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    CRÍTICA – Sky Rojo (3ª temporada, 2023, Netflix)

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    Chegando ao catálogo da Netflix no dia 13 de janeiro, a 3ª e última temporada de Sky Rojo traz a conclusão da história das amigas: Coral (Verónica Sánchez), Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado).

    Dos mesmos produtores de La Casa de Papel, a produção espanhola conquistou muitos fãs ao nos apresentas uma história de prostituição, tráfico humano, drogas e muita violência.

    O elenco conta também com nomes como Miguel Ángel Silvestre (Sense8), Asier Etxeandia, Enric Auquer, entre outros.

    SINOPSE

    Depois de escapar com quatro milhões de euros de seu cafetão, Coral, Wendy e Gina começam a ansiar pela possibilidade de uma nova vida em uma remota vila de pescadores. Longe da necessidade de vingança de Romeu (Asier Etxeandia) e Moisés (Miguel Ángel Silvestre). Quando, num tranquilo dia de pesca marítima, longe de todas as dores que sofreram, vêem os dois pistoleiros ressurgirem no horizonte, em alto mar, compreendem num relance que a sua vitória é apenas um triunfo parcial. Você pode ressuscitar, você pode mudar sua vida, mas não pode esquecer de onde veio. Porque no dia que você fizer isso, o passado aparecerá novamente na sua porta.

    ANÁLISE

    Da esquerda para a direita: Wendy, Gina e Coral.

    Mesmo não tendo as muitas temporadas como La Casa de Papel, o criador da série Álvaro Pina, conta uma história complexa e violenta de forma cirúrgica, onde na 1ª temporada nos apresentou as três mulheres que foram forçadas a trabalhar como prostitutas por um cafetão vil conhecido como Romeo.

    Na 2ª temporada, temos uma fuga ousada que as levou a uma perseguição épica para a qual não estavam preparadas, mas elas triunfaram sobre seus agressores e roubaram 4 milhões de euros para começar uma nova vida pacífica.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Sky Rojo (2ª temporada, 2021, Netflix)

    Agora, na 3ª temporada, vemos que o passado nunca fica enterrado por muito tempo e enfim o acerto de contas entre o trio de amigas e seu implacável arqui-inimigo.

    Aqui, a série nos situa seis meses após os eventos da temporada anterior; se passando por confeiteiras, as ex-prostitutas tentam seguir uma nova vida enquanto se esforçam para esquecerem seu passado traumático. No entanto, o breve raio de sol é apagado pela tempestade que se aproxima e como por um furação, a vida de Coral, Wendy e Gina é devastada mais uma vez.

    Com um início de temporada sombrio, cabe às protagonistas juntarem os cacos de sua vida já bastante fragmentada e se reerguerem em busca da tão sonhada liberdade… custe o que custar.

    VEREDITO

    O início desta temporada de Sky Rojo mantém a bom ritmo que a série alcançou nos últimos episódios de sua temporada anterior e deixa você querendo saber como tudo se resolverá. Por outro lado, o meio da temporada ganha uma certa “barriga”, mas nada que faça o espectador desistir da produção. Por sorte, os roteiristas conseguiram trazer a trama de volta aos trilhos e como uma espécie de montanha-russa a série é concluída com altos e baixos. Mas se ela terminou em alta ou em baixa? cabe a você decidir.

    4,5 / 5,0

    Assista ao trailer original:

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    CRÍTICA – Crise Sombria nas Infinitas Terras (2022, DC Comics)

    Crise nas Infinitas Terras é um marco na história da DC Comics, se tornando uma referência muito citada por se tratar de um megaevento da editora. Algumas décadas, e diversos megaeventos no caminho, chegou a vez de Joshua Williamson e Daniel Sampere a criarem um evento que vai além do peso que se espera de tal história: Crise Sombria nas Infinitas Terras.

    O mais recente grande evento lançado pela linha editorial da DC, sendo organizado por Williamson e Sampere conta também com a participação de outros artistas como Tom King, Stephanie Philips e Tini Howard.

    A história contém sete edições lançadas entre maio e dezembro de 2022 tendo seu início em Liga da Justiça #75, além de um conjunto de tie-ins a cada novo capítulo com histórias especiais e uma homenagem aos membros principais da Liga da Justiça.

