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    Eu Nunca…: Conheça os personagens da série da Netflix

    Eu Nunca… (Never Have I Ever) é uma série de drama adolescente e comédia romântica estrelada por Maitreyi Ramakrishnan e criada por Mindy Kaling e Lang Fisher. A comédia é parcialmente baseada na história real da infância de Kaling.

    A primeira temporada estreou na Netflix em 21 de maio de 2020, já a segunda temporada chegou ao catálogo da gigante do streaming no dia 15 de julho de 2021 e aborda a história de uma estudante americana com ascendência indiana do ensino médio, lidando com a morte de seu pai e a vontade de subir na pirâmide social de sua escola.

    Conheça os principais personagens da mais nova série de adolescentes da Netflix:

    DEVI VISHWAKUMAR

    Devi (Maitreyi Ramakrishnan) é uma jovem americana, filha de imigrantes indianos que vive aventuras de pessoas da sua idade no Ensino Médio na companhia de suas duas melhores amigas.

    Curiosidade: Em 2019, Maitreyi Ramakrishnan foi a escolhida de Mindy Kaling entre as quinze mil candidatas que fizeram um teste para a série. A jovem canadense tinha dezessete anos na época dos testes e nunca havia atuado profissionalmente. Apesar de ter nascido no Canadá, seus pais são de Tamil Nadu, região perto do Sri Lanka; e fugiram da guerra civil na região.

    BENJAMIN “BEN” GROSS

    Jaren Lewison, que interpreta o “inimigo” de Devi, Ben, começou sua carreira ainda criança e em programas infantis, fazendo parte do elenco de Barney e Seus Amigos, já mais velho fez parte do elenco de Homens, Mulheres e Filhos e Tempo de Esperança. Em 2018, ele interpretou a versão jovem do personagem de Ed Helms na comédia Te Peguei!.

    PAXTON HALL-YOSHIDA

    Darren Barnet, que interpreta o crush de Devi, Paxton, tem 28 anos, e fez o papel do jovem Jack em um episódio de This is Us; e desde então fez participações em diversas séries, como Mentes Criminosas, S.W.A.T: Força de Intervenção e Reunião de Família. Em 2018, ele conseguiu seu primeiro papel recorrente na produção Turnt.

    O ator também já tem papel garantido na série derivada da franquia de American Pie, American Pie Presents: Girls’ Rules.

    ELEANOR WONG

    Das três melhores amigas protagonistas, é Ramona Young, que interpreta Eleanor, que teve a carreira mais ativa até hoje. Young atua desde 2010, quando tinha 12 anos, em filmes pequenos, e em 2016 conseguiu seu primeiro papel em uma grande série, em Z Nation. Desde então, ela teve papéis recorrentes também em Santa Clarita Diet e em Legends of Tomorrow.

    FABIOLA TORRES

    A personagem Fabiola de Lee Rodriguez é uma das melhores amigas de Devi; a jovem atriz também é relativamente iniciante, mas já teve alguma experiência na frente das telinhas. Rodriguez já participou de um episódio de Grown-ish e, depois disso, teve um papel de três episódios na série do Snapchat, Class of Lies.

    DRA. NALINI VISHWAKUMAR

    Nalini é a mãe de Devi e é interpretada por Poorna Jagannathan, atriz que tem uma longa carreira na TV, com aparições diversas em séries como Law & Order, House of Cards, NCIS: Los Angeles, The Act e Blacklist. Ainda, Jagannathan teve papéis de destaque em séries como The Night Of, Gypsy, Ramy, Better Call Saul, Big Little Lies, Messiah e Em Defesa de Jacob.

    KAMALA NANDIAWADA

    A bela prima de Devi, Kamala, passa por um dos grandes conflitos de Eu Nunca… por causa de seu casamento arranjado, tem uma carreira ativa desde 2011, mas foi apenas na produção da Netflix que conseguiu um grande papel.

