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    CRÍTICA – A Ilha (2019, Stephen Campanelli)

    A Ilha (do original Grand Isle) é um filme de 2019 dirigido por Stephen Campanelli. O longa é estrelado por Nicolas Cage, Luke Benward e KaDee Strickland. Com sequências de tirar o fôlego e te fazer sentir contra a parede, o filme peca em diversos momentos.

    No dia de postagem deste texto, A Ilha estrela no Top 10 Brasil da Netflix. Abaixo, traremos as nossas impressões sobre o filme.

    SINOPSE

    Walter e sua esposa atraem um jovem desconhecido para sua casa durante um furacão. Quando o homem é acusado de assassinato pelo detetive Jones, ele precisa revelar os segredos perversos do casal para se salvar.

    ANÁLISE

    A Ilha

    Buddy (Luke Benward), é um jovem ex-militar que após retornar de 2 incursões ao Iraque, volta para sua cidade natal sem qualquer tipo de apoio do governo americano. Enquanto luta para sobreviver após retornar da guerra, Buddy tem aceitado pequenos bicos para prover dinheiro para si e sua família. E assim, seu caminho se cruza com o de Walter (Nicolas Cage) e de sua esposa Fancy (KaDee Strickland).

    Com as muitas dicas que são deixadas ao longo da trama, o filme acaba se mostrando previsível, mas te prende tanto pela loucura de Cage, quanto por seu enredo. Ambientado quase que inteiramente durante um tornado, o filme nos apresenta diversos aspectos da loucura que apenas Nicolas Cage é capaz de apresentar em um filme, ainda mais com um personagem que possui uma história de plano de fundo bem bizarra.

    Com o filme gravado quase que inteiramente dentro de uma antiga casa, ele nos causa uma sensação de desconforto e claustrofobia que só é exacerbado pelas curvas que a trama toma.

    VEREDITO

    O filme tem sequências que parecem querer nos levar por todos os lados, mas falha ao entregar uma trama que Nicolas Cage é capaz de entregar. Ao interpretar um vilão, o ator tem assumido nos últimos anos personas que fogem de seu papel convencional, de “mocinho”, que quase sempre acabam agindo da forma que querem, mas no final acabam obtendo êxito ao destruir uma ameaça ainda maior. Mas quando Nicolas Cage é o vilão de seu próprio filme, quem será capaz de destruí-lo?

    O filme de Stephen Campanelli acaba por nos apresentar apenas diferentes aspectos da natureza humana, quase sempre perversas que ignoram diferentes lados daqueles envolvidos em suas vidas. O filme foi adicionado recentemente ao catálogo da Netflix e se tem Nicolas Cage, com certeza estrelaria na lista de mais assistidos – sendo ele bom, ou não.

    2,5 / 5,0

    Confira o trailer do filme:

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    CRÍTICA | Prisioneiro dos Sonhos – Vol. 1: A Origem (2022, Comix Zone)

    Prisioneiro dos Sonhos – Vol. 1: A Origem é uma do graphic novel francesa do quadrinista francês Marc-Antoine Mathieu que foi publicada originalmente em 1990 e que nesse ano ganhou uma nova edição pela editora Comix Zone.

    SINOPSE

    O funcionário do Ministério do Humor, Julius Corentin Acquefacques, leva uma vida tranquila no poço do elevador que abriga tantas pessoas nesta era de superpopulação. Mas um dia, nosso protagonista descobre que seu futuro está escrito… em uma página de quadrinhos!

    ANÁLISE

    Em A Origem acompanhamos Julius Corentin Acquefacques em sua vida sem grandes perspectivas de mudança. Até o dia em que tudo irá mudar de forma que ele nunca imaginou.

    Com isso em mente, o quadrinho segue uma narrativa onírica e que com certeza irá deixar o leitor surpreso ao fim dessa edição. É difícil falar dessa obra sem entregar spoiler, visto que o quanto menos o leitor souber do seu enredo melhor será sua experiência.

    A maneira com que Marc-Antoine Mathieu constrói a narrativa desse quadrinho é algo que realmente eu nunca havia visto antes na nona arte, e deixará aos leitores fascinados com sua imensa criatividade.

