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    HBO anuncia seis novos projetos brasileiros

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    Estão em desenvolvimento na HBO três séries originais, entre elas uma nova comédia de Pedro Cardoso, e três coproduções, todas com talento brasileiro.

    Com foco na retomada das produções, o canal acaba de anunciar seis novos títulos brasileiros, incluindo três produções originais que já estão em desenvolvimento: Área de Serviço, comédia criada e escrita por Pedro Cardoso e Graziella Moretto; O Amor Segundo Buenos Aires, que transporta para as telas o livro homônimo do jornalista Fernando Scheller; e O Beijo Adolescente, série de fantasia baseada no universo das HQs de Rafael Coutinho. Três coproduções documentais completam o pacote anunciado pela HBO no Brasil.

    Roberto Rios, vice-presidente Corporativo de Produções Originais da HBO Latin America explica:

    “Nestes últimos meses, estivemos trabalhando com produtoras brasileiras no desenvolvimento de novo conteúdo nacional, para levar ainda mais histórias originais e inovadoras a um público de todo o mundo. O conteúdo brasileiro é muito bem recebido também internacionalmente e nossas produções foram inclusive incluídas na nova plataforma HBO Max, nos Estados Unidos. Para continuar com esse trabalho, estamos focados neste momento na análise de novos projetos e no desenvolvimento de roteiros.”

    Confira abaixo as produções originais em desenvolvimento:

    ÁREA DE SERVIÇO – Com criação e roteiro assinados por Pedro Cardoso e Graziella Moretto, a comédia apresenta um humor afiado para abordar a relação entre diferentes classes sociais. Nascido no Brasil, mas criado desde pequeno em Portugal, Jacinto é um homem de negócios que volta ao país em busca de informações sobre a mãe, que não conheceu. Hospedado na mansão de uma tia, ele passa a conviver com os numerosos empregados que ali trabalham, passando por situações inusitadas e divertidas. A diretora Monique Gardenberg também participa do desenvolvimento da produção.

    O AMOR SEGUNDO BUENOS AIRES – Baseado no livro homônimo do jornalista brasileiro Fernando Scheller, quem também integra o time de roteiristas da produção, esse drama encontra em Buenos Aires o cenário perfeito para um mosaico de histórias de amor. Hugo é um brasileiro que se muda para a capital argentina para acompanhar a namorada, Leonor, que vai estudar dança. À medida que o romance esfria, Hugo vai se apaixonando pela cidade e conhecendo as histórias de outras pessoas.

    O BEIJO ADOLESCENTE – A série de fantasia nasceu das graphic novels de Rafael Coutinho, quem participa da adaptação como consultor. A história se passa em um mundo em que os adultos não têm cor e apenas os jovens são coloridos. Nessa realidade, certos adolescentes manifestam algum tipo de superpoder ao darem o primeiro beijo – essa é a porta de entrada para a gangue-empresa “O Beijo Adolescente”, que está subvertendo o mundo dos adultos.

    Coproduções

    Além das séries originais, três coproduções documentais estão em diferentes estágios de produção ou de aprovação pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Três projetos, já aprovados pela agência, abordam respectivamente o sistema judiciário nacional, a educação de meninos e a história do skatista Bob Burnquist. São eles:

    ODILON, RÉU DE SI MESMO – O documentário, coproduzido com a produtora Yourmama, esmiuçará o isolamento em que vive o juiz federal Odilon de Oliveira, responsável pelas condenações de nomes que marcaram o crime organizado no Brasil, como Fernandinho Beira-Mar e Juan Carlos Abadia. O éxito profissional rendeu ao juiz um confinamento ainda mais severo que o dos próprios bandidos: há 20 anos, Odilon vive sob escolta armada da Polícia Federal.

    COISA DE MENINO – Dirigida por Guto Barra e Tatiana Issa, a série mostra como o enraizado machismo passou a ser hoje reconhecido como “masculinidade tóxica”. Com a proposta de levantar reflexões sobre comportamentos taxados como “coisa de menino”, a produção promete questionar valores, costumes e pilares da sociedade brasileira, trazendo à tona questões ligadas à criação e à educação de meninos. Coprodução com a Producing Partners.

