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    CRÍTICA – First Cow: A Primeira Vaca da América (2019, Kelly Reichardt)

    First Cow: A Primeira Vaca da América é um longa-metragem escrito e dirigido pela diretora americana Kelly Reichardt e que chegou aos cinemas no dia 10 de Junho.

    SINOPSE

    Em 1820, um cozinheiro solitário e habilidoso viaja para o território do Oregon, onde conhece um imigrante chinês que também busca criar sua fortuna. Logo, eles se unem em um perigoso esquema para roubar leite de uma premiada vaca local – a primeira e única em todo o território.

    ANÁLISE

    Em First Cow temos uma longa-metragem com ritmo lento e vagaroso, com um design de produção minimalista que vai agradar a todos os cinéfilos – mas que certamente não agradará ao público impaciente que não estiver habituado com uma história e uma narrativa mais lentas.

    No entanto, o ritmo lento dessa narrativa se adequa perfeitamente ao período que se passa a história. Levando isso em conta, acompanhamos Otis (John Magaro) e King-Lu (Orion Lee) durante o século XIX. Tentando realizar o sonho americano de serem vendedores de biscoito ordenhando uma vaca local, mas de forma ilícita.

    Com essa premissa, o longa se desenvolve de forma simples e inquietante, pois apesar do ritmo lento, o espectador ficará bastante apreensivo com a forma ilegal que ambos os personagens se arriscam para ordenha.

    As atuações de John Magaro e Orion Lee estão excelentes, pois ambos os atores apresentam uma sintonia cativante e convincente. Com relação a direção de Kelly Reichardt, a mesma sabe realmente extrair uma excelente história diante de uma premissa tão simples.

    Além da trama excepcional, o destaque vai para a ambientação naturalista que é maravilhosa em tela. Com a paleta de cores com tons verdes e marrons, os personagens têm o visual de um filme western, o que torna tudo ainda mais fascinante.

    VEREDITO

    First Cow – A Primeira Vaca da América é um deleite aos cinéfilos que amam uma história simples, minimalista e bem dirigida. Todavia, o longa pode acabar sendo um tédio para o espectador que espera uma trama sem enrolação, pois a diretora foca em contar uma história lenta de uma amizade que acaba tendo um desfecho inesperado.

    First Cow – A Primeira Vaca da América foi lançado nos cinemas no dia 10 de Junho de 2021.

    Confira o trailer do filme:

    4,0 / 5,0

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    CRÍTICA – DC Super Hero Girls: Teen Power (2021, Nintendo)

    DC Super Hero Girls: Teen Power é o mais novo lançamento do Universo DC Comics exclusivo para Nintendo Switch. Focado no público infantojuvenil, o game de ação para 1 jogador(a) traz heroínas e vilãs clássicas numa aventura para salvar Metropolis.

    SINOPSE

    Junte-se à luta como Mulher-Maravilha, Supergirl e Batgirl da série animada DC Super Hero Girls e salve Metropolis do terror criado por Toyman!

    Com a cidade em perigo, até “animigas” como Harley Quinn, Catwoman e Star Sapphire precisarão unir-se para ajudar a proteger a cidade.

    Cada super-heroína e supervilão tem um conjunto único de habilidades: por exemplo, a Mulher-Maravilha usa suas habilidades de guerreira com o Lasso of Truth e Flying Shield enquanto Harley Quinn empunha a pistola Pop Roulette que dispara efeitos atrevidos para causar bem e mal ao mesmo tempo.

    ANÁLISE DE DC SUPER HERO GIRLS: TEEN POWER

    Lançado em 4 de junho de 2021 exclusivamente para Nintendo Switch, DC Super Hero Girls: Teen Power deixa bem claro já em seus traços que é um jogo para crianças e adolescentes.

    A estética do game é bem fiel às animações da DC para esse público, como Os Jovens Titãs Em Ação e, claro, DC Super Hero Girls. É como see você realmente estivesse controlando o desenho animado das jovens heroínas.

