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    HBO Max: Confira os principais destaques do novo streaming

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    O HBO Max estreará no Brasil no dia 29 de junho e seu catálogo vasto trará títulos tanto da HBO, quanto da Warner. Uma das vantagens é que os títulos que saem no cinema entram no catálogo após 35 dias da estreia, algo inédito dentro das plataformas.

    O novo streaming é muito aguardado na América Latina e agora vamos apresentar para vocês alguns filmes e séries de destaque que você pode assistir, confira!

    FILMES

    Batman: O Cavaleiro das Trevas

    hbo max

    O melhor filme de super-heróis de todos os tempos estará disponível, assim como seus outros membros da trilogia: Batman Begins e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

    Na trama de Batman: O Cavaleiro das Trevas, o Homem-Morcego (Christian Bale) deve lidar com o Coringa (Heath Ledger) e suas atrocidades como o Palhaço do Crime.

    O longa recebeu várias indicações em premiações, vencendo a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante pela atuação do falecido Heath Ledger.

    Psicose

    serial killers

    O clássico de um dos maiores diretores do cinema, Alfred Hitchcock, estará disponível no HBO Max.

    Norman Bates (Anthony Perkins) é um jovem rapaz dono de um motel nos Estados Unidos. Sua vida pacata vira do avesso quando misteriosas mortes começam a acontecer no Bates Motel e agora ele se torna um dos maiores suspeitos.

    O longa é lendário e até hoje é considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos.

    Liga da Justiça de Zack Snyder

    Liga da Justiça: Snyder Cut será liberado em 2021!

    O polêmico Liga da Justiça de Zack Snyder é um dos grandes chamarizes do HBO Max, pois foi um dos longas mais assistidos do streaming nos Estados Unidos.

    O Superman (Henry Cavill) foi morto em combate e a esperança já não existe mais na Terra. Bruce Wayne/Batman (Ben Afleck) agora tem a missão de montar uma liga de heróis com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Ciborgue (Ray Fischer) e Aquaman (Jason Momoa) para salvar o planeta do Lobo da Estepe (Ciarán Hindis) que quer trazer Darkseid (Ray Porter) para dominar o mundo.

    O fatídico filme foi uma das maiores tretas da história do cinema, uma vez que nunca na história houve tanta comoção em um projeto. Odeiem ou amem, o Snyder’s Cut é um marco em Hollywood e está disponível para assistir no HBO Max.

    Saga Harry Potter

    hbo max

    Os cringes de plantão podem comemorar, pois a saga Harry Potter estará completa no novo serviço de streaming!

    Um menino órfão recebe uma carta e vai para um mundo mágico com criaturas fantásticas e bruxos poderosos. Ele agora é o escolhido para derrotar o temível Lorde Valdemort (Ralph Fiennes).

    Harry Potter está no imaginário de todos os millenials nascidos nos anos 90 e é, sem sombra de dúvidas, uma das maiores franquias da história do cinema. Assista e seja feliz!

    Mulher Maravilha 84 

    CRÍTICA - Mulher-Maravilha 1984 (2020, Patty Jenkins)

    O novo longa da amazona mais poderosa de todos os tempos já está disponível no HBO Max.

    Na trama, uma pedra realiza os desejos de todos, mas com consequências sombrias. Agora, Diana Prince, a Mulher Maravilha (Gal Gadot) deve derrotar seus inimigos e salvar a humanidade da ganância e ambição.

    O longa dividiu as opiniões da crítica especializada, pois traz um roteiro no mínimo controverso. Entretanto, há diversos pontos positivos em Mulher Maravilha 84 e vale a pena assistir o novo longa da maior heroína dos quadrinhos.

    Invocação do Mal

    Invocação do Mal

    Criado por James Wan, o Invocaverso foi um dos grandes sucessos no gênero de terror.

    Trazendo o casal Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson) como protagonistas, a série de filmes mostra os casos mais horripilantes da dupla.

    Com uma proposta diferente, trazendo muitos sustos e monstros apavorantes, o Invocaverso é uma excelente pedida para os fãs do gênero.

    Judas e o Messias Negro

    Judas e o Messias Negro (2)

    Um dos concorrentes fortes do Oscar de 2021, Judas e o Messias Negro é um dos nomes de peso do novo canal de streaming.

