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    Thundercats: Adam Wingard irá dirigir adaptação do desenho animado

    Um dos nomes do momento em Hollywood, o diretor Adam Wingard, será o responsável por levar o desenho dos anos 80 Thundercats aos cinemas, em um filme que será um híbrido de CGI e animação. A informação é do Deadline.

    O desenho original de Thundercats conta a história do grupo homônimo de guerreiros do planeta Thundera. Com o planeta morrendo, eles são forçados a deixar sua terra. O sucesso do desenho perdurou por anos, levando à continuação da franquia em novos desenhos, animações e quadrinhos.

    Wingard tem no currículo uma variedade de filmes de terror e ação, entre eles Você é o Próximo (2011) e O Hóspede (2014). Ele também comandou a adaptação de Death Note (2017) para a Netflix, além o vindouro Godzilla vs Kong (2021), e irá dirigir a sequência de A Outra Face, clássico de ação dos anos 90.

    A primeira versão do roteiro foi escrita por David Coggeshall e será revista por Adam Wingard e Simon Barrett. A produção será de Dan Lin, da Rideback Entertainment, e Roy Lee, da Vertigo, que já trabalharam com Wingard em Death Note.

    Não há previsão de início da produção da adaptação de Thundercats.

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    TBT #118 | Ace Ventura: Um Detetive Diferente (1994, Tom Shadyac)

    Ace Ventura: Um Detetive Diferente (Ace Ventura: Pet Detective) é um filme de comédia tipicamente anos 90 com muitas piadas nonsense e foi o trampolim para lançar a carreira de Jim Carrey no cinema.

    No elenco, além de Jim Carrey temos Courteney Cox, Sean Young e Dan Marino.

    SINOPSE

    Ace Ventura (Jim Carrey) é um detetive atrapalhado, especializado em desvendar crimes envolvendo animais. Seu primeiro trabalho é descobrir o que ocorreu com um golfinho, mascote do time de futebol americano Miami Dolphins que aparentemente foi sequestrado.

    ANÁLISE

    Com um orçamento modesto de apenas US$ 15 milhões, o longa de Tom Shadyac arrecadou mundialmente mais de US$ 100 milhões, o que garantiu que o diretor e o ator Jim Carrey voltassem a trabalhar juntos em Ace Ventura 2: Um Maluco na África (1995) e depois em O Mentiroso (1996).

    Famoso por sua incrível habilidade de fazer expressões faciais, em Ace Ventura, Jim Carrey usa e abusa de seu talento natural e com caras e bocas que beiram o impossível, o ator transforma seu personagem em algo cartunesco e praticamente impossível de se encontrar na vida real tamanha é sua falta de noção.

    Em tempo: Sem sombra de dúvidas, você nunca mais verá um “parto de rinoceronte” como este!

    Polêmica

    Como bem lembrado pelo The New York Times, apesar da cena transfóbica, devemos lembrar que, no longa, a personagem não é chamada de transgênero e que o termo não era amplamente usado na época. Em vez disso, como em muitas representações fictícias de pessoas transgênero daquela época, a emoção predominante na cena é de repulsa.

    E embora ainda haja controvérsias sobre como a mídia trata a identidade de gênero, é justo dizer que nenhum grande estúdio hoje lançaria um filme que retratasse pessoas trans de forma tão cruel.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Dia do Orgulho LGBTQI+: Veja a lista de produções para assistir no streaming

    VEREDITO

    Se você procura um filme para fugir dos problemas da pandemia, nada melhor que uma comédia bem besteirol para distrair a mente.

    E de quebra pode assistir a um dos primeiros trabalhos do icônico Jim Carrey que no futuro viria a estrelar filmes queridos do público como: O Máscara (1994), O Show de Thruman (1998), O Grinch (2000), Todo Poderoso (2003), Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004), As Loucuras de Dick e Jane (2005), Sonic: O Filme (2020) e muitos outros.