    Richa Moorjani atuou em séries como Big Time Rush, NCIS: Los Angeles e 9-1-1, mas foi provavelmente uma ponta na série Projeto Mindy que lhe rendeu a oportunidade de trabalhar novamente com Mindy Kaling.

    JOHN MCENROE

    O narrador da série é John McEnroe, um ex-tenista profissional norte-americano que chegou a ser o número um do mundo, tornando-se famoso pelas suas partidas épicas contra Björn Borg, Jimmy Connors e Ivan Lendl. Possui o recorde de maior número de torneios vencidos simultaneamente em simples e duplas: 29 vezes.

    Apesar de não parecer fazer sentido, o ex-atleta narra as aventuras de Devi, pois nas memórias da jovem, seu falecido pai era muito fã de McEnroe.

    As duas temporadas de Eu Nunca… estão disponíveis no catálogo da Netflix.

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    CRÍTICA – Space Jam: Um Novo Legado (2021, Malcolm D. Lee)

    Space Jam: Um Novo Legado é a sequência do nostálgico e querido Space Jam: O Jogo do Século (1996).

    O filme da Warner Bros. tem como diretor Malcolm D. Lee (Todo Mundo em Pânico 5) e foi escrito por seis roteiristas Juel Taylor, Tony Rettenmaier, Keenan Coogler, Terence Nance, Jesse Gordon e Celeste Ballard.

    No elenco, estão, o famoso astro do basquete LeBron James, Don Cheadle, Sonequa Martin-Green e Zendaya

    SINOPSE

    A inteligência artificial, Al G (Dom Cheadle) sequestra o filho de Lebron James e envia o lendário jogador dos Los Angeles Lakers para uma realidade paralela, onde vivem apenas os personagens de desenho animado da Warner Bros. Para resgatar o seu filho, ele precisará vencer uma partida épica de basquete contra superversões digitais das maiores estrelas da história da NBA e da WNBA. Para essa dura missão, King James terá a ajuda de Pernalonga, Patolino, Lola Bunny, dentre outros personagens.

    ANÁLISE 

    Quando em 1996 foi lançado Space Jam: O Jogo do Século com um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos, Michael Jordan, a Warner sabia que havia feito um bom negócio. Isso porque, o filme colocava uma estrela com fama mundial em cena com os personagens mais queridos dos desenhos, os Looney Tunes

    O formato estilo live action foi o bastante para cair nas graças do público criando uma geração inteira que nunca esqueceu Space Jam. Após 25 anos de Pernalonga e Michael Jordan, a Warner tenta novamente recriar o sucesso de seu clássico com Space Jam: Um Novo Legado. 

    O novo filme apresenta uma narrativa que ao mesmo tempo que se afasta também se aproxima do seu antecessor. Ao trazer o atual astro da NBA, LeBron James como uma forma de atualizar o que Space Jam significa, o filme só não acerta como é capaz de criar uma nova geração de fãs. 

    Porém, é fato que o novo longa não supera o nostálgico de 1996. É preciso dizer que Space Jam: O Jogo do Século foi um acontecimento tanto no mundo dos esportes, quanto no mundo cinematográfico. Já, Space Jam: Um Novo Legado apresenta uma história mais desenvolvida, contudo, peca em seus excessos. 

    O maior problema do filme com certeza é a Warner Bros. que tenta a todo momento vender seu catálogo de filmes e séries disfarçado de referência. Os merchans também são por vezes incômodos tirando o foco da narrativa, um exemplo é o símbolo da Nike que aparece até onde não têm nenhum sentido. 

    Dito isso, Space Jam: Um Novo Legado é mais do que somente uma propaganda de seu estúdio. A principal questão que o filme discute e talvez a mais importante é sobre “ser você mesmo”. LeBron precisa resgatar seu filho, Dom (Cedric Joe), com o qual não tem uma das melhores relações, já que ele deseja que o garoto se interesse mais por basquete do que por tecnologia. Por vez, quando LeBron James entra em contato com os Looney Tunes, ele também quer que os personagens lunáticos abdique de suas características para jogar o “basquete normal”. 

