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    REVIEW – Smartwatch Haylou Solar Plus RT3 (2022, Haylou)

    Haylou Solar Plus RT3 é o mais novo smartwatch da Haylou e traz um design arrojado, além de diversas funcionalidades para quem busca um produto dinâmico e de qualidade.

    Transparência: essa não é uma avaliação paga. A Haylou nos enviou o produto para avaliação e, portanto, essa análise é imparcial e sem qualquer vínculo comercial com a empresa. O voucher ao término do texto faz parte da campanha atual da Haylou e pode expirar a qualquer momento sem aviso prévio, sendo de total responsabilidade da empresa.

    ANÁLISE DO HAYLOU SOLAR PLUS

    O smartwatch da Haylou é um dos modelos mais completos e com um ótimo custo x benefício do mercado, pois possui diversas funcionalidades que auxiliam no dia a dia de quem precisa de agilidade.

    Sua moldura que conta com AMOLED de 1,43 polegadas que tem resolução de 466×466 pixels entrega uma usabilidade interessante no touch e que traz resistência em impactos. A tela possui um brilho excelente que não atrapalha em dias claros e possui o sistema Always On que acompanha o usuário o dia inteiro.

    Aos desportistas de plantão, o Haylou Solar Plus RT3 é um prato cheio, uma vez que tem uma infinidade de monitoramentos de exercícios. Para quem corre, pedala, faz exercícios ao ar livre ou em locais fechados como academias, o smartwatch conta com todos os tipos de acompanhamento de suas atividades físicas de forma personalizada.

    O relógio possui calculadora, sistema de medição de batimentos cardíacos, oxigenação do sangue, contador de passos, medidor de humor e até mesmo da qualidade do sono, super completo para quem ama tecnologia.

    Para quem gosta de praticidade, o Haylou Solar Plus RT3 conta com um bluetooth, o que auxilia em chamadas que podem ser atendidas direto no aparelho, além de controlar algumas funções do seu smartphone, como troca de músicas e recebimento de notificações das redes sociais.

    Por fim, a bateria possui uma autonomia interessante de até sete dias ininterruptos de uso e com carregamento rápido que nunca te deixa na mão. O produto também é resistente à água, ou seja, pode tomar seu banho tranquilo sem se preocupar com o aparelho.

    VEREDITO

    O Haylou Solar Plus é um smartwatch completo para quem quer um custo x benefício incrível. Com suas várias funcionalidades, sem dúvidas vale muito a pena adquirí-lo, uma vez que ele faz tudo que você precisa na sua rotina, contando com um lindo design que combina com qualquer pessoa.

    5,0/5,0

    Especificações completas
    Modelo Haylou RT3
    Haylou Solar Plus RT3
    Sensores Batimento cardíaco
    Oxigênio on sangue
    Acelerador
    Versão Bluetooth V.5,3
    Capacidade de armazenamento 128Mb (16MB)
    Tela 1,43 polegadas
    AMOLED
    Resolução 466×466 pixel
    Bateria 280mAh
    Autonomia 7 a 20 dias
    A prova da água IP68
    Modos esportivos 105 modos esportivos
    corrida, ciclimos, yoga e mais
    Recursos Ligação e chamada bluetooth
    Monitorar saúde (como período menstrual, sono, estresse, etc)
    Idiomas Português, Inglês, Espanhol, Italiano etc
    Sistema compatível Android, iOS
    APP Haylou Fun


    O que tem na caixa Relógio
    Cabo carregador
    Manual

    Você pode comprar o smartwatch com desconto com o nosso código LS165USD clicando aqui.

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    REVIEW – Microfone DM30 RGB (2022, Maono)

    O DM30 RGB da Maono é o mais novo modelo de microfone condensador da empresa. Premiado no CES 2023 Innovation Award pelo seu botão 3 em 1, o periférico desponta como um dos produtos mais conceituados da empresa.

    Confira abaixo o nosso review do DM30 RGB.

    Transparência: essa não é uma avaliação paga. A Maono nos enviou o produto para avaliação e, portanto, essa análise é imparcial e sem qualquer vínculo comercial com a empresa.

    CARACTERÍSTICAS

    ALTA SENSIBILIDADE
    Com design todo em metal, o microfone DM30 USB vem com núcleo de microfone condensador de alta sensibilidade, captação de alta taxa de amostragem de 24 bits/48kHz.

