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    Sonic Origins: Conheça os cheats do game

    Sonic Origins é a mais nova coletânea de games do Ouriço Azul lançados para todas as plataformas da atual geração. No passado, cheats eram apenas uma questão de sorte, ou na realidade, fáceis de executar se você tivesse uma revistinha que podia ser adquirida em qualquer banca de jornal. Hoje, os cheats são formas divertidas de alterar um pouco do game, tornando-o mais difícil, ou mais divertido.

    Abaixo, trazemos um guia com uma lista de cheats para os três games do Mega Drive lançados na coletânea Sonic Origins. Junto deles, revelamos como executar cada um deles.

    Para entrar com os cheats dos games, os jogadores precisam primeiro acessar o menu “Seleção de Nível”. O menu de Seleção de Nível pode ser acessado em Sonic the Hedgehog, Sonic the Hedgehog 2 e Sonic the Hedgehog 3 e Knuckles. Os códigos abaixo precisam ser inseridos quase como se os usuários abrissem um cofre, no campo de “Sound Test“.

    Abaixo ensinamos como usar a opção Sound Test e ativar os cheats.

    A opção de Seleção de Nível trará consigo não apenas a opção de Sound Test. As opções a seguir são exibidas:

    • Player: Ao selecionar embaixo, os jogadores poderão escolher com qual personagem você jogará, te permitindo escolher de acordo com os códigos.

    00 – Sonic e Tails;
    01 – Sonic;
    02 – Tails;
    03 – Knuckles.

    • Spindash: Essa opção te permite ativar ou desativar a habilidade de Sonic;
    • Max Emeralds: Essa opção te permite mudar os requisitos de ter que coletar seis o sete Esmeraldas do Caos (o game original contava apenas com seis, o remaster conta com sete);
    • Items: A opção te permite alterar os itens no game;
    • S1 Spikes: Essa opção te permite mudar a regra dos espinhos;
    • Gnd Spd Cap: Essa opção liga ou desliga o limite de velocidade do solo;
    • Air Spd Cap: Desliga ou liga a opção de limite de velocidade no ar.

    SONIC THE HEDGEHOG

    Sonic

    Seleção de Nível: Na tela título do game, onde a logo do primeiro game aparece, aperte no seu controle: Cima, Baixo, Esquerda, direita e então aperte qualquer botão. Após realizar a sequência, você terá acesso a tela de Seleção de Nível. A opção de Sound test é a última do lado direito.

    Todas as Esmeraldas do Caos: Na opção Sound test, insira a combinação 04, 01, 02, 06.

    Debug Mode: Na opção Sound test insira a combinação 01, 09, 09, 01, 00, 06, 02, 03. Entre em um nível qualquer e um dos seguintes comandos para se transformar em um dos objetos que podem ser colocados ao longo das fases: Nintendo Switch – A, PlayStation – Círculo, Xbox – B.

    SONIC THE HEDGEHOG 2

    Sonic

    Seleção de Nível: Na tela de título do game, insira a combinação, Cima, Cima, Cima, Baixo, Baixo, Baixo, Esquerda, Direita, Esquerda, Direita e aperte qualquer botão de ação.

    Super Sonic: Use a opção Sound Test na área de Seleção de Nível para inserir a sequência 04, 01, 02, 06. Ao longo dos níveis, após ativar esse cheat, depois que os jogadores coletarem 50 anéis, e apertarem um dos comandos enquanto no ar, vocês podem se transformar em um Super Sonic: Nintendo Switch – X, PlayStation Triângulo, Xbox – Y.

    Debug Mode: Use a opção Sound Test para inserir a sequência 01, 09, 09, 02, 01, 01, 02, 04. Entre em um nível e pressione um dos comandos a seguir para transformar Sonic em um dos objetos que podem ser colocados no game: Nintendo Switch – A, PlayStation – Círculo, Xbox – B.