    Além disso, a obra segue com humor ácido e genial da mesma maneira que em Deus em Pessoa (2021), também de Mathieu. O destaque de Prisioneiro dos Sonhos – Vol. 1: A Origem, vai para seu enredo intrigante e com clima sombrio tornando o quadrinho inteligente e fascinante.

    Outro destaque é sua arte em preto e branco que segue notável; com um traço limpo e sem grandes expressões dos personagens, mas proposital para o enredo da trama.

    VEREDITO

    Prisioneiro dos Sonhos – Vol. 1: A Origem é realmente um quadrinho sensacional que segue de fato algo original e sagaz; E irá agradar aos fãs de filmes como Brazil (1985) e A Origem (2010), por exemplo.

    5,0 / 5,0

    Autor: Marc-Antoine Mathieu

    Páginas: 48

    Editora: Comix Zone

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    REVIEW – Thunderobot G70 (2022, Thunderobot)

    Nas últimas semanas recebemos o controle mecânico Thunderobot G70. Tenha em mente que o que envolve o controle não é apenas ligá-lo e deixá-lo pronto para usar. O G70 nos envolve em uma experiência imersiva nos mais diversos tipos de gameplay.

    O Thunderobot pode ser usado no PC, Android, iOS e Nintendo Switch. Seu controle conta três modos de conexão, por Bluetooth, por meio do receptor ou cabeado. Mas não apenas isso. Cada uma dessas conexões contam com uma particularidade.

    O Feededigno trará aqui uma análise de tudo que você precisa saber sobre o Thunderobot G70!

    Esse review foi possível graças a nossa parceira, Thunderobot.

    ANÁLISE

    G70

    O G70 chegou para esse que vos escreve como uma bela surpresa. Após ter que fazer uma enorme gambiarra para jogar no PC utilizando um controle durante alguns anos – graças ao vício de console -, o G70 me fez mudar completamente minha relação às gameplays.

    O controle da Thunderobot é tão confortável nas mãos quanto era de se esperar um acessório highend. O que o G70 é algo de outro mundo, com sua tecnologia de mapeamento virtual, o controle substitui os toques direto na tela, te ajudando a controlar o campo de batalha da maneira que você quiser. A personalização de botões é uma função nativa suportada tanto por Android como iOS, sem necessidade de qualquer aplicativo.

    MODOS DE CONEXÃO

    O G70 conta com três modos de conexão diferente no PC: Bluetooth, cabeado ou com o receptor. As peculiaridades de cada uma dessas conexões variam de acordo com a sua forma de jogar. Abaixo especificarei a forma de jogar no PC, Android e iOS.

    • PC: O tempo de input pode variar de acordo com a forma que você estiver conectado. Tanto cabeado, quanto por meio do receptor, o tempo de input é mínimo. Só que cabeado, o tempo de input é ainda menor. Conectado via Bluetooth, o tempo de input é um pouco maior. Ou seja, o tempo de resposta após você apertar um dos botões é ligeiramente maior;
    • Android: No celular, o tempo de input via Bluetooth é mínimo. A gameplay se estendeu à games com suporte à controle e o Xbox Game Pass;
    • iOS: No iOS, assim como no Android, o tempo de input é mínimo.

    DESENVOLVIDO PARA DURAR

    G70

    A construção do G70 é incrível! O controle conta em sua estrutura com botões mecânicos, empunhadura firme texturizada para garantir que o controle não escorregue das suas mãos em momentos de tensão. Seu design ergonômico mostra que o controle foi projetado para sessões longas e intensas.

    A bateria de Polímero de Lítio de 860mA/h, além de garantir um maior tempo de funcionamento, é mais leve do que as que são usadas em controle da mesma categoria. O que garante que o controle é mais leve que seus concorrentes. O tempo de carregamento que pode levar até 3 horas com o cabo USB-C, te garantirá cerca de 10 horas de funcionamento de acordo com o fabricante – mas esse tempo pode se estender de acordo com seu tipo de uso, a bateria do G70 que recebemos durou em média 13 horas de gameplay.

    O peso e o design do controle são elementos que o fazem se destacar. Com 240g, o G70 é potente e não te deixará na mão.

    CONTROLE DE NÍVEL COMPETITIVO

    Como dito anteriormente, o acabamento e a usabilidade do G70 é de alto nível. Seu retorno tátil é absurdo e merece ser citado. O controle conta com uma configuração equivalente à de um controle de e-sports. Ou seja: os elementos presentes no controle dão tanto um maior retorno, quanto uma maior firmeza a cada um de seus movimentos durante sua jogatina.