    BOBIOGRAPHY – Quando se fala na biografia de Bob Burnquist, logo vem à cabeça as imagens radicais que marcaram seus mais de 30 anos de skate. Mas quem é o homem por trás do ídolo? A série documental, coproduzida com a Goma Filmes e Vetor Filmes, revela o que faz do skatista um caso único na história do esporte.

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    30 Monedas: Série terá estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza

    A nova série original espanhola 30 Momedas, da HBO Europe, acaba de ter suas primeiras imagens e teaser trailer divulgados pela HBO. A produção terá sua estreia mundial fora de competição no 77° Festival Internacional de Cinema de Veneza, que será realizado de 2 a 12 de Setembro.

    Em 30 Monedas, o aclamado diretor Álex de la Iglesia apresenta um mundo onde nada é o que parece, e ninguém é confiável. O Padre Vergara (Eduard Fernández) é um exorcista, lutador de boxe e ex-presidiário que, em uma espécie de exílio da igreja, é enviado como sacerdote para uma cidade no interior da Espanha. Ele busca esquecer o passado e ser esquecido, mas seus inimigos rapidamente o encontrarão.

    Coisas estranhas começam a acontecer na cidade e uma improvável força-tarefa formada pelo Prefeito Paco (Ángel Silvestre) e a veterinária Elena (Megan Montaner) busca a verdade, enquanto a realidade é distorcida por uma moeda amaldiçoada que está no centro de uma conspiração mundial.

    30 Momedas tem direção de Álex de la Iglesia, que também assina o roteiro ao lado de Jorge Guerricaechevarría. Os produtores executivos são Steve Matthews, Miguel Salvat e Antony Root, da HBO Europe, e Álex de la Iglesia e Carolina Bang, pela Pokeepsie Films. A produção é da Pokeepsie Films para a HBO Europe, com a participação da HBO Latin America.

    Confira o teaser oficial da série:

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    CRÍTICA – Como Vender Drogas Online (Rápido) (2ª temporada, 2020, Netflix)

    E eis que está lançada (21/07) a segunda temporada de Como Vender Drogas Online (Rápido)How To Sell Drugs Online (Fast). Estas séries alemãs tem feito a cabeça do pessoal, ultimamente, hein. Mas espera aí. Não tá sabendo sobre o que se trata a série? Então respira um pouco e toma cuidado, porque talvez tenha algum spoiler no texto abaixo. Sendo assim, vamos combinar: você lê a crítica sobre a primeira temporada e, caso ache que vale a pena assistir, curte os 6 episódios de meia hora cada, te diverte, e aí depois vem ler aqui pra se preparar pra segunda.

    Já assistiu a primeira? Opa! Então vem comigo pra gente conversar sobre o que acontece na “pacata” Rinseln depois que o MyDrugs bombou.

    Liberdade x consequências

    Primeiramente, antes de começar a falar exclusivamente da segunda temporada, deixa eu traçar um paralelo que achei interessante. Enquanto a primeira temporada te prende com o tom divertido, das sacadas ousadas e bastante exploração ao tema da liberdade de escolhas e fuga de padrões, a segunda temporada chacoalha os personagens e faz eles entenderem que toda escolha, por mais livre que seja, tem consequências. Além disto, esta série, na minha opinião, faz muito bem o trabalho de abordar temas sensíveis do psicológico adolescente, passando pelo senso de urgência até questões mais profundas como conceito de família e até mesmo propósito. Dito isto, vamos de fato à segunda temporada de Como Vender Drogas Online (Rápido).

    “Tudo o que você faz tem um preço. A questão é, você está disposto à pagar?”

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    Ao final da temporada anterior, Moritz (Maximilian Mundt) já tinha conseguido atingir vários de seus objetivos: bom faturamento com o site, relacionamento retomado, Buba fora do caminho, holandeses satisfeitos. Parecia que tudo que poderia ser um obstáculo tinha saído milagrosamente do caminho, graças à astúcia do protagonista e seus sócios Lenny (Danilo Kamperidis) e Dan (Damian Hardung). Mas é aqui que um personagem que não teve tanto destaque na primeira temporada entra em cena.