    PADRÃO CARDIÓIDE
    Equipado com padrão cardióide com excelente desempenho de supressão de ruído fora do eixo.

    MONITORAMENTO EM TEMPO REAL
    Saída de monitor em tempo real para fone de ouvido de 3,5 mm, software de controle Maono Link para PC/Mac, sincronização em tempo real de ajuste de hardware e software.

    AJUSTÁVEL COM MAONO-LINK
    Maono-Link fornece ganho de microfone, volume de fone de ouvido, tom de microfone, personalização de iluminação RGB, equalizador, limitador, compressor e muito mais.

    PORTA USB-C
    Porta USB-C, portas roscadas padrão de ⅜” e ⅝” na parte inferior, você pode conectar qualquer suporte que desejar.

    ANÁLISE DO MICROFONE DM30 RGB

    O DM30 RGB da Maono é um modelo com um valor acessível, custando menos do que R$ 300,00 (conforme cotação do dólar). Para um microfone com qualidade de material e som tão alta, o preço é algo que chama a atenção e reforça o compromisso da marca de produzir produtos que viabilizem a profissionalização de streamers e criadores de conteúdo digital.

    Com um modelo aparentemente simples de microfone de mesa, mas bem robusto na sua captação de som, o DM30 RGB possui diferentes opções de cores, sendo um diferencial para aqueles que buscam combinar o periférico com seu ambiente de trabalho ou transmissão.

    Além disso, ele é compatível com o Maono-link, um software da empresa que possibilita aos usuários ajustarem as configurações de áudio e cores do RGB, entregando um resultado final de áudio eficiente e com pouca necessidade de pós-produção.

    O DM30 RGB possui padrão cardióide e tem uma sensibilidade bem apurada. Dessa forma, é possível utilizar o microfone também para unboxings, principalmente se você possui um braço regulável para configurar a captação vinda de cima.

    Tal qual outros modelos de microfone de mesa que já vem com adaptador, o DM30 RGB pode ter seu apoio retirado da base e encaixado no braço regulável, sem a necessidade de adquirir um shock mount por fora. Dessa forma, você tem um microfone versátil por menos de R$ 300,00.

    O botão 3 em 1 é realmente uma inovação interessante, pois você não precisa ter botões separados que exerçam a mesma função. Ao apertar uma vez, você consegue mutar o microfone e, ao segurar o botão por um tempo, você troca para a regulagem de volume do fone de ouvido. Dessa forma você consegue controlar o volume e o ganho, tanto do fone quanto do microfone, em um único lugar.

    O cabo USB-C da Maono vem com um adaptador para entrada USB-A. Esse adaptador pode ser um problema para quem possui notebook, pois ele tem uma “alça” ao lado que toma o espaço de outras entradas USB. Se você possui um dock extensor de entradas, não será um problema, entretanto se você só tem um notebook como aparelho, é importante saber que talvez você tenha que desligar alguma coisa para utilizá-lo, ou então readequar seu setup.

    O fato dele vir com uma entrada USB-C é algo muito bom para quem só possui o celular para gravar vídeos, pois o microfone é compatível também com sistema operacional mobile. Desta forma, não há a obrigatoriedade de usar qualquer outro dispositivo para captação de áudio, facilitando muito a rotina do criador de conteúdo.

    Um ponto importante do DM30 RGB é que, mesmo com todas as configurações, se você deixar ele muito perto do seu rosto pode ser que o áudio saia um pouco estourado. Ao contrário do PM471, que vem com um pop-filter que reduz alguns ruídos quando o áudio é captado de perto, o DM30 RGB não acompanha a espuma, então é necessário manter uma distância segura para que o seu áudio não tenha problemas.

    VEREDITO

    O microfone DM30 RGB da Maono é um ótimo custo-benefício, pois é um microfone com um valor acessível e qualidade profissional. Se você está procurando um microfone acessível, mas poderoso e versátil, esse modelo é uma ótima opção!

    5,0 / 5,0

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    The Last of Us: Conheça Ellie Williams

    Ellie Williams é uma das mais importantes personagens de The Last of Us. Ainda que o primeiro game coloque Joel Miller como protagonista principal, a história só existe pelo fato de Ellie estar ali. A personagem também é a protagonista do quadrinho The Last of Us: Sonhos Americanos, é a personagem secundária de The Last of Us, é a protagonista jogável de The Last of Us: Left Behind e The Last of Us – Parte II.

