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    CRÍTICA – Yakuza Kiwami (2016, Sega)

    Ambientado 7 anos após Yakuza 0, Kiwami nos leva por uma viagem à vida de Kiryu após os acontecimentos do game ambientado no mais longínquo passado da franquia, nosso personagem passa a ser conhecido como o Dragão de Dojima. Enquanto viajamos para um futuro complicado, testemunhamos o tabuleiro se arrumar de uma maneira que nunca esperamos. Kiwami nos mostra a vida de Kazuma Kiryu enquanto o conselheiro da Yakuza e do Clã Tojo.

    Ao testemunhar as intrincadas relações da Yakuza que levam nossos personagens ao limite, nos adentramos no futuro da franquia Yakuza, ou ao mais longe que qualquer um deles já imaginou chegar.

    SINOPSE

    O jogo segue a história de Kazuma Kiryu, um membro desta máfia oriental conhecido pelo título de Dragão de Dojima, que se tenta ajustar ao que lhe parece ser um novo mundo, depois de ter passado 10 anos na prisão devido a um crime que não cometeu.

    ANÁLISE

    Yakuza Kiwami

    Vale apontar Yakuza Kiwami é um remake lançado em 2016 pela Sega. O jogo original foi lançado em 2005 para PlayStation 2. Enquanto vemos a história se desenrolar diante dos nossos olhos, testemunhamos que a configuração do que aconteceu ao longo de Yakuza 0, mudou ligeiramente. O antigo irmão juramentado de Kazuma Kiryu, Akira Nishikiyama se tornou mais ambicioso e fará o que for possível para subir na Yakuza, mesmo que isso signifique colocar a vida de seu irmão em risco. Ao progredir na história testemunhamos aspectos familiares do Yakuza 0 ao longo da continuação, mas também nos são reveladas facetas inteiramente novas.

    Ao longo das pouco mais de 20 horas que tive a oportunidade mergulhar na história do game, testemunhei arcos de vingança, ambição, irmandade e acima de tudo, sobre honra. A Kiwami Engine usada em Yakuza 0, Yakuza Kiwami e outros games da franquia nos proporcionam uma grande fluidez na trama e também nas cutscenes.

    Após 7 anos terem se passado de Yakuza 0 para Kiwami, testemunhamos que Kiryu fora perdoado por todo o ocorrido do primeiro game e agora atua como conselheiro da Yakuza. Mas tudo muda quando seu irmão juramentado assassina um dos patriarcas do Clã Dojima e Kiryu decide assumir a culpa para poupar seu irmão, o que nosso protagonista não espera, é que após 10 anos na prisão, a situação de seu irmão só escalou, atuando pelas costas da Yakuza e agindo sem escrúpulos, Nishikiyama fará de tudo para se tornar um dos patriarcas.

    GAMEPLAY, COMBATE E AVENTURAS

    Yakuza Kiwami

    Ainda que a gameplay e os combates se mantenham bem próximas, um elemento que se destaca é a forma de combate, ou o não combate. Quando Kiryu foi preso, ele deixou de ser o Dragão de Dojima por 10 anos. Esses 10 anos tiveram um peso na história do personagem e em seu desenvolvimento. Ficando imensamente fraco, Kiryu precisa se desenvolver novamente a recuperar sua antiga forma, assim, o personagem precisa vir a ganhar novas habilidades e Majima Goro tem um importante papel.

    Diferente de comprar habilidades com dinheiro, como era feito ao longo de Yakuza 0, as habilidades de Yakuza Kiwami podem ser obtidas por meio de pontos de experiência. Essa mecânica já muda quase que completamente a gameplay e a nossa progressão, nos fazendo pensar duas vezes se realmente devemos ou não fugir de algum dos encontros randômicos que podem nos render alguns bons pontos de experiência.

    Alguns dos elementos que fazem Yakuza se destaca rem relação ao seu antecessor, é como os confrontos se desenrolam, mas não apenas isso. Os itens obtidos e uma real função aos rios de dinheiro que anteriormente eram ganhos e gastos com habilidades, agora tem uma função: Comprar o que quiser, desde alimentos e bebidas para recuperar sua energia e sua barra de “Heat” – que te permite usar golpes finalizadores e até mesmo que te garantirão vantagens em confrontos. Alguns dos modos de luta de Kiryu giram em torno de suas habilidades que se mantém do primeiro game como Brawler, Rush e Beast Mode. Uma vantagem do Kiwami, é a inclusão do modo de luta chamado Dragon, com habilidades que apenas o Dragão de Kojima possui.