    Este personagem é o pai de Moritz, Jens Zimmerman (Roland Riebeling), um policial local que está atrás dos responsáveis pelas vendas de drogas que estão estremecendo a Alemanha. Se na primeira temporada ele não conseguia nem ao menos desconfiar que seu filho estava envolvido com o caso, nesta ele começa a ter motivos e provas para tal. Um inimigo dentro de casa pode atrapalhar os negócios, não é mesmo?

    A trama fica mais interessante também porque além do relacionamento de Moritz com Lisa, existe uma evolução também entre Lenny e Kira, graças à um empurrão (e também um pouco do apoio) de Dan. Este arco acaba tendo grande relevância porque interfere de várias formas na confiança do grupo.

    “Você pode levar um cavalo até a água mas não pode obrigá-lo a beber”

    A veia de CEO do protagonista inspirado em grandes lendas dos negócios o faz traçar caminhos tortuosos para obter o que quer. Ele acaba tendo que aprender a lidar com as consequências (ou fugir muito bem delas). Ainda assim, ele tenta se convencer de que faz as coisas certas dizendo que “mentir exige coragem”, buscando alguma nobreza em seus atos, e essas mentiras vão cada vez mais consumindo e escapando às mãos de Moritz, até chegar à um ponto de total descontrole.

    Nerds getting nerdy

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    As referências nerd, aposta certeira da primeira temporada, se tornam mais profundas, abrangendo os mais variados escopos que o termo possa alcançar. Desde os nerdismos clássicos como jogos eletrônicos e suas mais variadas particularidades (bem como algumas amostras de opiniões da comunidade gamer, como idolatrias e ódios mortais à determinados jogos), passando pelos campos mais profundos das habilidades hackers, com suas criptografias, gatilhos de emergência, darknet e afins, chegando ao ponto (ainda incipiente na série) de alunos do ensino médio tendo profundos conhecimentos sobre cada droga, seus mais variados efeitos e dosagens ideais para determinados fins.

    VEREDITO

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    A segunda temporada, assim como já é de praxe na série, subverte as expectativas e, apesar de curta, te deixa sem ar conforme seu desenvolvimento bem estruturado, surpreendendo sempre a cada evolução.

    A quebra da quarta parede segue sendo um dos principais fatores de engajamento e identificação. Apesar de nem sempre poder haver empatia, o protagonista sempre dá um jeito de nos inserir na série e na situação, fazendo com que o espectador vibre, se assuste ou ria com o que acontece na tela. O fenômeno que a série tem se tornado, para este que escreve, é totalmente justificável.

    E você, já assistiu Como Vender Drogas Online (Rápido)? Deixe seus comentários e sua avaliação!

    Como Vender Drogas Online (Rápido) 3?

    O sucesso já é tanto que mal foi lançada a segunda temporada e já temos o anúncio da terceira. A Netflix afirmou que este é o seriado alemão de mais sucesso da Locadora Vermelha. A nova temporada ainda não tem previsão de início de gravações ou mesmo de estréia, mas caso você já tenha assistido, confere aqui este link com algumas informações a respeito.

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    Marvel: Um filme faz a Fase 1 do UCM incrível

    Uma pequena mudança na ordem dos filmes do Universo Cinematográfico Marvel faz a Fase 1 ser completamente incrível. O UCM foi lançado em 2008, com Homem de Ferro se tornando um dos personagens mais adorados. E por incrível que pareça, a Marvel escolheu o personagem de Robert Downey Jr. para ser seu primeiro filme, por causa de seu merchandising potencial; eles reuniram um grupo de crianças e perguntaram quais action figures eles mais gostariam de brincar. Por mais incrível ou racional que isso possa ser, a escolha se mostrou a decisão certa, e o futuro do UCM ficou selado.

    Dado o enorme tamanho do UCM até hoje, há um intenso debate sobre a melhor ordem de assistir os filmes. A maior parte costuma assistir na ordem do lançamento, começando com Homem de Ferro e indo até Homem-Aranha: Longe de Casa. Outros dizem que a melhor forma de assistir é com Capitão América: O Primeiro Vingador e Capitã Marvel antes de todos os outros, sem falar nos vários ajustes da Fase 3. Mas surpreendentemente, uma simples mudança na Fase 1 muda dramaticamente a experiência.