    SONIC THE HEDGEHOG 3 & KNUCKLES

    Seleção de Nível: Na tela título, insira a sequência Cima, Cima, Baixo, Baixo, Cima, Cima, Cima, Cima. Aperte baixo, baixo para acessar a opção Sound Test.

    Super Sonic: Insira na opção Sound Test 04, 01, 02, 06. Ao coletar 50 anéis em uma das fases, pressione o botão de salto quando Sonic estiver no ar.

    Hipersônico: Use a opção Sound Test e insira o código 04, 01, 02, 06, 04, 01, 02, 06. Ao coletar 50 anéis em uma das fass, pressione o botão quando Sonic estiver no ar.

    Debug Mode: Na opção Sound Test insira a sequência 01, 09, 09, 04, 01, 00, 01, 08. Entre em uma das fases e pressione um dos seguintes comandos para transformar Sonic em um dos objetos de nível para inseri-lo naquele mundo. Nintendo Switch – A, PlayStation, Círculo, Xbox – B.

    Confira as nossas primeiras impressões do game:

    Sonic Origins está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch, Xbox One, Xbox Series X/S e PC.

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    CRÍTICA – La Casa de Papel: Coreia (Parte 1, 2022, Netflix)

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    A série sucesso de público, La Casa de Papel, lançada originalmente em 2017 no canal espanhol Antena 3, foi lançada mundialmente no ano seguinte pela Netflix. Em 2021, após 4 anos, a série espanhola chegou ao seu fim com 5 partes. E, com o grande “boom das séries coreanas no catálogo da gigante do streaming, a plataforma anunciou La Casa de Papel: Coreia.

    A nova série é criação de Kim Hong-sun, Ryu Yong-jae, Kim Hwan-chae e Choe Sung-jun e o elenco conta com nomes como Yoo Ji-tae (Old Boy), Kim Yun-jin (Lost) e Park Hae-soo (Round 6).

    SINOPSE

    Ladrões invadem a Casa da Moeda da Coreia Unificada. Com reféns presos lá dentro, a polícia precisa detê-los, assim como a mente por trás do plano.

    ANÁLISE

    la casa de papel coreia

    Com estreia nesta sexta-feira passada (24), a primeira parte da primeira temporada conta com 6 episódios de pouco mais de 1h cada, que já estão disponíveis na Netflix; e por enquanto a segunda parte ainda não tem data de estreia.

    Nesta versão, os países vizinhos Coreia do Sul e Coreia do Norte finalmente se unificam e criam a Casa da Moeda da Coreia Unificada para imprimir uma moeda comum; e é aí que entra um grupo de criminosos que invade o órgão.

    Outra diferença entre a versão atual e a espanhola, é que enquanto os ladrões espanhóis usavam uma máscara de Salvador Dali, os ladrões no remake coreano usam máscaras Hahoe, tradicional do Oriente que está sempre sorrindo.

    Além da versão coreana, a série também ganhará um spin-off de Berlim interpretado por Park Hae-soo.

    Até hoje, nunca ficou claro quanto tempo exato uma produção deve repousar para retornar como remake, mas neste caso todos os acontecimentos da obra original parecem estar na superfície da memória e – pelo menos no meu caso – foi extremamente irritante assistir ao remake.

    VEREDITO

    “Tirar até o último leite ($$$) da vaca (franquia)”.

    Já usei essa expressão em críticas anteriores, se não me falhe a memória, referente a produção da própria Netflix. E como La Casa de Papel: Coreia é em sua essência um grande “caça-níquel”, tão descarado que já temos até um spin-off do Berlim coreano; a expressão é mais que merecida.

    Veja bem, a série em si não é ruim. Afinal, os coreanos já provaram mais de uma vez que são tão capazes quando Hollywood, seja no que se refere à filmes quanto séries de TV, como por exemplo os excelentes filmes O Hospedeiro (2006), Okja (2017) e o vencedor do Oscar, Parasita (2019); e séries como My Name (2021), Round 6 (2022) e Juvenile Justice (2022); e até documentários, como Cyber Hell: Exposing an Internet Horror (2022).

