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    CRÍTICA – Gavião Arqueiro (1ª temporada, 2021, Disney+)

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    Gavião Arqueiro é a mais nova série do Disney+ em parceria com a Marvel, a quarta desde o início do ano de 2021 e traz Jeremy Renner novamente dando vida ao Vingador.

    SINOPSE DE GAVIÃO ARQUEIRO

    Kate Bischop (Hailee Steinfield) é a maior fã do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), o Vingador mais humano do grupo.

    Após um leilão envolvendo o traje do Ronin, passado obscuro de Clint, Kate acaba usando a roupa e se mete com a Gangue dos Casacos precisando da ajuda do herói para se salvar.

    ANÁLISE

    Confesso que quando a série do Gavião Arqueiro foi anunciada, meu hype não era alto, tampouco assistiria no tempo certo caso não tivesse que cobri-lá, uma vez que acho o personagem desinteressante.

    Ao longo dos seis episódios, Clint Barton foi ganhando camadas e uma importância dentro do MCU e ficou mais simpático, muito por conta da excelente Kate Bischop, vivida de forma extraordinária por Hailee Steinfield.

    A dinâmica da dupla é o ponto mais alto da trama, uma vez que eles são uma mistura de buddy cops com pai e filha. Ela o admira e reverencia, ele se sente mais humano e responsável ao lado dela, com os dois se complementando de forma bastante orgânica. Outros bons personagens como Kazi (Fra Fee) e Maya (Alaqua Cox) são apresentados nesse balaio natalino, com muita profundidade e com bons ganchos para o futuro, principalmente com a entrada de Demolidor no universo da Marvel.

    À parte, temos como destaque a sempre espetacular Florence Pugh como Yelena Belova, a nova Viúva Negra, que complementa muito bem esse elenco carismático. Fiquei com muita vontade de ver mais dela na Casa das Ideias, principalmente atuando ao lado de Steinfield, pois as duas são perfeitas juntas.

    Entretanto, de negativo temos as cenas de ação mal executadas, uma história meio sonolenta e sem empolgação e que serve mais para implementar de vez o universo urbano. A adição do Rei do Crime foi bastante aleatória e causou até um certo constrangimento por conta de uma atuação desastrosa de Vincent D’Onofrio.

    VEREDITO

    Com muito carisma, excelentes atores e personagens, mas uma trama sonolenta, Gavião Arqueiro é a menos empolgante das séries do MCU, todavia, traz muita qualidade.

    Com o papel de consolidar os heróis urbanos da Marvel e abrir o leque de opções para grupos como Jovens Vingadores e Thunderbolts, o seriado deixa pontas soltas interessantes para um futuro promissor.

    3,8/5,0

    Confira o trailer de Gavião Arqueiro:

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    CRÍTICA | Gavião Arqueiro S1: E5 e E6 – Análise

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    Gavião Arqueiro é uma série original da Disney+ e está disponível de forma completa no catálogo. Ela é um produto Marvel em parceria com a empresa de Walt Disney e faz parte do Universo Cinematográfico da Marvel.

    ANÁLISE

    O quinto e sexto episódio de Gavião Arqueiro nos trouxeram um misto de emoções, uma vez que no penúltimo tivemos um enredo morno, que tinha como objetivo tentar explicar as diversas reviravoltas e manipulações envolvendo os personagens para chegarmos no ápice de uma season finale cheia de ação e pontas para novos rumos dentro da Casa das Ideias.

    O episódio intitulado Ronin é bastante lento e apresenta Clint (Jeremy Renner) tentando mostrar para Eco (Alaqua Cox) que as coisas não são como ela imagina. De positivo, temos uma interação bastante interessante entre Yelena (Florence Pugh) e Kate (Hailee Steinfield) que pode render muitos frutos no futuro. A toada mais arrastada e um sentimento de que nada acontece torna Ronin um dos episódios mais entediantes da série, mesmo que desenvolva a trama.

    Já a season finale intitulada Então Já É Natal? A série finalmente mostra todo o seu potencial, visto que agora as cenas de ação são infinitamente melhores do que foram apresentadas nos demais episódios, assim como os arcos que não funcionavam tão bem são desenvolvidos e o que vemos no fim é bem satisfatório.