    A origem de Ellie no primeiro game é misteriosa. Sabe-se pouco sobre sua mãe, apenas que ela era um membro dos Vagalumes. No quadrinho Sonhos Americanos e na DLC Left Behind, descobrimos o nome da mãe de Ellie, Anna. Anna será vivida na série The Last of Us da HBO pela atriz que dá vida à Ellie no game, Ashley Johnson. Espera-se que os espectadores e os fãs do game aprendam mais sobre a personagem na adaptação live-action.

    Ellie será vivida na série da HBO pela atriz Bella Ramsey.

    ORIGEM

    Ellie

    Ellie nasceu em 2019, nesta época, a Infecção por Cordyceps já havia se espalhado pelos Estados Unidos. Sua mãe era uma enfermeira chamada Anna, e ao dar a luz, acabou falecendo. Antes de sua morte, Anna confiou os cuidados de Ellie à sua amiga mais próxima, Marlene. Entretanto, Ellie só conheceu Marlene quando completou 13 anos.

    A jovem cresceu como uma órfã na zona de quarentena de Boston, e estudava na escola militar preparatória, onde ela conheceu e se tornou amiga de Riley Abel.

    A relação das duas evoluiu até se tornar algo além de uma amizade. A famosa foto de Ellie e Riley juntas, foi tirada por Ellie utilizando a câmera de Riley.

    Ellie

    Quando Ellie tinha quatorze anos, as duas foram infectadas pela infecção cerebral de Cordyceps, onde Ellie descobriu que ela era imune. Após esse momento, Marlene, líder dos vagalumes, acreditava que ela era a chave para uma possível vacina. Marlene deu à Joel e Tess – dois contrabandistas – a missão de levar Ellie para fora da Zona de Quarentena. Mas ao conseguirem chegar ao objetivo, perceberam que sua missão precisaria ir muito além.

    Tess em um primeiro momento, dissolve inimizades entre Joel e Ellie, mas após sua partida, ambos precisam descobrir como fazer a relação dos dois funcionar. E a relação dos dois precisava funcionar de qualquer jeito, já que eles passariam mais tempo junto do que esperado.

    Para a surpresa de Joel, a missão acabou se tornando uma jornada que durou um ano inteiro atravessando o Estados Unidos, e os dois acabaram formando uma relação próxima.

    Um dos momentos mais marcantes não apenas do primeiro game, como também para Ellie, é quando no Inverno, Joel se machuca e testemunhamos os acontecimentos do game a partir dos olhos dela. Neste arco, ela enfrenta um de seus piores inimigos, o canibal David. O personagem é referenciado também em The Last of Us Parte II.

    Com o game The Last of Us ambientado ao longo das quatro estações de um ano, não sabemos ao certo em quanto tempo essa história se desenrolará em uma série de TV como a da HBO. Mas é de se esperar que a primeira temporada da série contenha todos os acontecimentos do primeiro game.

    Após os Vagalumes chegarem em Salt Lake City, Joel descobriu que a única forma de criar a cura, era matando Ellie. Ao recursar fazê-lo, ele escapa com Ellie para Jackson, onde os dois acabam por se estabelecer na comunidade do irmão de Joel, Tommy no Wyoming.

    Para não te dar mais spoilers da história, recomendamos assistir a nossa gameplay no YouTube e a série que estreia no dia 15 de janeiro na HBO.

    Confira nossa gameplay do início ao fim:

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    Noites Sombrias #97 | 5 melhores filmes de terror de 2022

    No Noites Sombrias #97 vamos apresentar os cinco melhores filmes de terror de 2022, ano que foi recheado de produções incríveis no gênero.

    5° LUGAR – NÃO: NÃO OLHE

    Espetáculo

    Abrindo a lista temos Não: Não Olhe, filme dirigido pelo mestre Jordan Peele que se tronou uma referência no gênero de terror.

    O longa é tecnicamente perfeito, com momentos de tirar o folego, uma criatura curiosa e atuações muito boas de Kiki Palmer e Daniel Kaluuya.