    Então, além do óbvio remake “caça-níquel”, outro grande problema de La Casa de Papel: Coreia é o timming.

    Resumidamente, La Casa de Papel: Coreia é um grande potencial desperdiçado. A produção ao não optar por ser uma sequência, joga fora todas as grandes oportunidades criadas por sua versão original espanhola. E, ao adaptar o mesmo roteiro, a nova série da Netflix desperdiça grandes talentos ao vermos os atores emulando suas versões espanholas, além das pequenas mudanças que são praticamente insignificantes para a trama.

    Para os que não assistiram a versão espanhola e/ou curte k-dramas, La Casa de Papel: Coreia pode ser melhor aproveitada; mas para os fãs do original, é muito provável que a série seja descartada em seus 20min do primeiro episódio.

    2,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

    A primeira temporada de La Casa de Papel: Coreia já está disponível na Netflix.

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    PRIMEIRAS IMPRESSÕES – Westworld (4ª temporada, 2022, HBO)

    Westworld estreia a sua quarta temporada no dia 26 de junho na HBO e HBO Max. A produção será veiculada semanalmente e conta com o retorno de seu elenco estelar: Jeffrey Wright, Thandiwe Newton, Evan Rachel Wood, Ed Harris, Tessa Thompson, Luke Hemsworth e Aaron Paul.

    Nós tivemos a oportunidade de assistir a quatro dos oito episódios da temporada. Confira abaixo as nossas primeiras impressões.

    SINOPSE DE WESTWORLD

    Situada na interseção de um futuro próximo e do passado reimaginado, explore um mundo em que todo apetite humano pode ser desfrutado sem consequências.

    ANÁLISE

    Após dois anos de pausa, Westworld retorna para sua quarta temporada. Sem nenhum anúncio sobre esse ser o último ano da série, presumimos que os criadores Lisa Joy e Jonathan Nolan ainda tenham planos para uma continuidade… mas será que há história para isso?

    Com o fim da desastrosa terceira temporada, onde os robôs conseguiram sair do parque e começaram a sua jornada de revolução no mundo dos humanos, a trama de Westworld não parecia ter espaço para crescer ou se sustentar.

    A cena pós-crédito com Bernard (Jeffrey Wright), personagem que no ano anterior foi relegado a um arco pífio e completamente descolado dos outros personagens, já evidenciava que uma grande reviravolta estaria por vir na quarta temporada – o que não é bem uma novidade em Westworld.

    O novo ano parece tentar conter as consequências que a terceira temporada causou à imagem da série. Antes uma unanimidade de público e crítica, Westworld começou a perder pouco a pouco o seu espaço por investir em tramas cada vez mais confusas e repaginar acontecimentos utilizando circunstâncias diferentes. Ao tentar se aproximar de um arco similar ao de Mr. Robot, todo o charme do seriado escorreu pelo ralo, se perdendo no jogo que ela mesma criou.

    Portanto, diante deste cenário, nada mais inteligente do que retornar às origens e focar no que o seriado tem de melhor: seu elenco. A quarta temporada volta a explorar personagens que, no ano anterior, acabaram ficando em segundo plano, como Bernard e William (Ed Harris), e retorna a um lugar comum que pode agradar os fãs da série.

    Com as típicas linhas de tempo, que são características do seriado, e um desenvolvimento mais lento, o novo ano consegue nos manter interessados na próxima grande reviravolta do roteiro. O retorno de Dolores (Evan Rachel Wood) que, na temporada passada, havia sido apagada, é um dos grandes mistérios desta nova história. Os motivos vão se desenrolando gradativamente e, até o episódio que tivemos acesso, ainda há muito a ser revelado.

    Maeve (Thandiwe Newton), Charlotte (Tessa Thompson) e Caleb (Aaron Paul) são os grandes destaques da temporada até o momento, envolvidos em uma trama investigativa que flerta o tempo todo com o suspense e terror. As cenas de ação estão bem balanceadas neste ano, retornando aos primórdios e se distanciando das péssimas escolhas criativas da temporada anterior.

