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    CRÍTICA – O Grande Deus Pã (1894, Arthur Machen)

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    Publicado originalmente em 1894, O Grande Deus Pã foi considerado como imoral e degenerado até meados da década de 1920, mas depois se tornou um clássico do horror que inspirou nomes como Bram Stoker, H. P. Lovecraft e Stephen King.

    Essa edição da editora Corvus inclui uma rara introdução do autor, publicada originalmente na edição de 1916, além de dois contos bônus: O Clube Perdido e Fora da Terra; além de ilustrações internas e posfácio de Rodrigo Kmiecik.

    SINOPSE

    Um médico excêntrico decide realizar um experimento que promete dar a uma mulher, Mary, a capacidade de ver o outro lado da realidade.

    O procedimento, entretanto, traz resultados inesperados e Mary acaba com sequelas incorrigíveis. Anos depois, misteriosos acontecimentos, como estranhos rituais na floresta, desaparecimentos e supostos suicídios, parecem ter uma ligação com o caso.

    ANÁLISE

    Após o projeto iniciado em janeiro de 2021 ter sido bem-sucedido e financiado coletivamente pelo Catarse por mais de 500 pessoas, O Grande Deus Pã tornou-se o primeiro volume da coleção Clássicos de Visagens e Malassombros, uma série que revisita grandes obras do horror clássico e as apresenta numa nova edição, que não só homenageia o legado que elas deixaram como as adapta para o novo público, unindo a estética old a uma vibe pop e moderna.

    A obra que explora as excentricidades trazidas pela ciência e a manipulação das forças que o homem ainda não compreende. Uma leitura obrigatória para fãs do horror clássico e para novos leitores.

    Arthur Llewellyn Jones (1863-1947) foi um autor galês conhecido por explorar o horror e a fantasia em suas obras, que influenciaram grandes autores posteriormente. O interesse de Machen no oculto vem desde a infância, mas ele veio a mostrar sua veia literária em 1881 com o longo poema Eleusina. Publicou em diversas revistas literárias, usando do gótico e do fantástico, até chegar a seu grande primeiro sucesso, O Grande Deus Pã.

    VEREDITO

    Este belo projeto da editora Corvus é especial, principalmente, por conter uma rara introdução do próprio autor que nos conta como foi o processo criativo por trás de sua obra; o que me fez entender a pouca conexão narrativa entre os capítulos iniciais quando os li.

    Apesar de breve, com pouco mais de 100 páginas, O Grande Deus Pã nos prende pela curiosidade de querermos descobrir as consequências da ciência sobre o oculto, porém os dois principais ingredientes utilizados por Machen, envelheceram desproporcionalmente.

    Enquanto o mistério segue o mesmo até os dias atuais, não podemos dizer o mesmo do horror. Este segundo e importante ingrediente, parece ser “quase palpável” a sensação de que o horror criado pelo autor em seu período vitoriano, hoje já não possui o mesmo efeito que causou na sociedade do final do século XIX e começo do século XX.

    3,0 / 5,0

    Editora: Corvus

    Autor: Arthur Machen

    Páginas: 200

    Nota histórica

    Na mitologia grega, gostava de música, dos bosques, dos campos, dos rebanhos, dos pastores e de vagar pelos vales e pelas montanhas, caçando ou dançando com as ninfas. Por ser representado como metade humano, mas com orelhas, chifres e pernas de bode, era temido por todos aqueles que necessitam atravessar as florestas à noite, pois as trevas e a solidão da travessia os predispõem a pavores súbitos, desprovidos de qualquer causa aparente, e que eram atribuídos a Pã; de onde surgiu o termo “pânico” (talvez esta seja a única associação assertiva de Arthur Machen em sua obra com o ser mitológico).

    Na mitologia romana, o fauno era chamado de Lupércio e era comumente retratado junto do deus do vinho, Baco (Dionisio para os gregos), com suas sacerdotisas, as bacantes, em seus rituais regados a música, vinho e erotismo, de onde surgiu mais um termo: “bacanal“.

    Durante na Idade Média, a Igreja Católica buscando converter os pagãos a abandonarem sua crença pelos espíritos da natureza e deuses nórdicos, passou a adotar a imagem de Pã para retratar o Diabo.

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    CRÍTICA – Deep (2021, Netflix)

    O suspense Deep é a nova produção em idioma não-inglês original da Netflix, lançada em 16 de julho de 2021. O filme tailandês possui uma equipe de direção com uma quantidade incomum de diretores: cinco.

    São eles: Sita Likitvanichkul, Jetarin Ratanaserikiat, Apirak Samudkidpisan, Thanabodee Uawithya e Adirek Wattaleela.