    Além da aventura na qual estamos imersos, as aventuras em Kamurocho se expandem e com 78 sub-histórias conhecemos tramas peculiares e as histórias da perigosa cidade. Com uma história que coloca o futuro da família Kazama e do clã Tojo em risco, as consequências dos que almejam dinheiro acima de tudo, inclusive da honra, colocará a vida de todos os membros da família de Kiryu.

    Um ponto de destaque do game, é ver como Goro Majima mudou de Yakuza 0 para Kiwami, nos fazendo entendê-lo como o personagem caótico que ele é. Sua história, assim como a de Kiryu se misturam com a história de suas famílias e a do Clã Tojo, mostrando quase sempre que esses encontros são quase inevitáveis ao longo da progressão – não apenas pelo fato de Majima “vigiar” e “proteger” Kiryu o tempo todo, garantindo que o personagem retorne a sua antiga forma de Dragão de Dojima.

    VEREDITO

    Yakuza Kiwami

    Com muitos arcos e atos que nos remetem à Yakuza 0, o game se distancia de seu antecessor em sua história e em alguns particularidades de gameplay. Utilizando a mesma engine, o game nos surpreende em um arco que coloca Kiryu em uma situação completamente inesperada, fazendo-o passar por um enclausuramento, e o repentino crescimento, forçando-o a entender que ele precisa aceitar que nada mais será como antes ao retornar à sua antiga cidade 10 anos depois.

    Com um arco ligeiramente parecido com a prequela, Kiwami nos apresenta até mesmo uma personagem feminina que é feita de alvo pela Yakuza, em 0 era Makoto, nesse, esse papel é passado para a jovem Haruka de apenas 6 anos de idade. Kiryu cresce, e ao passo em que precisa lutar contra toda a dureza que a Yakuza impõe sua vida pode mudar completamente, quando precisa cuidar da pequena Haruka, uma órfã cuja origem está mais ligada à Kiryu do que o nosso próprio protagonista pode imaginar.

    O crescimento de Kiryu e seu desenvolvimento, nos permitem entender o panorama do que o futuro da franquia reserva para nosso personagem e aumenta ainda mais os riscos de uma história que ainda parece ter muito a entregar.

    A franquia Yakuza pode ser jogada tanto nos serviços de assinatura do Game Pass (como este foi jogado), quanto na PlayStation Plus.

    4,8 / 5,0

    Confira o trailer de Yakuza Kiwami:

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    CRÍTICA – NieR:Automata The End of YoRHa Edition (2022, SQUARE ENIX)

    Um dos jogos mais aclamados da última década acaba de chegar ao Nintendo Switch. Nier:Automata The End of YoRHa Edition é a versão desenvolvida nativamente para o console híbrido da Nintendo e que inclui o DLC também disponibilizada anteriormente para outras plataformas.

    Lançado em 2017, o JRPG de ação Nier:Automata foi indicado a dezenas de prêmios e venceu em importantes categorias de diferentes premiações. No The Game Awards do mesmo ano, o título da PlatinumGames e da SQUARE ENIX venceu as categorias de Melhor Narrativa e Melhor Trilha Sonora.

    O jogo e sua história são reconhecidos não apenas pelas premiações do setor, como também pela comunidade gamer. Por isso, esse review de Nier:Automata The End of YoRHa Edition não tem spoilers, para que você aproveite ao máximo a experiência, caso ainda não tenha jogado o game em outras plataformas.

    Leia nossa análise de Nier:Automata The End of YoRHa Edition, jogo lançado em 6 de outubro de 2022, logo após a sinopse oficial.

    SINOPSE

    NieR:Automata Edição O Fim de YoRHa é a versão para Nintendo Switch de NieR:Automata, um premiado RPG de ação pós-apocalíptico que conquistou imensa popularidade ao redor do mundo.

    O futuro distante…

    Invasores de outro mundo atacam sem aviso, liberando um novo tipo de ameaça: armas conhecidas com “formas de vida de máquina”. Em face dessa ameaça intransponível, a humanidade foi expulsa da Terra e se refugiou na Lua. Jogando como 2B, integrante da nova força militar androide organizada YoRHa, os jogadores mergulharão em uma batalha violenta para retomar o planeta.

    Vivencie uma história cativante que vai além do simples entretenimento, inspirando uma gama de emoções que se desenrolam por uma ação que mistura vários gêneros em um mundo aberto belo e desolado.

    Este produto inclui o DLC 3C3C1D119440927.*
    Inclui três tipos de coliseus, com três tipos de trajes inspirados nos personagens do jogo relacionado, NieR Replicant, podendo ser obtidos por meio de recompensas.

