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    TBT #27 | Constantine (2005, Francis Lawrence)

    Constantine, é um dos filmes do selo Warner Bros pré-Universo Estendido DC mais adorados pelos fãs do Hellblazer e do Keanu Reeves. Com uma premissa densa, o diretor Francis Lawrence parece querer sintetizar uma história longa, repleta de subtramas que podia facilmente se desenvolver em dois filmes – pois histórias do personagem, é o que não faltam.

    Sendo aclamado até mesmo hoje, 14 anos após seu lançamento, a adorada interação do Exorcista de Demônios e Mestre do Oculto têm seu retorno pedido por fãs do personagem há bastante tempo.

    Constantine vem de uma leva de adaptações de quadrinhos pré-UCM e pré-UEDC, ganhando assim, um grande destaque ao ser lançado. Ao ver o sucesso e o vácuo que o personagem deixava, ele ganhou uma série desenvolvida pelos mesmos responsáveis por séries como Arrow, The Flash e outras em 2014. Mas ao ter sua série solo cancelada, ele ficou na geladeira do canal The CW por um tempo, mas o personagem acabou por ser assimilado na equipe de Legends of Tomorrow, e sendo mais bem aproveitado do que previamente em outras séries, inclusive tendo uma participação importante para o enredo da quarta temporada.

    Se afastando imensamente da sua contraparte dos quadrinhos, o John Constantine de Keanu Reeves não é um inglês, nem loiro, tampouco tem o senso de humor obscuro do Hellblazer, mas um ponto em comum entre ambas as interações é a adicção a cigarros, sendo esses um dos maiores motes do filme – não a adicção em si, mas as consequências do uso prolongado das substâncias presentes no cigarro. Com um caçador de demônios à beira da morte, sem nada a perder, nem mesmo os mais profundos círculos do inferno são capazes de detê-lo.

    John Constantine mais uma vez é chamado para o trabalho por um amigo exorcista, que solicita a ajuda de John, quando o segundo parece não ter mais a habilidade de expulsar demônios.

    Os primeiros minutos de filme, estabelecem John rapidamente, e mostra como o personagem é odiado por demônios não só no inferno, mas também pelos que vagam pela Terra. Toda mitologia de Constantine é apenas arranhada em momentos que encontramos um poderoso ocultista como Papa Midnite, anjos como Balthazar e Gabriel, e até mesmo itens extremamente poderosos, como o soco inglês dourado, Escopeta Sagrada, Bafo de Dragão e a Lança do Destino.

    Com ótimas atuações de Keanu Reeves, Tilda Swinton e Rachel Weisz, Constantine se tornou um filme cult pelos anos que se seguiram e marcou a carreira de Keanu Reeves até hoje. Se feito da forma certa nos dias atuais, o filme poderia ser bem trabalhado assim como o De Volta ao Jogo, o primeiro filme da franquia John Wick, mostrando toda uma sociedade oculta dos olhos da humanidade.

    Constantine foi mais bem recebido pelo público na época de seu lançamento fora do Estados Unidos do que dentro dele. Com uma arrecadação de US $ 230 milhões, tendo um valor de orçamento de apenas US $ 100 milhões.

    Confira o trailer do filme:

     

    Já assistiu Constantine? Ele está disponível na Netflix. Conta pra gente o que achou do filme! Você acha que se tivesse uma segunda chance Keanu mandaria tão bem como o Hellblazer?

    Positivo lança edição limitada de notebook em comemoração aos 30 anos

    Para celebrar o 30º aniversário da Positivo em 2019, a linha de notebooks Motion ganha um modelo exclusivo: o Positivo Motion White Edição Limitada. Com design elegante, a edição comemorativa vem na cor branca com detalhes em dourado, e o acabamento diferenciado e design moderno trazem leveza e sofisticação. O Positivo Motion White Edição Limitada está à venda pelo preço sugerido de R$ 1.259,00.

    Para os melhores preços, clique aqui.

    O menor consumo de energia e o maior desempenho do notebook Positivo Motion White Edição Limitada são garantidos pela configuração superior quando comparado com similares na faixa de preço. Inclui processador Intel Quad-Core e armazenamento de 32GB com possibilidade de computação em nuvem de 64GB, a qual é gratuita por um ano. Além disso, possui tela de alta definição, 4GB memória RAM e bateria com duração de mais de seis horas.