    SINOPSE

    Depois de Crise nas Infinitas Terras, Crise Infinita e Crise Final… chega a Crise Sombria. O grande evento que mudará o status do Universo DC em 2023 se inicia aqui! Superman, Batman, Mulher-Maravilha e os outros heróis e heroínas da Liga da Justiça se foram.

    Aqueles que restaram como substitutos têm que proteger o mundo dos ataques dos vilões mais letais existentes. Será que os heróis de legado estão aptos para a tarefa e conseguirão impedir a grande escuridão que se estende diante de si?

    ANÁLISE

    É muito difícil não realizar comparações quando o título da história se conecta com a primeira história, mas Joshua Williamson consegue compreender que esta sequência é uma homenagem ao original, seja pelas referências e até o próprio conceito de crise que a DC estabeleceu. Sabendo que existe um peso incomparável em criar uma sequência para esta história, o roteiro bem construído e com conexões sólidas com seus tie-ins deixam as explicações mais relevantes para a história principal.

    A arte de Daniel Sampere acredito que também seja uma forma de homenagear o genial artista George Perez, falecido em 2022 e responsável pelos desenhos de Crise nas Infinitas Terras cujo trabalho é icônico pela qualidade em desenhar detalhadamente cada personagem, mesmo nas splash pages que se tornaram muito famosas.

    Particularmente, reencontrar o Pária em sofrimento foi algo muito triste, dada sua trajetória no universo anterior e como esta angústia o tornou uma conexão tão forte com a escuridão que nesta história sabemos que sempre esteve presente em tudo o que aconteceu no universo DC.

    Diferente da primeira história, Crise Sombria não é uma luta entre matéria e anti-matéria que devora tudo que foi criado no universo positivo, mas uma invasão de um exército sombrio liderado pelo Exterminador e vilões icônicos da editora como Darkseid e Apocalipse.

    A ausência da formação original da Liga da Justiça também é algo que torna a história interessante e emocionante, pois o legado destes heróis se torna o verdadeiro protagonista da narrativa, sendo simbolizado em Dick Grayson/Asa Notura e Jon Kent/Superboy.

    E se tratando desta busca, a conexão única de cada um dos heróis de legado com estes grandes símbolos também é um atrativo de Crise Sombria, seja pelo peso da responsabilidade de seguir com os valores, como a importância de ser uma nova referência para o futuro.

    Além da parte narrativa, como em toda Crise algo muda e conhecemos novos conceitos que são introduzidos. No caso o multiverso infinito que havia sido destruído retorna mas, pelos planos do Paria, eliminando o multiverso atual, o que considero um aprofundamento do ominiverso que vem sendo construído nas ultimas histórias.

    Outro grande momento é como foi dado uma grande importância ao universo individual de cada membro da Liga e sua história heroica, seja nas vitórias e derrotas, sendo capaz de criar um multiverso individual para cada personagem.

    A conclusão não é algo inovador, mas traz um rumo importante para o futuro do universo DC tornando ainda mais amplo tudo o que conhecemos a respeito da história destes personagens culturalmente icônicos.

    VEREDITO

    Com um ótimo roteiro e arte Crise Sombria nas Infinitas Terras é uma história que consegue de forma competente homenagear, tanto o grande evento como seus criadores e o legado que deixaram para o futuro.

    4,5 / 5,0

    No Brasil a HQ é publicada pela Panini Comics.


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    Nintendo Switch: Os exclusivos mais aguardados de 2023

    Nos ultimos anos o Nintendo Switch vem oscilado entre games que demonstraram o seu potencial, como Xenoblade Chronicles 3, e outros que colocaram em dúvida a vida útil do sistema, como Pokemón Scarlet e Pokémon Violet. Porém, 2023 promete ser um ano com muitas novidades exclusivas da gigante japonesa.

    Sendo assim, a equipe do Feededigno preparou uma super lista com os lançamentos exclusivos mais aguardados para 2023. Confira no artigo abaixo!

    PUBLICAÇÂO RELACIONADA | 6 jogos de terror para o Nintendo Switch

    Fire Emblem Engage (Intelligent Systems)

    Lançamento: 20 de janeiro

    Em um passado distante, quatro reinos recrutaram a ajuda de heróis de outro mundo para aprisionar um dragão monstruoso que ameaçava o mundo de Elyos. Mil anos se passaram e agora o selo que manteve a criatura aprisionada está enfraquecendo. O jogador precisará coletar todos os Emblem Rings e recrutar valorosos heróis para derrotar a besta de uma vez por todas.

