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    Love, Victor: Resumo com os principais acontecimentos da segunda temporada

    A aguardada última temporada de Love, Victor estreou no dia 15 de junho exclusivamente no Star+. A série é um spin-off do famoso filme de comédia romântica Com Amor, Simon e já possui duas temporadas, todas disponíveis no serviço de streaming. O terceiro e último ano promete fechar as pontas soltas e dar as repostas que os fãs tanto aguardam, principalmente depois do gancho do final da segunda temporada.

    Na nova leva de episódios, Victor (Michael Cimino) inicia uma jornada de autodescoberta, decidindo não só com quem quer estar, mas quem quer ser. Com planos para quando terminarem o ensino médio, ele e seus amigos enfrentam novos problemas que devem resolver para tomar as melhores decisões para seu futuro.

    Relembre abaixo alguns pontos importantes da temporada anterior (com spoilers).

    Team Benji ou Team Rahim?

    A cena final da segunda temporada acabou com um gancho que deixou os fãs da série ansiando pelo novo ano e gerou debates calorosos nas redes sociais: afinal, Victor irá escolher ficar com Benji (George Sear) ou Rahim (Anthony Keyvan)?

    Love, Victor: Resumo com os principais acontecimentos da segunda temporada

    Ao longo dos episódios, Victor e Benji passaram por diversas brigas e dificuldades no relacionamento e, nesse meio tempo, o protagonista conhece Rahim, um dos amigos de sua irmã, que se aproxima de Victor pedindo conselho sobre como se assumir para sua família muçulmana. Quando se dá conta, Victor está bem próximo de Rahim, inclusive compartilhando fatos de sua vida que ainda não contou para ninguém.

    Essa relação se desenvolve como uma forte amizade, até o dia do casamento do pai de Mia (Rachel Hilson), onde os dois dançam juntos na festa (e são vistos por Benji, que vai embora chateado) e Rahim se declara para Victor. O protagonista então se afasta para pensar sobre o assunto, e acaba se encontrando com o melhor amigo, Felix (Anthony Turpel), que o ajuda a ter um momento de clareza sobre como escolher com quem deve ficar.

    Depois de ir embora da festa, Victor parece se dirigir à casa de um dos dois (Rahim ou Benji), determinado a tomar uma atitude. Ele toca uma campainha, a porta se abre, ele sorri e diz “oi”. Quem estava atrás da porta, nós só descobriremos no início da terceira temporada. Precisamos de repostas!

    Jornada de descoberta

    No dia do casamento de seu pai, Mia descobre que ele aceitou a oferta de emprego em Stanford, decisão que ela se opôs desde o começo e que a deixa em um estado de tristeza em um dia que deveria ser de celebração. No fim da noite, no entanto, Harold (Mekhi Phifer) bate na porta do quarto da filha, aparentemente arrependido de ter aceitado o emprego, mas quando ela não atende, ele descobre que ela não está em seu quarto, tendo deixado apenas um bilhete em cima da cama.

    Em uma cena seguinte, vemos Mia entrar no carro com Andrew (Mason Gooding), e o rapaz pergunta “Tem certeza de que quer fazer isso?”, ao que ela responde “Sim, vamos visitar minha mãe”. Durante a temporada, nós acompanhamos a garota receber e-mails misteriosos da mãe que a abandonou, e essa cena é uma prévia do que virá na terceira temporada, quando finalmente esse encontro entre as duas acontecerá.

    Términos, reconciliações e novos casais

    A segunda temporada trouxe bastante movimentação para os casais da série. Primeiro, temos Felix e Lake (Bebe Wood), que apesar de terem tido momentos muito bonitos ao longo dos episódios, tiveram o relacionamento afetado.

    No começo da temporada, descobrimos que a mãe de Felix tem depressão e está em um momento muito delicado de sua condição, o que obriga o garoto a ter que fazer coisas como escrever redações para os colegas da escola em troca de dinheiro para ajudar em casa. Na tentativa de ajudar o namorado, Lake conta para sua própria mãe sobre a situação, e quando Felix descobre, ele fica constrangido e frustrado por não conseguir esconder essa realidade. O garoto então acusa Lake de trair sua confiança e acaba terminando as coisas entre os dois.