    De fato, a dinâmica Clint/Kate/Yelena é muito legal e com certeza vai ser uma boa ideia da Marvel se tivermos materiais que desenvolvam um time com eles juntos novamente. A química do elenco inteiro é invejável e a consolidação do universo urbano da Casa das Ideias empolga demais aos fãs. Gavião Arqueiro prova que podemos imaginar como Demolidor, Jessica Jones, Justiceiro e tantos outros podem encaixar como uma luva, ainda mais que agora temos o Rei do Crime (Vincent D’ONofrio) que une todas as tribos no melhor estilo Norvana.

    Aliás, falando do grande vilão da temporada, ele é a pior coisa de Gavião Arqueiro.

    Vincent DONofrio é caricato e seu antagonista é ridiculamente indestrutível. O Rei do crime não tem nenhum poder, tampouco suas habilidades além de uma força bruta absurda não dão nenhuma vantagem contra heróis tão poderosos. Sua aparição é mais para desenvolver uma união de multiversos Marvel e Netflix do que, de fato, trazer um vilão ameaçador para este universo. Por fim, gostei muito de Tony Dalton como Espadachim/Jack Duquesne, pois ele é divertido e carismático.

    VEREDITO

    Os dois últimos episódios de Gavião Arqueiro tentam equilibrar as coisas, uma vez que um desenvolve mais textualmente e o outro vai mais para a ação desenfreada que funciona. Existem problemas, mas a diversão é garantida sim!

    Episódio 5 – Ronin

    3,5/5,0

    Episódio 6 – Então Já É Natal?

    4,2/5,0

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    CRÍTICA | Animal Crossing – Happy Home Paradise (2021, Nintendo)

    Animal Crossing: New Horizons – Happy Home Paradise é a mais recente DLC de Animal Crossing lançada para Nintendo Switch. O conteúdo extra pode ser adquirido direto na Nintendo eShop, tanto pela compra da DLC, quanto pela assinatura do Nintendo Switch Online Expansion Pack.

    SINOPSE

    É hora de realizar alguns sonhos! No conteúdo extra Animal Crossing: New Horizons – Happy Home Paradise, você é um funcionário dedicado do resort que irá ajudar a projetar a casa dos sonhos de seus clientes.

    ANÁLISE

    Como é bom ser fã de Animal Crossing! Com material para manter as pessoas entretidas por horas, seja por meio de customizações ou missões, o game é encantador e passa uma sensação de paz e harmonia – mesmo que você seja extorquido constantemente pelo Tom Nook.

    Aqui no site já falamos sobre o jogo base e agora chegou a hora de avaliarmos também a DLC, chamada Happy Home Paradise. Lançado em novembro de 2021, o pacote de expansão chegou num momento em que Animal Crossing se tornou um dos games mais vendidos no Nintendo Switch (por causa da pandemia). Ou seja: fez sua legião de fãs ainda mais feliz.

    Na DLC você pode trabalhar em um resort como designer de ambientes, decorando as casas de diversos clientes. Quanto mais clientes você atender, mais funções e itens serão liberados. À primeira vista, parece algo simples, mas a DLC é extremamente divertida e realmente torna Animal Crossing um jogo ainda melhor.

    Primeiramente porque tudo funciona muito bem no Nintendo Switch. A experiência de jogo é fluida, garantindo que todas as ações ocorram exatamente como o esperado. Fora que, com a diversidade de itens e customizações que podem ser feitas, você tem em mãos horas e mais horas de entretenimento.

    Se você começar um jogo do zero, há diversas etapas a serem cumpridas antes do seu emprego na Paradise Planning ser liberado. Entretanto, esse desenrolar se torna empolgante, pois você sabe que algo muito divertido está à sua espera.

    A possibilidade de criar cafés, restaurantes, hospitais, lojas e outras instalações faz a experiência ser ainda melhor, pois você realmente consegue ver o espaço funcionando e recebendo clientes.

    As missões em Happy Home Paradise são simples e didáticas. Eu iniciei tanto o jogo base, como a DLC, ao mesmo tempo e, mesmo não tendo nenhuma experiência prévia, achei os tutoriais super didáticos e as missões fáceis de serem completadas. Tudo funciona muito bem e traz uma sensação de real felicidade para o jogador. Você pode conferir essa jornada na nossa Twitch.

