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    Confira 5 jogos grátis de futebol para celular

    Os jogos grátis de futebol estão por toda parte nas plataformas de venda para celular.

    Com tantas opções, fica até meio difícil de escolher o que jogar e se divertir ou passar raiva em seus tempos de lazer. Entretanto, nós do Feededigno temos a solução para você que ama futebol e quer gastar a bagatela de zero reais em sua conta bancária.

    Confira agora a nossa lista com cinco jogos grátis de futebol para celular:

    TOP ELEVEN 

    Começando com um game no estilo manager temos o Top Eleven, um dos mais tradicionais jogos grátis de futebol disponíveis para Android e iOS.

    No game, você controla times reais em ligas extremamente competitivas, tendo o desafio de ser o maior técnico do ludopédio mundial.

    Com uma engine intuitiva, Top Eleven é um boa pedida para quem gosta de futebol além das quatro linhas, pois aqui quem manja de táticas e de gestão vai se dar muito bem!

    BRASFOOT MOBILE

    Um clássico é um clássico e Vasco e versa, quer dizer, vice e versa… me desculpem vascaínos.

    Brasfoot é o jogo manager mais amado por nós brasileiros, uma vez que ele faz parte de uma geração que cresceu jogando Elifoot e o próprio Brasfoot nos computadores mais fracos.

    A versão mobile traz praticamente as mesmas funcionalidades do computador, pois a mecânica é praticamente igual com as opções de táticas, categorias de base e configurações. Na versão gratuita, temos algumas restrições como, por exemplo, comprar apenas jogadores à venda e realizar empréstimos, além de poder jogar apenas competições nacionais brasileiras, sem contar os estaduais.

    Contudo, a diversão é garantida para quem tem um dia a dia corrido e quer desopilar alguns minutos com um dos nossos jogos de futebol gratuitos preferidos da lista.

    SOCCER MANAGER 

    soccer manager

    Um dos queridinhos deste que vos fala, o Soccer Manager é um alento aos fãs de Football Manager que ficaram órfãos após a retirada do game das prateleiras brasileiras.

    Com uma engine muito próxima do saudoso FM, o Soccer Manager é um dos jogos de futebol gratuitos mais completos da lista.

    Na versão free, o jogador não se livra dos diversos anúncios, mas, se tiver paciência, consegue ter uma boa experiência.

    Com elencos completos, categorias de base e uma fonte de dados gigantesca, por exemplo, o Soccer Manager é uma excelente opção para quem busca um jogo completo.

    FIFA MOBILE

    O queridinho dos fãs de futebol eu que causa muitas tretas entre amigos, o FIFA marca presença nessa lista.

    Não devendo em praticamente nada para os jogos dos consoles, o FIFA Mobile é um dos jogos mais baixados das plataformas, pois traz a qualidade do já consagrado título.

    O jogo é muito divertido e tem gráficos incríveis, além de uma base de dados gigantescas e a experiência do Fifa Ultimate Team. Com o licenciamento de praticamente todos os campeonatos, o game é um deleite para quem ama o esporte e gosta de jogar com seu time do coração. Baixe agora mesmo e seja feliz!

    EFOOTBALL PES MOBILE

    Essa vai para os fãs de Pro Evolution Soccer!

    O nosso antigo PES, que agora se chama eFootball, é uma das grandes opções de jogos de futebol gratuitos para celular, pois emula muito bem os consoles.

    O jogo está cada vez mais intuitivo e a Konami está investindo pesado em seu novo formato, uma vez que revolucionou ao largar de vez o jogo pago.

    As mecânicas de jogo estão cada vez melhores e o modo MyClub vem com tudo, pois une os jogadores de todas as plataformas disponíveis do game (PC, consoles e mobile). Para quem ama futebol, vale muito o download. Jogue com pessoas de todo o mundo!

    E para vocês, faltou algum nome? Comentem!

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    Call of Duty: Vanguard | Game usará Engine de Modern Warfare para “Mundo mais realista”

    Call of Duty: Vanguard pode ter mais em comum com Call of Duty: Modern Warfare do que você pensa. Ao revelar oficialmente ontem, que Vanguard será o mais novo game da franquia de sucesso.

    Após o anúncio e o evento de anúncio que rolou dentro do Call of Duty: Warzone, a Slegdgehammer Games revelou que o seu próximo game ambientado na Segunda Guerra Mundial utilizará a mesma engine de Modern Warfare, lançado em 2019, a fim de obter um visual mais foto realista.

    Call of Duty: Modern Warfare apresentou uma nova engine para a série, mas em uma rápida reviravoltas, Call of Duty: Black Ops Cold War não utilizou a mesma tecnologia.