    Nenhum deles termina a temporada exatamente sozinho, no entanto. No último episódio, Felix finalmente beija Pilar (Isabella Ferreira), irmã de seu melhor amigo Victor, depois de ter passado um tempo se aproximando mais da garota. Já Lake acaba se aproximando de Lucy, a ex-namorada de Andrew, que já estava de olho na garota. Ambos os relacionamentos serão desenvolvidos na nova temporada.

    Além dos términos e dos novos casais, o último episódio também trouxe uma esperança para um deles: Isabel e Armando, os pais de Victor, conversam e se beijam depois de terem passado a temporada separados. Nos novos episódios, além de descobrirmos como isso irá se desenrolar, também veremos Isabel dar um passo importante em relação à sua jornada de aceitação da sexualidade do filho: ela irá em uma reunião do PFLAG (Parents, Friends, and Family of Lesbians And Gays – Pais, Amigos e Família de Lésbicas e Gays, em tradução livre), o grupo que vimos Armando se associar na segunda temporada.

    Assista ao trailer:

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    TBT #181 | Valhalla: A Lenda de Thor (2019, Fenar Ahmad)

    Pode ser que alguns questionem minha decisão de escolher este filme, não proveniente de Hollywood, mas Valhalla: a Lenda de Thor merece destaque e vou explicar o motivo. O filme do TBT de hoje foi indicado a alguns prêmios do cinema europeu.

    O passo e a fotografia do cinema dinamarquês talvez não sejam tão costumeiros aos nossos olhos, mas existe aqui uma diferença além de características técnicas de cinema. A principal característica que enalteço é a representação das deidades nórdicas de forma mais acurada.

    Não espere ver a representação ocidental com deuses belos e com longas madeixas (sim, Marvel, estou falando com você). Aqui temos uma releitura gráfica das Eddas (prosaica e poética) e uma representação mais fiel ao estilo de vida e cultura da referida região e época.

    CONFIRA TAMBÉM: CRÍTICA – Vikings: Valhalla (1ª temporada, 2022, Netflix)

    SINOPSE

    As crianças vikings Røskva (Cecília Loffredo) e Tjalfe (Saxo Moltke-Leth) embarcam em uma aventura de Midgard a Valhalla com os deuses Thor (Roland Molner) e Loki (Dulfi Al-Jabouri). A vida em Asgard, no entanto, acaba sendo ameaçada pelo temido lobo Fenrir e pelos arqui-inimigos bárbaros dos deuses, os Jotnar. Agora, eles devem lutar juntos para salvar Valhalla do fim do mundo, o Ragnarok, como é conhecido.

    ANÁLISE

    Valhalla: a lenda de thor

    Ainda que perceba os méritos para destacar este filme, reconheço que Valhalla: a Lenda de Thor possui alguns deslizes. Primeiro de tudo, o Valhalla, o salão para onde vão os heróis mortos de forma honrada e escolhidos por Odin e levados pelas valquírias, não é retratado no filme.

    Segundo, apesar de apresentar uma das lendas em que temos Thor e Loki como protagonistas, o título “a lenda de Thor” não faz jus ao apresentado no filme, tendo inclusive uma variação no protagonismo no seu decorrer.

    Poxa Diego! Então o filme foi trazido pra um TBT só pra descascar ele? Claro que não. Valhalla: a lenda de Thor, apesar de ter alguns pontos negativos, é uma excelente representação de algumas das mais incríveis lendas nórdicas.

    A primeira, é a lenda que conta a história das cabras Rosnador e Rangedor, ou Tanngrisnir e Tanngnjostr, a qual acaba se cruzando com a história dos irmãos Tjalfi e Roskva. O filme mistura estas com a lenda de Fenrir, o lobo gigante filho de Loki, encarregado do Ragnarok. Eles ainda adicionam uma lenda da criança da luz que, sinceramente, desconheço. Talvez não seja parte da mitologia, mas sim uma licença poética.

    CONFIRA TAMBÉM: CRÍTICA – Assassin’s Creed Valhalla: Dawn of Ragnarok (2022, Ubisoft)

    Todas as histórias usadas não são necessariamente conexas, mas pra quem já viu um brucutu careca e de barba ruiva ser representado pelo belo Chris Hemsworth, eu saí bastante satisfeito com o que foi apresentado. A caracterização dos personagens é realmente um ponto alto.

