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    CRÍTICA – America: The Motion Picture (1ª temporada, 2021, Netflix)

    Contando com vozes bastante conhecidas como dos atores Channing Tatum, Jason Mantzoukas, Andy Samberg, entre outros, America: The Motion Picture é uma animação original da Netflix, em formato de sátira que mescla a história da independência norte-americana com ficção científica e referências da cultura pop.

    SINOPSE

    Um George Washington muito diferente do que estamos acostumados a ver nos livros, se une a Sam Adams para derrotar os ingleses, nessa animação para adultos.

    ANÁLISE

    Curiosamente a parte da animação ficou nas mãos habilidosas da equipe do Combo Estúdio, responsável também por Super Drags, assim, como na produção anterior, fizeram um excelente trabalho.

    Tiveram cuidado de construir as características de cada personagem, principalmente, naqueles que não são de etnia branca, porém, o aspecto visual é o único que salva.

    No começo, a questão de adicionar referenciais atuais ou da cultura pop, era algo levemente interessante, mas, conforme a série vai evoluindo torna-se mais um erro de exagero.

    Assim, como os elementos de fantasia que são jogados na trama sem nenhum peso consideravelmente relevante para o enredo, inclusive, tudo que tentam incluir só piora o roteiro que por si só não é nada bom.

    A animação America: The Motion Picture tenta brincar com os estereótipos de homens, norte-americanos e brancos, que amam apenas a sua cultura, fazendo uma crítica sobre o quanto são privilegiados e conforme o filme, burros e idiotas.

    O objetivo até era bom, mas não foi bem executado; não conseguindo arrancar sequer uma risadinha superficial, mas, continuam tentando quando colocam personagem indígena e negro para zombar da burrice do “homem branco”.

    A premissa até que era boa, em alguns pontos, podemos até concordar com a linha de raciocínio, isso se fosse bem executada o que não aconteceu.

    VEREDITO

    The Motion Picture

    Infelizmente, a questão visual é a único ponto positivo de America: The Motion Picture, que apresentou um roteiro fraco e uma direção que exagerou na composição de elementos.

    Logo, não conseguiu alcançar com a missão principal de um filme de sátira, que é fazer o público rir.

    2,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

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    CRÍTICA – The Eternal Castle (2019, PlaySaurus)

    The Eternal Castle é um dos pontos mais altos de level design e pixel art. Um encontro entre a estranheza e o brilhantismo seria um julgamento mais justo.

    As creepypastas eram algo em alta no início dos anos 2010. Com fóruns que deram origem à algumas lendas urbanas que acabaram se tornando parte da cultura pop. Elementos como o Slender Man, Candle Cove, Robert the Doll, e o Goatman passaram a estrelar entre alguns dos elementos que viriam a tentar definir o que seria o terror no futuro, um terror crossmedia que teve origem na internet com montagens por vezes bizarras, que quebravam a barreira entre real e fictício.

    O brilhante Dori Prata revelou detalhes do game até então desconhecidos por mim.

    Assim como uma Creepypasta, The Eternal Castle se tornou realidade. Também chamado de “O game que nunca existiu”, The Eternal Castle [REMASTERED] surgiu ao grande público como uma discussão em um fórum da internet em 2016. O usuário JohnM foi ao RGB Classic Games e postou um arquivo .dat com diversas imagens, apontando que o game havia sido lançado originalmente em 1987. Segundo JohnM, o game seria um dos precursores do que segundo ele viria a ser conhecido mais tarde como “jogos de plataforma cinematográficos”.

    O game se faz imensamente relevante nos dias de hoje com elementos nostálgicos, The Eternal Castle [REMASTERED] conta com mecânicas fluídas, sound design refinados e gráficos de movimento polidos.

    SINOPSE

    The Eternal Castle

    O ano é 2XXX. Você é um soldado solitário enviado à Terra para livrar o planeta de uma I.A. corrompida após um cataclismo. Durante sua jornada, você perde 4 planadores durante um ataque aéreo derrubar sua nave. A única esperança, é recuperar as partes, voar até o Castelo, onde a I.A. se trancou para se proteger dos humanos corrompidos, e enviá-la de volta ao espaço. Através de ruínas antigas, campos de batalhas e laboratórios destruídos, sua única esperança é seguir em frente com determinação para levá-la de volta para casa.

