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    TBT #62 | O Desafio Final (1993, Godfrey Ho)

    O Desafio Final (Undefeateble), filme de Godfrey Ho, realizado em 1993, é tudo aquilo que sempre desejamos: excelentes lutas, um vilão ameaçador e memorável, mocinhos incríveis, atuações monstruosas e uma direção impecável… só que completamente ao contrário!

    Podemos dizer que o longa de Ho é uma aula do que não fazer em um filme de ação. Estrelado por Cynthia Rothrock, John Miller e Don Niam, lutadores profissionais, o longa possui cenas constrangedoras de combate, uma história que tem um bom pano de fundo, mas sua execução é patética e risível em diversos momentos.

    História de O Desafio Final

    Sting Ray (Dom Niam) é um lutador sanguinolento e psicologicamente afetado. Após ser deixado pela esposa, após abusar sexualmente dela, Ray enlouquece e começa perseguir mulheres parecidas com Anna (Emille Davazac), sua ex-mulher. Para impedi-lo, Kristi Jones (Cynthia Rothrock) e Nick DiMarco (John Miller) unem forças para derrotá-lo.

    ANÁLISE

    O Desafio Final é salada de frutas em quesito de enredo, pois aborda diversos temas como lutas clandestinas, desejo de vingança, problemas psicológicos, estupro e a marginalização da violência, o filme se perde muito.

    Godfrey Ho tenta inventar a roda e falha miseravelmente! Ao tentar fazer lutas com técnicas apuradas em planos abertos, o diretor nos demonstra sua inabilidade com a câmera, uma vez que o que temos são golpes bem longe dos corpos do adversário e cenas que são bizarras de tão mal coreografadas.

    Quando ele parte para o ponto de perspectiva dos personagens em batalha, então a situação só piora. A luta final é considerada a pior da história do cinema, visto que tem corpos besuntados, testosterona voando da tela e olhos esbugalhando.

    As atuações são desastrosas! Niam e Miller, por exemplo, são caricatos demais e seus personagens são os típicos machões dos anos 80/90. Já Rothrock tenta fazer algo diferente dos demais por ter um pouco mais de talento, mas não consegue entregar muito. Ela brilha em uma cena especifica e nada mais (ler com a voz do Faustão).

    VEREDITO

    Podemos dizer com tranquilidade que O Desafio Final é um arremedo de filme de luta. Com escolhas totalmente equivocadas, começando pelo diretor, o filme entrega boas risadas e diversão para o fã de cinema trash.

    Esta crítica é em homenagem ao meu irmão Gilberto Soares que é o Undefeatable de nossas vidas!

    Assista ao trailer:

    E você, curte filmes trashes? Já assistiu a essa nossa indicação? Se sim, deixe sua avaliação e comentários. Para mais indicações (de diversos gêneros) veja: TBT do Feededigno.



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    CRÍTICA – O Melhor Está por Vir (2020, Matthieu Delaporte, Alexandre De La Patellière)

    O Melhor Está por Vir tem uma premissa muito simples e que já foi contada algumas vezes, todavia, possui muitos méritos por conta dos seus principais personagens que são cativantes e muito interessantes.

    HISTÓRIA

    Arthur (Fabrice Luchini) e César (Patrick Bruel) são melhores amigos completamente opostos em personalidade. Quando Arthur descobre que César tem uma doença terminal e apenas seis meses de vida, tenta contar para César a derradeira notícia, entretanto, ao ficar nervoso dá a entender que ele é quem está morrendo, criando uma série de confusões divertidas.

    ANÁLISE

    O Melhor Está por Vir não está aqui para inventar a roda, muito pelo contrário, sua trama é simples e objetiva, sem muitos rodeios no seu texto, apesar de todas as confusões e reviravoltas que seus personagens criam ao longo dos quase 120 minutos.

    O Pior Está por Vir

    Comecemos pelos problemas do filme. A história não consegue se sustentar por muito tempo, tornando-se cansativa no meio do filme. Se não fosse por seus personagens extremamente ricos, O Melhor Está por Vir seria um filme pouco palatável para os críticos mais fervorosos de cinema, uma vez que a sua simplicidade em certo momento incomoda muito.