    Cheio de referências como Além da Imaginação e uma crítica poderosa sobre a geração que quer aparecer e ficar famosa a qualquer custo, Não: Não Olhe abre de forma justa a lista de melhores filmes de terror de 2022.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Não! Não Olhe! (2022, Jordan Peele)

    4º LUGAR – O TELEFONE PRETO

    Scott Derickson nos trouxe uma grata surpresa em 2022 com O Telefone Preto, uma adaptação do conto de mesmo nome do filho de Stephen King, Joe Hill.

    Na trama, um garoto é sequestrado e agora precisa sobreviver de um serial killer sádico, sendo ajudado por espíritos de outros meninos que foram assassinados pelo sequestrador.

    Com um bom vilão, interpretado por Ethan Hawke que está fisicamente impecável. Outro grande destaque é a atriz mirim Madeleine McGraw, que dá um show como a irmã do protagonista.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – O Telefone Preto (2022, Scott Derickson)

    3° LUGAR – NOITES BRUTAIS

    halloween - noites brutais

    Seguindo a lista de melhores filmes de terror de 2022 nós temos talvez o mais curioso e diferente de todos.

    Noites Brutais subverteu o gênero de terror psicológico trazendo uma trama que tem reviravoltas mirabolantes, com personagens interessantes e um ritmo de tirar o fôlego em vários momentos.

    Na história, uma jovem aluga uma casa para realizar uma entrevista de emprego, mas chegando lá, descobre que já tem alguém no mesmo lugar, criando uma situação embaraçosa que vai escalando à medida em que acontecimentos estranhos começam a surgir.

    Se você gosta de um filme tenso, fora do padrão e quer algo diferente, Noites Brutais é uma excelente pedida.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Noites Brutais (2022, Zach Cregger)

    2° LUGAR – O PREDADOR: A CAÇADA

    Nossa lista de melhores filmes de terror de 2022 não poderia ficar sem o filme que chegou de mansinho e ganhou público e crítica trazendo de volta um dos ícones da cultura pop oitentista, o Predador.

    O Predador: A Caçada (Prey) traz Naru (Amber Midthunder), uma indígena da tribo Comanche e está tentando se provar como uma habilidosa caçadora para eles. Por ser mulher, a tradição não a deixa ser do grupo, entretanto, a chegada de um invasor poderoso faz as coisas mudarem e ela agora pode provar seu valor contra uma criatura mortal.

    Brutal, com uma protagonista carismática e com um texto muito interessante sobre colonialismo e feminismo, O Predador: A Caçada é um filmaço, contando uma jornada fantástica de um monstro lutando contra outros monstros que vivem entre nós, não se importando com quem está apenas tentando sobreviver no caminho.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – O Predador: A Caçada (2022, Dan Trachtenberg)

    1° LUGAR – X: A MARCA DA MORTE

    x - a marca da morte

    O primeiro lugar, a medalha de ouro vai para um dos filmes mais legais e intensos de 2022, premiando de forma singela dois nomes: Ti West e Mia Goth, dois destaques que criaram uma nova ícone da cultura pop e que ainda teremos a possibilidade de ver em mais duas oportunidades.

    Um grupo de jovens decide fazer um filme pornô em uma fazenda, entretanto, os donos do lugar não são nada amistosos e começam a matá-los um a um, criando um rastro de sangue.

    Contando com uma história simples, mas que traz questões importantes como a velhice, o sexo, o conservadorismo exacerbado, o machismo e a hipocrisia humana, principalmente no que se refere ao desejo. Além de tudo isso, o longa ainda é um slasher dos bons, violento e com excelentes vilões, tanto que Pearl saiu logo em seguida para contar a história da velhinha assassina.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – X: A Marca da Morte (2022, Ti West)

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    10 imperdíveis animações em stop-motion

    O stop-motion usa o mesmo princípio da animação tradicional: vários frames com sutis diferenças entre si são exibidos em alta velocidade para dar a ilusão de movimento. Só que, em vez de um desenho em alta velocidade para dar a ilusão de movimento, o stop-motion usa fotos de bonequinhos ou fantoches. Pense em clássicos como O Estranho Mundo de Jack (1993), A Fuga das Galinhas (2000), O Fantástico Sr. Raposo (2009) e Paranorman (2012), por exemplo.