    À medida que você avança no game é possível controlar as seguintes heroínas e seus respectivos alter ego:

    • Diana Prince / Mulher-Maravilha
    • Barbara Gordon / Batgirl
    • Kara Danvers / Supergirl
    • Zee Zatara / Zatanna
    • Jessica Cruz / Lanterna Verde
    • Karen Beecher / Bumblebee

    Além delas, as vilãs (e seus respectivos alter ego) que estão no jogo para serem enfrentadas são:

    • Selina Kyle / Mulher-Gato
    • Harleen Quinzel / Arlequina
    • Leslie Willis / Livewire
    • Pamela Isley / Hera Venenosa
    • Carol Ferris / Star Sapphire
    • Doris Zeul / Giganta

    É possível jogar como algumas vilãs ao longo da história, entre elas Arlequina e Star Sapphire. Outros personagens clássicos da DC Comics que estão no jogo como NPCs são Lois Lane, Lex Luthor, Lena Luthor e Hal Jordan / Lanterna Verde.

    Combatendo o crime numa vibe Ensino Médio

    A história de DC Super Hero Girls: Teen Power mescla sua vida como adolescente civil e seu dever enquanto heroína. Então, as personagens se preocupam tanto com questões da juventude na fase do Ensino Médio, como com salvar a cidade.

    Você precisa ajudar a reconstruir a área de Hob’s Bay, em Metropolis, como parte de um projeto da LexCorp com estudantes da Metropolis High School, onde as personagens estudam.

    Enquanto você ganha moedas e habilita novas construções para desenvolver essa parte da cidade, o inimigo Toyman controla um exército de brinquedos que estão constantemente atacando diferentes pontos de Metropolis.

    DC Super Hero Girls: Teen Power é um jogo exclusivo para Nintendo Switch lançado em junho de 2021 com foco no público infantojuvenil

    Algo interessante no jogo é a variedade de ações que se pode fazer. Além de completar as missões principais, estão disponíveis missões secundárias que você descobre ao conversar com as pessoas.

    Você também pode aumentar o poder de todas da sua equipe, tirar fotos de grafites das super-heroínas espalhados por Metropolis, coletar hamsters de pelúcia para entregar aos torcedores do time da escola e… usar a rede social Superstapost.

    O Superstapost é uma espécie de Instagram e sua mecânica é bobinha, mas pode ser útil para encontrar alguns pontos importantes para avançar na história principal. Acredito que a rede social seja mais um atrativo para o público-alvo do que qualquer outra coisa.

    Entretanto, todos esses recursos que vão além das missões principais garantem muitas horas de jogo.

    Jogabilidade de DC Super Hero Girls: Teen Power

    Logo de início o jogo coloca você num combate para treinar algumas das mecânicas de batalha. Nessa etapa você é Supergirl, e um dos recursos que deve utilizar é o voo. Voar rapidamente é complicado, uma mecânica que acredito que poderia ter sido mais facilitada.

    No começo do jogo também é nítido que algumas personagens estão com a dublagem mal sincronizada, o que acredito que vá irritar algumas pessoas. Eu, particularmente, apenas notei e destaco aqui, mas não é algo que vá tornar DC Super Hero Girls: Teen Power um jogo ruim.

    Digo isso porque game sofreu duras críticas do público desde o início das divulgações. Embora seja praticamente igual ao estilo da animação, muitas queixas dizem respeito aos gráficos.

    O trailer de lançamento, que está no fim deste artigo, atualmente tem 1.8 mil curtidas e 2.5 mil descurtidas. O canal da Nintendo teve até que desabilitar os comentários no vídeo.

    DC Super Hero Girls: Teen Power é um jogo exclusivo para Nintendo Switch lançado em junho de 2021 com foco no público infantojuvenil

    O design dos NPCs de fato é bastante simples e poderia ser melhor trabalhado, mas novamente acredito que a escolha seja para gerar mais proximidade com o público infantojuvenil, o que não é suficiente para tornar o jogo ruim.

    A variedade de ações que mencionei, combinadas com a mecânica de luta, tornam a experiência bem satisfatória, mesmo se você não faz parte do público-alvo (meu caso).

    Os erros de DC Super Hero Girls: Teen Power

    Até aqui contextualizei e trouxe contrapontos que, no meu ponto de vista, deixam o score positivo. Entretanto, DC Super Hero Girls: Teen Power tem problemas, principalmente por ser voltado para crianças e adolescentes.

