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    Yalan Gur: Conheça o Lanterna Verde visto no Snyder’s Cut

    Yalan Gur foi criado por Gerard JonesMark Bright, Joe Staton e Martin Nodell; sendo apresentado em Green Lantern #19 – Vol.3, em dezembro de 1991, como um dos maiores oficiais da Tropa dos Lanternas Verdes, responsável pelo Setor 2814.

    ORIGEM

    Após uma experiência de quase morte contra uma besta da Tropa dos Lanternas Amarelos que forçou os Guardiões do Universo a remover o impureza amarela de seu anel. Isso deu a Gur todas as habilidades de um Lanterna Verde sem nenhuma das fraquezas, deixando-o inebriado com o novo poder. Com isso, ele passou a acreditar que deveria governar seu setor com punho de ferro, justificado por seu novo poder.

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    Yalan Gur viu a raça humana em ascensão como uma ameaça e passou a abusar e persegui-los em seus vales ancestrais. Ele aterrorizou a China antiga, não querendo que os humanos se desenvolvessem em uma grande civilização. Os Guardiões perceberam isso e deram ao seu anel uma nova fraqueza (incomum): madeira; o que o tornou impotente contra as armas primitivas dos humanos.

    Depois de ser mortalmente ferido por uma estaca, a essência de Gur se juntou a sua bateria de energia, que também se fundiu com a magia antiga da Terra. Essa energia se tornou a Chama Verde da Vida (Starheart, no original) que deu poder ao anel do Lanterna Verde Alan Scott.

    PODERES E HABILIDADES

    Como todos os demais membros da Tropa dos Lanternas Verdes, Yalan Gur possuía um Anel de Poder dos Lanternas Verdes e uma Bateria Verde para recarregar seu anel quando necessário; com seu anel e sua força de vontade indomável conseguia voar, disparar rajadas de energia e criar qualquer coisa que sua imaginação permitisse.

    CURIOSIDADE

    Gur é apresentado como parte de um esforço da DC Comics para reconciliar a origem dos Lanternas Verde da Idade de Ouro com a introdução posterior da Tropa dos Lanternas Verdes.

    OUTRAS MÍDIAS

    Yalan Gur

    Yalan Gur não havia sido retirado das páginas dos quadrinhos da DC até o filme Liga da Justiça (2017), onde aparece brevemente em um flashback da primeira invasão de Lobo da Estepe a Terra; em 2021 o personagem mesmo em CGI, ganha um pouco mais de tempo de tela em Liga da Justiça de Zack Snyder, o popular Snyder’s Cut.

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    TBT #116 | Tudo Sobre Minha Mãe (1999, Pedro Almodóvar)

    Pedro Almodóvar é sinônimo de divergência de opiniões. Não porque seus filmes em si sejam o motivo principal de estranhamento do público não-simpatizante de seu estilo, mas a escolha de temas, por vezes “desconfortáveis” e a abordagem peculiar que o diretor exerce sobre eles acaba por gerar tantos fãs quantos críticos severos de sua obra. No entanto, até os que torcem o nariz diante dos filmes e roteiros do cineasta têm que admitir que seu nome já é um tópico da história do cinema, e Tudo Sobre Minha Mãe é, definitivamente, um exemplar notável de sua admirável filmografia.

    SINOPSE

    Esteban (Eloy Azorin) é um jovem de 17 anos que está escrevendo uma história chamada Tudo Sobre Minha Mãe. No dia do seu aniversário, sua mãe Manuela (Cecilia Roth) ia lhe contar tudo sobre seu pai, desconhecido para o menino. Mas um acidente impede que isso aconteça, e a mãe de Esteban decide partir atrás do pai de seu filho.

    ANÁLISE

    À medida que percebemos os estágios do luto e da aceitação de Manuela, conseguimos destrinchar a sua relação com o filho, e do quão a presença das outras mulheres pode “substituir” esse vazio depressivo. Aos poucos, a enfermeira reconhece pequenos detalhes de seus comportamentos nas características das companheiras de jornada, e esse entendimento fortalece cada vez mais profundamente a relação.