    VEREDITO

    Animal Crossing: New Horizons – Happy Home Paradise é uma DLC que supera o jogo base tanto em dinâmica, quanto em possibilidades de diversão. Com inúmeros novos recursos, o conteúdo extra não se resume apenas a itens, trazendo missões que mantêm o jogador entretido por horas de maneira fluida.

    5,0 / 5,0

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    CRÍTICA – The Witcher (2ª temporada, 2021, Netflix)

    The Witcher da Netflix têm dividido enormemente tanto os fãs da série de livros, como dos games baseados na franquia. Tendo sido adaptada do material fonte que deu origem aos livros, a 2ª Temporada da série parece tomar certas liberdades narrativas que lançam nossos protagonistas por eventos tão bizarros quanto inesperados.

    Mas será que a segunda temporada da série foi melhor do que a primeira? Como os arcos de Geralt (Henry Cavill), Ciri (Freya Allan) e Yennefer (Anya Chalotra) se desenvolveram no segundo ano da série?

    Essa é a minha análise da segunda temporada. Vale lembrar que antes do lançamento oficial do segundo ano da série, a Netflix nos convidou para participar de um evento mundial de lançamento, que contou até mesmo com o primeiro episódio da segunda temporada e uma entrevista incrível com o Henry Cavill que você pode conferir aqui, no Feededigno.

    SINOPSE

    Enquanto os reis do Continente, elfos, humanos e demônios lutam pela supremacia fora das muralhas, ele precisa proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder dentro dela.

    ANÁLISE

    2ª Temporada

    Por meio de um desenvolvimento não tão apressado em seu primeiro ano, a 2ª temporada de The Witcher nos leva por caminhos que nos fazem por vezes questionar o quão consolidados serão os caminhos tomados por Ciri, Geralt e Yennefer.

    Com arcos bem estabelecidos, mas certos problemas e algumas críticas a ser feitas, a 2ª temporada da série amadurece não apenas o que conhecemos de Geralt, mas lança Ciri e Yennefer em uma jornada de crescimento, fazendo-as amadurecer em meio à conflitos que fogem de seu controle, com personagens tão intensos e profundos, quanto nosso núcleo protagonista.

    Com 8 episódios – como seu primeiro ano – a série retoma sua história logo onde ela parou ao fim da 1ª temporada. Geralt e Ciri se encontrando e precisando lidar com uma vindoura relação de protetor e sua “Criança Surpresa”.

    Enquanto nos lança em uma viagem tão íntima quanto respeitosa, Lauren S. Hissrich e Henry Cavill nos fazem ver o quão bela uma relação entre pai e filha pode ser, ainda que desafiadora, Freya Allan desenvolve e aprofunda tudo que Ciri foi, no passado, e lança a personagem em um mar de possibilidade, enquanto descobrimos as minúcias e quanto poder a personagem guarda em seu interior.

    2ª Temporada

    Com arcos bem definidos e incríveis adaptações, vemos que a produtora executiva optou por tomar decisões criativas que divergem do material fonte. Mas como um material longevo, tal acontecimento há de ter alguma repercussão em futuras temporadas.

    Com monstros e ameaças assustadoras, a segunda temporada têm se aprofundado e elevado o nível da ameaça que Geralt enfrenta. Criaturas familiares aos fãs da franquia, como as lâmias, basiliscos e leshys, tornam as ameaças fantásticas palpáveis e críveis para nós do mundo real – e causa em fãs dos games, como esse que vos escreve, uma vontade imensa de voltar ao mundo do game.

    VEREDITO

    2ª Temporada

    A 2ª temporada de The Witcher nos aprofunda imensamente na história do Continente, enquanto aborda temas como a Conjunção das Esferas. Com a perseguição dos elfos por parte dos humanos tomando cada vez mais forma e uma guerra crescente, a série aborda temas tão pesados, quanto intensos e nos lança em conflitos fantásticos e aprofunda cada vez mais seus personagens.

    Com um crescimento de Geralt, Ciri e a demorada evolução de Yennefer, vemos o quanto eles ainda têm a crescer. Por meio de artifícios de roteiros, vemos que mesmo os personagens que tiveram sua estreia live action nessa temporada crescem, e garantem sua presença no próximo ano da série.