    Deep está disponível em tailandês e com dublagens em português, inglês, espanhol e audiodescrição no idioma original. Também podem ser escolhidas as seguintes legendas: português, inglês, alemão, italiano e tailandês.

    SINOPSE

    Quatro estudantes de medicina que sofrem de insônia são atraídos para um experimento que sai do controle. Agora eles precisam escapar antes que seja tarde demais.

    ANÁLISE DE DEEP

    Deep possui uma premissa bem interessante e de fácil identificação na era atual, em que a alta produtividade é constantemente vendida, custe o que custar. Essa temática está escancarada na história de Jane, a personagem principal interpretada por Panisara Rikulsurakan.

    Jane estuda medicina e vive junto da avó (Philaiwan Khamphirathat) e da irmã, June (Warisara Jitpreedasakul). Apesar de ser universitária na área da saúde, ela vive uma vida financeiramente difícil. O combo dificuldades financeiras + apreço pela alta produtividade a levam a fazer parte do secreto projeto de pesquisa que busca por pessoas com insônia.

    Como cobaia desse estudo ela conhece o festeiro Win (Kay Lertsittichai), a blogueira Cin (Supanaree Sutavijitvong) e o introvertido Peach (Krit Jeerapattananuwong), todos colegas de medicina e também participantes do experimento.

    Deep é um filme tailandês de drama e suspense cuja história retrata um grupo de jovens que participam de um experimento relacionado à insônia

    A pesquisa consiste em aplicar um recipiente coletor de queratonina no pescoço dos participantes. A queratonina é a substância que mantém os seres humanos acordados e somente é liberada quando estamos nesse estado.

    Quanto mais tempo os participantes ficam acordados, mais concentrada é a substância extraída. É por esse motivo que o experimento é dividido em três fases, as quais exigem que as cobaias fiquem progressivamente cada vez mais dias acordadas.

    Entretanto, não se pode dormir mais do que 60 segundos. Caso contrário, os participantes podem ter uma parada cardíaca. É por esse motivo que eles usam um relógio que emite um alarme se eles começarem a dormir.

    À medida que a dificuldade aumenta, os valores pagos para os estudantes também aumentam.

    O filme explica tudo isso muito bem de maneira ágil e fácil de entender.

    Atuações e construção da narrativa

    Os quatro personagens principais atuam bem e entregam a carga de drama necessária para tornar realista a história de cada um. A irmã de Jane, June, também merece reconhecimento por sua atuação.

    No entanto, todos os personagens de apoio da história não passam segurança em suas atuações. O professor alemão responsável pela pesquisa, Dr. Hans Miller (Kim Waddoup), é muito caricato e entrega cenas que destoam completamente da atuação dos estudantes, passando um ar de vergonha alheia em suas falas.

    A cena em que Miller entrega dinheiro para os participantes é um close desnecessário em que o personagem faz uma cara de maníaco, típico de filmes de terror galhofa. Aqui começam os problemas que, a meu ver, acontecem por causa do excesso de profissionais na direção do filme.

    Apesar da cena, os dois primeiros arcos de Deep são bons e convincentes, especialmente por causa da fácil explicação do experimento e, principalmente, da atuação dos personagens principais, com destaque para a atriz que interpreta Jane.

    Eis que…

    O terceiro ato joga todos os méritos de Deep por água abaixo.

    A reta final de Deep arruinou uma boa história

    O filme possui 1h41min de duração, mas infelizmente tem sua história destruída na meia hora final.

    O primeiro problema começa já na abertura do terceiro ato. Eu não vou detalhar para não dar spoilers, mas destaco que mesmo sendo algo grave, naquela altura do filme eu estava disposto a aceitar a incômoda facilitada do roteiro e considerar a produção mediana no fim das contas. Isso aconteceria por conta da boa construção dos atos anteriores.

    Mas…

    A situação piora.

    O plot twist apresentado na fase 3 do experimento simplesmente ignora a estrutura da pesquisa que foi apresentada anteriormente. Pior do que isso, as motivações do plot não se sustentam.

    Em meio à bagunça de ideias que Deep se tornou no seu ato final, para completar há uma cena entre Jane e uma médica cuja ação dessa pessoa é totalmente desproporcional ao que está sendo exibido. Isso sem falar em outra absurda conveniência do roteiro para chegar a esse triste desfecho.

    VEREDITO

    É muito importante e digna de reconhecimento a dedicação da Netflix em trazer produções em idioma não-inglês para que a audiência global tenha acesso a culturas diversas.

    Deep é um filme tailandês que parte de uma premissa bem interessante e entrega bons momentos de suspense. Seus dois primeiros atos são objetivos e fáceis de compreender.