    O fato da trama não se sustentar faz com que o espectador fique um pouco impaciente esperando que o personagem de Fabrice Luchini desembuche de uma vez por todas a verdade, pois uma hora ficamos até irritados com o isso. Contudo, fora a trama cansativa, o filme tem diversos méritos. Vamos a eles…

    O Melhor Está por Vir

    Se por um lado a história nos leva ao cansaço, por outro, seus protagonistas carregam o filme de forma magistral.

    Arthur é um homem sério, honesto e certinho. César é imaturo, desimpedido e virtuoso, características opostas, uma amizade difícil de se imaginar.

    Os atores conseguiram empregar muito bem as características de cada um em suas performances, colocando nuances interessantes em suas personas. Enquanto Arthur é controlador, disciplinador e rígido, César é covarde, insistente e dependente das pessoas ao seu redor para ser feliz. Cada um deles possuem características muito humanas, mesmo que levadas ao extremo, de uma forma até estereotipada, algo que não soa de forma ruim no longa. Mérito total por parte dos executores que conseguem ser extremamente carismáticos, fazendo com que você torça e sofra com eles.

    O Final da Crítica Está por Vir

    O Melhor Está por Vir é instigante e um deleite. Sua forma leve e feito para seus protagonistas nos passa boas mensagens de esperança e amor. Assim como outras obras do gênero, nos dá uma sensação de bem-estar ao final, nos deixando numa paz de espírito e com o coração mais aquecido.

    Assista ao trailer legendado:

    O Melhor Está Por Vir chega hoje aos cinemas. Após assisti-lo, volte aqui para deixar seus comentários e sua avaliação.



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    Star Wars: The Clone Wars introduz uma nova classe de droid

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    ALERTA DE SPOILER: Esta publicação contém spoilers de A Distant Echo, o último episódio da 7ª temporada de Star Wars: The Clone Wars.

    O retorno triunfante de Star Wars: The Clone Wars trouxe uma nova perspectiva sobre a ação e o design da série. Embora a diferença de tempo no universo não seja muito grande, no mundo real a temporada final levou anos para finalmente ser lançada no Disney+. Isso leva muito tempo para atualizações, e isso significa que o exército separatista que luta contra os heróis da série tem alguns “novos brinquedos”.

    O primeiro olhar que os fãs receberam do que o exército separatista tem reservado são os droides de apoio aéreo da ala D que guardam a base da União Techno que Anakin Skywalker, Capitão Rex e Bad Batch se infiltram.

    Eles parecem ser um projeto experimental diferenciado dos droides de batalha B1 típicos que os exércitos Jedi e clones enfrentam, embora sua programação vocal e IA pareçam bastante semelhantes.

    Então, o que há de diferente nesses novos droides? O mais notável de todos é a anatomia deles. Em vez de seguir a estrutura humanóide mais convencional da série B1, esses novos droides têm articulações e ângulos desumanos para seus membros. Uma vantagem de design que eles desfrutam em relação aos seus antecessores é que seus blasters são conectados a eles em vez de transportados como rifles, e parece que cada droide vem equipado com dois blasters em vez do rifle solitário do B1.

    Embora os novos droides sejam rapidamente vencidos pelas mãos dos heróis, eles representam uma ameaça maior. Em um ponto durante o episódio A Distant Echo, dois dos droides emboscam Anakin em uma passagem estreita, com um de cada lado.

    Lutando para desviar o fogo do blaster de ambas as direções, cabe ao aliado de Anakin salvá-lo. Certamente, isso é mais perigoso do que dois B1s contra o Cavaleiro Jedi.