    O primeiro deles é que o jogo não está disponível em português. Sabemos que o Brasil é um dos principais mercados da DC Comics e que os jogos exclusivos da Nintendo sempre funcionam muito bem para todos os públicos.

    Por isso, é estranho e ruim não ter nosso idioma disponível, nem que fosse apenas para os textos do jogo.

    Outro problema é que DC Super Hero Girls: Teen Power só pode ser jogado por uma pessoa. Um jogo que consiste em montar uma equipe de heroínas e “animigas” deveria ter um modo multiplayer.

    Acredito que seria bem divertido ter uma forma de enfrentar as vilãs com mais players. Melhor ainda se mesclasse presencial, utilizando os Joy-Con, com online.

    DC Super Hero Girls: Teen Power é um jogo exclusivo para Nintendo Switch lançado em junho de 2021 com foco no público infantojuvenil

    Por fim, acredito que tornaria o jogo melhor se houvesse a possibilidade de alternar entre a alter ego e a heroína/vilã. Deveria haver uma forma de trocar sua roupa em pontos específicos do jogo, ou em momentos em que não há ninguém por perto, para que você pudesse circular pela cidade usando comandos específicos das heroínas e das vilãs.

    VEREDITO

    DC Super Hero Girls: Teen Power é um jogo focado no público infantojuvenil e não tem nenhuma pretensão em atrair pessoas fora desse recorte que não estejam abertas a jogar algo que não seja 100% focado em lutas.

    O novo jogo da DC Comics exclusivo para o Nintendo Switch possui uma estética bastante similar à animação, mas que poderia ser melhor trabalhada em alguns pontos, como os NPCs.

    Se você tem interesse nas histórias das heroínas e das vilãs da DC, e não se preocupa apenas em lutar pelas ruas de Metropolis, então vale dar uma chance para DC Super Hero Girls: Teen Power. No entanto, tenha em mente que o jogo não está em português, o que infelizmente pode afastar muitas crianças desse divertimento.

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer de DC Super Hero Girls: Teen Power.

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    CRÍTICA – Lupin (Parte 2, 2021, Netflix)

    Os cinco episódios da Parte 2 de Lupin já estão disponíveis na Netflix. Complementando os acontecimentos da Parte 1, lançada em janeiro deste ano, os novos capítulos dão andamento ao arco de Assane Diop (Omar Sy) e seu arquiinimigo Hubert Pellegrini (Hervé Pierre).

    SINOPSE

    Inspirado nas aventuras de Arsène Lupin, o ladrão cavalheiro Assane Diop sai para vingar seu pai de uma injustiça feita por uma família rica.

    ANÁLISE

    A Parte 2 de Lupin começa exatamente onde a Parte 1 terminou. Acompanhamos o desenrolar do sequestro de Raoul (Etan Simon) e os próximos passos do plano de Assane para vingar seu pai, Babakar Diop (Fargass Assandé), que foi falsamente incriminado por um roubo.

    A sensação que temos é que a segunda parte de Lupin é o clímax de uma primeira temporada. A Netflix vem, cada vez mais, apostando nesse modelo de temporada dividida, liberando menos episódios em períodos espaçados. A aposta é justificada: os cinco episódios são eletrizantes e cheios de ação.

    Pensando nessas duas partes como uma única temporada, devo dizer que o arco desta história fechou de forma bem satisfatória. Já se sabe que teremos uma continuação, o que garante que a história de Assane, atrelada à simpatia de Omar Sy, ainda tem muito a ser explorada.

    O roteiro possui algumas derrapadas, assim como na primeira parte. Algumas definições facilitadas, além de conveniências de roteiro. Entretanto, todos esses pequenos defeitos acabam ficando em segundo plano por causa da ótima presença de tela de Omar Sy. Além disso, Antoine Gouy (intérprete de Ben) possui bem mais espaço nos novos episódios, formando uma ótima dupla com Omar Sy.

    Outro ator que ganhou espaço é Soufiane Guerrab, que interpreta o policial Guedira. Seu personagem consegue balancear a trama de Assane e está em perfeita harmonia com as histórias clássicas de Lupin.

    Um dos pontos positivos da Parte 2 é mostrar que Assane também pode errar. Seu rival está à altura de sua inteligência, e seus recursos são ilimitados. Ele está exposto, sua família está exposta e essa situação o coloca à beira do limite, obrigando que o personagem saia da zona de conforto dos golpes e jogos.