    Na antiguidade, pouco se conhecia de outros povos e a dificuldade na comunicação tornava-os quase que imediatamente inimigos. Os jotun, ou gigantes de gelo, conhecidos pela arte da feitiçaria, poderiam muito bem equivaler aos muçulmanos, grandes viajantes do mundo antigo.

    O cuidado na composição do elenco com detalhes físicos e estéticos fez com que o filme ganhasse muito para mim. A trilha sonora também é densa e ajuda a quebrar o tom jocoso que a fantasia em excesso pode trazer. A composição de imagens escolhida é boa, sem excessos, mas sem prejudicar, também.

    VEREDITO

    Valhalla: a lenda de thor

    Como já comentado anteriormente, apesar de algumas limitações, este deve ser um dos filmes que mais fielmente representou as histórias e as características da cultura nórdica. O diretor, Fenar Ahmad, está de parabéns pela maioria das escolhas (exceto pelo título haha).

    Ainda que Valhalla: a Lenda de Thor não trate sobre o Valhalla de fato, ao assistirmos ao filme, podemos nos tornar um pouco mais dignos da honra de dividirmos os banquetes do grande salão dos mortos de Asgard.

    Se você for fã da mitologia nórdica, ou simplesmente desejar conhecer uma versão alternativa ao que a cultura pop conta, mais próxima das histórias originais, Valhalla: a Lenda de Thor é uma boa pedida. O filme está disponível no Amazon Prime Video.

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer legendado de Valhalla: a Lenda de Thor:

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    Sparrow Academy: Ranking dos membros mais poderosos do grupo

    Sparrow Academy é o novo grupo rival de The Umbrella Academy e vai lutar de igual para igual com os nossos desajustados heróis.

    Nesta lista, vamos rankear os poderes de cada um dos membros, do mais fraco ao mais forte. Confira:

    7° LUGAR – ALPHONSO HARGREEVES (NÚMERO 4)

    Sparrow

    Em sétimo lugar temos Alphonso (Jake Epstein), um dos personagens mais bizarros do grupo e que tem um poder bastante peculiar: ele absorve os golpes dos seus adversários, devolvendo os ataques como se fosse um espelho.

    Por mais que suas habilidades sejam notáveis, Alphonso não é tão bom de briga, além de seus poderes funcionarem só quando convém, o que dificulta as chances do Numero 4 de ser uma grande ameaça.

    6° LUGAR – FEI HARGREEVES (NÚMERO 3)

    Em sexto lugar, temos Fei (Britne Oldford), que consegue soltar corvos ensandecidos de suas costas, muito mais fortes do que as aves normais.

    A Número 3 é bastante ameaçadora, mas os seus irmãos são ainda mais poderosos , por isso ela ocupa aqui apenas o penúltimo lugar, o que demonstra o nível dos inimigos da nova temporada.

    5° LUGAR – JAYME HARGREEVES (NÚMERO 6)

    Sparrow

    Em quinto temos Jayme (Cazzie David), a mais antipática do grupo The Sparrow Academy. Ela possui um poder bastante peculiar, com suas presas, a antagonista consegue cuspir um veneno que cria ilusões em seus adversários, deixando-os em uma espécie de transe, completamente indefesos.

    Somadas as suas habilidades de combate corpo a corpo, Jayme é uma inimiga sorrateira e que os nossos heróis devem abrir muito o olho para enfrentar.

    4º LUGAR – MARCUS HARGREEVES (NÚMERO 1)

    Sparrow

    O Número Um e líder da Sparrow Academy, Marcus (Justin Cornwell), tem os mesmos poderes de Luther (Tom Hopper), o Número Um da Umbrella Academy, ou seja, superforça.

    Entretanto, diferentemente do grupo dos mocinhos, Marcus tem uma inteligência ímpar, além de ser mais veloz e resistente que sua contraparte, subindo bastante no ranking como um dos membros mais poderosos do time de antagonistas.

    3° LUGAR – SLOANE HARGREEVES (NÚMERO 5)

    Sloane (Genesis Rodriguez) é a Número 5 e uma das mais doces da equipe, não sendo bem uma vilã. A membro da Sparrow Academy tem poderes de telecinese, conseguindo fazer qualquer um ser arremessado. Ainda não sabemos a extensão de seus poderes, mas ela lembra muito a Jean Grey nos X-Men.