    A técnica é demorada e cara; por isso, tudo é planejado para que quase não haja erros (e, portanto, refilmagens). Primeiro, os roteiros são gravados com humanos, de uma maneira bem simples, só para os animadores terem referências dos movimentos dos personagens – especialmente os da boca, conforme eles falam, e o jeito como andam. É a chamada “pré-visualização”.

    Então começa a fase de pré-produção. Enquanto os dubladores já gravam os diálogos finais (sem poder improvisar), a equipe de direção de arte tem que produzir, na escala proporcional, todos os cenários que serão utilizados na produção. No caso da série Rilakkuma e Kaoru da Netflix, por exemplo, foi preciso construir parques, prédios, escola, o interior do apartamento do ursinho, o céu, a cidade ao fundo… Tudo isso levou cerca de seis meses.

    Depois de uma longa pesquisa, reunimos uma lista meticulosa de filmes que temos quase certeza que se tornarão seus favoritos na categoria de filmes de animação stop-motion.

    James e o Pêssego Gigante (1996)

    Novamente, Tim Burton assumia a cadeira de produtor para um filme comandado por Henry Selick – o mesmo de O Estranho Mundo de Jack. Com seu estilo visual inconfundível, que depois Burton levaria para suas próprias animações, a obra é baseada em outro livro de Road Dahl e mostra um menino órfão fazendo amizade com insetos humanoides que vivem dentro de um pêssego gigante. É uma pena que a parceria de Burton com Selick não tenha tido continuidade após este filme, que foi indicado ao Oscar de Melhor Canção.

    Wallace & Gromit – A Batalha dos Vegetais (2005)

    Cinco anos depois de encantar o mundo com A Fuga das Galinhas e colocar o stop-motion de novo no mapa, o estúdio Aardman resolve presentear seus queridos personagens Wallace e Gromit (um homem e seu cão), protagonistas em diversos curtas da empresa, com seu primeiro longa-metragem.

    Na trama, a dupla investiga a sabotagem ao concurso de vegetais de sua pequena cidade, que pode ter desdobramentos sobrenaturais.

    Mary e Max: Uma Amizade Diferente (2009)

    Outro tipo de filme que não vemos tradicionalmente em animações são histórias baseadas em fatos. Aqui, no relato de uma história real, acompanhamos a inusitada amizade entre uma menina australiana de oito anos e um nova-iorquina de quarenta e quatro anos. Os dois se tornam correspondentes e começam a trocar cartas.

    O filme conta com as vozes do saudoso Philip Seymour Hoffman como MaxToni Collette como a menina Mary. Injustamente, o filme não concorreu ao Oscar de animação em 2009 – que tinha como representante do stop-motion Coraline e o Mundo Secreto.

    Frankenweenie (2012)

    A animação de Tim Burton é inspirada por uma história que Burton escreveu em seus dias de estudante. Este é um tributo, obviamente, a Frankenstein, mas também aos filmes B de terror. Como nunca visto antes, as texturas dos belos personagens da história são um elemento que adiciona muita personalidade ao filme.

    Piratas Pirados! (2012)

    Curiosamente, o filme que seguiu o vencedor do Oscar no estúdio Aardman foi Por Água Abaixo logo no próximo ano. No entanto, o motivo pelo qual não se encontra em nossa lista se deve pelo fato de que esta não é uma animação em stop-motion tradicional, e sim uma animação 3D criada por computação gráfica. Por Água Abaixo não emplacou no gosto popular e sequer foi indicado ao Oscar. Seis anos depois, o estúdio voltava ao que faz de melhor para entregar uma divertida história de piratas, recobrar o prestígio e conquistar nova indicação ao Oscar.

    Los Boxtrolls (2014)

    A animação nos conta a história de algumas criaturas estranhas e temidas (por ignorância) chamadas boxtrolls. O trabalho de animação deste filme é extraordinário. Os detalhes de cada elemento que vemos na tela vão nos surpreender.

    O Laika Studio desenvolveu para este longa-metragem cerca de 80 personagens e aproximadamente 50 cenários em miniatura para uma filmagem que durou 18 meses, sem contar a pré-produção e a pós-produção.

    Anomalisa (2015)

    Geralmente não costumamos ver questões existencialistas complexas em animações. Mas é exatamente isso o que ganhamos quando tal obra é assinada no roteiro e direção por Charlie Kaufman – o sujeito por trás das histórias Quero Ser John Malkovich (1999), Adaptação (2002) e Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças (2004). Deu para sentir o drama né? Literalmente.