    Lupin sabe beber muito bem do material base de Maurice Leblanc, trazendo referências a momentos clássicos do personagem literário. O roteiro de George Kay, atrelado ao ótimo time de diretores, faz a duração dos episódios passar rapidamente. Mesmo com uma média de 40 minutos, você quase não sente a maratona, sendo um produto perfeito para o modelo Netflix.

    CRÍTICA - Lupin (Parte 2, 2021, Netflix)

    Assim como na primeira parte, o debate sobre racismo está novamente presente nesses episódios. O conceito criado por Assane logo no início da série (você me viu, mas não me enxergou), segue presente em quase todas as situações, principalmente quando acompanhamos o passado do personagem. Mesmo sendo um homem procurado em toda a França, ele passa despercebido em meio aos ricos da alta sociedade.

    VEREDITO

    Poucos produtos originais da Netflix conseguiram se valer tanto do carisma e charme de seu protagonista como Lupin. Omar Sy é natural, hipnotiza a audiência e entrega um grande entretenimento para o público. O seriado consegue levantar debates interessantes ao mesmo tempo que traz boas cenas de ação. Isso tudo sem grandes efeitos especiais.

    Mesmo com algumas derrapadas de roteiro, é uma série com grandes méritos e que realmente te deixa com vontade de assistir a mais episódios.

    4,0/5,0

    Assista ao trailer:

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    PRIMEIRAS IMPRESSÕES – Mito de Sísifo (1ª temporada, 2021, Netflix)

    O Mito de Sísifo é uma série de ficção cientifica sul-coreana original da Netflix. Seus episódios serão lançados por blocos, porém, aqui você vai conferir sobre as impressões que tivemos ao assistir os 4 primeiros episódios dessa nova produção.

    SINOPSE

    Após um incidente, o engenheiro Han Tae-sul (Cho Seung‑woo) começa desvendar segredos perigosos enquanto uma mulher do futuro está a sua procura.

    ANÁLISE

    Na mitologia grega, Sísifo era um homem conhecido pela sua inteligência e astúcia que desafiava os deuses gregos. Por isso ele foi condenado a, diariamente, empurrar uma pedra grande montanha acima. Ao quase chegar ao topo, devido ao peso da pedra e ao seu cansaço, ele falhava, deixando a pedra rolar até chegar ao chão novamente.

    O objetivo dos deuses era humilhá-lo com a repetição por usar da sua esperteza para armar contra eles. Assim, o escritor Albert Camus utiliza esse personagem para criticar a sociedade em seu ensaio filosófico, dizendo que os humanos vivem em uma repetição devido à religião e modos capitalistas. 

    Portanto, o Mito de Sísifo usa essas duas referências para criar uma série de ficção-científica, que começa mostrando o engenheiro Han Tae-sul. Com sua inteligência, ele “foge” do padrão da sociedade.

    PRIMEIRAS IMPRESSÕES - Mito de Sísifo (1ª temporada, 2021, Netflix)

    Lembro de outra série sul-coreana que um personagem específico se sente deprimido por viver nessa constante repetição. Assim, como o Mito de Sísifo critica o quanto nós estamos tão focados em trabalhar, comprar coisas, reproduzir e morrer, sem darmos atenção ao que realmente importa ou aos segredos do mundo.

    Com essa excelente premissa, a série mostra um planeta de 2020 em que as pessoas ainda estão descobrindo novas tecnologias, além de outra realidade pós-apocalíptica que, nos primeiros quatro episódios, a produção não se preocupou em explicar.

    Se não for bem resolvida ao longo da narrativa, a falta de contexto pode se tornar um problema maior, devido a uma certa  abundância de informações que deixa o espectador confuso. Além disso, existe um problema bem grande com a mira dos personagens, aparentemente contrataram os stormtroopers

    Porém, as bem produzidas e coreografadas cenas de luta em plano sequência protagonizadas pela Park Shin-Hye nos conquistam novamente. Aliás, Park Shin-Hye está nas cenas que se refere a um grupo de k-pop ganhador de prêmio da Billboard. Vocês sabem qual?