    Agrado (Antonia San Juan) e Rosa (Penélope Cruz), por exemplo, guardam memórias dolorosas de um passado não tão distante e se agarram à saudade como fio condutor de suas histórias, como se dependessem somente dessas sensações. Afinal, não é fácil se desprender de memórias e momentos quando tudo remete a esse dolorido sentimento.

    A atriz Antonia San Juan em seu monólogo como Agrado.

    Todas ali, sem exceção, têm uma função no enredo, independentemente do nível de relevância. Agrado é a responsável pela fala sobre a necessidade de ser autêntico em meio a tanta cópia. Discutindo fortemente temas sobre a sexualidade, o gênero e os estereótipos, a personagem carrega consigo um enorme desapego às cópias e um sentimento de liberdade para ser quem é, apesar das barreiras e dos julgamentos. Nesse sentido, aos poucos, se transforma na figura mais humanizada e complexa da narrativa, servindo como “ponte” entre os tipos que percorrem pela trama e seus devaneios. Mais do que isso, um exemplo vivo da filosofia existencialista, sempre se questionando sobre atitudes e as sensações que guarda na alma.

    Logo de cara, uma das características principais de Almodóvar se faz notar. Uma sinopse que possui todos os preceitos para ser desenvolvida como um verdadeiro drama é classificada de comédia. Não é erro. O diretor faz com que um roteiro potencialmente denso ganhe ares cômicos, como se desejasse mostrar que nada é tão grave assim.

    Dessa forma, se desenvolve mais uma vez nesse filme, assim como em inúmeros outros da carreira do diretor, uma trama envolvente, surpreendente e instigante. A impressão que o diretor deixa no espectador é que ele está no domínio total da obra, talvez justamente porque é ele a assinar também o roteiro. Almodóvar parece o único capaz de poder materializar as cenas que escreve com tanta maestria.

    Novamente se faz presente a figura feminina como centro de uma trama que envolve os já conhecidos elementos patológicos, por assim dizer, frequentemente escolhidos pelo diretor para habitar suas tramas.

    Esteban é um jovem que ganha como presente de aniversário uma ida ao teatro com sua mãe. Ao esperarem a atriz principal na saída para pedir um autógrafo, Esteban é atropelado e morre, justamente após sua mãe prometer que contaria a verdade sobre o pai que o jovem nunca chegou a conhecer. Após o acontecimento trágico, Manuela, a mãe do garoto, parte em busca de seu ex-marido, procurando uma espécie de catarse pela morte do filho ao mesmo tempo em que procura resolver pendências do passado.

    O filme está repleto de referências culturais que o colocam dentro da tradição do melodrama dos anos 50, elementos que são sutilmente entrelaçados na narrativa e nunca ameaçam diminuir a temperatura emocional.

    Os quesitos técnicos do longa merecem atenção. A já elogiada direção cuidadosa de Pedro Almodóvar eleva o nível do filme, permitindo uma conexão entre a ficção e a realidade e realizando enquadramentos que valorizam as expressões dos personagens, assim como a trilha sonora impecável.

    Do início ao fim, somos hipnotizados por esse universo, como se fizéssemos parte dele e conhecêssemos cada detalhe da trama, e pelas referências clássicas que o diretor promove, tal qual A Malvada (1950) e Uma Rua Chamada Pecado (1951), que engrandecem o enredo.

    Uma obra tão rica e complexa não poderia passar despercebida pelas premiações ao redor do mundo. Tudo Sobre Minha Mãe faturou diversos prêmios, entre eles o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, a Palma de Ouro de Direção para Almodóvar em Cannes e sete prêmios Goya, incluindo Melhor Filme e Diretor.

    VEREDITO 

    Há um verdadeiro mergulho de Pedro Almodóvar no destaque da mulher, com toda a delicadeza e fúria necessárias para tratar questões de gênero, entre outros assuntos.

    O filme é materno desde o seu título. A sensibilidade de Almodóvar sempre desarma. O afeto de criaturas calejadas, como Agrado, é um mistério e uma dádiva. Uma bela e bem construída ode à beleza, complexidade e mistério que desengendra da condição de ser mulher.

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

    Tudo Sobre Minha Mãe está disponível nos serviços de streaming MUBI e Telecine.