    Curiosidade: No ano do lançamento de Ace Ventura: Um Detetive Diferente, Jim Carrey recebeu duas indicações bem opostas, como Melhor Comediante no MTV Movie Awards e Pior Revelação no Framboesa de Ouro; mas não venceu em nenhum dos dois.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer (sem legenda):

    Ace Ventura: Um Detetive Diferente está disponível no serviço de streaming Paramount+.

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    Análise indica o Pokémon mais popular em cada país

    Análise feita pela TheToyZone identificou qual Pokémon é o mais popular em praticamente todos os países do mundo. A metodologia utilizada se baseia nas buscas feitas pelos usuários no Google.

    Embora existam praticamente 900 Pokémon lançados nestes 25 anos, todos da lista são da região de Kanto – a 1ª geração da franquia. O resultado do estudo comprova a força de Pikachu e dos primeiros 151 monstrinhos na mente dos povos.

    Mas nem só de Pikachu vive a lista. Há outros nomes fortes como Charizard, Mewtwo, Mew e Eevee entre os Pokémon mais populares, bem como alguns bem curiosos.

    E veja só: O Pokémon mais popular no Brasil é o Charmander!

    Chama a atenção ver que o Paras é o Pokémon mais popular no Paquistão e na Índia; o Parasect em Seychelles; e o Kabutops em Burkina Faso.

    Também é curioso ver o Porygon como mais popular na Bélgica. Isso me faz questionar: será que ele é o preferido dos belgas, ou as buscas acontecem por curiosidade para assistir ao episódio em que ele é destaque, que fora proibido fora do Japão por conta dos flashes que causaram epilepsia em sua primeira exibição, em 1997?

    De qualquer forma, conhecer o Pokémon mais popular em cada país é algo divertido. Veja a seguir o gráfico com todos os resultados.

    Levantamento da TheToyZone mostra o Pokémon mais popular em cada país e também elenca do mais ao menos pesquisado no mundo
    Clique na imagem para ver em alta qualidade. Crédito: TheToyZone

    Além de indicar o Pokémon mais popular em cada país, a TheToyZone também elencou do mais ao menos pesquisado em nível global. Veja o resultado abaixo:

    Levantamento da TheToyZone mostra o Pokémon mais popular em cada país e também elenca do mais ao menos pesquisado no mundo
    Clique na imagem para ver em alta qualidade. Crédito: TheToyZone

    Pois é, os Nidoran não estão com nada…

    Meu Pokémon favorito é o Charizard e também gosto muito do Lapras, Dragonair e Dragonite. Todos estão entre os mais populares, sendo os principais em alguns países.

    Seu favorito é o Pokémon mais popular de algum país? Nos conte nos comentários!

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    Thor: Amor e Trovão | Russell Crowe entra para o elenco do filme

    O Deadline confirmou que Russell Crowe terá um papel em Thor: Amor e Trovão, quarto filme do herói da Marvel. A informação vem depois que o ator foi visto junto ao elenco da sequência na Austrália, onde acontecem as gravações. Não foram divulgados detalhes sobre seu papel, e a ideia era que sua participação fosse uma surpresa.

    O último filme de Russell Crowe foi Fúria Incontrolável, com outros destaques mais recentes sendo Dois Caras Legais e Homem de Aço. Ele é vencedor do Oscar 2001 por seu papel em Gladiador.

    Ainda sem detalhes sobre a trama, Thor: Amor e Trovão contará com os retornos de Natalie Portman no papel de Jane Foster – e como a Poderosa Thor -, Chris Hemsworth como Thor e Tessa Thompson como a Valquíria. Christian Bale será o vilão Gorr, o Carniceiro dos Deuses. Chris Pratt, Dave Bautista e Karen Gillan devem participar como seus personagens de Guardiões da Galáxia, e Jamie Alexander deve retornar como Lady Sif.