    Bill O’Neal (Lakeith Stanfield) é um trombadinha que acaba sendo pego pela polícia. Por conta de um acordo, ele acaba entrando nos Panteras Negras, um dos grupos políticos mais famosos da esquerda norte americana. Lá ele conhece Fred Hampton (Daniel Kaluuya), um líder carismático que tem como principal força a sua voz.

    Com uma atuação impecável de Daniel Kaluuya, vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, o longa é tenso e é uma baita opção para todos os cinéfilos.

    Senhor dos Anéis

    hbo max

    Os nerds de plantão vão ter uma das maiores franquias do universo, visto que a trilogia Senhor dos Anéis e os spin offs do Hobbit estarão disponíveis no HBO Max.

    Frodo (Elijah Wood) e seus amigos partem em uma jornada fantástica para derrotar o poderoso Sauron, detentor de um anel que corrompe o seu usuário.

    Com batalhas épicas, atuações memoráveis e três filmes incríveis, O Senhor dos Anéis é uma parada obrigatória para todos os nerds de plantão. Se você, nerd, não assistir, pode rasgar sua carteirinha e sair do nosso clubinho.

    Mortal Kombat 

    Mortal Kombat

    Mortal Kombat foi um dos lançamentos mais importantes da Warner em 2021, uma vez que foi uma aposta do estúdio e teve um bom retorno financeiro.

    Cole Young (Lewis Tan) tem uma marca de nascença misteriosa. Ele começa a ser perseguido por Sub-Zero (Joe Taslim), um criomante extremamente letal e agora deve lutar contra os inimigos da Exoterra para salvar o planeta.

    A crítica especializada não recebeu muito bem o novo Mortal Kombat. Entretanto, o longa foi um dos mais assistidos do HBO Max e traz a violência bem digna do game.

    SÉRIES

    Família Soprano

    hbo max

    Já no campo das séries, temos grandes clássicos no catálogo, e talvez o maior deles seja Família Soprano.

    Uma família mafiosa tem diversos conflitos e seu líder tem que lidar com todos os problemas, tentando equilibrar seus assuntos pessoais com os negócios escusos.

    Vencedora de nada menos que 21 Emmys e 5 Globos de Ouro, a Família Soprano tem de sobra tudo que uma série de topo precisa. Com um cartão de visita desses, é impossível passar longe.

    The Wire (A Escuta)

    hbo max

    The Wire é outro grande clássico que estará disponível no cardápio de séries.

    Um agente de Baltimore usa diversos métodos para diminuir a criminalidade da cidade. Enquanto isso, a luta contra as drogas está cada vez mais disputada, uma vez que há uma guerra pelo domínio do tráfico.

    O seriado relata muito bem a questão dos crimes e a brutalidade policial contra a população negra dos Estados Unidos. Com episódios memoráveis, The Wire é uma boa opção de entretenimento e reflexão.

    Titãs

    Titãs revolucionou a forma como vemos os ajudantes de super-heróis do primeiro escalão.

    Na trama, Dick Grayson, o Robin (Brenton Thwaites) é procurado por Ravena (Teagan Croft), após a menina participar de eventos sobrenaturais. Agora ele deve vestir o seu manto novamente para combater a criminalidade e uma seita fanática, reunindo um grupo de jovens superpoderosos.

    Com duas temporadas e uma terceira, que será lançada ainda este ano, Titãs é uma série que agrada e muito por ser bastante violenta e nos apresentar personagens queridos de outra forma.

    Friends

    hbo max

    Mais uma vez nós, cringes millenials, fomos vingados! Friends estará no HBO Max e não vemos a hora do novo streaming chegar.

    Um grupo de amigos tenta lidar com os problemas da vida adulta, crescendo juntos e com muita diversão e perrengues para passar.

    Com um elenco afiado e cenas que estão até hoje na nossa lembrança, Friends é um marco na vida de muitas pessoas. Por mais que receba muitas críticas, muitas delas completamente injustas, o seriado é um dos mais divertidos do catálogo.

    Game of Thrones

    hbo max

    THE WINTER IS COMING!

    A polêmica, mas incrível, Game of Thrones estará disponível dentro do menu da HBO Max.

    O trono de Westeros é disputado por diversas famílias e Ned Stark está no meio de um furacão com pessoas ardilosas e mesquinhas. Agora ele deve desvendar tudo e tentar sobreviver ao jogo dos tronos.