    VEREDITO

    Como pôde perceber adoramos a premissa da série e as cenas de luta, exceto a mira dos personagens. Porém, esperamos que tenha alguma explicação plausível e que o Mito de Sísifo possa nos fazer entender o que aconteceu em meio a tanta informação.

    Mesmo assim, é uma produção de ficção-científica que nos deixa curiosos e viciados quanto ao desenrolar da história. Na nossa opinião tem grande futuro na missão de deixar séries sul-coreanas cada vez mais famosas. 

    4,5 / 5,0

    Assista ao trailer:

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    Guardiões do Tempo: Conheça Ast, Vort e Zanth

    Os Guardiões do Tempo (Time-Keepers) são formados por Ast, Vort e Zanth; Eles são os guardiões da realidade do tempo e foram criados logo após o nascimento do universo por Aquele que Permanece.

    Sua primeira aparição foi na HQ Thor #282 – Rites of Passage em abril de 1979 e criados pelos artistas Mark GruenwaldRalph Macchio.

    Esses protetores têm poderes quase ilimitados para controlar o tempo. Seu único objetivo é preservar sua existência, para que o universo possa ficar em paz. É por isso que eles enfrentaram heróis e vilões como os Vingadores e a Feiticeira Escarlate.

    Por algum tempo, eles recrutaram Immortus para destruir os Vingadores porque os Guardiões do Tempo temiam que a expansão da humanidade por todo o espaço pudesse ser perigosa. Finalmente, os Guardiões do Tempo decidiram destruir todas as realidades alternativas para que pudessem permanecer como os únicos guardiões do tempo. Então, o viajante do tempo Kang perguntou a Rick Jones (Capitão Marvel) se ele poderia ajudá-lo a salvar as outras realidades. Rick aceitou e os dois conseguiram derrotar os Guardiões do Tempo. Durante a batalha, eles pareceram morrer, mas não se sabe se eles realmente estão mortos.

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    AST, VORT e ZANTH

    Da esquerda para a direita: Vort, Zanth e Ast.

    Ast foi o primeiro, Vort do segundo e Zanth o terceiro membro dos Guardiões do Tempo.

    Todos os três possuem os mesmos poderes:

    • Consciência Cósmica;
    • Intelecto;
    • Manipulação de tempo;
    • Viagem no tempo.

    OUTRAS MÍDIAS

    Recentemente os três personagens foram apresentados na mais nova série da Marvel Studios para o serviço de streaming Disney+Loki, que vai ao ar toda quarta-feira.

    Durante o primeiro episódio intitulado Glorioso Propósito, o Deus Trapaceiro (Tom Hiddleston) é apresentado a um vídeo instrutivo conta há muito tempo houve uma grande guerra multiversal e os seres oniscientes chamados Guardiões do Tempo foram responsáveis por trazer a paz e reorganizar o multiverso em uma única linha do tempo, a Linha do Tempo Sagrada. Isso é uma grande referência ao evento Guerras Secretas, considerada a primeira grande saga nos quadrinhos onde o multiverso entra em colapso.

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    Os melhores jogos da Nintendo que você precisa jogar

    Que a Big N se destaca por diversas franquias incríveis ninguém pode dizer o contrário. Acontece que nem só de Mario e Zelda vive a gigante dos consoles. Neste artigo, separamos os melhores jogos da Nintendo que você precisa jogar.

    O critério que utilizamos para montar a lista é simples: selecionamos todos os jogos de consoles da Nintendo que estão com nota igual ou superior a 95 no Metacritic – tanto na avaliação dos críticos da plataforma, como na opinião do público geral.

    Apesar disso, deixo claro que excluí o jogo The Legend of Zelda Collector’s Edition (GameCube), avaliado com nota 95, por se tratar de um compilado de outros games da franquia.

    Veja a seguir uma grande variedade, que contempla desde jogos para Nintendo 64 (1996) até Nintendo Switch (2017).

    Tony Hawk’s Pro Skater 2 (Game Boy Advance, 2001)

    Nota dos críticos: 95

    Tony Hawk's Pro Skater 2 para Game Boy Advance é considerado pela crítica como um dos melhores jogos da Nintendo de todos os tempos

    Tony Hawk’s Pro Skater 2 é sensacional e o melhor da franquia do skatista! Embora a melhor versão do jogo seja para Playstation, na opinião desse que vos escreve, é provável que THPS 2 para o Game Boy Advance (GBA) tenha chegado no Top 100 do Metacritic por ser uma inovação nos consoles portáteis.