    2° LUGAR – BEN HARGREEVES (NÚMERO 2)

    Sparrow

    Em segundo lugar o Número 2 que já foi Número 6 em outra realidade. Estamos falando de Ben Hargreeves (Justin H. Min), que se tornou um homem inescrupuloso na Sparrow Academy.

    Assim como sua contraparte, Ben consegue invocar tentáculos demoníacos de seu corpo, causando danos gigantescos por onde passa.

    1º LUGAR – CHRISTOPHER HARGREEVES (NÚMERO 7)

    Sparrow

    Por fim, o dono do pedaço e o cara mais esquisito de toda Sparrow Academy, Christopher, um cubo flutuante, que tem muito poder em suas mãos, ou quinas, não sabemos explicar.

    Ele consegue paralisar, soltar raios congelantes e de calor, além de ter muita resistência a ataques físicos, sendo o adversário mais implacável da equipe, causando temor até entre seus irmãos.

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    Jurassic World Domínio: Curiosidades sobre os efeitos visuais do filme

    O último título da franquia Jurassic está entre nós! E em meio aos humanos e dinossauros nossos bravos personagem lutam para sobreviverem e encarar os desafios propostos em Jurassic World Domínio.

    O diretor de efeitos visuais, David Vickery, teve muito trabalho neste terceiro filme da segunda trilogia e depois de 5 filmes, muitos dinossauros e uma legião de fãs; é preciso se reinventar, mas também olhar para trás.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Jurassic World Domínio (2022, Colin Trevorrow)

    Veja algumas curiosidades sobre os efeitos visuais utilizados em Jurassic World Domínio!

    OS DINOSSAUROS

    A maneira mais simples de entender quando os efeitos visuais de animatrônica assumem o controle é o quanto um animal se move pelo terreno. Por exemplo, foi decidido que a velociraptor Blue, seria totalmente digital, porque está constantemente em movimento, mas sua filha Beta foi criada com animatrônica, fantoches e efeitos digitais.

    MALTA

    Para as sequências de ação em Valletta, Malta; toda a paisagem urbana foi documentada pela varredura do scanner LiDar, de modo que todo o ambiente pudesse ser recriado digitalmente em 3D e, depois, serem inseridos os dinossauros CGI.

    LINHA TÊNUE

    Há uma competição natural entre efeitos digitais e áreas de efeitos físicos visuais, mas o supervisor da efeitos visuais, David Vickery queria juntá-los: criar dinossauros animatrônicos tão convincentes que o público poderia pensar que são digitais, e dinossauros digitais tão realistas que as pessoas poderiam pensar que são animatrônicos.

    ORIGINAIS

    O diretor Colin Trevorrow queria garantir que as criaturas VFX (digitais) com as quais o público já estava familiarizado se parecessem o máximo possível com os dinossauros criados por Stan Winston e a equipe original do ILM há quase 30 anos.

    ARQUEOLOGIA CINEMATOGRÁFICA

    Uma das primeiras providências da equipe da VFX foi criar sua própria versão de arqueologia digital, voltando aos arquivos da Universal para trazer o maior número possível de modelos originais de filmes anteriores. Eles encontraram o T. Rex de Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1994), os modelos Pteranodonte de O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997) e muito mais.

    LEIA TAMBÉM:

    Quais são os dinossauros de Jurassic World Domínio?

    Jurassic World Domínio: Quem é quem no novo filme?


    Jurassic World Domínio já está disponível nos cinemas.

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    As 10 melhores animações dos serviços de streaming

    Há muitos anos as animações pararam de ser produzidas apenas para os públicos infanto-juvenis. Com temas mais adultos e diálogos direcionados para o público mais velho, as animações têm tido mais vida do que as do passado. E além de remakes e re-runs, as animações têm tido um papel importante na cultura pop. Tanto que algumas das animações transcenderam a barreira de seus produto base, como é o caso de A Lenda de Vox Machina e até mesmo The Boys, que originalmente foi concebida como quadrinho e mais tarde ganhou uma versão live-action.

    Trazemos aqui algumas das animações mais importantes das plataformas de streaming nos dias de hoje. Fugindo apenas de séries originais das mesmas, como é o caso de Avatar. Confira nossa lista com nossas animações preferidas disponíveis nas plataformas.