    Com uma história mirabolante e diversas cenas chocantes, Game of Thrones traz uma trama medieval muito intrigante e poderosa para os fãs do gênero. Apesar dos deslizes nas temporadas finais, GoT é uma das melhores séries de todos os tempos.

    Mare of Easttown

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    Mare of Easttown é uma das grandes surpresas de 2021, trazendo Kate Winslet (Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças) no papel principal.

    Uma detetive de uma pequena cidade investiga um assassinato local enquanto sua vida vai ladeira abaixo.

    Com um excelente estudo de personagem, Mare of Easttown é uma das boas opções para assistir num fim de semana.

    Lovecraft Country

    Lovecraft Country: Episódio 8 – Jig-A-Bobo | Análise e referências

    Lovecraft Country é um programa controverso, pois usa as obras de um autor racista e antissemita, H.P. Lovecraft, como combustível de uma discussão racial.

    Atticus (Jonathan Majors) e seus aliados, todos negros, devem enfrentar uma seita de supremacistas brancos e criaturas demoníacas.

    Com protagonistas negros e Jordan Peele (Nós) e J.J. Abrams (Star Wars: A Ascensão Skywalker), um negro e um judeu, nos bastidores, já valem, e muito, por sua construção. Além disso, com uma história muito bem contada, é uma excelente opção.

    Watchmen

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    Por fim, mas não menos importante, temos Watchmen, a melhor série de super-heróis que já foi feita.

    Após o ato terrorista de Ozymandias (Jeremy Irons), um grupo denominado Sétima Kavalaria usa o símbolo de um dos heróis dos Minutemen, Rorschach, e aterroriza as minorias dos Estados Unidos. Agora a Sister Night (Regina King)deve combatê-los.

    Com uma proposta de discriminação racial forte e de política, Watchmen é marcante por ser uma obra-prima da televisão. O grande destaque vai para o sexto episódio, no qual a fotografia e cinematografia são impecáveis.

    HBO MAX E SUAS VARIEDADES

    Duna: Trailer oficial estreia 09 de Setembro

    Além disso tudo que foi apresentado acima, há ainda as estreias do cinema que vão entrar no catálogo após os 35 dias. Dentre os títulos estão Duna, Matrix 4, Space Jam 2 e muito mais. No ramo de séries, uma das mais esperadas é House of The Dragon, variada de Game of Thrones que mostrará a ascensão e queda da família Targaeryan ao poder em Westeros, além de Friends Reunion, um encontro para lá de emocionante do nosso grupo favorito.

    Warner e HBO não são o únicos estúdios que farão parte do catálogo, visto que teremos desenhos do Hanna-Barbera, Cartoon Network, Adult Swim, além da Liga dos Campeões e programas esportivos disponibilizados pelo canal TNT Sports.

    Ou seja, opções não vão faltar dentro do HBO Max, que estará disponível a partir de R$ 19,90 em plataformas mobile e R$ 27,90 em multitelas.

    E vocês? Estão ansiosos? Quais títulos vocês mais aguardam? Comentem aqui!

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    CRÍTICA – Barões da Pisadinha (2021, Amazon Music)

    O mini documentário dos Barões da Pisadinha estreia na Amazon Music e no YouTube no dia 29 de junho. Com duração de 30 minutos, a produção conta alguns pontos da trajetória de sucesso da dupla nordestina.

    SINOPSE

    Rodrigo e Felipe revisitam a cidade onde cresceram e revelam detalhes sobre a trajetória de sucesso. Além da participação dos dois artistas, familiares e pessoas que marcaram sua história também dão entrevista e revelam os bastidores da carreira, de quando ainda tocavam em bares e palcos improvisados.

    ANÁLISE

    Barões da Pisadinha é um fenômeno do mercado fonográfico brasileiro. Com mais de 1 bilhão de streamings em sua conta, o grupo fundado no Interior da Bahia conquistou uma legião de fãs e arrasta multidões para os seus shows.

    Entretanto, se engana quem pensa que o sucesso veio fácil. A dupla, composta por Rodrigo e Felipe, teve que ralar muito para conquistar os resultados que possuem nos dias atuais. Os músicos iniciaram a trajetória cantando em bares e, muitas vezes, não eram pagos pelos shows que faziam.

