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    Vikings: Valhalla | Curiosidades dos bastidores da série

    Situado há mais de mil anos no início do Século XI, Vikings: Valhalla narra a aventuras heroicas de alguns dos vikings mais famosos que já viveram: o lendário explorador Leif Eriksson (Sam Corlett), sua impetuosa e obstinada irmã Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson) e o ambicioso príncipe nórdico Harald Sigurdsson (Leo Suter).Como as tensões entre os vikings e a realeza inglesa atingem um sangrento ponto de ruptura e enquanto os próprios vikings se chocam com crenças cristãs e pagãs conflitantes, esses três vikings iniciam uma jornada épica que os levará através dos oceanos e campos de batalha, de Kattegat à Inglaterra e além, enquanto lutam pela sobrevivência e glória.

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    Vikings: Valhalla, é ambientado mais de cem anos após o fim da série original Vikings e é uma nova aventura que combina autenticidade histórica e drama com ação corajosa e imersiva. Com Jeb Stuart como showrunner e produtor executivo, Valhalla também é produzido por Morgan O’Sullivan, Sheila Hockin, Steve Stark, James Flynn, John Weber, Sherry Marsh, Alan Gasmer, Paul Buccieri e também pelo criador da série original Michael Hirst.

    Além de Sam Corlett, Frida Gustavsson e Leo Suter, o elenco conta com nomes como Bradley Freegard, Jóhannes Haukur Jóhannesson, Caroline Henderson, Laura Berlin e David Oakes.

    Sem muitas delongas, vamos às curiosidades do backstage!

    1. Para preparar seu papel como Harald Sigurdsson, o ator Leo Suter, leu vários livros e também estudou os poemas épicos anglo-saxões Beowulf e The Battle of Maldon;
    2. A pulseira que Harald usa na série é a mesma do personagem Rei Harald Finehair, interpretado por Peter Franzin, usado na série original Vikings;
    3. Frida Gustavsson também leu vários livros e mitos para se preparar para seu papel como Freydis, especialmente um livro chamado Valkyrie: The Women of the Viking World do autor J. Friðriksdóttir;
    4. Gustavsson era fã da série original Vikings e é amiga íntima do ator Edvin Endre, que interpreta o personagem Erlendur. Ela também é uma amazona entusiasta e adorava andar a cavalo na série;
    5. O pai e o irmão da vida real de Frida Gustavsson se chamam Erik e Leif, assim como na série, e seu apelido na vida real é “Freydis”;
    6. David Oakes, que interpreta o personagem Godwin, anda a cavalo desde os cinco anos de idade e fez todas as suas cenas de cavalgada para a série;
    7. Sam Corlett é vegano, então a figurinista Susan O’Connor Cave criou uma armadura de couro vegano para que o ator utiliza-se em seu papel como Leif;
    8. Cave também trabalhou na série original Vikings, e manteve grande parte do tom de figurino original da série. Porém ela trabalhou nos detalhes de figurino para refletir a transição dos vikings para o cristianismo;
    9. O figurino dos groenlandeses foi o que levou mais tempo para ser feito, já que todas as peças pretendem refletir uma conexão com a terra e o ambiente natural;
    10. Os vikings, da mesma forma, têm um visual mais orgânico com muitas lãs, linhos e peles. O figurino dos saxões contrasta com muitos veludos, sedas e brocados com embelezamento pesado;
    11. Os vestidos de gola alta de Emma da Normandia, vivida por Laura Berlin, são feitos para refletir sua realeza, e também atuar como sua armadura;
    12. O traje de Jarl Kåre, vivdo pelo ator Asbjørn Krogh Nissen, deve espelhar a forma de uma batina, uma peça de roupa clerical;
    13. O estilo de luta de cada personagem é específico para sua personalidade e arco de história. Exempo disso é o caso de Leif, que não quer ser como seu pai e por isso usa o cabo do machado quando para que seus golpes não sejam letais;
    14. John McKenna, o armeiro tanto na série original Vikings quanto em Vikings: Valhalla, foi o responsável por tornar os equipamentos de batalha e armamentos tão historicamente precisos quanto possível. Ele também manteve tudo em Valhalla no mesmo tom escuro e envelhecido, seguindo o mesmo tom visual ao período apresentado na série original;
    15. Jóhannes Haukur Jóhannesson, que deu vida ao personagem Olaf Haroldson, é um chef talentoso, e trazia assados deliciosos como forma de mimos para a equipe de dublês sempre que ele ensaiava.