    ANÁLISE

    O game não existiria se a IBM não tivesse criado no início dos anos 80, o CGA, ou a Matriz de Gráficos de Cores – que serviu como inspiração para The Eternal Castle -, que serve para dar uma maior definição às imagens com um uso reduzido de cores. Na época, a escolha de cores era de extrema importância para passar aos espectadores o que os desenvolvedores tem a intenção, em sua grande parte, uma história com todas as limitações dos anos 80, ou em The Eternal Castle, uma experiência cinematográfica.

    The Eternal Castle bebeu da fonte dos games que vieram mais de 30 anos antes. Games como Zaxxon (1982), Alley Cat (1984) e Test Drive (1987) mudaram a indústria do game e estrelam entre os jogos de DOS mais marcantes para muitos.

    The Eternal Castle conta com 4 mundos diferentes que te levarão por lugares inesperados, enquanto o pavor, a desolação e a destruição do mundo nos deixa abismados com o que foi feito lá atrás em 1987 com todas as limitações de hardware.

    The Eternal Castle [REMASTERED] é uma ode aos jogos da CGA, e se faz relevante não apenas por ser uma homenagem aos games dos anos 70/80, mas por contar uma história sci-fi interessante e se equiparar a histórias de diferentes mídias.

    Apesar de contar com gráficos datados, a animação do game se mostra fluída e tão dinâmica quanto a de um game lançado nos dias de hoje. Elementos in-game como o loading das fases se faz como nos games de DOS, em que linhas de código mostravam o que estava sendo feito de maneira visual, de forma limitada.

    VEREDITO

    The Eternal Castle

    The Eternal Castle [REMASTERED] conta com uma curva de aprendizado honesta e até mesmo linear, mas que nos insere no contexto simples de uma batalha incessante por diversos terrenos. O contato com 10 diferentes armas e habilidades que auxiliarão na sua progressão se dá de forma fluída e nos leva por caminhos interessantes, tanto pelo roteiro, quanto pelo level design.

    Elementos assim, nos fazem desejar algumas expansões, e até mesmo que o game fosse mais extenso, com mais mundos e maiores possibilidades referentes à exploração. Os elementos de puzzle do games são divertidos, mas te penalizarão caso você não se dedique a ele – e talvez você precise de alguns respawns para finalizar o game.

    The Eternal Castle [REMASTERED] é importante para a indústria, e mostra que games baseados em CGA ainda são relevantes e podem contar histórias contundentes e intensas.

    The Eternal Castle [REMASTERED] foi lançado originalmente para PC e Nintendo Switch, e em 2021 o game foi lançado para PlayStation 4 e PlayStation 5.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer oficial:

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    CRÍTICA – Como Virei Super-Herói (2021, Douglas Attal)

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    O mais recente lançamento da Netflix na categoria de filmes de super-herói é o francês Como Virei Super-Herói (Comment je suis devenu super-héros) que chegou ao catálogo do serviço de streaming na última sexta-feira (9). O elenco principal é formado por Pio Marmai, Vimala Pons, Benoît Poelvoorde, Leïla Bekhti e Swann Arlaud.

    SINOPSE

    Em Paris, os super-heróis estão totalmente integrados à sociedade e uma droga misteriosa que concede superpoderes a pessoas que não os têm se espalha pela cidade. Quando o número de incidentes aumenta, os policiais Moreau (Pio Marmai) e Cécile Schaltzmann (Vimala Pons) são enviados para investigar. Junto com os ex-vigilantes Monte Carlo (Benoît Poelvoorde) e Callista (Leïla Bekhti), o grupo irá fazer de tudo para impedir o avanço do narcótico, mas tudo se complica quando o passado de Moreau vem à tona.

    ANÁLISE

    O roteiro é baseado no livro homônimo, publicado por Gérald Bronner em 2007 e o filme foi mencionado pela primeira vez na Comic Con Paris em 2015 pelo diretor Douglas Attal.