    Esta é a premissa de Fire Emblem Engage, que consiste em uma continuação da história apresentada em Fire Emblem: Shadow Dragon and the Blade of Light, lançado em 1990 para o Famicon. O game promete trazer de volta personagens conhecidos dos fãs da franquia, tal como todo o universo apresentado no primeiro game.

    Kirby’s Return to Dream Land Deluxe (HAL Laboratory)

    Lançamento: 24 de fevereiro

    Lançado originalmente para o Nintendo Wii em 2011, Kirby’s Return to Dream Land Deluxe é um remake com a promessa de um conteúdo bastante encorpado. O game apresentará um design visual revisado, modelos de personagens mais detalhados, novas habilidades de cópia e a adição de novos subjogos para jogar além da aventura principal.

    Vale lembrar que o jogo original estava previsto para ser lançado em 2005, para o GameCube. Diversos problemas de produção fizeram com que a HAL Laboratory demorasse 6 anos para lançar o jogo. O remake atual também contará com um modo multiplayer cooperativo para ser jogado com toda a família.

    Bayonetta Origins: Cereza and the Lost Demon (PlatinumGames)

    Lançamento: 17 de março

    Bayonetta Origins: Cereza and the Lost Demon trará uma abordagem um pouco diferente dos demais games da franquia. O jogador assumirá o papel da jovem Cereza e seu “demônio companheiro”. Ambos precisarão combinar suas habilidades mágicas para resolver os mais diversos puzzles e avançar na história. A PlatinumGames está apresentando Bayonetta Origins como um novo ponto de partida para a franquia.

    Conclusão: quem estava acostumado com o foco de ação desafiador dos jogos principais da franquia irá reparar que Bayonetta Origins: Cereza and the Lost Demon será muito mais focado nos personagens e no mundo do game.

    The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (Nintendo)

    Lançamento: 12 de maio

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi um dos lançamento mais aclamados do Nintendo Switch, obtendo diversas notas máximas assim que chegou às lojas em 2017. Quase seis anos depois, os fãs estão esperando ansiosamente pelo próximo capítulo da lendária franquia de fantasia da Nintendo.

    O novo exclusivo será uma continuação direta do seu antecessor e apresentará uma nova ameaça ao reino de Hyrule. Em Tears of the Kingdom, o protagonista Link agora deverá viajar para um novo mundo, antes escondido nas nuvens, em uma nova jornada para derrotar o mal. O game promete trazer um novo conjunto de habilidades e armas, associados ao conhecido estilho altamente detalhado e inovador de mundo aberto apresentado no título de 2017.

    Pikmin 4 (Nintendo)

    Lançamento: não revelado

    Após cerca de sete anos em produção, a Nintendo finalmente revelou no ano passado o lançamento de Pikmin 4. O game está programado para ser lançado antes do final do ano, porém uma data específica ainda não foi anunciada.

    Pikmin é conhecido por ser uma das melhores franquias de estratégia já lançadas pela Nintendo. Em seu mais novo título o jogador precisará guiar uma horda de pequenas criaturas por diversos obstáculos no decorrer do game. Além de um novo estilo de câmera mais baixa, o jogo também trará um novo esquema de controle e uma nova gama de personagens.

    Disney Illusion Island (Nintendo)

    Lançamento: não revelado

    A Nintendo uniu forças com outra potência do entretenimento, a Disney, para oferecer uma aventura lindamente animada, estrelada pelos personagens mais amados do mundo. Disney Illusion Island começa com Mickey, Minnie, Donald e Pateta chegando ao estranho mundo de Monoth. Os heróis então descobrem que Monoth está em perigo e apenas Mickey e seus amigos podem salvar o dia.

    Será possível jogar como qualquer um dos quatro personagens clássicos da Disney ou reunir alguns amigos para jogar no modo multiplayer cooperativo com até quatro personagens ao mesmo tempo. Cada personagem terá seus próprios movimentos e habilidades especiais que serão desbloqueados ao longo do jogo.

    Disney Illusion Island trará um design de animação todo desenhado à mão, uma trilha sonora original da Disney e dublagens originais para os personagens. Será praticamente como entrar em um desenho animado clássico da Disney.


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    Noites Sombrias #99 | Sexta-feira 13, terror e Charmed

    A sexta-feira 13 é muito conhecida como “o dia de trabalho do Jason“, mas também é uma data que se conecta a outros aspectos como a numerologia e a bruxaria; assim como sua conexão no universo da cultura pop.