    Não por menos, Anomalisa é um dos melhores filmes de 2015 e foi indicado ao Oscar de animação.

    Shaun: O Carneiro (2015)

    Depois de Wallace & Gromit, outra criação famosa dos estúdios Aardman ganhou filme próprio. Trata-se de Shaun, O Carneiro, personagem originalmente parte de uma série de TV de 2007, que durou cinco temporadas. Em 2015, tal universo ganhou a telona.

    Na trama do longa, Shaun e seus colegas ovelhas, saem da fazenda para a cidade grande.

    Kubo e as Cordas Mágicas (2016)

    Dono de um dos visuais mais encantadores de uma produção da Laika Entertainment, e ainda apostando na atmosfera soturna, Kubo e as Cordas Mágicas, se banha na cultura japonesa para contar a história de um menino músico, sua família e seus ancestrais – mesclando o mundo dos vivos e dos mortos.

    Com grandes pitadas do folclore do país, a produção talvez seja a obra mais intensa do estúdio (não recomendado para crianças menores). 

    Ilha dos Cachorros (2018)

    O longa foi lançado em 2018 e é dirigido por Wes Anderson e animado por Tobias Fouracre; ganhando o Oscar de Melhor Filme de Animação. A produção demorou 445 dias e foi produzida por uma equipe de mais de 600 pessoas utilizando mais de 200 cenários. Incrível, não é?

    Na história, o prefeito de uma cidade japonesa, devido a uma epidemia de gripe canina, ordena que todos os cães fiquem confinados na ilha. Um menino de 12 anos inicia uma grande aventura com a missão de chegar à ilha e resgatar seu animal de estimação.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Ilha dos Cachorros (2018, Wes Anderson)


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    CRÍTICA – Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses (2022, Softstar Entertainment)

    Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses é um jogo indie co-op dos gêneros aventura e puzzle desenvolvido pela Underscore e publicado pela Softstar Entertainment. O game foi lançado exclusivamente para Nintendo Switch em 24 de novembro de 2022.

    Confira nossa análise de Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses sem spoilers logo após a sinopse.

    SINOPSE

    Lisha e Aisha são irmãs gêmeas. Elas nasceram com certas características que as diferenciam das pessoas comuns. Lisha, alguns segundos mais velha que Aisha, é dotada de uma mente altamente racional, mas quase incapaz de perceber emoções ou afeto. Por outro lado, Aisha é muito sensível e suscetível. Ela adora fazer viagens vantajosas e costuma se machucar, mas não sente dor.

    Durante uma viagem, Aisha encontra um templo abandonado que existe em um folclore contado pela população local. A lenda diz que todos os sacerdotes que serviram no templo no passado são gêmeos. Além disso, Aisha descobre que um certo aparelho misterioso no templo pode integrar as almas dos gêmeos. Ansiosa para resolver o mistério, Aisha pede a Lisha que explorem o templo juntas. Embora não convencida, Lisha envia seu robô AMBU para fazer uma aventura com Aisha enquanto seu desejo persiste.

    ANÁLISE DE ALIISHA: THE OBLIVION OF TWIN GODDESSES

    Assim como River City Girls 2, Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses foi divulgado pela primeira vez na Nintendo Indie World de dezembro de 2021. Desde então estou de olho nesse jogo, tendo inclusive indicado aqui no site para que você também ficasse.

    Ao contrário das expectativas atendidas por River City Girls 2, com a aventura puzzle das irmãs Aisha e Lisha a história foi diferente. Infelizmente.

    Antes de falar sobre os pontos que me decepcionaram, vou aproveitar para destacar os pontos positivos que me chamaram atenção desde o primeiro trailer e, de fato, cumpriram o que foi prometido.

    O estilo artístico de Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses é muito bonito. Para mim, é uma mistura de elementos de RPGs clássicos como The Legend of Zelda com um visual abstrato. A Underscore acertou nesse estilo e criou cenários que parecem pinturas.

    Um outro ponto positivo é a trilha sonora, que é fantástica. A música constrói uma ambientação maravilhosa para a exploração dos puzzles que são um tanto enigmáticos. Além disso, há belas cutscenes que misturam todo o potencial aproveitado pelo estilo gráfico e pelas trilhas originais.