    *Para acessar este conteúdo, é preciso ter progredido de determinada maneira na história principal do jogo. Há ainda algumas cenas durante a progressão do cenário do jogo principal em que esse conteúdo não poderá ser acessado.

    ANÁLISE DE NIER:AUTOMATA THE END OF YORHA EDITION

    Nier:Automata The End of YoRHa Edition surpreende desde seu início. Em geral o jogo é um JRPG de ação e exploração em zonas abertas, mas já na primeira hora a experiência é recheada de variedades.

    O jogo da PlatinumGames com a SQUARE ENIX se destaca por mesclar muito bem mecânicas de gêneros diferentes, como a exploração em 3D que se transforma numa gameplay de plataforma 2D e, em seguida, coloca você no controle de 2B em um combate frenético visto de cima. Isso sem falar nos momentos em que você está a bordo de uma nave que se transforma em robô, vivendo uma experiência de shooter que remete a clássicos como Star Fox.

    Tudo isso de maneira muito fluida e natural.

    É realmente impressionante a fluidez da jogabilidade. E aqui não falo apenas em manutenção de frames por segundo (FPS) durante os rápidos combates hack and slash, e sim das transições de gênero e câmeras que acontecem quando você menos espera, sem atrapalhar o seu progresso.

    Essas transições são tão bem executadas que dão um gosto ainda mais especial quando você encontra um item que ainda não tinha visto no mapa, ou uma região escondida para começar a explorar.

    Lançado em 2022, Nier:Automata The End of YoRHa Edition é a versão do premiado Nier:Automata para Nintendo Switch. Leia o review sem spoilers
    Créditos: SQUARE ENIX / Divulgação

    É seguro dizer que Nier:Automata foge do óbvio. E mais: arrisco dizer que suas inovações são atemporais, daquelas que daqui a 20 anos será um verdadeiro prazer explorar novamente. Isso fica perceptível já na primeira área do jogo.

    Sem dar spoilers da história, fato é que você precisa dedicar aproximadamente uma hora para superar o ótimo tutorial inicial. Destaco isso porque nesse período você não consegue salvar. Então se você morrer durante o tutorial, ou simplesmente não tiver tempo para fazê-lo, será preciso reiniciar do zero.

    Isso poderia ser uma resistência a gostar de Nier:Automata, mas a verdade é que o tutorial já te coloca em situações reais de combate e exploração. Não é nada burocrático apenas para ensinar comandos: é a coisa real oficial acontecendo para você já se familiarizar com a bela aventura que vem aí.

    Mecânicas e liberdade para explorar

    Um dos pontos mais fortes de Nier:Automata é o combate. Mesclar mecânicas de hack and slash com shooter é um acerto sensacional. A experiência de controlar 2B aplicando golpes frenéticos enquanto atira com seu robô que a acompanha na aventura é incrível. Isso torna o hack and slash muito mais estratégico, pois amplia possibilidades ao permitir que você ataque de perto e de longe ao mesmo tempo.

    Outro aspecto positivo dessa mistura é a possibilidade de focar os tiros em um adversário ou movimentar a mira do robô em qualquer sentido.

    A progressão das habilidades de 2B e seu robô acontecem por meio da aquisição de diversos itens, sendo chips os principais para o grind. As side quests em Nier:Automata são muito satisfatórias e importantes para facilitar a progressão. Então embora você não precise fazê-las, acredito que não abrirá mão de fazer algumas, especialmente pela fluidez de encontrar e finalizar muitas delas.

    A liberdade de exploração é outro ponto positivo nesse jogo de zonas abertas. O avanço da história não é óbvio ou linear, e isso se deve também ao level design e as transições que mencionei anteriormente. Voltar em locais já explorados, seja porque você se perdeu ou por escolha própria, sempre te trará alguma recompensa. Pode ser um item, o ganho de experiência ou a agradável surpresa de descobrir um pequeno ambiente que você não tinha visto antes.

    Os gráficos de Nier:Automata no Nintendo Switch estão bons?

    A qualidade gráfica de Nier:Automata The End of YoRHa Edition é sensacional para a capacidade do Nintendo Switch. Ela não deixa a desejar em nada quando comparada à versão para o PlayStation 4, por exemplo. E vídeos de comparação como esse comprovam isso.

    Foram cinco anos de diferença entre o lançamento original de Nier:Automata e a chegada para o Nintendo Switch. Não tenho dúvidas de que esse tempo foi justo, pois o trabalho da PlatinumGames e da SQUARE ENIX está fantástico.

    É uma surpresa muito positiva ver um estúdio terceirizado desenvolver um jogo cheio de informações e com texturas de boa qualidade. O fogo é o elemento visual que mais me chama atenção, embora não se possa desprezar a qualidade da água e até mesmo a vegetação.