    E ainda há mais problemas pelo caminho. Se os novos droides são parecidos com suas encarnações nos episódios inacabados da temporada final de Star Wars: The Clone Wars, então pode haver uma habilidade única esperando para ser revelada no próximo episódio. Ou seja, eles ganharam o nome de droides de “suporte aéreo” por sua capacidade de voar. Como o episódio A Distant Echo terminou pouco antes da fuga de Anakin e companhia das instalações, é provável que haja uma cena de perseguição que vá para o céu em um futuro próximo.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Star Wars: The Clone Wars traz personagem dado como morto 

    A animação é transmitida pelo serviço de streaming Disney+, a temporada final de Star Wars: The Clone Wars e no elenco de dublagem temos Matt Lanter como Anakin Skywalker, Ashley Eckstein como Ahsoka Tano, Dee Bradley Baker como Capitão Rex, James Arnold Taylor como Obi-Wan Kenobi, Katee Sackhoff como Bo-Katan e Sam Witwer como Maul.



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    Castlevania: Symphony of the Night chega em versão mobile

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    O jogo Castlevania: Symphony of the Night foi lançado de surpresa e completamente sem aviso prévio para Android e iOS.

    A versão original do jogo foi lançada em 1997 para PlayStation, e no ano seguinte saiu também para o Sega Saturn. Desde então, o game foi adaptado para outras plataformas, como o PSP, Xbox 360, PlayStation 4 e agora na versão mobile para Android e iOS.

    A versão mobile de Symphony of the Night tem tamanho de 338,2 MB e está disponível em seis idiomas: inglês, japonês, alemão, francês, italiano e espanhol.

    O jogo está disponível tanto no Google Play quanto na App Store e custa R$ 10,90. Os assinantes da Games with Gold também poderão baixar outro jogo da franquia, Castlevania: Lords of Shadow 2.

    Veja o que diz a descrição, na AppStore:

    “Este port direto do clássico RPG de ação permite que você pule, use o dash e o slash para chegar até o vasto castelo de Dracula como Alucard enquanto encontra uma variedade única de inimigos e personagens ao longo do caminho.”

    A versão mobile chega poucos dias antes da terceira temporada da animação da Netflix, que estreia amanhã, 5 de Março. As duas primeiras temporadas de Castlevania estão disponíveis no catálogo da gigante do streaming.



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    Netflix e ONU Mulheres lançam coleção especial para o Dia Internacional da Mulher

    A Netflix e a ONU Mulheres lançaram hoje “Porque ela assistiu” – uma coleção especial de séries, documentários e filmes na Netflix para celebrar o Dia Internacional da Mulher.

    A coleção, que estará disponível o ano todo, tem a curadoria de estrelas femininas que atuam à frente e atrás das câmeras. Entre elas estão Sophia Loren, Janet Mock, Salma Hayek, Yalitza Aparicio, Millie Bobby Brown, Laurie Nunn, Lana Condor, Ava DuVernay e as brasileiras Petra Costa, Giovanna Ewbank, Pathy Dejesus, Bruna Mascarenhas, Juliana Vicente e Andrea Barata Ribeiro.

    Anita Bhatia, diretora-executiva adjunta da ONU Mulheres, disse:

    “Essa colaboração tem por objetivo responder ao desafio de contar histórias sobre o universo feminino e apresentar as mulheres em toda sua diversidade. É sobre tornar o invisível visível e provar que apenas por meio da representação e da inclusão totais das mulheres nas telas, atrás das câmeras e em nossas narrativas, a sociedade vai de fato florescer.”

    Assista ao trailer legendado da coleção da Netflix:

    Criada para o Dia Internacional da Mulher, cujo tema oficial deste ano é “Eu sou a Geração Igualdade: Pelos direitos das mulheres“, a coleção celebra as histórias que inspiraram as mulheres que nos inspiram. Esses filmes, séries e documentários – que vão de Inacreditável, Democracia em Vertigem e Coisa Mais Linda, a Orange is the New Black, Lionheart e Sex Education – iniciaram debates importantes, muitas vezes difíceis, que desafiam o modo como encaramos o mundo.

    A atriz Laverne Cox, de Orange Is The New Black comentou:

    “Ter um mundo em que todos são de fato representados é o significado de uma democracia de verdade. E poder nos ver nos permite vislumbrar possibilidades infinitas, para nós e para os outros. Orange is the New Black foi o primeiro projeto em que me senti genuinamente empoderada como mulher, graças à mulher no comando da série, Jenji Kohan, e as muitas mulheres na direção, no roteiro, na produção e na equipe, bem como às histórias que giravam ao redor de mulheres diversas de uma forma jamais vista. A série criou um espaço e uma plataforma para mim como mulher negra abertamente trans que abriu espaço para outras mulheres abertamente trans de todas as raças serem realmente vistas em nossa profunda humanidade.”