    A Lenda de Vox Machina

    Animações

    Um grupo de mercenários completamente fora dos padrões é contratado para lidar com uma ameaça extremamente poderosa. Agora, eles devem unir forças e fazer algo que nunca conseguiram: serem heróis. A animação A Lenda de Vox Machina é baseada na campanha de RPG do canal Critical Role. A série animada foi criada após um financiamento coletivo para a produção de um curta. O financiamento mirava arrecadar US$ 75 mil dólares, mas ao fim da arrecadação, o valor já passava de US$ 11 milhões. O curta então passou a virar uma série. A animação está disponível no Prime Video.

    Arcane

    Arcane reconta as histórias de origem dos personagens de Piltover e Zaun. A trama gira em torno de uma tecnologia mágica conhecida com hextec que dá a qualquer pessoa a habilidade de controlar energia mística e essa ferramenta acaba causando um desequilíbrio entre os reinos. A animação é produzida pela Netflix é baseada nos games da Riot Games. A animação está disponível na Netflix.

    Avatar a Lenda de Aang e Korra

    Animações

    O mundo de Avatar: A Lenda de Aang nos apresenta um mundo dividido entre 4 nações, a nação do Ar, do Fogo, da Água e da Terra. A animação nos lança na história de Aang, o Avatar e o único capaz de unificar esse mundo e trazer paz a este universo. Avatar é uma animação original da Nickelodeon lançada originalmente em 2005. A animação parece ter sido uma das poucas que ultrapassaram a barreira do tempo e vem criando cada vez mais fãs, por estar disponível na Netflix e ganhou um spin-off que conta a história da próxima Avatar, Korra. As duas animações estão disponíveis na Netflix.

    Bojack Horseman

    Animações

    BoJack Horseman, um cavalo humanoide, busca um retorno a Hollywood anos depois de sua fama como estrela de uma sitcom nos anos 1990. Com a ajuda de um amigo humano e sua ex-namorada felina, ele se esforça para recuperar sua carreira e sua dignidade. A animação foi uma das primeiras dos serviços de streaming e rapidamente conquistou fãs do mundo todo, pois apesar de ser uma animação, ela aboradava temas mais adultos e maduros. A animação chegou ao fim após sua sexta temporada. Todas as temporadas estão disponíveis na Netflix.

    Castlevania

    Um caçador de vampiros luta para salvar uma cidade sitiada por um exército de criaturas controladas pelo próprio Drácula. A animação baseada nos games da Konami, nos apresenta uma história tão sombria e mais profunda do que os games da franquia apresentavam no passado. A animação ganhará um spin-off intitulado Castlevania: Nocturne. As 4 temporadas de Castlevania estão disponíveis na Netflix.

    Invencível

    Animações

    O adolescente Mark Grayson é um jovem como qualquer outro, exceto que seu pai é o super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Conforme Mark desenvolve seus poderes, ele descobre que o legado de seu pai pode não ser tão heróico quanto parece. A animação baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman é uma das mais bem votadas nos agregadores de nota e ganhará uma segunda temporada em breve. Ainda que tenha um visual agradável aos olhos, a animação não hesitará em tirar seu sono com sua sanguinolência e brutalidade. A animação está disponível no Prime Video.

    Love, Death + Robots

    Animações

    Criaturas aterrorizantes, surpresas bizarras e humor ácido habitam e florescem de cada um dos vários universos únicos criados para essa coletânea de curtas de animação, em que cada episódio apresenta sua própria narrativa e estilo visual. A animação da Netflix conta com os mais diversos estilos visuais e se destaca por suas histórias que apresentam não apenas aspectos humanos, mas também faz uma crítica aos mais diversos caminhos que a humanidade poderia ter tomado e vem tomando. A animação está disponível na Netflix.

    Primal

    Na aurora da evolução, um homem das cavernas e um dinossauro fêmea, cuja espécie está à beira da extinção, formam um vínculo através de tragédias e se tornam a única esperança um do outro para sobreviverem em um mundo sombrio e traiçoeiro. Primal é a animação de Genndy Tartakovsky, criador de Samurai Jack e Laboratório de Dexter. Com histórias mais profundas e mais adultas, Primal nos apresenta a história de um homem capaz de tudo para sobreviver após uma grave tragédia. Primal está disponível na HBO Max.

    The Boys – Diabolical

    Animações

    The Boys – Diabolical nos apresenta animações de diferentes estilos ambientada no mundo da série The Boys. Não apenas por sua irreverência, a série não pestaneja em nos deixar desconfortáveis com as mortes mais absurdas e improváveis que só o mundo de The Boys é capaz de fazê-lo. The Boys – Diabolical está disponível no Prime Video.