    Logo, se no filme de 1996, Pernalonga e sua turma precisam se modificar para conseguir vencer o jogo. Neste novo filme, a grande realização é quando LeBron percebe que os personagens só precisam ser eles mesmos para revelar seu verdadeiro potencial. O mesmo acontece com Dom, LeBron James entende que o filho tem outras prioridades e outros sonhos. 

    Consequentemente, Space Jam: Um Novo Legado tem uma narrativa mais profunda se comparado a Space Jam: O Jogo do Século. Ao passo que LeBron consegue carregar o filme com o seu carisma, Dom Cheadle interpretando o vilão AI G é potente e intimidador.  

    Sobre os personagens animados de Looney Tunes, além do fator nostalgia de rever Pernalonga e companhia mais uma vez, não há muito para se dizer. Isso porque, o filme não deseja focar tanto na turma, criando um conflito inicial que rapidamente é resolvido. Já depois, os Looney Tunes parecem mais personagens secundários para a trama de pai e filho acontecer. 

    O que de fato é frustrante, quando se espera um maior desenvolvimento dos Looney Tunes e até mais tempo de tela para as partes de animação. Nesse mesmo sentido, a estética do filme é um ponto muito positivo. A mistura entre 2D e 3D é harmônica, assim como a interação dos personagens reais com as animações não geram estranheza. 

    O filme trabalha muito bem o mundo digital apresentando questões como privacidade e até brinca com o mundo da internet. Logo, Space Jam: Um Novo Legado cria um estilo próprio que difere do seu antecessor. Ainda que não supere o primeiro filme e sua trilha sonora emblemática, o longa consegue criar bons momentos. 

    VEREDITO

    Space Jam: Um Novo Legado tem muitas mãos por trás e normalmente seis roteiristas não é um bom sinal. O filme não emula o sucesso e nem toda a emoção do seu antecessor. Contudo, cumpre com o seu papel de divertir e resgatar a herança que são os Looney Tunes a uma nova geração. 

    3,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

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    CRÍTICA – Eu Nunca… (2ª temporada, 2021, Netflix)

    A primeira temporada de Eu Nunca… terminou com um gancho, onde nós ficamos sem saber com quem Devi (Maitreyi Ramakrishnan) escolheria ficar: Paxton (Darren Barnet) ou Ben (Jaren Lewison). Mas a série nos surpreende e dá uma turbinada na segunda temporada e dando espaço a muitas histórias além da protagonista.

    Nesta semana, a série de comédia farofinha retorna à Netflix ainda melhor em sua 2ª temporada trazendo inúmeros conflitos, dramas adolescentes e com uma história melhor construída, digamos que até mais complexa desta vez.

    A nova temporada conta com o retorno dos membros do elenco Maitreyi Ramakrishnan, Ramona Young, Lee Rodriguez, Darren Barnet, Jaren Lewison, Poorna Jagannathan e Richa Moorjani. Além disso, Megan Suri se juntará ao elenco como estrela convidada recorrente. Ela interpreta Aneesa, uma nova estudante indiana em Sherman Oaks High, cuja confiança e carisma representarão uma ameaça imediata para Devi.

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    SINOPSE

    Eu Nunca… retrata a vida moderna e complicada de Devi, uma adolescente americana, filha de indianos e aluna nada popular na escola. A série é inspirada em momentos reais da infância da atriz e comediante Mindy Kaling.

    Nesta nova temporada, a protagonista Maitreyi Ramakrishnan está de volta como Devi, uma adolescente desajeitada que se propôs a alcançar popularidade e encontrar o amor, e agora está lidando com o afeto não de um, mas de dois namorados – o popular atleta Paxton Hall-Yoshida e seu ex-inimigo Ben Gross. Ao mesmo tempo, ela precisa considerar a chance de morar na Índia, junto com a família de seus pais.