    A coleção está disponível no catálogo da Netflix. Cada título da coleção terá a indicação “Escolha de [XXXX] para o Dia da Mulher”, para que os assinantes possam saber rapidamente quem escolheu qual história. Além disso, os assinantes poderão escolher entre vários ícones de perfil de “Porque ela assistiu”, para celebrar suas personagens favoritas da coleção.

    A dra. Stacy L. Smith, fundadora da Annenberg Inclusion Initiative, ligada à Universidade do Sul da Califórnia explicou:

    “A TV e o cinema têm o poder de refletir e moldar a cultura popular, e é por isso que acreditamos que seja tão importante que mais pessoas vejam sua vida refletida nas narrativas. Nossas pesquisas mostram que inclusão atrás das câmeras leva a maior inclusão na tela. É causa para encorajamento que no ano passado 20% dos filmes originais da Netflix tenham sido dirigidos por mulheres e é empolgante celebrar essas criadoras no Dia Internacional da Mulher. Ainda há mais a fazer pela busca da igualdade, mas, ao reconhecermos talentos femininos no mundo todo, esperamos que mais mulheres se sintam encorajadas a contar suas histórias, elevando ainda mais este número.”

    A parceria da ONU Mulheres e da Netflix em apoio à campanha da Geração Igualdade ocorre no vigésimo-quinto aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, reconhecida como uma agenda visionária para os direitos da mulher. Esperamos que ela espalhe a mensagem de que fazer valer os direitos da mulher significa colocar mulheres em destaque, na busca pela igualdade de gênero.

    Confira abaixo quem são as mulheres que fizeram a curadoria da coleção “Porque ela assistiu“:

    Alejandra Azcárate (Colômbia) – Vis a Vis
    Alice Wu (Estados Unidos) – Frances Ha
    Andrea Barata Ribeiro (Brasil) – Sex Education
    Anna Winger (Alemanha) – Unbreakable Kimmy Schmidt
    Ava DuVernay (Estados Unidos) – Uma Dobra no Tempo
    Barbara Lopez (México) – Scandal
    Beren Saat (Turquia) – Bird Box
    Bruna Mascarenhas (Brasil) – Quien Te Cantará
    Cecilia Suárez (México) – História de um Casamento
    Chris Nee (Estados Unidos) – Orange is the New Black
    Christian Serratos (Estados Unidos) – goop lab com Gwyneth Paltrow
    Cindy Bishop (Tailândia) – Anne with an E
    Elena Fortes (México) – Atlantique
    Esther Acebo (Espanha) – Chef’s Table: Bo Songvisava
    Fadily Camara (França) – Como Defender um Assassino
    Fanny Herrero (França) – Je Parle Toute Seule
    Fatima Abu Bakar (Malásia) – Bebês em Foco
    Francesca Comencini (Itália) – What Happened, Miss Simone?
    Giovanna Ewbank (Brasil) – Coisa Mais Linda
    Hanna Ardéhn (Suécia) – O Silêncio dos Inocentes
    Hazar Erguclu (Turquia) – House of Cards
    Hend Sabry (Egito) – Joan Didion: The Center Will Not Hold
    Ida Elise Broch (Noruega) – RuPaul’s Drag Race
    Janet Mock (Estados Unidos) – Paris Is Burning
    Joyce Cheng (Hong Kong) – Queer Eye
    Juliana Vicente (Brasil) – Olhos que Condenam
    Kemi Adetiba (Nigéria) – King of Boys
    Kiara Advani (Índia) – Quatro Histórias de Desejo
    Lali Espósito (Argentina) – Um Lugar Chamado Notting Hill
    Lana Condor (Estados Unidos) – Grace and Frankie
    Lauren Morelli (Estados Unidos) – Julie e Julia
    Laurie Nunn (Inglaterra) – The Keepers
    Laverne Cox (Estados Unidos) – A Call to Courage
    Liz Garbus (Estados Unidos) – Ela Quer Tudo
    Logan Browning (Estados Unidos) – Alguém Especial
    Lynn Fainchtein (México) – 2001: Uma Odisseia no Espaço
    Marcela Benjumea (Colômbia) – Disque Amiga para Matar
    Mercedes Morán (Argentina) – Aquarius
    Mika Ninagawa (Japão) – O Império dos Sentidos
    Millie Bobby Brown (Reino Unido) – Miss Americana
    Mina El Hammani (Espanha) – ¿Qué coño está pasando?
    Mindy Kaling (Estados Unidos) – Chewing Gum
    Mira Lesmana (Indonésia) – ROMA
    Mithila Palkar (Índia) – Hannah Gadsby’s Nanette
    Nahnatchka Khan (Estados Unidos) – Jovens Adultos
    Ngô Thanh Vân (Vietnã) – Mulher-Maravilha
    Nosipho Dumisa (África do Sul) – Gravidade
    Pathy Dejesus (Brasil) – Criando Dion
    Paulina Garcia (Chile) – Dois Dias, Uma Noite
    Petra Costa (Brasil) – Feministas: O Que Elas Estavam Pensando?
    Salma Hayek (México) – Inacreditável
    Sandi Tan (Singapura) – Boneca Russa
    Shefali Shah (Índia) – Crimes em Déli
    Sophia Loren (Itália) – The Crown
    Yalitza Aparicio (México) – Virando a Mesa do Poder