    Sobre o projeto, o produtor Alain Attal comentou:

    Não se destina a imitar os super-heróis da Marvel sem os meios dos estúdios americanos. Na verdade pretende apresentar uma alternativa num universo realista, para uma obra que fale da nossa cultura com uma metáfora da nossa sociedade e que questione a noção de heroísmo.”

    De acordo com o Allocine, o diretor cita Watchmen, Batman e Demolidor como influências para os aspectos urbanos e humanos dos super-heróis, bem como seus lados “atormentados”.

    VEREDITO

    Com um orçamento de 15 milhões de euros, ao assistir Como Me Tornei Super-Herói é fácil perceber onde foi alocado grande parte desse valor. Com bons efeitos especiais, o filme convence ao apresentar pessoas soltando chamas das mãos, raios dos olhos e tantas outras habilidades.

    A influência de Watchmen também é algo muito palpável no longa de Attal, mas com uma premissa muito similar com o recente Power (2020), também da Netflix, fica a sensação de algo já visto anteriormente. Mas, a similaridade não é o grande problema de Como Virei Super-Herói.

    Benoît Poelvoorde como Henri Monté Carlo.

    Pio Marmai não convence como protagonista e os melhores momentos do longa-metragem é justamente quando seus colegas coadjuvantes possuem mais tempo de tela; e aqui como já descobrimos com a série – também da gigante do streaming O Método Kominsky, idade não é empecilho para uma boa atuação e aqui quem rouba a cena é Benoît Poelvoorde, o ator de 56 anos é extremamente carismático e seu personagem, Monte Carlo, apesar de sofrer com o Parkinson é divertido e se torna um ponto de fuga dentro da tentativa de se manter um manter um ar sombrio no longa.

    Swann Arlaud como Naja.

    Não menos importante, o desfecho do vilão Naja (Swann Arlaud) é lastimável se comparado ao background do personagem. Ao longo do filme temos a construção de um vilão frio, que busca remover a habilidade de outros para lucrar – e também se sentir novamente com poderes – e “se vingar” dos atos cometidos contra ele ainda quando criança, mas no fim, seus últimos minutos destoam e causa certa estranheza pelo que foi construído.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer dublado de Como Virei Super-Herói:

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    CRÍTICA – Do Que os Homens Gostam (2019, Adam Shankman)

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    No ano de 2000, Mel Gibson estrelava a comédia Do Que as Mulheres Gostam, agora 21 anos depois, o remake Do Que os Homens Gostam (What Men Want) lançado em 2019 – chega ao catálogo da Netlix.

    O longa é estrelado por Taraji P. Henson, Aldis HodgeTracy MorganJosh Brener, Kellan Lutz entre outros.

    SINOPSE

    Alison Davis (Taraji P. Henson) é excluída pelos agentes esportivos masculinos em sua profissão, mas ganha uma vantagem inesperada para contratar a próxima estrela da NBA quando desenvolve a capacidade de ouvir os pensamentos dos homens.

    ANÁLISE

    No remake, depois de beber uma mistura potente dada por uma xamã durante a despedida de solteira de uma de suas amigas, Ali ganha a capacidade de ouvir os pensamentos íntimos dos homens.

    O roteiro do filme foi escrito por Jas WatersTina Gordon Chism que apesar de ter recebido críticas mistas da crítica e público, arrecadou mundialmente apenas US$ 72 milhões, bem pouco para um orçamento de US$ 20 milhões.

    VEREDITO

    O longa Adam Shankman é uma boa sacada ao dar uma virada de gênero, e durante a cena do hospital nos minutos iniciais ao citar um cara que se eletrocutou em uma banheira com um secador de cabelos, faz com que a referência ao filme estrelado por Mel Gibson transforme o remake em uma continuação.

    Apesar de Do Que os Homens Gostam ter uma premissa simples e um roteiro bem linear, a atuação de Taraji P. Henson (O Curioso Caso de Benjamin Button) com o apoio do elenco coadjuvante é o grande acerto da produção. A atriz de tem ótimos momentos e graças a seu carisma e expressões, consegue arrancar boas risadas do público.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer original de Do Que os Homens Gostam:

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    CRÍTICA – Aluga-se Um Paraíso (1ª temporada, 2021, Netflix)

    Após um ano em que muitos de nós tivemos que reduzir as viagens devido à pandemia, o mundo está se abrindo novamente, temos o momento perfeito para assistir à nova série da Netflix: Aluga-se Um Paraíso (The World’s Most Amazing Vacation Rentals).