    O notebook tem ainda sistema operacional Windows 10, pacote Office e antivírus gratuito para uso de até 30 dias. O teclado TouchPad ClickPad de cinco polegadas tem toque múltiplo, que prevê digitação, além de leitor digital, que dispensa o uso de senhas de proteção para acessar o equipamento. Possui também botão exclusivo Netflix, encontrado nos últimos lançamentos da linha Motion, para facilitar o acesso à plataforma de streaming e assistir aos filmes e séries prediletos. A experiência em entretenimento fica ainda melhor a partir do áudio em alta resolução e da tela de 14 polegadas com imagem HD.



    Cinthya Ermoso, gerente de Produtos da Positivo Tecnologia comenta:

    “É um modelo exclusivo, produzido de forma limitada e com excelente custo-benefício. O notebook simboliza os 30 anos de uma trajetória empresarial que se mantém para democratizar a tecnologia e favorecer a inclusão digital.”

    ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

    Processador: Intel® Quad-Core (até 1.84 GHz, 2 MB Cache, Quad-Core)
    Sistema Operacional: Windows 10 Home
    Memória RAM: 4 GB (on-board)
    Armazenamento: 32 GB, Flash (on-board) + 64 GB de armazenamento na nuvem
    Leitor de Cartões: Micro SD
    Webcam: Sim
    Tela: LCD 14’’, Widescreen, resolução 1366 x 768 de Alta Definição (HD), com tecnologia LED
    Vídeo: Processamento de vídeo integrado Intel® HD Graphics / Aceleração gráfica integrada de vídeos em alta definição (HD) e suporte Microsoft® DirectX® e OpenGL
    Áudio: Áudio de alta definição (HD), alto-falantes estéreo e dois microfones embutidos
    Rede/Conectividade: Rede sem fio IEEE 802.11 b/g/nTM e Bluetooth 4.0 LE
    Portas de Conexão: 2x USB (1x USB 3.0), 1x mini HDMI, 1x Áudio (para microfone e fone de ouvido), 1x DC-in (carregador)
    Mouse: Touchpad de 5” de precisão tipo Clickpad, com toque múltiplo, fingerprint integrado (leitor de digitais)
    Carregador: 100~240V Automático, 15W
    Bateria: 38Wh, 10.000mAh (Integrada)
    Dimensões: 335 x 220 x 18 mm (L x P x A)
    Peso Líquido: 1,43 Kg
    Peso Bruto: 2,00 Kg

    A Pequena Sereia: Halle Bailey será Ariel no live action da Disney

    De acordo com a revista Variety, Halle Bailey, membro da Chloe x Halle, será a estrela da nova adaptação em live action da Disney, A Pequena Sereia.

    Bailey se junta ao elenco com Jacob Tremblay (Extraordinário) que dará voz ao peixinho Linguado e Awkwafina (Podres de Ricos) que dará voz ao siri Sabidão. Enquanto Melissa McCarthy (As Bem-Armadas) está em negociações para viver a vilã Úrsula.

    Nessa nova adaptação, teremos a presença das canções originais da animação, enquanto também teremos novas canções feitas pelo compositor original, Alan Menken. O criador Lin-Manuel Miranda está produzindo o filme junto com Rob Marshall, Marc Platt e John DeLuca. David Magee e Jane Goldman estão responsáveis pelo roteiro. O diretor, Rob Marshall, também foi responsável por O Retorno de Mary Poppins em 2018, que recebeu 4 indicações ao Oscar.

    A Pequena Sereia será a estreia de Halle Bailey nos cinemas, a jovem é conhecida pela banda Chloe x Halle que tem com sua irmã, na qual já fizeram diversos covers da Beyoncé, sendo reconhecidas pela mesma e sendo convidadas a abrir sua tour do álbum Lemonade.

    Rob Marshall disse em um comunicado:

    “Depois de uma extensa pesquisa, ficou muito claro que Halle possui aquela combinação rara de espírito, coração, juventude, inocência e substância – além de uma voz gloriosa cantando – todas as qualidades intrínsecas necessárias para desempenhar esse papel icônico.”

    E aí, o que achou da escolha da atriz para viver Ariel em A Pequena Sereia?