    Considere que tudo é exibido com boas definições enquanto roda um jogo ágil sem perda de FPS ou problemas na gameplay. Tudo é nítido em um jogo cheio de exigências gráficas e de hardware.

    O resultado obtido aproveita ao máximo o potencial do console híbrido da Nintendo, inclusive na experiência no portátil.

    Eu sinceramente não notei nenhuma diferença entre jogar na TV e no modo portátil. Esse é mais um dos jogos que fazem valer o investimento em um Nintendo Switch OLED, pois a qualidade gráfica refinada, os ambientes com cores vivas ao ar livre e também os escuros com forte contraste entre a escuridão e o fogo devem ser lindos de se ver.

    Nier:Automata no Nintendo Switch apresenta qualidade gráfica e de jogabilidade do mesmo nível que respeitadas franquias, como Mario e Zelda, recebem por parte da Nintendo.

    Então não é exagero nenhum dizer que a PlatinumGames e a SQUARE ENIX fizeram milagre com esse port-que-não-é-bem-um-port. E as empresas acertaram em demorar tanto para lançar Nier:Automata para o Nintendo Switch, pois qualquer coisa diferente desse resultado colocaria por água abaixo todos os méritos que o jogo conquistou desde o lançamento para outras plataformas.

    Então o jogo é perfeito?

    Não. Há pequenos problemas em situações muito específicas que mostram que o jogo não é à prova de falhas.

    Um exemplo é tentar abrir caixas de itens espalhadas pelo mapa. Nesses casos a experiência poderia ser melhor refinada, pois é algo trivial que por vezes se torna complexo. Uma outra ocasião que me deparei com bug é tentar avançar além do que o jogo permite ao escalar um robô. É possível ir além, mas o jogo “te empurra” de volta e causa uma sensação estranha.

    No entanto, esses pequenos detalhes não são capazes de estragar a maravilhosa experiência oferecida a todo momento.

    Nier:Automata The End of YoRHa Edition é o jogo desenvolvido por estúdios não administrados pela Nintendo que passará a servir de exemplo para outras desenvolvedoras terceirizadas quando forem criar (ou portar) um título para o Nintendo Switch.

    VEREDITO

    Nier:Automata The End of YoRHa Edition chegou ao Nintendo Switch para se tornar um dos jogos essenciais do console. O renomado JRPG da PlatinumGames e da SQUARE ENIX aproveita ao máximo o hardware do híbrido da Nintendo e entrega uma experiência completa e inesquecível para fãs de videogame.

    Não apenas fãs de JRPG e hack and slash vão apreciar essa obra de arte, e sim fãs de videogame. A mescla de diferentes gêneros fazem de Nier:Automata um jogo único e que precisa ser jogado. Sem desmerecer Xenoblade Chronicles 3 e Kirby and the Forgotten Land, os meus favoritos do ano, mas Nier:Automata The End of YoRHa Edition chegou para fazer parte dessa lista e assumiu o posto de melhor de 2022 (até agora).

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer de Nier:Automata The End of YoRHa Edition

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    Especial Mortal Kombat: 30 anos de Fatalities

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    Em outubro de 1992, Mortal Kombat chegou ao Arcade. O game não apenas enfrentou de igual para igual a luta pela popularidade com Street Fighter II, como também deu início a uma franquia que gerou diveras sequências, spin-offs, filmes e séries animadas.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Especial Street Fighter: 35 anos de lutas marcantes

    Na extinta Midway Games, um equipe incrivelmente pequena formada pelo programador Ed Boon, o artista John Tobias, o programador e compositor de som Dan Forden e o artista John Vogel. Juntamente com os atores e artistas marciais como Carlos Pesina (Raiden), Daniel Pesina (Johnny Cage), Elizabeth Malecki (Sonya Blade), Ho Sung Pak (Liu Kang) e Richard Divizio (Kano), eles criaram um clássico instantâneo repleto de personagens duradouros como Scorpion, Sub-Zero, entre outros.

    Mortal Kombat mudou os jogos de luta para sempre e se tornou uma franquia multimídia de bilhões de dólares.

    Um jogo inspirado em Jean-Claude Van Damme

    Originalmente a ideia de Ed Boon e John Tobias era fazer um game estrelado por Jean-Claude Van Damme, mas quando essa ideia fracassou, um jogo de luta com tema de fantasia foi criado. Ainda assim, os desenvolvedores prestaram homenagem a ele com Johnny Cage, uma estrela de cinema fictícia cujo estilo pessoal se assemelha ao de Van Damme.