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    CRÍTICA – As Casas Mais Extraordinárias do Mundo (1ª e 2ª temporada, 2017-18, BBC)

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    Produzida pela BBC Two entre 2017 e 2018, As Casas Mais Extraordinárias do Mundo (The World’s Most Extraordinary Homes) está disponível no catálogo da Netflix.

    SINOPSE

    Esta série segue o premiado arquiteto Piers Taylor e a atriz e entusiasta de arquitetura Caroline Quentin enquanto descobrem as moradas mais extraordinárias do mundo. O par viaja por toda a parte, através de montanhas, florestas, ao longo de costas e no subsolo para encontrar propriedades únicas.

    ANÁLISE

    A minissérie britânica conta com 12 episódios em suas duas temporadas, cada episódio conta com uma duração média de 40min, com um estilo documental/reality show onde Piers é o responsável pelo olhar técnico das construções e suas arquiteturas enquanto Caroline nos apresenta seu olhar pessoal como hospede.

    Com a primeira temporada tendo seus episódios divididos por temas desde casas nas montanhas, de praia, na floresta, subterrâneas, temáticas e muitas outras; já a segunda temporada busca uma divisão por países como Israel, Espanha, Portugal, Índia, Japão e muitos outros.

    Casa no deserto construída com asas e fuselagem de avião.

    Na Noruega, os anfitriões pegam uma lancha até uma casa de quatro quartos perto da costa, enquanto no sul da Espanha eles desfrutam de vistas espetaculares de uma casa construída em um penhasco íngreme. Piers e Caroline passam a explorar um edifício de estrutura de madeira na Ilha Sul da Nova Zelândia e um edifício inspirado em navios na Nova Escócia, Canadá.

    VEREDITO

    Uma série leve e com apresentadores extremamente carismáticos, As Casas Mais Extraordinárias do Mundo é para aqueles que buscam viajar por outras culturas, se inspirar e se divertir sem sair do conforto do seu lar.

    Por mais que seja interessantíssimo ter as análises – e desenhos loucos no caderninho – de Piers sobre os estilos arquitetônicos, técnicas de engenharia e as conversas com os proprietários e arquitetos sobre as dificuldades dos projetos; e as – extremamente divertidas – tiradas de Caroline com suas observações genuinamente pessoal sobre a funcionalidade de cada casa como um lar; sem sombra de dúvida a série funciona graças a 3 elementos principais: Piers, Caroline e, claro, as casas.

    A química inegável do par de apresentadores somado aos diversos tipos de casas (seja um grande ou simples projeto) faz com que fiquemos tristes ao chegar no último episódio da série. 

    5,0 / 5,0

    Assista a um trecho de um dos episódios (vídeo sem legenda):

    No catálogo da Netflix a série conta com opções de dublagem e legenda em português brasileiro.

    Para quem nos acompanha, sabe que a Nancir é a “louca da decoração” e por causa dela comecei a assistir essa e outras séries com a mesma temática.

    Quer mais dicas de séries sobre casa, organização e decoração? leia também:

    Netflix: 8 séries sobre organização e decoração

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    CRÍTICA – Cabras da Peste (2021, Vitor Brandt)

    O cinema brasileiro sempre teve em sua galeria de atores ótimos comediantes. Em meio a tempos tão difíceis como os atuais, percebemos o espaço que a arte tem em nossas vidas, e as comédias não são exceção. A Netflix nos deu a oportunidade de assistir a Cabras da Peste, um filme que com certeza aliviará o clima tão difícil da pandemia.

    Cabras da Peste é estrelado por Edmilson Filho (Não Vamos Pagar Nada) e Matheus Nachtergaele (O Auto da Compadecida).

    SINOPSE

    O filme conta a história do comissário de polícia do interior do Ceará, Bruceuilis Nonato (Edmilson Filho), que vê sua vida mudar quando precisa ir para São Paulo para investigar um caso que teve início em sua cidade.

    ANÁLISE

    Como o nome do nosso protagonista aponta, Cabras da Peste conta com os mais diversos clichês de filmes de ação dos anos 1980/1990, enquanto se mantém relevante e segue o caminho da história que tem interesse em contar.