    Big Little Lies: 4º episódio da 2ª temporada é o tapa que precisávamos

    Semana passada não tivemos um texto sobre o terceiro episódio, pois o foi o primeiro episódio “filler” da segunda temporada de Big Little Lies; Mas algo que deve ser levantado sobre o episódio foi o discurso da Madeline Martha Mackenzie (Reese Witherspoon) sobre os eventos acontecidos na escola naquela semana, foi, ao mesmo tempo, lindo e engraçado, dando um destaque maior para a atriz. E Amabella Klein (Ivy George) desmaiando por causa da preocupação com o Aquecimento Global? Icônico. Enquanto Ed Mackenzie (Adam Scott) mostrou-se “um porre”. Mas fora isso, foi um episódio bem ameno, para relaxarmos e estarmos prontos para o que viria na semana seguinte.

    Agora vamos falar do episódio dessa semana que nos trouxe diversas emoções. Primeiramente, obrigado por tudo Celeste Wright (Nicole Kidman) por fazer o que todos tínhamos vontade com a Mary Louise Wright (Meryl Streep), “selo de aprovação Choque de Cultura e Capitã Marvel.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA |Martelada #5 | Capitã Marvel: Queima ou salva?

    Esse episódio veio para mostrar a importância de impor limites as pessoas, e é algo que Mary Louise também deveria entender. Você não pode ir morar no mesmo prédio que a pessoa que teve um filho do seu filho em um caso de estupro. É questão de bom senso. Como se não fosse o suficiente, Mary também trai a confiança de Celeste ao pedir a guarda de seus netos na justiça; assim como com Perry (Alexander Skarsgård), Celeste confiou em outro Wright e se sentiu traída. E cada vez mais, a personagem de Nicole Kidman vem se destruindo aos poucos, enquanto a atriz sustenta muito bem isso.

    O visual simplesmente impecável na festa da Amabella, assim como as músicas, foi uma nostalgia maravilhosa. Ed mais uma vez sendo “um porre”… e esse climinha que está rolando com Bonnie Carlson (Zoe Kravitz)? – Por favor mulher não faça isso! – E a própria incorporação de As Visões da Raven em Elizabeth Howard (Crystal Fox), só esperamos que aquilo não se concretize. – Bonnie, fuja das praias, entendeu? – E nesse episódio também vimos como a relação de Bonnie com qualquer membro da sua família é complicada, e nesse atual momento, tudo que ela menos precisa é de complicações na vida.

    E quem diríamos que nos solidarizaríamos, que um dia nos preocuparíamos com as questões financeiras de uma burguesa americana? Renata Klein (Laura Dern), esperamos que você volte a ser rica novamente, você merece.

    E você, o que tem achado da segunda temporada de Big Little Lies? Deixe seus comentários e lembre-se: BLL vai ao ar todo domingo, às 22h na HBO.

    The Flash: Teria o longa encontrado um novo diretor?

    Muitos mistérios rondam o futuro filme do Flash. Diversos diretores já entraram e saíram por divergências criativas, roteiros indo e vindo, contrato do Ezra Miller expirando e nenhuma novidade. Até agora.

    O Hollywood Reporter divulgou que a Warner Bros. Pictures estaria conversando com Andy Muschetti (IT: A Coisa) para dirigir o primeiro filme solo do velocista escarlate, enquanto Christina Hudson (Bumblebee) ficaria encarregada de reescrever o roteiro. Barbara Muschetti (também de IT: A Coisa) e Michael Disco (A Noite do Jogo) ficariam na produção.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – It: A Coisa (2017, Andrés Muschietti)

    Anteriormente o quadrinista Grant Morrison estaria escrevendo um novo roteiro juntamente com o Ezra Miller (Liga da Justiça) para o longa, e queriam uma abordagem mais sombria para o personagem, mas aparentemente a Warner não aprovou e o projeto foi engavetado. Os antigos diretores, John Francis Daley e Jonathan Goldstein (Homem-Aranha: De Volta ao Lar), saíram por escolha própria. Ambos estavam na direção desde 2018, mas saíram por divergências criativas, pois queriam uma abordagem mais leve do personagem.