    O documentário criado para o Amazon Music busca apresentar a história de luta dos rapazes. Com duração de apenas 30 minutos, a produção é bem concisa e não se aprofunda em grandes detalhes da trajetória. Entretanto, é possível entender a origem dos cantores e conhecer um pouco sobre suas famílias, sonhos e desafios.

    Se tem algo que o povo brasileiro tem de sobra é força. Triplique isso se você é nortista ou nordestino. A história de Rodrigo e Felipe na música se deu como uma forma de ajudar suas mães que, durante muito tempo, trabalharam prestando serviço para outras famílias.

    A vida sofrida e simples foi motivação para ambos tentarem a sorte na música, começando no forró e migrando futuramente para a pisadinha. Como explica Felipe no documentário, a pisadinha é uma mistura do xote, samba e vaneirão gaúcho, criando essa estética única e com cara de Brasil.

    Apesar da curta duração, o documentário consegue abranger vários pontos interessantes da vida da dupla. Felipe, por exemplo, era guitarrista e migrou para o teclado após sua mãe o aconselhar a comprar o instrumento. Ele aprendeu a tocar teclado em aulas no YouTube e logo se uniu a Rodrigo para fundar o grupo Barões do Forró Prime.

    Suas primeiras músicas foram gravadas em uma pequena salinha, com um colchão de espuma que imitava o efeito de um estúdio. De forma humilde, mas ancorado em grandes sonhos, o trabalho dos Barões da Pisadinha ganhou as pessoas e mudou para sempre a história de Felipe e Rodrigo.

    É inegável que, ao término da produção, ficamos com a sensação de que há uma quantidade maior de filmagens do que foi apresentado no produto final. Devido ao contexto de mini documentário, os cortes são abruptos e a condução um pouco apressada. Entretanto, é um bom entretenimento que pode ser assistido em qualquer folga do dia.

    VEREDITO

    O mini documentário sobre o Barões da Pisadinha apresenta a história de luta e sonhos da dupla de forma simples e objetiva. A produção consegue entregar uma boa narrativa, além de deixar aberto o caminho para um documentário mais longo no futuro.

    3,5/5,0

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    CRÍTICA | Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1 (2021, Chris Palmer)

    Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1 é o capítulo inicial do longa que será realizado em duas etapas. A primeira teve sua estreia no dia 22 de junho e a segunda será lançada digitalmente no dia 27 de julho.

    Dentre os destaques, temos Jensen Ackles (The Boys) dublando o Batman, um fato curioso, pois ele já dublou Jason Todd, o Robin/Capuz Vermelho em Batman Contra o Capuz Vermelho em 2010, além de o longa animado ser o último trabalho de Naya Rivera, falecida em 2020.

    SINOPSE

    Um assassino está atacando a família Maroni, um grupo de mafiosos de Gotham, em feriados do ano, deixando um rastro de morte para o Batman investigar.

    Agora o Homem-Morcego deve se juntar ao Comissário Gordon e Harvey Dent para tentar desvendar esse mistério e colocar o serial killer atrás das grades.

    ANÁLISE

    Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1 é uma adaptação muito fiel aos quadrinhos dos anos 90 que levaram os fãs do Cavaleiro das Trevas ao delírio com uma história de investigação sombria e cheia de reviravoltas mirabolantes.

    O texto e estrutura da hq é levada das páginas às telas, uma vez que a animação é muito fiel ao que vemos nos renomados quadrinhos.

    O longa é bastante imersivo e traz um mistério de difícil resolução para quem nunca leu a história. Além disso, apresenta algumas cenas novas de ação para que o enfoque da trama tenha algumas diversificações do que foi apresentado, e aí que os deslizes aparecem.

    As cenas de ação não são tão empolgantes como de costume, mas nada que nos deixe cansados ou entediados, contudo, a parte da investigação é a que realmente nos deixa vidrados em cada detalhe.

    O trabalho de dublagem é muito bom, pois os atores envolvidos estão dando tudo de si para deixar um legado interessante, principalmente Ackles que consegue ser um Bruce Wayne imponente em Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1.

    Os traços novos dessa fornada recente de animações da DC casou muito bem com estilo noir de Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1, sendo muito bem-vinda na estética do filme.