    Vikings: Valhalla chegou ao catálogo da Netflix no dia 25 de fevereiro de 2022.

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    Besouro Azul: Tudo sobre o Escaravelho e as versões do personagem

    Após um anúncio eletrizante de que Bruna Marquezine dará vida ao interesse amoroso de Jaime Reyes (Xolo Maridueña) em Besouro Azul, acreditamos que será interessante complementar nosso artigo anterior com maiores elementos da história e de diferentes iterações do Besouro Azul desde a criação do personagem.

    O Besouro Azul tem se destacado nos últimos anos por suas participações não apenas no game Injustice 2, mas também Young Justice: Invasion, quando o personagem fez sua estreia na série animada que até o momento conta com 4 temporadas disponíveis na HBO Max.

    Ainda sem data de estreia, o filme do Besouro Azul contará como a segunda versão live action do personagem, tendo sido a primeira em Smallville, onde ele ganhou vida pelo ator Jaren Brandt Bartlett. A importância da representatividade em uma trama como Besouro Azul, que lançará os holofotes sobre um protagonista com ascendência mexicana, é enorme. Temos visto isso no movimento cultural de contar tramas diferentes, fora do mainstream, com realidades e dinâmicas diferentes. Obras como Pantera Negra, Lovecraft Country, Raya e o Último Dragão e Encanto fogem de um embranquecimento das tramas, e do eurocentrismo, fazendo com que os espectadores se vejam representados nos personagens daquelas tramas.

    ORIGEM

    Besouro Azul

    Khaji Da, também conhecido Escaravelho do Besouro Azul é uma tecnologia alienígena com inteligência artificial criado pelos Reach, uma raça alienígena de conquistadores intergalácticos. O Besouro foi encontrado por Dan Garret, que foi capaz de acessar apenas uma pequena porção dos poderes do escaravelho, se transformando assim, no super-herói Besouro Azul. 

    Nos primórdios da DC Comics, a tecnologia alienígena foi apresentada ao grande público como um artefato místico. Mas essa era uma mentira, conjurada por feiticeiros para esconder a verdadeira natureza do escaravelho. Após um longo tempo, Kelex revela que o artefato é na realidade Xenotecnologia Oculta, e mais tarde, é revelado que o Escaravelho é um artefato de tecnologia Reach, que mais tarde foi imbuído com poder mágico.

    Alguns dos poderes do Escaravelho do Besouro Azul envolvem seu cérebro computadorizado, tecnocinese, metamorfose, absorção de energia e projeção de energia.

    DAN GARRETT

    Besouro Azul

    Dan Garrett foi o primeiro Besouro Azul que atuou durante a Era de Ouro. O personagem criado pela Fox Comics (que mais tarde teve seus direitos vendidos para a Charlton Comics e depois para a DC Comics) e teve sua primeira aparição no quadrinho Mystery Man Comics #1 em 1939. O personagem foi um vigilante que obteve seus poderes através da vitamina 2X, e lutou contra o crime ao lado de um ajudante, Sparky.

    Durante a Era de Prata, o personagem ganhou uma nova origem. Nessa época, os direitos do personagem já estavam com a Charlton Comics, que mudou a história de origem do personagem. Agora, Garret era um arqueologista que ganhou seus poderes após encontrar um antigo Escaravelho Azul encontrado na tumba do Faraó Kha-ef-re. Após recitar a frase “Kaji Dha,” Garret ganhava habilidades metahumanas incluindo super força, voo e projeção de energia. Seu corpo também ganhava uma armadura azul que poderia resistir tiros de baixos calibres. 

    Dan Garrett foi criado por Will Eisner e Charles Nicholas.