    Com analógicos que suportam até 2 milhões de rotações, e direcionais que te proporcionarão até mesmo 8 tipo de movimentações diferentes. O G70 te garante muita eficiência que só a combinação de movimentos pode te proporcionar. Os botões de ação são mecânicos e vem com um grupo de botões sobressalentes na caixa para aqueles usuários que não querem ter a sensação de botões mecânicos.

    Como se o que eu tivesse falado acima não tivesse sido suficiente, o G70 conta com uma tecnologia incrível que só é possível por causa da indução eletromagnética. Essa tecnologia nos proporciona a vasta opção de gatilhos lineares. Os gatilhos contam com três diferentes velocidades para diferentes modos de jogo. Essa tecnologia te proporciona uma transmissão de dados mais precisa e é muito mais confortável.

    O controle vem de fábrica na Posição 1, que pode ser usada para todos os modos de jogo, mas as Posições 2 e 3 possuem funções específicas para diferentes jogos.

    • 1ª Posição: A primeira opção é recomendada para jogos que o jogador precisa dar toques rápidos nos gatilhos, como jogos de tiro;
    • 2ª Posição: A segunda opção se encaixa em todos os tipos de jogos;
    • 3ª Posição: A terceira opção é recomendada para jogos de corrida, em que jogador precisa segurar os gatilhos por um longo período de tempo.

    Além dos gatilhos personalizáveis, o G70 conta com um Switch que muda a configuração de acordo com o seu uso, ou seja:

    • Na posição X, o controle está pronto para ser usado no PC, e iOS;
    • Na posição S, o controle está pronto para ser usado no Switch;
    • Na posição T, o controle está pronto para ser usado tanto em Android quanto em iOS;
    • Na posição D, o controle poderá ser usado apenas em Android.

    APLICATIVO PERSONALIZÁVEL

    G70

    Além das diferentes opções de jogabilidade, as opções de personalização do controle o fazem se destacar entre os demais da mesma categoria. O G70 conta com luzes que te trarão a atmosfera que você desejar.

    O aplicativo KeyLinker APP te permite mudar a iluminação do controle da forma que você quiser, mas não apenas isso. O KeyLinker te permite configurar os gatilhos, bem como a tensão dos mesmos – de acordo com seu modo de jogo -, os botões traseiros, o alcance dos analógicos e a sensibilidade dos mesmos.

    Com 4 botões Macros, o G70 foge do esquema comum de botões de ação e movimento, e te permite inserir atalhos tanto nos dois botões traseiros e nos dois superiores adicionais. E um detalhe, isso tudo pode ser feito no KeyLinker.

    O controle é tão brilhante que te permite alterar qualquer um dos botões do controle, alterando seu esquema, suas ordens, e colocando-os na ordem que você quiser e for mais cômoda. A flexibilidade na gameplay que apenas a Thunderobot permite é um dos fatores que tornam as horas de jogatina tão satisfatórias.

    Com três botões físicos, o G70 te permite alterar os níveis de iluminação, emitir sinal para pareamento e modo de vibração, alterando o funcionamento do motor vibratório de acordo com a sua vontade.

    A calibração e alteração do motor vibratório no KeyLinker te permite alterar a força da vibração, podendo calibrar cada um dos motores separadamente.

    PRÓS E CONTRAS

    PRÓS

    • O G70 se destaca em seu retorno tátil;
    • Vantagem competitiva com gatilhos programáveis;
    • Direcional garantem até 8 movimentos direcionais;
    • Variedade de conexões;
    • App Keylinker de personalização;
    • Design arrojado e material duradouro.

    CONTRA

    • O G70 não funciona no Xbox Game Pass para PC – mas funciona no app do mesmo serviço para celular;
    • Os elementos presentes no controle são tão resistentes, que fica até difícil remover os botões de ABXY para trocar;
    • Atraso relativamente grande no input na conexão Bluetooth.

    VEREDITO

    A construção e design do G70 o fazem ser tão imponentes quanto seu visual. Ao empunhar o controle, esse que vos escreve se viu derrotando a Elite dos 4, entregando cartas por cidade à beira de um lago, lutando contra os vilões do submundo grego e até mesmo lutando contra a Yakuza. O G70 te permite assumir várias vidas de maneira admirável no mundo dos games e pode até te fazer abolir toques desnecessários na tela de seu celular.