    Apesar disso, infelizmente o plot twist da história é repleto de falhas que contradizem a boa construção que vinha sendo feita. Dessa forma, Deep destrói seus próprios méritos.

    Recomendo que você assista para conhecer a boa atuação do elenco principal e refletir como foi possível uma boa história desandar tanto em pouco tempo.

    2,0 / 5,0

    Assista ao trailer de Deep:

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    Os Ausentes: Conheça a nova série brasileira da HBO Max

    Os Ausentes, nova série brasileira original da HBO Max, chega ao streaming no dia 22 de julho. Com direção-geral de Caroline Fioratti e direção de Raoni Rodrigues, a série policial traz Maria Flor e Erom Cordeiro nos papéis principais.

    O seriado, que possui dez episódios com média de 45 minutos, foi criado por Maria Carmem Barbosa e Thiago Luciano. O roteiro é de Renê Belmonte, Bruno Passeri e do próprio Thiago. O projeto é da WarnerMedia Latin America e Panorâmica para a HBO Max, e tem produção de Mara Lobão e Rodrigo Montenegro.

    Em coletiva de imprensa promovida pela HBO Max, elenco, diretores e produtores falaram da importância da série para o catálogo brasileiro do streaming, além de contar alguns detalhes sobre a produção.

    Sinopse de Os Ausentes

    Na trama, após o desaparecimento de sua filha Sofia, o ex-delegado Raul Fagnani (Erom Cordeiro) abre a agência Ausentes, que se torna famosa no submundo de São Paulo por receber todo tipo de clientes, sobretudo aqueles que não podem ou não querem recorrer à polícia. Ele ainda tem esperança de descobrir o que aconteceu com sua filha.

    A chegada de Maria Julia (Maria Flor) a Ausentes muda o dia a dia de trabalho. Ela fugiu de Buenos Aires, após seu pai sumir misteriosamente, e está disposta a reencontrá-lo. Enquanto buscam por seus familiares, a dupla de investigadores se embrenha na procura por pistas para solucionar os casos que chegam à agência.

    A cada episódio uma nova história é contada em Os Ausentes, que traz no elenco convidado nomes como Jacqueline Sato, César Troncoso, Indira Nascimento, Nuno Leal Maia, Negra Li, Flávia Garrafa, Augusto Madeira, entre outros.

    A construção da série Os Ausentes

    Durante a coletiva, Silvia Fu (produtora da WarnerMedia) trouxe um pouco de Os Ausentes em dados: gravada em mais de 100 locações de São Paulo, composta por mais de 100 atores e 1000 figurantes e quase 800 horas de gravação. Uma grande série não só em estrutura, mas também em temática, pois aborda os desaparecimentos de pessoas no Brasil.

    De acordo com Thiago Luciano, criador do seriado, há cinco anos ele e Maria Carmem começaram a pesquisar sobre o tema e se espantaram com as informações alarmantes que encontraram. “Só em São Paulo duas pessoas desaparecem a cada hora. Não entra na cabeça, não tem como entender”, disse o showrunner.

    A dupla encontrou no modelo de série procedural, com um caso por episódio, uma forma de explorar as diversas histórias reais existentes no Brasil e, ao mesmo tempo, dar andamento a um arco principal envolvendo Raul e Maria Julia. “A dificuldade foi transformar (o seriado) em procedural, como a gente iria resolver (a história) com um caso a cada dia”. Thiago ainda complementou dizendo que foi um processo desafiador escrever esse roteiro, mas ao mesmo tempo muito satisfatório.

    Para a diretora Caroline Fioratti, a alma da série são esses personagens. Cada história mergulha em cenários diferentes de São Paulo e, de acordo com a diretora, foi um desafio fechar o casting para as várias situações contempladas na trama. “Eu e Raoni (Rodrigues) trabalhamos desde o início juntos para unificar essa linguagem, o simbolismo que o roteiro trazia. Principalmente com esses atores incríveis. Vocês vão se surpreender em cada episódio com quem vai aparecer”.

    A produtora Mara Lobão acrescentou que o contexto da série acaba ecoando em pessoas próximas, pois muitas possuem histórias de alguém que desapareceu. No entanto, poucos retornaram para as suas famílias ou houve algum fechamento para os casos.

    A atriz Flávia Garrafa ponderou que “a arte está aí pra ajudar a gente a olhar pra realidade. Quanto mais identificação, mais você consegue um envolvimento (…) Se eu passo por essa situação e vejo na série, eu acho que isso ajuda as pessoas a se conectarem”.

    Protagonismo feminino em séries policiais

    Os Ausentes: Conheça a nova série brasileira da HBO Max

    Várias mulheres estão envolvidas na produção, direção e elenco de Os Ausentes. Esse protagonismo feminino é algo extremamente positivo e foi exaltado durante a coletiva.