    O programa segue os apresentadores: o corretor imobiliário Luis D. Ortiz (do famoso Million Dollar Listing New York), a brasileira especialista em turismo Jo Franco e a designer americana Megan Batoon em oito episódios, cada um com três propriedades diferentes para aluguel, escolhidas a dedo por cada apresentador para todos os orçamentos e estilos de viagem.

    SINOPSE

    Atentos a todas as carteiras e estilos, três especialistas guiam-nos pelo mundo das viagens em Aluga-se Um Paraíso. Desde acessíveis casas nas árvores até ilhas privadas exclusivas, passando por iglus inesquecíveis e escapadinhas gourmet, esta nova série mostra propriedades incríveis no mundo inteiro e as experiências únicas que oferecem.

    ANÁLISE

    A série nos levou a locais super interessantes e únicos com muito a ser explorado mas deixou a desejar quanto às dicas e truques extremamente necessários para imergir o reality ao seu propósito. As filmagens começaram na superlotada Bali na pré-pandêmica em janeiro de 2020, mas foram retomadas no verão passado.

    Acredito que se a produção desse ênfase em apresentar informações baseadas nas experiências profissionais dos influencers, teríamos um roteiro mais especificado, intelectual e com novidades abundante em cada episódio.

    A apresentadora Jo como especialista em viagens pouco nos contou sobre as experiências e culturas locais, bem como a atriz e designer Megan que não nos apresentou qualquer informação relacionada a sua área de atuação e experiência no mundo do design, mesmo em locais ricos em arquitetura e decorações criativas. Já o apresentador Luis foi o que mais nos deixou informações com base em sua experiência como corretor. Com certeza seria de grande valor suas opiniões se tivéssemos episódios melhor desenvolvidos.

    A intenção da série foi excelente mas poderia ter sido melhor executada. Faltou um pouco mais de gastronomia, conhecimento dos arredores como pontos turísticos e observações pertinentes já que é um super gatilho de escape nos dias atuais. Em compensação os apresentadores são bem entrosados e dava para ver nitidamente que se divertiam mesmo sem conhecer o cronograma das estadias.

    Embora a luz no fim do túnel possa estar sobre nós quando se trata de viagens, já podemos nos inspirar com a série e fazer nossa listinha de lugares que gostaríamos de conhecer!

    De uma casa na árvore em Atlanta, à uma fazenda de alpaca, à uma cabana no Havaí com uma cachoeira particular, à um apartamento em forma de cobra na Cidade do México, a série mostra para o público como podemos navegar por suas opções e de certa forma estar mais próximos do turismo dentro da realidade da quarentena.

    VEREDITO

    Aluga-se Um Paraíso é um ótimo entretenimento para os mochileiros amantes de viagens e apreciadores da natureza, design, arquitetura e aventura!

    Todas as locações apresentadas no programa estão disponíveis para locação, aproveitem!

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer original de Aluga-se Um Paraíso:

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    Variantes do Loki: Conheça as versões do Deus Trapaçeiro

    O último episódio de Loki, série produzida pela Marvel Studios para o serviço de streaming Disney+, nos apresentou que no Universo Cinematográfico Marvel existem centenas de variantes e que a Autoridade de Variação Temporal tem o trabalho de manter a ordem do tempo, em termos gerais, e impedir qualquer eventual tentativa de mudar o que deve acontecer.

    O que são variantes?