    A abismal distância entre personagens dramáticos que Nachtergaele já teve a oportunidade de viver em sua carreira contrasta com o divertido e medroso policial Trindade. Trindade é o típico policial de escritório, que não perde uma oportunidade de estragar as chances que tem para se destacar.

    Cabras da Peste é a mais nova comédia nacional da Netflix. O filme com Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho estreia em 18 de março de 2021

    Cabras da Peste nos mostra como os mais diversos clichês do cinema e da cultura pop podem ser assimilados e amalgamados em uma comédia de ação, que Edmilson Filho já se mostrou capaz de fazer em Shaolin do Sertão.

    VEREDITO

    A direção de Vitor Brandt nos deixa tão à vontade quanto possível, enquanto destaca o quão diversa e extensa é a cultura brasileira. O diretor dá espaço para desenvolver bem seus personagens de modo aprofundado, mesmo o filme sendo um tanto corrido, com 1h38min de duração.

    O cuidado do diretor paulista em retratar algumas das mais diversas sutilezas, enquanto faz uma homenagem ao berço da comédia que é o Nordeste, mostra que há espaço para comédia nos cinemas, ou até mesmo nas plataformas de streaming.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Cinema Nacional: 25 filmes para você assistir e parar de criticar

    As escolhas da produção fogem das comédias pastelão e dos mesmos atores de sempre, enquanto dão espaço para Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele brilharem fazendo o que sabem de melhor: humor.


    3,0 / 5,0

    Cabras da Peste estreia no dia 18 de março de 2021 na Netflix.

    Confira o trailer:

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    Batroc: Conheça o inimigo francês do Capitão América

    Georges Batroc é um inimigo de longa data do Capitão América; mais conhecido como O Saltador, o personagem foi criado por Stan Lee e Jack Kirby.

    Sua primeira aparição foi na HQ Tales of Suspense #75 em março de 1966.

    ORIGEM

    Batroc nasceu em Marselha, na França, e serviu na Legião Estrangeira Francesa. Ele é muito conhecido por ser um mercenário francês que sabe muitas formas de luta, mas é especializado em uma forma de luta muito parecida com kickboxing e bastante conhecida na França como La Savate ou La Boxe Française.

    Na primeira vez que lutou contra Steve Rogers, Georges Batroc se apresentou para o tal como se estivesse em algum tipo de show, mas para a sua surpresa, o Capitão América já sabia quem ele era e ainda disse:

    “Batroc, o Saltador, hein? Um mestre de la savate, a arte francesa do boxe com os pés!”

    Mais tarde, ele foi contratado pela Hydra e sequestrou Sharon Carter para eles. Ele atraiu o Capitão América para uma revanche, na qual insistiu que a Hydra não interferisse, e novamente perdeu; no entanto, quando os agentes da organização criminosa se prepararam para matar Steve, Batroc, indignado, mudou de lado para ajudar o Capitão contra a Hydra.

    Consequentemente Georges Batroc foi considerado um combatente mortal, sua habilidade é respeitada por muitos inimigos e empregadores.

    PODERES E HABILIDADES

    Batroc não tem poderes e nenhuma habilidade aprimorada ou sobre-humana, porém, está no auge de sua condição física em todos os aspectos.

    Ele é um levantador de peso olímpico e tem uma agilidade e reflexos incríveis para um ser humano normal. Os músculos de suas pernas são particularmente bem desenvolvidos, permitindo-lhe saltar grandes distâncias iguais às de um atleta olímpico.

    Como dito anteriormente ele é um especialista em artes marciais e luta corpo a corpo que se especializou em Savate, e também é adepto de outras artes marciais, como Krav Maga.

    Georges Batroc é especialista em parkour e também é um estrategista militar habilidoso. Apesar de ser ladrão e contrabandista, ele tem um forte senso de honra que é capaz de se voltar contra qualquer cliente que ele sinta que o enganou, levando-o a cometer crimes com os quais, de outra forma, ele não teria concordado.

    Por último e não menos importante, Batroc é fluente em francês e inglês.

    EQUIPES

    Georges Batroc montou uma equipe conhecida como Brigada de Batroc ao ser contratado para localizar uma bomba sísmica; após a equipe ser desfeita, Batroc formou uma segunda Brigada de Batroc, que consistia em vários capangas não nomeados, ao invés de supervilões conhecidos, já que supervilões haviam falhado com ele no passado.