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    CRÍTICA – Liga da Justiça (2017, Zack Snyder)

    CRÍTICA – Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017, Jon Watts)

    O contrato do Ezra Miller tinha acabado mês passado e nada tinha sido divulgado sobre isso, mas segundo o relatório do THR, ele volta para o longa, então podemos presumir que o mesmo foi renovado – esperamos que por um bom tempo.

    Depois do sucesso de critica, Bumblebee, parece que a Warner Bros. está bastante interessada na roteirista Christina Hudson, visto que ela está envolvida com Aves de Rapina, que sai em fevereiro do ano que vem, com Batgirl, que ainda está em desenvolvimento, e agora, com The Flash.

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    Andy Muschetti é o quarto diretor vindo de um histórico de filmes de terror a entrar no Universo da DC. Já tivemos James Wan (Aquaman) que dirigiu Invocação do Mal e Annabelle; David Sandberg (Shazam!) que dirigiu a sequência de Annabelle e Quando as Luzes se Apagam; recentemente Jaume Collet-Serra entrou para dirigir Adão Negro, tendo já dirigido A Orfã. Andy dirigiu as duas partes de IT: A Coisa e Mama em 2013.

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    CRÍTICA – Shazam (2019, David Sandberg)

    CRÍTICA – Homem-Aranha: Longe de Casa (2019, Jon Watts)

    A Marvel Studios está há 11 anos com seu universo consolidado nas telonas. Fomos apresentados a diversos personagens, com arcos incríveis e grandes sagas no cinema. Vingadores Ultimato foi o marco histórico d’Os Heróis Mais Poderosos da Terra e Homem-Aranha: Longe de Casa veio para finalizar e tentar abrilhantar esse último ato.

    A trama se passa um pouco após os acontecimentos de Ultimato, com um ar de luto e honraria aos heróis que foram mortos em batalha e gira em torno de uma premissa: quem será o novo Homem de Ferro? Esse ponto é o catalisador da obra e tenta nos dar uma resposta sobre como serão os próximos anos da Marvel Studios no cinema.

    Tecnicamente, o filme possui diversas qualidades. A fotografia é linda e os efeitos visuais são impressionantes. A escolha de cenários foi muito bem feita, e temos diversas cenas com muita luz e bem iluminadas também à noite, com contrastes perfeitos. Uma cena específica de batalha é totalmente imersiva e faz com o que o espectador perca o fôlego em cada segundo, sendo o ponto mais alto de todo o filme. O investimento feito na questão de efeitos visuais foi bem realizado.

    Em questões de atuação, o filme possui excelentes momentos, principalmente quando Jake Gyllenhaal (Mysterio/Quentin Beck) ou Jacob Batalon (Ned Leeds) estão em tela, o segundo com menos tempo do que no longa anterior, infelizmente. Temos que fazer um destaque aqui: Tom Holland (Homem-Aranha/Peter Parker) ainda não possui personalidade própria como o teioso, problema muito atribuído ao roteiro que coloca o herói como apenas um coadjuvante de Tony Stark, mesmo em suas próprias histórias. Robert Downey Jr. continua sendo o norteador da Marvel e de fato, a substituição do Vingador Escarlate será uma tremenda dor de cabeça aos executivos da empresa. Seu carisma e presença serão sentidos por muitos anos, uma vez que Tom ainda não achou o tom (piada boa) do personagem, muitas vezes como um menino ingênuo e, até certas vezes idiota por culpa desse bom mocismo.



    Alguns fatos não são críveis e isso pode acabar deixando alguns fãs um pouco frustrados com certas escolhas dos roteiristas em momentos específicos, algo negativo com um dos super-heróis mais amados e inteligentes da editora.

    Homem-Aranha: Longe de Casa é um filme que trabalha muito a questão da emoção e legado. Visualmente é incrível, mas sua história simples e previsível nos entrega uma experiência incompleta como apenas mais um filme pipoca no formato de arrasa-quarteirões, algo muito aquém de uma franquia que tinha tudo para ser umas das mais espetaculares dos últimos anos.


    Assista ao trailer legendado:

    Homem-Aranha: Longe de Casa é o mais novo filme da Marvel Studios, mas é distribuído pela Sony Pictures e chega amanhã (04) aos cinemas. Lembre-se de voltar nesta crítica após assisti-lo para deixar seus comentários e sua avaliação!

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