    TED KORD

    Ted Kord foi o segundo herói a se chamar de Besouro Azul, sucessor e aluno de Dan Garrett. Garret foi seu mentor e ele jurou assumir o legado de luta contra o crime, apesar dele se ver incapaz de ativar os poderes do Escaravelho do Besouro Azul, ele se tornou um mestre em artes marciais e um brilhante cientista.

    Kord é considerado um dos homens mais inteligentes do Universo DC, e ofereceu as tecnologias criadas por ele ao grande público através da Kord Enterprises. O personagem já foi membro da Liga da Justiça Internacional, o grupo chamado de L.A.W. (Living Assault Weapons) e das Aves de Rapina. Sua parceria mais duradoura foi com o Gladiador Dourado

    As aventuras do Besouro Azul e do Gladiador Dourado nos quadrinhos sempre tiveram um tom mais cômico do que dramático, e isso geralmente se dava em grande parte pela imaturidade dos dois. Mas infelizmente, a época de Kord como o Besouro Azul chegou ao fim de maneira trágica. Durante os eventos da Contagem Regressiva para Crise Infinita, Kord se mostrou como um herói melhor do que todos imaginavam que ele fosse; descobrindo uma conspiração mundial liderada por seu antigo amigo Maxwell Lord. Louco de poder após ganhar poderes, Lord rapidamente deixou de ser um homem de negócios egocêntrico e se tornou um super vilão. Quando teve a chance de se juntar a seu antigo amigo e agora vilão ou morrer, Ted Kord simplesmente mandou o vilão “Apodrecer no inferno,” e logo depois levou um tiro na cabeça.

    Ted Kord foi criado por Steve Ditko para a Charlton Comics, e sua primeira aparição foi no quadrinho Captain Atom #83 em 1966.

    JAIME REYES

    Besouro Azul

    Jaime Reyes é o atual Besouro Azul, e um dos personagens mais queridos dos fãs dos quadrinhos nos dias de hoje, em grande parte pelo que o personagem representa. Sua primeira aparição foi no quadrinho Crise Infinita #3 em 2006, Jaime acidentalmente esbarrou com o Escaravelho durante o caos causado pela colisão de várias Terras – incluindo uma invasão de nano drones do OMAC, que só foi possível por causa do Irmão Olho, e a destruição da Pedra da Eternidade. Após levar o escaravelho para casa, a tecnologia alienígena se prendeu à coluna vertebral de Jaime durante a noite. Sem saber o que havia acontecido, Jaime descobre pelo amigo de Ted Kord, Gladiador Dourado que sua vida havia mudado para sempre.

    Com a ajuda do Gladiador Dourado, Jaime teve um papel de extrema importância na derrocada do Irmão Olho e dos nano drones do OMAC.

    Como revelado anteriormente, muitos pensavam que o Escaravelho era um talismã muito antigo, de origem mágica, mas ele se mostrou muito mais que isso. Após se prender à um hospedeiro, o Escaravelho eventualmente reescreveria o DNA de sua vítima, apagando sua mente. Apesar de seu hospedeiro ganhar muito poder, eles não seriam nada mais que uma ferramenta utilizada pelo Reach para subjulgar seus próprios planetas. 

    Entretanto, a história do Escaravelho Azul é diferente. Por passar muito tempo na Terra, a tecnologia enfraqueceu, e ao invés de influenciar Jaime, o jovem influenciou o escaravelho. Através de Jaime, o escaravelho se infectou de humanidade, ao invés de conquistar a Terra, e agora auxilia na sua proteção.

    Ainda sem data de estreia, Besouro Azul conta com Xolo Maridueña e Bruna Marquezine em seu elenco. O filme tem direção de Angel Manuel Soto.

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    Conheça Clea Strange, a Maga Suprema da Marvel

    Clea Strange ou somente “Clea” é uma personagem da Marvel Comics que foi criada pelo famoso escritor Stan Lee e o artista Steve Ditko, os dois também criaram juntos o Homem-Aranha e o Doutor Estranho.

    A primeira aparição da Clea foi na HQ Strange Tales #126, em novembro de 1964 na qual foi apresentada apenas como a “mulher cativa”, ou “a misteriosa garota de cabelos prateados”.