    VEREDITO

    Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1 é um deleite ao fãs do Homem-Morcego, uma vez que adapta fielmente tudo que há de melhor no quadrinho.

    Com uma trama envolvente, excelentes personagens e bons ganchos para a continuação, tem tudo para se tornar um dos filmes clássicos do amado herói dentro do mais que consolidado mundo das animações da DC Comics. Mais uma bola dentro da editora nessa linha de obras.

    4,0/5,0

    Confira o trailer de Batman: O Longo Dia das Bruxas – Parte 1:

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    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Durante o mês de junho é comemorado o orgulho LGBTQIA+ nas mais diferentes formas. Por isso, não é atoa que as produções audiovisuais fazem parte dessa celebração, já que são essenciais para trazer visibilidade a essa incrível comunidade. 

    Nós do Feededigno sabemos da importância da representatividade em tela e trabalhamos diariamente a favor da diversidade e pluralidade. Porque além de termos uma equipe diversificada, que acredita no respeito e no amor de todas formas, também acreditamos no poder da cultura pop/geek como meio de transformação. 

    Sendo assim, elaboramos uma lista com alguns dos melhores filmes e séries que realmente carregam o orgulho de ser quem se é. Cada produção foi pensada justamente para cada grupo da comunidade LGBTQIA+ e têm como intuito exaltar a diversidade.

    Boca a Boca (2020 – atualmente, Netflix)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Boca a Boca é uma produção brasileira que aborda as descobertas sexuais na adolescência em suas diferentes formas. Na premissa, jovens de uma cidade do interior começam a transmitir uma doença misteriosa pelo beijo. 

    Essa é a alegoria principal da série para tratar de liberdade sexual através da adolescência. Fran (Iza Moreira), Alex (Caio Horowicz) e Chico (Michel Joelsas) estão dispostos a confrontar os dogmas tradicionais de seus pais e da cidade onde vivem. Tudo isso trazendo relacionamentos homoafetivos para o debate. 

    Ammonite (2020, Looke)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Ammonite foi um dos filmes esquecidos de 2020, porém traz uma bela história sobre o amor entre duas mulheres em uma época onde era inimaginável pela sociedade.

    O longa é baseado na história da paleontóloga Mary Anning (Kate Winslet) e seu romance com a geóloga Charlotte Murchiston (Saoirse Ronan). Na época Charlotte era casada, mas ainda assim viveu junto com Mary. 

    O filme constrói lentamente a relação entre as duas, de forma a criar espaço para que Kate Winslet e Saoirse Roman pudessem apresentar suas próprias interpretações das personagens. É um filme sensível que traz à tona que o amor lésbico sempre esteve presente em todas as épocas. 

    Special (2020 – atualmente, Netflix)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Special é uma série original da Netflix inspirada no livro I’m Special: And Other Lies We Tell Ourselves (Eu sou Especial: e outras mentiras que dizemos para nós mesmos) que estreou em 12 de abril de 2019. A série conta com 2 temporadas e mostra a história de Ryan, um jovem gay com paralisia cerebral.

    Na primeira temporada conseguimos entender um pouco de sua história, a aceitação da sua mãe Karen (Jessica Hecht), a busca por sua nova identidade e independência.

    Ryan (Ryan O’Connell) é um jovem muito sincero e passa grande parte da série com a sua amiga Kim (Punam Patel). Toda essa honestidade continua na segunda temporada como forma de abordar assuntos sérios sobre a deficiência de Ryan e sobre a sua vivência na comunidade LGBTQIA+.

    Retrato de uma Jovem em Chamas (2020, Telecine)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Retrato de uma Jovem em Chamas foi amplamente elogiado no Festival de Cannes de 2019 por sua beleza ao retratar o amor e o desejo entre duas mulheres.

    O filme que é roteirizado e dirigido por Céline Sciamma e conta a história de Marianne (Noémie Merlant), uma jovem pintora que recebe a tarefa de produzir um retrato de Héloïse (Adèle Haenel) para seu casamento sem que ela saiba. 

    Assim como em Ammonite, Retrato de uma Jovem em Chamas evoca o protagonismo feminino em uma época conservadora. O filme é sensível e poético, mas também ardente à medida que as duas protagonistas se aproximam e constroem uma bela relação. É nitidamente um filme feito por mulheres para que mulheres lésbicas se sintam representadas. 