    Entretanto, é difícil não sentir uma sensação de déjà vu conforme os episódios vão passando. É como se nós mesmos estivéssemos presos em uma simulação de Westworld, revivendo as mesmas ideias e recursos narrativos que foram impactantes na primeira e segunda temporadas e que, agora, já não causam o mesmo efeito.

    É difícil dizer se o público geral irá se engajar, de fato, com o novo ano da série. Para os fãs, provavelmente irá causar uma sensação de alívio, pois os episódios estão bem dirigidos e a história é instigante.

    Se eu pudesse usar o comando “análise” e apagar a terceira temporada da minha base de dados, talvez os efeitos deste quarto ano fossem mais impactantes, pois apesar de ter um desenrolar previsível até o quarto episódio, a temporada ainda é cativante, muito por causa de seus ótimos atores. Entretanto, é complicado afirmar se a temporada irá terminar de forma satisfatória.

    VEREDITO

    A nova temporada de Westworld começa com episódios interessantes e tenta se reaproximar da identidade narrativa que a fez ser tão adorada pelo público. Mesmo com um desenrolar um pouco previsível, e a constante sensação de familiaridade causada pela trama, o novo ano (até aqui) é superior à terceira temporada.

    É difícil afirmar se a quarta temporada irá terminar de uma forma arrebatadora e se será o suficiente para colocar a produção de volta nos trilhos. Entretanto, os episódios conseguem criar um suspense divertido, o que pode culminar em um bom resultado final.

    Assista ao trailer:

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    Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo: Quem é quem no longa da A24?

    Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é um longa disruptivo da A24 e que tem agradado muito a crítica especializada por conta de sua qualidade absurda, principalmente pelas atuações e direção incríveis. Sendo assim, vamos apresentar para vocês quem faz parte do elenco do longa, confira!

    MICHELLE YEOH (EVELYN)

    tudo em todo lugar ao mesmo tempo

    A protagonista do do filme, Michelle Yeoh, é um rosto conhecido em Hollywood e até temos uma referência a uma das obras mais famosas da atriz, O Tigre e o Dragão. Recentemente, Yeoh fez parte do elenco de Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021, Destin Daniel Cretton)

    Ela é Evelyn, uma mulher que vive de forma pacata e que tem problemas de relacionamento com sua filha e marido. Após descobrir que existe um multiverso e que a única pessoa que pode salvá-lo é ela mesma, Evelyn agora precisa lutar contra inimigos formidáveis.

    STEPHANIE HSU (JOY)

    A Joy de Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é conhecida por seu papel em The Marvelous Ms Maisel, como Mei Lin, uma mulher de ascendência chinesa que tem um relacionamento amoroso com Joel (Michael Zegen).

    Joy é a filha de Evelyn e é lésbica, tendo que enfrentar o preconceito da mãe, além de questões tenebrosas do multiverso envolvendo um experimento que deu errado.

    KE HUY QUAN (WAYMOND)

    tudo em todo lugar ao mesmo tempo

    O eterno Dado de Os Goonies, Ke Huy Quan também atuou na franquia Indiana Jones, em O Templo da Perdição, ao lado de Harrison Ford. Quan saiu de cena e ficou anos sem atuar, mas em 2021 voltou no longa Em Busca de Ohana e manda muito bem como Waymond, o marido de Evelyn em Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo.

    Waymond é um homem que está triste pelo seu relacionamento estar em uma crise, querendo se divorciar de sua esposa. Entretanto, suas outras versões entram em seu corpo, se tornando uma espécie de mentor de Evelyn dentro de sua jornada insana.

    JAMES HONG (GONG GONG)

    O veterano James Hong tem uma carreira na área de dublagem e fez alguns trabalhos bem interessantes como Os Aventureiros do Bairro Proibido, Kung Fu Panda, Red: Crescer É Uma Fera, além de ter feito a voz de Chi Fu em Mulan.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | TBT #73 | Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986,  John Carpenter)

    Em Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo ele é o pai de Evelyn, Gong Gong, um homem que exige muito de seus familiares e que é bastante rígido sobre moral e bons costumes.