    ORIGEM

    Habitante da Dimensão Sombria assim como o seu tio Dormammu, Clea tinha certa paixão por Stephen Strange e o observava, ela mais tarde se tornou quase como uma espiã e aliada para o herói na Dimensão das Trevas, o relacionamento deles dois parecia ter chegado ao fim após derrotarem sua mãe, Umar e seu pai, Orini. Porém foi ali que os dois trocaram votos, os transformando em um sob o Reino das Trevas, a jovem feiticeira então tomou o trono que agora estava vago e tudo parecia bem. Até Dormammu retornar e reivindicar o trono, colocando Clea em cárcere.

    PODERES E HABILIDADES

    Clea é a Feiticeira Suprema da Dimensão Sombria e isso lhe dá a capacidade de manipular várias forças mágicas diferentes com diversos efeitos. Ela exibiu habilidades como transmutação, formando e lançando raios mágicos de energia concussiva, seres animados magicamente construídos por ela mesma, conjurando objetos e energias, teletransporte, telecinese, levitação, mesmerismo, lançamento de pensamentos, controle da mente, lançando ilusões e troca de energia extra dimensional invocando entidades ou objetos de poder existentes em dimensões tangenciais às da Terra através da recitação de feitiços.

    Fora esse vasto leque de habilidades, Clea possui grande conhecimento mágico através de extensos estudos de feitiçaria sob o comando do Doutor Estranho, que também a treinou em combate corpo a corpo.

    EQUIPES


    Após liderar a rebelião na Dimensão Sombria, Clea retorna e é revelado que ela estava escondida no Salão de Odin graças a Valquíria que vem pedir um favor a ela para devolver a vida à recém-falecida Annabelle Riggs. Depois de realizar o feitiço para ressuscitá-la, o que faz com que Annabelle e Valquíria compartilhem um só corpo, Clea sai com elas para possivelmente se juntar à equipe dos Defensores.

    CURIOSIDADES

    No Universo Ultimate da Marvel é possível ver Clea como a esposa do falecido Stephen Strange que tentou criar seu filho Stephen Strange Jr. longe da magia, culpando-a pela perda de seu marido. Esta Clea parece não ter antecedentes mágicos ou estar relacionada a quaisquer seres mágicos.

    OUTRAS MÍDIAS

    clea

    Clea já apareceu em vários jogos como Marvel Ultimate Alliance, Marvel Future Fight, Lego Marvel Super Heroes 2 e MMORPG Marvel Heroes.

    Nas telinhas fez uma breve aparição no desenho animado X-Men com o Doutor Estranho no episódio “Noturno” e é mencionada no filme animado Doutor Estranho; O Mago Supremo por Wong como uma estudante brilhante do próprio Doutor Estranho.

    Muitos afirmam e criam teorias que Clea vai estar no filme Doutor Estranho no Multiverso da Loucura dirigido por Sam Raimi com data de lançamento para 5 de Maio de 2022, mas tudo não passa de rumores então não criem muitas expectativas!!

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    CRÍTICA – Gran Turismo 7 (2022, Sony Interactive Entertainment)

    Gran Turismo 7 foi lançado no dia 4 de março de 2022. A importância do 7º game da franquia principal ser lançado em 2022, vem do fato da mesma completar 25 anos desde que o primeiro game foi lançado. Enquanto inova em relação à muitos aspectos de gameplay e redefine o que é conhecido como o “verdadeiro simulador de direção”, Gran Turismo 7 brilha em diferentes aspectos.

    Com diferentes modos de jogo, uma reformulação no modo história, Gran Turismo 7 nos faz recuperar a paixão pelas corridas de circuito e competições.

    SINOPSE

    Seja você um piloto competitivo ou casual, colecionador, tuner, designer de visuais ou fotógrafo — encontre seu caminho com um número impressionante de modos de jogo, incluindo favoritos dos fãs como Campanha GT, Arcade e Escola de Pilotagem.
    Com a reintrodução do lendário Modo de Simulação GT, compre, modifique, pilote e venda em uma campanha solo recompensadora enquanto desbloqueia novos carros e desafios. E, para quem curte duelar com outros pilotos, é possível aprimorar suas habilidades e competir no Modo GT Sport.