    O G70 é poderoso no que se propõe, com uma qualidade premium, ele se destaca por seu custo-benefício entre os controles da mesma categoria e pode vir a estrelar na lista de produtos necessários se você tem o hábito de jogar com controle, no PC ou no celular. E se você não tem o costume, após adquirir o G70, pode não querer voltar a utilizar o mouse e teclado.

    DIMENSÕES

    Altura: 106 mm

    Largura: 165 mm

    Profundidade: 61 mm

    Peso: 240 g

    Autonomia: ± 10 horas

    Agradeço nesse post o envio do G70 pela Thunderobot e convido-os a ler nossos outros reviews.

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    Elvis Presley: Conheça o Rei do Rock e suas melhores músicas

    Quando falamos sobre o rock e toda a sua evolução, é impossível não citarmos Elvis Presley, não é mesmo? A voz incomparável, o jeito único de dançar e atuar, além do estilo próprio de se vestir, o transformaram em um dos mais significantes ícones culturais do século XX. A figura mítica do Rei do Rock continua intacta mesmo após 45 anos de sua morte – completados no dia 16 de agosto de 2021 – e suas canções seguem conquistando fãs no mundo todo. 

    Para homenagear Elvis, preparamos esse artigo para quem quer conhecer mais sobre o Rei do Rock.

    Elvis Aron Presley nasceu em East Tupelo, Mississipi, Estados Unidos no dia 08 de janeiro de 1935. Filho de Vernon e Gladys Presley, nasceu de um parto difícil, de gêmeos, onde seu irmão não sobreviveu. Em 12 de setembro de 1948, sua família mudou-se para Memphis, Tennessee, onde passou sua infância.

    Presley participava do coro da igreja evangélica local e recebeu influência do blues. Aprendeu a tocar guitarra e participou de concursos de música em sua cidade.

    Antes da fama, Elvis trabalhou como motorista de caminhão e como lanterninha de cinema. Nessa época, ele tentou entrar em uma banda profissional liderada por Eddie Bond, mas foi rejeitado e passou a acreditar que nunca seria cantor.

    INÍCIO DE CARREIRA

    Em 1954, Elvis foi contratado pelo produtor musical de rhythm and blues Sam Phillips, que estava à procura de um cantor branco que cantasse um blue legítimo. No mesmo ano, Elvis gravou seu primeiro disco, um compacto com as músicas That’s All Right e Blue Moom of Kentucky. Suas apresentações encantavam as plateias. No dia 2 de outubro fez sua primeira apresentação fora de seu estado, em Atlanta, Geórgia.

    Em 1955, foi contratado pela gravadora RCA Victor. Suas novas músicas Mystery Train e Baby Let’s Play House, logo ocuparam as paradas de sucesso. Suas apresentações nos programas de rádio e televisão fascinavam o público.

    Em 1956, Elvis apresentou-se no programa de televisão dos irmãos Dorsey e logo seu álbum Heartbreak Hotel alcançou em um ano a marca de nove milhões de cópias vendidas.

    Elvis Presley iniciou suas apresentações internacionais, encantando e escandalizando as plateias, com suas roupas estravagantes e sua forma diferente de dançar.

    CONHEÇA AS 10 MELHORES MÚSICAS DE ELVIS PRESLEY

    Can’t Help Falling In Love

    Podemos apreciar o lado romântico do Rei do Rock em Can’t Help Falling In Love, considerada uma das canções românticas mais bonitas de todos os tempos. 

    Em 1961, Elvis Presley estrelou o filme Blues Hawaii e a música “Can’t Help Falling In Love” fez parte da trilha sonora.

    Suspicious Minds

    Grande sucesso de Elvis Presley, Suspicious Minds foi composta por Mark James e lançada em agosto de 1969, depois de ser entregue ao rei pelo produtor Chips Moman

    A canção conquistou o topo das paradas americanas e se tornou uma de suas músicas mais populares de sua carreira.

    Always On My Mind” 

    Presente no álbum Separate Ways, de 1973, Always On My Mind fez um grande sucesso com o grupo Pet Shop Boys, que decidiu gravar a música em 1987 para fazer uma homenagem ao rei. 