    Batroc serviu brevemente ao grupo de vilões Thunderbolts convocado por Barão Zemo. Mas depois de retornar à custódia federal, Georges Batroc se registrou no Lei de Registro de Super-Heróis e foi enviado a um centro de treinamento super-humano localizado na Base do Corpo de Fuzileiros Navais, em Quântico, Virgínia, para treinar recrutas em artes marciais antes de ser transferido para o acampamento Hammond.

    CURIOSIDADES

    O alienígena Jakar, escondendo sua verdadeira natureza e intenção, contratou este grupo para sequestrar crianças de Nova Iorque e lutar contra o Capitão América e o Falcão. Embora Georges Batroc não tenha achado nenhum problema em abduzir crianças, ao saber da verdadeira natureza de Jakar e sua intenção de usar as almas das crianças para reviver sua raça em coma, ele sentiu que seu “senso de honra” havia sido violado pelo engano e novamente mudou de lado, ajudando o Capitão América e o Falcão a resgatar as crianças.

    Batroc já lutou contra o Justiceiro, Homem-Aranha, Deadpool, Gavião Arqueiro, Punho de Ferro e Gambit. Porém seus mais marcantes confrontos sempre ocorrem contra o Capitão América.

    Ele tem uma filha chamada Marie Batroc que ao crescer adotou a mesma fantasia usada pelo pai e se especializou no mesmo tipo de luta que Georges Batroc é especializado.

    OUTRAS MÍDIAS

    Batroc está presente nos games The Amazing Spider-Man e Captain América in Doctor Doom’s Revenge como um mini boss; e aparece também nos jogos Marvel: Avengers Alliance e Marvel Heroes.

    Na TV o personagem aparece nos desenhos animados Ultimate Spider-Man, Black Panther: The Animated Series, The Super Hero Squad Show e The Marvel Super Heroes.

    Georges Batroc aparece pela primeira vez no Universo Cinematográfico Marvel no filme Capitão América: Soldado Invernal (2014) e é interpretado pelo lutador Georges St. Pierre, ele voltará na série Falcão e o Soldado Invernal produzido pela Marvel Studios para a plataforma de streaming Disney+ e estreia nesta sexta-feira, dia 19 de março.

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    Street Fighter: Conheça os principais vilões da franquia

    Se por acaso você acabou de chegar neste planeta e nunca ouviu falar de Street Fighter, então resumidamente é uma popular série de jogos de luta da Capcom, na qual o jogador controla lutadores de diversas partes do mundo, cada qual com seus golpes especiais.

    O primeiro título da franquia foi lançado em agosto de 1987 e este ano completará 34 anos. 

    M. BISON

    Street Fighter: Conheça os principais vilões da franquiaO primeiro antagonista da franquia, M. Bison é um ditador auto-imposto e megalomaníaco que busca dominar o mundo através de sua organização criminosa, a Shadaloo.

    Quase nada se sabe sobre o passado de M. Bison antes de sua aparição nos jogos da franquia e seu país de origem é desconhecido. Os únicos detalhes conhecidos de seu passado é que ele era, em certo ponto, nada mais do que um jovem artista marcial como qualquer outro, mas com ambições avassaladoras.

    No entanto, para ser o melhor no mundo das artes marciais, Bison assassinou seu próprio mestre antes de se entregar ao caos completo.

    O mestre de Bison era considerado a única pessoa conhecida no mundo que poderia manipular o poder maligno conhecido como Psycho Power.

    Eventualmente, o vilão aprimorou a técnica aprendida com seu mestre, transformando-a na Soul Power e passou seu conhecimento para Rose, que era sua única discípula.

    Curiosidade: Quando Street Fighter II estava para ser lançado nos Estados Unidos, a Capcom estava com medo de um processo de Mike Tyson sobre um personagem (Balrog) com sua semelhança, bem como um nome semelhante (o nome japonês de Balrog é Mike Bison). Além disso, quando os designers apresentaram o jogo ao departamento de marketing da Capcom USA, eles acreditaram que o nome Vega não combinava com o personagem ao qual foi dado. Eles decidiram alternar os nomes dos três personagens da seguinte maneira:

    • O boxeador é conhecido como Mike Bison no Japão e Balrog nos EUA;
    • O assassino espanhol é conhecido como Balrog no Japão e Vega nos Estados Unidos;
    • O ditador e chefe da Shadaloo é conhecido como Vega no Japão e Master Bison nos Estados Unidos.