    Com mais de 420 carros disponíveis na Brand Central e a concessionária de carros usados desde o primeiro dia, Gran Turismo 7 recria o visual e a sensação de motores clássicos e supercarros de ponta com detalhes inigualáveis. Cada carro é controlado de forma diferente e oferece uma sensação única enquanto você percorre mais de 90 pistas em condições climáticas dinâmicas, incluindo pistas clássicas da história do GT.

    ANÁLISE

    Gran Turismo 7 é como uma homenagem ao mundo dos motores, que parece estar prevendo uma aceleração na migração de combustíveis fósseis para elétricos. A abertura do jogo conta com um longo vídeo que data o início da história do automóvel e das corridas, avançando progressivamente até os dias de hoje.

    O filme pode ser visto abaixo:

    O mesmo pode ser visto no modo campanha do jogo, por meio de um Café que funciona como o ponto de encontro que abordarei mais a frente.

    A dinâmica segue o estilo do Gran Turismo Sport, como uma rede social de jogadores, onde conforme o piloto compra novos carros para sua coleção. Enquanto segue tirando fotos, produzindo clipes de corrida e utilizando o Scapes, agora incorporado desde o início do jogo – para fazer belíssimas fotos e postar em uma espécie de rede social de pilotos.

    A gameplay conta com uma nova versão onde uma música toca e o piloto tem que correr a maior distância possível dentro daquele mesmo intervalo de tempo. O que auxilia bastante os jogadores menos experientes, oferecendo treinamento e os fazendo perceber aos poucos o quanto estão evoluindo já que em algum momento a música vai chegar antes daquela curva que você sempre perdia a área freada.

    O CAFÉ E EXPERIÊNCIA

    Gran Turismo 7

    Como citado anteriormente, outro ponto interessante que foi adicionado em Gran Turismo 7 foi o Café. Um ponto de encontro do modo campanha onde desafios são apresentados e conforme avançamos nas corridas, carros são adicionados ao seu “cardápio”, ou “garagem.” É assim, o game nos faz mergulhar no passado, enquanto voltamos à história dos motores e dos carros. Na apresentação do desafio e ao completar aquela coleção, curiosidades são apresentadas, fatos históricos e marcos que aqueles carros fizeram parte, o que é bem legal.

    Cheguei a jogar com o controle padrão, Dualshock 5 e com o volante Logitech G923. A experiência com o Dualshock 5 foi melhor do que as que eu costumava ter e me frustrar. A alavanca da esquerda, controla bem a virada parcial do volante, e L2 e R2 tem uma boa resposta progressiva na aceleração e freio. Um elemento que senti falta, foi de um melhor uso da responsividade magnética e a criação de resistência no fim do curso de freio.

    No volante, eu senti que a vibração durante as corridas está diferente, com uma maior responsividade, mais uniforme e sem a trepidação, anteriormente, exagerada. A diferença entre puxar o carro pro lado e de fato forçar uma guinada um pouco mais forte e sentir a resistência aumentando, pode ser sentida ao longo da gameplay.

    Quanto aos gráficos, eu não sei nem se preciso falar, mas a série sempre abusa da boa qualidade. Comecei a jogar o Gran Turismo Sport no PlayStation 5 e já achava lindo, mesmo rodando versão de PS4 (lembrando que foi um jogo lançado no início da geração), mas se tem algo que preciso pontuar, é que Gran Turismo 7 no PlayStation 5 é um espetáculo. Os carros, pistas e itens com um contato mais próximo e direto são extremamente lindos, bem feitos, no Scapes então parece que colocaram carros de verdade, é de bugar a mente tamanha beleza do Honda Fit branco que eu usei, imagine os próximos.