    Love, Victor (2020 – atualmente, Hulu)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Love, Victor é uma série da empresa de streaming Hulu que foi inspirada na obra literária Simon vs. A agenda dos Homo Sapiens. A série se passa no universo do filme Love, Simon e estreou em 17 de junho de 2020 e conta com 2 temporadas.

    Essa produção mostra a história do jovem Victor (Michael Cimino) enfrentando desafios em casa e lutando contra sua orientação sexual. Assim, ele procura Simon (Nick Robinson) para alguns conselhos, já que ele ficou muito conhecido na mesma escola que Victor agora estuda, tendo passado pelos mesmos conflitos.

    Integrando o elenco temos James Martinez (Armando Salazar), Ana Ortiz (Isabel Salazar) e Anthony Turpel (Félix).

    The Perfection (2019, Netflix)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    The Perfection é um filme de terror psicológico original da Netflix. O filme foi dirigido por Richard Shepard e estreou na plataforma em maio de 2019. 

    Esse filme mostra a história de Charlotte Willmore (Allison Williams), uma talentosa violoncelista que foi forçada a deixar a prestigiada escola de música Bachoff para cuidar de sua mãe doente.

    Após dez anos de cuidados, a mãe de Charlotte morre, e a personagem principal decide retomar a sua vida. Ao entrar em contato com seu mentor Anton (Steven Weber) descobre que ele tem uma nova pupila, Elizabeth (Logan Browning), outra jovem violoncelista cuja carreira se encontra no auge.

    Logo no início do filme é visível os olhares das duas musicistas, gestos e toques sorrateiros que nos fazem criar um shipp entre as duas.

    She-Ra e as Princesas do Poder (2018 – 2020, Netflix)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    She-Ra e as Princesas do Poder estreou na Netflix em Novembro de 2018 e conta com 5 temporadas. A série animada foi lançada por Noelle Stevenson e produzida pela DreamWorks Animation Television.

    Sendo um reboot da série da Filmation de 1985, She-Ra e as Princesas de Poder conta a história da rebelião da adolescente Adora contra Hordak e sua Horda.

    A representatividade já é vista na relação entre as princesas Netossa e Spinnerella, além dos pais do Arqueiro, que são gays. Na dublagem temos Aimee Carrero (Adora), Karen Fukuhara (Cintilante), Marcus Scribner (Arqueiro), Amanda Michalka (Felina) e Keston John (Hordak).

    Um garoto como Jake (2018, Telecine)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Um garoto como Jake foi criado pelo diretor Silas Howard e estreou aqui no Brasil em junho de 2019. O elenco conta com Jim Parsons, Clair Danes, Octavia Spencer e Leo James Davis.

    Jake (Leo James Davis) é um garoto de quatro anos que não se encaixa no padrão dos outros garotos de sua idade. Ao invés de bola e carrinho, o menino prefere brincar com bonecas, assistir filmes de princesas da Disney e se vestir como a Rapunzel.

    As coisas ficam complicadas quando os pais começam a perceber essa “diferença” e ficam preocupados sobre a relação do filho com outras crianças, fora que eles encontram uma grande dificuldade em discutir sobre o assunto.

    Ela Quer Tudo ( 2017 – 2019, Netflix)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Ela Quer Tudo é inspirada no filme homônimo de 1986 de Spike Lee e acompanha a artista do Brooklyn Nola Darling (DeWanda Wise) em seus relacionamentos. A série explora o amor livre ao mesmo tempo que trás um personagem abertamente pansexual. 

    Em duas temporadas, a produção de Spike Lee aborda orientação sexual e relacionamentos livres de forma a naturalizar o poliamor. Nola é uma mulher negra que constantemente afirma sua posição tanto amorosamente quanto politicamente.

    Eu, Tu e Ela (2016 – 2020, Netflix)

    Séries e filmes para comemorar o Dia do Orgulho LGBTQIA+

    Eu, Tu e Ela é considerada a primeira série de comédia que aborda o poliamor. Na história, Jack (Greg Poehler) e Emma (Rachel Blanchard) são um casal que sentem que falta algo na vida a dois até encontrarem Izzy (Priscilla Faia). 