    “Eu amo Mare of Easttown e eu lembrei muito de Os Ausentes. As mulheres têm uma potência enorme e isso é maravilhoso”, disse Maria Flor, protagonista da produção. De acordo com a atriz, a personagem Maria Julia é muito cativante: “Eu nunca tinha feito uma série de mistério e investigação. Foi a primeira vez que entrei em contato com esse universo (…) é muito pesado, mesmo, em vários momentos a gente tinha que se aproximar de sensações e sentimentos por conta daquelas pessoas que estavam ali perdendo entes queridos”.

    Para Fioratti, a parceria entre as mulheres do projeto foi algo muito especial. “Foi um presente poder fazer a direção-geral de Os Ausentes. Nem todo mundo entende que a direção é um lugar feminino. Grandes mulheres estão atrás das câmeras pra fazer essa série acontecer.”

    Maria Flor complementou dizendo que “uma diretora mulher fazendo esse tipo de série é um grande acerto. Traz uma humanidade que é muito diferente. Séries de ação normalmente são dirigidas por homens, e essa diretora-geral é uma mulher e é uma série sobre conflitos humanos, mas ela tem humor, ação… tem uma gama de coisas que atraem muito”.

    Os sentimentos que envolvem a série

    Na premissa da série, a agência Ausentes atende casos de pessoas que não querem (ou não podem) procurar a polícia. “A Ausentes existe pra quem não pode ir pra polícia por vários motivos. E normalmente é por não ter ajuda por causa do recorte social”, disse Silvia Fu.

    De acordo com Thiago, a agência quer ajudar quem precisa, levando as pessoas de volta para os braços da família. Ao mesmo tempo, o Raul e a Maria Julia estão em suas buscas pessoais. “O que a gente tentou fazer com todos os roteiros e arcos da série é mostrar essa ausência. Não só falar sobre o desaparecimento de pessoas, mas essa ausência de sentimentos, de reações”, declarou.

    Devido às histórias se passarem em várias comunidades diferentes de São Paulo, a série possui muitas locações externas, trazendo uma potência visual muito grande. O ator Augusto Madeira pontuou que essa construção é “algo que brilha o olho. É uma série investigativa que te deixa preso, instigado (…) que vai pelo submundo e vai entrando em meandros que a gente não conhece muito. Eu sou fã”.

    Assista ao trailer da série:

    Os Ausentes terá seus 10 episódios disponibilizados na HBO Max no dia 22 de julho.

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    Kang, o Conquistador: Conheça as 10 variantes mais poderosas

    O Universo Marvel é repleto de vilões icônicos, pelo menos nos quadrinhos. E Kang, o Conquistador é um dos vilões mais poderosos desse universo em constante expansão, seja por sua habilidade de saltar no tempo, ou por seu número quase infinito de encarnações.

    Seja no passado, presente ou futuro. Algumas dessas encarnações sofreram tantas mudanças ao longo do tempo, dadas as suas inúmeras adaptações, tornando-o diferente de qualquer outro vilão que exista ou venha a existir.

    A primeira aparição do personagem se deu quando a Marvel Comics ainda era conhecida como Timely Comics e sua linhagem foi apresentada de diversas formas. Kang fez uso de disfarces que pareciam diferentes versões do Visão e do Homem de Ferro, tendo estrelado em equipes como os Vingadores e até mesmo no Quarteto Fantástico.

    O personagem costuma ser um dos inimigos mais recorrentes da Marvel nos quadrinhos. E essa deve ter sido a razão do personagem ser colocado como uma das maiores, se não a maior ameaça do Universo Cinematográfico Marvel no futuro, sendo apresentado em Loki.

    Confira abaixo as 10 variantes mais poderosas de Kang, o Conquistador

    10. Rapaz de Ferro

    O Rapaz de Ferro é tanto um personagem poderoso, como um personagem importante para o Universo Marvel. Pois sem ele, os Jovens Vingadores nunca teriam existido. Ele é uma das variantes mais jovens Kang, já conhecidas.

    A aparição do personagem na linha temporal conhecida como Universo 616 acontece quando Kang tira o jovem Nate Richards da linha temporal e o mostra o conflito que se desenrolará por causa dele. Ele viajava no tempo para impedir que se transformasse no que ele conhecia como Kang, até a era dos heróis e forma os Jovens Vingadores.

    Após matar a sua versão do futuro, Nate percebe o dano irreparável que ele causou a linha temporal. E após um longo conflito consigo mesmo, ele aceita que a única forma de consertar o erro é assumindo seu posto como o ditador que conhecemos.