    JAMIE LEE CURTIS

    tudo em todo lugar ao mesmo tempo

    A lendária Laurie Strode da franquia Halloween e atriz renomada, Jamie Lee Curtis, dispensa apresentações por conta de sua extensa carreira em Hollywood. Ela já atuou em diversos filmes de todos os gêneros possíveis, se destacando sempre em todos eles.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Halloween Kills (2021, David Gordon Green)

    Na obra da A24, Curtis é uma contadora linha dura, que n o multiverso é o braço direito da vilã, possuindo habilidades peculiares como ser uma exímia lutadora de luta-livre, além de ter outras cenas no mínimo bizarras envolvendo Evelyn no multiverso, sendo uma vilã bastante formidável, ameaçadora e diferente do que já vimos.


    Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo está disponível nos cinemas brasileiros. Confira nossa crítica clicando aqui.

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    CRÍTICA – Peaky Blinders (6ª temporada, 2022, BBC e Netflix)

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    Finalmente a sexta – e última – temporada de Peaky Blinders chegou ao catálogo da Netflix no dia 10 de junho; será que a trajetória de Thomas Shelby e sua família chegará realmente ao fim?

    A série criada por Steven Knight em 2013 para o canal BBC Two (1ª até a 4ª temporada), mudou-se para o BBC One (5ª até a 6ª temporada) em parceria com a gigante do streaming.

    A produção é estrelada por Cillian Murphy, Helen McCrory, Paul Anderson, Tom Hardy, Anya Taylor-Joy, Sam Claflin, entre outros.

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    SINOPSE

    Thomas Shelby (Cillian Murphy) parte para a América do Norte, onde o fim da Lei Seca traz novas oportunidades, mas ele irá enfrentar um novo perigo de um velho adversário que finalmente está fazendo sua jogada.

    ANÁLISE

    Desde que assumiu a produção, a Netflix investiu pesado nas novas temporadas de Peaky Blinders. Porém, por conta da pandemia, os atrasos foram o fator determinante para que o serviço de streaming optasse – ao lado da BBC – por encerrar a trama, que estava confirmada até a sétima temporada e, obviamente, teria um custo altíssimo até lá. 

    Isso porque, as agendas dos atores seriam extremamente conflituosas, afinal, a série conta com vários atores badalados como Cillian Murphy (Dunkirk), Tom Hardy (Venom), Anya Taylor-Joy (O Homem do Norte) e Sam Claflin (Enola Holmes), por exemplo.

    Na sexta temporada, não temos adição de grandes nomes e sim a perda lastimável da atriz Helen McCrory, a Tia Polly, que veio a falecer em abril de 2021 por conta de um câncer. E mesmo que a atriz não tenha filmado nenhuma cena da temporada, suas aparições no ano final da série são fruto de cenas deletadas das temporadas anteriores.

    A série aparentemente terminou, mas a história ainda não acabou para Tommy Shelby e sua gangue de Birmingham. De acordo com o criador do programa, Steven Knight, em vez de concluir a exibição do programa na TV, o último capítulo da história dos Peaky Blindres acontecerá no cinema.

    Como a 7ª temporada deveria completar o arco de Tommy Shelby nas suas dificuldades apresentadas nesta temporada e sua difícil transição de criar uma nova visão de mundo moral; e uma nova temporada está fora de questão, Steven Knight comentou:

    Definitivamente haverá um filme para terminar a franquia. Vou escrever um longa que será ambientado e filmado em Birmingham. E esse provavelmente será o fim da estrada para Peaky Blinders como o conhecemos.”

    Aparentemente, com as filmagens começando em 2023, os fãs podem esperar que o filme seja lançado entre 2024 e 2025.