    Direção e roteiro são de Taika Waititi, que retoma suas funções de Thor: Ragnarok após conquistar o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Jojo Rabbit, em 2020.

    Thor: Amor e Trovão tem estreia programada para 6 de maio de 2022.

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    CRÍTICA – Alma de Cowboy (2021, Ricky Staub)

    Alma de Cowboy (Concrete Cowboy) é o novo filme da Netflix com estreia prevista para o dia 2 de abril. O longa é inspirado no romance Ghetto Cowboy de Greg Neri e é dirigido pelo cineasta estreante Ricky Staub, que co-escreveu o roteiro com Dan Walser.

    No elenco estão Idris Elba que também é produtor do longa, Caleb McLaughlin (Stranger Things), Jharrel Jerome (Olhos Que Condenam) e Lorraine Toussaint.

    SINOPSE

    Cole (Caleb McLaughlin), de 15 anos, é levado para viver com seu distante pai Harp (Idris Elba) no norte da Filadélfia. Lá, ele descobre a vibrante cultura de cowboys urbanos da cidade que existe há mais de 100 anos, proporcionando um refúgio seguro para o bairro, apesar da pobreza e violência.

    ANÁLISE

    É inevitável não pensar nos filmes hollywoodianos quando a palavra cowboy é pronunciada. Isso porque, o saudoso gênero western nos acostumou com histórias de bandidos e mocinhos, giros de pistolas e confrontos tensos. Porém, Alma de Cowboy traz uma história nunca antes contada pelo cinema estadunidense, mas que sempre esteve ali perto.

    Além da trama principal entre filho e pai que precisam se reconectar, o filme aborda a história real do Clube Fletcher Street na Filadélfia, Pensilvânia. Durante séculos, o hipismo urbano afro-americano sobreviveu pelos asfaltos e prédios da cidade.

    Os cavaleiros locais mantêm e cuidam dos cavalos e ensinam os jovens da vizinhança a fazerem o mesmo. Sendo o clube uma forma de manter os adolescentes longes do mundo das drogas e crimes que afligem a rua dos bairros da cidade.

    É sobre essa premissa que Alma de Cowboy constrói sua narrativa. Cole é um jovem problemático que vai morar com o pai Harp em um bairro pobre da zona norte da Filadélfia. A relação entre os dois é cheia de atritos, Cole sente que foi abandonado pelo pai. Já Harp de uma forma dura tenta passar valores para o filho.

    A trama ganha maior profundidade quando o espectador percebe a riqueza histórica, social e cultural que cerca os protagonistas. Harp é um cowboy que faz parte de um grupo de pessoas que dedica a vida a cuidar e criar cavalos. A atividade não é bem vista pelos moradores da cidade e nem pela lei que tenta tirar os animais da proteção dos cowboys.

    Dessa forma, o longa de Ricky Staub avança fazendo uma relação entre o mundo dos cowboys de asfaltos e o mundo do crime. Enquanto Cole limpa os estábulos e aprende sobre os cavalos, ele também se aproxima do antigo amigo Smush (Jharrel Jerome) que está envolvido com o tráfico de drogas. Logo, Cole precisará escolher qual vida deseja levar.

    Relações 

    Durante uma reunião dos cowboys sobre a luz de uma fogueira, Nessie (Lorraine Toussaint), uma das moradoras de Fletcher Street, fala:

    “As pessoas acreditam que domar um cavalo é acabar com a vontade do animal. A única forma de enxergar o verdadeiro espírito do animal é através de amor.” 

    O mesmo se aplica a Cole, já que o garoto não acredita ser amado pelo pai. Por isso, desenvolve uma forte amizade com Smuch, ambos se sentem abandonados pelos adultos. Contudo, o roteiro não se aprofunda nas motivações de Cole, não sabemos porque o garoto tem um comportamento explosivo a não ser o conflito com o pai. Tão pouco Harp é aprofundado porque sabemos do seu passado, mas não é dito o que foi preciso para ele mudar.