    9. Conselho de Kangs

    No início de suas aparições, Kang costumava ser apenas um ser, e sua existência se limitava a apenas um ponto no espaço-tempo. E tudo isso se deu apenas antes das Guerras Secretas. Entretanto, o arco serviu para estabelecer as múltiplas identidades e pavimentar a reputação do déspota temporal como o senhor do tempo.

    Ao optar por lutar do lado dos vilões durante as Guerras Secretas, Kang acabaria por eliminar todas as versões de si próprio. Essas diferentes e divergentes versões do personagem eventualmente se uniriam para criar o que passou a ser conhecido como “Conselho dos Kangs”. O grupo passou a existir apenas para derrotar e destruir os Vingadores das mais diversas formas por todo tempo e espaço por toda a eternidade.

    8. Kang, o Conglomerador

    No arco Aranha-Geddon, a sequência do arco do Aranhaverso, conhecemos uma variante de Kang conhecida como Kang, o Conglomerador. Um homem de negócio do ano 2099 que quer levar o Aranha-Punk para o futuro para controlar o personagem a fim de obter lucro, dada sua popularidade na época.

    Os poderes do Conglomerador não se limitavam apenas a manipulação temporal, mas também era um ser dotado de enorme inteligência – mas foi destruído pela força bruta do Hulk do Universo 138. E ao meu ver, é uma das versões mais poderosa do personagem, pois ele viajava no tempo coletando heróis para que tomasse controle de suas vidas e pudesse lucrar a partir disso.

    7. Rama-Tut

    Kang

    Apesar de muitos acreditarem que Nathaniel Richards era um descendente direto de Reed Richards, Nate descobriu na realidade que poderia ser também um descendente direto do Monarca da Latvéria conhecido como Doutor Destino. Após estudar por um longo período o trabalho de Destino, Richards foi capaz de criar uma máquina do tempo no formato de uma esfinge e viajou para o Egito antigo. Lá, o personagem assumiu a identidade do faraó Rama-Tut.

    Na época, os caminhos de Rama-Tut e de um jovem En Sabah Nur se cruzaram. Ao conquistar todo o Egito antigo, Rama-Tut decidiu ir atrás de En Sabah Nur e torná-lo seu herdeiro, sabendo o que futuro reservava para o Primeiro Mutante que viria a ser conhecido como Apocalipse.

    Após governar o Egito por um longo período sem oposição, o Quarteto Fantástico viajou no tempo para levar de volta Rama-Tut para sua linha temporal; e mais tarde os Vingadores fizeram o mesmo, apenas para viajar ao futuro e encontrar o planeta que ele conquistou dividido por uma guerra de imensa proporção.

    6. Immortus

    Immortus é uma versão futura e muito mais velha de Kang. Essa versão se cansou de travar guerras pelas linhas temporais e quando foi contatado por seres celestiais do fim dos tempos, ele se tornou seu emissário. Ao reparar linhas temporais ao invés de destruí-las, ele ganharia imortalidade.

    Immortus passou também a garantir que suas versões passadas seguissem seu curso no destino, a fim de garantir que no fim de tudo, ele se tornaria Immortus e não apenas qualquer outra contraparte sua que teria conquistado o tempo.

    As habilidades de Immortus e sua inteligência são muito maiores que as de Kang. Os Guardiões do Tempo ensinaram-no muito mais sobre o tempo e sobre poder cósmico, dando a essa versão futura de Kang poder e habilidade muito maiores que sua grande maioria de variantes.

    5. Kang Primordial

    Kang

    O Kang Primordial teve sua estreia em 1964 nas páginas dos quadrinhos Avengers #8. Desde então, ele estrelou no panteão de maiores inimigos das equipes da Marvel, apesar de nem sempre posar como uma grande ameaça aos Vingadores, como Thanos sempre foi. A forma mais fácil de entender Kang, é entender sua conexão com seu passado – ou o presente do Universo Marvel.

    Nathaniel Richards é um estudioso do Século 31, descendente de Reed Richards e se torna o primeiro a descobrir a tecnologia de viagem no tempo criada por Doutor Destino. A primeira viagem que o personagem faz é para o Egito, onde o Quarteto Fantástico já o havia encontrado. Mas essa viagem seria apenas a primeira de Kang por todas as linhas do tempo.

    Essa versão de Kang não apenas mostra o personagem no seu pico de intelecto, mas também mostra como sua tecnologia é superior. O personagem também utiliza uma armadura de combate do Século 31 que aumenta imensamente sua forma e sua estamina.

    4. Senhor Gryphon

    Uma das personalidades separadas de Kang ficou presa no Século 21. Sua primeira ação, foi abrir um portal para permitir que a armada Chitauri entrasse na Terra, mas seus planos foram impedidos pelos Vingadores – isso parece muito a trama de um filme de 2012.