    A aparição de Vesemir (Kim Bodnia) e outros Witchers – cujas introduções se deram na animação Lenda do Lobo -, assim como a aparição de Kaer Morhen, trazem assuntos profundos relacionados não apenas à natureza dos mutantes, mas também à íntima vontade de Ciri de encontrar um propósito e se sentir como uma dos witchers que a cercam.

    A segunda temporada faz escolhas importantes, e torna o ritmo da série mais fluído e muito mais interessante que sua primeira temporada. Enquanto nos lança em direção à imponentes e importantes ameaças da história de Geralt e Ciri, a história do Continente se desenrola em segundo plano. Com uma revelação final bombástica para os que não estão familiarizados com a história daquele mundo e um terceiro ano da série confirmado, grandes ameaças rondam não apenas o mundo elfo, mas também Kaer Morhen e a Estada das Feiticeiras.

    As duas primeiras temporadas de The Witcher, assim como a animação estão disponíveis na Netflix.

    5,0 / 5,0

    Confira o trailer da série:

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    REVIEW – Logitech G213 Prodigy (2021, Logitech)

    Conforme nossa área de review tech cresce, há três semanas tivemos a oportunidade de receber da Logitech dois periféricos de entrada para que pudéssemos analisar o primeiro, o teclado Logitech G213 Prodigy e o Mouse G203 Lightsync

    Nesse post, como o título aponta, abordaremos as minúcias e já adianto, o quão maravilhoso é usar o G213 Prodigy.

    Caso você conheça o Feededigno apenas pelo conteúdo ligado à cultura pop, a área de tecnologia do Feededigno têm crescido a cada dia mais, e traremos conteúdo de qualidade para você aqui e nas nossas redes sociais.

    ANÁLISE

    G213 Prodigy

    O Logitech G213 Prodigy é um teclado gamer de membrana. Ainda que o teclado não seja um produto highend, a tecnologia colocada no produto pela Logitech agrega um valor que pode ser visto por meio de seu acabamento, que não deixa a desejar.

    Antes de escrever esse texto, tive a oportunidade de usar os periféricos por pouco mais de três semanas, tanto no dia-a-dia, quanto na jogatina. O que me permite abordar os mais diversos aspectos do uso e suas possibilidades.

    Um aspecto que tem sido de enorme importância para mim nos últimos dias, é ver como os periféricos reagem em meio ao uso em games mais dinâmicos como Call of Duty: Vanguard e Call of Duty: Warzone e para a minha surpresa – que jogo no console – é ver como os periféricos se saíram bem conectados ao PlayStation 4.

    Além de contar com configuração ABNT2, o teclado tem um sistema de luzes RGB que pode ser ajustado por meio da tecnologia Lightsync no programa Logitech G Hub. Além de configurar seus periféricos da linha G da Logitech, você pode escolher as cores que eles exibirão de acordo com seu setup  e montar predefinições para as 5 regiões iluminadas de maneira separada, podendo gerar 16,8 milhões de combinações de cores.

    RESISTÊNCIA, ERGONOMIA E VANTAGENS DO G213 PRODIGY

    O G213 Prodigy foi criado para não falhar com você diante as maiores adversidades que sua jogatina ou sua rotina diária podem vir a acarretar. Sendo durável, e resistente a derramamentos de líquido o G213 irá onde nenhum outro teclado de membrana pode ir. 

    Com um design anatômico, o teclado garante tanto um apoio para as mãos integrado, como também te fornece uma inclinação ajustável para que você continue jogando ou trabalhando por horas a fio sem sentir o peso da fadiga ou do desconforto que você sentiria normalmente com os outros teclados.

    Com um acionamento de teclas de 2ms, as teclas do G213 Prodigy foram criadas para se assemelhar ao máximo a um teclado mecânico com sua altura, mas sem perder a responsividade e acessibilidade. Por se tratar de um teclado de entrada, o mesmo se mostra mais acessível que os teclados mecânicos de uma linha superior.

    Teclas multimídia

    Por se tratar de um teclado que parece ser focado grandemente no público gamer, ele conta com um grupo de botões multimídia para garantir sua jogatina não vá ser atrapalhada por uma trilha muito alta, muito baixa, ou o qualquer outra coisa.