    Uma extensa galeria de kombatentes

    A franquia apresentou dezenas de personagens jogáveis, alguns deles se tornando pilares, como os já mencionados e também Baraka, Cassie Cage, Cyrax, Ermac, Fujin, Goro, Jade, Jax, Kabal, Kenshi, Kintaro, Kitana, Kung Lao, Mileena, Motaro, Nightwolf, Noob Saibot, Quan Chi, Rain, Reptile, Sektor, Shang Tsung, Shao Kahn, Sheeva, Shinnok, Sindel, Skarlet, Smoke, Stryker e Tanya, para citar alguns.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Mortal Kombat: Os 10 melhores personagens da franquia

    Entre os muitos kombatentes, estão humanos e ciborgues do Plano Terreno (Earthrealm), divindades boas e más e habitantes da Exoterra (Outworld) e de outros quatros reinos.

    Além dos personagens originais de Mortal Kombat, após a aquisição da Warner Bros. Games a franquia teve espaço para várias figuras icônicas como convidados, entre eles: Kratos, Alien, Predador, T-800 (Exterminador do Futuro), RoboCop, Spawn, John Rambo e o Coringa; além de grandes serial killers do cinema como Freddy Krueger, Jason Voorhees e Leatherface.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Noites Sombrias #12 | Os 10 serial killers mais icônicos do cinema

    30 anos e o futuro pela frente

    Com 27 títulos, sendo 11 da cronologia original, a franquia conta com vários spin-offs, updates e expansões, sendo Mortal Kombat 11: Ultimate o mais recente, lançado em 2020 para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X | S e PC.

    Durantes esses 30 anos, a franquia recebeu diversos prêmios renomados como os da Academy of Interactive Arts & Sciences, The Game Awards e muitos outros. Além do último título, o Mortal Kombat 11, se tornando o jogo da franquia mais vendido em um curto espaço de tempo e com mais de 15 milhões de cópias vendidas.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Mortal Kombat 11 (2019, NetherRealm Studios)

    Em uma entrevista recente ao site Polygon, Ed Boom comentou sobre o futuro da franquia:

    Uma coisa legal sobre nossa equipe é que temos membros que não nasceram quando o primeiro Mortal Kombat foi lançado. Certamente, muitas dessas novas ideias vêm deles. E isso realmente mantém as coisas frescas. Não são apenas as mesmas pessoas tentando criar algo novo. E daqui a 30 anos, estou tentando pensar onde a tecnologia estaria… Mas se você me perguntasse em 1992, ‘Onde estará Mortal Kombat em 30 anos?’; eu não acho que estaria dizendo polígonos, movimentos de raios-X, movimentos de amizade e todos esses tipos de coisas malucas [que fizemos]. Então é difícil prever. Eu acho que em sua essência, ainda será um jogo de luta. Provavelmente algo que abraça a nova tecnologia.”

    Com MK11 lançado originalmente em 2019, mesmo com as comemorações dos 35 anos da franquia, ainda não há notícias de um novo game em produção ou planos para um lançamento futuro.

    Uma equipe com consciência da força de sua fanbase

    A equipe da NetherRealm Studios e da Warner Bros. Games divulgaram a seguinte mensagem pela data:

    Em nome de toda a equipe da NetherRealm Studios e da Warner Bros. Games, obrigado a todos os fãs que apoiaram Mortal Kombat nos últimos 30 anos. Ao olharmos para três décadas de história da franquia, a paixão e entusiasmo de nossos fãs são a base que faz de Mortal Kombat o que é hoje. Para homenagear esse marco, aproveite nosso vídeo comemorativo do 30º aniversário de Mortal Kombat e junte-se a nós para comemorar 30 anos de Kombat em todas as formas de entretenimento, de videogames a filmes, animação e muito mais.”

    O vídeo mostra a proeminência cultural da franquia em três décadas de entretenimento, de videogames a filmes e animação. Reunindo momentos do jogo original de Mortal Kombat (1992) a Mortal Kombat 11: Ultimate (2020) e o primeiro filme live action de Mortal Kombat (1995) ao remake Mortal Kombat (2021), o vídeo comemorativo abrange 30 anos de história de conteúdos esmagadores, juntamente com um destaque visual de lutadores lendários da franquia e suas diferentes interações do passado ao presente.

    PUBLICAÇÕES RELACIONADAS:

    TBT #121 – Mortal Kombat: O Filme (1995, Paul W.S. Anderson)

    CRÍTICA – Mortal Kombat (2021, Simon McQuoid)

    Assista ao vídeo de comemoração do aniversário da franquia:

    LEIA TAMBÉM:

    Mortal Kombat 2: 10 kombatentes que gostaríamos de ver na sequência do filme

    CRÍTICA – Mortal Kombat Legends: A Vingança de Scorpion (2020, Ethan Spaulding)

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    TBT #198 | Halloween (2018, David Gordon Green)

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    Halloween é um reboot da franquia que contou com inúmeras atualizações que não foram satisfatórias. Com David Gordon Green na direção, o filme iniciou uma trilogia que conta com a volta de Jamie Lee Curtis e Will Patton em seus papéis originais.