    Qualquer um que vá reassistir deve começar por Homem de Ferro, o filme que começou tudo; O longa do Vingador Dourado lançou o UCM, e se coloca como o maior Vingador no fim da Fase 3. Além disso, uma simples mudança na ordem resulta em uma experiência completamente diferente. Aqui está a forma:

    • Homem de Ferro
    • Capitão América: O Primeiro Vingador
    • O Incrível Hulk
    • Homem de Ferro 2
    • Thor
    • Os Vingadores

    Marvel

    Essa simples mudança drasticamente melhor o fluxo narrativo do UCM. Os expectadores são apresentados ao UCM através de Tony Stark, e Nick Fury e aparece no fim do filme do Homem de Ferro para dar boas-vindas a Tony – e é claro, ao público – à um universo maior.

    Se você assistir Capitão América: O Primeiro Vingador depois, você imediatamente é capaz de entender o que Fury quis dizer. Ele não fala apenas sobre agentes secretas sedutoras como a Viúva Negra, mas sobre super-soldados e artefatos asgardianos – que é como o Tesseract é apresentado.

    Melhor ainda, o flashback do filme coloca Tony Stark nele, revelando que seu pai Howard Stark trabalhou ao lado de uma organização que no futuro se transformaria na S.H.I.E.L.D..

    Essa ordem serve para arrumar a casa para Homem de Ferro 2, no qual Nick Fury revela o envolvimento de Howard Stark com a S.H.I.E.L.D. para seu filho, e entregando as pesquisas de Howard.

    Apesar de Tony não entender com o que ele está de fato lidando, ele falha ao entender a significância do protótipo do escudo do Capitão América e um desenho do Tesseract. Homem de Ferro 2 vem depois de O Incrível Hulk, que mais uma vez, torna mais rica a história de Capitão América: O Primeiro Vingador, com o Hulk sendo criado por um quase-bem-sucedido soro do super-soldado que é de alguma forma ligada ao criador do Capitão América. A história se desenvolve de forma muito mais orgânica.

    As cenas finais de Capitão América: O Primeiro Vingador mostra Steve Rogers acordando nos dias atuais. Na ordem de lançamento, que quase levou diretamente à Os Vingadores – mas aqui, ele essencialmente é deixado de lado, com os expectadores supondo que ele simplesmente receberia uma chance de se acostumar com o mundo moderno. Portanto quando o Capitão América retorna em Os Vingadores, é algo incrível, ao invés de Nick Fury recrutar um cara recém retirado do gelo. Novamente, se assistido dessa forma, a narrativa flui de forma mais lógica, e o Capitão América é mostrado da forma que merece.

    Já que essa ordem funciona tão bem, porquê a Marvel não lançou o filme nessa ordem? A realidade é que, apesar de toda a atenção focada no fluxo narrativo do UCM, o atual lançamento é influenciado apenas por fatores de produção. É importante lembrar que a Marvel Studios era uma entidade recém-criada naquele momento, e eles precisaram negociar com outras empresas para garantir os canais de distribuição.

    Essa é uma das maiores razões de O Incrível Hulk vir depois, simplesmente por que a Marvel havia feito um acordo com a Universal para distribuir o filme no mundo todo; outros filmes da Fase 1 foram distribuídos pela Paramount, e é claro, em 2009 a Marvel foi comprada pela Disney, o que significa que eles nunca mais precisaram se preocupar com a distribuição novamente.

    Assim, a forma que a Fase 1 tomou não foi feito por meio de decisões criativas, mas sim por questões materiais.

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    Charlize Theron e seu impacto em Hollywood

    De filmes de ação, por dramas profundos à comédias divertidas. É impossível resumir Charlize Theron a um único papel e talvez, uma vez que seja até sacrilégio fazer tal coisa. A atriz sul-africana e vencedora de um Oscar de Melhor Atriz esteve na quinta-feira passada (23) na Comic-Con @ Home para celebrar sua carreira em filmes em ação.

    Theron ganhou notoriedade no gênero de ação ao interpretar a personagem Furiosa em Mad Max: Estrada da Fúria (2015). Uma personagem complexa com várias situações onde precisa dar seu sangue para sobreviver. Após esse papel icônico a categoria de filmes de ação majoritariamente masculina reconheceu a atriz como uma das promissoras do gênero.