    ANÁLISE

    Devi ainda está lutando com a perda repentina de seu pai. Mas, como uma adolescente com bagagem emocional, hormônios em fúria e ela também se envolve em um comportamento impulsivo e prejudicial. Com todos os conflitos pertinentes, a série explora muito bem os arcos de cada personagem dando a eles um início, meio e fim bem redondinhos.

    A série aborda temas como anorexia, relacionamento abusivo e a dificuldade em seguir a vida após o luto. No entanto, todos os personagens da série têm suas próprias batalhas e questionamentos, um exemplo disso são as amigas de Devi: Fabiola (Lee Rodriguez) é uma garota prodígio, expert em tecnologia e vive intensos questionamentos sobre sua sexualidade. Já Eleanor (Ramona Young) tem uma mágoa do passado em relação a sua mãe, e tenta superar isso através da arte.

    A série conta com 10 episódios de 27 minutos, que no primeiro momento nos faz imaginar que é pouco para abordar temas tão importantes mas na verdade, o roteiro inteligente traz dinamismo e faz com que o espectador nem veja o tempo passar.

    VEREDITO

    Eu Nuca… foi um acerto da Netflix, com histórias que conquistam os amantes de séries de comédia e ao mesmo tempo traz uma trama intensa falando sobre amizade, perspectivas sobre o futuro, questões familiares entre outros temas reais de fácil identificação do público jovem. Uma série que merece ser maratonada!

    5,0 / 5,0

    Assista ao trailer legendado:

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    Noites Sombrias #23 | Rua do Medo – 1666: Parte 3 (2021, Leigh Janiak)

    Rua do Medo – 1666: Parte 3 é o capítulo final de uma série de três filmes realizados pela Netflix em um projeto inovador de lançamentos semanais de uma franquia.

    SINOPSE

    Deena (Kiara Madeira) volta no tempo e se transforma em Sarah Fier, a bruxa tão temida pelos moradores de Shadyside. Agora ela vai em busca da verdade e de terminar de vez por todas com a maldição que assola os cidadãos do lugar, pois sua amada corre perigo.

    ANÁLISE

    A Netflix deixou o melhor para o final, pois Rua do Medo – 1666: Parte 3 é o melhor dos três filmes apresentados pela franquia.

    Se em Rua do Medo – 1994 temos uma homenagem a Pânico, e no segundo filme, Rua do Medo – 1978, os longas de Sexta-Feira 13, por exemplo, são a base, aqui em Rua do Medo 1666, A Bruxa é o que dá a tônica da fórmula utilizada.

    Buscando apresentar um terror mais psicológico, usando de artifícios como o medo e a intolerância, o longa acerta em cheio em sua roupagem. O uso do elenco, remetendo aos possíveis ancestrais dos personagens, por exemplo, foi uma grande sacada do roteiro. De fato, há um cuidado na apresentação das características de cada, pois há aqui a apresentação das virtudes e defeitos deles. Ao conhecer os descendentes deles, ficamos com aquela sensação de satisfação ao ver o porquê de cada um ser como é no presente, com exceção de Thomas (McCabe Slye) que é um bêbado intolerante, bem diferente da versão apresentada no segundo longa. 

    As atuações continuam muito boas e o roteiro afiado. O único problema do terceiro filme está em sua solução mágica final que foge um pouco do que fora apresentado até então, entretanto, não é nada que estrague a qualidade do filme.

    VEREDITO

    Com uma proposta divertida e com bons personagens, Rua do Medo – 1666: Parte 3 é um prato cheio aos fãs de terror.

    Bebendo de boas fontes e com uma diretora competente, o novo projeto da Netflix teve êxito em sua apresentação, nos deixando satisfeitos com uma ideia diferente, mas que trouxe bons frutos. Que venham mais por aí…

    4,5/5,0

    Confira o trailer de Rua do Medo – 1666: Parte 3:

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    CRÍTICA – Um Clássico Filme de Terror (2021, Roberto De Feo e Paolo Strippoli)

    Um Clássico Filme de Terror é um filme italiano original da Netflix e está na lista de mais assistidos no catálogo da gigante do streaming, entrando no radar da crítica brasileira.