    Afinal, esse foi o primeiro jogo de skate em 3D para um console de mão. THPS 2 leva, inclusive, o selo Must-Play do Metacritic.

    The Legend of Zelda: Twilight Princess (Wii e GameCube, 2006)

    Nota dos críticos: 95 (Wii) e 96 (GameCube)

    Aqui começa a aparecer em peso a franquia Zelda, pois sem dúvida são boa parte dos melhores jogos da Nintendo desde o primeiro game, em 1986.

    Além de se tratar de uma propriedade intelectual icônica da Big N, The Legend of Zelda: Twilight Princess se destaca na lista dos críticos por conta da jogabilidade. Tanto o controle Nunchuk como o Wii Remote permitem que os jogadores façam diversas atividades, como pescar e usar ataques especiais com a espada.

    A inovação aliada ao estilo de controles do Wii certamente é um ponto positivo e que faz o game merecer a alta avaliação da crítica. Além da versão para o Wii, o jogo para GameCube também tem a mesma avaliação.

    The Legend of Zelda: Majora’s Mask (Nintendo 64, 2000)

    Nota dos críticos: 95

    The Legend of Zelda, do Nintendo 64, é considerado um dos melhores jogos da história da Nintendo

    O famoso jogo em que Link tem 72 horas para impedir que a assustadora lua colida com a Terra. The Legend of Zelda: Majora’s Mask é um clássico do Nintendo 64 cheio de bizarrices, na opinião popular. Nada que o impeça de ser um dos melhores jogos da Nintendo.

    O jogo se diferencia dos demais lançados até então por não se passar em Hyrule e não ser focado na Triforce e na Princesa Zelda.

    A história se desenrola em Termina, onde Link deve tentar impedir que a lua provoque o apocalipse após ser tirada da sua órbita pelo mascarado Skull Kid.

    The Legend of Zelda: A Link to the Past (GBA, 2002)

    Nota dos críticos: 95

    O jogo original foi lançado para Super Nintendo (SNES) em 1991, mas o sucesso foi tanto que é possível jogar The Legend of Zelda: A Link to the Past em diversos consoles da Nintendo.

    A versão para o GBA foi lançada em 2002 e contou com o lançamento do modo multiplayer, algo que no original não existiu.

    Veja a seguir um vídeo comparando o gráfico entre SNES e GBA.

    The Legend of Zelda: The Wind Waker (GameCube, 2003)

    Nota dos críticos: 96

    Lembro até hoje de ver a propaganda desse game na TV e pensar: caramba, eu preciso muito de um GameCube. Junto com Super Mario Sunshine, The Legend of Zelda: The Wind Waker foram os dois jogos que me fizeram idolatrar esse console da Nintendo lançado em 2001.

    No caso de The Wind Waker, o motivo dessa idolatria é que os gráficos eram totalmente inovadores. A estreia de Link e cia. no GameCube foi com traços cartunescos que encantaram os gamers da época.

    Uma franquia amada e com toques artísticos diferenciados fazem de The Wind Waker um dos melhores jogos da Nintendo de todos os tempos.

    Resident Evil 4 (GameCube, 2005)

    Nota dos críticos: 96

    Resident Evil 4 é tão marcante que conquistou notas acima de 90 no Metacritic, um consenso difícil de se ver entre críticos e usuários da plataforma. O jogo é um horror survival de tiro em terceira pessoa.

    PUBLICAÇÃO RELACIONADA | Resident Evil: Confira os 5 melhores jogos da franquia

    O desenvolvimento de Resident Evil 4 foi complicado. O game chegou a ter quatro versões descartadas. Até que ficou definido que seria exclusivo para GameCube, mas futuramente foi lançado para diversas plataformas – e se tornou um hit em todas.

    GoldenEye 007 (Nintendo 64, 1997)

    Nota dos críticos: 96

    Inovador. Groundbreaking. Espetacular. Chame GoldenEye 007 com o adjetivo mais marcante que você quiser.