    A trama gira em torno da vida a três, com todos os questionamentos e dúvidas que podem surgir, mas também com o prazer de assumir um relacionamento que desafia a sociedade. Além disso, a série também aborda a bissexualidade de forma leve e reflexiva.  

    Steven Universo (2013 – 2019, Cartoon Network)

    Steven Universo é um desenho animado da Cartoon Network que foi criado pela animadora Rebecca Sugar e estreou em abril de 2014.

    A série desenvolveu uma ampla base de fãs e é aclamada pela crítica por seu design, música, elenco de vozes, caracterização, a importância do gênero feminino, respeito com o público LGBTQIA+, construção de mundo de fantasia e ficção científica.

    Esse desenho mostra personagens adeptos do poliamor, não binários, intersexuais e lésbicas. Entre as vozes dos personagens temos dubladores e vozes conhecidas como: a cantora Estelle (Garnet), Patti LuPone (Diamante Amarelo), Zach Callison (Steven Universo) e Deedee Magno Hall (Pérola).

    Então, curtiu a nossa lista? Deixe no comentário qual produção LGBTQIA+, faltou ou qual é a sua favorita! 

    Por Matheus Inácio e Júlia Barth 

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    CRÍTICA – O Diretor Nu (2ª temporada, 2021, Netflix)

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    A temporada final de O Diretor Nu chegou ao catálogo da Netflix na última quinta-feira (24). Baseada na história real de Toru Muranishi, um inovador e polêmico diretor japonês vídeos adultos que ficou conhecido no Japão como o “Imperador da Pornografia”.

    O elenco conta com Takayuki Yamada, Shinnosuke Mitsushima, Tetsuji Tamayama, Sairi Ito, Tokio Emoto, Takenori Gotô e Misato Morita.

    SINOPSE

    O Diretor Nu conta a história de vida peculiar e dramática de Toru Muranishi (Takayuki Yamada), o ambicioso homem responsável por tentar sacudir a indústria pornográfica do Japão deixando-a de cabeça para baixo, causando grandes mudanças no segmento e gerando muitos problemas durante o processo ao ser consumido pela ambição desenfreada de fazer com que “caia pornô do céu”.

    ANÁLISE

    CRÍTICA - O Diretor Nu (2ª temporada, 2021, Netflix)Após sair da Crystal-Eizou (na série chama-se Sapphire Pictures) em setembro de 1988, Muranishi formou sua própria empresa, a Diamond Visual, que veio a se tornar uma gigante da indústria levando a pornografia a novos limites e muitas vezes além deles.

    Kaoru Kuroki estrela da Crystal-Eizou também trabalhou na Diamond Visual e em 1989, uma nova estrela, Kimiko Matsuzaka (na série ela chama-se Mariko Nogi), estreou na empresa. Apesar de sua popularidade, Diamond Visual faliu em 1992 com dívidas de 5 bilhões de ienes.

    VEREDITO

    Diferente de Elite, temos aqui uma série baseada na indústria pornô japonesa, logo, cenas de nudez e sexo, mesmo que não seja explícito, está implícito.

    Nesta segunda – e última – temporada de O Diretor Nu, temos mais uma vez uma montanha russa na vida do visionário diretor Toru Muranishi: Uma nova empresa, transmissão via satélite e claro problemas com a polícia e a Yakuza.

    Os 8 episódios seguem um bom ritmo, que somado ao carisma do elenco e um roteiro objetivo, colaboram para uma boa experiência tanto para os que curtem assistir séries maratonando ou episodicamente.

    Infelizmente o fechamento da série traz um final agridoce para alguns dos protagonistas e que por se tratar de uma obra semi-biográfica é difícil dizer quais personagens são baseados em pessoas reais e quais são fictícios.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado da 2ª temporada de O Diretor Nu:

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    CRÍTICA – X-Ray (1ª temporada, 2021, Netflix)

    X-Ray é a nova série indiana do catálogo da Netflix. Criado por Sayantan Mukherjee, o seriado antológico é composto de quatro episódios que adaptam contos do diretor e escritor Satyajit Ray. Com média de 50 minutos por episódio, a produção é uma mistura de sátira, drama e situações bizarras.

    SINOPSE

    De uma sátira a um suspense psicológico, quatro contos do célebre escritor Satyajit Ray são adaptados para as telas nesta série.