    Primeira aparição: Street Fighter II (1991)

    AKUMA

    akumaConhecido no Japão como Gouki, Akuma é o irmão mais novo de Gouken, mestre de Ken e Ryu. E é um poderoso guerreiro sem emoções focado em dominar a técnica Satsui no Hado.

    O vilão detesta seu irmão Gouken por não ceder ao lado negro de suas artes, que é, de acordo com Akuma, a forma como deveriam ser usadas. Ele também culpa Gouken por selar a escuridão dentro de Ryu, evitando assim que Ryu alcance seu verdadeiro potencial.

    Curiosidades: O nome original do personagem em japonês significa algo como “Grande Demônio”, “Grande Diabo” ou “Grande Ogro”. A mudança de nome do personagem de Gouki para Akuma reflete a tentativa da Capcom USA de acentuar essa natureza demoníaca do personagem, já que a palavra akuma significa demônio.

    Inicialmente, a Capcom USA alegou que Akuma estava possuído por um demônio, um detalhe que não foi reutilizado desde sua primeira aparição.

    A criação do personagem (e, indiretamente, de Gouken) foi inspirada em uma piada do Dia da Mentira publicada pela revista de jogos Electronic Gaming Monthly. A brincadeira envolvia um “truque secreto” para a versão original de Street Fighter II que permitiria aos jogadores lutar contra Ryu e o suposto mestre de Ken, Sheng Long (com base na citação de vitória mal traduzida de Ryu).

    Primeira aparição: Super Street Fighter II Turbo (1994)

    SHIN AKUMA

    shin akumaEsta é a forma que Akuma assume quando ele se torna quase um com o Satsui no Hado, embora não completamente a ponto de perder sua humanidade ao fazer isso.

    Curiosidade: O nome original do personagem em japonês significa algo como “Verdadeiro Grande Demônio”, “Verdadeiro Grande Diabo” ou “Verdadeiro Grande Ogro”; e Shin Akuma era um chefe secreto em Street Fighter Alpha 2.

    Primeira aparição: Street Fighter Alpha 2 (1996)

    GILL

    Street Fighter: Conheça os principais vilões da franquiaEle é o líder da Sociedade Secreta, também conhecida como Illuminati, uma organização misteriosa composta pela elite da humanidade que controlou os eventos mundiais das sombras desde o início da história e busca cumprir uma agenda apocalíptica para garantir sua própria salvação utópica.

    Gill e seu irmão mais novo Urien nasceram de pais que foram membros do culto por muito tempo. Então a Sociedade Secreta aprimorou Gill geneticamente durante sua juventude, aumentando sua força e velocidade para que ele pudesse participar de um intenso programa de treinamento de combate corpo a corpo.

    Gill se tornou o melhor aluno entre as centenas de guerreiros aprimorados, superando até mesmo seu próprio irmão ciumento, Urien.

    De acordo com a lenda do culto, a alma do imperador anterior da Sociedade Secreta seria reencarnada em um novo corpo após a morte; a organização determinou, por meio dos resultados de seu programa de treinamento especial, que a última encarnação do imperador era Gill. Portanto, aos 22 anos, Gill foi nomeado presidente da Sociedade Secreta.

    Urien foi esquecido devido à sua instabilidade emocional e nomeado vice-presidente de Gill. Mais tarde, Urien desafiou Gill para a presidência da Sociedade Secreta e foi bem-sucedido. Urien então se tornou o presidente.

    No entanto, Gill não foi rebaixado; na verdade, ele foi promovido do título de presidente e se tornou o novo imperador e messias.

    Curiosidades: O esquema de cores assimétricas de Gill foi um dispositivo da Capcom para exibir o poder gráfico da placa CPS-3. Originalmente, Gill deveria ser colorido em preto e branco e utilizar poderes sobre a luz e as trevas. Posteriormente, foi decidido colori-lo de vermelho e azul, para melhor mostrar o poder gráfico do jogo. Além disso, Gill foi projetado usando uma tanga para mostrar o máximo possível de seus tons de vermelho e azul.