    As variantes são “cópias” de determinadas pessoas e seres que habitam em outro universo ou mundo. Uma forma mais fácil de explicar sobre as variantes é o filme Homem-Aranha no Aranhaverso, a animação mostra outras versões do Homem-Aranha de diversas terras como o Porco-Aranha, Spider Gwen, Miles Morales e outros.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Homem-Aranha no Aranhaverso: Conheça os personagens

    Variantes do Loki

    Loki Clássico

    O Loki Clássico fez a sua primeira aparição na cena pós créditos do episódio O Evento Nexus, já no quinto episódio – Jornada ao Mistério – ele conta que seu evento Nexus foi criar uma ilusão perfeita que enganou Thanos e após isso, ficou a deriva no espaço até que decidiu se isolar em um planeta por bastante tempo. Quando finalmente decidiu sair, foi pego pela AVT e enviado para este lugar vazio.

    Na série ele é interpretado pelo ator Richard E. Grant que celebrou no Twitter a repercussão do episódio dizendo:

    Impactado pela incrível resposta a Loki, no Disney+. Parabéns para Tom Hiddleston e Kate Herron. Canalizando Kermit.”

    Loki Jacaré

    Nos quadrinhos, não existe uma versão do Loki Jacaré, mas sim como um unicórnio. Na HQ Loki: Agente de Asgard #14 o personagem se transformou em um grande herói, de forma que ele não conseguia mentir, roubar, trair ou fazer qualquer tipo de “trapaça”. Dessa forma, o personagem conseguiu se transformar na forma mágica “mais pura de todas”: um unicórnio.

    O roteirista Michael Waldron disse que a proposta inicial era de trazer algo novo que causasse certo impacto, confira:

    Richard E. Grant em seus trajes verdes faz uma grande referência a roupa original de Loki. Nós apenas estávamos tentando escolher versões do personagem que se tornariam icônicas, como um jacaré.

    Boastful Loki

    De acordo com Boastful Loki, em sua realidade ele derrotou o Capitão América e o Homem de Ferro antes de obter todas as Joias do Infinito; depois disso, ele foi preso pela AVT e mais tarde podado e enviado para o vazio.

    Boastful Loki é interpretado pelo ator DeObia Oparei conhecido por seus papéis em Doom: A porta do Inferno (2005), Corrida Mortal 2 (2010) e Game of Thrones (2011-2019).

    Lady Loki

    Loki - A VarianteEssa variante do Loki não gosta de ser chamada assim e denomina Sylvie, ela foi tirada de Asgard pela TVA quando criança, mas ela tem a habilidade de encantar as pessoas, que é um poder que aprendeu sozinha.

    Sylvie é interpretada pela atriz Sophia Di Martino e muitos fãs acreditam que o evento Nexus de Sylvie era ser um Loki bom, que não tinha maldade e que provavelmente se tornaria uma heroína no futuro.

    Loki Presidente

    O Loki Presidente também é interpretado pelo ator Tom Hiddleston, a aparição do mesmo se tornou uma pequena decepção para os fãs que esperavam ver e conhecer mais sobre ele nas telinhas. Esta versão do personagem é uma referência clara à série de quadrinhos Vote Loki de 2016 que fez bastante sucesso entre os leitores e fãs do vilão.

    Kid Loki

    O Kid Loki foi uma das variantes que mais chamou a atenção dos telespectadores, isso porque no episódio mais recente lançado na última quarta-feira (7) o personagem relata que seu evento Nexus foi matar Thor, o Deus do Trovão, provavelmente quando ainda era criança.

    Kid Loki foi criado por Matt Fraction e Pasqual Ferry, e nas HQs ele é um personagem inocente que não lembra de nenhum dos esquemas das suas vidas passadas.

    A aparição de Kid Loki na série abre novas teorias e a possibilidade de vermos os Jovens Vingadores no UCM, considerando as aparições de Wiccano e Célere em WandaVision e Elijah Bradley em Falcão e o Soldado Invernal; e também veremos Kate Bishop na série Gavião Arqueiro e Cassie Lang nos filmes do Homem-Formiga.

    Outras variantes não especificadas

    Também é possível notar no episódio A Variante outras versões de Loki que aparecem rapidamente em um holograma da AVT como: Loki Viking, Loki Gigante de Gelo, Loki Hulk, Loki Esportista e Loki Trapaceiro.

    A série é produzida pela Marvel Studios para a Disney+ e tem seus episódios lançados toda quarta-feira, afinal, nas quartas usamos verde!

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