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    CRÍTICA – Geração 30 e Poucos (1ª temporada, 2021, Netflix)

    Geração 30 e Poucos (Generazione 56K) é uma produção italiana distribuída pela Netflix. A série foi produzida pelo grande estúdio italiano Cattleya e tem o apoio da ITV Studios.

    A criação fica por conta de Francesco Ebbasta, que também dirige a série ao lado de Alessio Maria Federici (Uno di Famiglia). No elenco estão Angelo Spagnoletti, Cristina Cappelli, Gianluca Colucci e Fabio Balsamo.

    SINOPSE

    Daniel (Angelo Spagnoletti) é um desenvolvedor de aplicativos que está cansado de conhecer pessoas na internet e não conseguir estabelecer nenhuma conexão real. Até uma noite que ele reencontra Matilda (Cristina Cappelli), uma velha amiga da escola. Ambos começam a se aproximar, apesar dela estar noiva.

    ANÁLISE

    A mais nova e já velha discussão da internet sobre conflitos de geração, a qual dividiu Millennials e Geração Z, têm tudo a ver com a série Geração 30 e Poucos. Isso porque, essa charmosa produção italiana remete à nostalgia ao mesmo que traz à tona os conflitos de uma geração desiludida com os relacionamentos.

    A trama, que altera entre passado e futuro, apresenta os encantos e desencantos da vida de Daniel (Angelo Spagnoletti). Quando criança nos anos 90, o rapaz e os amigos Luca (Gianluca Fru) e Sandro (Fabio Balsamo), descobriam as maravilhas da internet discada e também das fitas pornográficas.

    Já quando crescidos, Daniel e seus dois amigos viraram desenvolvedores de aplicativos enquanto tentam consertar os aspectos amorosos da vida adulta. Daniel, em especial, está desacreditado com seus relacionamentos até reencontrar Matilda (Cristina Cappelli). A mesma menina que tinha pavor na época de escola.

    Dessa forma, Geração 30 e Poucos é uma comfort série para assistir naqueles dias em que se deseja relaxar. Mas, também é uma produção muito fácil de se identificar e criar apego, visto que os personagens são totalmente carismáticos e estão naquela fatídica fase da vida onde começa-se a questionar escolhas pessoais.

    Consequentemente, tanto o elenco adolescente, quanto adulto funciona muito bem, criando uma dinâmica divertida entre os personagens. As paisagens italianas de verão e a trilha sonora noventista colaboram para o tom nostálgico e romântico da série.

    CRÍTICA - Geração 30 e Poucos (1ª temporada, 2021, Netflix)

    Sendo assim, Geração 30 e Poucos aborda muito além dos problemas de uma geração (um pouco) decepcionada com a vida adulta. A produção também trata sobre o quanto é importante ter amigos fiéis e apoio familiar. Por fim, a série consegue ter um ritmo agradável em seus oito episódios criando uma atmosfera sentimentalista nos mais diferentes níveis.

    VEREDITO

    Geração 30 e Poucos é uma ótima série para os nostálgicos dos anos 90 e também para quem está em busca de um romance descontraído. Os personagens cativantes e a estética veranista que traz lindas paisagens da Itália é a cereja do bolo.

    3,5 / 5,0 

    Assista ao trailer (em italiano):

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    CRÍTICA – Quando Finalmente Voltará a Ser Como Nunca Foi (2016, Joachim Meyerhoff)

    Quando Finalmente Voltará a ser Como Nunca Foi é um livro narrado como se fosse um memoir, pelos olhos do pequeno Joachim, ou Jocki como gosta de ser chamado, que cresceu em uma casa na propriedade do Hospital Psiquiátrico de Hesterberg, na cidade de Schleswig, Alemanha, onde seu pai trabalha, e nos foi cedido para crítica pela editora Valentina.

    SINOPSE

    Isso é normal? Crescer entre centenas de pessoas com deficiência física e mental, como o filho mais novo do diretor de um hospital psiquiátrico para crianças e jovens? Nosso pequeno herói não conhece outra realidade – e até gosta muito da que conhece. O pai dirige uma instituição com mais de 1.200 pacientes, ausenta-se dentro da própria casa quando se senta em sua poltrona para ler. A mãe organiza o dia a dia, mas se queixa de seu papel. Os irmãos se dedicam com afinco a seus hobbies, mas para ele só reservam maldades. E ele próprio tem dificuldade com as letras e sempre é tomado por uma grande ira. Sente-se feliz quando cavalga pelo terreno da instituição sobre os ombros de um interno gigantesco, tocador de sinos.