    Gill é fisicamente modelado após os deuses gregos da antiguidade e sua personalidade vem de várias fontes judaico-cristãs:

    • Ele é semelhante a Jesus de Nazaré em suas afirmações de ser o messias, o salvador da humanidade;
    • A técnica Resurrection de Gill também pode ser baseada na ressurreição de Jesus, e a postura que Gill assume durante essa técnica, suspenso no ar com os braços para fora, evoca a imagem de Cristo durante a crucificação;
    • Já a técnica da Seraphic Wing refere-se a serafins, a ordem mais elevada de anjos nas crenças judaicas e cristãs; quando Gill executa essa técnica, ele assume a forma angelical de seis asas, “oferecendo” a salvação;
    • E finalmente, no final de Street Fighter 3rd Strike, ele divide o oceano e leva seu povo à terra prometida, comparando-o a Moisés.

    Primeira aparição: Street Fighter III: New Generation (1997)

    SETH

    Street Fighter: Conheça os principais vilões da franquiaSeth é uma inteligência artificial projetada para habitar corpos humanóides sintéticos que possuem um Motor Tanden, sendo o 15º de pelo menos 26 seres aprimorados que usam dados coletados dos guerreiros do mundo para criar um estilo mortal de artes marciais mistas.

    Ele afirma ser superior como resultado de sua humanidade, enquanto os outros são apenas fantoches.

    O vilão é o CEO da divisão de armas da Shadaloo, a S.I.N. (Shadaloo Intimidation Network), e um dos muitos corpos de substituição geneticamente modificados para M. Bison.

    Curiosidade: Em Street Fighter VSeth tem uma aparência totalmente diferente; com um corpo baseado em um físico feminino musculoso, com um rosto muito parecido com o de Juri. E é uma coincidência interessante já que Juri é a responsável pelo seu ressurgimento.

    Este corpo feminino é conhecido como Doll Unit Zero, mas ele não parece exibir a capacidade de esticar seus membros como o corpo masculino usado anteriormente era capaz, mas exibe uma capacidade nunca vista de aumentar e diminuir rapidamente sua massa muscular de acordo com o movimento que está sendo usado.

    Primeira aparição: Street Fighter IV (2008)

    ONI

    Street Fighter: Conheça os principais vilões da franquiaKuruoshiki Oni ou simplesmente Oni, como é mais conhecido, é a forma que Akuma assume quando ele se torna um com o Satsui no Hado, perdendo completamente qualquer fragmento de humanidade que ele ainda tinha.

    Oni descartou sua humanidade remanescente de sua identidade como Akuma e seu código moral proeminente como guerreiro; com isso, ele lutará com qualquer um até a morte, independentemente da condição, ao invés de procurar oponentes dignos para lutar em uma partida justa.

    Curiosidades: Oni são demônios afiliados a raios que são mencionados na religião xintoísta e na mitologia asiática, considerados gigantes temíveis com presas e chifres que outrora aterrorizaram e pilharam vilas e viajantes no Japão antigo. E embora akuma e oni sejam duas criaturas distintas na religião japonesa, a ideia de Akuma se tornar um demônio pode ser considerada cumprida com Oni.

    Ele pode ser considerado o verdadeiro chefe final, já que os requisitos para enfrentá-lo são os maiores de todos os chefes secretos do jogo.

    Para Oni ser combatido no modo arcade como um chefe secreto, o jogador deve:

    • Vencer todas as rodadas;
    • Obter dois perfects;
    • Cinco finalizações Super ou Ultra Combo;
    • Dez primeiros ataques e;
    • Derrotar Seth com um Super ou Ultra Combo.

    Somente conseguindo todos os critérios listados acima, o jogador conseguirá enfrentar a versão demoníaca de Akuma em seus verdadeiros limites.

    Primeira aparição: Super Street Fighter IV: Arcade Edition (2011)

    Curtiu a lista com os principais vilões da franquia? Então confira também a lista abaixo:

    Street Fighter: Os 20 personagens mais fortes da franquia

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