    VEREDITO

    Contras, é claro, sempre hão de existir, mas não incomodam tanto. Eu particularmente não me adaptei com carros extremamente lentos. No desafio em que optei correr com um Fusca – carro que eu adoro -, fica extremamente lento em pista, mesmo se você segue acelerando. Mas ainda que você insista, demandando mais do carro, ele acaba não fazendo a curva por estar rápido demais para a velocidade lenta dele, o que irrita bastante.

    Foi aí que descobri um segundo problema, que se torna quase opcional. Comprei um carro com 240cv e botei na pista contra o fusca e ou os adversários com 35cv de força, o jogo não bloqueou e a corrida acabou ficando até fácil demais.

    Talvez o jogo devesse nos forçar a ser fiéis a categoria da corrida, mas se o fizesse, eu estaria reclamando disso aqui.

    A mecânica de ter que tirar licenças pra começar a correr campeonatos melhores continua, achei chato ter que fazer de novo pq joguei o Sport de Janeiro pra cá, e meio que tive que fazer tudo de novo. Mas se tudo der certo, só precisarei fazê-lo novamente quando o Gran Turismo 8 chegar para o PlayStation 6.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer do game:

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    The Dropout: Conheça a história real que inspirou a minissérie

    Já estão disponíveis no Star+ os primeiros episódios de The Dropout. A nova minissérie dramática conta a história de Elizabeth Holmes (Amanda Seyfried) e da sua empresa, a Theranos. A produção aborda a ambição da criadora da startup, como ela ficou famosa e foi capa de várias revistas de negócios até a sua queda.

    Com 8 episódios, The Dropout traz Naveen Andrews como Sunny Balwani e conta com a participação de Utkarsh Ambudkar, Kate Burton, Stephen Fry, Michel Gill, LisaGay Hamilton, William H. Macy, Elizabeth Marvel, Laurie Metcalf, Dylan Minnette, Alan Ruck, Sam Waterson e Michaela Watkins. O Star+ estreia, toda quinta-feira, um novo episódio da série.

    Descubra abaixo a história real de Elizabeth e da Theranos que inspirou a série.

    LEIA TAMBÉM: CRÍTICA – The Dropout (Minissérie, 2022, Star+)

    A THERANOS

    Imagine se uma gota de sangue fosse o suficiente para detectar várias doenças. Essa era a promessa da Theranos, a empresa fundada em 2003 por Elizabeth Holmes, aos 19 anos. A ideia levou à criação das máquinas portáteis Edison, que processariam as amostras de sangue para detectar anormalidades — teoricamente, eram equipamentos muito sofisticados e superiores aos que faziam os exames daquela época. O nome Theranos era um misto de therapy (terapia) e diagnosis (diagnóstico).

    A empresa desenvolveu seu próprio recipiente para armazenar o sangue: era o nanotêiner, que tinha meia polegada de tamanho (1,29 cm), guardava 150 microlitros e substituiria vários tubos tradicionais de coleta de sangue. Segundo a Theranos, o sistema estava preparado para realizar até 250 testes: de diabetes e colesterol a câncer.

    O bilionário Tim Draper, que conhecia Elizabeth desde pequena, foi o primeiro a apostar na Theranos. Ele emprestou US$ 1 milhão (R$ 5,5 milhões) à empresa. No ano seguinte à fundação, 2004, a companhia informava que já tinha arrecadado US$ 6,4 milhões (R$ 35,1 milhões). Em 2005, outros US$ 16 milhões (R$ 87,8 milhões) chegaram. Em 2014, os investimentos já somavam US$ 400 milhões (R$ 2,2 bilhões) e a companhia empregava 800 profissionais, sendo avaliada em US$ 9 bilhões (R$ 49,4 bilhões).

    A QUEDA

    The Dropout: Conheça a história real que inspirou a minissérie

    A confiabilidade da empresa foi questionada ainda em 2015, quando John Ioannidis, professor de medicina da Universidade de Stanford, levantou as primeiras suspeitas. Em um artigo, o professor aponta que a Theranos não tem pesquisas revisadas por outros cientistas e publicadas em periódicos especializados. Em seguida, uma reportagem de John Carreyrou publicada no jornal americano The Wall Street Journal denunciou que as máquinas Edison não eram tão eficazes como anunciado. A matéria afirmava que os equipamentos podiam fornecer resultados imprecisos.