    Entretanto, Vanguard usará a mesma engine que foi usada no game de 2019, Call of Duty: Modern Warfare em uma tentativa de empurrar os limites tecnológicos. Isso pode ajudar Call of Duty: Vanguard a ser o game mais vendido de 2021.

    Call of Duty: Vanguard

    Segundo foi revelado no anúncio de ontem, a engine permitirá que Call of Duty: Vanguard seja otimizado e entregue um visual mais fiel ao foto-realista. Os personagens em Vanguard terão aparência de seres reais, e a performance será melhorada para garantir que a gameplay sofra um impacto positivo.

    A Sledgehammer parece estar mirando nas alturas, e a equipe tem o auxílio da nova engine para obter êxito em sua nova empreitada. Em termos de performance melhorada, algumas coisas interessantes saltaram aos olhos dos jogadores, como o fato de que Call of Duty: Vanguard será completamente integrado ao Warzone desde o primeiro dia, com crossplay e crossprogression.

    Maiores detalhes acerca dos requisitos, funções, como configuração de campo de visão, ray tracing e coisas como essa serão reveladas com o tempo. Entretanto, o fato do game usar a mesma engine que Modern Warfare deve significar que a integração será bem mais fluída com o Warzone, o que será bem interessante de ver.

    Call of Duty: Vanguard

    Call of Duty: Modern Warfare foi o que fez a franquia Call of Duty faturar cerca de 3 bilhões em um período de 12 meses. Junto do design geral do game, a engine foi um elemento essencial para o título. Para Call of Duty: Vanguard, é um começo interessante já começar a empreitada tendo em seu núcleo a engine de Modern Warfare. É claro, haverá muito mais a ser lançado quando o game sair.

    Mas se o game puder usar da tecnologia da próxima geração para tirar o melhor de sua engine, há a chance do game ser um sucesso.

    Confira o trailer de anúncio do game:

    Call of Duty: Vanguard será lançado em 5 de Novembro para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S.

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    CRÍTICA – Isolados: Medo Invisível (2021, Adam Mason)

    Ainda que os cinemas tenham tido um enorme hiato em suas produções durante a pandemia do Covid-19, o boom da criatividade relacionada ao ócio das produções parece enfim ter tido um fim. Como grande parte das produções do cinema, até mesmo a fantasia tem uma base na realidade, Isolados: Medo Invisível tem como parte principal de seu roteiro, uma pandemia, o isolamento social e tudo que passamos a viver há quase dois anos atrás.

    SINOPSE

    Em Isolados, durante a epidemia viral do Covid-23, uma quarentena é instaurada, proibindo as pessoas de saírem de suas casas. Um grupo procura sobreviver enquanto vive em meio ao caos, navegando pelos obstáculos encontrados em todas as cidades: lei marcial, sintomas, quarentena e vigilantes.

    ANÁLISE

    Isolados: Medo Invisível

    Por vivermos em meio a uma pandemia há quase dois anos, era de se esperar que o atual cenário fosse refletido nas produções cinematográficas. Isolados: Medo Invisível é a primeira produção lançada pós-pandemia que reflete um futuro nada brilhante para quase todo o mundo.

    Ambientado em meio à uma Los Angeles sitiada, repleta de zonas de quarentena, vemos que a tecnologia evoluiu a fim de garantir uma maior segurança aos habitantes daquele mundo.

    O longa acompanha a história de Nico (KJ Apa), um entregador imune ao vírus Covid-23 que passa seus dias rodando por Los Angeles a fim de garantir que os que não podem sair recebam suas encomendas sem maiores problemas.

    Ainda que conte uma história forte e pungente, a produção de Michael Bay e a direção de Adam Mason deixam a desejar nos mais diversos aspectos.

    Ao abordar uma trama dolorosa, muito do que é visto no filme poderia ter sido abordado de maneira mais interessante e cuidadosa. Tanto a abordagem de uma pandemia, quanto a previsão pessimista, o filme fornece aos espectadores uma diversão fraca, que funciona como um aviso sobre um vindouro futuro – mas sem qualquer tipo de respeito pelos que pereceram no caminho até aqui.

    Além de todo o desenvolvimento da trama, a história se desenrola de forma que não nos faz desenvolver qualquer tipo de vínculo com os personagens do filme.

    VEREDITO

    Ainda que vejamos o filme meramente como uma obra de ficção, Isolados: Medo Invisível funciona como uma história relativamente comum, que já parece ter sido vista no passado.