    Young Justice

    Yount Justice conta a história do grupo de ajudantes de heróis da Liga da Justiça. Quando percebem que estão ficando mais velhos, eles precisam começar a atuar de acordo com os que foi ensinado, e precisam resolver assuntos que fogem da alçada da Liga, que sempre tem um fim do mundo iminente para resolver. A quarta temporada da animação chegou ao fim na HBO Max.

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    PRIMEIRAS IMPRESSÕES – Maldivas (1ª temporada, 2022, Netflix)

    Maldivas é a nova série brasileira da Netflix. A produção é protagonizada por Manu Gavassi, Bruna Marquezine, Sheron Menezzes, Carol Castro e Natalia Klen, e usa da narrativa whodunit para desenvolver a sua história.

    Nós tivemos a oportunidade de assistir aos três primeiros episódios do seriado. Confira o que achamos.

    SINOPSE

    Tentando desvendar um mistério, uma jovem se muda para um condomínio de luxo, cheio de moradores peculiares e muito suspeitos.

    ANÁLISE

    Criada por Natalia Klen, Maldivas é uma série no moldes whodunit que bebe bastante de referências clássicas, como as histórias de Agatha Christie. Sua história se assemelha, em alguns momentos, a outro hit de comédia lançado no ano passado: Only Murders in the Building, série do Hulu disponível na Star+.

    Liz (Bruna Marquezine) está em busca de respostas sobre sua mãe, mas acaba chegando até ela no momento exato de sua morte. Vivendo no condomínio Maldivas, um complexo de luxo na Barra da Tijuca, sua mãe não era uma pessoa bem quista pelas “rainhas” do condomínio: Milene (Manu Gavassi), Kat (Carol Castro) e Rayssa (Sheron Menezzes).

    LEIA TAMBÉM | Maldivas: Quem é quem na série brasileira da Netflix?

    Mesmo com episódios com média de 30 minutos de duração, o roteiro toma o tempo necessário para apresentar as personagens principais, elencando suas qualidades e defeitos. Toda a apresentação é feita com um grande apelo visual, que talvez seja uma das grandes marcas de Maldivas, pois constrói um contexto atrelado a referências da cultura brasileira.

    Há um grande cuidado na questão visual e design de produção, seja pela ambientação do condomínio que possui uma estética instagramável e condizente com a personalidade de Milene; ou por elementos da nossa cultura popular apresentados nos arcos de Rayssa e Liz.

    Maldivas é uma série que possui grande personalidade, mesmo que explore elementos investigativos já muito conhecidos. O carisma das personagens principais ajuda a conduzir a trama, explorando um estilo Meninas Malvadas (2004) de relacionamento.

    PRIMEIRAS IMPRESSÕES - Maldivas (1ª temporada, 2022, Netflix)

    Apesar dos aspectos técnicos terem me chamado mais a atenção nesses três primeiros episódios, o roteiro de Klen funciona muito bem. Há indiretas muito pontuais, principalmente nos diálogos de Manu Gavassi, que utiliza seus trejeitos já tão conhecidos para compor sua personagem.

    É claro que, até o episódio em que eu assisti, Maldivas não reinventa a roda em tramas de investigação. Existem algumas facilitadas no roteiro que muito remetem aos anos 1990, quando os personagens exibiam qualificações específicas para que determinada situação pudesse seguir em frente. Atrelado ao elemento de narração explorado por Klen, esses detalhes tornam tudo mais camp e engraçado.

    Por trás das personalidades de Mulheres Ricas, as personagens possuem seus próprios demônios, e os episódios conseguem dividir momentos específicos para que cada uma delas explique essas situações. Até o momento, acho que Gavassi e Marquezine são as que mais possuem tempo de tela, mas Menezzes e Castro também tem bastante espaço para se desenvolver.

    VEREDITO

    Com três episódios interessantes, Maldivas começa com o pé direito como uma ótima produção nacional. Descontraída, engraçada e tecnicamente sólida, o seriado tem tudo para aparecer no top 10 da Netflix em sua estreia. Se a produção seguir com boas decisões criativas, os próximos episódios tem potencial de desenvolver uma ótima trama de investigação.

    Assista ao trailer:

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