    SINOPSE DE HALLOWEEN

    Em 1978, Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) sobreviveu a um massacre em Haddonfield cometido pelo serial killer Michael Myers. Desde então, ela se prepara para volta do mal encarnado, esperando pelo confronto final contra o seu bicho-papão.

    ANÁLISE

    Halloween: A Noite do Terror é um dos maiores clássicos da cultura pop e desde sua estreia, em 1978, tivemos diversas sequências e reboots bem questionáveis que geraram mais críticas do que boas sensações no público fã da franquia.

    Eis que em 2018, Jamie Lee Curtis e David Gordon Green trouxeram de volta o projeto, esquecendo de vez todos os filmes que vieram depois do primeiro e fomos brindados com Halloween.

    O novo longa acertadamente foca nos dois polos, Strode e Michael. Ao mostrar as consequências nas vidas deles, com o serial killer sem propósito e a final girl pronta para uma revanche, temos uma dicotomia interessante que mostra o ódio como força motriz de um trauma insustentável.

    A violência gráfica, a imponência do vilão e das protagonistas e a atmosfera tensa são as melhores coisas do longa, uma vez que por ser mais pé no chão, apresentando as habilidades de seus personagens, deixa de lado os velhos clichês do gênero que até acontecem, mas não prejudicam a experiência. Além disso, a direção é extremamente competente em diversas cenas, principalmente quando Green usa um plano sequência em que Myers ataca suas vítimas de forma furtiva na noite de Halloween.

    O jogo de gato e rato entre as Strode e Michael é muito divertido e sai daquela premissa de sobrevivente sortuda. O fato delas serem estrategistas e lutarem com afinco nos fazem torcer muito por elas, ao passo que acompanhamos a brutalidade do vilão com as vítimas que ficam pelo caminho, um deleite aos espectadores.

    VEREDITO

    'Halloween Kills' : Jamie Lee Curtis divulga teaser do longa

    Com uma proposta muito mais pé no chão e um entretenimento de primeira para quem curte o subgênero slasher, Halloween é uma grata surpresa dentro dos inúmeros longas que fomos sujeitados em 40 anos.

    O filme é uma parada obrigatória para quem gosta de um clássico, mas que também é adepto de atualizações, pois Halloween abraça a modernidade respeitando o seu próprio legado.

    4,0/5,0

    Leia também:

    CRÍTICA – Halloween Kills (2021, David Gordon Green)

    CRÍTICA – Halloween Ends (2022, David Gordon Green)

    Noites Sombrias #12 | Os 10 serial killers mais icônicos do cinema

    Noites Sombrias #34 | Halloween e as representações femininas

    Confira o trailer de Halloween:

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    CRÍTICA – LEGO Bricktales (2022, Thunderful Games)

    Lançado pontualmente no Dia das Crianças (12/10/2022), LEGO Bricktales é um game produzido pelo ClockStone Studio e distribuído pela Thunderful Games. Interessante é compartilhar que os jogos da LEGO não são, necessariamente, produzidos e distribuídos pelas mesmas empresas.

    E talvez por isto este deve ser um dos jogos mais LEGO de todos os que carregam o nome da marca. A parceria ClockStone e Thunderful possivelmente tenha sido fundamental para reproduzir a experiência, trazendo na bagagem o que aprenderam com Bridge Constructor (2013), um jogo de construção de pontes com uma física muito bem executada.

    Além destes games, a Thunderful também é responsável por títulos como Lost in Random (2021), Hell Pie (2022), Pumpkin Jack (2020) e o tão aguardado Planet of Lana, originalmente esperado para o final deste ano, mas que deve chegar somente em 2023.

    LEGO Bricktales está disponível hoje mesmo para Steam, GOG, Epic Games Store, Xbox One e Series X|S, Playstation 4|5 e Nintendo Switch.

    SINOPSE

    Embarque em uma aventura épica em um mundo de belos biomas de diorama LEGO, criados peça por peça, enquanto busca inspiração para ajudar seu avô a restaurar seu parque de diversões decadente com seu pequeno amigo robô.