    A versão de Elvis se tornou muito famosa e foi regravada logo depois que o cantor se separou de sua esposa, Priscilla Presley.

    Love Me Tender

    Love Me Tender foi escrita por Ken Darby para fazer parte da trilha do filme que inicialmente recebeu o nome de The Reno Brothers. Este seria o primeiro filme estrelado pelo cantor, mas a música fez tanto sucesso que o filme ganhou o mesmo nome.

    Love Me Tender conquistou uma das bilheterias mais expressivas da história do cinema, e a música se tornou um dos maiores sucessos de Elvis.

    Jailhouse Rock

    Uma das características de Elvis era regravar grandes músicas e dar o seu toque rockabillyJailhouse Rock foi escrita por Jerry Leiber e Mike Stoller, mas foi com o Rei do Rock que se tornou uma grande hit.

    Fever

    Muitos artistas regravaram Fever, como Peggy Lee, Madonna, Ella Fitzgerald e, claro, Elvis. Este clássico do R&B foi criado por Eddie Cooley e John Davenport.

    Trouble

    No filme King Creole, Elvis faz o papel de Danny Fisher, garoto que trabalha num bar como garçom e é desafiado a subir no palco para mostrar seu talento como cantor, e é Trouble que ele apresenta em sua performance. Em 1968, o cantor fez um especial de retorno e cantou esta música, provando que estava mais poderoso do que antes.

    Hound Dog

    Composição de Jerry Leiber e Mike Stolle, a música Hound Dog ficou mais conhecida na versão de Elvis Presley e foi lançada pelo rei em 1956. A música original é 1952 e foi gravada pela primeira vez por Willie Mae “Big Mama” Thornton, cantora de blues e R&B.

    Heartbreak Hotel

    Ela foi o primeiro single de Elvis, lançado em janeiro de 1956 pela RCA. Ela foi composta por Tommy Durden e Mae Boren Axton e Elvis Presley também ganhou créditos. A letra teria se revelado como inspiração após ele ver um artigo no jornal sobre o suicídio de um homem que saltou da janela de um hotel.

    It’s Now or Never

    It’s Now or Never tornou-se em um dos maiores êxitos da carreira de Elvis Presley; é uma versão do clássico italiano chamado O Sole Mio, composta no fim do século XIX no ano de 1898. A música italiana foi gravada pela primeira vez por Giuseppe Anselmi, em 1907. A primeira versão em língua inglesa para a referida canção ocorreu em 1949, gravada por Tony Martin com o nome de There’s no Tomorrow.

    A versão de Elvis é datada de 1960 sendo lançada em single com A Mess Of Blues no lado B. Atingiu a primeira posição da Billboard em agosto de 1960. Foi posteriormente relançada na coletânea Elvis Golden Records Vol.3, de 1963; além de diversos lançamentos ao longo dos anos em álbuns oficiais e piratas.


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    Quem é Brunnhilde, a líder das Valquírias?

    A mitologia nórdica tem sido adaptada para as páginas dos quadrinhos da Marvel Comics há tempos com seus deuses, monstros e outros personagens; e Brunnhilde uma das guerreiras mais poderosas de Asgard e líder das Valquírias, não poderia ficar de fora.

    Adaptada por John Buscema e Roy Thomas, a personagem teve sua primeira aparição nas páginas de Thor #133 – Contemple o Planeta Vivo, que foi publicada em 1966; porém foi em Defensores #4 (1973) que a verdadeira Brunnhild apareceu de fato. Antes disso, Amora, a Feiticeira, foi vista fingindo ser a Valquíria em Os Vingadores #83 (1970).

    ORIGEM

    Brunnhilde era uma princesa de uma cidadela em Asgard e vivia feliz junto de seu esposo Sigmund, porém durante uma batalha, Sigmund é atingido por uma flecha em seu coração enquanto protege Brunnhilde. Embalando o corpo de Sigmund em lágrimas, Brunnhilde é encontrada por Odin, o Pai de Todos que exige que ela fuja e deixe os mortos. Valquíria se recusa, para grande raiva de Odin, dizendo que os mortos têm que ser enterrados para que suas almas possam ser cuidadas, chamando o Senhor de Asgard de usurpador e monstro.