    Porém, as maravilhosas atuações de Caleb McLaughlin, Idris Elba e Jharrel Jerome trazem os alentos a um roteiro previsível. A química entre McLaughin e Jerome é sucesso para mais produções com a dupla. Já Elba aposta em maneirismos referente a cowboys para criar seu personagem.

    Nessa mesma perspectiva, a direção de Staub é segura e busca trabalhar a emoção. Por isso, o diretor utiliza tanto a câmera em mão para os momentos de ação, como a câmera lenta para os momentos mais comoventes. A direção de fotografia aposta nas cores mais quentes com um tom de fim de tarde que realça personagens, animais e o asfalto da cidade.

    O que torna o filme de Ricky Staub honesto e belo é a luz que a produção lança sobre a cultura negra e sua relação com os cavalos. Algo que vem sendo totalmente apagado da história. Dessa forma, o filme pode não apresentar um ótimo roteiro, mas é fiel à sua mensagem final: trazer à tona a existência dos cowboys negros urbanos.

    VEREDITO

    Ao final de Alma de Cowboy, os créditos revelam que muitos dos personagens apresentados no longa são reais e fazem parte do Clube Fletcher Street. Logo, é notável a força que uma narrativa tem ao contar histórias que fazem parte de uma cultura real.

    Dessa forma, Alma de Cowboy é um longa que busca honrar memórias e isso, ultrapassa qualquer falha técnica.

    4,0 / 5,0 

    Assista ao trailer:

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    CRÍTICA | The Ancient Magus’ Bride – Vol. 10 (2021, Devir)

    The Ancient Magus’ Bride acaba de ter seu décimo volume do mangá escrito e desenhado pelo mangaká Kore Yamazaki e chega ao Brasil pela editora Devir. Essa edição reúne os capítulos #46 à #50.

    SINOPSE

    Catafílio entrou em sono profundo e a vida parecia estar recuperan­do a normalidade no pequeno chalé. Tudo ia bem até Chise receber um convite irrecusável para ingressar na Academia, a renomada institui­ção de ensino dos Feiticeiros. Elias e Chise vão conhecer muitas pessoas novas e vão precisar se adaptar rápido às mudanças em suas vidas. Como será que Elias se sairá como professor?

    ANÁLISE

    Nessa edição The Ancient Magus’ Bride somos apresentados a uma academia de magia, no qual Chise e Elias vão ser aluno e professor nesse novo ambiente. Nisso ao longo do enredo o mangaká aproveita a inclusão dessa academia para explicação de como funciona a magia dentro desse universo.

    De fato, achei bastante interessante como tudo é explicado. Principalmente nessa edição temos uma trama com forte influência de Harry Potter, o que casou perfeitamente com o mundo do mangá.

    Outro detalhe, é que Chise está mais madura e um pouco mais experiente. Essa evolução da personagem foi ótima, pois mostra uma preocupação que o mangaká teve no processo de desenvolvimento de personagem.

    Além disso, o mangá acerta muito bem ao mostrar essa academia de magia e aproveita para apresentar novos personagens que ficam bastante surpresos com a presença estranha dos protagonistas Chise e Elias. O que acaba criando um tom de humor muito divertido.

    O destaque dessa edição, vai para o caminho que a trama segue em explicar diversas pontas soltas que não haviam sido justificadas nas outras edições. Além, da arte do mangaká que apresenta uma evolução no traço que acaba ficando menos tradicional.

    VEREDITO

    The Ancient Magus’ Bride – Vol 10 desenvolve de forma eficiente toda estrutura desse fantástico universo e tenho certeza que irá agradar aos fãs do mangá, que irão adorar o caminho que a trama está seguindo.

    3,0 / 5,0

    Editora: Devir

    Autor: Kore Yamazaki

    Páginas: 180

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