    O número 13 a censo comum é considerado um número de azar, quando composto (1+3) significa sorte por sua soma ser 4, um numeral de sorte. Para praticantes da bruxaria é um dia de celebração pois muitos portais se abrem para a manifestação de desejos.

    No Tarô ele é simbolizado pela carta A Morte cujo significado é bem diferente do popular, pois não significa o fim da vida, mas está conectado a grandes transformações, recomeços e renascimento, ou seja, o fim do velho e a chegada de algo novo.

    E já que falamos em bruxaria, nesta data sempre são lembrados filmes como Da Magia à Sedução (1998) e A Bruxa de Blair (1999) por exemplo, nesta oportunidade, gostaria de apresentar uma série de TV que fez muito sucesso em sua época com o tema de bruxaria e criaturas sombrias.

    Charmed foi uma série exibida entre 1998 e 2006 pela emissora The WB, que futuramente se tornaria a conhecida The CW Television tendo oito temporadas que se totalizaram em 178 episódios.

    A série tem a marca importante de ser a mais longa ser protagonizada apenas por mulheres, sendo igualada em 2012 por Desperate Housewives que possui dois episódios a mais que Charmed. Além de um longo período de exibição, a série também recebeu diversas indicações como melhor série no International Horror Guild Award e Saturn Awards vencendo em algumas oportunidades como no Hollywood Post Alliance Awards e estando na lista das 60 maiores séries Sci-Fi da TV Guide.

    A história é sobre as irmãs Halliwell que se reúnem no casarão da família após o falecimento da avó Penny (Jennifer Rhodes) e, após a caçula recitar um feitiço de um livro escondido no sótão, sua herança magica é libertada como profetizado por sua antepassada conferindo dons únicos a cada uma delas.

    Foi profetizado por Melinda Warren, a ancestral bruxa das Halliwell, que o poder na família iria crescer a cada geração até que surgissem três irmãs que seriam chamadas de As Encantadas e lutariam contra a escuridão.

    As irmãs são Prue (Shanon Doherty), Piper (Holly Marie Combs) e Phoebe (Alissa Milano) que recebem os dons de telecinese, parar o tempo ao seu redor e premonição cada uma, além do chamado “poder das três” capaz de derrotar criaturas das Trevas.

    Na terceira temporada Prue morre em uma luta com um demônio e as duas irmãs restantes encontram Paige Mathews (Rose Mcgowan) sendo uma hibrida entre bruxa e anjo possui o poder de teleportar objetos.

    E qual a conexão de Charmed com o terror?

    O terror sempre esteve conectado apenas ao lado do medo seja de algo físico ou espiritual e este universo mais místico já foi adaptado para o gênero e, no caso da série a sua riqueza está em seus subtextos e referências.

    Apesar do seriado ter um tom “leve” possui subtextos mais sombrios. Diversos elementos do universo místico que conhecemos está presente na narrativa, além de criaturas etéreas como anjos, demônios, mágicas como unicórnios, folclóricas como o Wendigo da mitologia indígena dos Ojibuas e conceitos como o nexus espiritual.

    Além dos mencionados anteriormente, o Livro das Sombras também tem uma simbologia mística, por reunir o conhecimento de todas as gerações Warren/Halliwell e seu símbolo a Triquetra tem referências as religiões Wicca representando as trindades sejam reinos (terra, céu e mar) ou forças da natureza (terra, fogo e água).

    Este símbolo em outras culturas também representa as manifestações da Deusa como Donzela, Mãe, Anciã e a representação de três acontecimentos que se conectam. Na série pode se interpretar que esta também seja a representação associada às três irmãs sendo Phoebe a Donzela (sempre sendo a irmã a buscar pelo conhecimento), Piper a Mãe (sempre a mais protetora) e Prue a Anciã (mais velha e sábia).

    O seriado se encerrou em 2006 mas se tornou uma grande referência na cultura pop, abrindo espaço para outras produções como As Bruxas de East End e até mesmo Salem, recebendo uma nova adaptação em 2018 com as atrizes Melonie Diaz, Madeleine Mantock e Sarah Jeffery como a nova versão do poder das três.

    Apesar de não ser tão lembrada atualmente Charmed foi um seriado que trouxe algo novo, interessante e sombrio para os seriados de TV sendo um precedente importante para produções futuras explorarem o gênero.