    ANÁLISE

    Quando Finalmente Voltará a ser Como Nunca Foi é um romance tragicômigo que fala de uma família “normal” vivendo em meio aos “loucos” e que usa desse artifício para falar do relacionamento disfuncional dos personagens entre si, que nada mais é do que o retrato de uma família que poderia ser a sua ou, no mínimo, a de alguém muito próximo a você.

    VEREDITO

    Neste livro, ao narrar algumas situações, Joachim Meyerhoff nos mostra como foi sua vida peculiar sem a pretensão de fazer uma grande reflexão e/ou dar sentido a elas, apenas expressando como elas o fizeram se sentir na época e como ele as vê agora, tudo do ponto de vista pessoal e muito particular. 

    Por se tratar de um livro autobiográfico, pode não agradar aos leitores que buscam uma ficção; e para os que já leram alguma história que se passa em uma grande instituição seja ela em um hospital, prisão, hospital… escola de magia… ou outro qualquer, é inevitável o virar das páginas ávido por personagens únicos e marcantes, que infelizmente não encontramos aqui.

    Eu não me prendi à obra de Meyerhoff e tive dificuldades em terminar as 348 páginas, mas toda história deve ser contada e principalmente para o público certo, talvez, você seja esse público. Por isso, lembre-se: uma crítica nunca é, nem será uma verdade absoluta. 

    1,5 / 5,0

    Editora: Valentina

    Autor: Joachim Meyerhoff

    Páginas: 348

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    Monstros no Trabalho: Conheça a nova série animada do Disney+

    Agora falta pouco para Monstros no Trabalho estrear no Disney+. Nós tivemos a oportunidade de assistir aos dois primeiros episódios do seriado, que serão lançados no dia 7 de julho, e preparamos esse artigo com tudo o que você precisa saber sobre a produção.

    PERSONAGENS E DUBLADORES

    Monstros no Trabalho traz novos e divertidos personagens para o universo de Monstros S.A! Preparados para todo o tipo de situação, a equipe do MIFT (Monstros Instaladores Fortemente Treinados) vai ganhar o seu coração.

    Tylor Tuskmon – Ben Feldman

    Monstros no Trabalho: conheça a nova série animada do Disney+

    Tylor é um jovem monstro que se formou no topo de sua classe na Universidade de Monstros e sempre sonhou em se tornar um Assustador. Ele é o principal personagem do spin-off, e a história gira em torno de sua convocação para trabalhar na Monstros S.A.

    Val Little – Mindy Kaling

    Monstros no Trabalho: conheça a nova série animada do Disney+

    A animada do rolê! Val está sempre com a energia lá em cima e é dublada pela maravilhosa Mindy Kaling. Val conhece Tylor desde a faculdade, apesar de ele não se lembrar muito dela. Seus destinos acabam se cruzando novamente quando ele se torna um MIFter!

    Fritz – Henry Winkler

    Monstros no Trabalho: conheça a nova série animada do Disney+

    O chefe dos MIFTers! Atencioso e prestativo, Fritz é o tipo de chefe que ama a sua equipe e quer que todos sejam amigos. Um funcionário que sabe o seu valor dentro da Monstros S.A. e está sempre pronto para exaltar o seu setor.

    Duncan – Lucas Neff

    Monstros no Trabalho: conheça a nova série animada do Disney+

    O personagem competitivo que está sempre presente nas histórias de Monstros S.A. Com um estilo Dwight Schrute (The Office), ele é desconfiado, com mania de perseguição e um pouco vingativo. Duncan promete entregar cenas engraçadíssimas ao longo da temporada.

    Cutter – Alanna Ubach

    Monstros no Trabalho: conheça a nova série animada do Disney+

    A funcionária exemplar que segue as regras, Cutter possui um senso de humor bem sarcástico, sendo um balanço entre as loucuras do grupo de MIFTers.

    Gary – Gabriel Iglesias

    Inimigo número 1 do Mike Wazowski (Billy Crystal), Gary é uma figura controversa que vai causar muito com nosso zoiudinho favorito.

    SINOPSE DE MONSTROS NO TRABALHO

    Monstros no Trabalho gira em torno de Tylor Tuskmon e suas desventuras fazendo parte do MIFT!

    A história ocorre um dia depois que a usina de energia Monstros S.A começou a coletar risos de crianças para abastecer a cidade de Monstrópolis, tudo isso graças à descoberta de Mike e Sulley (John Goodman) de que o riso gera dez vezes mais energia do que gritos.

    Tylor acabou de se formar como o primeiro de sua classe na Escola de Medo da Universidade de Monstros. Desde que era uma criança, e aterrorizou toda a 4ª série da sua escola, Tylor sonha em se tornar um Assustador, assim como seu ídolo James P. Sullivan.