    Sua jornada vai levar você para a selva mais profunda, desertos ensolarados, uma esquina movimentada da cidade, um imponente castelo medieval e ilhas tropicais do Caribe. Ajude os pequenos personagens desses mundos resolvendo quebra-cabeças e desbloqueie novas habilidades ao longo da história para explorar ainda mais esse universo e descobrir os incontáveis segredos e mistérios que eles contêm.

    ANÁLISE DE LEGO BRICKTALES

    No início do texto, comentei que este talvez seja o mais LEGO de todos os jogos deste nome. Não digo que os anteriores não tragam o conceito da marca, afinal de contas várias são as animações LEGO que se assemelham muito aos games já lançados.

    O que para mim, em LEGO Bricktales, é diferente, é o sentido purista e palpável que ele dá ao jogo. Recentemente, LEGO Worlds (2015) e LEGO Builder’s Journey (2019) chegaram perto de trazer a experiência de brincar com as peças, mas Bricktales consegue captar ainda mais a essência. Ainda não consegui explicar, né? Segue comigo que eu dou detalhes.

    Conheça LEGO Bricktales, talvez o jogo mais LEGO de todos os que carregam o nome da marca e deixe a sua criança interior se divertir.

    História

    As animações e jogos da marca têm como característica básica o humor bem no pique Sessão da Tarde e frequentes quebras da quarta-parede. Em LEGO Bricktales temos também essa verve dando cor à história. A mesma consiste do personagem principal ajudando o avô, um cientista, a reconstruir um parque de diversões.

    A fim de deixar ainda mais leve e divertido, o jogo usa propositalmente de subterfúgios fantasiosos e absurdos para justificar alguns pontos da trama, o que se torna jocoso justamente por estar escancarado. As interações de Rusty, o robô multidimensional que nos auxilia nesta empreitada, são sempre carregadas de uma peculiaridade marcante e divertida.

    Gráficos

    Os dioramas (representações tridimensionais habitats ou espaços cênicos) em que somos lançados são montados com uma riqueza de detalhes e cores que convida à exploração, ainda que os espaços não sejam tão vastos.

    O jogo, como um todo, é muito bem colorido e traz animações que tornam cada ponto do mapa muito vivo. A história está envelopada em cenários e personagens muito bem desenhados e carismáticos, instigando a conhecer cada canto dos mapas.

    Mecânicas

    Surpreendentemente, as mecânicas são bastante simples e facilitam a interação com o jogo. LEGO Bricktales oferece tanto o modo de exploração quanto o modo de criação. Ambos têm seu brilho, é claro, mas o ápice da experiência é justamente o enfoque no modo de criação e construção.

    Como disse, o principal diferencial aqui é o frequente convite para que brinquemos com as peças de LEGO. O jogo enreda, na progressão da história, puzzles com construções para que possamos atingir novos lugares ou resolver problemas de NPCs. E o que poderia, costumeiramente, ser um ponto chato, é justamente a parte mais relaxante (pelo menos pra mim).

    Montar, desmontar, encaixar, inventar. LEGO Bricktales te permite fazer a construção que quiser. O jogo, para a progressão da história, exige que um tipo de construção seja feita com algumas exigências, mas as possibilidades ainda são várias. E após o cumprimento da tarefa, podemos retomar ao modo sandbox de construção. E aqui, meu bem… o céu é o limite.

    VEREDITO

    Para quem acha que LEGO Bricktales é um jogo para crianças… bem, está certo. Mas é um jogo para crianças de todas as idades. Em suma, este é um jogo para deixar viva a criança interior de cada um de nós. As possibilidades de criação e a exploração leve com um level design bem feito nos permite gastar horas e horas experimentando novas formas de montar pontes, rampas, estantes, construções… o que for.

    Conheça LEGO Bricktales, talvez o jogo mais LEGO de todos os que carregam o nome da marca e deixe a sua criança interior se divertir.

    A história principal leva em torno de 13 horas para ser completada. Para completar todas as missões secundárias com colecionáveis, baús e passagens escondidas, é exigido pelo menos 15 horas. Agora, o tempo que podemos gastar montando, remontando e construindo do jeito que quisermos, é infinito.

    LEGO Bricktales tem um alto potencial de rejogabilidade e, na minha opinião, um dos melhores sistemas de construção já feitos em jogos do estilo. Digo isso não por sua precisão física e arquitetônica, mas por trazer com bastante fidelidade a experiência de criar com LEGOs livremente.

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    4,0 / 5,0

    Confira o trailer de LEGO Bricktales:

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    Homem-Coisa: Conheça Ted Sallis

    Com a estreia do especial Lobisomem na Noite, na Disney+, alguns fãs do Universo Cinematográfico Marvel foram apresentados ao monstro chamado “Ted”, para nós: o Homem-Coisa (Man-Thing).