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    6 jogos de terror para o Nintendo Switch

    Sexta-feira 13 chegou e nada melhor do que aproveitar o espírito do terror. Segundo um dos muitos dos mitos da sexta-feira 13 nos apresentam uma explicação para o “terror” no qual o dia está relacionado. Segundo a origem nórdica, Odin teria realizado um banquete em Valhalla e convidado doze deuses. Loki, que não havia sido convidado para a reunião, ao saber do banquete armou uma confusão que terminou na morte de um dos convidados. Daí, vem a lenda de que uma reunião com 13 convidados sempre termina em tragédia.

    O Feededigno traz hoje uma lista com os melhores jogos do gênero disponíveis para o Nintendo Switch. Tenha em mente que quase todos eles são games single player.

    DARK SOULS: REMASTERED (2018)

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    Dark Souls se passa primariamente no reino fictício de Lordran, onde os jogadores assumem o papel de um personagem denominado “Chosen Undead” que, segundo lendas, seria responsável pela quebra de uma maldição que torna incapazes de morrer aqueles que são afligidos por uma misteriosa marca negra.

    LUIGI’S MANSION 3 (2019)

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    Luigi foi convidado a se hospedar no suntuoso hotel Last Resort. Mas com o sumiço de Mario e seus amigos, nosso herói vestido de verde terá de superar seus medos para poder salvá-los! Golpeie, sopre e aspire os fantasmas com a novíssima Poltergust G-00, e junte suas forças com Gooigi para decifrar engenhocas e derrotar chefões endiabrados em cada piso temático deste hotel. E a aventura não para por aí: entre no ScareScraper para jogar no modo cooperativo com até 7 outros jogadores pela rede local sem fio ou online!

    ALIEN: ISOLATION (2019)

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    Quando ela deixou a terra, Ellen Ripley prometeu à sua filha que retornaria para casa para comemorar seu aniversário de 11 anos. Ela nunca retornou. Quinze anos depois, Amanda Ripley descobriu que o registro de voo do barco de sua mãe foi recuperado. Amanda ingressa na estação de espaço Sevastopol para finalmente solucionar o mistério do desaparecimento de sua mãe, apenas para confrontar um horror desconhecido. Envolva-se em uma busca apavorante enquanto navega na estação confusa de Sevastopol. Despreparada e desequipada, você precisa de toda sua perspicácia e ousadia para sair vivo.

    FATAL FRAME: MAIDEN OF BLACK WATER (2021)

    O Mt. Hikami foi outrora respeitado como local espiritual. Era o local de uma religião única com base em crenças e costumes de venerar a água como entidade divina. Diz-se que ocorreram muitos incidentes e fenómenos misteriosos neste local. A história misteriosa e interligada segue três protagonistas,Yuri Kozukata, Miu Hinasaki e Ren Hojo, enquanto exploram o sinistro Mt. Hikami, local onde ocorreram muitas mortes, e os segredos que o mesmo esconde.

    DYING LIGHT: DEFINITIVE EDITION (2021)

    Você pode curtir Dying Light ao máximo com a versão final do aclamado jogo de sobrevivência de zumbi em mundo aberto. Dying Light Definitive Edition oferece a experiência completa que reúne sete anos de lançamentos em um único lugar. Explore o mundo pós-apocalíptico por completo! Dirija por Harran enquanto causa uma carnificina com o buggy, enfrente e sobreviva às provas de Bozak, explore novas zonas de quarentena e aproveite um monte de armas e visuais novos!fee

    DOCTOR WHO: THE LONELY ASSASSINS (2021)

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    A última dica dessa sexta, é baseado em uma das melhores séries já produzidas. Já imaginou o terror que é ficar preso em uma época que não é a sua? Baseado no terrível legado dos Anjos Lamentadores, apresentados pela primeira vez na icônica história “Não Pisque”, Doctor Who: The Lonely Assassins é um emocionante mistério de telefone encontrado desenvolvido pelos premiados criadores de Sara Is Missing e SIMULACRA.

    Em meio a uma série eventos sinistros em uma casa aparentemente abandonada em Londres, alguém desaparece, e é você quem encontra seu telefone. Quando ele começa a se autodestruir, a ex-cientista da UNIT, Petronella Osgood, pede sua ajuda para descobrir pistas escondidas e solucionar quebra-cabeças enigmáticos. Será que você conseguirá desvendar a verdade por trás desse desaparecimento arrepiante a tempo? Mas lembre-se: não vire de costas, não olhe para o lado e NÃO PISQUE.