    O Pai de Todos questiona se ela desafiaria um Deus por um cadáver, no qual Brunnhilde saca sua espada, pronta para lutar contra Odin. Impressionado, o Senhor de Asgard diz que os guerreiros mortos devem ter um céu, oferecendo Brunnhilde como guia para levar os homens a Valhalla, tornando-a um símbolo de esperança e assim Brunnhilde tornou-se a Valquíria.

    Após um tempo ela passou a liderar o esquadrão das Valquírias, deusas-guerreiras que deviam percorrer os campos de batalhas à procura dos guerreiros mortos que eram dignos para alcançar o Valhalla.

    Brunnhilde também se aventurou entre os mortais humanos, tornando-se uma heroína para o povo de Midgard (Terra).

    PODERES E HABILIDADES

    Assim como os demais asgardianos, as Valquírias possuem super força, resistência, velocidade, agilidade, reflexos e longevidade sobre-humana. Além de tudo isso, elas também tem um fator de cura que as permite se recuperarem de golpes mortais.

    Tanto Brunnhilde quanto às demais Valquírias compartilham de um dom muito interessante, elas têm a percepção da morte. Dessa forma, ela consegue sentir quando uma pessoa próxima vai morrer, através de um tipo de “aura” que se forma ao redor da possível vítima.

    Elas também são capazes se teletransportar e usam isso para se aproximar dos caídos mais rapidamente nos campos de batalha, por exemplo.

    A força bruta é um de seus atributos que mais chamam atenção, mas Brunnhilde também possui armas e montarias especiais como seu cavalo alado, Aragorn, que foi desenvolvido por engenharia genética e dado de presente à heroína pelo Cavaleiro Negro, que era um de seus maiores aliados em Midgard. Ela também usa a Presa de Dragão, uma espada mística forjada a partir do dente de um dragão extradimensional, além de Geirr, uma lança encantada.

    Cada Valquíria possui seus próprios equipamentos, entre elas: Dani Moonstar usa arco e flechas, Jane Foster possui asas, maça e mangual feitos de energia; e Runa era a usuária original do machado Jambjorn, que depois foi usado por Thor Odinson em seu período como indigno do Mjolnir.

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    EQUIPES

    Além de líder das Valquírias e sua relação próxima com os Aesir de Asgard, Brunnhilde já atuou em conjunto com outras equipes. Sua primeira participação com um grupo de aliados foi com os Defensores, mas também já lutou ao lado dos Vingadores, da A Force, entre outras.

    Na HQ Destemidas Defensoras, o grande plano de Brunnhilde era fazer um grupo de Valquírias humanas, com a participação de heroínas como Misty Knight, Elsa Bloodstone, Ren e até mesmo deusas de outros panteões, como Hipólita e Runa, uma das nove Valquírias originais.

    A líder das Valquírias também fez parte dos Vingadores Secretos e atuou ao lado das Senhoras Libertadoras. Recentemente, ela esteve ao lado dos Asgardianos da Galáxia, um grupo cósmico de heróis na formado durante a saga Guerra dos Reinos.

    CURIOSIDADES

    Valquíria foi afetada por um feitiço de Amora que a impedia de se defender de outras mulheres, independentemente de sua natureza ou nível de ameaça. Outro encanto lançado pela Feiticeira fez com que uma parte da essência de Valquíria passasse para outras mulheres, transformando-as em avatares de Brunnhilde com graus variados de seus poderes. Até agora, essas mulheres são Samantha Parrington, Barbara Denton-Norris, Lorelei e a própria Amora. 

    Deve-se notar que Valquíria e seus avatares às vezes estiveram ativos simultaneamente, causando algumas confusões de identificação.

    OUTRAS MÍDIAS

    Não ficando apenas nas revistas em quadrinhos, Brunnhilde também apareceu em séries animadas como Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra e Esquadrão de Heróis e nos filmes animados Thor: Contos de Asgard e Hulk vs. Thor.

    Ela também esteve presente em alguns games como Marvel: Ultimate Alliance, Marvel Heroes, Avengers Alliance, Avengers Academy e LEGO Marvel Super Heroes 2.

    A personagem também está presente no jogo Marvel Future Fight que trouxe uma versão do “Universo Cinematográfico Marvel” da heroína, apresentando uma skin baseada em Brunnhilde. 