    Com um roteiro que poderia ter inovado em determinados aspectos, e um design de produção convincente, vemos um mundo destruído e desolado como os dias de hoje, mas elevado à máxima potência. E ainda que aborde aspectos mais primitivos da existência humana, nos faz encarar o desenrolar da trama e seus acontecimentos com algumas pitadas de descrença.

    2,5 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

    Isolados: Medo Invisível será lançado no Paramount+ no dia 20 de agosto de 2021.

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    La Casa de Papel: Netflix apresenta novos personagens da parte 5

    A Netflix divulgou nesta quinta-feira (19) os novos personagens que serão inseridos na narrativa de La Casa de Papel. A quinta parte (volume 1) do seriado tem sua estreia marcada para o dia 3 de setembro.

    O texto a seguir possui spoilers das temporadas anteriores.

    De acordo com Berlim (Pedro Alonso), uma criança é “uma ogiva nuclear que irá destruir tudo”, como ele descreve para Rio (Miguel Herrán) nos primeiros episódios da parte 1 da série.

    Anos depois, a audiência será apresentada ao filho de Berlim, Rafael, interpretado por Patrick Criado. Ele tem 31 anos, estudou engenharia da computação no MIT, em Massachusetts, Estados Unidos, e está incrivelmente decidido sobre uma coisa: não quer ser como o pai.

    La Casa de Papel: Netflix apresenta novos personagens da parte 5 do seriado

    Logo no começo, outro novo personagem é introduzido na trama.

    “Meu nome é Tóquio. Mas, quando essa história começou, não era. Essa era eu… e esse, o amor da minha vida. A última vez que o vi eu o deixei numa piscina de sangue com os olhos abertos”.

    Tóquio (Úrsula Corberó) estava escondida em um trailer, fugindo da polícia, e tinha acabado de perder o amor de sua vida. Esse amor, antes de ela se tornar a Tóquio, era René (Miguel Ángel Silvestre, de Sky Rojo e Sense8), o homem com quem ela começou a assaltar e com quem viajou e aproveitou a vida antes dela descobrir que, às vezes, as coisas podem dar terrivelmente errado.

    La Casa de Papel: Netflix apresenta novos personagens da parte 5 do seriado

    Outro novo personagem que entra em jogo nesta temporada de La Casa de Papel é Sagasta (José Manuel Seda), comandante das Forças Especiais do exército espanhol.

    Sua experiência vem de inúmeras missões internacionais contra os piores tipos da espécie humana, o que o torna igual às pessoas que já matou. Sagasta é um líder natural, a quem seus homens seguirão até o fim, fazendo o que for pedido só porque são exatamente como ele.

    Quando Sagasta coloca o uniforme, ele se torna analítico, frio e implacável, capaz de ir além de qualquer ética ou convenção moral se a missão exigir.

    La Casa de Papel: Netflix apresenta novos personagens da parte 5 do seriado

    Confira o trailer da quinta parte (volume 1) de La Casa de Papel

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    TBT #138 | O Homem Duplicado (2013, Denis Villeneuve)

    Na expectativa pelo lançamento do remake de Duna, sob a direção do gigante Denis Villeneuve, nosso TBT hoje traz O Homem Duplicado, um dos filmes que mais tem a cara do diretor.

    Com uma das parcerias que mais funcionam no cinema (segundo vozes da minha cabeça), o ator Jake Gyllenhaal faz uma de suas mais incríveis apresentações.

    SINOPSE

    Adam Bell é um professor de história entediado com sua rotina. A vida dele muda completamente quando ele assiste a um filme e descobre que tem um sósia. Em busca desse ator, Adam cria uma verdadeira obsessão e começa a perseguir o homem.

    ANÁLISE

    Repetindo a parceria de sucesso de Os Suspeitos (2013) Villeneuve e Gyllenhaal dão aula sobre o que fazem de melhor. É possível ver muitas influências de outros trabalhos do diretor aqui (como Sicario: Terra de Ninguém), e também podemos ver algumas características também identificadas em grandes obras mais atuais.

    “É tudo uma questão de controle. Toda ditadura tem uma obsessão”

    Em O Homem Duplicado (Enemy, no original), o diretor não poupa esforços em trazer, tanto na fotografia quanto na trama, a mais pura transcrição da obra de mesmo nome de José Saramago.

    A paleta de cores com seus tons sempre amarelados e com pouca iluminação, aliada às cenários que sempre mostram muitos prédios ou paredes, fortalecem o sentimento de aprisionamento.