    Além disso, foi descoberto que a tecnologia da Theranos não era usada em todos os testes oferecidos pela empresa: muitos exames passavam por máquinas tradicionais. A companhia passou a ser investigada e teve de enfrentar investidores, ações judiciais e sanções de agências governamentais dos EUA. As entidades reguladoras do país pediram mais dados sobre a Edison e a qualidade dos exames que a máquina realizava.

    A investigação de Carreyrou revelou mentiras sobre parcerias com laboratórios farmacêuticos, discrepâncias sobre os investimentos recebidos, testes forjados e outros. A acusação de fraude contra Elizabeth veio em junho de 2018 e, três meses depois, a Theranos foi dissolvida.

    Com todo o escândalo, A FDA (procuradoria dos EUA e órgãos estaduais de saúde) decidiu investigar a companhia e os dados divulgados por ela. A Forbes reavaliou a Theranos em US$ 800 milhões (R$ 4,4 bilhões) e, como as ações de Elizabeth não eram preferenciais, a fortuna da empresária foi de US$ 4,5 bilhões a US$ 0 de um dia para o outro.

    Confira o trailer da série:

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    CRÍTICA – Elden Ring (2022, FromSoftware)

    Elden Ring é um RPG de ação desenvolvido pela FromSoftware Inc. e publicado pela BANDAI NAMCO Entertainment. O jogo foi feito em colaboração com o autor de fantasia George R. R. Martin, que forneceu material para o cenário do jogo.

    O mais novo título no estilo soulslike lançado no dia 25 de fevereiro deste ano, está disponível para PlayStation 4PlayStation 5Xbox OneXbox Series X | S e PC.

    SINOPSE

    Nas Terras Intermédias, governadas pela deusa Marika, a Eterna, o Anel Prístino, a fonte do poder, foi destruído.

    Os semideuses filhos de Marika reivindicaram os fragmentos do Anel Prístino conhecidos como Grandes Runas, e essa incrível força recém-descoberta desencadeou uma guerra: A Fragmentação. Uma guerra que significou o final do Grande Graça. E agora o poder será dado aos Maculados, que foram rejeitados e exilados das Terras Intermédias.

    Com mortos que ainda vivem e uma graça há muito perdida, siga o caminho para as Terras Intermédias, atravessando o Mar Nebuloso, para chegar até o Anel Prístino. E torne-se o Lorde Prístimo.

    ANÁLISE DE ELDEN RING

    Já faz 13 anos desde do lançamento de Demon’s Souls (2009) para PlayStation 3, título que mudou a vida do game designer Hideta Miyazaki e da indústria dos jogos com seu estilo soulslike. Ao longo dos anos outros jogos foram fortemente inspirados por esse estilo, mas apesar da fórmula ter ganho uma legião de fãs, muitos games acabam não agradando muitos jogadores que não suportam o nível elevado de dificuldade imposto pelas franquias da FromSoftware.

    Com isso em mente, após seis longos anos de produção e ser o jogo mais aguardado da geração, Elden Ring finalmente ganhou a luz do dia em 2022, implementando o mundo aberto e deixando a experiência completamente mais desafiadora, imersiva e intensa. O mapa do mundo é monstruoso e vai proporcionar horas e mais horas de exploração e desafios, assim como foi feito com o brilhante The Legend of Zelda: Breath of The Wild.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Elden Ring: 5 dicas valiosas para iniciantes

    Em Elden Ring, temos um mundo aberto claramente inspirado em Zelda BOTW. No entanto, os cenários seguem o estilo Dark Fantasy. Desse modo, o jogo começa de forma linear, bem como sua influência, mas que depois de poucas horas de jogo o você ficará totalmente livre para seguir o caminho por qual desejar.

    Apesar dessa liberdade, o jogo deixa bem claro a rota linear que você deve seguir para progredir na história. Ainda que seja dada essa rota, recomendo que não enfrentem os chefes principais logo de cara, pois a morte será certa. Por isso, se prepare para evoluir o seu personagem por muitas horas e, só assim, entrar em conflito com os deuses.