    Brunnhilde não foi apresentada no UCM, mas as Valquírias estiveram presentes em Thor: Ragnarok (2017), antes de serem dizimadas por Hela, a última sobrevivente das Valquírias é interpretada pela atriz Tessa Thompsom; que retorna em Thor: Amor e Trovão que chega hoje, 07 de julho, aos cinemas.

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    TBT #184 | Espíritos: A Morte Esta ao Seu Lado (2004, Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom)

    O TBT desta semana explora o cinema de horror asiático com o filme tailandês Espíritos: A Morte Esta ao Seu Lado (Shutter, título original), escrito e dirigido por Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom. O longa também ganhou uma adaptação estadunidense com o título Imagens do Além (2008) e até mesmo uma versão indiana. 

    SINOPSE

    Thun (Ananda Everingham), um jovem fotógrafo, e sua namorada Jane (Natthaweeranuch Thongmee) atropelam acidentalmente uma pedestre. Eles fogem da cena do crime e retornam às suas vidas normais, em Bangkok. A partir de então Jane passa a ser atormentada por estranhos pesadelos, enquanto Thun nota que em suas fotos aparecem estranhas figuras, parecidas com fantasmas. O casal decide investigar o fenômeno e encontra outras fotografias com imagens sobrenaturais. 

    ANÁLISE

    O cinema asiático raramente falha quando o assunto é filmes de horror, o que consequentemente, leva outros países a copiarem essas obras para seus idiomas. Alguns filmes de horror estadunidenses, como O Chamado (2002) e O Grito (2004) são adaptações de filmes asiáticos que geraram sucesso o suficiente para despertar curiosidade no público pelas versões originais, no caso Ringu (1998) e Ju-On: The Curse (2000), respectivamente.   

    E o caso se repete com Espíritos: A Morte Esta ao Seu Lado que recebeu uma adaptação hollywoodiana muito longe de sua magnitude. A questão é que o modo de fazer cinema asiático é especialmente único com técnicas cinematográficas que buscam ressaltar o terror, ainda que as narrativas não sejam todas as mais primorosas. 

    Contudo, o filme de Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom apresenta uma história consistente e uma direção pontual nos mínimos detalhes. Thun é um fotógrafo que através de suas imagens descobre que a ex-namorada Natre (Achita Sikamana) está o assombrando. Com sua atual namorada Jane, eles passam a vivenciar situações sinistras e ameaçadoras. 

    Em um primeiro momento é confuso a aparição de Natre para Thun, visto que o personagem não parece o tipo vilão, porém, seu passado é revelado ao longo do filme o que dá motivos de sobra para a assombração. Já Jane, faz o papel da namorada compreensível, mas encarregada de desvendar o mistério custe o que custar. 

    Ainda que o filme utilize de um recurso narrativo já batido, afinal “espírito vingativo” existem aos montes nos filmes asiáticos, é interessante como a história conduz para assuntos delicados e complexos. Natre é uma vítima de uma sociedade machista e opressora; e Thun tem total culpa. Por isso, de certa forma, o final do longa é tão emblemático e condizente, o que lembra que nem sempre os protagonistas merecem redenção. 

    Mas, o que de verdade eleva esse longa são suas técnicas cinematográficas e boas sacadas. O filme utiliza a câmera fotográfica como um recurso narrativo, até mesmo como um espectador; é através dela que vemos as primeiras aparições de Natre e também a mais significativa.

    Já o processo de revelar a foto, através de um quarto com luz vermelha é o suficiente para instaurar o clima tenso que se intensifica com o uso das polaroides. A edição de som também é bastante relevante, visto que, ao utilizar essas câmeras mais antigas, o filme aproveita o som da captura para criar ótimos jump scares.

    Espíritos: A Morte Esta ao Seu Lado é um filme intuitivo que utiliza de um objeto simples do dia a dia, uma câmera fotográfica, para criar um verdadeiro ode ao horror. Até mesmo o imaginário popular é cheio de histórias sobre aparições fantasmagóricas em fotografias, como se uma imagem pudesse capturar a alma de uma pessoa que vaga entre os vivos. O longa sabe utilizar esses artifícios muito bem, criando uma história extremamente energizante e aterrorizante. 

    VEREDITO

    O longa tailandês Espíritos: A Morte Esta ao Seu Lado é um ótimo filme para entrar no universo do cinema de horror asiático. O filme contém tanto os clichês do gênero, como também as técnicas que tornam o cinema asiático único. 

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

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