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    Capitã Marvel: Marvel revela a incrível nova equipe de Carol Danvers

    Nesta semana, a Marvel teve algumas surpresas para revelar durante o evento C2E2, e se você é fã da Capitã Marvel, vai adorar o que a Marvel Comics revelou em sua grande apresentação.

    O próximo grande evento da Marvel se chama Empyre, e como lida muito com os Skrulls e os Kree, faz sentido que a Carol Danvers tenha um grande papel a desempenhar na história.

    A Marvel revelou a linda capa de Jorge Molina, de Capitã Marvel #20, da nova saga Empyre mostra que a nova Acusadora Suprema, Carol reuniu sua própria equipe de Acusadores, que inclui Mulher-Aranha, Hazmat e Máquina de Combate, e eles parecem incríveis. Você pode conferir a nova capa abaixo:

    Como você pode ver, cada membro tem seus trajes adaptados para a nova equipe, e todos parecem incríveis, para dizer o mínimo. Todos eles também recebem seus próprios martelos de energia, embora Carol esteja carregando o real.

    Agora, quanto ao próprio enredo, não sabemos exatamente como Carol Danvers acaba sendo a Acusadora Suprema, mas sabemos que ela está trabalhando para o Imperador Hulkling e é enviada após um soldado Kree que bombardeia uma cidade sob seu controle, e depois de ver essa equipe, nos sentimos muito mal pelo pobre soldado que está prestes a ser caçado pela galáxia.

    A Marvel também revelou algumas páginas internas de Capitã Marvel #18 do artista Cory Smith, e você pode conferir as abaixo. Não temos certeza do que está acontecendo exatamente, mas sabemos que a nave passou por dias melhores.

    Veja a descrição oficial abaixo.

    CAPITÃ MARVEL #18

    Roteiro: Kelly Thompson
    Arte: Cory Smith
    Capa: Jorge Molina

    “A CAPITÃ MARVEL É A SUPREMA ACUSADORA! No meio da guerra, Carol se vê com um novo papel ousado – e uma arma totalmente nova – a Arma Universal, de fato. Quando um soldado Kree bombardeia uma cidade unificada do Império, o imperador Hulkling envia seu novo acusador com o martelo da justiça. Mas o que a princípio parece ser uma diretiva relativamente simples acabará desafiando Carol em um nível pessoal que ela nunca imaginou.”

    Capitã Marvel #18 chega às lojas de quadrinhos nos EUA em Maio deste ano.



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