    Gryphon, sem o conhecimento dos Vingadores, controlava secretamente o Visão e o usava para manipular a equipe. Usando o sintozóide por vezes para semear a discórdia, Gryphon contratou diversos vilões antes de atacar com toda sua força a equipe. Essa versão de Kang usou uma versão do vilão Equinox retirada de uma das linhas temporais.

    Suas habilidades se comparam a de sua versão primordial.

    3. Kamala Kang

    Kang

    Kamala Kang é uma versão híbrida de Kang e da Ms. Marvel. A personagem surgiu quando um traje espacial com problemas, fez com que seu gene inumano fosse ativado. Entretanto, ao invés de ser capaz de esticar seu corpo com a Ms. Marvel do universo 616, essa Kamala é capaz de se manipular através do tempo e espaço.

    Kamala Kang ficou presa em uma anomalia temporal, na qual ela acidentalmente mudou o passado, alterando assim seu futuro. Assim, ela acidentalmente matou uma versão de seu próprio pai.

    A personagem foi fruto do arco Guerras Infinitas, onde Gamora manipulou a realidade e fundiu diversos personagens.

    Não apenas ela ganhou o intelecto de Kang, mas também manteve suas habilidades de polimorfia.

    2. Centurião Escarlate

    Kang

    Após sua derrota pelo Quarteto Fantástico, Kang se tornou aliado do Doutor Destino. Ele por fim criou uma armadura parecida com a de Destino e assumiu a alcunha de Centurião Escarlate. Esse personagem contou com diversas encarnações ao longo do espaço-tempo.

    Uma dessas versões por fim conquistaria uma realidade alternativa habitada pelo Esquadrão Supremo. Esse nome também foi adotado por Marcus Kang, o filho do Kang original. O personagem auxiliou seu pai em conflitos contra os Vingadores em diversas ocasiões.

    1. Destino, o Aniquilador Conquistador

    Quando uma outra variante chamada de Kid Immortus sucumbiu à loucura e suas tendências malignas, ele se fundiu à diversos vilões da Marvel com o auxílio de uma jovem Ravonna. Alguns deles representam as maiores ameaças tanto aos Vingadores, quanto ao Quarteto Fantástico. Se fundindo ao Doutor Destino e ao Aniquilador, ele se tornou Destino o Aniquilador Conquistador.

    O poder dessa variante é tão imenso, que ele possuía tanto os poderes de Kang, quanto do Doutor Destino, e do Aniquilador.

    Apesar de representarem uma enorme ameaça, diversas versões de diferentes linhas do tempo do Quarteto Fantástico se uniram a fim de derrotá-lo, dissolver a amálgama de vilões e devolvê-los às suas respectivas linhas temporais.

    Mas conta pra gente. Onde você espera encontrar Kang, o Conquistador novamente no Universo Cinematográfico Marvel? E qual variante dele você mais gostou?

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    6 animes de esportes para se preparar para as Olimpíadas em Tóquio

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    No dia 23 de julho, Tóquio será a capital das Olimpíadas, recebendo atletas e delegações do mundo inteiro para disputar diferentes esportes. A prática de esportes é bastante importante para os japoneses, tanto que o país comemora o Dia do Esporte na 2ª segunda-feira de outubro. 

    Mas, antes mesmo dos jogos olímpicos, o Japão já é conhecido mundialmente como a capital dos animes. Por isso, nada melhor do que se preparar para as Olimpíadas 2021 com uma lista dos melhores e imperdíveis animes de esportes. 

    HAIKYÛ!! (2014- atualmente)

    O Brasil tem uma forte história com esse esporte nas Olimpíadas, o time masculino foi campeão olímpico em 2016 e o favorito ao título em Tóquio. Mas, essas conquistas só foram possíveis com o trabalho em equipe que o time precisa desempenhar ao longo de sua trajetória.

    É também exatamente isso que acontece com o time Karasuno em Haikyû!!. Na história, Hitana acaba de entrar no ensino médio e deseja fazer parte do time de vôlei da escola. Ao lado de Kageyama (o “Rei da Quadra” com o qual Hitana já tem uma certa competição) e os outros membros do time, Hitana deseja levar o time Kageyama ao torneio nacional de vôlei entre escolas. 

    Haikyû!! ainda nem terminou, mas já é considerado um dos melhores animes de esportes de todos os tempos. A evolução dos personagens é incrível e cada partida de vôlei é emocionante. Ideal para os apaixonados por vôlei ou quem deseja ver uma história emocionante.

    Haikyû!! está disponível no Cruchyroll

    KUROKO NO BASKET (2012-2015)

    Olimpíadas

    Infelizmente o time brasileiro de basquete está fora das Olimpíadas 2021. O que não impede de fazer apostas para saber qual país leva a medalha de ouro para casa. O próprio Estados Unidos é um dos favoritos com o “Dream Team” composto por jogadores da NBA. Mas, será que irá conseguir o título? 