    Esse é um dos jogos que fez parte da minha infância, e que muito me diverti com armas icônicas, como a Golden Gun, que matava com apenas um tiro.

    GoldenEye 007 inovou no estilo FPS e é considerado um dos melhores jogos de Nintendo 64

    Os gráficos estavam longe de ser um primor, mas a jogabilidade era incrível. Tanto é que esse foi um divisor de águas na percepção das pessoas quanto a jogar games de tiro em primeira pessoa (FPS) em consoles. Até então, o “ideal” era jogar em computadores.

    Um dos pontos mais fortes da Nintendo é o modo multiplayer. E aqui, nesse clássico do Nintendo 64, isso não é diferente.

    The Legend of Zelda: Breath of the Wild (Wii U e Nintendo Switch, 2017)

    Nota dos críticos: 96 (Wii U) e 97 (Nintendo Switch)

    Um jogo que prometeu ser inovador e cumpriu. The Legend of Zelda: Breath of the Wild consegue ser inesquecível tanto para Wii U como para Nintendo Switch.

    Seu atrativo principal está no Switch, em que o pessoal do Metacritic considera um Must-Play, por ser o console mais atual da Big N.

    Viaje pelos vastos campos, florestas e montanhas enquanto descobre o que aconteceu com o reino de Hyrule nesta deslumbrante aventura a céu aberto.

    Ghost Trick: Phantom Detective (Nintendo DS, 2011)

    Nota dos usuários: 97 (avaliado por 1.259 jogadores)

    Ghost Trick: Phantom Detective é o primeiro jogo desta lista que se destaca pela avaliação dos usuários do Metacritic, e não pelos críticos especializados, que o avaliaram com nota 83.

    O jogo é uma história de mistério e intriga que combina divertidos quebra-cabeças lógicos com o mundo do sobrenatural, criando uma experiência totalmente nova e única no espaço de jogos portáteis.

    Ghost Trick: Phantom Detective mistura aventura e quebra-cabeça, de modo que a jogabilidade desafia o cérebro de quem o joga, enquanto a arte e o design de personagens distintos proporcionam a diversão.

    Superliminal (Nintendo Switch, 2020)

    Nota dos usuários: 97 (avaliado por 941 jogadores)

    Superliminal é outro jogo que se qualifica na nossa lista por causa da nota dada pelo público. O jogo 3D de aventura em primeira pessoa convida você a fugir de um sonho alucinante onde tudo é exatamente o que parece.

    Ao adormecer com a TV ligada às 3h da manhã, você se lembra de ter visto o comercial do programa de terapia dos sonhos Somnasculpt do Dr. Pierce. No momento em que você abre os olhos, você já está sonhando – começando os primeiros estágios deste programa experimental.

    Superliminal é um jogo de quebra-cabeça em primeira pessoa baseado em perspectiva forçada e ilusões de ótica. Os quebra-cabeças neste jogo dão a você uma sensação do inesperado. Os jogadores precisam mudar sua perspectiva e pensar fora da caixa para acordar do sonho.

    Super Mario Odyssey (Nintendo Switch, 2017)

    Nota dos críticos: 97

    O jogo que de cara foi visto como o encontro entre Mario e Grand Theft Auto (GTA). Super Mario Odyssey foi um dos grandes lançamentos no início da existência do Nintendo Switch no mercado, e segue altamente relevante.

    Nesse jogo Must-Play, Mario embarca em uma nova jornada por mundos desconhecidos, correndo e pulando por enormes mundos 3D no primeiro jogo Mario em estilo sandbox desde Super Mario Sunshine.

    Metroid Prime (GameCube, 2002)

    Nota dos críticos: 97

    O melhor Metroid de todos os tempos? Bem, pelo Metacritic, com certeza! E pela comunidade gamer parece que essa é a avaliação predominante.

    Metroid Prime traz Samus em uma nova missão para desvendar o mistério por trás das paredes em ruínas espalhadas por Tallon IV. Você é uma caçadora de recompensas e verá o mundo através de seu visor, que exibe informações que vão desde os níveis de energia atuais até munições.

    Neste game com selo Must-Play do Metacritic, depende de você explorar o mundo e recuperar mais power-ups e armas, que gradualmente abrem mais áreas de jogo.