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    CRÍTICA – Scrap Riders (2023, Microids)

    Scrap Riders é um game adventure no mais tradicional estilo visual pixel art. O game ambientado em um futuro cyberpunk nos permite controlar Rast, integrante de um grupo itinerante de contrabandistas que precisa enfrentar diversos desafios em face de suas sobrevivências.

    O game nos apresenta à princípio a um mundo desértico, que se contrastado pelos neons das grandes metrópoles controladas por grandes corporações, se mostra brilhante. O game publicado pela Microids pode ser considerado uma aventura point-and-click e ao mesmo tempo, um beat’em up, tendo sido desenvolvido pelo estúdio espanhol Games For Tutti, o game se apresenta ligeiramente desafiador nas pouco mais de 6 horas que levei para zerar.

    SINOPSE

    Se torne Rast, um membro de uma gangue de motoqueiro chamada de Scrap Riders, e explore as terras áridas e as grandes metrópoles controladas por corporações. Atue como um contrabandista de humor ácido para sobreviver nesse mundo apocalíptico.

    ANÁLISE

    Scrap Riders

    Scrap Riders se mostra imensamente feliz no que se propõe. Ao nos ambientar rapidamente aquele mundo por meio das tecnologias de uma época futurista, Rast precisa despertar e agir, para impedir que os bens de sua gangue sejam roubados por seus maiores rivais, a gangue Black Warriors.

    O mundo futurista do game nos apresenta algumas das referências como Fuga de Nova York, Doctor Who e outros elementos da cultura pop como Alien.

    O tipo de humor ácido daquele mundo, reflete os absurdos que apenas uma realidade cyberpunk propõe, colocando as grandes corporações no controle de tudo, inclusive das tecnologias, rebaixando quase sempre os cidadãos à um lugar de miséria, negando a eles até mesmo trabalho – já que as máquinas dominaram tudo.

    Não que isso seja ruim. O game faz também uma crítica ao direito das máquinas, e expressa fortemente o pensamento de “Direitos Humanos para Máquinas”, fazendo uma crítica ferrenha à como a máquians são subjulgadas e colocadas sempre na função de subserviência.

    GAMEPLAY E PIXEL ART

    Scrap Riders

    A gameplay de Scrap Riders é satisfatória, mas ainda se prova travada no que diz respeito ao dinamismo que o game poderia ter. Ainda que possamos nos mover rapidamente, a limitação por parte dos movimentos de Rast dão uma desanimada que é suprida por sua dificuldade.

    O pixel art do game é algo que merece destaque. Ao nos fazer sentir imersos naquele mundo, – primeiro por meio de uma tecnologia VR a qual o nosso personagem – o game estabelece que todo aquele visual única que testemunhamos nos acompanhará todo o tempo. Com a fluidez dos movimentos dos NPCs e até mesmo do mundo, que por vezes estáticos e por vezes vivo, testemunhamos que as luzes e até mesmo os áridos desertos são um acerto monumental do estúdio.

    O estúdio espanhol nos desafia, não apenas quando torna os combates não apenas difíceis, mas também provocadores. Os confrontos com nossos maiores inimigos e também a relação de Rast com aquele mundo que mesmo que desolador, parece muito vivo é uma experiência única. As linhas de diálogo com cada NPC tornam as conversas e o aprofundamento de mundo muito mais eficaz. Enquanto os personagens com quem conversamos nos apresentam suas visões de mundo, ou falam sobre as cidades, eles também apresentam linhas de diálogos profundas e motivações distintas.

    VEREDITO

    O mundo de Scrap Riders se mostra único, desde seu visual, até em seus NPCs e suas histórias. Com detalhes técnicos que vão além de um beat’em up tradicional, o game mistura a tradicional visão de um adventure point-and-click e o mistura com os mais diversos gêneros.

    Com imensos labirintos a explorar, e diversas linhas de diálogos para prestar atenção, o game é mais profundo do que se apresenta em um primeiro momento.

    4,0 / 5,0

    Scrap Riders foi lançado no dia 9 de Janeiro de 2023 está disponível para Nintendo Switch e PC.

    Confira o trailer do game:

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