    No dia em que ele chega a Monstros S.A. para começar seu trabalho dos sonhos, ele descobre que assustar está fora e rir é o novo negócio. Tylor é temporariamente transferido para o MIFT, onde ele deve trabalhar ao lado de um grupo de mecânicos bagunceiros e desajustados.

    Essa mudança destrói o sonho de Tylor, mas ele tem um novo objetivo: descobrir como ser engraçado e se tornar um Cômico.

    EPISÓDIOS

    Os 10 episódios de Monstros no Trabalho serão lançados semanalmente, no mesmo modelo de outras séries do Disney+. No dia 7 de julho teremos a estreia dos dois primeiros capítulos intitulados “Bem-vindo a Monstros S.A” e “Conheça o MIFT”.

    Os episódios ainda não tiveram todos os seus nomes liberados. Entretanto, alguns deles já aparecem listados no IMDb. O terceiro capítulo está nomeado como “The Damaged Room” e o episódio quatro se chama “The Big Wazowskis”.

    Confira o trailer do seriado:

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    CRÍTICA | Loki – S1E4: O Evento Nexus

    O Evento Nexus foi o quarto episódio de Loki, a série da Disney+, que traz o Deus da Trapaça em uma jornada contra a Autoridade de Variação Temporal e os Guardiões do Tempo.

    SINOPSE

    Loki e Lady Loki voltam para a AVT para serem julgados. Entretanto, algumas reviravoltas começam a acontecer e surpresas aparecem de última hora.

    ANÁLISE

    O quarto episódio de Loki, O Evento Nexus, fez finalmente a série entrar nos trancos após uma história baseada em um completo marasmo.

    De fato, há aqui uma melhora significativa no roteiro, pois temos respostas de várias perguntas jogadas no ar. Os personagens ganharam profundidade, uma vez que foi confirmado que todos são variantes, exceto Ravonna Renslayer (Gugu Mbatha-Raw) que se mostra ambígua em suas intenções.

    A cena pós-créditos também nos deu muito no que pensar, visto que o multiverso realmente foi confirmado e muitas possibilidades estão por vir, ainda mais que Kang, o Conquistador (Jonathan Majors) deve ser um dos grandes vilões dessa nova fase da Marvel.

    VEREDITO

    O Evento Nexus foi um episódio esclarecedor, pois trouxe novidades e infinitas possibilidades para o Universo Cinematográfico Marvel dentro de novas propostas. 

    Com o cerco se fechando cada vez mais, agora nos resta saber o que vem por aí e como Loki vai afetar todo o universo criado por Kevin Feige.

    5,0/5,0

    Confira o trailer de O Evento Nexus:

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    CRÍTICA | Astra Lost In Space – Vol. 5 (2021, Devir)

    Finalmente a editora Devir publicou Astra Lost In Space – Vol. 5, o o último volume do mangá shōnen de ficção científica de Kenta Shinohara. Esse volume reúne os capítulos #38 à #49.

    SINOPSE

    A verdade sobre os membros da tripulação da Astra finalmente vem à tona. E no planeta Galem, a última parada da jornada rumo ao lar, o sabotador é revelado! Uma conclusão chocante!

    ANÁLISE

    Nesse último volume de Astra Lost In Space finalmente temos a revelação de diversos mistérios que foram apresentados ao longo de toda trama. Todas as soluções do enredo são apresentadas de uma maneira satisfatória a todo universo que foi construído.

    Contudo, essas revelações podem acabar não agradando tanto a leitores mais exigentes e que não sejam fãs de soluções que envolvam clones e viagem no tempo.

    Apesar da trama ser concluída de forma convincente creio que daria para o mangaká estender o universo com um spin-off. Dessa forma, existem diversas possibilidades de expandir toda galáxia de Astra Lost In Space.

    Com isso, creio que o Shinohara preferiu fechar a obra de forma redondinha do que ficar criando mistérios e mais sub-tramas que não acrescentariam em nada e certamente deixariam pontas soltas. Consequentemente a obra poderia ter um final ruim ou medíocre.

    O destaque principal é para arte que evoluiu de maneira excepcional desde o primeiro volume; juntamente com todo o desenvolvimento dos personagens que também apresentam desfecho ilustre.

    VEREDITO

    Por fim, Astra Lost In Space foi uma aventura divertida e empolgante e que vai deixar um gostinho de quero mais. Garanto que a obra é uma boa porta de entrada para aquele seu amigo que é fã de ficção cientifica, mas que nunca se deu a oportunidade de ler um mangá do gênero.

    3,5 / 5,0

    Autor: Kenta Shinohara

    Editora: Devir

    Páginas: 288

    Leia também nossa crítica dos volumes anteriores: Vol. 1, Vol. 2 e Vol. 3!

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