    Garanto que a evolução do personagem vai deixar o jogo, de certa forma, mais “fácil” para que assim avance sem quebrar o controle do seu videogame. Elden Ring se mostra um jogo extremamente desafiador e vai ser um deleite para os amantes da franquia Souls e uma porta de entrada para quem ainda não apreciou a obra épica de Hideta Miyazaki.

    Um novo começo para a franquia Souls

    Quem acompanha a franquia Souls sabe que a cada novo jogo é implementada uma novidade na gameplay que faz toda diferença. Em Elden Ring, a jogabilidade é uma junção dos Dark Souls com a velocidade de Sekiro (2019). Soma-se a isso a implementação de montaria, que faz toda diferença e vai te ajudar muito em batalhas e a explorar áreas inacessíveis.

    Além disso, temos dez classes disponíveis: Astrólogo, Bandido, Confessor, Guerreiro, Herói, Miserável, Prisioneiro, Profeta, Samurai e Vagabundo. Mas que independente de sua escolha ao longo do progresso do game é possível mudar de classe de acordo com seu estilo de jogo.

    Gráficos e desempenho

    Embora o mundo de Elden Ring seja muito lindo, acredito que a utilização de um outro motor gráfico faria uma diferença gritante.

    Aqui infelizmente a FromSoftware pecou, visto que o jogo utiliza exatamente a mesma engine de Dark Souls 3 (2016), que é linda, mas que apresenta ser ultrapassada em comparação com o remake de Demon’s Souls (2020) da Bluepoint Games, que é incrivelmente linda.

    Elden Ring é o novo jogo de RPG fantástico em mundo aberto desenvolvido pela FromSoftware e lançado em 2022 pela BANDAI NAMCO

    Outro ponto que causou incômodo foi o desempenho ao renderizar alguns pontos dos cenários. Mesmo jogando no PlayStation 5 o jogo apresentou uma engasgada que causa um estranhamento, mas foram poucos os momentos que tive essa instabilidade. Contudo, esse desempenho não é nada alarmante em comparação aos problemas do Cyberpunk 2077.

    Outro destaque negativo é a câmera, que continua não ajudando em momentos de batalha épicas, pois em alguns momentos a câmera do jogo irá travar em algum ponto e não irá te ajudar. Isso ocorre principalmente contra chefes colossais. Foram muitos os momentos que não derrotei algum chefe por conta dessa câmera instável – ou talvez pelo meu nível de noob.

    VEREDITO

    Em minhas quase 70 horas de jogo até aqui, acredito que meu nível de exploração esteja apenas na ponta do iceberg desse mundo com proporções gigantescas. Elden Ring realmente não é um jogo fácil, pois apresenta um sistema de punição avassalador.

    Contudo, o jogo tem diversas armas, itens e magias que quebram completamente essa dificuldade, deixando o jogo mais acessível para quem nunca foi fã do estilo soulslike. Assim como em todos os jogos da franquia, Elden Ring te traz uma enorme satisfação de superação ao derrotar qualquer chefe.

    Foram muitos os momentos que fiquei com as mãos suadas e o coração disparado a ponto de ter um infarto por medo de ser morto por um chefe muito difícil, mas sendo extremamente gratificante a sensação de derrotar um inimigo que parecia ser impossível. Em especial com o general Radahn, essa batalha foi incrivelmente desafiadora e empolgante. Apesar de ainda não ter zerado, Elden Ring está me proporcionando a mesma imersão e diversão que The Witcher 3: Wild Hunt (2015).

    O jogo tem uma áurea de mistério e aventura de proporções fantásticas. Caso você não seja fã do gênero, peço que dê uma oportunidade e tenha uma grande dose de paciência e dedicação, pois com certeza o jogo se tornará um RPG extraordinário em sua vida.

    Enfim, Elden Ring é um jogo fantástico que vale cada minuto de exploração e superação dos desafios. Mesmo diante dos problemas citados, o game é um forte concorrente ao GOTY 2022.

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer de Elden Ring:

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