    No painel, Charlize Theron contou que uma de suas inspirações para viver Furiosa foi Sigourney Weaver como Ripley em Alien, pois viu a força da personagem:

    “Foi como quando vi Sigourney Weaver fazendo Ripley e a força daquilo, ela não estava vivendo uma personagem que foi escrita como ‘forte’, ela estava vivendo aquilo, vivendo a força. Era muito autêntico. E Furiosa também parecia real para mim, autêntica.”

    Nos filmes de ação, Theron quer papéis que vão além dos rótulos, são personagens com camadas e que ultrapassam a linha do herói que conquistam a atriz. 

    “Quando me descrevem uma personagem como uma guerreira ou uma heroína eu não me empolgo porque não me relaciono com ‘heróis’, eu me relaciono com seres humanos normais, que agem com medo, bravura, etc.”

    Carreira recente

    Seus papéis mais recentes no gênero expressam suas palavras, em Atômica (2016), a atriz diz que se sentiu desafiada. O filme demandou um trabalho mais árduo com longas lutas coreografadas, mas Charlize Theron se superou em seu papel e de sobra mandou um recado para a indústria: as mulheres podem fazer filmes de ação.

    Mais do que isso, a atriz põe em xeque uma velha questão em Hollywood, como fazer filmes de ação sem estar necessariamente ligado às grandes franquias de super-heróis? E ela parece ser a resposta. 

    Seus últimos filmes de ação, Mad Max: Estrada da Fúria, Atômica e o mais recente The Old Guard (2020) terão continuações. Para Theron não se trata de uma fórmula, suas atuações fazem parte de sua identificação com a personagem e o que esta pode lhe ensinar. 

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    Rainha das transformações

    Charlize Theron

    Não só pelos filmes de ação Charlize Theron é reconhecida. Em 2004, a atriz ganhou o Oscar de Melhor Atriz por Monster: Desejo Assassino. O drama biográfico, dirigido por Patty Jenkins (Mulher-Maravilha) levou a atriz a fazer uma incrível transformação corporal. Hollywood teve que engoli-la, já que era muito mais que um rosto bonito. 

    Em Tully (2018), Theron mostrou outra vez porque é uma das melhores atrizes dessa geração. Para viver a protagonista Marlo, uma mãe exausta a espera do terceiro filho, a atriz ganhou 20 quilos. Sua atuação é crível, despretensiosa e cheia de significados as mulheres que passaram pelos mesmos traumas.

    Em O Escândalo (2019), Charlize Theron ganhou uma indicação ao Oscar na categoria Melhor Atriz por outra grande interpretação. Tornar-se o mais parecida com sua personagem, a jornalista Megyn Kelly, foi uma insistência sua, por exemplo. Segundo a atriz, a caracterização ajudaria em sua performance (realmente fez efeito!).

    Charlize Theron é realmente uma força da natureza. A atriz que não se deixou taxar por Hollywood, pois virou influência para milhares de jovens. Da mesma forma que Sigourney Weaver foi um ícone para ela, para nós, Theron torna-se uma estrela a ser seguida de perto. 



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    Batman – Morte em Família ganha curta interativo da DC Showcase

    Batman – Morte em Família vai ganhar uma nova animação interativa pelo selo DC Showcase onde o espectador vai poder escolher o destino dos Robins.

    Na trama, o Coringa captura Jason Todd, o segundo Robin na hierarquia da Batfamília e o destino do personagem está nas mãos dos fãs.

    A HQ foi considerada polêmica na época de seu lançamento, pois Todd não era querido pelos fãs do Homem-Morcego por conta de sua personalidade forte.

    A DC Comics fez uma votação para confirmar o destino do personagem que teve sua vida ceifada nas mãos do Palhaço Príncipe do Crime, uma vez que o público decidiu pela morte do Robin.

    O curta apresentará três opções para o destino de Todd e de Tim Drake, o Robin Vermelho, marco inédito, pois ele será um dos personagens secundários que terá o destino traçado pelo público.

    Confira o trailer de Batman – Morte em Família que ainda não tem previsão de estreia no Brasil:

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