    Enquanto não temos respostas, a boa é curtir o anime Kuroko no Basket que tem como foco o basquete. Na história, Kuroko se separou dos seus companheiros de quadra no ensino fundamental, cada um foi para uma escola diferente e acabou formando outros times. Agora, Kuroko junto de Kagami Taiga, precisa enfrentar seus ex-companheiros com o seu novo time sem experiência. 

    Kuroko no Basket tem bastante inspiração nos jogadores na NBA, cada personagem parece emular habilidades dos astros do basquete. Um ótimo anime que carrega uma mensagem otimista sobre nunca desistir. Vale citar que o anime é sucessor do famoso Slam Dunk, um dos primeiros animes de esporte que fez sucesso nos anos 90.

    Kuroko no Basket está disponível na Netflix

    THE PRINCE OF TENNIS (2001-2005)

    Quando o assunto é tênis, o Brasil tem fortes concorrentes na disputa, mas nenhuma medalha até então. O Brasil terá quatro tenistas nas Olimpíadas de Tóquio e mais uma chance de levar a vitória. 

    Em The Prince of Tennis, o protagonista Echizen Ryoma também precisa provar seu valor derrotando outros veteranos do esporte. Na história, Ryoma acaba de chegar em uma nova escola, onde o tênis é o esporte principal. Assim, ele almeja  ganhar o Torneio Nacional de Tênis das Escolas Secundárias.

    The Prince of Tennis é um anime um pouco datado, mas incrível se você está a procura de uma história cativante. Além dos vários personagens interessantes, o anime apresenta as técnicas e novas jogadas de tênis de uma maneira espetacular. 

    FREE! (2013-2014)

    Olimpíadas

    Para representar o Brasil na natação nos Jogos Olímpicos de Tóquio foram classificados 26 atletas, sendo a maior delegação da modalidade enviada a uma edição de jogos fora do país. Entre os representantes estão veteranos e estreantes nas Olimpíadas.

    No anime Free!, o protagonista Rin volta para o Japão após passar um tempo no exterior treinando em uma escola de natação. Ele desafia seu ex-companheiro de piscina, Haruka, que perde a competição. Logo, os outros membros do clube entram numa competição de natação contra Rin.

    Free! é um anime que mistura comédia e drama para contar uma história de superação. A natação é um esporte extremamente difícil e o anime consegue representar muito bem as adversidades do esporte de uma forma profunda e também engraçada.

    Free! também está disponível no Crunchyroll.

    HAJIME NO IPPO (2000-2014)

    Se o assunto é boxe nas Olimpíadas você vai querer saber que o Brasil está em ascensão desde 2012, nos jogos de Londres. Agora no Japão, a delegação brasileira conta com quatro representantes para levar a medalha de ouro para casa.   

    No mundo dos animes, Hajime no Ippo é um ótimo representante para esse esporte que envolve lutas. Na história, Ippo Makunouchi é um garoto de 16 anos que nunca teve muito tempo para esportes, já que trabalha com sua mãe. Porém, quando o famoso boxeador Mamoru Takamura o salva de apanhar de uns garotos do colégio, Ippo revela seu verdadeiro potencial como boxeador tendo um soco super forte. 

    Hajime no Ippo é um anime de pura tensão, mas também com uma pegada leve e divertida. As cenas de lutas são incríveis e acompanham a evolução de Ippo no esporte. Nessa mesma pegada, vale citar Megalo Box, que apesar de apresentar uma temática mais futurista é um ótimo anime de boxe.  

    PEDAL DE YOWAMUSHI (2014-2018)

    Olimpíadas

    Nas provas de ciclismo, o Brasil chega nas Olimpíadas de Tóquio com cinco atletas. Como um dos esportes mais disputados dos Jogos Olímpicos, o objetivo dos brasileiros é conquistar a medalha  de ouro. 

    Pedal de Yowamushi conta a história de Sakamichi Onoda, um jovem do ensino médio que fica arrasado quando descobre que o clube de anime de sua escola acabou por falta de interesse. Porém, ao subir uma colina íngreme com pouco esforço em sua bicicleta, Onoda chama a atenção de outros garotos que participam do clube de corrida de bicicleta da escola.  

    Esse é um anime bastante longo, mas apresenta as principais características dos animes de esportes. Como o ciclismo é um esporte de equipe, os personagens secundários são bastante carismáticos e no quesito cenas de ação, o anime não deixa a desejar.

    Pedal de Yowamushi está disponível no Crunchyroll.