    O sufoco, trazido pelos takes melancólicos e propositalmente demorados, só agrava este sentimento. Se o filme é difícil de entender, prestar atenção nestes detalhes explica muita coisa.

    “O caos é uma ordem ainda indecifrável”

    O Homem Duplicado

    Jake Gyllenhaal, talvez um dos melhores atores e mais subestimados (quase no nível Nicolas Cage) faz um trabalho absurdo vivendo dois personagens diferentes que são na verdade a mesma pessoa. A forma como ele incorpora trejeitos e facetas de personalidade em cada um permitem que o público entenda perfeitamente quem é quem (quando o roteiro tem esta intenção).

    VEREDITO

    Temos em O Homem Duplicado uma obra densa, que dificilmente será compreendida sendo assistida apenas uma vez. O desenvolvimento de certa forma arrastado e a conclusão abrupta deixam uma sensação de “mas e aí”. No entanto, as respostas estão desde o começo expostas. Nós só precisamos chegar ao fim para descobrir as perguntas certas.

    5,0 / 5,0

    O Homem Duplicado está disponível no MUBI.

    Assista ao trailer legendado:

    O Homem Duplicado não está atualmente em nenhum dos grandes streamings, mas pode ser assistido através do Net NOW, Vivo Play, Google Filmes e Apple iTunes.

    LEIA TAMBÉM:

    Denis Villeneuve: 5 filmes para conhecer o diretor de Duna

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    CRÍTICA – For Life (1ª temporada, 2020, ABC)

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    A série de drama jurídico, For Life, criada por Hank Steinberg que estreou na ABC em 11 de fevereiro de 2020. A série é baseada na história real de Isaac Wright Jr., que foi preso por um crime que não cometeu. Enquanto estava preso, ele se tornou advogado e ajudou a reverter as condenações errôneas de vinte de seus companheiros de prisão, antes de finalmente provar sua própria inocência.

    Em junho de 2020, a série foi renovada para uma segunda temporada, que estreou em novembro. Em maio de 2021, a série foi cancelada após duas temporadas, mas agora em agosto, chegou ao catálogo da Netflix.

    A primeira temporada é estrelada por Nicholas Pinnock, Indira Varma (Game of Thrones), Joy Bryant, Tyla Harris, Brandon J. Dirden, Dorian Missick (Luke Cage) e pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson.

    SINOPSE

    A jornada inspiradora de Aaron Wallace (Nicholas Pinnock), um ex-presidiário que se tornou advogado. Enquanto procura expor as falhas nos sistemas penal e legal americanos, ele se esforça para recuperar sua vida anterior a prisão.

    ANÁLISE

    Com 13 episódios de 43min a série inspirada na vida de Wright apresenta a história de Aaron, acusado injustamente de tráfico de drogas e condenado à prisão perpétua. Mas, contando com a ajuda da família, da diretora da prisão Safiya Masry (Indira Varma) e do defensor público Henry Roswell (Timothy Busfield) o detento lutará pela sua liberdade e absolvição.

    Isaac Wright Jr. e Curtis “50 Cent” Jackson.

    Curiosidade: Como advogado formado, Isaac Wright Jr. foi contatado pelo proprietário de um clube de luta ilegal no Bronx, que procurava legitimar o negócio. O dono era amigo de 50 Cent e queria que ele cantasse lá durante os intervalos das lutas, mas o rapper recusou até que o clube fosse licenciado; e foi o que Wright conseguiu.

    Esse encontro casual que levou 50 Cent a se interessar pela história de Isaac Wright Jr. e, imediatamente, comprar os direitos da série For Life, atuando diretamente como produtor.

    VEREDITO

    Muito provavelmente os fãs de Como Defender Um Assassino (How to Get Away With Murder) irão se interessar por se tratar de um drama jurídico, mas para quem busca uma série curta, com episódios cheios de dramaticidade, boas atuações e ritmo bem cadenciado, fique tranquilo pois estará muito bem servido.

    Apesar de contar com poucos nomes conhecidos, For Life tem excelentes atuações, um roteiro bem amarradinho, trilha sonora que caminha perfeitamente com os momentos dramáticos – que não são poucos – e ótimos personagens.

    Seja no tribunal, na prisão ou no lar dos parentes de Wallace a conexão com esses personagens é quase instantânea, tornando uma tarefa difícil definir qual é o ponto alto da série.

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer original:

    For Life está disponível também na Paramount+, o que causou surpresa já que acabou de chegar no catálogo da Netflix. Vamos torcer para que a série conquiste os assinantes da gigante do streaming, possibilitando assim – talvez – uma terceira temporada.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – For Life (2ª temporada, 2020, ABC)

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