    Perfect Dark (Nintendo 64, 2000)

    Nota dos críticos: 97

    Dediquei diversos adjetivos para GoldenEye 007. A verdade é que Perfect Dark merece o dobro dos elogios.

    Se as armas do primeiro jogo da franquia 007 foram um diferencial, em Perfect Dark o armamento é levado a um novo nível. O estilo Sci-Fi do jogo liderado por Joanna Dark oferece armas incríveis como a memorável Laptop Gun.

    Joanna deve descobrir a verdade por trás dos avanços tecnológicos da dataDyne Corporation, avanços que podem ter consequências graves para a humanidade. O jogo tem um modo solo ótimo e multiplayer memorável. Must-Play nele!

    Perfect Dark também foi remasterizado para Xbox 360.

    Super Mario Galaxy 2 (Wii, 2010)

    Nota dos críticos: 97

    Super Mario Galaxy 2 é a sequência do jogo original de saltos pela galáxia. Nesse game também está incluída a exploração baseada na física que desafia a gravidade do primeiro jogo, mas agora com galáxias totalmente novas e recursos para desafiar os jogadores.

    Em alguns estágios, Mario pode se juntar a seu amigo dinossauro Yoshi e usar sua língua para agarrar itens e cuspi-los de volta nos inimigos. Os jogadores também podem se divertir com novos itens, como uma broca que permite que nosso herói faça um túnel através de rocha sólida.

    Super Mario Galaxy (Wii, 2007)

    Nota dos críticos: 97

    Além da nota altíssima, Super Mario Galaxy foi eleito como o Jogo do Ano 2007 pelo Metacritic. Mais uma vez a Nintendo inovou a ponto de superar tudo o que estava instituído na franquia Mario Bros. até o momento.

    Super Mario Galaxy se destaca por desafiar a gravidade em aventuras por diversos planetas da galáxia. Sua jogabilidade inovadora é reconhecida até hoje, o que justifica o consenso entre críticos e usuários do Metacritic, que o avaliaram com 91, mantendo ambas as notas acima de 90.

    O melhor jogo da Nintendo de acordo com o público

    Surpreende ver que o nome no topo da lista dos melhores jogos da Nintendo não é Mario, Zelda, Pokémon ou Sonic.

    Ainda mais se considerarmos que a seguir você descobrirá o melhor jogo da Nintendo na opinião dos críticos, que por sinal também é o mais bem avaliado da história do Metacritic.

    Pois bem, vamos ao melhor game da Big N na opinião do público geral da plataforma.

    Tengami (Wii U, 2014)

    Nota dos usuários: 98 (avaliado por 913 jogadores)

    Situado no Japão de antigos contos de fadas sombrios, Tengami é um jogo de aventura exploratório cheio de maravilhas e mistérios.

    Os jogadores exploram um mundo pop-up lindamente arquitetado em papel que se dobra e se desdobra na ponta dos dedos para resolver quebra-cabeças e progredir. Tengami tem um estilo de arte minimalista impressionante, inspirado nas artes e ofícios tradicionais japoneses.

    O melhor jogo da Nintendo de todos os tempos

    Não basta ser o número 1 entre os melhores jogos da Nintendo, este também é o game mais bem avaliado entre todos no Metacritic.

    Estamos falando de…

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Nintendo 64, 1998)

    Nota dos críticos: 99

    The Legend of Zelda: Ocarina of Time, do Nintendo 64, é considerado o melhor jogo de todos os tempos, segundo avaliação dos críticos do Metacritic

    Que jogo, senhoras e senhores!

    Em The Legend of Zelda: Ocarina of Time, o jovem Link é enganado por Ganondorf, o Rei dos Ladrões de Gerudo. O malvado humano usa Link para ganhar acesso ao Sacred Realm, onde ele coloca suas mãos manchadas na Triforce e transforma a bela paisagem hyruliana em um deserto árido.

    Link está determinado a consertar os problemas que ajudou a criar. Então, com a ajuda de Rauru, ele viaja no tempo reunindo os poderes dos Sete Sábios.

    Esse clássico do Nintendo 64 também possui o raro consenso universal, sendo avaliado com nota 91 pelo público do Metacritic (com 6.262 avaliações)!

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