    SINOPSE

    Um grupo de pessoas está em uma viagem para chegar em diversos destinos. Entretanto, após um acidente, eles acabam perdidos no meio da floresta, chegando em uma casa com moradores macabros de uma seita violenta baseada em uma lenda italiana.

    ANÁLISE

    Um Clássico Filme de Terror é o tipo de obra que já assistimos diversas vezes, pois bebe de várias fontes do gênero de terror. Entretanto, ao mirar na galhofice, mas entregar uma proposta muito série, ele se perde, e muito, na sua metalinguagem.

    De positivo, temos a fotografia que é muito bem realizada aqui, com uma paleta de cores que faz uma mistura de tons vivos de dia e cores escuras de noite, usando muito vermelho e amarelo. As atuações são bem competentes e a violência é pesada em alguns momentos.

    Todavia, o tom de Um Clássico Filme de Terror é ambíguo, pois o tempo todo o filme é sério, com uma atmosfera sombria e tensa; construído de forma lenta. Contudo, o terceiro ato fica acelerado e o tom muda completamente, tornando o longa uma caricatura aos níveis de Pânico, parecendo uma paródia de si mesmo.

    VEREDITO

    Um Clássico Filme de Terror

    Um Clássico Filme de Terror tenta emular Midsommar e acaba virando mais uma paródia mal feita e que usa de piadas de autobullying para se justificar no final. Entretanto, a obra acaba mais decepcionando do que sendo inovadora, pois ao trazer uma pilha de clichês e ideias que já foram apresentadas em tantos outros filmes como O Massacre da Serra Elétrica e o longa de Ari Aster, ele se torna apenas genérico.

    2,5/5,0

    Confira o trailer de Um Clássico Filme de Terror:

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    CRÍTICA | Loki – S1E6: Por Todo o Tempo. Sempre

    Loki teve sua primeira temporada encerrada com o sexto episódio, Por Todo o Tempo. Sempre, apresentando o possível sucessor de Thanos como o novo grande vilão do Universo Cinematográfico Marvel.

    SINOPSE

    Loki (Tom Hiddleston) e Sylvie (Sophia Di Martino) vencem Alioth e entram em um local misterioso nos confins do Vazio.

    Lá eles encontram um grande adversário que é capaz de destruir todo o multiverso, entretanto, uma proposta irrecusável é feita. Será que eles vão aceitar?

    ANÁLISE

    O episódio Por Todo o Tempo. Sempre dividiu a opinião de muitas pessoas, pois apresentou Kang (Jonathan Majors) como o possível grande vilão do UCM.

    Entretanto, a forma como é feita essa apresentação foi polêmica, uma vez que foi a clássica explicação infindável do antagonista, falando todo seu plano maquiavélico.

    De fato, o episódio de Loki foi muito frustrante nesse ponto, visto que esperávamos por um final mais impactante por parte da série. Contudo, a confirmação da segunda temporada traz um pouco de alívio aos fãs do seriado do Deus da Trapaça.

    O roteiro foi interessante pela questão de desenvolvimento de personagens, uma vez que traz os protagonistas sendo confrontados por sua identidade e seus valores. A forma como isso é mostrado foi muito boa, pois explica como os Loki e Lady Loki evoluíram tanto ao longo dos episódios. 

    VEREDITO

    Loki

    Com um episódio controverso, mas de suma importância para o universo da Marvel, Loki encerra de forma justa uma temporada de altos e baixos.

    A série não é irregular, pois tem excelentes momentos, além de uma fotografia e cinematografia invejáveis e muita qualidade em seu elenco. 

    Todavia, Loki deixa um gosto agridoce, pois prometeu muito e entregou pouco, mas há ainda muita estrada para ser percorrida neste multiverso da loucura do universo criado pela Marvel Studios.

    4,0/5,0

    Confira a nossa live sobre o episódio:

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