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    Call of Duty: Black Ops Cold War | Todo conteúdo da Temporada 4 Reloaded

    O Reloaded da Temporada 4 de Call of Duty: Black Ops Cold War entrou no ar no dia 15/07 no Warzone e no dia 14/07 para o Black Ops Cold War. Muito conteúdo novo acerca do modo Zombies estará disponível assim que você logar no game. Para fãs do componente multiplayer do game, não há tanto conteúdo assim nessa atualização de meio de temporada.

    Ainda sim, mesmo com um pouco menos para se divertir, Call of Duty: Black Ops Cold War ainda teve bastante conteúdo adicionado pela Treyarch.

    A atualização Reloaded da Temporada 4 é um exemplo que a Treyarch e Activision deviam seguir há muito tempo, de qualidade ao invés de quantidade. Com o mapa clássico retornando e algumas melhorias, aqui está tudo que os jogadores de multiplayer podem encontrar na atualização de Call of Duty: Black Ops Cold War.

    NOVAS ARMAS E MODOS DA TEMPORADA 4 RELOADED

    Os jogadores de Call of Duty: Black Ops Cold war terão acesso à nova SMG, a OTs 9. Com a SMG LC10 se mostrando como a melhor arma desde seu lançamento, faz sentido que a nova SMG seja a arma perfeita para tirar a LC10 de seu posto.

    Sendo a MAC-10 e a PPSh-41 ótimas escolhas caso você queira jogar com SMG, mas não queira fazer uso da LC10 em Call of Duty: Black Ops Cold War. A OTs 9 está disponível e pode ser desbloqueada tanto no Call of Duty: Black Ops Cold War como no Call of Duty: Warzone.

    Reloaded

    Mais pra frente, ao longo da temporada, uma nova arma melee estará disponível, e os jogadores poderão empunhar uma Maça pelas partidas.

    Os jogadores podem testar a OTs 9 no modo Capture a Bandeira. Esse modo foi um dos mais pedidos, além do modo Demolição. Felizmente, está disponível em Call of Duty: Black Ops Cold War no momento. Os jogadores podem esperar no modo as mesmas regras que em versões anteriores do modo, com grande ênfase na corrida de bandeiras. Entretanto, esse não é o único modo que será adicionado na segunda metade da temporada 4.

    Mata-Mata em Equipe Extremo e Morte Confirmado Extremo serão lançados na próxima semana, e estará disponível através da playlist Moshpit Extremo. Vale lembrar que a Treyarch adicionou o novo killstreak de Nuclear Tático para todos modos.

    O MAPA RUSH DA TEMPORADA 4

    Começando com a adição do mapa 6v6, Rush. O terceiro mapa 6v6 adicionado na temporada 4, e é o segundo mapa remasterizado de Call of Duty: Black Ops 2 para o lançamento da temporada, Rush causa aos jogadores de Black Ops 2 muita nostalgia. Para aqueles que não jogaram, ainda podem se divertir muito, e há uma razão para a Treyarch fazer isso.

    Como a versão de Rush é identica ao original em Call of Duty: Black Ops Cold War, os jogadores podem esperar lutar dentro e fora de uma arena de paintball.

    O modo Rush Paintball Moshpit contará com um com modos mistos com respawn 6v6, e apesar de não haver um nome específico, contará com modos de Dominação e Hardpoint. Mata-Mata em equipe e Morte Confirmada provavelmente estará no Moshpit, dando aos fãs de Call of Duty: Black Ops Cold War uma variedade maior. Apesar de ter uma lista interessante, os jogadores que tiverem interesse de jogar no mapa Rush, o modo Rush 24/7 está disponível, e o Rush Paintball Moshpit será lançado na próxima semana.

    BLUEPRINTS DE ARMAS ESPECIAIS NA TEMPORADA 4 RELOADED

    Reloaded

    Duas pequenas adições na temporada 4 Reloaded são referentes à blueprints. Primeiro, o modo League Play de Call of Duty: Black Ops Cold War contará com algumas recompensas exclusivas, enquanto a Treyarch está adicionando cosméticos da Call of Duty League para aquelas que fazem sucesso no modo competitivo.

    Não apenas a League Play está sendo melhorada através de alguns desbloqueáveis, os jogadores podem esperar novas incríveis recompensas na Loja de Prestígio. Além do padrão de desbloquear Cartões de Jogadores e Emblemas, os jogadores poderão desbloquear blueprints especiais na Loja. Baseado nas imagens mostrados pelas duas armas no roadmap, a Krig 6 ganhará uma blueprint como a M16 recebeu no Pacote de Armas Confronto. Além disso, a MP5 ganhará uma preta e bronze chamada de Dark Horse.

    Call of Duty: Black Ops Cold War está disponível para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X.

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