindhunter é uma série TV de drama policial criada por Joe Penhall, e baseada no livro Mind Hunter: Inside the FBI’s Elite Serial Crime Unit escrito por John E. Douglas e Mark Olshaker.

    Na segunda temporada, a análise comportamental segue para as linhas de frente do trabalho policial.

    Fincher disse que a cena original de abertura da segunda temporada deveria mostrar um homem se masturbando, mas a cena foi cortada. Atlanta Child Murders é a narrativa da segunda temporada.

    Wayne Williams, o serial killer, agora cumpre prisão perpétua, suspeito de matar 29 homens e meninos de 1979 a 1981, mas nunca foi julgado por nenhum dos assassinatos de crianças em Atlanta. Williams proclamou sua inocência. Em março de 2019, a polícia de Atlanta reabriu os casos na esperança de que novas tecnologias levassem a uma condenação.

    David Fincher disse durante uma entrevista com Elvis Mitchell no podcast The Treatment, da KCRW:

    “Você provavelmente poderia fazer três temporadas no Atlanta Child Murders. É uma história enorme e arrebatadora e trágica. Nós não poderíamos fazer justiça somente com as nossas nove horas. Nós tivemos que escolher dramatizar. [O FBI] são os últimos caras, eles estão tentando ajudar algo que tem seu próprio momento e política. É um campo de batalha dividido.”

    O assassino Wayne Williams, responsável pelos crimes, foi capturado pelo FBI em 1981, julgado e condenado à duas prisões perpétuas no ano seguinte. A história já foi adaptada para a televisão na minissérie de 1985 Terror em Atlanta, com James Earl Jones, Martin Sheen e Morgan Freeman no elenco.

    A 2ª temporada de Mindhunter chega dia 16 de agosto de 2019 na Netflix.

    Homem Invisível: Remake terá ator de A Maldição da Residência Hill

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    No clássico Homem Invisível, de HG Well, um cientista descobre o segredo da invisibilidade, mas nunca descobre as formas de se tornar visível, acabando por deixá-lo insano e com uma vida de crime.

    A história foi adaptada para um filme em 1933, ganhando uma seqüência e cimentando o personagem como um dos icônicos monstros do cinema. Enquanto vários filmes de terror nas décadas seguintes caracterizaram personagens que podem se tornar invisíveis, ainda precisamos ver uma adaptação adequada do material original desde a sequência de 1940. O roteirista e diretor, Leigh Whannell, estará entregando ao público uma reinicialização oficial da propriedade, que acrescentou Oliver Jackson-Cohen, o astro de A Maldição da Residência Hill, como o personagem titular.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | A Maldição da Residência Hill: Terror para ninguém colocar defeito

    O Deadline confirmou a notícia do elenco, com Jackson-Cohen se juntando com aos já anunciados Elisabeth Moss e Storm Reid. O filme segue Cecilia (Moss), que recebe a notícia do suicídio de seu ex-namorado abusivo. Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em questão quando ela começa a suspeitar que seu amante falecido não está realmente morto.

    Dada a natureza inerente da premissa, não devemos esperar ver muito de Oliver Jackson-Cohen em uma forma tangível, mas é uma grande oportunidade para o ator, que obteve grande sucesso com seu papel de protagonista na série Netflix.

    Em 2017, a Universal Studios revelou que estava lançando um Universo Compartilhado de filmes, com reinicializações de todos os seus monstros icônicos. A primeira entrada na série, A Múmia, tornou-se uma decepção financeira e crítica, estagnando a franquia indefinidamente. Quando o “Universo Sombrio” foi anunciado, rumores apontavam que Johnny Depp estava assumindo o papel de Homem Invisível, mas nenhum plano para sua estréia foi oficialmente revelado.

    Os fãs estão curiosos sobre como este novo remake irá reimaginar o material de origem, com Elisabeth Moss confrontando Oliver Jackson-Cohen. Logo que foi confirmada, a atriz comentou ao THR:

    “Ainda não entendi o que posso dizer. Tenho certeza de que posso dizer que não sou ‘O Homem Invisível. Isso seria estranho. Parte da razão pela qual eu queria fazer isso é que eu realmente senti que era uma história realmente feminista de empoderamento feminino e uma espécie de superação de uma vítima. Eu nem sei o que posso dizer sobre isso! Eu não sou o Homem Invisível, mas há um Homem Invisível – se isso faz algum sentido.”