    VEREDITO

    A última temporada de Peaky Blinders segue o alto nível das temporadas anteriores no que se refere à figurino elegante, fotografia acinzentada e ambientação e passar das décadas; por outro lado, talvez por conta das dificuldades filmagem durante a pandemia e o falecimento precoce de Helen McCrory tenha pesado no roteiro final.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | A importância de Helen McCrory em Peaky Blinders

    Mesmo com 6 episódios como de costume, a temporada final é lenta e conta com grandes jornadas que pouco agregam ao protagonista líder dos Shelbys. Felizmente, o excelente elenco bem entrosado faz peso na balança para um saldo final mediano.

    Agora, precisamos esperar mais informações sobre o longa-metragem de Peaky Blinders para conhecermos os passos finais da família Shelby e assim, termos uma conclusão satisfatória em relação ao mafioso americano Jack Nelson (James Frecheville) e ao líder facista Sir Oswald Mosley (Sam Claflin).

    3,5 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

    Todas as temporadas de Peaky Blinders estão disponíveis na Netflix.

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    CRÍTICA – Spriggan (1ª temporada, 2022, Netflix)

    Spriggan é nova adaptação da Netflix inspirada no mangá de Hiroshi Takashige, que é ilustrado por Ryoji Minagawa, infelizmente a obra de Takashige ainda não foi publicado no Brasil. Entretanto, o mangá possui uma adaptação cinematográfica, lançada em 1998 pelo Studio 4°C.

    A nova adaptação da gigante do streaming, chegou ao catálogo no dia 18 de junho; a primeira temporada da série conta com 6 episódios.

    SINOPSE

    As relíquias de uma antiga civilização guardam poderes perigosos. Ainda bem que os agentes Spriggan estão prontos para evitar que elas caiam nas mãos erradas.

    ANÁLISE

    O mais novo anime da Netflix, Spriggan, dá uma repaginada em animes menos conhecidos do público do ocidente de forma ótima, mas que pode acabar não sendo tão satisfatória para quem não curte animes com excesso de CG em 3D.

    Aqui, acompanhamos o jovem agente da corporação ARCAM, Yuu Ominae, em diversas missões que envolvem recuperar artefatos misteriosos antigos antes que elas possam cair em mãos de paramilitares e terroristas; e assim, evitando causar a destruição da humanidade. Além disso, Ominae terá que esconder sua identidade de agente de seus colegas de classe, mesmo que todos fiquem constantemente inconformados com a sua falta de comprometimento com os estudos.

    Apesar da trama ser bastante envolvente, o anime pode acabar sendo maçante em alguns aspectos como por exemplo, o protagonista ter que esconder ser “o fodão”, mas que tem de ser o aluno preguiçoso e desleixado com os seus colegas de classe para que não suspeitem de sua vida secreta de agente.

    CRÍTICA - Spriggan (1ª temporada, 2022, Netflix)

    No entanto, o anime é bastante chocante em suas cenas de ação e principalmente ao apresentar bastante gore, o que faz até ser difícil de acreditar que esse seja um anime produzido pela Netflix. Visto que poucas obras já produzidas pela gigante tenham a mesma pegada, como por exemplo Castlevania.

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    Por outro lado, a qualidade da animação é relativamente boa. Visto que a parte de CG causa muito incômodo com a animação tradicional. Creio que, se o anime tivesse optado unicamente pelo 2D, suas cenas ficariam bem mais agradáveis. Infelizmente, a animação CG fica ótima apenas nas armas dos personagens quando estão em ação.

    Outro destaque é o design militar dos personagens que faz excelente mescla do militarismo com cyberpunk.

    VEREDITO

    Por fim, Spriggan é uma ótima animação que segue a cartilha de clichês dos animes; com a produção fazendo grande referência à velha guarda dos animes, mas em paralelo apresentando uma nova roupagem. Infelizmente, acaba pecando pelo excesso ao seguir com uma animação CG e acaba perdendo a essência ao não optar pela animação em 2D.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer:

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