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | CRÍTICA – Lobisomem na Noite (2022, Michael Giacchino)

    Theodore Sallis já foi humano e se transformou em um monstro como um último ato de defesa e uma maneira de evitar que seu soro caísse nas mãos erradas. Agora como Homem-Coisa é uma poderosa criatura do pântano e guardião do Nexus de todas as realidades.

    O personagem criado por Stan Lee, Roy Thomas, Gerry Conway e Gray Morrow teve sua estreia nas páginas da HQ Savage Tales #1 publicada pela Curtis Magazines em maio de 1971, apenas alguns meses antes da DC Comics lançar o Monstro do Pântano.

    ORIGEM

    O bioquímico Ted Sallis, natural de Omaha, Nebraska, foi contratado pelo governo para desenvolver um soro que tornasse os soldados resistentes às doenças para estarem protegidos em caso de uma guerra biológica. Ted conseguiu desenvolver uma fórmula funcional, o SO-2, mas que tinha como efeito colateral transformar as cobaias em monstros. Por causa disso, o governo enviou o cientista para uma base secreta situada nos Everglades, com o objetivo de aperfeiçoar a fórmula e criar uma nova versão do soro do super soldado, semelhante ao que tinha criado o Capitão América.

    Quando estava quase a obter resultados, a base foi atacada por uma unidade terrorista com o objectivo de roubar a fórmula. Ted Sallis para impedir que a fórmula caísse em mãos inimigas, injetou-a em si mesmo, mas foi morto pelos terroristas e jogado no pântano.

    Passado algum tempo, surgiu uma criatura de olhos vermelhos, formada por lodo e plantas, no local onde o corpo de Ted havia sido abandonado. Esta criatura era uma simbiose do corpo e da alma de Ted Sallis com o próprio pântano, produzida pela fórmula incompleta do soro do super soldado.

    O ser resultante dessa simbiose, o Homem-Coisa, possui uma inteligência primária e sem traços de humanidade que queima com o seu toque as pessoas quando estas sentem medo.

    PODERES E HABILIDADES

    O Homem-Coisa é praticamente invencível, mas pode ser destruído, porém enquanto houver vegetação, seu corpo volta a crescer, como se fosse um fator de cura, além de respirar debaixo d’água. Ele também tem super-força e pode se “teletransportar” para diferentes regiões do mundo através de pontos Nexus.

    Mesmo com grande força, seu maior ataque é com seu lodo capaz de queimar praticamente qualquer coisa, até a pele de Luke Cage. E o último, e não menos importante, de seus poderes consiste em detectar emoções: felicidade, coragem, amor, ódio, raiva, medo, etc.

    EQUIPES

    Na maior parte do tempo, o Homem-Coisa foi deixado sozinho. No entanto, sempre houve transeuntes incautos que se depararam com ele, geralmente para sua própria destruição.

    Para uma criatura solitária, até que ele participou em bastante equipes; atuando ao lado dos Defensores, Legião dos Monstros, Thunderbolts, além de ser um grande amigo de Howard, o Pato, Beverly Switzler e Jennifer Kale.

    CURIOSIDADES

    Na HQ solo do personagem Homem-Coisa, de 1997, da Marvel Comics, temos uma breve participação de Lobisomem na Noite, na série; onde o Homem-Coisa se reúne com sua ex-esposa, Ellen Sallis

    Ao longo do título, ele encontra Dr. Estranho, Assassino Diabólico e Namor; e luta contra um estranho vilão. Entretanto as duas últimas edições nunca foram impressas, e a história seria deixada para sempre no limbo.

    OUTRAS MÍDIAS

    CINEMA

    Sendo um personagem não muito popular na galeria da Marvel Comics, ainda sim o personagem teve um filme solo produzido pela Lionsgate Studios e dirigido por Brett Leonard. O filme Homem-Coisa (2005) estreou no canal americano Sci-Fi e uma versão sem cortes do filme foi lançada em DVD no mesmo ano.

    Sua primeira aparição no UCM foi um easter egg em Thor Ragnarok (2017) onde podemos ver a estátua da cabeça do Homem-Coisa em uma torre no planeta Sakaar.

    TV

    Jack (Gael García Bernal) e Ted.

    A Marvel é famosa não só por suas HQs, mas também por suas animações e o personagem pode ser visto em produções animadas como:

    • Guardiões da Galáxia;
    • Agentes da S.H.I.E.L.D.;
    • Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra.

    Este mês o personagem foi apresentado pela primeira vez formalmente no UCM no especial Lobisomem na Noite, lançado exclusivamente no serviço de streaming Disney+, sendo amigo de Jack Russell.

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