    VEREDITO

    Em meio as três semanas em que tive a oportunidade de testar o teclado, notei o quão imponente ele é se comparado aos teclados de entrada de outras empresas. A Logitech colocou no Prodigy elementos que nos remetem à uma categoria de periféricos highend, mesmo não fazendo parte do mesmo. O cuidado estabelecido pela empresa ao garantir que seus usuários – independente de qual linha de periféricos – terão a melhor qualidade e um ótimo retorno e uma experiência tão próxima e fidedigna, o G213 te garantem uma experiência próxima do que é usar um teclado mecânico enquanto usa um teclado de membrana.

    Além de ter um enorme vantagem em uma relação custo-benefício, o teclado conta com uma garantia de 2 anos. O teclado que conta com um cabo trançado de 1,8m, te garante uma maior segurança em relação à sua qualidade. Garantindo uma maior resistência a longo prazo, e garantindo que o cabo não se quebrará como outros que não possuem essa proteção externa.

    Um dos maiores e mais brilhantes aspectos do teclado, se dão em relação à qualidade da carcaça do mesmo. Que sendo inteiramente de plástico é de se esperar que ele não seja firme, ou não tão resistente. Mas uma coisa eu posso lhes garantir: ele é tão seguro e firme quanto um teclado com case metálica, ou um teclado highend.

    Ainda que a Logitech nos tenha enviado tanto o teclado Prodigy G213 quanto o mouse G203 lightsync, preciso apontar aqui que o melhor preço para ambos periféricos não é na loja oficial a Logitech. Então esse que vos escreve recomenda pesquisar antes de fechar sua compra.

    DIMENSÕES

    Altura x largura x Comprimento:
    330mm x 452 mm x 218 mm
    Peso: 1,1 kg

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    TBT #156 | O Espetacular Homem-Aranha (2012, Mark Webb)

    Neste dezembro, as pessoas só falam de duas coisas: Natal e Homem-Aranha. Neste TBT eu poderia falar sobre algum filme de Natal que marcou minha infância, mas não. Hoje falaremos sobre O Espetacular Homem-Aranha.

    Muito antes de Tom Holland brilhar nas telas ou pensar em soltar suas teias em Homem-Aranha: Sem Volta Pra Casa, lançava no Brasil em 6 de julho de 2012, estrelado por Andrew Garfield (Tick, Tick… BOOM! e Emma Stone (Cruela), O Espetacular Homem-Aranha. O longa dirigido por Mark Webb certamente levantou várias controvérsias e debates relacionados à franquia.

    SINOPSE

    Peter Parker está tentando saber mais sobre sua origem. Ele encontra uma pasta que pertenceu ao seu pai e quer descobrir por que seus pais desapareceram. Sua busca o leva a Oscorp e ao Dr. Curt Connors, que tem como alterego o letal Lagarto.

    Com grandes franquias, vem um grande número de fãs rigorosos

    Apesar do furor das críticas das viúvas de Tobey Maguire (eu estive nesta lista no passado), Andrew Garfield teve uma boa atuação e se assemelhava bastante ao Peter Parker dos quadrinhos.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA – TBT #100 | Homem-Aranha (2002, Sam Raimi)

    Considerando que existem várias HQs e animações, com vários universos, é necessário identificar qual destes é o que baseou o longa. O Espetacular Homem-Aranha do longa ficou bastante fiel ao das outras mídias, e traz ao público um Peter mais intransigente e revoltado, o que pode ter causado sua pouca aceitação.

    O Parker de Andrew Garfield não é tão desajeitado, anda de skate, não usa óculos e não tem medo dos valentões. Isso choca, porque o Peter que muitos estão habituados é muito mais vulnerável do que este. Ainda assim, este é um Homem Aranha.

    VEREDITO

    Apesar destas polêmicas de roteiro, o que fã nenhum pode negar é a qualidade trazida ao uniforme e às habilidades do Cabeça de Teias. Visualmente, este pode ser um dos heróis mais bem trabalhados no cinema. As cenas de ação ganham muito com esta dedicação, e por isto, o filme vale muito a pena.

    Principalmente agora, com a franquia em alta e os 3 atores estando novamente na boca do povo, vale muito a pena revisitar os filmes do teioso mais querido da Marvel e aproveitar os cameos de Stan Lee pra matar a saudade do velho gênio.

    4,0 / 5,0

    Assista ao trailer dublado:

    O filme está disponível para streaming na HBO Max e Oi Play.

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