    Há que se destacar também o bom trabalho de dublagem das personagens (em inglês), que também é acompanhado por legendas apenas nos idiomas chinês, japonês ou inglês. Mas apesar da boa dublagem, como a sinopse é contextualizada de maneira apressada, logo já estamos no templo resolvendo os primeiros mistérios, tornando difícil de se conectar com a história.

    Os problemas de Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses

    O jogo peca por misturar diferentes formas de gameplay e complica o que, normalmente, é simples em outros jogos que se pode jogar solo ou co-op. Ele foi pensado exclusivamente para o Nintendo Switch, de modo que as possibilidades são variadas tanto sozinho, como acompanhado; além de poder ser jogado nos modos TV e portátil.

    Algo estranho aconteceu porque, basicamente, o jogo só funciona bem no modo solo e jogando no portátil. Eu infelizmente não consegui jogar o co-op local porque tenho dois consoles em casa com a minha conta e a da Stephanie conectadas em ambos. No entanto, ao tentar resgatar o segundo código enviado pela Softstar (obrigado pelo envio) na conta dela, o console acusou que o jogo já estava presente em outra conta do Nintendo Switch e que, portanto, não seria possível instalar.

    It Takes Two talvez seja o melhor exemplo de como Aliisha deveria ter sido feito, pois permite que o detentor do game convide outra pessoa que o tenha baixado, sem necessidade de tê-lo comprado. Seria uma forma de evitar esse conflito no caso de pessoas com mais de um Nintendo Switch que vivem na mesma casa.

    Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses é um jogo indie lançado exclusivamente para Nintendo Switch em 24 de novembro de 2022. Leia o review
    Créditos: Divulgação / Softstar

    Numa sessão em que iniciei Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses no modo TV, cheguei a um puzzle que exigia movimentar o Joy-Con para que Aisha fizesse um desenho na parede. Foi impossível fazer a movimentação exigida dentro do tempo limite. Então instantaneamente troquei para o modo portátil e… A resolução do puzzle foi simplesmente apertar o botão A.

    Transicionei para AMBU completar o sua parte do puzzle (pois as tarefas em geral são síncronas) e aí sim o touchscreen foi bem feito para que o robô fizesse a sua parte do desenho.

    Tanto a alternância entre personagens no modo solo, como os recursos de movimento dos Joy-Con no modo TV passam por diversas inconsistências que prejudicam a gameplay. Quando o tempo é curto demais para concluir um puzzle, passar por essas situações se torna frustrante.

    Um outro ponto que deixa a desejar em Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses é a usabilidade para avançar os diálogos. As caixas de conversa não possuem rolagem, então você precisa esperar frases em pequenos balões passarem por contra própria. Muitas vezes acontece de apenas uma palavra ser exibida porque a frase ficou mal dividida. Como o jogo possui puzzles enigmáticos, é realmente necessário entender a história. Só que a usabilidade prejudica muito isso.

    Por fim, é importante destacar que o jogo foi lançado com glitches muito estranhos. Na segunda área do game, por exemplo, eu encontrei uma moeda que precisava ser colocada por AMBU em um ponto específico, assim como Aisha deveria colocar um artefato em um totem para que, juntos, executassem uma ação para avançar na história.

    Mas colocar a moeda no local correto não habilitou a ação no totem. Então vasculhei por todos os cantos (literalmente) e encontrei uma parte da parede que me permitiu sair do local e acessar as áreas seguintes do jogo.

    No momento em que escrevo esse review, o jogo recebeu apenas uma atualização e está na versão 1.0.1, e o bug da moeda foi corrigido. Apesar disso, os demais problemas persistem e, infelizmente, prejudicam a experiência de um jogo que tem boas ideias e se diferencia por sua arte.

    VEREDITO

    Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses é um conjunto de boas ideias que não foram bem executadas. O jogo se destaca pelo estilo artístico e pela ótima trilha sonora, além de puzzles interessantes, mas aspectos de interface e usabilidade – além dos glitches – prejudicam a resolução dos enigmas, tirando a maior parte do brilho desse que poderia ser uma joia indie no Nintendo Switch.

    1,5 / 5,0

    Assista ao trailer de Aliisha: The Oblivion of Twin Goddesses

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