    ANÁLISE

    X-Ray certamente não é uma série que está no radar do grande público da Netflix. Ela é uma daquelas produções que fica escondida no meio da imensidão de conteúdos disponíveis na plataforma. Entretanto, sua premissa me chamou a atenção, principalmente por adaptar contos do famoso cineasta Satyajit Ray.

    As histórias de X-Ray ficam entre o drama, o suspense e o absurdo. Os episódios Bahrupiya e Forget Me Not se encaixam perfeitamente na definição de absurdo, pois as situações mesclam elementos de fantasia e horror em situações que seriam críveis. Se esses episódios estivessem ancorados em elementos tecnológicos, eles poderiam ser encaixados facilmente em alguma temporada de Black Mirror.

    O episódio Forget Me Not é certamente o pior e, infelizmente, a temporada inicia com ele. Com um suspense bem construído, a ideia do episódio é ótima. Um homem que nunca esquece nada passa a esquecer nomes, pessoas e lugares por onde esteve. O plot twist está no final da trama, quando descobrimos o que de fato está acontecendo com a vida de Ipsit Rama Nair (Ali Fazal).

    É exatamente no desfecho que se dá a derrocada do episódio. Com péssimas escolhas criativas – incluindo uma cena super machista -, a condução de Forget Me Not perde tudo em seus últimos minutos. Vale ressaltar que todas as representações femininas nos episódios de X-Ray são bem contestáveis, puxando sutilmente para uma perspectiva de vilanização da mulher.

    CRÍTICA - X-Ray (1ª temporada, 2021, Netflix)

    A história de Bahrupiya, por outro lado, é interessante e realmente prende a nossa atenção. Os conflitos do personagem Indrashish (Kay Kay Menon), que mais parece um incel de meia idade, tem um desfecho bem satisfatório. Apesar do design das caracterizações não ser muito bom, o roteiro consegue construir uma grande tensão, encontrando seu ponto alto nos últimos minutos de duração.

    Os outros dois episódios, Hungama Hai Kyon Barpa e Spotlight, são menos absurdos e focam bastante em temas existenciais. Não que Bahrupiya não tenha boas reflexões, mas sua veia para a bizarrice se sobressai.

    Hungama Hai Kyon Barpa é provavelmente o meu favorito da temporada. Baseado no conto Barin Bhowmick’s Ailment, o episódio conta a história de dois homens que dividem uma cabine no trem. Quando Musafir Ali (Manoj Bajpayee) percebe que já encontrou o seu colega de cabine em um outro momento de sua vida, a trama ganha tons dramáticos e divertidos. Contando com pouquíssimas locações, todo o entretenimento do episódio fica a cargo das atuações de Manoj Bajpayee e Gajraj Rao, e eles se saem muito bem.

    Para fechar, Spotlight conta a história de um jovem ator chamado Vikram “Vik” Arora (Harshvardhan Kapoor). Extremamente mimado e com síndrome de Deus na terra, o menino se recusa a dividir as atenções com uma figura religiosa local chamada Didi. Em meio à crise de ego de Vik, o episódio escalona sua tensão para um desfecho inacreditável.

    CRÍTICA - X-Ray (1ª temporada, 2021, Netflix)

    Acredito que todas as histórias possuem uma mesma ótica, que é a análise do ser humano por meio de metáforas absurdas. Entretanto, nem todas as execuções possuem o mesmo impacto, mesmo que seu material base tenha um grande senso de unidade.

    As melhores execuções, a meu ver, estão nos contos Hungama Hai Kyon Barpa e Bahrupiya, pois além das histórias não terem pontas soltas, elas conseguem trabalhar bem seus elementos chave (humor e suspense, respectivamente), entregando uma boa “moral da história”.

    Vale ressaltar como ponto positivo a construção de cenários e sets da temporada. Cada capítulo possui uma estética única, trabalhando elementos distintos nas composições das empresas, prédios, hotéis e outros espaços retratados. Entretanto, toda essa beleza visual não é explorada da melhor forma, pois a edição das cenas não nos permite aproveitar por muito tempo essas locações.

    VEREDITO

    X-Ray é uma série antológica interessante e pode abrir caminho para a adaptação de outros contos de Satyajit Ray. O saldo dessa primeira temporada é mediano, com dois episódios bons e dois episódios abaixo do esperado.

    2,5/5,0

    Assista ao trailer:

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